Vídeo de cadela buscando pão ‘sozinha’ na padaria faz sucesso na internet

O vídeo de uma cadela da raça golden retriever buscando pão “sozinha” em uma padaria de Sorocaba (SP) acabou repercutindo na internet. O vídeo mais de mais de 800 mil visualizações.

Nas imagens é possível ver o momento que a cadela sai da padaria com uma sacola na boca e segue o percurso de volta para casa. Depois, ela para em frente ao portão da residência, que abre e ela entra para entregar a sacola com pão para a sua tutora.

Diante da repercussão do vídeo, o G1 conversou com um dos tutores da cadela – que se chama Mel e tem 4 anos. O empresário Reinaldo Rodrigues, de 65 anos, contou à reportagem que está surpreso com essa fama repentina da sua companheira.

O tutor da Mel é que grava e edita os vídeos da cadela e, depois, compartilha somente com amigos na internet — Foto: Reinaldo Rodrigues/Arquivo Pessoal

“Eu não esperava essa repercussão. Quem grava os vídeos da Mel sou eu, depois elaboro um trabalho simples de edição, através de um aplicativo para celular. Mas eu só compartilho os vídeos entre poucos amigos, da escola. Eles devem ter repassado para outras pessoas”, conta.

Segundo Reinaldo, o post com o vídeo da Mel na padaria que bombou na internet – e acumula mais de 800 mil visualizações até a manhã deste sábado – não é dele. “Uma outra pessoa recebeu o vídeo por um aplicativo e resolveu compartilhar.

Reinaldo garante que Mel nunca sai sozinha de casa e que todas as coisas fofas que faz é sob seu comando — Foto: Reinaldo Mendes/Arquivo Pessoal

O G1 também conversou com a responsável pela publicação no Facebook, a nutricionista Regina Miguel. Ela conta que recebeu o vídeo com a descrição pelo WhatsApp e achou interessante compartilhar com os seus seguidores.

“Publiquei pelo fato de um animal fazer parte do planejamento da família. Nem imaginava que iria bombar”, garante.

Cadela não sai de casa sozinha
Em entrevista ao G1, o tutor da Mel esclareceu um fato importante sobre o vídeo, que deixou muitos internautas intrigados: “Mel não sai de casa sozinha”. Quando vai diariamente até a padaria, ela está sempre acompanhada por Reinaldo, que é quem, inclusive, coloca a sacola em sua boca.

“Eu jamais deixaria ela ir sozinha na padaria, com os perigos de atropelamentos e também de sequestro. Mas as pessoas estão impressionadas, pois acreditam que a Mel faz tudo isso sozinha. A Mel faz várias coisas fofas, mas sempre com o meu comando”, esclarece o tutor.

Fonte: G1

Socorristas do Samu resgatam cadela com tumor

O destino de uma cadela mudou depois que ela buscou abrigo na base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na QNG, em Taguatinga Norte. Formosa, como foi apelidada pela equipe do local, teve idade estimada em 6 anos pelo médico veterinário que a analisou. Na mesma consulta, veio o diagnóstico de um tumor de 3kg na mama.

Foto: Divulgação | SAMU

A equipe da unidade se mobilizou para cuidar do animal e, na última sexta-feira (18), a cadela foi operada. Da cirurgia, seguiu direto para a casa da médica socorrista Gabriela Botar, 32 anos.

A cadela de pelo cor de mel e focinho preto chamou a atenção quando chegou com outros dois cachorros ao estacionamento da base da unidade. Não porque parecia perdida ou algo assim. Mas porque o tumor que ela carregava era tão grande que quase chegava a arrastar pelo chão. Ali, se juntou a outros animais que ficam pelo espaço, onde recebem comida, água e carinho de vigilantes e servidores do Samu.

A condição delicada de saúde fez Daniel Lúcio Diniz, 43, Ronaldo Macário dos Santos, 39, e Gabriela irem atrás de uma solução. “Nós olhamos para ela e pensamos: ‘E agora, o que vamos fazer?’ E nos mobilizamos. A princípio, começamos com consultas em veterinários particulares, mas os orçamentos eram altos. Mesmo assim, não desistimos”, conta a médica Gabriela Botar.

Com os dias passando, a angústia aumentava, como relata o condutor de ambulância Daniel. “Ela andava com dificuldade mesmo, porque o tumor era muito pesado. Isso nos deixava aflitos”, diz.

O trio conseguiu agendar a cirurgia de Formosa no Hospital Veterinário Público do Distrito Federal (Hvep), também em Taguatinga Norte. “Só tivemos um susto durante a cirurgia, porque ela teve uma parada respiratória. Precisou ser reanimada e, graças a Deus, ela ficou boa de novo”, relata Gabriela.

O trio ganhou uma lista com cinco medicações, orçadas em R$ 390. Mas o valor não ficou pesado. “Quem trabalha na base nos ajudou desde o começo cuidando da Formosa. Então, quando recebemos o valor dos remédios, muitos participaram da vaquinha”, explica Daniel.

No fim da tarde desta sexta, Formosa recebeu alta, porque não há internação no Hvep. “Decidi levá-la para casa, onde ela poderá ser cuidada e terá uma boa recuperação. Não tinha como deixá-la no estacionamento da base, pois, com a rotina de trabalho, não teríamos tempo. Também não seria um local confortável”, afirma.

Carinho diário

Os cuidados do pós-operatório são rigorosos: medicação nas horas certas e limpeza diária dos pontos da cirurgia. Formosa precisa usar a roupinha cirúrgica, que a impedirá de entrar em contato com a ferida. O retorno da cadelinha ao veterinário está marcado para o próximo dia 29.

Já pela noite, a cadelinha ainda estava meio cansada. Mas, de jejum desde cedo para a cirurgia, não deixou de comer. “Ela ainda está meio mole, porque foi um procedimento muito pesado. Mas o que queremos, agora, é que ela fique bem”, frisa Gabriela.

Após a recuperação completa e a retirada dos pontos, o destino de Formosa está incerto. “Ela ficará aqui em casa durante este período, mas, como há outros cachorros, não sei se conseguimos ficar com a Formosa. Mas ela não ficará desamparada. Arrumaremos um novo dono na base ou então a colocaremos para adoção”, garante.

Fonte: Diário de Pernambuco

Cadela surpreende tutores ao adotar e amamentar filhote de gato

Uma cachorrinha de 2 anos de idade surpreendeu os tutores ao “adotar” uma gata e amamentá-la, em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. Eles afirmam que, antes de conhecer o bichano, Luma, como é chamada, latia só de ver um felino passando pelo muro. Agora, as duas não se desgrudam mais.

Cadela amamenta gata em Senador Canedo, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/ Geraldo Gomes

“Vi que a gata estava deitada junto com a cachorra, cheguei perto e vi que estava amamentando. Antes, eu estava dando leite de vaca para a gatinha, agora ela só pega leite da cachorra”, conta Geraldo Gomes.
O corretor de imóveis tem Luma há 2 anos. Já a gata apareceu na casa da família dele há 20 dias. Geraldo explicou que o filhote subiu no muro, passou para o telhado e ficou a noite toda miando. Quando amanheceu, ele a resgatou.

“Coloquei a gatinha para tomar leite na vasilha, a cachorrinha já quis pegar pelo pescoço, muito amorosa”, relata o corredor.

Gravidez psicológica

A veterinária Andrea Ribeiro afirmou que a cachorra possui gravidez psicológica. “Se ela adotou e está produzindo leite, tem pseudociese, o corpo entende que ela está prenhe. Ela também tem uma alta habilidade materna”, explica.

Cadela amamenta gata em Senador Canedo, Goiás — Foto: Arquivo pessoal/ Geraldo Gomes

De acordo com a veterinária, é necessário que Geraldo desmame a gatinha para evitar que Luma desenvolva um tumor mamário.

“Existem leites industrializados específicos para filhotes e receitas que o veterinário pode fazer para amamentar a gatinha a cada três horas, aquecendo-a e, depois, precisa passar papel no períneo para que estimule a defecação da gatinha”, detalhou.

Fonte: G1

Morador de rua pede ajuda para cuidar de filhotes e que devolvam sua cadela

Izabele

izamundim@gmail.com

 


Um morador de rua, o Sr Fernando, precisa de ajuda. Ele mora na Lisboa com a AV. Paulo VI, perto da Henrique Schaumann.

Alguém passou pela praça Benedito Calixto, abriu a porta do carro e levou sua cachorrinha, a Mariana. Ela era a única companheira que ele tinha na vida. E, no mesmo dia, deixaram uma caixa com filhotinhos.

Mesmo com poucos recursos, a Mariana é muito amada e bem cuidada.

Quem tiver informações da cachorrinha e puder ajudar com os bebês pode entrar em contato com a Izabele pelo número 11 99375-1125 ou pelo e-mail izamundim@gmail.com

Cadela é resgatada com suspeita de estupro em Teresina (PI)

Reprodução

Um caso de maus-tratos de animais surpreendeu a população teresinense. O caso aconteceu na zona Leste de Teresina. Uma cadela gravemente ferida foi resgatada pela ONG Bento III. A suspeita é que o animal possa ter sido violentado por usuários de drogas que moravam em um terreno baldio da cidade. O resgate foi realizado no último domingo (13).

De acordo com Raissa Rocha, integrante da ONG que realizou o resgate da cadela, moradores e pessoas que passavam pelo local denunciaram a situação. “Nos mandaram um vídeo e fomos até o local checar. Ao chegarmos lá nos deparamos com ela chorando e com a vulva rasgada, sangrando muito. Encaminhamos diretamente para o hospital para que desse inicio ao tratamento”, disse.

Segundo Raissa a cadela está muito estressada e nervosa, o que está dificultando a realização dos exames. “Ela quase não está comendo. É perceptível o medo e o stress, então é preciso calma. O estupro só poderá ser, de fato, comprovado depois que fizermos o exame especifico, para então efetuarmos a denúncia oficial a delegacia do Meio Ambiente”, afirma.

A ONG publicou um post pedindo ajuda para custear o tratamento da cadela, que foi carinhosamente batizada de “Vitória”. Até o momento, ela segue internada recebendo medicação. Para ajudar, mais informações podem ser encontradas nas redes sociais da ONG Bento III. 

Fonte: Portal O Dia 

Cadelinha segurada por Meghan Markle em abrigo é adotada em poucas horas

Reprodução | Facebook

Esta semana, Meghan Markle realizou uma visita ao abrigo de animais The Mayhew Animal Home, em Kensal Green, Reino Unido. Meghan, que é conhecida pelo seu ativismo para com os animais, não poupou amor na hora de conhecer os bichinhos.

Porém, o que ninguém esperava, era que o ”efeito Meghan Markle” faria Minnie, uma pequena cadelinha do local, ser adotada em poucas horas.Após aparecer em um vídeo, no colo da Duquesa de Sussex, a cachorrinha encontrou um novo lar.

Segundo o abrigo, o local recebeu diversas ligações de possíveis tutores que ficaram apaixonados por Minnie na reprodução publicada no Instagram do Kensington Palace.

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Fonte: O Fuxico 

Cadela adota cinco filhotes achados abandonados em caixa de sapato

Cadela adota cinco filhotes, em Itumbiara — Foto: Arquivo Pessoal/Gisele Teodoro

Cinco filhotinhos de cachorro foram adotados por uma cadela em Itumbiara, região sul de Goiás, após serem achados abandonados em uma caixa de sapato. Os responsáveis pelo resgate, a dona de casa Gisele Teodoro e o esposo dela, Roberto Antônio da Silva, ficaram sensibilizados ao encontrar os bebês e decidiram salvar as vidas deles.

O caso aconteceu no bairro Santos Dumont. Gisele diz que os filhotes estavam debilitados. Depois de levá-los para casa, ela usou uma seringa para alimentar os cães.

“A seringa não ia sustentar bem os filhotes, eles precisavam mesmo era de uma mãe de leite”, disse Gisele.

O casal pediu, então, ajuda a uma prima, que conhece a Associação Nina Toledo de Proteção Aos Animais (Anita), uma ONG que resgata animais abandonados. No local havia uma cadela que estava amamentando, a Bolinha. Ela foi escolhida para ser apresentada aos bebês.

“Foi uma coisa de Deus mesmo. A cachorra acolheu os filhotes como se fossem dela. Ela lambeu e limpou os filhotes, e eles já começaram a mamar”, contou Gisele.

A ONG Anita informou que, depois do período de amamentação, os filhotes e a cachorra Bolinha serão entregues para adoção.

Fonte: G1 

cadela no cobertor

Cadela se recusa a deixar o cobertor no qual foi abandonada

Uma família abandonou sua cadela em um cobertor atrás de sua casa, junto com o lixo e pertences indesejados, antes de se mudar da cidade de Dallas, no Texas, Estados Unidos. A cadela foi encontrada por Marina Tarashevska, co-fundadora do centro de recuperação para cachorros Dallas DogRRR, que a viu enquanto passeava pelo bairro.

cadela no cobertor

Foto: Dallas DogRRR

“O tempo estava muito frio e chuvoso, e a cadela continuava deitada em seu cobertor, ela não queria deixá-lo”, disse Patti Dawson, diretora executiva do Dallas DogRRR, ao The Dodo. “Eu acho que ela ainda estava pensando que sua família voltaria. Ela se agarrou à unica coisa que a lembrava de sua família.”

Depois de falar com vizinhos preocupados e ser informada sobre a triste história da cachorrinha, Tarashevska tentou resgatá-la. Mas não foi fácil. “Sempre que Marina se aproximava do cobertor, ela fugia”, disse Dawson.

Assim que ela recuava, a cadela voltava para o cobertor, o que deu uma ideia a Tarashevska. Agora, cada vez que a cadela fugia, Tarashevska puxava o cobertor pelo beco em direção a sua própria casa.

cadela no cobertor

Foto: Dallas DogRRR

Depois de fazer isso por cerca de uma hora, elas chegaram ao quintal de Tarashevska, e ela conseguiu pegar a cadela e levá-la para a segurança de um abrigo. A cadela, agora chamada Camilla, estava aterrorizada.

“Ela estava toda encolhida na parte de trás da caixa de transporte”, disse Dawson. “Ela estava congelada de medo. Não fazia contato visual, mantinha a cabeça baixa. Se você chegasse perto dela, ela colocaria a cabeça na parte de trás do canil, como se dissesse: ‘Não olhe para mim, não faça contato visual comigo, não me toque.'”

Tarashevska também pôde ver que Camilla tinha feridas recentes no pescoço e nas orelhas, e imediatamente a levou ao veterinário.

camilla no abrigo

Foto: Dallas DogRRR

“O veterinário disse que eram feridas provavelmente causadas pela coleira muito apertada, o que significa que ela provavelmente era mantida do lado de fora,” disse Dawson. “A outra coisa que pensamos foi que algum cachorro brigou com ela. Há muito de animais abandonados por aí, e talvez eles tenham brigado por causa de comida.”

Camilla fez uma cirurgia no pescoço e está a caminho da recuperação. Não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. “Ela está ótima”, disse Dawson. “Sua personalidade está lentamente desabrochando, e ela está começando a confiar nas pessoas.”

Camilla agora está morando em um lar adotivo, onde ela está recebendo muito amor e atenção e está se tornando uma cadela completamente diferente. “Você pode ver um olhar diferente em seu rosto”, disse Dawson. “Ela está procurando sua tutora adotiva agora. Antes ela não fazia nada disso.”

Ela ficará no abrigo por um pouco mais de tempo para continuar se recuperando, mas Camilla logo estará pronta para ser adotada. “Não sabemos o que ela passou antes de nós a encontrarmos”, disse Dawson. “Vai levar tempo para ela perceber que está em um ambiente seguro. Mas ela está lentamente chegando lá.”

Cadela é vítima de abuso sexual em centro psiquiátrico em SP

Amarela foi vítima de um crime cruel e hediondo | Foto: Arquivo pessoal

A cadelinha Amarela tem cerca de 10 anos. Sua triste história começou há muito tempo, quando ela apareceu no Centro Pioneiro em Atenção Psicossocial (AJJE) da cidade de Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo.

Diversos cães e gatos também foram abandonados e viviam no local. À própria sorte, esses animais sobreviveram graças a ajuda das protetoras Leia Moreira e Vanusa Louro. Incansáveis, ela custearam através da realização de bazares, importâncias que custearam a alimentação e castração de cerca de 300 animais.

Felizmente, muitos animais tiveram a sorte de ser adotados e descobriram o que é um lar de verdade. No entanto, outros permaneceram no local esperando a mesma oportunidade. Entre eles, estava Amarela, uma cadelinha idosa e sem raça definida que foi vítima de um dos crimes mais bárbaros e cruéis que o ser humano pode cometer.

A cadelinha foi covardemente vítima de sucessivos estupros dentro das dependências do AJJE. Em um primeiro momento, ela foi encontrada por Leia, que realizava uma visita de rotina e acompanhamento, amarrada e com sangramento anal e vaginal. Próximo a cadela foi encontrado indícios de uma ejaculação. As protetoras cobraram um posicionamento da diretoria da instituição que se limitou a informar que poderia ter sido um paciente do local.

Sem provas, as protetoras sabiam que seria difícil fazer justiça para Amarela, mas o acaso deu uma contribuição. Em uma das visitas de rotina para verificar se os animais estavam com ração, a protetora Leia flagrou um funcionário do local que aparentava estar alcoilizado tentado atrair a cachorrinha com ração para um quartinho que fica nas dependências do AJJE. Ao ver Leia, Amarela se desvencilhou do criminoso e correu em direção à protetora como se pedisse ajuda. A presença de evidências deu fôlego a uma investigação. As protetoras registraram um boletim de ocorrência eletrônico e a Corregedoria da Saúde abriu um pedido de sindicância para a apuração do episódio.

Até o momento, a algoz de Amarela não teve a identidade revelada, mas a repercussão do caso trouxe um impacto positivo para a vida da cadelinha. Ela foi adotada por uma protetora que se comoveu com o caso e temeu pela vida da cachorra. Amarela finalmente terá um lar de verdade. “Será o fim definitivo do sofrimento. Lá ela receberá carinho, amor, e tudo mais que uma família pode proporcionar”, disse Vanusa Louro.

Amarela agora será carinhosamente chamada de Vitória | Foto: Arquivo pessoal

O pior já passou, mas a cadelinha ainda tem uma longa caminhada de recuperação. Além receber cuidados para os abusos físicos, Amarela também precisará transpor obstáculos e traumas psicológicos. Apesar de ser uma cadelinha doce e muito amável, ela não esconde seu medo e desconfiança do ser humano, principalmente com pessoas do sexo masculino.

Para Amarela é um final feliz, mas a luta das protetoras continua. Esforços estão sendo concentrados para salvar os animais que ainda vivem no local. Muito ainda precisa ser feito. Oito cães ainda estão à espera de adoção. Eles serão encaminhados para um abrigo que só aceitou recebê-los com uma condição: seis sacos mensais de ração e exames que comprovem que nenhum dos animais possui cinomose.

Agora, as protetoras tentam impedir que mais animais sejam vítimas de abuso | Foto: Arquivo pessoal

Uma veterinária generosamente realizará os exames a um preço baixo. A estimativa é que os cães sejam realocados até a próxima quarta (23). Para que isso se conclua, as protetoras pedem que voluntários e simpatizantes da causa animal apadrinhem os animais para ajudar a custear os exames e a alimentação. Para saber como ajudar ou adotar os cãezinhos, que já estão vacinados, vermifugados e castrados, basta entrar em contato com a Vanusa através do telefone (WhatsApp): 11 97281-0940.

Veja abaixo os cãezinhos que esperam por uma chance: 

Fotos: Arquivo pessoal