Santuário de animais oferece jantar com carnes e laticínios

“Como vocês podem alegar que são um santuário de animais enquanto servem o resultado da exploração de animais?”, questionou uma mulher na página do santuário (Foto: The Hungry Obbit/Facebook)

O santuário de animais Hilltop, situado em Morpeth, na Inglaterra, tem recebido críticas por arrecadar recursos oferecendo jantares que incluem fondue de queijo, churrasco de tomahawk, filé mignon e alcatra, entre outras opções.

O que chama a atenção é que o santuário abriga inclusive suínos. Ainda assim, o evento que recebeu o nome de “The Hungry Obbit” diz “oferecer uma experiência gastronômica e mística extraordinária digna da casa de um hobbit”, com comida preparada ao ar livre, sob as estrelas.

Segundo o santuário, o dinheiro arrecadado é utilizado para ajudar os animais que vivem em Hilltop. “Como vocês podem alegar que são um santuário de animais enquanto servem o resultado da exploração de animais?”, questionou uma mulher na página do evento.

Fonte: Vegazeta

Cogumelo frango-da-mata pode ser uma alternativa à carne de frango

Depois de preparado, pode ser facilmente confundido com carne de frango (Fotos: Sow True Seed/ Fox Farm & Forrage)

Para vegetarianos ou veganos que sentem falta do gosto e da textura da carne de frango, uma boa alternativa pode ser o cogumelo Laetiporus sulphureus, conhecido popularmente como frango-da-mata. A espécie do Reino Fungi se destaca pela cor vibrante e, dentro de suas camadas aveludadas, há uma “carne vegetal” que tem gosto muito semelhante ao da carne de frango.

Originário da América do Norte e de algumas partes da Europa, o frango-da-mata tem sido utilizado cada vez mais na culinária vegetariana pela textura, sabor e versatilidade. O cogumelo pode ser preparado frito, cozido, assado, com molhos, etc. Em síntese, é considerado bastante maleável.

No entanto, segundo a revista online Atlas Obscura, é preciso ter cautela para não confundir as espécies, já que há outros cogumelos semelhantes ao Laetiporus sulphureus, mas que podem causar problemas gastrointestinais. “Ele normalmente cresce no verão e no outono. A textura deve ser firme e macia. Se desmanchar quando você tocá-lo, é porque está velho demais para ser consumido”, sugere a publicação.

Britânicos economizam bilhões de libras ao cortarem o consumo de carne

No Reino Unido, Londres é a maior referência quando se fala na abstenção do consumo de alimentos de origem animal (Foto: iStock)

Seguir uma dieta sem carne e outros alimentos de origem animal é caro? Não, caro é se alimentar de carnes e laticínios, segundo uma pesquisa encomendada pela marca Linda McCartney Foods, que entrevistou milhares de adultos no Reino Unido.

De acordo com o relatório, os consumidores britânicos que reduziram ou cortaram o consumo de carne nos 12 meses de 2018 economizaram juntos 2,8 bilhões de libras esterlinas em 2018, o equivalente a mais de 13 bilhões de reais. O estudo também concluiu que se a tendência da redução e abstenção do consumo de alimentos de origem animal prosseguir no mesmo ritmo no Reino Unido, a previsão é de que o número de vegetarianos e veganos ultrapasse o número de pessoas que se alimentam de animais em 2023.

Mais de mil entrevistados declararam que o número de adeptos do veganismo deve crescer mais em 2019 do que em qualquer outro ano. “Há várias motivações que levam as pessoas a alterarem seu comportamento, incluindo ética, economia, meio ambiente, saúde e acessibilidade. Portanto, na maioria das vezes, é uma combinação de fatores que forçam os consumidores a repensarem suas dietas diárias”, justificou o diretor da agência de tendências alimentares The Food People, Charles Banks.

Ainda de acordo com o estudo, um quarto dos participantes revelou que já não gosta tanto de carne quanto antes e que isso se deve em parte à disponibilidade de melhores alternativas vegetarianas e veganas. A acessibilidade em relação a alimentos vegetarianos e veganos no Reino Unido é considerada um grande diferencial na abstenção do consumo de animais.

Fonte: Vegazeta

Quase 165 toneladas de carne de frango da Perdigão podem estar contaminadas com salmonella

Animais mortos e reduzidos a cortes congelados de coxas e sobrecoxas, meio peito sem osso e sem pele, filé e coração Foto: BRF)

A BRF revelou hoje que 164,7 toneladas de carne de frango da Perdigão podem estar contaminadas com salmonella – o que inclui cortes congelados de coxa e sobrecoxa, meio peito sem osso e sem pele, filé e coração.

Em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a BRF informou que vai recolher não apenas os lotes afetados, mas 300 toneladas de carne. A alegação é de que a medida segue o princípio da precaução. Segundo a empresa, o incidente e o recolhimento dos produtos foram reportados ao Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A salmonella é uma bactéria transmitida principalmente pelo consumo de alimentos de origem animal, e pode causar diarreia, dor abdominal, náuseas, vômitos e febre. Dependendo da gravidade, pode levar à morte. No ano passado, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) sequenciaram o genoma da bactéria salmonella e avaliaram 90 amostras.

A conclusão da pesquisa desenvolvida na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) foi que a maioria das amostras é resistente a diferentes classes de antibióticos – o que pode colocar ainda mais a saúde em risco em caso de contaminação.

Fonte: Vegazeta 

Cerca de 200 cães serão resgatados do comércio de carnes na Coreia do Sul

Moon Jae-in, presidente do país, já adotou um cãozinho resgatado para incentivar o amor e a empatia por esses animais, como forma de acabar com tamanha crueldade.

Uma operação de resgate de duas semanas começou ontem (13) pelo grupo de proteção animal Humane Society International (HSI) e vai salvar cerca de 200 cães em uma fazenda de no condado de Hongseong, a 150 quilômetros ao sul de Seul.

Os cães serão então enviados para o Canadá e os Estados Unidos para o rehoming.

“Esses cães não são diferentes de qualquer outro cão depois de receberem um carinho que merecem e que precisam”, disse Kelly O’Meara, autoridade da HSI, à AFP.

A fazenda foi o 14º complexo fechado pelo grupo desde 2015.

A organização disse que resgatou cerca de 1.600 cães durante esse período, com os agricultores dando apoio para passar para outras linhas de trabalho. Um transformou seu negócio de carne de cachorro em uma fazenda de mirtilo.

Lee Sang-gu, dono da fazenda Hongseong, disse que decidiu mudar seu negócio porque “não era mais lucrativo”, notando que até mesmo seus familiares eram contra comer cachorro. As informações são do Daily Mail.

O maior complexo de matadouros caninos do país na cidade de Seongnam, ao sul de Seul, foi desmantelado em novembro. Ativistas encontraram equipamentos de eletrocussão e uma pilha de cães mortos abandonados no chão.

O comércio                  

Cerca de um milhão de cães são comidos por ano na Coreia do Sul mas a tradição ganhou críticas no exterior e diminuiu à medida que a nação cada vez mais abraça a ideia de cães como animais domésticos e não uma refeição.

Segundo uma pesquisa realizada em 2017, 70% dos sul-coreanos não comem cachorro e cerca de 40% – acreditam que a prática deveria ser proibida.

Também foi constatado 65% apoiam a criação e o abate de cães em condições mais humanas.

Legislação

Não há leis sobre como tratar ou abater os cães para consumo humano na Coreia do Sul. Embora os agricultores tenham pedido que Seul inclua os animais sob os regulamentos de bem-estar animal, grupos de defesa dos direitos animais se opõem a fazê-lo, buscando a proibição completa.

Quatro cães são roubados e envenenados por chinês para serem comidos no banquete de ano novo

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

O ano novo chinês, que cai em 05 de fevereiro este ano, chega fazendo mais vítimas indefesas. Embora a maioria do povo chinês não coma carne de cachorro e este costume retrógrado e cruel ainda persista em apenas algumas províncias remotas do país, ele ainda é responsável pela morte de cerca de 10 milhões de animais anualmente.

O crime mais recente foi na cidade de Lujiang na província Anhui, no extremo leste da China. Após denúncias de moradores sobre o desaparecimento de cães sob sua tutela, policiais iniciaram uma investigação que culminou com a prisão de um homem em 21 de janeiro último, ainda não identificado, acusado de roubar e envenenar quatro cães.

O homem foi encontrado escondido em uma vala ao lado do cadáver de um cão. Após ser questionado pelo policial ele tentou disfarçar e fingiu-se de bêbado, afirmando que havia caído na vala por acidente.

Após uma busca pelas redondezas os policiais encontraram os outros três corpos dos cães e o criminoso, confrontado pelas evidências, confessou os assassinatos. Segundo a polícia de Lujiang ele teria roubado os cães, matando-os envenenados.

Quando questionado sobre o motivo do crime, o homem alegou que “sentiu um desejo súbito e incontrolável de comer carne de cachorro nas comemorações da chegada do ano novo”, enquanto bebia com seus amigos e após isso teria saído em busca de suas presas.

Foto: Pearl Video / Reprodução

Foto: Pearl Video / Reprodução

Cabe ressaltar que todos os quatro animais mortos possuíam uma família, um lar, e foram roubados de suas casas para ser cruelmente assassinados em nome de um costume cruel e absurdo.

O criminoso permanece sob custódia da polícia segundo informações da mídia local.

O grotesco festival de carne de cachorro Yulin, realizado anualmente no sul da China, na província de Guangxi é palco de crueldades e horrores ilimitados.

Milhares de cães são cruelmente mortos, esfolados e cozidos com maçaricos antes de serem comidos pelos habitantes locais.

Infelizmente em outros países asiáticos, como Vietnã e Coréia do Sul, ainda persiste o inexplicável ato de comer carne de cachorro.

Consumo de carne tem consequência sombrias para o planeta

A população mundial está crescendo e 10 bilhões de pessoas são estimadas para povoar a Terra até 2050.

De acordo com a National Geographic, cientistas de todo o mundo estão lutando para descobrir uma maneira de alimentar todas essas pessoas. Com estas preocupações, o canal questiona o consumo mundial de produtos animais.

Foto: Reprodução | Instragram

Um relatório recente – conduzido por 30 cientistas ao longo de três anos e publicado no Lancet – sugere que uma redução mundial significativa no consumo de carne ajudaria a alimentar a crescente população.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores pesaram vários fatores, incluindo a quantidade de gases de efeito estufa produzidos por certos alimentos, bem como o uso de água e culturas. Segundo eles, o consumo mundial de carne e açúcar deve ser reduzido em 50%, e a população dever aderir a uma dieta predominantemente vegana. As informações são do Live Kindly.

“O consumo de carne tem consequências sombrias para o planeta”, disse o National Geographic.

Os cientistas propuseram um plano denominado “Grande Transformação de Alimentos” para a redução do consumo de carne no mundo. O plano inclui várias estratégias diferentes, com abordagens apropriadas que variam de país para país. Os métodos incluem o compartilhamento de informações e a conscientização dos consumidores, a alteração de quais práticas agrícolas recebem subsídios e a remoção de certas opções de carne das pessoas.

As iniciativas serão realizadas em mais de 30 países para impulsionar a agenda do relatório, e os comissários do estudo esperam atrair as principais organizações internacionais, como a ONU.

#10YearChallenge da Terra

A ONU está ciente da importância de uma redução drástica no consumo de carne. Em outubro, a organização internacional alegou que o combate à agricultura animal é o problema mais urgente do mundo.

“A pegada de gases de efeito estufa da pecuária rivaliza com a de todos os carros, caminhões, ônibus, navios, aviões e foguetes”, disse o Programa Ambiental da ONU em um comunicado. “Não há caminho para alcançar os objetivos climáticos de Paris sem uma queda maciça na escala da agricultura animal”.

A consciência sobre a rápida e assustadora destruição do meio ambiente está está aumentando graças ao recente # 10YearChallenge viral nas mídias sociais.

Embora o desafio tenha começado inicialmente para que os usuários pudessem compartilhar suas fotos, alguns optaram por compartilhar fotos da Terra. Algumas fotos compartilhadas de ursos polares, de tamanho normal em 2009 e extremamente magros em 2019, tomaram conta da internet. Esse flagelo se dá por conta do derretimento de gelo no Ártico. Outros compartilhavam fotos de corais branqueados, que já foram coloridos há dez anos.

Ano passado, o Greenpeace pediu uma grande redução mundial no consumo de carne e compartilhou imagens antes e depois da Amazônia.

“Aquilo que levou a natureza centenas de milhares de anos para construir, os humanos destruíram em menos de dez”, dizia o post no Instagram .

Documentário vegano será lançado internacionalmente essa semana

O documentário vegano “The End of Meat” será lançado mundialmente essa semana.

Imagem: Instagram

Depois de estreias altamente bem-sucedidas em Nova York e Los Angeles, o documentário inovador que prevê um futuro em que o consumo de carne pertence ao passado estará disponível internacionalmente em 25 de janeiro.

“The End of Meat” foi apresentado para uma platéia de 250 pessoas no Angelika Film Center, em Nova York no final de agosto do ano passado. De acordo com o organizador do evento, o filme atraiu grande interesse e as pessoas continuaram a entrar em contato para comprar ingressos, apesar das apresentações terem esgotado.

Foto: Instagram

Em 30 de agosto, o filme fez sua estréia na costa oeste em Los Angeles, com celebridades veganas de alto perfil como Moby e Tony Kanal, baixista da banda americana de rock No Doubt, presentes.

“Até agora, o filme foi muito bem recebido internacionalmente e as pessoas parecem apreciar a nova perspectiva de um mundo pós-carne e as seus enormes benefícios”, Pierschel disse ao Live Kindly.

“The End of Meat” imagina um mundo onde comer animais é coisa do passado. Através de entrevistas com inovadores do movimento de comida vegana alemã, líderes e ícones do movimento de santuários , e outros, Pierschel mostra como e por que mais pessoas mais do que nunca estão escolhendo se abster de produtos de origem animal.

Foto: Instagram

De acordo com um relatório divulgado pela empresa global de pesquisa de vendas Nielsen, as vendas de alimentos veganos chegaram a US $ 3,3 bilhões em 2017, representando o início de uma mudança mundial nos hábitos alimentares. Outra pesquisa mostra que o país natal de Pierschel, a Alemanha, liderou o caminho para o lançamento de novos produtos veganos entre julho de 2017 e junho de 2018, especialmente notável em um país famoso por seus pratos pesados .

Você pode pré-encomendar “The End of Meat” on-line . Nos EUA, Canadá, Alemanha, Áustria e Suíça, o filme está disponível em diversas plataformas de streaming, incluindo iTunes, Vimeo e Amazon Prime.

mulher com prato de comida

Cientistas afirmam que comer mais vegetais pode salvar o planeta

Durante dois anos, 37 cientistas especializados em nutrição, agricultura e mudança climática desenvolveram o primeiro plano de alimentação global baseado na ciência, que poderá salvar o planeta e melhorar a saúde geral da população. A dieta reduz drasticamente o consumo de carne no mundo e incentiva a ingestão de legumes, verduras e grãos.

mulher com prato de comida

Foto: Adobe

O estudo foi publicado na revista médica Lancet em colaboração com a ONG Eat Forum. Nele, os cientistas falam sobre como a indústria pecuária está impulsionando a mudança climática, poluindo a água do planeta e causando sérios danos ambientais.

Os cientistas também abordam os danos que os hábitos de alimentação precários ​​estão causando à saúde humana, com 2 bilhões de pessoas com sobrepeso ou obesas em todo o mundo, em contraste com os 2 bilhões de desnutridos e 800 milhões de pessoas passando fome diariamente. Eles dizem que, se toda a população adotar a dieta, poderiam alimentar seguramente 10 bilhões de pessoas – a estimativa da população mundial até 2050.

Em termos globais, a dieta exige que as pessoas reduzam pela metade o consumo de carne vermelha e açúcar. Enquanto o consumo de legumes, frutas, verduras e grãos deve aumentar em duas vezes.

Quanto a lugares específicos, como a América do Norte ou a Europa, o consumo de carne deve ser reduzido em mais de 80%, aumentando em 15 vezes o consumo de grãos como feijão e lentilhas.

“Precisamos de uma revisão significativa para mudar o sistema alimentar global em uma escala nunca vista antes, de maneira apropriada às circunstâncias de cada país”, disse um dos autores do estudo, Tim Lang, da Universidade de Londres.

Os editores da revista Lancet, Richard Horton e Tamara Lucas, disseram que a implementação dessas mudanças é crucial para a nossa sobrevivência. “A civilização está em crise. Não podemos mais alimentar nossa população com uma dieta saudável sem levar em conta o meio ambiente. Se pudermos comer de uma maneira que beneficie tanto o nosso planeta quanto os nossos corpos, o equilíbrio natural será restaurado.”

Ativistas protestam contra a venda de carne em supermercado “ético”

Os ativistas da Direct Action Everywhere (DxE) fizeram um protesto no autoproclamado “supermercado ético” HISBE na cidade de Brighton, Inglaterra, alertando os consumidores sobre a verdadeira procedência dos produtos da empresa.

Foto: Direct Action Everywhere

A empresa diz que trabalha com fazendas “onde os animais são tratados com cuidado e respeito”, vendendo apenas produtos de produção local. A sigla HISBE significa “How it should be”, ou “Como deveria ser”.

Cerca de 30 pessoas fizeram uma fila nos corredores e ficaram do lado de fora segurando cartazes com mensagens como “local não significa ético”.

“Não seja ingênuo – não existe carne, leite ou ovos ‘felizes’,” disse um dos ativistas da DxE. “Essas fazendas não são éticas, são lugares onde animais são criados para serem engordados e assassinados.”

“‘Ao ar livre’ e ‘produto local’ são rótulos que fazem as pessoas se sentirem mais à vontade com a exploração animal e assassinato, mas não há nada de ético em criar e matar animais.”

“Todo esse incentivo ao consumo de ‘carne feliz’ não são pequenos passos na direção certa, são grandes passos em uma direção seriamente retrógrada e perigosa. Temos a responsabilidade de ser consumidores conscientes e responsabilizar nossas empresas.”

“Toda e qualquer forma de obter lucro a partir de animais é errada, a vida dos animais só a eles pertencem.”

O DxE é um movimento internacional com vários subgrupos no Reino Unido. Eles promovem a conscientização do público e seu objetivo é “desnormalizar atividades que envolvem a exploração animal através de protestos pacíficos”.