cachorro envolto num cobertor vermelho

Abrigos em Lisboa acolhem também animais abandonados devido ao frio

A Provedoria dos Animais de Lisboa informa, através de uma publicação na sua página oficial do Facebook que, face ao frio extremo que se faz sentir, a ativação do plano de contingência para as pessoas sem-abrigo também inclui os animais.

cachorro envolto num cobertor vermelho

Foto: Facebook | Reprodução

O plano de contingência foi ativado esta quarta-feira (09/11) e, por exemplo, no Pavilhão do Casal Vistoso e na freguesia da Estrela vai haver condições para que os animais sejam acolhidos.

A mesma entidade pede que todas as pessoas que tenham animais, em especial aos que vivem na rua, que tenham o máximo de cuidado e que os agasalhem bem, uma vez que são esperadas temperaturas muito baixas. “Se puder acolher animais errantes nos próximos dias, abrigando-os das condições climáticas extremas, não hesite em fazê-lo”, recomenda a Provedoria.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Sol Sapo

dois cachorros deitados

Projeto de lei em Cuiabá (MT) é criado para investimento em programas de proteção aos animais

Um projeto de lei criado pela Prefeitura de Cuiabá, Mato Grosso, e divulgado na última sexta-feira (11) prevê aplicar recursos financeiros em programas de proteção aos animais. O Fundo de Bem Estar Animal (Funbea) será custeado, a princípio, pela própria prefeitura.

dois cachorros deitados

Foto: Mídia News

No entanto, segundo o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Juarez Samaniego, o projeto deve ser ampliado e o dinheiro aplicado no Funbea passará a ser uma contribuição da população aplicado nas contas de luz, água, IPTU, entre outras.

“A partir da ampliação do projeto, que ainda não tem uma data prevista, não será mais necessário tirar dinheiro do fundo geral da prefeitura, pois o dinheiro arrecadado com a população será destinado diretamente ao Funbea”,

Para receber a ajuda do projeto, as ONGs de proteção animal devem procurar a diretoria do Bem Estar Animal e provar a legalidade da instituição. Além disso, Juarez disse que será feita uma avaliação de quantos animais a ONG possui e quais são as necessidades.

“Pode ser que uma ONG receba uma ajuda mensal com um valor mais alto que outra. Isso vai depender da necessidade e da quantidade de animais que o local possui”, ressaltou.

O projeto prevê ainda que o dinheiro do fundo possa ser utilizado para custear ações de controle e fiscalização de planos, programas e projetos especificamente voltados às políticas públicas em prol dos animais.

Fonte: Mídia News

Com mais de 50 animais para cuidar, mãe e filha precisam de doações

Com 35 cachorros e 18 gatos para alimentar, Luciana dos Santos Husemann, 47 anos, aceita todos os tipos de ajuda. Os animais são herança da mãe, Josefina Teresinha, que faleceu em 2016 e tinha o hábito de cuidar dos mascotes desde 1969. “Me criei ao lado deles. Ela sempre resgatou os necessitados para cuidar, não podia me desfazer deles”, afirmou Luciana.

Foto: Correio do Povo

Ao lado da filha, Franciele, 16, ela faz o que pode para que não falte comida para alimentá-los, nem remédio para os que precisam. Apesar de sentir muita falta da mãe, Luciana junta todas as forças para cuidar dos animais e enfatizou “eles e a Fran são a minha família agora”.

Como está desempregada, sustenta a residência com a renda variável do trabalho informal. “Estou fazendo bicos, mas não tenho condições de arcar com tantos gastos. Alguns animais mais velhos precisam de cuidados especiais”, reiterou.

Entre os que mais inspiram cuidados está Zelão, de 18 anos e Chana, de 20. “Ele está cego e precisa muito de nós, ela fica sempre nos fundos, porque não corre com os outros”, detalhou. Luciana também precisa de apoio para pagar uma dívida feita com a operação de uma das “filhas”, Pandora. Por conta disso, colocou seis pequenos para doação.

Quem puder ajudar com doação de ração, medicamento, consulta em veterinários, castração ou qualquer quantia, pode entrar em contato pelos números (51) 99378-4619 ou (51) 3361-3624.

Fonte: R7

montagem de quatro fotos de animais encontrados

Armadilhas fotográficas flagram onças e mais 13 animais

Uma pesquisa conduzida pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) conseguiu registrar ao menos 15 espécies de animais vivendo livremente em 43 pontos do perímetro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Entre os animais encontrados estão alguns quase ameaçados de extinção como a anta, o tamanduá-bandeira e o lobo-guará, além de onças.

montagem de quatro fotos de animais encontrados

Foto: RD News

Segundo a professora Viviane Layme, que conduziu a pesquisa da mestranda Marina Lima, o objetivo do estudo é o de mapear exatamente as localidades onde os mamíferos que vivem em Chapada costumam se estabelecer e assim garantir a preservação das espécies.

O estudo foi feito durante os anos de 2013 e 2017, com uma pausa em 2014 e 2015, por meio de registros em fotos e vídeos dos animais, seguidos de testes estatísticos. Os trabalhos, conforme explica a professora, foram prejudicados por diversas vezes em razão da ação de caçadores que atuam na Unidade de Conservação, bem como pela falta de recursos financeiros ora providos pelo Governo Federal.

Foram registradas as presenças dos seguintes animais: anta, onça-parda, jaguatirica, cachorro-do-mato, lobo-guará, mão-pelada, quati, tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim, capivara, cutia, paca, tatu-galinha, cateto e veado.

Com o mapeamento no perímetro do Parque também será possível contribuir com a exploração do turismo científico, pois o conhecimento dos locais onde os animais vivem e seus hábitos, isto é, a freqüência com que circulam em determinado espaço serão importantes para a realização de visitas guiadas, como já ocorre no Pantanal.

“Ter informações para o manejo do Parque, com mapeamento, gera informação que previne os animais de serem afetados pelo período de queimadas, além de atropelamentos. O Parque é atravessado por uma rodovia de alta velocidade. Com nossos dados, teremos recursos para ajudar o controle das travessias deles para que sejam feitas com segurança. A segurança para motorista e animais”, acrescenta.

Apesar das dificuldades, a pesquisa agora passa por análise dos dados, ainda sem previsão de quando deve ser publicada em revista científica.

Parque e ICMBio

De acordo com a pesquisadora, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, mais do que um local de beleza paisagística e de sua função para o ecoturismo, tem sido um refúgio para diversas espécies, como a anta, tamanduá-bandeira e carnívoros em geral (lobo-guará, onça parda e jaguatirica), que vem sendo constantemente ameaçados pela expansão urbana e rural do entorno do local.

A professora ainda ressalta a relevância do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), administrador do Parque Nacional, na conservação das espécies ameaçadas. “Mesmo as [espécies] que ainda não estão em estado de ameaça, às vezes estão caminhando para isso porque são populações consideradas em declínio. É por isso que a existência e o trabalho do ICMBio é tão importante. Lá elas ainda têm como sobreviver a longo prazo”, finaliza.

Fonte: RD News

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Grupos protetores de animais buscam mais apoiadores

A ONG defensora de animais SOS Bichos de Rua realizou neste sábado (12), das 9 às 21 horas, uma blitz beneficente. Equipes de voluntários estiveram na esquina da rua Augusto Ribas com avenida Vicente Machado, onde fizeram a arrecadação de doações para manter as atividades do grupo. O evento se soma a outros que os voluntários vêm realizando para arrecadar fundos e garantir a manutenção de suas atividades.

mulher segura cachorro no colo. atrás dela, outros cachorros em cercado

Foto: Diário dos Campos

Eventos como esse e bazares, além da arrecadação a partir do cadastro de notas fiscais do programa Nota Paraná são a principal fonte de recursos das associações que se dedicam ao cuidado de animais. A SOS Bichos é uma das principais ONGs, mas todas atuam no limite, já que realizam serviços por meio da colaboração de voluntários.

Ana Paula Miléo é advogada, mas na SOS Bichos ela é apenas mais uma das pessoas interessadas em cuidar dos animais. Esse desejo veio antes da participação na ONG, e ela espera que outras pessoas percebam que para cuidar dos animais não é preciso estar vinculado a associação. Cada um pode fazer sua parte e, se quiser, somar essa atitude a um grupo.

“A gente tem limite de recursos e de voluntários, que não passam de 15 em atividade constante. Qualquer um pode ser um voluntário, ajudando os animais por conta própria. Quem encontra um filhote que precisa de um lar, pode ficar temporariamente com ele, postar foto nas redes sociais e procurar um novo dono. Não é preciso uma ONG para isso”, diz. Ela convida a população a ajudar na preservação da vida animal e na fiscalização sobre o problema dos maus-tratos.

Maus-tratos crescem 43,5% em PG

As estatísticas da Guarda Municipal de Ponta Grossa apontam que houve um aumento considerável no número de ocorrências relacionadas a maus-tratos contra animais. Foram 323 casos no ano passado, 98 a mais que em 2017, quando esse tipo de situação resultou em 225 atendimentos dos agentes na cidade. Trata-se do segundo crime mais comum verificado pela GM em Ponta Grossa, atrás apenas da perturbação de sossego. A Guarda Municipal orienta à população que presenciar casos de agressão contra o animais que as denúncias podem ser feitas através do telefone 153.

Conheça três das ONGs de protetores

SOS Bichos de Rua
A ONG foi fundada em 2011. O foco é controle de natalidade dos animais de rua. As pessoas ligam, o grupo faz o resgate e encaminha a clínicas parceiras. Um convênio permite que o custo desse atendimento seja menor. Depois, esses animais precisam de uma nova casa. O lar do SOS Bichos já possui mais de 200 animais e um custo considerável para manutenção. Bazares ajudam a manter as atividades. São cerca de 15 voluntários constantes e outros eventuais. Quem encontrar animais feridos, vítimas de atropelamento ou maus-tratos pode entrar em contato pelo telefone (42) 99907-3017.

Grupo Fauna
A médica Karina Medaglia atua, nas horas vagas, dando atenção aos animais. Ela faz parte do Grupo Fauna. ONG mais antiga da cidade, está em atuação há 20 anos. A maior dificuldade é a variação da atenção aos animais dada por cada gestão municipal, e a demora na renovação de convênios e projetos. “Em três meses, a procriação dos animais aumenta muito, principalmente nos bairros”, diz. A ONG atua na triagem de animais no encaminhamento para castração. Em casos de sofrimento animal, o grupo ajuda ou indica quem possa ajudar. Também dá palestras e orientações sobre castração. O contato é o e-mail grupofauna@gmail.com

APA-PG
A Associação Protetora de Animais de Ponta Grossa foi criada em 2015 e se propõe a auxiliar na adoção de animais em situação de rua. A página no Facebook Apa PG traz postagens frequentes com animais que precisam de um novo lar, além de anunciar eventos com esse propósito. Está previsto para este sábado (12), das 9 às 17 horas, uma feira de adoção a ser realizada na avenida Visconde de Taunay, 1575, em parceria com a AgroMathias. O contato pode ser feito através da página no Facebook, através de mensagem no privado.

Fonte: Jornal Diário dos Campos

cachorro preto deitado com a boca aberta

Benefícios de adotar animais na fase adulta incluem menos cuidado e mais gratidão

A adoção de gatos e cachorros filhotes é feita facilmente, enquanto muitos animais já maduros aguardam a oportunidade de terem um lar. Geralmente, os adotantes acreditam que esses animais não se adaptarão à nova família.

cachorro preto deitado com a boca aberta

Estopinha, o cão adotado por Kamila. Foto: AFNotícias

Com animais adultos não existem surpresas em relação à personalidade, tamanho ou comportamento, porque eles já estão com tudo isso definido. Além disso, eles também são independentes, pois requerem menos cuidados que filhotes. Animais resgatados também tendem a ser mais gratos com seus tutores.

A estudante Kamila Marinho, de 21 anos, adotou um cachorro com um pouco mais de um ano de idade e disse ter ficado muito feliz com a decisão. “Quando pensamos na ideia de adoção, sempre era um filhote. No entanto, decidimos entrar em contato com alguma ONG e escolhermos o que mais gostássemos. Procurando nas redes sociais, encontramos o Estopinha e foi amor à primeira vista!”, descreveu Kamila.

Segundo a tutora, Estopinha era de uma família pobre e, algumas vezes, até faltava comida para o animal. “Ele vivia no relento pegando chuva e sol, era desnutrido e cheio de carrapatos. Até que um dia a família foi embora dessa casa e abandonou ele preso a uma corrente, quando a dona da ONG o encontrou”, disse.

Kamila conheceu a história dele e sabia que era o cachorrinho certo. “Daí começamos o processo da adoção. Ao contrário do que muita gente pensa, cachorro adulto é bem mais fácil de cuidar, pois a fase de fazer xixi em tudo e de sair quebrando as coisas já passou. Ele nunca nos deu trabalho, só trouxe alegria para nossa vida e é o meu xodó”, finalizou a estudante.

Responsável pela Organização Não Governamental Resgata Palmas, Irisnaide Pereira da Silva explicou o motivo de existir dificuldade de adoção de animais adultos ou idosos. “As pessoas preferem filhotes para que a criação seja da própria maneira, para que se acostumem desde pequenos com a casa e outros animais”, explicou ela.

“As pessoas têm receio pelo fato de já estarem acostumados com outras pessoas ou até mesmo nas ruas e não se adaptarem ao novo lar, por não conhecer a personalidade do animal. Já os idosos, são mais difíceis porque requer uma atenção especial”, contou ela.

Ainda segundo Irisnaide Pereira, as pessoas podem esperar muito amor e gratidão de animais mais velhos, apesar de ser necessário cuidado maior, pois eles são gratos mesmo não conseguindo falar.

A responsável pela ONG disse também que os primeiros dias podem ser os mais difíceis, pois o animal precisa se adaptar ao ambiente.

“Não deixar o animal sozinho por muito tempo, dar um pouco mais de atenção, ter mais paciência com o processo de adaptação, que pode demorar ou não, principalmente se tiver outros animais em casa, são algumas dicas”, finalizou.

Fonte: AFNotícias

Calendário com cães e gatos vítimas de maus-tratos é lançado em Volta Redonda (RJ)

Calendário com cães e gatos vítimas de maus-tratos é lançado em Volta Redonda — Foto: Reprodução/TV Rio Sul

Cães e gatos vítimas de maus-tratos estrelam um calendário lançado este ano em Volta Redonda, RJ, como parte de uma campanha de proteção aos animais, feita por uma ONG. O objetivo é chamar atenção para casos de violência contra os animais.

Além das fotos, em cada página uma mensagem de alerta ao tutor do animal. No mês de janeiro, por exemplo, tem o seguinte lembrete: “Ano novo, velhos amigos”.

A mensagem é clara: maltratar os animais é crime. Para fazer o alerta, os animais capricharam nas poses. Eles foram fotografados pela presidente de uma ONG que trabalha acolhendo animais nesta situação, Liz Guimarães.

“O objetivo é a gente linkar [cada situação com um mês]. Janeiro tem muito abandono, a gente começa com meu Preto, que é um cachorrinho velho. Aí começa ‘Ano novo, velhos amigos’, uma amizade que tem que perdurar. Acho que Março começa a chover, coloquei um cachorrinho com um guarda-chuva de frevo. Muita coisa que às vezes configura maus tratos e ninguém percebe é o animal não ter uma cobertura para sol e chuva”, explica Liz.

Assim os outros meses foram surgindo, cada mês com uma foto e reflexão.

“É como se o e o gato estivessem falando aquilo, [pedir] água, ração vacina, higiene, cobertura de sol, proteção de chuva e sol.”, conta Liz.

A ideia da ONG, conta a Liz, é ter mais campanhas como esta, fazendo calendários assim todos os anos, abordando temas diversos, mas sempre priorizando os animais.

Campanha tenta suprir necessidade que números refletem

Apesar das inúmeras campanhas, os casos de maus-tratos de animais não param de crescer. No canil da Sociedade de Proteção aos Animais, há 150 cães e gatos abrigados atualmente. O objetivo é reabilitá-los e encontrar um lar com responsabilidade e capacidade para cuidar adequadamente nesses animais.

O vice-presidente da instituição, Igor Reis, diz que todos os dias chegam relatos de maus-tratos.

“Hoje um dos casos de maus-tratos mais comum é a restrição do animal a vida na corrente, o que em Volta Redonda é proibido por lei. Outra coisa é a privação de alimento, muita gente no final do ano viaja e acaba deixando o animal com um pote de ração e comida para uma semana. E outro caso muito comum é o abandono, o abandono é um dos casos mais sérios de maltrato aos animais. Um animal que hoje você pega filhote, cria em casa e solta na rua, a chance de sobrevivência dele é quase mínima”, diz Igor.

Para denunciar maus-tratos ou abusos aos animais basta ligar para o telefone 0300 253 1177 ou denunciar a situação na delegacia e nas secretarias de meio ambiente das cidades.

Casos recentes na região

No Sul do Rio de Janeiro, dois casos recentes de violência contra animais, ocorridos entre o fim de 2018 e o começo de 2019, chamaram a atenção da população.

No mais recente deles, uma gata foi morta a pauladas por uma mulher no domingo (6), dentro de um mercado de Paraty, na Costa Verde do Rio. Segundo os responsáveis pelo estabelecimento, a suspeita matou o animal após pisar acidentalmente no rabo dele e ser arranhada.

A mulher foi atendida pelas pessoas presentes no local após o arranhão, mas voltou com um pedaço de pau minutos depois e atingiu a gata na cabeça, que morreu na hora. Uma câmera de segurança do mercado registrou o crime. A suspeita foi levada para a 167ª Delegacia de Polícia (Paraty). Ela foi ouvida e vai responder em liberdade.

No outro caso, um cachorro foi morto a tiros por um idoso no dia 31 de dezembro de 2018, em Valença. O homem teria brigado com a vizinha e fez disparos que acertaram o animal.

Segundo a PM, o suspeito é um capitão da Marinha do Brasil e atirou no cachorro com uma espingarda calibre 22, que foi apreendida. O idoso foi encaminhado a 91ª Delegacia de Polícia (Valença), onde foi autuado na lei de maus tratos aos animais e por disparos de arma de fogo. Ele também vai responder em liberdade.

Fonte: G1

Filhotes de animais silvestres correm risco de morte sem cuidados especializados

Foto: Pixabay

As chances de sobrevivência de filhotes de animais silvestres são mínimas sob os cuidados de pessoas que não possua conhecimento especializado. Mesmo com todos os esforços, na primeira fase de vida, os filhotes extraídos dos pais, muitas vezes exigem o auxílio de equipamentos de alta tecnologia, além do acompanhamento médico-veterinário e dieta nutricional específica a cada três horas e até mesmo a internação em incubadoras.

Nesta quinta-feira, 10, completa um mês, que um bebê da espécie macaco foi entregue aos cuidados do Centro de Fauna (Cefau) unidade de reabilitação de animais silvestres de responsabilidade do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). A espécie encaminhada pela equipe do Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) foi resgatada em uma entrega voluntária realizada por um morador do município de Tupiratins.

O inspetor de Recursos Naturais do Instituto, Gilberto Iris, destacou. “É frequente o recebimento de animais silvestres no Centro de Fauna, entregue por pessoas, que no primeiro momento, tentam criar o animal. Com intuito de reduzir a ocorrência de óbito de animais silvestres e em especial dos filhotes, o Naturatins recomenda a entrega voluntária, o mais rápido possível, aos cuidados dos órgãos ambientais”.

De acordo com a médica-veterinária do Naturatins, Grasiela Pacheco, o filhote de Macaco Prego, de nome científico Sapajus libidinosus, chegou ao Cefau ainda recém-nascido, pesando apenas 160gr e com o cordão umbilical, o filhote era muito pequenino, não estava aquecido e parecia desestruturado emocionalmente.

“Diariamente recebemos pelo menos um filhote de uma espécie silvestre. A criação de animal silvestre é ilegal, configura crime ambiental. A chance de sucesso nessa fase da criação é muito pequena, a saúde do animal é delicada, se debilita em poucas horas e todo o processo é muito caro. Infelizmente muitas pessoas demoram decidir pela entrega ao órgão ambiental e a cada minuto, aumenta os riscos de morte do animal”, relatou Grasiela, ao recomendar a entrega mais breve possível.

“A entrega rápida desse filhote ao BPMA salvou a vida do animal, que precisou ser internado em uma incubadora para manter a temperatura corporal e amamentado a cada 3 horas, inclusive durante a noite, com dosagens e temperaturas da alimentação controladas. Os recém-nascidos são totalmente dependentes de cuidados parentais, o que torna necessário reproduzir alguns cuidados, como estimular a defecção após a mamada”, destacou a médica-veterinária.

“A alimentação é complexa, sendo necessário o leite zero lactose enriquecido com complementos minerais e vitamínicos. No começo foi difícil adaptar ao bico da mamadeira, o que exige muita paciência e dedicação até passar as primeiras horas. Ele mamava no máximo 5 ml de leite, hoje o filhote está mais forte, já se adaptou ao método e à alimentação. Agora ingere entre 20 a 30 ml por mamada, dando os primeiros sinais positivos do processo de reabilitação”, diagnosticou a situação do animal, Grasiela Pacheco.

Reabilitação e soltura

No Cefau há seis macacos em processo de reabilitação e não tem como precisar o tempo necessário, pois segundo a veterinária, depende de muitos fatores. Como são animais de convivência em grupo, a soltura depende da formação de um conjunto coeso, além de outros fatores como, o tempo que o animal permaneceu em cativeiro domiciliar, a quantidade de machos e fêmeas, as condições de saúde que apresentaram na chegada, se são aceitos no grupo e se possuem algum comportamento estereotipados.

Outras espécies de filhotes silvestres também estão sendo tratadas no Centro de Fauna, entre eles, um veado, uma arara, um cachorro do mato, todos entregues por pessoas que no primeiro momento tentaram criar esses animais; além dos filhotes órfãos de espécies que geralmente são vítimas de atropelamento.

“O ideal é não prender os animais, deixá-los livres para poderem cumprir sua função biológica através da dispersão de sementes, participação na cadeia alimentar. Então assim permitir que a Natureza mantenha um ambiente sadio para todas as espécies. Se reproduzam e completem seu ciclo de vida”, finalizou Grasiela.

Entrega voluntária

Em média, 99% dos macacos recebidos no Centro de Fauna do Naturatins são oriundos da entrega voluntária realizadas por pessoas, que primeiro tentaram criar em casa. Recentemente houve a soltura de um grupo de primatas. Mas além do longo processo de reabilitação e do custo para que a espécie possa retornar a natureza, é importante sensibilizar a população sobre a possibilidade e o perigo de um repentino ataque que esses animais podem desencadear, ao se sentirem ameaçados.

Constantemente, as equipes dos órgãos ambientais buscam esclarecer que manter um macaco, ou qualquer outro animal silvestre, em casa, não é seguro. Os macacos são animais curiosos e uma espécie de convivência em grupo. Ao levar um animal silvestre pra casa todos os moradores da residência ficam expostos as possíveis transmissões de zoonoses, devido a proximidade, uma situação ainda mais preocupante quando se trata de primatas.

Outro aspecto é o grande potencial de agressividade que esses animais possuem, quando precisam se defender. A convivência com primatas é considerada a mais complexa, pois quando entram na maturidade sexual se tornam perigosos. Eles possuem dentes grandes e potentes, são ágeis, fortes e se defendem em grupo.

Nesta quarta-feira, 9, uma macaca recolhida pela Guarda Metropolitana no bairro Santa Fé e entregue aos cuidados do Cefau se encontra em observação médica. Para realizar a entrega voluntária de um animal silvestre, basta o interessado acionar uma das equipes dos órgãos ambientais do Estado ou solicitar auxílio através do canal Linha Verde pelo telefone 0800 63 1155 ou via internet no site naturatins.to.gov.br.

Fonte: O Girassol

Quase 114 milhões de americanos planejam aderir ao veganismo em 2019

Realmente 2019 promete ser o ano do veganismo. Aproximadamente um terço dos norte – americanos já planeja ingerir comida vegana para melhorar a saúde.

Foto: Impossible Burger

Uma pesquisa, conduzida pela YouGov a pedido da marca Kite Hill, revelou que depois das festas de fim de ano, 40% dos participantes se sentem motivados a fazer uma dieta ou mudar o estilo de vida. Trinta e quatro por cento (cerca de um terço) consideram comer mais alimentos à base de plantas para alcançar essa mudança.

Segundo o Live Kindly, os produtos à base de leite de amêndoa são particularmente populares entre os consumidores. Mais da metade dos americanos entrevistados indicaram que gostariam de experimentar um produto criado a partir de amêndoas, como leite e queijo artesanal . Quarenta e quatro por cento afirmaram que o queijo feito com creme de amêndoa e o iogurte, em particular, pareciam bem atraentes.

Mais e mais americanos estão se afastando dos laticínios, optando por alternativas à base de plantas – como leite de amêndoa, coco, soja, cânhamo e outras variedades – à medida que se tornam mais conscientes das consequências ambientais, éticas e de saúde do consumo de animais produtos.

Estima-se que 50 milhões de americanos sofram de intolerância à lactose, mas o consumo de produtos lácteos também está ligado a doenças mais graves, como câncer, diabetes e doenças cardíacas.

Felizmente para aqueles que buscam produtos à base de amêndoas mais saudáveis ​​e sem laticínios, há várias marcas no mercado que oferecem uma seleção de queijos e queijos nondairy , incluindo Califia Farms , Silk e Kite Hill .

Fundada pelos chefs Monte Casino e Tal Ronnen e Dr. Patrick Brown, fundador da Impossible Foods , a Kite Hill oferece uma gama de produtos saudáveis, sustentáveis ​​e “revolucionários” , de acordo com seu site , incluindo massas, queijos artesanais à base de amêndoas, iogurtes e leite.

Foto: Reprodução | Instagram

“Começamos com uma visão de um alimento à base de plantas que teria todas as qualidades que apreciamos os melhores queijos artesanais” , observa. ” Acreditamos que a melhor parte de comer é a união de uma refeição compartilhada e queríamos criar produtos que todos possam desfrutar, seja comer uma dieta livre de produtos lácteos ou apenas curioso sobre um estilo de vida mais saudável”.

“Uma vez que descobrimos o segredo” , observa a marca, “as opções eram infinitas”.