Filhote de elefante morre por ferimentos causados por caçador

Os crueldade e a ganância humana não tem limites e infligi a animais inocentes as mais terríveis dores e sofrimento.

Uma elefanta bebê é mais uma vítima dessa triste realidade e morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Segundo o Daily Mail, a filhote de um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso.

Ninguém sabe ao certo por quanto tempo a pequena elefanta, batizada de Baitong, ficou lá, sem o leite e machucada, mas estava tão fraca que mal conseguia se levantar.

Elefantes bebês são completamente dependentes de suas mães para alimentação até os dois anos de idade, e não se sabe o que aconteceu com a mãe de Baitong.

Baitong foi resgatada em 18 de dezembro, mas apesar dos cuidados 24 horas por dia e da amputação de emergência da pata infectada ela morreu na última sexta-feira (11).

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Prasarn Buangsook, veterinário do Departamento de Gestão de Áreas de Conservação, disse: “A corda cortou profundamente o pé de Baitong e chegou até seus ossos. Ela estava muito ferida e magra porque não comia nada há dias.

“Sua pele inteira do pé estava morta e seu osso tem uma ferida enorme e incurável”

“Amputar a pata dela era necessário para evitar que ela morresse de infecção”, acrescentou Buangsook.

Ele também disse que os veterinários notaram que ela estava lentamente começando a se recuperar, mas ela ainda precisava de cuidados 24 horas por dia.

Na última quinta-feira, Baitong estava brincando com alguns de seus cuidadores quando sua condição piorou repentinamente e ela desmaiou foras depois.

Vários veterinários trabalharam durante a noite para salvar Baitong, mas ela faleceu na manhã do dia seguinte.

Nathanong Panpech, um dos veterinários, disse: “Os níveis de oxigênio no sangue dela eram muito baixos, causando um alto nível de ácido no sangue”.

“Nós demos a ela uma infusão, remédios e oxigênio, mas ela não aguentou mais.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

“Estamos todos perto dela e muito triste em vê-la partir. Espero que a morte de Baitong lembre a todos os caçadores que os animais são inocentes e que eles não merecem nada disso”.

A Ásia é conhecida pelo tráfico de animais e extermínio de elefantes. O crime é alimentado pelo comércio de suas presas que são retiradas para servirem como peças ornamentais nos países asiáticos.

Infelizmente, a pequena bebê entrou para a assustadora estatística de vítimas da caça, do tráfico e da revoltante exploração animal causadas pelo homem somente por dinheiro e “prazer”.

 

 

Caça a veados causa revolta em ativistas pelos direitos animais

A matança de dezenas de veados no Parque Fênix, em Dublin, antes da temporada de acasalamento, provocou revolta entre os ativistas pelos direitos animais.

Foto: PA

Segundo o Independent IE, cerca de 34 dos 550 veados que vivem no parque de Dublin foram baleados, na última quarta-feira, em uma tentativa de controlar sua população.

No entanto, ativistas do grupo da Aliança pelos Direitos Animais (AFAR) ficaram revoltados maneira pela qual os animais foram mortos, com um porta-voz descrevendo a matança como como “desumana”.

“Nós conversamos com as pessoas que estavam no parque  e elas ficaram horrorizadas”, disse Bernie Wright, da AFAR.

“Eles estavam dizendo que os animais estavam sendo alvejados de longe e então, quando estavam caídos, eles vieram para acabar com eles.

“Isso aconteceu no ano passado também, mas não tínhamos percebido o quanto é brutal”, acrescentou.

Um porta-voz do Escritório de Obras Públicas, que supervisiona a administração do parque, disse que cerca de 20 a 30 veados foram mortos durante cada ação usando “boas práticas, levando em consideração o bem-estar dos veados”.

Eles acrescentaram: “Uma população de cervos super-abundantes pode resultar em uma incidência crescente de acidentes de trânsito e aumentar o papel potencial dos veados na epidemiologia de doenças específicas”.