Vídeo flagra cão e veado brincando de pega-pega através da cerca da residência

Foto: Ethan Cole

Foto: Ethan Cole

Um pastor alemão resgatado chamado Ike é descrito por sua família como um cão enorme, amoroso e extremamente brincalhão – então talvez não seja tão surpreendente assim que Ike seja capaz de fazer amigos de todos os tipos… e espécies.

Foto: Ethan Cole

Foto: Ethan Cole

Ainda assim, outro dia, quando o tutor de Ike, Ethan Cole, olhou para o quintal de sua casa na Flórida (EUA), ele ficou totalmente perplexo com o que viu acontecendo ali fora.

Aparentemente, seu cão, que adora diversão, decidiu jogar um jogo com um amigo novo, selvagem e inusitado.

Foto: Ethan Cole

Foto: Ethan Cole

Um cervo, também conhecido como veado, quase do mesmo tamanho que Ike, estava do outro lado da cerca do quintal. E o par estava no meio de uma espécie de jogo que parecia divertir e encantar a ambos.

À primeira vista, poderia parecer até que Ike estava apenas perseguindo o veado, como se ele tentasse caçar um esquilo – mas então algo fascinante aconteceu.

Foto: Ethan Cole

Foto: Ethan Cole

Depois que Ike perseguiu o veadinho em uma direção, o cão conseguiu girar primeiro na direção oposta – e o cervo seguiu a pista do cão, como se tivesse chegado a sua vez de perseguir o filhote.

A filmagem que Cole conseguiu capturar em seu celular mostra o jogo deles:

“Esta foi a primeira vez que os vi brincar”, disse Cole ao The Dodo sobre Ike e seu amigo selvagem: cervo. Cold descreveu o jogo que eles estavam jogando como uma espécie de pega-pega.

Depois de vários minutos de brincadeira, o cervo finalmente saltou de volta para a floresta. Mas felizmente isso não significou o final do dia de diversão e jogos.

Outro pequeno filhote (que também pode ser visto no vídeo, parecendo surpreso com o jogo interespécie de pegar), estava por perto naquele dia – o filhote de cachorro da mãe de Cole, chamado Hobbes.

Então Ike ainda tinha um amigo (de sua própria espécie, se não do seu tamanho) com quem podia brincar.

Cole disse que os cachorros são super importantes para ele e para toda a sua família.

Ike, por exemplo, é nomeado em homenagem a outro cão que sua mãe teve quando ela ainda era criança.

“Este cão é super especial para nós”, disse Cole. “E ele é apenas um grande e lindo brincalhão!”.

Turista desce do carro e tenta pegar urso filhote mas o pequeno se defende

Foto: The Siberian Times

Foto: The Siberian Times

Animais selvagens tem instintos próprios, são naturalmente designados para viver em liberdade e na selva, e apesar de serem comprovadamente capazes de sentir, sofrer, amar e compreender o mundo ao seu redor, também são capazes de reagir a estranhos que lhes pareçam ameaçadores e se defender.

Longe de serem fontes de entretenimento humano como os zoológicos e circos querem fazer crer, esses seres sencientes tem capacidade de raciocínio peculiar e própria sendo que tem autonomia na natureza para definir seus territórios e buscar seu alimento e cavar suas tocas.

As imagens abaixo são o exemplo disso, elas flagram o momento em que um turista é obrigado a fugir de um urso pardo filhote selvagem após ele ter irresponsavelmente provocado o animal.

O homem que reside do leste da Rússia é filmado tentando brincar com o urso, provavelmente na intenção de acariciá-lo como a um cão ou gato, pela forma como se aproxima.

Ele irresponsavelmente tenta se aproximar-se do animal com a esperança de pegá-lo e acariciá-lo.

O vídeo mostra o turista indo em direção ao urso aparentemente alheio ao perigo em que esta colocando sua vida.

Foto: Siberian Times

Foto: Siberian Times

O animal inicialmente recua, mas o homem de repente resolve arriscar, então comete o erro de provocar o animal e correr.

O urso imediatamente se lança em direção a ele enquanto o turista corre para voltar para dentro de seu carro.

Os amigos do homem gritam e juram tentar assustar o urso, dizem relatos.

A criatura selvagem sobe nas pernas traseiras em sinal de agressividade quando se aproxima do veículo.

Foto: Siberian Times

Foto: Siberian Times

O turista não foi identificado, mas ele desafiou e descumpriu os alertas na região de Kamchatka, na Rússia, para não alimentar ou aproximar dos ursos, provocando uma reação irada dos moradores locais, informou o jornal The Siberian Times.

Um morador da região Konstantin postou: “Quantas vezes pedimos às pessoas que parassem de sair de seus carros e alimentassem ursos? Eles não são alguns bichinhos de pelúcia fofos.

“Por que as pessoas não podem crescer e se comportar de maneira madura na natureza?”

Liudmila Fedosenkova escreveu: “O urso pegou ele? Não? Que pena”.

“Não há lei que resolva para um tolo desses. Ele trata um animal selvagem como um animal doméstico”, afirmou Sandra Fadeeva.

“É uma pena que o urso não tenha rasgado um pedaço de seu traseiro. Não sinto simpatia por idiotas como esse”, disse Tatiana Zolnikova.

Conheça as seis mães mais dedicadas do reino animal

Foto: Nexus

Foto: Nexus

Nada se compara ao amor de uma mãe, e as mães do reino animal não são exceção. Confira as cinco melhores mães não humanas que fazem de tudo para seus filhos, desde colocar “o jantar” na mesa todas as noites até se sacrificarem por eles. Esses filhotes são presenteados com mães singulares e dedicadas que merecem os votos retumbantes de um Feliz Dia das Mães.

Mães elefantes

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

A primeira mãe da nossa lista ganha seu lugar por ter dado à luz os maiores bebês da Terra – estamos falando em média de 200 libras (cerca de 97 kg). Ainda bem que esses bebês gigantes não usam fraldas. As fêmeas dos elefantes também merecem um prêmio por terem passado por uma gravidez de 22 meses. Inicialmente, os filhotes nascem cegos, o que os força a confiar em suas trombas para navegação e descoberta, mas, felizmente, eles vivem em uma sociedade matriarcal.

Uma vez que o bebê nasce, as outras “damas” do rebanho dão uma mãozinha, incluindo avós, irmãs, tias e até primas. Essas babá em tempo integral são chamadas de “mães postiças” ou madrinhas e ajudam em todos os aspectos da criação de bebês elefantes – então, neste caso, é preciso uma manada inteira para criar um elefante.

Mães Coalas

Foto: iStockphoto

Foto: iStockphoto

Nunca aceite entrar em uma competição de comida com um coala do sexo feminino, pois ela só come uma coisa: folhas de eucalipto altamente venenosas. Sua faixa digestiva pode tolerar esse tratamento mortal, graças às suas entranhas que são naturalmente embaladas com bactérias especiais que desintoxicam as folhas.

Bebês coalas – não nascem com essas habilidades extraordinárias (para não falar na falta de orelhas, olhos e pelos), mas a mamãe coala vem em socorro do filhos e os ajuda a construir sua tolerância alimentando-os com suas próprias fezes. Pode parecer estranho e até meio repugnante no início mas é esse processo que tornará os pequenos capazes de alimentar-se sozinhos quando adultos

Uma vez que os coalas bebês nascem, eles passam cerca de seis meses dentro da bolsa da mãe, se alimentando de leite e formando as partes de seus corpinhos que ainda faltam definir-se. Mas esta é uma mãe que não perde o sono enquanto se alimenta: a coala dorme cerca de 22 horas por dia – quase 90% da vida dela se passa cochilando.

Mãe jacaré

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

O jacaré fêmea tem que ter uma das gestações “mais verdes” levando o ozônio em consideração. Seu ninho é uma pilha de vegetação apodrecida (a pilha final de compostagem) que produz calor para que ela não tenha que se sentar em seus ovos.

Os cientistas usam termômetros especiais para monitorar o período de incubação de dois meses nesses ninhos, e o calor faz mais do que dar vida a esses bebês.

Se a temperatura é inferior a 88 graus, o bebê é uma menina, mas se for superior a 91 graus, é um menino. Uma vez que os bebês nascem, as mães zelosas os carregam em sua mandíbula para proteção, ajudando-os na água, onde passam seus primeiros anos comendo peixes, insetos, caracóis e crustáceos.

Mãe urso-polar

Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

Ursos polares do sexo masculino são os reis de uma única noite. Esses “Casanovas” dão às parceiras o ombro frio após o acasalamento, deixando as futuras mamães sozinhas para carregar cerca de 400 libras (quase 200 kg) durante a gravidez. Isso justifica um bebê realmente pesado, mas neste caso, os desejos de fim de noite são encorajados – na verdade, se a fêmea não encontrar comida suficiente para dobrar seu peso, seu corpo vai realmente reabsorver o feto. Parece exagerado? Mas é a vida real.

Depois que ela embolsar todos os quilos necessários, o urso polar tem um dos trabalhos de parto mais fáceis ja registrados. Ela cava uma toca-maternidade (geralmente em um monte de neve), onde ela entra em um estado de hibernação, não come por dois meses e também dorme durante o nascimento do bebê.

Sem as contrações e dores do parto, que tranquilidade, a mamãe ursa dá a luz dormindo. Os recém-nascidos são cegos e desdentados, mas absolutamente e lindos, e geralmente ficam do lado de sua mãe por apenas dois anos antes de serem enviados para o mundo pra viver por conta própria – meio que condensando a infância, a pré-adolescência e a adolescência dez uma vez só.

Mãe guepardo

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Paciência é uma virtude, especialmente quando se trata de ser uma mãe guepardo. Em qualquer momento de suas vidas em que deem a luz, as fêmeas da espécie geralmente têm quatro a seis filhotes para cuidar, mas essas crianças não nascem com instintos de sobrevivência. Cabe à mãe ensiná-los a caçar suas presas e evitar outros predadores, e esse treinamento pode levar quase dois anos para que eles aprendam e passem a reliazar com sucesso as atividades.

Uma vez que os filhotes aprendem a se virar sozinhos, a mãe começa a criar uma nova família, enquanto seus descendentes deixados para trás formam um grupo de irmãos. Os garotos ficarão juntos por toda a vida, mas as fêmeas deixarão o grupo mais ou menos seis meses depois, já que esses animais tendem a ser solitários e a evitar um ao outro. Aqui não se cutuca a onça com a vara curta.

Mãe orangotango

Getty

Foto: Getty

Os altamente inteligentes orangotangos são a melhor mãe do tipo “faça você mesmo”. Ela passa quase toda a sua vida no alto das árvores, onde constrói um novo ninho todas as noites a partir de galhos e folhagens, formando mais de 30 mil casas em sua vida.

Ela também nunca abandona seus bebês, geralmente amamentando os filhos até que eles atinjam a idade de 6 ou 7 anos – essa é a maior dependência da mãe de qualquer animal na Terra.

Na maioria dos casos, os orangotangos do sexo masculinos só se aproximam para acasalar, e até mesmo os bebês machos se separam mais rapidamente de suas mães do que suas contrapartidas femininas, que muitas vezes ficam mais tempo com elas para aprender habilidades de criação de filhos.

Homem resgata canguru órfão com intenção de mantê-lo como animal doméstico

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Um canguru órfão foi resgatado no meio da noite de uma rua movimentada em Melbourne na Austrália depois que um homem, que queria mantê-lo como animal doméstico, ligou para um hospital veterinário em busca de orientações sobre o leite que deveria comprar para alimentá-lo.

Nicola Rae, uma voluntária do Amaroo Wildlife Shelter, disse que o homem, supostamente sob a influência de drogas, ligou na noite da terça-feira última (30), para perguntar sobre que leite poderia ser comprado em uma loja de conveniência para alimentar a canguru bebê de quatro quilos, agora chamada de Mia.

Segundo informações do Daily Mail, a mãe de Mia foi morta em um acidente de trânsito em algum lugar perto da fronteira de New South Wales e Victoria, mas o motorista do caminhão parou para tirá-la da bolsa da mãe.

O amigo do motorista, que mantinha Mia envolta em um casaco para aquecê-la, foi quem chamou os especialistas em vida selvagem.

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Rae disse que teve que convencer o interlocutor de que Mia só poderia ser criada por profissionais especializados e treinados em animais selvagem e que o leite destinado a humanos poderia fazer muito mal ao animal, correndo o risco de deixá-la doente.

Cuidadores de vida selvagem têm leite especialmente formulado para cada espécie.

“Eventualmente, eu consegui convencer este homem a me deixar vir buscar o bebê canguru”, disse Rae em um post no Facebook.

Selma, uma das veterinárias do Amaroo Wildlife Shelter, acompanhou Rae até uma “área muito perigosa e de má fama de Melbourne” tarde da noite para pegar Mia.

“As pessoas que estavam com Mia em seu poder eram rudes, mas gentis o suficiente para protegê-la e a tinham envolvido em um casaco de frio, que o homem que a segurava estava orgulhosamente me contando”, Rae descreveu sua experiência.

“A pessoa que a tinha nos braços estava mais preocupada em não conseguir tirar fotos com o canguru, pois ela estava tão assustada que se enrolava e escondia na manga do casaco”.

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Rae explicou à pessoa que estava com o animal que a exposição ao estresse pode matar animais selvagns e tirar fotos não era uma boa idéia para um animal assustado que passou por um trauma severo como perder a mãe e passar por um acidente.

Eles prometeram que mandariam fotos de Mia para ele mais tarde e levaram o canguru para o Centro de Proteção à Vida Selvagem Amaroo.

Já no abrigo, Mia foi colocada na companhia com Clancy, um canguru do sexo masculino da mesma espécie que ela, e os dois estão se dando bem.

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

“Leah fez um trabalho maravilhoso ao criá-lo [Clancy] até aqui, mas tem tantos outros pequenos precisando de ajuda que fazia sentido que ele viesse morar com Mia, já que eles têm a mesma idade e ela estava sozinha.”

Animais selvagens não devem ser mantidos como animais domésticos, eles tem necessidades especiais, que os diferenciam de cães e gatos e não conseguem se adaptar à vida em cativeiro.

Tanto em zoológicos como em residências a pratica de retirar animais selvagens de seus habitats naturais é condenável e causa danos severos a esses seres inocentes que muitas acabam morrendo em decorrência de tal violência.

Criadores vendem animais selvagens como domésticos

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Australia que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

Cafeteria se torna vegana após proprietária ter assistido o documentário Dominion

Foto: Dominion

Foto: Dominion

A proprietária do High Note em Idaho (EUA) diz que vai vender todos os produtos de origem animal que tem em seu estoque e, a partir de então, só servirá “comida vegana excelente e de boa qualidade que todos possam desfrutar”

O estabelecimento que é uma cafeteria e também serve refeições está pronta para se tornar completamente vegano depois que sua dona assistiu ao documentário Dominion.

Dominion, dirigido por Chris Delforce e lançado há pouco mais de um ano, usa imagens de câmeras escondidas em fazendas-fábricas e matadouros para mostrar os horrores da criação de animais em escala industrial.

Maria, a gerente geral do café High Note, em Boise, revelou que estava “aterrorizada” com a mudança repentina e impactante de seu negócio – mas não estava disposta a apoiar o sofrimento dos animais por mais tempo.

Café vegano

“Quaisquer produtos de carne que tenhamos agora serão os últimos vendidos, a menos que encontre uma maneira melhor de se produzir carne, com oa carne cultivada em laboratório”, disse Maria em um comunicado. “Vou tornar o High Note Cafe um estabelecimento completamente vegano nas próximas semanas”.

“Eu prometo ainda servir comida excelente que todos possam desfrutar. Se der certo, ótimo, se não der certo e me custar o meu sustento, então que assim seja. Eu não posso mais ir adiante sabendo que tenho apoiado grande sofrimento e práticas indesculpáveis pela indústria de carne, ovos e laticínios.

“Estou apavorada, mas sei que estou fazendo a coisa certa, e a coisa certa nem sempre é lucrativa ou segura”.

Retorno positivo

O anúncio foi recebido com muitas respostas positivas, como um comentário postado nas mídias sociais da empresa dizendo: “Precisamos de pessoas mais corajosas e compassivas como você! Obrigado. Aquece o meu coração quando as pessoas realmente se importam além de seus lucros e paladar. Você é o futuro que precisamos. Desejo a você muito amor e sucesso”.

Outro acrescentou: “Sua decisão de avançar com uma abordagem mais compassiva é exatamente o que Chris Delforce tinha em mente quando criou o documentário Dominion. Muito obrigado”.

Mesmo aqueles que não são veganos aderiram, com um entrevistado dizendo: “Eu sou um comedor de carne, mas eu amo o High Note o suficiente para que eu ame e respeite essa decisão e continue a visitá-lo”.

Dominion

O longa-metragem que causou toda esse impacto em Maria e mudou não só sua vida como seu negócio, é um documentário que mostra como os animais são usados e abusados na Austrália, além de contar com filmagens exclusivas de matadouros e fazendas.

O documentário mostra as proporções catastróficas da realidade cruel vivida por animais de criação, do início da vida até a morte terrível – história essa que é escondida das população. Ele acompanha desde a situação em uma escala mais ampla, até chegar em casos individuais, bem específicos.

É um diferencial em Dominion o tipo de filmagem: câmera na mão, escondida, e os drones – muitas das técnicas nunca antes vistas. Esta é uma maneira de mostrar que tudo aquilo que está lá dentro, de fato, não deve sair de lá – e por isso a filmagem é feita de maneira clandestina.

O filme chamou a atenção do público ao anunciar uma série de celebridades veganas entre seus narradores, incluindo Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Sia, Sadie Sink e Kat Von D.

O documentário estreou no Reino Unido com uma exibição no centro de Londres, organizada pela Plant Based News e pela Surge Activism. ”Foi um enorme privilégio trabalhar com a equipe da Dominion para ajudar a levar este filme aos espectadores no Reino Unido”, disse o co-fundador da Plant Based News, Robbie Lockie.

“Embora seja doloroso testemunhar o sofrimento documentado, acreditamos que Dominion tem o potencial de abrir corações e mentes em todo o mundo. Ajudar a colocá-lo na frente de um público é exatamente quem somos como ativistas”.

“Eu acho que tem potencial para causar um grande impacto. O problema é fazer as pessoas sentarem e assistirem. Se conseguirmos que eles assistam, o impacto é inegável, inquestionável”, finaliza o diretor de Dominion, Chris Delforce.

Cantora Pink adota cão resgatado que vivia em abrigo

Foto: Shutterstock

Foto: Shutterstock

Alecia Beth Moore, mais conhecida como Pink é amante e defensora dos animais há tempos. A cantora e compositora usa o poder de suas mídias sociais, repletas de seguidores, para postar perfis de cães disponíveis para adoção e chegou até a pagar pelo tratamento de um cachorro vítima de abuso com recursos próprios.

Enquanto muitas celebridades defendem os direitos animais, Pink leva as coisas um passo adiante, oferecendo aos animais necessitados, uma consideração diária.

Agora a poderosa máquina de divulgação e solidariedade da cantora está como foco nisso novamente. Depois de perder seu companheiro canino de 16 anos em 2018, a Pink adicionou um novo membro à família. Ela postou uma foto no Instagram de sua filha embalando um filhote de cachorrinho. A cantora agradeceu à Nashville Humane Society por seu novo companheiro e apropriadamente nomeou o cachorrinho de “Nash”.

Foto: P!NK/Instagram

Foto: P!NK/Instagram

A cantora adicionou outra foto dela com Nash, com a hashtag #adoptdontshop (#adotenãocompre). Enquanto o pequeno Nash pode ter atingido a sorte grande quando se trata de adoção, muitos animais que vivem em abrigos não têm tanta sorte.

Abrigos de animais normalmente estão superlotados e têm que competir com as fábricas de filhotes, que continuam a produzir cães de raça em massa na intenção de lucrar.

Com organizações como o American Kennel Club, que ainda promovem a venda de “puros-sangues”, a maioria das pessoas, infelizmente, escolhe cães de raça provenientes de criadores quando quer encontrar companheiros de quatro patas.

Com mais de um milhão de animais acolhidos todos os anos em abrigos e centros de resgate e proteção, esses animais precisam de toda a ajuda que conseguirem.

Felizmente, as coisas estão melhorando para os animais resgatados. À medida que aumenta a conscientização sobre o assunto, mais pessoas estão preferindo adotar a comprar cães e gatos.

Foto: P!NK/Instagram

Foto: P!NK/Instagram

Mais de três milhões de animais são adotados a cada ano, e aqueles que encontram um lar e uma família passam por transformações notáveis quando recebem amor e bondade dos humanos.

É de extrema importância que celebridade como Pink usem seu poder de influência por uma causa que necessita tanto de atenção.

Não é necessário ser uma celebridade para mudar a vida de um animal. Ao considerar companhia de um amigo peludo, a atitude correta é a adoção, muito animais aguardam ansiosos por um lar, e ao comprar um animal, além de delegar a ele a classificação de “produto” alimenta-se uma indústria cruel de criação chamada de “fábrica de filhotes”, responsável pela exploração e abuso de milhares de animais indefesos.

Tartaruga com 187 anos é o animal mais velho do mundo

Com 187 anos, uma tartaruga é considerada o animal mais velho do mundo. Morador da remota ilha de Santa Helena no Atlântico Sul, onde vive desde 1882, a principal cuidadora dele é Teeny Lucy, presidente da SPCA, uma ONG internacional pró-animais com filial na ilha.

Da espécie tartaruga-das-seychelles, Jonathan nasceu em 1832. Em território britânico, Jonathan, como é chamado, vive nos jardins exuberantes da mansão do governador de Santa Helena e recebe visitas não só de Lucy, mas de outras pessoas que vão até o local para lhe oferecer vegetais frescos. As informações são do Portal do Animal.

Foto: Reprodução / Portal do Animal

“Jonathan é um ícone aqui”, diz Lucy. “Ele é um grandioso ser vivo que já viu de tudo. Desembarcou em Santa Helena em 1882 já como um adulto e ainda assim viu gerações inteiras de pessoas indo e vindo”, completa.

No jardim da mansão, Jonathan tem a companhia de outas três tartarugas gigantes, sendo ele o mais velho entre elas. Logo depois dele vem David, de 80 anos.

Devido à idade, Jonathan está quase completamente cego. Isso, no entanto, não é um problema para ele. Como vive no local há mais de um século, ele já conhece perfeitamente o caminho que deve fazer. Com uma vida pacata, ele costuma passar os dias descansando, tomando sol, comendo grama e relaxando ao lado dos companheiros de espécie.

O animal é famoso a ponto de ter seu retrato gravado nas moedas de cinco centavos da ilha. “Sendo o mais antigo animal terrestre do mundo, ele tem status quase real aqui”, conta Lucy. “Ele é incrível e interage de maneira amigável com todas as pessoas que o visitam regularmente.Todos gostamos muito dele”, acrescenta.

Apesar da idade avançada, Jonathan está saudável. Há alguns anos, ele apresentou problemas de saúde, mas se recuperou após ter a dieta modificada.

“Nós começamos a alimentar Jonathan semanalmente há alguns anos para suplementar sua dieta de grama e aumentar sua nutrição. Isso aconteceu porque o veterinário da ilha percebeu que seu bico (com o qual ele cortava grama) estava macio e quebradiço devido à idade, e que ele estava sentindo frio e havia perdido peso. Tudo isso se inverteu agora e ele está saudável novamente”, explica Lucy.

Jonathan teve dezenas de cuidadores nos últimos 130 anos, mas gostou de todos eles, sem distinção. “Ele conhece minha voz e conhece a voz do veterinário e reage andando em nossa direção”, conta Lucy. “É tudo sobre comida!”, brinca.

Empresa anuncia produção de proteína vegana mais barata que a carne de origem animal

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A fabricante de carne à base de vegetais, Beyond Meat, revelou planos para tornar sua proteína vegana mais barata que produtos de origem animal.

A marca – popular entre veganos e vegetarianos, mas especialmente entre os comedores de carne – planeja investir massivamente na cadeia de produção de proteína vegetal para criar produtos que rivalizem com suas adversárias de origem animal, quando se trata de preço.

O fundador e CEO da empresa, Ethan Brown, disse à Forbes: “Temos a ambição de fazer parte da geração que separa a carne dos animais, como fatores independentes”, acrescentando que “não há razão para que a proteína vegetal não seja mais barata que a carne”.

A empresa lançou recentemente seu novo Beyond Beef Ground Mince na exposição de produtos naturais Expo West em Anaheim, Califórnia (EUA). A ação marcou a conclusão de um dos principais objetivos da empresa desde o lançamento de seu Beyond Burger, um hambúrguer feito à base de plantas em maio de 2016.

Apesar das alegações da indústria de carnes de que as opções feitas a partir de vegetais não contêm os mesmos nutrientes que a proteína animal, a Beyond Meat mostrou que seus produtos fornecem o mesmo sim, se não até mais. Sua Beyond Beef Ground Mince contém 20 gramas de proteína por porção – mais que carne bovina – e 25% menos gordura saturada com menos de 6 gramas por porção.

Foto: Beyond Meat/Instagram

Foto: Beyond Meat/Instagram

Beyond Beef é também isento de glúten, sem soja, feito a partir de ingredientes não OGM (sem transgênicos), e livre de antibióticos e hormônios frequentemente encontrados em produtos feitos de carne proveniente da criação de animais em nível industrial.

Brown disse em um comunicado: “Estamos focados em criar um produto que permita aos consumidores desfrutar de todos os benefícios e da flexibilidade que a carne moída permite e ainda contribuir para a saúde humana, ambiental e o bem-estar animal”

*A ascensão da carne vegana*

A Beyond Meat não é a única empresa que oferece aos consumidores opções saudáveis e a base em plantas. A Impossible Foods, sediada nos EUA, também tem a missão de transformar de vez a indústria de alimentos, com seus hambúrgueres carnívoros “sangrantes”, semelhantes aos da Beyond Meat.

Um relatório publicado no ano passado pelo Ministério das Indústrias Primárias (MPI, na sigla em inglês) da Nova Zelândia disse que 80% das pessoas que comeram um Impossíble Burguer (hambúrguer vegano produzido pela Impossible Foods) gostaram e 30% disseram que o comeriam novamente.

O relatório afirma que “estes produtos são a linha de frente de empresas que estão inovando e melhorando significativamente os produtos de substituição de carne”. O estudo também reconheceu que o aumento na popularidade da carne feita a base de vegetais pode ser em função de seu reduzido impacto ambiental.

De acordo com o site Mercy For Animals, ao apresentar seu IPO (abertura de capital na bolsa de valores), a Beyond Meat tornou-se a primeira empresa de carne vegana a ser uma empresa de capital aberto.

Conheça oito razões para adotar o veganismo e combater a crise da água

Foto: Truth or Drought/Reprodução

Foto: Truth or Drought/Reprodução

Assegurar o fornecimento de água é um dos maiores desafios que o planeta enfrenta, por isso o Dia Mundial da Água é a oportunidade ideal para enfrentar uma das maiores causas de utilização da água – produção de carne, laticínios e ovos. Foi pensando nisso que a ONG Humane Society Internacional (HSI), desenvolveu uma lista de oito motivos que mostram a importância de uma alimentação a base de vegetais para reduzir os danos que a indústria de criação de animais causa ao planeta.

Com mais de 83 bilhões de animais criados e mortos para a indústria alimentícia mundial a cada ano, a agricultura animal em escala industrial afeta nosso meio ambiente de maneiras extremamente prejudiciais.

Não é apenas uma das principais causas da a mudança climática e do desmatamento, mas também é responsável pelo uso de grandes quantidades de água.

Pesquisas mostram que mudar para uma dieta mais rica em vegetais e legumes pode reduzir a pegada hídrica de um indivíduo ao meio, então ao reduzir ou substituir a carne, os laticínios e os ovos por alimentos à base de vegetais mais “água-amigáveis”, todos podemos ajudar a preservar a água do mundo todo.

Oito motivos para adotar uma alimentação baseada em vegetais em nome do Dia Mundial da Água:

1. A agropecuária (animais e plantas) é responsável por cerca de 70% da água utilizada no mundo hoje, até 92% da água doce, com quase um terço disso relacionado à pecuária e ao cultivo de plantações que alimentam esses animais.

2. A maior parte do volume total de água utilizada na pecuária (98%) refere-se à pegada hídrica dos alimentos para animais. Cerca de um terço dos grãos e 80% da soja do mundo são fornecidos aos animais que criados para alimentação.

3. A criação intensiva de animais pode causar uma grave poluição da água, como a eutrofização, uma quantidade excessiva de algas na água causada pelo escoamento de fezes de animais e restos de comida, muitas vezes levando à morte de peixes e outros animais aquáticos.

4. Em média, são necessários entre 15 mil e 20 mil litros de água para produzir um quilo de carne bovina, que requer cerca de 3 mil litros de água para produzir um hambúrguer de 200g – o equivalente a 30 x 5 minutos de chuva. (1 hambúrguer de carne de 200g = 30 banhos de chuveiro de 5 minutos).

5. 96% dos peixes consumidos na Europa provêm da criação de peixes de água doce, mas a grande quantidade de excremento de peixe e restos de comida desses animais ficam depositadas no leito das lagoas cria o ambiente perfeito para a produção dos gases metano que contribuem para efeito de estufa.

6. Uma dieta sem carne pode reduzir nossa pegada hídrica pela metade. Estudos mostram que uma dieta saudável sem carne reduz nossa pegada hídrica em até 55%.

7. A Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente diz que os hambúrgueres à base de vegetais requerem entre 75% a 99% menos água; de 93% a 95% menos terra; e geram de 87% a 90% menos emissões de carbono que os hambúrgueres de carne bovina.

8. “Um estilo de vida vegano é provavelmente a maior maneira de reduzir seu impacto sobre o planeta Terra, não apenas em relação aos gases de efeito estufa, mas a acidificação global, a eutrofização, o uso da terra e o uso da água. Isso tem um impacto muito maior do que reduzir seus voos ou comprar um carro elétrico”, disse Joseph Poore, da Universidade de Oxford, que liderou a análise mais abrangente dos danos que a agropecuária faz ao planeta.

“Com bilhões de pessoas em todo o mundo lutando para lidar com a escassez severa de água, é obrigação de toda a humanidade procurar reduzir sua pegada hídrica. Uma das maneiras mais efetivas de economizar água é reduzir ou substituir a carne e os laticínios por produtos à base de vegetais”, disse Kitty Block, presidente da HSI, em um comunicado.

“A enorme quantidade de água usada pela agricultura animal para cultivar ração animal, hidratar bilhões de animais, desinfetar equipamentos de abate e processar produtos de origem animal estão contribuindo para a escassez de água em nosso planeta. Além do prejuízo ao bem-estar animal e dos benefícios para a saúde humana ao cortar a carne da alimentação, proteger os escassos recursos do planeta é uma razão mais do que convincente para mudar para uma dieta à base de vegetais pelo o Dia Mundial da Água”, disse Kitty.

Outros benefícios vêm da redução ou substituição de carne e laticínios em nossa dieta. Vários estudos indicam que uma dieta rica em vegetais e legumes traz benefícios consideráveis para a saúde.

A Organização Mundial da Saúde estima que a obesidade mundial triplicou desde 1975, com mais de 1,9 bilhões de adultos acima do peso e 381 milhões de crianças com sobrepeso ou obesidade.

Estudos mostram que pessoas que consomem menos produtos de origem animal têm taxas menores de obesidade, pressão alta, diabetes, artrite e câncer. Substituir a carne, o leite e os ovos produzidos pela agricultura industrial também beneficia animais de criação, bilhões dos quais passam a vida inteira em gaiolas ou caixotes, onde são incapazes de se exercitar, exibindo comportamentos não-naturais e muitas vezes não conseguem nem se virar por causa da falta de espaço.

Dia Internacional da Mulher: conheça as mais belas e poderosas representantes do sexo feminino no reino animal

Foto: Reprodução/Pinterest

Foto: Reprodução/Pinterest

A natureza normalmente favorece os animais do sexo masculino no reino animal em relação a aparência, como uma ferramenta para facilitar a atração de parceiras. Mas, para celebrar o Dia Internacional da Mulher, apresentamos algumas das mais belas e poderosas criaturas femininas deste planeta

Tigre

Foto: Mark Newman/Getty Images

Foto: Mark Newman/Getty Images

Tigres são animais impressionantes, seu caminhar é suave como numa coregrafia, porém são animais temidos e poderosos que atraem a atenção e cobiça de muitos. Essa mãe tigre de Sumatra brincando com seus filhotes ilustra a forma protetora como as mulheres desta espécie cuidam de seus filhotes. A fêmea varia em tamanho de 215 a 230 cm de comprimento e vive nas densas florestas da Sumatra.

Raposa selvagem

Foto: Mark Bridger/Getty Images

Foto: Mark Bridger/Getty Images

As raposas selvagens são rápidas e ferozes porém belíssimas com seu pelo macio em tons de vermelho e branco com desenhos únicos na fusão natural de cores da pelagem. Essas raposas normalmente têm uma cabeça menor que as raposas comuns, e as orelhas e o focinho delas formam um elegante “V”, enquanto numa raposa comum elas formam um “W”.

Cervos

Foto: James Warwick/Getty Images

Foto: James Warwick/Getty Images

Um cervo representa o sexo masculino em sua espécie de forma imponente e cheia de garbo, mas a elegância e a pose dessa fêmea seguramente garantem sua inclusão em qualquer lista de belos animais. A fêmea não precisa de chifres para deixá-la bonita. Delicada e arisca ela atrai todos os olhares.

Cisne

Foto: Diane Miller/Getty Images

Foto: Diane Miller/Getty Images

A plumagem branca e reluzente desta mãe cisne a diferencia entre as demais aves, sua natureza protetora em relação aos seus pequenos cisnes é próprio da espécie. A fêmea é chamada de “caneta” pela maneira como ela segura e mantem as asas em volta de si mesma, envolvendo-se nelas como num invólucro de penas. Esta denominação vem do antigo termo em inglês “Penne”.

Papagaio Eclectus

Foto: Guo Ya Hui/Getty Images

Foto: Guo Ya Hui/Eyeem/EyeGetty Images

Nativo das Ilhas Salomão, o papagaio eclectus fêmea supera o seu companheiro masculino em vibração e atratividade. Considerando que o macho é verde com um toque de azul brilhante na asa, a fêmea tem a penagem colorida de um lindo vermelho vivo com a barriga violeta e o bico preto.

Leão-marinho

Foto: Guo Ya Hui/Getty Images

Foto: Michael Nolan/Getty Images

A representante feminina entre os leões marinhos ofusca o macho da espécie em termos de beleza. O macho adulto tem um nariz achatado, traços brutos e massa corporal enorme, enquanto a fêmea tem características suaves, delicadeza de movimentos e grandes olhos redondos e negros.

Leoa

Foto: Sebastien Gaborit/Getty Images

Foto: Sebastien Gaborit/Getty Images

As leoas talvez sejam injustiçadamente um pouco menos mostradas na mídia do que seus parceiros masculinos, mas nem por isso menos belas e poderosas. A leoa é uma caçadora certeira e hábil, exalando agilidade, força e alimentando seus iguais e criando seus filhos.

Orangotango

Foto: Anup Shah/Getty Images

Foto: Anup Shah/Getty Images

As feições suaves e os olhos cheios de expressão da orangotango fêmea a colocam na liderança na beleza espécie. Os machos desenvolvem bochechas largas que aumentam com a idade e as usam em movimento para exibir sua dominância. A sabedoria cotidiana para sobrevivência e a forma de criação dos filhos é passada das mais velhas para as mais jovens num ciclo auto-alimentado sem fim.