Pastora belga está em busca de um lar no bairro do Campo Belo, em SP

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

A filhote da raça pastor belga, chamada Maria Clara, tem oito meses e já foi castrada, vacinada e vermifugada. Ela foi resgatada de um carroceiro que pretendia explorá-la para criar e vender filhotes da raça.

A cachorrinha está localizada agora no bairro do Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, próximo ao Aeroporto. Quem estiver interessado em adotá-la, entre em contato pelo número (11) 95477-1330.

Cadela de porte grande é encontrada em Guarulhos (SP)

Paula Rocca
paula_rocca@hotmail.com

Uma cadela de porte grande foi encontrada na Av. Paulo Faccini, altura do número 200, às 3:30 da madrugada do dia 25/12. Ela é bastante dócil, está chorando muito e tentando criar vínculo com qualquer pessoa que passa.

Funcionários da drogaria São Paulo a colocaram pra dentro do terreno, mas terão que soltá-la na rua. A cadela está usando coleira e aparenta estar bem nutrida. Quem tiver informações sobre sua família, entre em contato com Paula através do e-mail paula_rocca@hotmail.com.

Homem abandona filhote de cão em quintal de casa em São José dos Campos (SP)

Uma filhote de cachorro foi abandonada no quintal de uma casa no Jardim Santa Luzia, em São José dos Campos (SP). O homem que abandona a cadela, flagrado por uma câmera de segurança, foge em um carro.

Reprodução | G1

A imagem mostra quando ele chega ao local e joga a fêmea pelas grades do portão. Depois entra no carro e vai embora.

A casa onde ocorreu o abandono é do autônomo Henrique Gregório Silva, que só foi perceber a presença do animal, após vizinhos acusarem a presença da cadela dentro do quintal.

“Eu puxei as imagens e vi como ela tinha sido abandonada. Aqui no quintal ela caiu na obra que estamos fazendo. Quando achei estava assustada, com medo e levou um tempo para conseguir tirá-la de lá. Nunca vi abandonar animal desse jeito, ela poderia ter se machucado”, contou.

Após resgatar o animal, a cadela foi adotada por um dos vizinhos. “Eles se apaixonaram por ela e ela ganhou o nome de Luna. Eu já tenho um cachorro, mas se ela não encontrasse um lar, ela ia acabar ficando”, disse.

A família da Mariana Siqueira Silva também já tinha um cachorro chamado Alvin, de 10 anos, mas não resistiu aos encantos da Luna e adotou. Ela acredita que ela tenha cerca de três meses.

“A gente já queria adotar uma fêmea para fazer companhia para o Alvin. Quando vimos foi a nossa chance. Resolvemos adotar e ela está aqui toda familiarizada”, contou.

Por Luna ter encontrado um novo lar, nem o proprietário da casa, nem os adotantes registraram boletim de ocorrência contra o homem que a abandonou.

Fonte: G1

Procura-se cadela poodle desaparecida em Embu das Artes (SP)

Merin Ramos
flordelized@gmail.com

Uma cadela branca, da raça poodle, de porte médio desapareceu na cidade de Embu das Artes, em São Paulo. Ela não tem o rabo cortado e não estava usando roupas no dia do seu desaparecimento, em 06 de setembro de 2018.

A cadela é castrada e tem 6 anos, sua tutora mora na Rua Fluminense. Quem tiver informações poderá entrar em contato através do número (11) 94919-3417 e do e-mail rose_amisade@hotmail.com.

Cadela é morta a facadas pelo tutor em Catolé do Rocha (PB)

Cadela foi morta a facadas em Catolé do Rocha, PB — Foto: TV Paraíba/Reprodução

Uma cadela poodle foi morta a facadas na tarde do último domingo (6), em Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba. De acordo com a Polícia Civil, a cachorra teria sido golpeada pelo tutor após supostamente morder o rosto dele.

O caso aconteceu no Centro da cidade. A Polícia Militar foi acionada à casa do homem, mas ele não foi encontrado no local.

Em depoimento à polícia, a esposa do suspeito disse que o marido sofre de problemas mentais e que teria reagido após a cadela morder o rosto dele. A família ainda levou o animal para uma clínica veterinária, mas a cadela não resistiu aos ferimentos e morreu.

Na manhã desta segunda-feira (7), a Polícia Civil informou que o homem deverá se apresentar para prestar esclarecimentos do caso e assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) – o que determina a Lei de Maus -Tratos Contra Animais.

Fonte: G1

Cadela retorna ao lar misteriosamente após ficar 4 anos desaparecida

Uma husky chamada Nukka, que estava desaparecida de sua casa há quase quatro anos, foi devolvida em segurança após anos de mistério. A família Hart estava fora de casa quando tudo começou. Eles receberam um telefonema de seu vizinho dizendo que a porta da frente de sua casa estava aberta, e sua cadela Nukka estava desaparecida.

a família hart com a sua recém recuperada cachorra Nukka

Imagem: Twitter | Reprodução

Quando chegaram em casa, Josh Hart e sua esposa Rachel, junto com seus quatro filhos, começaram a fazer cartazes de “cachorro desaparecido” e postar nas redes sociais na esperança de encontrar sua amada companheira.

“Eu apenas rezei para que ela voltasse”, disse Owen Hart, o mais velho dos irmãos Hart.

Logo, porém, os Harts começaram a notar algo estranho sobre os cartazes de desaparecido que fizeram com tanto empenho: eles também estavam desaparecendo.

Pouco tempo depois que os cartazes começaram a desaparecer, os Harts receberam uma carta em sua caixa de correio, e ela não continha um selo. A carta dizia que Nukka estava morta e a família deveria seguir em frente.

“A carta nos deixou suspeitos… não parecia certo”, disse Josh. “Não parecia certo.”

Os vizinhos concordaram que a carta era estranha. Mas, apesar dos esforços da família Hart, Nukka não estava em nenhum lugar. Nenhum avistamento foi relatado. Seu microchip nunca havia sido escaneado.

Com o passar dos anos, os Harts decidiram dar as buscas por encerradas. Eventualmente, eles se mudaram, mas mantiveram as informações dos chips de Nukka atualizadas, esperando que um dia a levassem para casa.

Então, em novembro de 2018, quase quatro anos depois de Nukka desaparecer, houve uma batida na porta por um policial.

“Ele disse: ‘Vocês têm um cachorro que desapareceu?'”, Disse Rachel Hart. “Na verdade ele usou a palavra ‘roubada’. Eu apenas coloquei minhas mãos sobre a minha boca e disse ‘husky’… Todos nós dissemos ao mesmo tempo.”

Rachel exclamou: “Você trouxe a Nukka! Você trouxe a minha Nukka!”

Com certeza, Nukka, que a família Hart tinha aceitado que poderia nunca voltar para casa, estava viva e saudável. Com o desaparecimento de Nukka resolvido, as perguntas foram respondidas.

Os Harts disseram que a polícia lhes disse que uma mulher confessou tudo, ela havia sequestrado Nukka em vez de entregá-la, removido os cartazes desaparecidos e escrito aquela carta que deixou Rachel em lágrimas.

A mulher, cuja identidade não foi revelada, também tentou disfarçar Nukka pintando uma faixa preta no meio do rosto dela. Essa faixa está começando a desaparecer.

“Era como uma história que você vê na TV”, disse Rachel. “Como isso pôde acontecer conosco?”

A família disse que a polícia informou que roubar um cachorro é um crime, mas eles optaram por não processar criminalmente. Eles disseram que apenas estão felizes que Nukka está em casa e foi cuidada durante seu tempo longe.

Após ser baleada, perder dentes e parte da língua, cadela Serena é adotada em BH e ganha irmãos

Final feliz: a fotógrafa Solange Castilho adotou a cachorra Serena — Foto: Solange Castilho/Arquivo Pessoal

Trinta dias de internação, 60 para se recuperar totalmente, a perda de cinco dentes e de 40% da língua. Esse foi o saldo negativo que marca para sempre a vida da cadela Serena, depois que foi baleada no focinho em julho do ano passado em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Mas mesmo com todos esses fatores, a história teve final feliz. Sensibilizada com o ataque à cachorra, a fotógrafa Solange Castilho, de 46 anos, e o marido, o engenheiro mecânico Arthur Castilho, de 66, adotaram a cadelinha. “Crueldade e covardia. Isso é terrível. As pessoas não têm obrigação de gostar, mas têm o dever de respeitar”, disse Solange.

Ela contou que quando a cachorra foi para casa, em Belo Horizonte, em outubro, estava bem fisicamente, mas muito traumatizada. “Ela não andava, estava com muito medo, ficava com o rabinho entre as pernas. Ficava dentro do quarto de empregada, se levantava e ia até a porta. Depois foi para a área da cozinha e depois para o quarto. Hoje em dia, ela já dorme na cama comigo”, disse, em tom de satisfação.

Como Serena perdeu quase a metade da língua, Solange oferece diariamente à cachorra uma comida caseira feita à base de arroz integral, vegetais, carne vermelha ou frango.

Solange, que também tem outros cachorros e uma gata, disse que Serena se dá muito bem com os irmãos, principalmente com a gata. “As duas ficam sempre juntas”.

Quando o assunto é gratidão, a fotógrafa falou que a cadela retribui a adoção com muito carinho. “Ela é uma gracinha, deita no meu colo. Ela tomou conta da casa, adora brincar de bola, brinca o tempo todo”.

Solange contou que Serena late normalmente, passeia sem coleira e anda o dia inteiro atrás da gata, a irmã preferida.

Tratamento

De acordo com o médico veterinário Luiz Sofal, responsável pela cirurgia de Serena, a cachorra levou um tiro na maxila superior esquerda, abaixo do olho, e teve a mandíbula direita fraturada, perdeu cinco dentes e 40% da língua.

No procedimento, o especialista em odontologia veterinária utilizou fio de aço e resina acrílica para fazer a fixação da mandíbula. “O orifício [feito pelo tiro] tinha dois centímetros de diâmetro e a reconstrução da pele foi feita com uma sutura [pontos]. Ela tinha dificuldade de se alimentar e, principalmente, de beber água”, explicou Sofal.

O médico veterinário disse que ela se alimentava por meio de uma sonda e que o fio de aço e a resina ficaram na boca do animal por 60 dias. Depois de um mês, Serena conseguia se movimentar, de acordo com o especialista, e ganhou alta. Ela foi levada para um lar temporário onde ficou por cerca de três meses.

Sofal falou ainda que a cadela corria risco de vida no procedimento cirúrgico porque estava maltratada e debilitada. Depois da cirurgia e da recuperação total – com a fixação da mandíbula –, Serena recuperou 5 quilos.

Serena posa para foto dentro da sua caminha — Foto: Solange Castilho/Arquivo Pessoal

Justiça

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Guilherme Catão, o suspeito de cometer o crime é o sitiante Aloisio Silveira Ataíde. Ele foi indiciado por maus-tratos a animais e posse irregular de arma de fogo.

O inquérito foi encaminhado à Justiça e, se condenado, o homem pode pegar de 3 meses a 1 ano e de 1 a 3 anos de prisão, respectivamente, pelos crimes.

A Sociedade Galdina Protetora dos Animais e da Natureza de Caeté (SGPAN) informou que enviou ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) as despesas que teve com a cadela para que sejam cobradas do suspeito.

Segundo a ONG, documentos como notas fiscais e laudos veterinários foram encaminhados ao órgão.

A SGPAN declarou que foram gastos R$ 4 mil no tratamento de Serena com consulta, internação, cirurgia, medicamentos, vacinas, castração e exames de sangue e raio-X, por exemplo.

Fonte: G1

Cadela filmada sendo agredida com rodo passa por exame de corpo de delito

Homem é flagrado agredindo cão com rodo em rua de Goiânia — Foto: TV Anhanguera/Reprodução

A cadela que foi filmada sendo agredida com um rodo passou por exame de corpo de delito em Goiânia. Câmeras de segurança registraram a cena, ocorrida em uma rua do Parque Tremendão. Após ser atingido, o animal rasteja de dor pelo asfalto e não consegue se levantar.

O delegado Luziano Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) e responsável pelo caso, disse que um veterinário da Polícia Técnica-Científica o acompanhou na oitiva para verificar as condições da cadela, que se chama Madonna.

“O animal tem um hematoma na boca. Apesar das imagens serem fortes, ela não teve nenhuma fratura e está bem. No entanto, isso não atenua a atitude do homem que a feriu”, disse.

Carvalho procurou o homem que atira o rodo, mas não o encontrou em casa. Ele conversou apenas com a mãe dele, que tentou justificar a ação.

“Ela disse que minutos antes a cadela havia mordido dois cachorros pequenos que ela tem. Aí o filho ficou irritado e fez isso”, contou.

O delegado esteve na residência da tutora da cadela, mas ela também não estava em casa. Um irmão, que estava presente, liberou para que Madona fosse examinada.

O responsável pela investigação informou ainda que ficaram marcados depoimentos sobre o caso para a terça-feira (7): da tutora da cadela pela manhã, e do homem que atirou o rodo pela tarde.

Além disso, a polícia também vai intimar mais testemunhas e analisar mais imagens de câmeras de segurança que foram colhidas no local.

Agressão em vídeo

O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (4), na Rua Pedro Bala. O vídeo foi enviado para a TV Anhanguera por um telespectador, que preferiu não se identificar, por meio do aplicativo QVT.

Antes da agressão, os cães aparecem brincando e correndo pela rua. Depois de atingido, o cachorro cai e tem dificuldades para se levantar. Ele se arrasta pelo chão. O agressor desaparece da cena.

Em seguida, duas pessoas aparecem para socorrer o cão. Segundo a pessoa que enviou o vídeo, a mulher é a dona do animal. Ela o levou para casa.

Fonte: G1