Proposta prevê liberação do aumento de porcos mortos nas fazendas de criação

Foto: Adobe

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As instalações e fazendas de criação de porcos nos Estados Unidos preparam-se para exceder o número de porcos que podem ser legalmente mortos por hora sob uma nova proposta de regulamentação.

O governo federal tem recebido as demandas de fazendas de criação em larga escala de porcos para reduzir o número de inspeções e remover os “limites de velocidade” possibilitando a morte de mais porcos por hora.

Atualmente, as fazendas e matadouros não podem exceder 1.106 porcos mortos por hora, pois os inspetores devem examinar os corpos dos animais e remover quaisquer peças que possam causar danos aos consumidores.

Os defensores da nova proposta argumentam que os porcos criados para o mercado de carne têm cerca de seis meses de idade e pesam 250 e são “geralmente saudáveis”, por isso não precisariam de inspeção.

Eles disseram ao New York Times que: “A eliminação das velocidades máximas acrescentaria flexibilidade aos cronogramas de produção das fábricas e aos níveis de pessoal”.

“Paradoxo”

Preocupações têm sido levantadas, particularmente sobre os efeitos que o aumento de velocidade poderia ter sobre os trabalhadores e a saúde pública, com pessoas argumentando que a nova proposta está “agindo para o benefício financeiro dos gigantes do processamento de carne”.

Foto: Philiplymbery

Foto: Philiplymbery

“O fato de que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) seja responsável pela segurança alimentar é um paradoxo”, disse Deborah Berkowitz, ex-oficial sênior da Administração de Segurança e Saúde Ocupacional.

“Os USDA sempre esteve ali para promover a indústria. Seu foco principal é aumentar os lucros do setor de frigoríficos e aves que eles regulam”.

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Dois coiotes são enforcados e pendurados em poste

Por Rafaela Damasceno

Dois coiotes foram enforcados e pendurados em um poste em uma casa na estrada principal de Bloomfield, em Vermont, nos Estados Unidos. As autoridades estaduais disseram que há pouco que possam fazer.

Os dois coiotes pendurados em um poste de cabeça para baixo

Foto: vtdigger

Brenna Galdenzi, presidente da Protect our Wildlife (Proteja nossa Vida Selvagem, disse que ficou profundamente triste ao ver as fotos do horror. “Eu não consigo imaginar que tipo de mentalidade alguém tem que ter para fazer uma coisa dessas, ainda mais sabendo que crianças verão”, declarou.

Caçar coiotes não é proibido em Vermont, então as autoridades dizem que o assassino não infringiu nenhuma lei. Em junho, o Conselho de Pesca e Vida Selvagem votou contra uma petição de um grupo de estudantes de direito de Vermont que pedia o fim da caça aos coiotes.

“Não podemos mudar o que aconteceu, os coiotes estão mortos. Tudo o que podemos fazer é aumentar a conscientização e tentar mudar as leis para evitar que aconteça novamente”, afirmou Brenna. Ela ainda disse que o caso mostra o quanto as coisas estão ruins para a vida selvagem em Vermont, que não pune atrocidades como essa.


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Filhote de baleia é cortado do ventre da mãe na caçada anual das Ilhas Faroe

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma baleia grávida morta na caça anual das ilhas Faroe teve o filhote cortado fora de seu útero, uma cena forte e comovente, registrada por ativistas. A temporada de caça é comumente referida pelos locais como uma “rotina” da região.

A caça, que pode ser descrita como um verdadeiro mar de sangue, dada a cor que ficam águas após a morte dos animais, levou a morte de 23 baleias, assassinadas friamente por sua carne e gordura. Mas o governo das ilhas Faroe afirmam que a atividade é “sustentável” e “regulada por lei”.

A organização ambientalista Sea Shepherd compareceu ao local da matança na baía de Hvalvik para documentar o massacre descrito pela entidade como “bárbaro”.

Foto: Sea Shepherd

Foto: Sea Shepherd

Uma visão angustiante

“Como de costume, o processo descrito como “humanitário” pelos caçadores, para matar as baleias-piloto estava longe disso, com várias tentativas frustradas de paralisar os animais com a lança sendo observadas em vários grupos”, disse um porta-voz da entidade.

“Tendo observado anteriormente outras baleias pilotos, nossa tripulação notou que este grupo de baleias estava claramente desgastado ou resignado ao seu destino tanto que muito pouco ou nenhum grito foi ouvido das baleias.

“Enquanto as famílias se deitava nas docas, imagens ternas e ao mesmo tempo perturbadoras de crianças saltando e brincando com os animais mortos podiam ser vistas. À medida que o processo continuava, a tripulação testemunhou uma baleia jovem sendo perseguida até a morte e a angustiante visão de um filhote não nascido sendo cortado do ventre de sua mãe”.

‘Semanas antes de nascer’

A Sea Shepherd afirma que o filhote parecia estar a “meros dias ou semanas apenas de nascer” – e, portanto, seria “despejado sem a menor cerimônia” de volta ao mar.

“As Ilhas Faroe costumam falar da tradição por trás da rotina de morte e, especificamente, do respeito mostrado às baleias-piloto”, acrescentou a instituição.

“Vídeos e fotografias mostram claramente que isso não é o caso, com imagens de pessoas e turistas tirando selfies com as baleias assassinadas.

Foto: Environmental Investigation Agency

Foto: Environmental Investigation Agency

“As crianças brincavam com barbatanas, chutavam e socavam os corpos, andando sobre elas e, despreocupadamente, podiam ser vistas correndo pelo cais carregando as facas tradicionais que são usadas como parte da matança”.

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Touradas voltam a ser realizadas em Maiorca, na Espanha

Por Rafaela Damasceno

As touradas voltarão a ser realizadas em Maiorca, na Espanha, após uma proibição da crueldade ter sido revogada pelo principal tribunal espanhol. Uma lei havia proibido a morte dos touros durante as lutas, mas o tribunal argumentou que essa era uma parte essencial das touradas, consideradas um esporte.

Um toureiro agradecendo a plateia

Foto: AFP

A próxima tourada será a primeira em Maiorca em dois anos, o que revoltou ativistas em defesa dos direitos animais. As lutas são horríveis, bárbaras e sangrentas, e os ativistas planejam protestar contra o evento.

“Estamos convencidos de que o fim das touradas está próximo e esse é o último suspiro de um espetáculo morto”, declarou Francisco Vasquez Neria, do grupo Anima Naturalis, à BBC.

Consideradas um esporte e entretenimento para algumas pessoas, as touradas são extremamente cruéis com os touros, que são assassinados de maneira brutal. Centenas são realizadas todos os anos na Espanha, mas o número está diminuindo. As Ilhas Canárias e a Catalunha tomaram medidas para banir a tradição.

Portugal, o sul da França e alguns países da América do Sul também são amantes das touradas.


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Turistas tiram selfies com baleias mortas nas Ilhas Faroe

Por Rafaela Damasceno

Nas Ilhas Faroe, na Dinamarca, há uma tradição sangrenta de caça às baleias. Recentemente, fotos do massacre foram divulgadas. No final de julho, 23 baleias foram caçadas e mortas, o que revoltou ativistas em defesa dos direitos animais.

O mar se tingiu de vermelho quando as baleias foram levadas até a costa por um barco de pesca antes de serem assassinadas na água. A espécie costuma ser morta por sua carne e gordura, uma tradição de séculos na região. Esta foi a 10° caça às baleias nas Ilhas Faroe apenas neste ano, com um total de 536 baleias-piloto mortas.

Após o fim da caçada, os cadáveres foram enfileirados na praia, onde crianças pequenas podiam olhar e turistas tiravam fotos.

Uma menina pequena encostada em um corpo de baleia mutilado

Foto: Triangle News

“Como é frequente, o massacre se tornou um evento social, com pais rindo e crianças brincando na praia”, declarou um porta-voz da instituição Sea Shepherd UK, que divulgou as fotos. Ele afirmou que a brutalidade foi aguardada pelos habitantes do local com excitação.

“À medida que o processo continuou, todos testemunharam uma jovem baleia sendo cruelmente morta e um filhote, ainda sem nascer, sendo cortado do ventre de sua mãe”, contou.

O ventre da baleia cortado e, dentro, o filhote

Foto: Triangle News

Ele afirmou que um dos participantes garantiu que os filhotes não seriam comidos e mais tarde seriam devolvidos ao mar, o que significa que seriam despejados na água para morrer.

“As crianças brincavam com as barbatanas, chutavam e socavam os corpos, andavam sobre eles e corriam pelo cais com facas tradicionais do evento”, continuou.

Em setembro de 2018, a Sea Shepherd UK ofereceu às Ilhas Faroe um milhão de euros (quase 4,5 milhões de reais) para impedir a caça às baleias por dez anos consecutivos, mas a oferta foi recusada.


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Mais de 500 baleias morrem na caçada anual das Ilhas Faroe

Por Rafaela Damasceno

As Ilhas Faroe, na Dinamarca, estão na metade de seu massacre de baleias. Durante os meses mais quentes de cada ano, os habitantes da região matam centenas de baleias para estocar a carne e a gordura para o inverno.

O mar tingido de vermelho pelo sangue, enquanto as pessoas olham e os cadáveres são colocados na praia

Foto: ANDRIJA ILIC/AFP/Getty

Segundo o The Mirror, 23 baleias-piloto (incluindo uma grávida) foram recentemente levadas por um barco até a costa, onde foram mortas. As águas do mar passaram de um azul bonito para o vermelho sangue.

A instituição Sea Shepherd UK, que luta pela conservação da vida marinha, acredita que esta é a décima caça nas Ilhas Faroe apenas este ano. O total de baleias mortas na região em 2019 chegou a 536.

Para os habitantes das ilhas dinamarquesas, as caças são como um evento (chamadas de grinds pelos moradores), e a Sea Shepherd UK declarou sua preocupação sobre o que eles chamam de tradição estar se tornando um espetáculo.

“As ilhas Faroe costumam falar da tradição e do respeito demonstrado às baleias-piloto. Vídeos e fotografias da 10° edição de 2019 mostram que isso não é verdade”, afirmou um porta-voz da instituição. As imagens divulgadas mostram crianças brincando com os corpos, turistas tirando fotos e famílias rindo entre o massacre.

O porta-voz acrescentou que a instituição acredita que a caça é cruel e brutal. As baleias são capturadas de maneira exaustiva e muitas vezes mortas lentamente. A Sea Shepherd UK também se preocupa com o impacto que as caças causam à população de baleias-piloto.

Um relatório publicado no ano passado chamado Pequenos Cetáceos, Grandes Problemas, do Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-Estar Animal), informou que o governo das Ilhas Faroe não estabelece limites para a captura de nenhuma espécie e há poucos estudos científicos sobre a quantidade de baleias existentes na região, o que levanta preocupações em relação às caças.


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Sopa de barbatana de tubarão ainda é comercializada em 200 restaurantes dos EUA

Por Rafaela Damasceno

Uma atualização recente dos dados digitais mantidos pelo Animal Welfare Institute (Instituto do Bem-estar Animal) indica que cerca de 200 restaurantes ao redor dos Estados Unidos oferecem sopa de barbatana de tubarão e outros produtos de tubarão, apesar de terem sido banidos em mais de 12 estados americanos.

Um tubarão nadando no mar

Foto: iStock

As barbatanas dos tubarões são consideradas iguarias, principalmente na Ásia, mas a remoção é cruel e abusiva para a espécie. Ambientalistas e ativistas em defesa dos direitos animais condenam a prática em todo o mundo.

O estado da Califórnia tem o maior número de restaurantes que oferecem pratos de tubarão (59 restaurantes), apesar da proibição de posse, venda, comércio e distribuição das barbatanas em 2013. Nova York aprovou uma proibição semelhante no ano seguinte, mas 19 de seus restaurantes ainda oferecem pratos de tubarão.

Aproximadamente 73 milhões de tubarões são mortos todos os anos só por causa de suas barbatanas. Geralmente, a remoção é realizada quando os animais ainda estão vivos, depois eles são jogados de volta ao mar, quando pouco podem fazer para sobreviver. A prática é extremamente cruel e causa um sofrimento prolongado na espécie.

“O Estados Unidos é um grande produtor, exportador e comercializador das barbatanas de tubarão”, afirmou Cathy Liss, presidente do Instituto de Bem-estar Animal, ao Inhabitat. “As leis estaduais mal planejadas e a fiscalização ruim não conseguiram fechar uma indústria lucrativa de bilhões de dólares. Quando a sopa de barbatana de tubarão está no cardápio, então a crueldade está também”, concluiu.


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Aumento no valor do marfim representa uma ameaça aos elefantes

Por Rafaela Damasceno

Desde a proibição comercial do marfim de 1989 pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITIES), o preço do material aumentou dez vezes. O estudo foi feito pela Escola de Veterinária da Universidade de Bristol e é o primeiro a analisar as tendências dos valores globais do marfim desde a proibição.

Um elefante andando sozinho

Foto: Monique Sosnowski

Quanto mais alto o preço, mais lucrativo o comércio, o que encoraja os caçadores a assassinar os animais em busca do marfim. A proibição nunca impediu o sofrimento e a morte dos animais, e estima-se que 8% da população mundial de elefantes morre a cada ano.

Utilizando um grande conjunto de dados dos preços de marfim de 1989 a 2017 os pesquisadores foram capazes de determinar os fatores que impulsionam o aumento do preço de marfim. Até 2014, o valor aumentou dez vezes, mas começou a diminuir lentamente desde então.

“Com caçadores matando cerca de 100 elefantes, dos 350.000 restantes, a cada dia, acreditamos que nossas descobertas são significativas”, afirmou Monique Sosnowski, autora principal da pesquisa.

“Esperamos que uma maior compreensão dos fatores que determinam o preço do marfim leve a intervenções políticas melhores informadas que ajudem a criar um futuro mais seguro para os elefantes e outros animais que sofrem pelo comércio do marfim”, continuou.

Os pesquisadores confiam que os estudos podem inspirar melhores decisões em relação às políticas globais de marfim. Os dados apresentados podem informar conservacionistas, autoridades e criadores de política sobre onde concentrar esforços em campanhas anti-comércio, conservação da vida selvagem e educação.


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Chef Gordon Ramsay atira em cabra em seu novo programa de TV

Por Rafaela Damasceno

O chef de cozinha Gordon Ramsay, conhecido por sua participação em programas culinários como Hell’s Kitchen, causou revolta ao atirar em uma cabra em seu novo programa de TV, Gordon Ramsay: Uncharted.

Gordon atirando em uma cabra em uma montanha

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

O episódio, exibido no National Geographic, gerou muitos comentários negativos por parte dos espectadores, que denominaram Ramsay na internet como “o pior” por estar lucrando com o sofrimento e assassinato de animais inocentes. Depois de atirar no animal, ele o comeu.

De acordo com o canal de TV, o objetivo do programa é mostrar ele embarcando em expedições culinárias e antropológicas para explorar as pessoas, lugares e sabores que o mundo pode oferecer. No episódio em que a cena revoltante acontece, Ramsay tinha sido enviado para uma tribo na Nova Zelândia, que costuma caçar seus alimentos.

Gordon comendo a carne de cabra

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

Lourdes Caballero foi uma das pessoas que expôs seu descontentamento nas redes sociais. “Sim, National Geographic, continue lucrando com o planeta e enviando esses ‘cozinheiros’… pelo mundo para matar todos os tipos de animais”, twittou, sarcástica. “Nunca é suficiente matar… porcos, galinhas, cabras. Tudo em nome do dinheiro. Que vergonha”.

Em fevereiro do ano passado, Ramsay ridicularizou nas redes sociais o grupo PETA, uma organização em defesa dos direitos animais. “Eu sou um membro da PETA… People Eating Tasty Animals (Pessoas Comendo Animais Saborosos)”. Logo depois, declarou que estava tentando se aventurar na culinária vegana, o que não convenceu ninguém. Poucas pessoas acreditariam que o mesmo chef que disse que eletrocutaria seus filhos se fossem veganos daria uma chance ao estilo de vida.

No início deste ano ele continuou com o golpe de marketing, anunciando que seus restaurantes participariam do Veganuary, uma ONG que incentiva pessoas a se tornarem veganas no mês de janeiro, na esperança de conscientizar e educar todos sobre o estilo de vida.

Em outro episódio de seu novo programa, Ramsay cozinhou e provou porquinhos da índia. Sua declaração foi que, apesar de ter gostado muito, não colocaria o prato em seus restaurantes americanos porque isso o arriscaria a ser “cancelado” – gíria da internet usada para boicotar aqueles que fazem coisas erradas e não merecem receber ibope.


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Golfinho é encontrado morto com uma lança na cabeça

Por Rafaela Damasceno

Um golfinho-nariz-de-garrafa foi encontrado morto na Ilha Upper Captiva, no condado de Lee, na Flórida. O macho adulto era conhecido na região por pesquisadores e costumava nadar perto dos barcos de pesca. Ele foi encontrado por oficiais da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida.

O golfinho coberto de ferimentos e sangue

Foto: Florida Fish and Wildlife Conservation Comission

As autoridades pediram para que qualquer pessoa com alguma informação relate o que sabe, para que possam investigar o assassinato cruel. O mamífero foi perfurado na cabeça por um objeto pontiagudo e, segundo a necropsia, estava vivo no momento do ataque.

A natureza da ferida sugeriu que ele poderia estar em uma posição de súplica quando foi apunhalado, o que indica que já sabia o que aconteceria. Ela media pouco mais de 15 cm e o objeto perfurou o topo do crânio do animal.

Há uma recompensa de 38.000 dólares (cerca de 142.700 reais) para quem tiver alguma informação que leve até a identificação do assassino.

Infelizmente, esse não foi o único ataque a ocorrer neste ano. Em janeiro, duas focas grávidas foram encontradas mortas em um rio em Essex, no Reino Unido. Uma delas foi atingida diretamente no coração por um rifle.

Sobre o caso, o Programa de Investigação dos Cetáceos Encalhados do Reino Unido afirmou que a necropsia constatou que a causa da morte foi o tiro. A bala, que foi recuperada durante o exame praticamente intacta, perfurou parte do coração e a lateral do pulmão esquerdo.

Todos os assassinatos permanecem sem informações concretas acerca dos culpados.


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