Cachorro abandonado em abrigo por anos finalmente encontra uma casa só sua

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Por que vocês simplesmente não colocam ele para dormir?”

Esse era o refrão interminável que Leslie Renner, diretora executiva do abrigo da The Humane Society de Preble County, em Ohio (EUA), ouvia como sugestão infeliz quando o assunto “Higgins” surgiu. O morador mais antigo do abrigo passara quase toda a sua vida atrás das grades do canil – mas Renner não ia desistir do mestiço de pastor alemão.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

Mais importante ainda, Higgins não queria desistir de encontrar uma casa também.

Higgins veio para o abrigo ainda filhote como um cachorro bem jovem, onde ele foi adotado imediatamente. No entanto, a vida em sua primeira casa estava longe de ser a ideal. Em 2012, Higgins foi devolvido ao abrigo.

“Ouvimos dizer que ele não passava de um cachorro que vivia acorrentado a uma casa de cachorro”, disse Renner ao The Dodo. “Cerca de um ano depois, alguém deu entrada no abrigo com um cachorro perdido – e era ele.”

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Ninguém nunca veio procurá-lo”, acrescentou ela, “ninguém se importou”.

Higgins ficava mais à vontade sem outros animais por perto, o que limitava seu grupo de possíveis adotantes. Renner sabia que ela só tinha que ser paciente até que a pessoa certa aparecesse, mas de novo e de novo, Higgins foi preterido.

“As pessoas estão procurando filhotes ou cachorros com até seis meses”, disse Renner.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

“Quando ele voltou, tinha um ano e depois dois e depois três e o tempo continuava a passar”.

Depois de tanto tempo no abrigo, os potenciais adotantes assumiram que havia algo errado com Higgins. Por que mais ele ainda estaria lá todo esse tempo, ano após ano?

“O rosto dele sempre parecia tão preocupado que ele parecia um pouco intimidado quando estava em seu canil”, disse Renner. “As pessoas simplesmente passavam por ele.”

Então, no dia de número 2.381 no cãozinho no abrigo, Brendon Reed entrou e disse: “Estou aqui para levar Higgins para casa”.

Renner ficou chocada.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

O rapaz de 22 anos tinha acabado de comprar sua primeira casa, e depois de ver a foto de Higgins on-line e ouvir sua história, Reed sabia que Higgins seria o único cachorro para ele. “Ele era apenas um cachorro lindo”, Reed disse ao The Dodo. “Ele parecia tão fofo eu não sei como ele não foi adotado”.

Depois de seis anos e meio, Higgins finalmente está desfrutando de uma família e uma casa só dele, as mordomias de dormir no sofá, assistir TV, correr em volta do seu próprio quintal e rolar na grama.

Foto: Humane Society of Preble County

Foto: Humane Society of Preble County

Longe do estresse da vida em abrigos, Higgins está aprendendo o que significa ter um pai que o ama e que o faz se sentir seguro e desejado todos os dias.

“Ele é tão feliz, e animado”, disse Reed. “Ele só gosta de brincar.”

Esquilo selvagem volta todos os dias para visitar seu salvador

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Quando Tyler Gregory encontrou um pequeno esquilo bebê, frágil e faminto, em sua propriedade no Kansas (EUA), ele soube imediatamente que faria o que fosse necessário para salvar aquela pequena vida.

O esquilo filhote havia sido uma das vítimas da terrível tempestade que havia atingido a região e foi arrastado para longe da segurança de seu ninho e de sua mãe. Gregory trouxe o esquilo do sexo feminino para dentro de casa para aquecê-la, mas ele estava com medo de que ela não conseguisse sobreviver durante a noite.

“Ela era tão pequena que seus olhos ainda nem estavam totalmente abertos”, disse Gregory ao The Dodo. “Começamos a dar mamadeira com uma fórmula fortificante especial para ela e esperando o melhor”.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Gregory e sua namorada colocaram o despertador para acordá-los a cada três horas e se revezaram para dar as mamadas frequentes ao bebê esquilo. Felizmente, seus horários flexíveis permitiam-lhes que tivessem o tempo necessário para cuidar do pequeno esquilo, a quem chamavam Annie.

“Isso ajuda no nosso cronograma de trabalho, já que sou músico e minha namorada trabalha com arte de casa mesmo”, disse Gregory.

Durante as primeiras semanas, Annie dormiu em uma pequena gaiola com uma almofada de aquecimento para mantê-la confortável e, à medida que foi crescendo, o mesmo aconteceu com o tamanho de sua hospedagem.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Mas assim que seus olhos se abriram, o curioso esquilo queria mais espaço para andar – e seu pai estava feliz em apaziguá-la e satisfazer suas vontades.

Gregory começou a levar Annie em passeios frequentes para o lado de fora da casa, onde ela podia rastejar pela grama e tomar sol. Logo, o pequeno esquilo estava testando sua força, dando saltos voadores de troncos de árvores e postes da cerca.

Mas não importava para o quão longe ela fosse, Annie sempre corria de volta para o pai para ganhar uma coçadinhas no pescoço e – seu carinho favorito – uma esfregada na barriga.

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

“Ela sempre foi muito apegada a nós enquanto crescia”, disse Gregory. “Ela gostava de correr pela casa ou ir para fora, no quintal, mas sempre voltava e vinha direto para nós. Sempre que as pessoas apareciam, como visitas, ela vinha dizer “olá” sentada no meu ombro.

Quando Annie não estava andando por aí no ombro do pai ou rastejando pelo labirinto de seu cabelo, ela pegava carona na parte nas costas do irmão cachorro.

Em novembro, Annie subiu em sua primeira árvore – um sinal claro para Gregory de que ela estava se preparando para viver sozinha. No entanto, as más condições inclementes do tempo atrasou sua despedida.

“Nós não pudemos liberá-la porque o inverno começou a chegar e o frio estava muito forte”, disse Gregory. “Sua gaiola ainda estava dentro de casa – no entanto, em dias de sol, nós a levamos para fora para que ela pudesse se acostumar com o ambiente.”

Foto: Tyler Gregory

Foto: Tyler Gregory

Gregory queria que fosse escolha de Annie a hora de deixar o ninho, então ele começou a abrir a porta da gaiola para ela poder sair por conta própria.

“Estávamos nervosos e tristes, mas precisava ser feito”, disse Gregory. “Eu não aguentava mais vê-la na gaiola e ela estava começando a ficar selvagem ao invés de ser um bebezinho doce”.

Um dia, no mês de março, ele abriu a porta e Annie correu para os bosques que circundavam a residencia.

Enquanto Gregory e sua namorada brincavam e comparavam Annie a um adolescente crescendo e saindo para a faculdade, pois ainda doía dizer adeus. “Eu não a vi por cerca de uma semana e fiquei muito triste que talvez ela nunca mais voltasse”, disse Gregory.

Mas assim como uma criança se afastando pela primeira vez – Annie ainda queria voltar para casa para uma refeição grátis e para brincar com o cachorro.

“Eu abri a porta da frente no outro dia e lá estava ela!” Gregory disse. “[Ela] veio e me cumprimentou pulando no meu ombro”.

“[Isso] me fez muito feliz”, escreveu Gregory no Reddit. “Eu estava preocupado como qualquer pai ou mãe”.

A visita dela foi breve, mas significou muito para Gregory saber que Annie estava feliz e saudável.

“Ela passou algum tempo conosco, cerca de uma hora e depois seguiu seu caminho”, acrescentou Gregory.

“Ela volta todos os dias por um tempinho para se divertir abrindo nozes e depois segue seu caminho. Ela parece muito feliz e gosta de subir nas árvores”, conclui o orgulhoso pai.

“Aquece o meu coração saber que ela anda por aí, mas ainda volta pra casa”, acrescentou Gregory.

Cão espera todos os dias do lado de fora de sala de aula pelo seu amigo professor que morreu

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Um cão fiel esteve esperando do lado de fora de uma sala de aula todos os dias por seu amado amigo humano que morreu recentemente.

Um vídeo comovente mostra o cão sentado na frente a uma sala de aula de uma universidade, esperando para ser recebido pelo professor Carmelito Marcelo.

O amigo de quatro patas arranha a porta na esperança de que Carmelito venha abri-la, mas infelizmente isso jamais vai acontecer de novo.

Carmelito, de 58 anos, se tornou amigo do cão em situação de rua, Buboy, há mais de dois anos, enquanto lecionava no Mabalacat City College, em Pampanga, nas Filipinas.

Tornou-se uma rotina para Buboy ir à sala de aula do professor para comer de manhã e voltar na hora do almoço para um lanchinho e petiscos.

Buboy ficava em volta do campus e vigiava os prédios à noite.

Infelizmente, Carmelito parou de ir à escola lecionar quando sofreu um derrame no início deste mês e faleceu no sábado último, 18 de maio.

Nas últimas duas semanas, o cão leal vem até a sala de aula todas as manhãs, esperando para cumprimentar o professor.

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

A atitude de Buboy tocou o coração dos alunos de Carmelito e eles decidiram levar o cachorro para a igreja onde o corpo do professor esta sendo mantido.

Em um ponto durante a reunião, Buboy se inclinou na beira do caixão aberto de Carmelito e choramingou com ganidos baixos e doloridos enquanto olhava para o corpo do professor.

Buboy então chegou ao chão e se colocou na frente do caixão, deitando.

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O estudante Mark Christian Arceo, que tirou as fotos e fez o vídeo do momento, postou o conteúdo nas redes sociais e escreveu: “‘Um cachorro é a única coisa na terra que mais te ama do que ele ama a si mesmo’ – Josh Billings”.

“É difícil e triste ver o cachorro esperando por seu amigo. Ele não sabe que seu companheiro especial foi embora e não vai retornar”.

Foto: Metro UK/Reprodução

Foto: Metro UK/Reprodução

“Todo mundo se uniu para ajudar com a alimentação de Buboy. A equipe, alunos e professores estão fornecendo comida para ele”.

Os funcionários da faculdade Mabalacat City College disseram que agora planejam ajudar a conseguir um novo lar para Buboy.

Pit bull é abandonado na porta de abrigo com uma nota de despedida

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Os funcionários do Centro de Resgate Villalobos (VRC) foram recebidos por uma visão triste e desoladora quando chegaram ao trabalho, no mês passado.

Amarrado a uma cerca na propriedade do abrigo de resgate em Nova Orleans (EUA), havia um jovem pit bull. O cão nervoso e agitado, se encolheu de medo quando os funcionários se aproximaram dele.

Eles podiam ver que a perna do cão estava toda enrolada na coleira, o que impedia a circulação de sangue para o membro.

No entanto, libertar o cão de sua situação desconfortável se mostrou uma situação difícil e delicada.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

“O cão estava todo enrolado na coleira e não nos deixava realmente nos aproximarmos dele”, disse um dos socorristas em um vídeo feito na época. “Tivemos que descobrir como soltar o animal sem machucá-lo”.

Uma sacola de plástico cheia com os poucos pertences do cão foi deixada ali perto. Quando as equipes de resgate pegaram a bolsa, encontraram uma nota manuscrita que partiria seus corações mais uma vez:

“Conheça o Rock”, dizia a nota. “Eu não posso mais ficar com ele devido a problemas pessoais com minha família. Ele ficou isolado no meu quarto a vida inteira, pois meus pais não o queriam fora do quarto e, além disso, o dono da casa não queria cachorros aqui. Ele tem 1 ano e 4 meses e nunca teve nenhuma interação humana além da minha família, então por favor construa uma interação humana com ele”.

“Uma vez que você o conhece, ele é o cão mais doce que você vai encontrar” a nota continuava. “Ele aceita animais domésticos, mas pode ficar nervoso ao redor de pessoas estranhas. Por favor, dê um tempo a ele e providencie uma casa melhor para Rocky. Eu sempre doarei o máximo que puder para a lista de desejos (lista de necessidades dos cães, que fica exposta no site do abrigo). Ele sabe de suas possibilidades”.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Já sobrecarregados com cães indesejados, os funcionários do abrigo de resgate não tinham ideia de como poderiam acomodar mais um – especialmente um com problemas de medo e ansiedade incapacitantes.

Então eles postaram o vídeo do resgate do cachorro no Facebook, esperando que algum indivíduo gentil se apresentasse para ajudar.

“Honestamente, não tínhamos muita esperança nesse cachorro, especialmente depois de abandonado, vivendo em um ambiente de abrigo”, escreveu o VRC em um post no Facebook. “Não tínhamos meios para colocar Rocky em outro lugar, para que ele pudesse relaxar e se aclimatar ao mundo exterior ao seu redor. Ele não deixava que nenhum de nós chegasse perto dele”.

Facebook/Villalobos Rescue Center

Facebook/Villalobos Rescue Center

Por acaso, e numa reviravolta surpreendente, o irmão do antigo tutor viu o post nas redes sociais e correu para o centro de resgate. “Ele estava sobrecarregado de tristeza e desespero”, escreveu o VRC. “Ele conhecia Rocky desde que era um filhote e, como não morava mais com a família, imaginou que tudo corria bem com o cachorro”.

Os funcionários hesitaram em entregar o filhote problemático, mas quando Rocky viu seu antigo irmão novamente, tudo mudou. Em questão de segundos, o cachorro passou de um cão agressivo que rosnava e se encolhia e se se transformou correndo para seu novo pai (e ao mesmo tempo antigo conhecido) com beijos e lambidas, implorando para que ele lhe coçasse a barriga.

Você pode assistir a reunião tocante deles aqui:

Rocky agora tem uma nova vida, e alguém para ajudá-lo de verdade a se aclimatar ao mundo em seu próprio ritmo. Longe do confinamento de um quarto ou de um canil, Rocky pode finalmente experimentar a vida como um animal doméstico amoroso.

“Você está comigo agora”, diz o novo tutor de Rocky no vídeo. “Você finalmente está na sua casa”, finaliza satisfeito ele.

Cão entra em estúdio durante apresentação de jornal e vídeo viraliza na internet

Um cachorro entrou em um estúdio durante a apresentação de um telejornal na Rússia, assustando a apresentadora. O vídeo do caso inusitado foi divulgado na internet e viralizou.

Foto: МТРК МИР/YOUTUBE

A jornalista lia uma notícia sobre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, quando foi surpreendida pelo latido do cachorro. Sem saber o que fazer, ela tenta continuar apresentando o jornal, mas é interrompida novamente pelo animal, um labrador preto, que pula ao lado dela, colocando as patas em cima da bancada e cheirando os papéis do noticiário.

“O que eu devo fazer com um cachorro no estúdio, pessoal? Eu prefiro gatos”, brincou a âncora diante da situação. As informações são do portal Vix.

Sem receber ajuda, ela chega a fazer carinho no animal e depois o puxa para baixo da bancada. A cena inusitada foi divulgada na internet pela própria emissora de TV, Mir 24, e chamou a atenção de internautas no mundo todo.

Segundo comunicado da emissora, o cachorro estava com seu tutor no local para participar de uma gravação, mas acabou escapando e entrando no estúdio onde o jornal era gravado. No entanto, como o logo da emissora é justamente um labrador preto, telespectadores começaram, segundo o Daily Mail, especular se a situação não foi uma jogada de marketing da Mir 24 para se promover.

Veja o vídeo:

Homem é preso após ser flagrado arrastando cachorro amarrado a carro

Um homem de 61 anos foi preso após ser flagrado por policiais militares arrastando um cachorro preso a um carro no bairro Sol Dourado, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. O crime de maus-tratos aconteceu no último domingo (26).

Foto: Blog do Braga

De acordo com a polícia, além do caso relacionado ao cão, Jorge Aparecido responderá na Justiça também por abandono de menores, já que havia deixado os filhos de 6 e 8 anos sozinhos em casa. As informações são do G1.

Ao ser questionado pelos policias, logo após o flagrante de maus-tratos, Aparecido afirmou que o cachorro havia caído da carroceria do veículo e que ele não tinha percebido que estava ferindo o animal.

Devido a essa situação, os policiais conduziram o homem até a residência dele, onde encontraram os dois filhos de Aparecido. Não há informações sobre o estado de saúde das crianças, só se sabe que elas foram encaminhadas para a casa da mãe, na mesma cidade.

Foto: Blog do Braga

O cachorro foi resgatado por uma ONG de proteção animal. Não se sabe qual a gravidade dos ferimentos causados no corpo do animal.

Aparecido foi levado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep). O caso é investigado pela Polícia Civil.

Pit bull com problemas de agressividade aprende a controlar seu medo de estranhos

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Necessidades especiais nem sempre são óbvias. Às vezes os cachorros parecem normais à primeira vista, mas debaixo da superfície e da boa aparência eles podem precisar de um apoio especial, e um pouco de amor extra – e um desses cães é um pit bull chamado Lily.

Lily foi resgatada de um criador de quintal em Staten Island, Nova York (EUA), quando tinha apenas 4 meses de idade e foi levada pela ONG Fur Friends In Need, que rapidamente a colocou em um lar temporário.

O filhotinho de pit bull era apenas um bebê indefeso e assustado desde o início, e todos sabiam que não demoraria muito para que sua família definitiva aparecesse e a pegasse.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

A família que proporcionou o lar adotivo para Lily tinha dois cachorros, e ela adorava brincar e se aconchegar com eles durante o tempo que passou lá – então, quando uma família que ja tinha um cachorro se candidatou para adotar Lily, pareceu o encaixe perfeito. A família do lar temporário se despediu da cachorrinha e a pequena Lily foi para sua nova casa e família adotante, no que parecia ser o final feliz perfeito.

Infelizmente, cinco meses depois, Lily estava de volta ao lar temporário – porque a cadelinha tinha algumas necessidades especiais ocultas que ninguém sabia antes.

Durante seu tempo que passou com sua nova família, Lily começou a mostrar sinais de agressividade com outros animais quando cães desconhecidos se aproximavam dela, e sua família não sabia como lidar com isso. Eles ignoraram o problema até que ele piorou muito, e finalmente decidiram devolver Lily ao abrigo.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Agora, Lily precisa de uma nova casa novamente, com uma família que entenda seus desafios e esteja disposta a trabalhar com ela neles, todos os dias.

Nos últimos seis meses, Lily ficou em um orfanato, onde ela tem trabalhado duro em seu tratamento para se tornar mais segura em torno de cães, quando estiver em novas situações e aprender a ser menos reativa na coleira. Ela adora aprender e fez um grande progresso.

Seus pais do lar temporário junto com a ONG The Franklin Angus Fund arrecadaram dinheiro para enviá-la a um programa de um mês no Instinct Dog Behavior and Training, um programa de reforço positivo – e o tempo que ela passou lá já fez muita diferença na vida de Lily.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Assim que a cadelinha começou o tratamento comportamental, seus novos professores começaram a descobrir o que estava causando seus problemas de comportamento, sua agressividade latente. Eles observaram que Lily ficava com medo e mais esquiva quando um cão que ela não conhecia se aproximava, o que fazia com que ela se tornasse reativa e agressiva.

Ela também é um cão extremamente excitável e sensível e tem problemas para se acalmar. Embora o medo de outros cães fosse muito intenso e ela precisasse de muita ajuda para lidar com ele, os professores de Lily puderam ver imediatamente como ela ao mesmo tempo estava ansiosa para agradar as pessoas ao seu redor e ficaram felizes quando essa ansiedade se traduziu em um lindo desejo de aprender.

“A Lily respondeu muito bem as aulas”, disse Amber Byleckie, a professora da cadelinha no instituto, ao The Dodo. “Ela foi absolutamente incrível, e muito dedicada. Ajudar Lily foi uma alegria absoluta porque ela aprendeu as coisas muito rapidamente, ela estava tão disposta a aprender. Possibilidades de cura com a Lily são enormes”.

Para ajudá-la a se acostumar a estar perto de outros cães, os professores de Lily ofereceram a ela reforços positivos, como brinquedos e guloseimas, sempre que um cachorro novo estivesse por perto.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Eles também trabalharam na construção de confiança dela e de quem estivesse lidando com ela, para que ela pudesse aprender a se concentrar em seu companheiro humano e ignorar o medo dos outros cães ao seu redor.

No final de seu treinamento, Lily fez grandes progressos, conseguindo fazer coisas que antes pareciam impossíveis para ela.

“No primeiro dia no instituto, Lily reagia aos cães colocados a uma grande distância (cerca de meio quarteirão dela”, disse Byleckie. “No final do tratamento, a Lily pôde ficar calmamente ao lado de outros cachorros a poucos metros dela e até fez caminhadas com grupos de cães”.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

Lily sempre amou a companhia das pessoas mais do que tudo no mundo, e através de seu tratamento ela aprendeu que, se confiar em seus novos humanos, elas vão mantê-la segura e não deixarão nada de ruim acontecer com ela, mesmo com outros cachorros por perto.

“Você pode realmente vê-la pensando e tomando decisões que são difíceis para ela”, disse Katy Brink, mãe do lar temporário de Lily. “Ela costumava ver um cachorro e reagir imediatamente, tentando atacar. Agora ela checa como se estivesse perguntando: “Você pode me dizer o que fazer?”. Às vezes ela puxa a coleira ou late e você pode ver que ela realmente quer reagir e atacar, mas geralmente ela se concentra em sua pessoa mais próxima e relaxa. É possível ver o quanto ela tem se esforçado”

Embora o progresso feito por Lily seja maravilhoso, ela provavelmente ainda lutará com esses problemas pelo resto de sua vida, e tudo bem. A cachorrinha só precisa de uma família que entenda que ter um cão com necessidades especiais nem sempre significa cadeiras de rodas e fraldas – às vezes significa trabalhar com medos e ansiedades todos os dias. E mesmo que seja difícil às vezes, no final vale a pena, porque, apesar de suas dificuldades, Lily é única e trará tanta alegria para quem decidir torná-la parte de sua família.

Foto: Katy Brink

Foto: Katy Brink

“Ela realmente atrai as pessoas – eu acho que sua sensibilidade é o outro lado de ser reativa em relação aos cães”, disse Brink. “Ela pega tudo no ar. Mais do que a maioria dos cães, ela está em sintonia com o que você está fazendo ou sentindo e parece saber o quão boba e engraçada ela é. É por isso que algumas pessoas preferem sair com cachorros do que com humanos. Talvez as pessoas as deixem ansiosas, mas elas amam cachorros. Lily é assim, só que ao contrário: os cachorros a deixam ansiosa e ela é obcecada pelas pessoas”.

Não só cães, mas muitas pessoas lutam contra a ansiedade, é o caso de Lily. Ela sabe que é uma luta diária que vai exigir decisões constantes, e é possível vê-la lutando contra sua vontade de atacar.

Apesar de todo o progresso que ela fez, Lily precisará ser o único cachorro em sua futura nova casa. Desde que participou de seu programa de tratamento emocional, ela se tornou ótima com gatos e é a melhor amiga do gato que vive em seu atual lar temporário. Lily ainda muita energia pelo fato de ser um filhote e seria uma ótima parceira para correr ou brincar. Acima de tudo, ela quer apenas uma família que possa amar com muitos abraços e beijos, todos os dias pelo resto de sua vida.

“A nova família de Lily precisa estar preparada para muitos beijos babados, aconchego e muitas oportunidades de fotos hilárias”, disse Byleckie.

De volta a seu lar temporário novamente, Lily não pode mais brincar com seus irmãos adotivos, Sasha e Norman, da mesma maneira que costumava fazer. Ela tem que usar uma proteção contra mordidas sempre que estiver perto deles, e seus pais temporários estão ansiosos para que ela encontre finalmente uma nova casa onde seja a única cachorra, para que possa relaxar com as pessoas que ela ama, livre de estresse.

Câmeras de segurança de bar flagram homem agredindo cachorro com socos e safanões

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O flagrante de maus-tratos aconteceu na área aberta do Bar Buffalo, em Holdenhurst Road, na cidade de Bournemouth, na Inglaterra e causou indignação e revolta nas mídias sociais.

Imagens do vídeo postado online pela polícia de Dorset (região do ocorrido) mostra um homem segurando o animal brutalmente pelas orelhas e pela coleira presa em seu pescoço, de quem ele aparenta ser o tutor, levantando-o do chão e agarrando-o com violência pelo pescoço.

O cão indefeso balança suspenso no ar, preso pela garganta antes de ser agressivamente arremessado contra uma cerca de madeira e ser atingido por vários socos.

O incidente repugnante e selvagem provocou revolta e ira nos usuários das redes sociais onde o vídeo foi postado online que tem pedido em uníssono que sejam aplicadas ao homem as mesmas punições legais designadas aos abusadores de crianças.

Simon Dawson, o gerente do bar, contatou a polícia depois que ele recebeu uma ligação da equipe dizendo que um homem havia atropelado um cachorro.

“Eu não tinha certeza do que fazer com isso realmente”.

“Eu estava no andar de cima na hora e foi só quando vi as imagens da câmera que percebi o quant aquela cena era horrível e bárbara”. .

“Espero que encontrem o agressor logo porque foi uma coisa bárbara de se fazer – eu odeio esse tipo de coisa e espero que ele seja pego e pague por isso”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

Em um comunicado, a polícia de Dorset disse: “Foi noticiado que por volta das 18h55 do domingo, 14 de abril de 2019, um homem foi visto abusando fisicamente de um cachorro no jardim do Bar Buffalo, na estrada Holdenhurst”.

“Imagens das câmeras de vigilância mostram o homem pegando um cachorro de grande porte preto, jogando-o contra uma cerca, socando-o na cabeça e enforcando-o pela garganta. Ele então saiu arrastando o cachorro para fora do bar pela estrada de Holdenhurst”.

Pelas imagens a polícia identificou que o homem usava um gorro de lã escuro com uma marca Nike na frente, um casaco azul e jeans.

O animal abusado era preto com uma marca branca que o identificava, na parte de trás do pescoço.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A policial Emily Watkins disse: “As filmagens deste incidente são muito perturbadoras e fizemos diversas tentativas para identificar este homem, no entanto, até agora, nenhuma delas teve sucesso”.

“Agora estou emitindo e divulgando uma imagem do suspeito na esperança de que alguém o reconheça”.

A polícia abriu uma investigação e esta em busca do criminoso, cartazes com fotos e telefones para contato foram distribuídos na região e a ONG RSPCA também esta ajudando a encontrar o agressor”.

O bar onde ocorreu a agressão também esta colaborando com as investigações.

Filhote de cachorro é abandonado com um elástico amarrado na boca

Filhote sendo atendido pelo veterinário | Foto: Pearl Video

Filhote sendo atendido pelo veterinário | Foto: Pearl Video

Um filhote de cachorro da raça poodle ficou seriamente machucado após seu dono aparentemente usar um elástico apertado, dando várias voltas em torno de seu focinho, para impedir que ele latisse.

O cão de aproximadamente 40 dias de idade, foi abandonado com o focinho todo amarrado em uma estrada no norte da China até ser encontrado por uma pessoa que o resgatou e compartilhou a história nas mídias sociais.

O anel de borracha estava tão apertado ao redor da boca do cão que chegou a cortar sua pele gerando sangramento, segundo informações do veterinário que atendeu e cuidou do filhote.

“O tutor poderia até não querer ficar com o cachorro mas daí a machucá-lo e deixá-lo pra morrer é uma covardia sem explicação” disse o salvador do filhote ao site de notícias Pearl.

O poodle foi adotado por seu resgatante e está se recuperando da terrível provação.

A identidade do tutor do cão permanece desconhecida.

O incidente ocorreu na cidade de Liaoyang, na província de Liaoning, norte da China. A situação atraiu a atenção do público depois que um político e acadêmico chinês pediu ao governo, semana passada, que criasse uma lei para proteger cães domésticos .

Guo Changgang, reitor do Instituto de Estudos Internacionais de Xangai, da Universidade de Xangai, disse que a China precisa estabelecer uma lei relevante para proteger os animais domésticos, especialmente os cães, o mais rápido possível.

O reitor apresentou a proposta ao governo central na última terça-feira, em Pequim, durante a reunião política mais importante do país, conhecida como Two Sessions (Duas Sessões, na tradução livre).

Guo, que era um representante local na reunião, disse que os cães são amigos da humanidade e muito leais a seus donos, sejam os tutores residentes civis, policiais ou membros de equipes de resgate.

“Portanto, cães domésticos não são produtos e sim criaturas capazes de fornecer um forte apoio emocional”, argumentou o estudioso.
Embora a China possua uma legislação que proteja a vida selvagem terrestre e aquática do pais, atualmente não há leis que protejam o bem-estar animal, nem impeçam a crueldade contra os animais domésticos.

Denúncias relatam que os chineses tutores de animais domésticos em Chengdu foram flagrados levando os cães a um veterinário não licenciado para remover as cordas vocais dos animais, procedimento efetuado em plena rua, para evitar os latidos dos animais.

Antes da proposta de Guo, ativistas pelos direitos animais e especialistas jurídicos na China já haviam apresentado dois projetos de lei às autoridades do país em uma tentativa de pôr um fim à crueldade contra os animais no país. Ambas as leis ainda estão pendentes de aprovação.

Estima-se que entre 10 e 20 milhões de cães são abatidos pela carne na China anualmente. Segundo a estatal chinesa Wenhui News, cerca de 70% deles são animais domésticos roubados.

Criminosos costumam usar dardos venenosos para roubar ou matar cães domésticos, mas poucos são presos e punidos, em parte devido à falta de leis de proteção animal.

O cruel festival anual Yulin Dog Meat ainda acontece todos os anos no solstício de verão, apesar do protesto de celebridades e ativistas pelos direitos animais em todo o mundo.

Muitos outros animais de pequeno porte estão sujeitos à crueldade na China todos os dias.

No início do ano passado, um golden retriever foi espancado até a morte por um policial em plena rua na frente de pessoas em estado de choque, incluindo crianças, na cidade de Changsha.

Imagens que circularam na internet mostravam o cachorro sendo acorrentado ao acostamento de uma estrada e espancado repetidamente por um policial com um pedaço de madeira.

O departamento de polícia local afirmou que o policial estava cumprindo seu dever de impedir que os cidadãos fossem feridos pelo cão “fora de controle”.

O oficial foi posteriormente detido por cinco dias.

Cachorro não larga a almofada impressa com a foto de seu irmão que morreu

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Por 10 longos e felizes anos, Spencer e Rocky foram amigos inseparáveis.

De fato, o maior prazer dos companheiros peludos era simplesmente estar perto um do outro.

“Eles nunca tinham passado uma noite separados”, disse Beth Fisher, tutora dos cães, ao The Dodo.

“Rocky e Spencer dormiam na mesma cama, comiam da mesma tigela e sempre caminhavam juntos, lado a lado, quando saíam pra passear”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Infelizmente, no entanto, o tempo feliz que os companheiros de quatro patas passaram juntos havia chegado ao fim.

Durante uma visita ao veterinário para identificar uma doença que o cão de pelos claros, Rocky, tinha desenvolvido, um grande tumor cancerígeno foi encontrado crescendo dentro dele.

A descoberta trágica, feita tarde demais para o tratamento, deixando apenas uma opção para acabar com o sofrimento do pobre cão.

“Rocky teve que ser morto por indução naquele dia”, disse Fisher.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Foi difícil processar a morte repentina de Rocky, mas não podemos imaginar o quão difícil deve ter sido para Spencer ter perdido seu irmãozinho”.

Spencer estava de coração partido, sofrendo muito – e demonstrou isso.

“Desde que Rocky faleceu, Spencer tem se levantado durante a noite para vagar pela casa procurando por seu irmão”, disse Fisher. “E então ele começa a chorar porque não consegue encontrá-lo”.

As cinzas de Rocky foram colocadas em uma prateleira acima de onde ele e seu irmão dormiam, para manter o par próximo. Mas era evidente que Spencer precisava de algo mais para ajudá-lo a lidar com o luto da perda.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Então, o pai de Fisher teve uma excelente ideia e providenciou a realização dela imediatamente: um travesseiro para Spencer com o rosto sorridente de Rocky impresso nele.

Imediatamente, o presente significativo e original deixou Spencer à vontade com ele.

O travesseiro que homenageia Rocky parece ter ajudado a preencher o vazio que sua morte havia deixado no coração de Spencer.

“Spencer está se aconchegando no travesseiro desde que ele chegou, levando-o do sofá para sua cama”, disse Fisher. “Ele parece muito mais decidido agora, ele tem algo para se aconchegar, igual fazia com o irmão”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

O cão de luto não dorme mais sozinho.

Nada, claro, pode trazer Rocky de volta completamente. Embora Spencer, que já está envelhecendo, adormeça, é reconfortante saber que seu melhor amigo ainda está ao seu lado em espírito.

Do jeito que ele sempre foi em vida.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Eu não acho que Spencer algum dia vai superar o falecimento de Rocky, mas espero que ele possa aprender a continuar sem ele”, disse Fisher, acrescentando que o caminho a ser seguido pelo cão, é uma estrada que ele nunca terá que enfrentar sozinho.

“Esperamos que Spencer consiga conforto em seu novo travesseiro e receba forças de todo o amor e carinho que ele recebe de sua família”.