Crianças aprendizes de toureiro matam 24 bezerros em quatro dias

Foto: Pen News

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Uma escola de touradas que treina jovens para matar bezerros para entretenimento provocou uma onda enorme de indignação ao fazer adolescentes matarem 24 dos animais indefesos em apenas quatro dias.

O comediante Ricky Gervais se juntou ao coro de indignação e revolta depois que quatro bezerros foram massacrados por jovens como parte de seu “treinamento” de matador no mês passado, por uma entidade que alegava ser a “academia” das escolas de touradas.

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Mas agora uma escola em Colmenar Viejo dobrou os números da prática cruel chegando a 24 bezerros indefesos mortos por seus estudantes em apenas quatro dias.

Imagens capturadas por ativistas de Animal Guardians e La Tortura No Es Cultura mostram que os toureiros são claramente adolescentes.

A praça de touros está quase vazia, mas as crianças estão entre os que assistem, com um menino filamando o massacre em seu tablet.

Algumas das crianças mais novas são depois apresentadas mostrando orgulhosamente orelhas arrancadas dos animais moribundos como um troféu de morte.

Marta Esteban, da Animal Guardians, disse que as idades exatas dos pretensos matadores não podiam ser determinadas, mas alguns jovens começam a treinar com apenas 14 anos.

Ela disse: “Eles geralmente começam a matar animais a partir dos 14 anos de idade e geralmente ficam em escolas de touradas até os 18 anos, embora alguns permaneçam até os 21 anos”.

Foto: Pen News

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“Este evento viola o direito das crianças e adolescentes de viver em um ambiente livre de violência e é imperativo que algo seja feito a respeito”.

As lutas com bezerros, conhecidas em espanhol como “becerradas”, são consideradas “aulas práticas” pelas escolas de touradas.

Os bezerros costumam ser usados quando matadores inexperientes ou convidados destreinados entram na arena, porque são menos perigosos para os seres humanos.

No entanto, os bezerros sentem mais agudamente a agonia das espadas e das bandarilhas – os que os enfrentam são menos experientes e os golpes são menos prováveis de serem fatais, prolongando a tortura.

Agora, os ativistas estão lançando uma petição internacional para garantir que as lutas contra bezerros sejam proibidas no país.

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Carmen Ibarlucea, presidente da La Tortura No Es Cultura, disse: “É inconcebível que esses atos de extrema violência contra os seres sencientes possam ser considerados uma forma de entretenimento”.

“Eles são uma atrocidade e devem ser banidos. Pedimos às pessoas que assinem a nossa petição e escrevam ao conselho da cidade de Colmenar Viejo pedindo o fim destes espetáculos”.

Milhares de touros mortos por ano

Considerada uma tradição na Espanha, em Portugal, no sul da França e em diversos países da América Latina, as touradas resultam na morte de 250 mil por ano, de acordo com informações da Humane Society International.

Segundo David Arioch, na tauromaquia, entretenimento para a plateia, “arte” para o toureiro e terror para o animal, a vítima recebe inúmeros golpes de arpão antes de amargar uma morte lenta e dolorosa diante de uma plateia que inclui crianças. Naturalmente, aqueles que são mais compassivos e que racionalizam as consequências para o touro, podem se perguntar: “O que ensinamos quando endossamos ou aplaudimos a morte de um animal colocado em uma arena contra a sua própria vontade?”

Em nenhuma tourada o animal demonstra qualquer tipo de satisfação ou prazer em estar diante de uma plateia, por vezes barulhenta, e de uma pessoa que, usando um traje que mascara a brutalidade da realidade, qualifica como arte o ato de provocar um animal para que ele reaja, e assim possa dizer que o “venceu” ou o matou porque foi “melhor que o seu adversário”, complementa Arioch.

“Não creio que o animal tenha o ardil de observar o ser humano como adversário ou rival. Essa racionalização é essencialmente humana. Ao animal, o interesse é apenas de se livrar da situação. É por isso que contra-ataca. A ele, a disputa é inexistente. Se demonstra fúria, acredito que não seja na realidade pelo homem por ser homem, mas pelo que o homem provoca e representa movido pela embófia, presunção”, diz o ativista vegano.

“Na tourada é muito comum o touro não reagir quando não há investidas do toureiro, e isto porque o touro não está na arena por opção, mas somente imposição. Os humanos, seja na arena ou na plateia, que são seus algozes, seja por um viés dissimulado ou não”, complementa ele.

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Escolas se adaptam e oferecem alimentos livres de crueldade a alunos veganos

A expansão do veganismo, que tem se tornado uma realidade na vida de muitos brasileiros, fez com que escolas de Florianópolis (SC) passassem a oferecer opções veganas a alunos adeptos dessa filosofia de vida.

Uma das crianças que tem se beneficiado dessa novidade é Dominique, de quatro anos. Ela frequenta uma escola no bairro Pantanal e recebe merenda adaptada. Vegana, ela é filha da tatuadora Júlia Harger, que também é adepta de uma vida livre de sofrimento animal.

Júlia Harger/Reprodução/ND

Na escola de Dominique, no entanto, ela não é a única vegana. Isso, inclusive, facilitou a inserção da menina à escola, já que quando a mãe foi fazer a matrícula na instituição descobriu que não precisaria orientar os profissionais do local sobre a alimentação da filha, já que a escola estava preparada para isso. As informações são do portal ND+.

A creche municipal Nossa Senhora Aparecida oferece lanches e uma “jantinha caseira e vegana deliciosa”. Na última festa julina feita pela instituição foram oferecidos aos alunos bolos veganos.

“Foi ótima a adaptação. Quando cheguei na escola, nem precisei falar sobre o que era ser vegana. Como já havia outra criança, a escola estava acostumada e foi tranquilo. Como ela estuda à tarde, os lanches normalmente são frutas. À noite, as funcionárias separam a comida quando é carne moída com macarrão ou canja”, disse Júlia.

A rotina de Dominique e de sua mãe é relatada por Júlia no perfil do Instagram “Vegana É Sua Mãe”, que conta com mais de 39 mil seguidores. Na rede social, os assuntos são alimentação vegana – inclusive com publicações de pratos simples e gostosos – e maternidade.

Lei autoriza cardápio vegetariano em escolas

Florianópolis conta com uma lei municipal que, desde 2015, autoriza a prefeitura a colocar um cardápio vegetariano nas escolas da cidade. Além disso, neste ano a Secretaria de Educação do município ofereceu tópico especial sobre alimentações alternativas na formação anual das cozinheiras devido à expectativa de receber mais alunos que precisam desse tipo de refeição.

Faz parte da formação das cozinheiras aprender a fazer pratos sem carne usando os alimentos disponíveis na pauta de compras da alimentação escolar.

“Introduzimos o assunto para as cozinheiras. Agora, a gente está mais atento a essa necessidade e, já que é uma tendência e uma demanda que estava reprimida, o departamento tem que ficar atento e construir estratégias para atender os alunos com algum tipo de restrição”, disse a nutricionista do Depae (Departamento de Alimentação Escolar), Renata Brodbeck Faust.

Um levantamento junto às escolas também tem sido feito pela prefeitura para mapear o número de vegetarianos e veganos que estudam na rede municipal de ensino. A secretaria também busca entender quais tipos de alimentações existem entre os alunos para planejar cardápios completos.


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Casal de coelhos se encanta pelo bebê de sua tutora e não sai de seu lado

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

A chegada de um novo bebê à família pode ser estressante quando animais domésticos estão envolvidos – mas quando Jenn Eckert teve sua filha, Bailey, em junho passado, ela nunca poderia ter sonhado com a rapidez com que seus coelhos, Alfie e Amelia, se apaixonariam por.

No primeiro encontro deles, não havia como negar Alfie e Amélia amava sua nova irmãzinha. Eles ficaram de pé ao lado da criança em seu carregador no hospital, com suas orelhas grandes quase tão grandes quanto ela.

“Alfie tentou pular no banco do carro, e Amelia apenas cheirou”, disse Eckert ao The Dodo. “Ambos foram tão gentis e cuidadosos com ela, então eu soube que eles seriam seus melhores amigos.” Eckert estava certa.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Embora os coelhos possam às vezes ser indiferentes, Alfie e Amélia, que vivem livremente na casa da família de Wisconsin, imediatamente deixaram claro que, quando Bailey estava na sala, nada mais importava.

“Ela é sempre o centro das atenções”, disse Eckert. “Eles vão se deitar com ela quando ela está dormindo. Eles tendem vigiar um pouco, como se eles imediatamente tivessem assumido a responsabilidade de protegê-la.

Como Bailey esteve em volta de coelhos toda a sua vida, ela os ama de volta com a mesma intensidade. Ela costuma rolar para ver Alfie e Amelia quando eles entram na sala, e também adora alimentá-los. Os coelhos são ambos enormes, descendentes de uma raça conhecida como gigante de flandres, que podem pesar mais de 20 libras (cerca de 9 kg), então eles são os amigos do tamanho perfeito para ela.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Quando Bailey fircar mais velha, ela terá sua família e os coelhos estarão lá a cada passo do caminho para ensiná-la sobre o mundo. Parece que Alfie e Amelia já estão ensinando a ela muito sobre gentileza e respeito.

“Eles definitivamente são os protetores de Bailey”, disse Eckert. “Alfie fica agitado e começa a pular e fazer barulho quando Bailey está chorando, como que para me alertar. Quando Bailey está dormindo, os dois [continuam] cheirando para ver se ela está acordada”.

Infelizmente, muitas famílias abandonam seus coelhos porque algumas pessoas não acreditam que eles possam coexistir com crianças. Enquanto as crianças devem ser sempre supervisionadas e gentis com os coelhos, os animais podem ser companheiros maravilhosos para pessoas de todas as idades e muitas vezes têm muito carinho para oferecer a seus humanos.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Por Alfie e Amelia são tão gentis com Bailey, Eckert começou a treiná-los como coelhos oficiais de terapia, trabalhando com uma organização chamada Pet Partners. Depois que eles se tornarem certificados, eles começarão a fazer visitas regulares a hospitais e casas de repouso para se encontrarem e se aconchegarem com os pacientes.

“Eu vejo que as pessoas são muito curiosas sobre eles, elas pensam que os coelhos não são animais domésticos para conviver com um bebê”, disse Eckert. “Com Bailey, eu tenho a oportunidade de mostrar às pessoas que só porque você tem um bebê não significa que você não pode manter seu coelho. Também aproveito para educar as pessoas sobre os cuidados com os coelhos – eles não são apenas um animal que você pode colocar em uma gaiola”.

Com uma vida útil de mais de 10 anos, os coelhos são altamente inteligentes e criam laços estreitos com seus parceiros e famílias humanas. Muitos coelhos, como Alfie e Amélia, vivem soltos pela casa, o que lhes permite muito exercício e socialização.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

Embora, por natureza, eles geralmente não gostem de ser pegos, eles ficam felizes em se sentar ao lado de seus humanos e aceitar guloseimas ou carinhos. “Eles são animais gentis por natureza e podem ser menos intimidantes para uma criança porque não latem”, disse Eckert.

Eckert primeiro se apaixonou por coelhos gigantes há cerca de cinco anos, quando o marido trouxe para casa uma coelha da raça gigante de flandres chamado Betsy. Betsy tornou-se a maior companheira de Eckert, que acabara de perder a mãe na época. A família adotou um coelho chamado Walter logo depois, e Eckert se apaixonou ainda mais pelos animais.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

O espírito de Betsy e Walter vive nos jovens Alfie e Amélia enquanto eles introduzem as pessoas à alegria dos coelhos domésticos. A filha de Eckert, Bailey, foi uma das primeiras crianças com quem os dois conviveram – e está claro que elas sempre a amarão um pouco mais.

“Os coelhos sempre foram meus bebês, então observar como eles reagiram imediatamente com minha flha foi incrível, e observar o vínculo crescer à medida que eles interagem mais é emocionante”, disse Eckert.

Foto: Jenn Eckert

Foto: Jenn Eckert

“Com Bailey ainda tão jovem, todos os três são completamente dependentes de nós para a alimentação, um lugar seguro para dormir, amor, e tudo mais. Eu acho que, em muitos aspectos, eles reconhecem isso. É como se eles tivessem sua própria linguagem particular”.

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Ivanka Trump é criticada na internet após postar foto do cão que comprou para a filha

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Ivanka Trump está sendo criticada ferozmente nas redes sociais depois de revelar que comprou de presente de aniversário para sua filha Arabella, um cachorro todo branco chamado Winter.

Com tantos animais em abrigos à espera de um lar, a filha do presidente Trump compartilhou uma foto do novo cão que havia acabado de comprar para sua filha, que fez oito anos, em um post no Instagram no sábado.

“Conheça o Winter, o sonho de aniversário de Arabella se tornou realidade e este é o mais novo membro da família Kushner!”, Escreveu Ivanka ao lado da foto.

Ivanka não revelou o tipo de raça, mas seus seguidores especularam que Winter seja um cão da raça pomsky, que é um cruzamento entre um Husky Siberiano e um Lulu da Pomerania que é frequentemente referido como uma “raça de cachorro criada” (raça que não existia e foi criada por cruzamentos forçados de raças que naturalmente não ocorreriam).

Quase imediatamente depois de compartilhar a imagem de Winter, Ivanka e sua família foram atingidos por uma série de comentários negativos sobre a postagem, tanto por comprar o animal quando tantos há cães abandonados precisando de uma família, como acusações de racismo por ter escolhido um cão completamente branco.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Muitos foram rápidos em criticar a cor do pelo do cachorro e fazer comparações com o tratamento de crianças migrantes em centros de detenção de controle de fronteira.

O advogado Michael Avenatti estava entre os que criticaram o ato, ele retweetou a foto de Ivanka e trouxe seu irmão Donald Trump Jr. para a discussão ao mencioná-lo no comentário.

‘Biff @ DonaldJTrumpJr – condolências à sua irmã substituindo você como seu filhote favorito. Aliás, sua família permite algo em suas vidas que não seja BRANCO? Avenatti twittou.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Outros twittaram: “Se fosse um cachorro marrom, você o colocaria em uma gaiola? Mas é claro que vcs querem ter um cão todo branco, racistas”.

“O cachorro se chama Winter (inverno) e é todo branco, eu acho essa é a única coisa que o mantém fora de uma gaiola na casa dos Trump”, escreveu um usuário do Twitter.

Outro usuário do Twitter mencionou as crianças imigrantes em detenção, questionando: “Eu me pergunto o que as crianças em celas recebem por seus aniversários?”.

Foto: Ivanka Trump/Instagram

Foto: Ivanka Trump/Instagram

“Milhares de crianças sob a custódia dos EUA não tomaram banho, nem puderam escovar os dentes ou foram abraçadas em semanas graças a seu pai, mas é legal você ter um novo filhote, não é?”, uma pessoa twittou.

Acredita-se que Winter seja o único animal doméstico da família Kushner.

Arabella completou oito anos em 17 de julho e o cachorro foi presente para o aniversário dela.

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Vídeo flagra veadinho brincando com visitantes em lago de reserva

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Kathleen Kennedy Ferris visita o Parque Estadual de Saugatuck Dunes, no Michigan (EUA) todos os anos com a família, mas nunca chegou perto da vida selvagem do parque antes da segunda-feira.

Kathleen e seus filhos estavam entre as dezenas de visitantes do parque que assistiram a um veadinho brincalhão passar pela multidão na praia e entrar no Lago Michigan nos últimos dias.

Vídeos do animal, que mostram o veadinho brincalhão na praia, se misturando aos visitantes e interagindo com eles por pelo menos 30 minutos, se tornaram virais na internet, provocando reações de todo tipo de centenas de usuários das mídias sociais.

Enquanto alguns visitantes encontraram o cervo no sábado, Kathleen não conseguiu encontrar-se com o veadinho até segunda-feira.

Para os visitantes do parque, Kathleen disse que o encontro inicialmente causou espanto.

“Meus filhos acharam de início que era um cachorro grande e, em seguida, ficaram surpresos e disseram “Meu Deus, é um cervo””, disse Kathleen. “Todo mundo estava absolutamente em choque.”

A visitante do parque disse que não tinha certeza de como lidar com a situação – em todas as suas visitas a Saugatuck, ela e sua família nunca foram abordados por animais.

“Deveríamos ter pegado nossas toalhas e absolutamente saído da praia? Eu não sei”, disse ela.
Enquanto alguns visitantes acariciavam o cervo ou ficavam nas proximidades para observá-lo de perto, Kathleen disse que nenhum dos banhistas estava perseguindo o veadinho – era o animal que não saía e continuava se aproximando das pessoas.

“É como pombos no parque, esquilos no parque, eles só se acostumam com as pessoas e se aproximam, e é um pouco assustador, mas é lindo”, disse Kathleen.

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Foto: Kathleen Kennedy Ferris

Em um ponto, Kathleen, o animal se tornou particularmente atraído pelas pranchas de bodyboard que a família ao seu lado trouxe, e não saía de perto deles.

Don Poppe, biólogo de vida selvagem do condado de Allegan, do Departamento de Recursos Naturais de Michigan, disse que quando os cervos se tornam muito à vontade com os humanos, eles se tornam “habituados” e podem se tornar agressivos. Poppe disse que o DNR está de olho neste cervo em particular, que vem se aproximando dos humanos desde o início de junho.

Viu um cervo selvagem? Não acaricie ou toque nele

Kathleen disse que acha cada vez mais comum que veados selvagens se misturem com as pessoas. Quando ela viu três veados andando pelo seu bairro recentemente, ela ligou para a polícia para ter certeza de que os animais estariam seguros ali, e o departamento informou a ela que, “isso começou a acontecer com maior frequencia e você tem apenas que deixar a natureza seguir seu curso”.

Veados habituados com pessoas aparecem às vezes em áreas urbanas ou nos subúrbios, disse Poppe, mas geralmente mostram algum medo dos seres humanos. Este cervo era destemido, disse Kathleen, que estimou que levou 30 ou 45 minutos para o animal deixar a praia.

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Crianças reaproveitam caixas de suco para construir casinhas para animais abandonados

Um grupo de crianças se uniu para construir casinhas para cachorros e gatos abandonados no Chile. Entre elas está a idealizadora do projeto, Constanza Osorio Zaldivia.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Constanza decidiu reaproveitar caixas de suco jogadas no lixo por seus vizinhos para fabricar casinhas. A ideia tem beneficiado não só os animais, mas também o meio ambiente, e surgiu após a garota se informar sobre o efeito devastador do lixo na natureza. As informações são do portal Razoes Para Acreditar.

Dezenas de crianças fazem parte do projeto. Elas juntam as caixas vazias, lavam, recortam e constroem as casinhas. Depois, as colocam em praças e calçadas, além de doar algumas para abrigos de animais.

Para fazer com que as casinhas fiquem impermeáveis à água, as crianças as forram com fita adesiva. Além disso, graças à tecnologia Tetra Pak, as pequenas casas para animais são bastante resistentes.

O projeto teve início há dois meses e, de acordo com Constanza, “está apenas começando”.


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Aplicativo incentiva crianças a preservar as espécies ameaçadas de extinção

Foto: Sky News

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O aplicativo Seek ajuda os usuários a identificar uma espécie da vida selvagem, ao filmá-la em um smartphone.

Espera-se que a tecnologia incentive os jovens a se envolverem mais com a natureza e descobrirem mais sobre os insetos, plantas e animais que vivem ao seu redor.

As informações coletadas no aplicativo podem ser enviadas para um banco de dados global para ajudar os cientistas a mapear espécies diferentes em todo o mundo.

Imogen, de 9 anos, encontrou bichos-de-conta, bicha-tesoura e aranhas em seu playground da escola usando o aplicativo.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

Ela disse: “É realmente emocionante porque se você tirar uma foto de uma flor, o app diz que tipo de flor é aquela.

“Você aprende o que as espécies são, passa a saber mais sobre elas, para que você possa tentar protegê-las caso elas sejam raras ou ameaçadas de extinção.”

Mais de um milhão de espécies de animais e plantas estão em risco de extinção, segundo um importante relatório da ONU divulgado recentemente.

A pesquisa, publicada no mês passado, descobriu que a natureza está em um declínio contínuo a uma velocidade nunca antes vista.

O professor Alexandre Antonelli, diretor de ciência da Kew Gardens, diz que envolver crianças “será essencial para proteger nosso planeta”.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

Ele acrescenta: “A biodiversidade é essencial para medicamentos, a comida que comemos, os materiais que usamos.

“É muito importante expor as crianças à natureza desde a mais tenra idade, porque se os pais e educadores fizerem isso, elas também entenderão não apenas a natureza como um todo, mas também as diferentes espécies.

“Ao fazer isso, as crianças também se envolvem mais na biodiversidade e com a natureza e também trabalharão para proteger o fauna e a flora, porque eles serão os tomadores de decisão no futuro.”

Colin Buttfield, da WWF, diz que a tecnologia será fundamental para envolver os jovens nas questões que afetam o planeta.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

“Somos a primeira geração de pessoas a saber o impacto do que estamos criando no planeta e a última que tem a chance de fazer algo a respeito”, disse ele.

“Os jovens estão exigindo cada vez mais que nossos líderes tomem medidas para proteger a Terra”.

“Recursos como o aplicativo Seek são vitais para ajudá-los a aprender mais sobre as maravilhas do nosso mundo natural e fazer parte dos esforços científicos para entender o impacto e a responsabilidade que teos em relação ao meio ambiente”.

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Cachorro que teve o corpo todo coberto por cola é adotado e vence o trauma

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Quando as equipes de resgate da Turquia finalmente chegaram até Pascal, o filhote de cachorro, ele estava tão rígido que parecia uma estátua. Mas o pobre animal não estava congelado de medo; a um grupo de crianças cruéis tentou afogar o inofensivo filhote em cola antes de arrastá-lo pela lama.

Eles então deixaram Pascal lá para morrer enquanto a cola se tornava cada vez mais sólida, dificultando a movimentação do cachorrinho. Ele estava perdendo o suprimento de sangue para uma de suas orelhas, já que a cola havia endurecido em sua pele. Ele também estava tendo problemas para respirar e não teria sobrevivido por muito mais tempo se não fosse pelos socorristas.

Assim que a equipe de resgate o levou de volta à clínica do He’Direct of Rescue, eles começaram a raspar toda o pelo emaranhado de Pascal que estava colado. Infelizmente, a cola se espalhou por todo o seu pelo, então eles não tiveram escolha a não ser raspar sua pele toda. Sua pele estava extremamente danificada pelos produtos químicos da cola, então eles lhe deram banhos medicinais para ajudar a aliviar a dor.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

A infecção da pele e o corpo ferido foram os piores dos seus problemas. Ele era um filhote normal e saudável, tirando a agressão que havia sofrido. Agora era hora do pequeno Pascal se curar.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Como Pascal foi completamente traumatizado por essas crianças, ele hesitava em confiar nas pessoas. Mas com o tempo, ele entendeu que nem todos estavam lá para machucá-lo. A equipe da ONG o encheu de amor e, finalmente, ele começou a se curar de dentro para fora.

Foto: He'Art of Rescue Internacional Facebook

Foto: He’Art of Rescue Internacional Facebook

Adoção

Quando ele começou a curar sua alma, o mesmo aconteceu com seu corpo. Seu pelo começou a crescer e ele se tornou um cão completamente diferente. Uma vez que ele ficou saudável o suficiente, o veterinário deu alta a Pascal e ele foi morar em um lar temporário.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Logo depois, ele foi adotado por uma família amorosa na Espanha! Pascal agora tem um novo irmão, um cachorrinho lindo e ele está aproveitando sua nova vida.

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Aquilo que a escola também deve ensinar

Por Aleluia Heringer

Recebi, de uma conhecida, fotos e vídeos de sua filha em uma festa junina. São imagens daquilo que estava sendo oferecido como entretenimento para as crianças: rifa de calopsita, pescaria de saquinhos com peixes vivos, uma gaiola com os pintinhos e a galinha, ao sol, cercada de gente. Por fim, para quem quisesse registrar em fotos o dia feliz, um cavalo preso a uma carroça, com todas as amarras possíveis.

A pescaria de saquinhos com peixes vivos é uma prática cruel (Foto: Getty Images)

A esta hora a festa já acabou. Cada família tomou o seu rumo. Casa bichinho que ali estava, compondo, contra sua vontade, “a festa”, deve estar em algum canto improvisado de alguma casa. Fecha-se a cena, que não precisa de nomes ou de endereço.

O que chamou minha atenção nessa história é onde ela acontece: em uma escola! Lugar onde se ensinam coisas, que esperamos que sejam boas, exemplares e condizentes com aquilo que se espera hoje e amanhã das pessoas e da coletividade, na relação consigo, com os outros, com a natureza e com os animais. Quando crianças, mediadas pelos adultos e pela instituição escolar, são submetidas a uma proposta em que o animal é exposto, vendido, preso e rifado, apenas para distrair e divertir o “animal humano”, aí é bem problemático. Há um currículo oculto presente nessa situação. Reforçamos para a próxima geração que o animal está a nosso serviço, que não tem necessidades, não almeja a liberdade, não sente desconforto e que suporta tudo, afinal, nasceu para isso! Esse é o subtexto.

Alberto Schweitzer, prêmio Nobel da Paz de 1958, escreveu que “quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes”. Schweitzer era de uma família rica na Alemanha, mas, como médico, foi viver entre os africanos das colônias francesas que necessitavam de cuidados e assistência médica. Ou seja, a compaixão estendida a todos os seres é um novo padrão de pensamento que precisa ser incutido em todos nós, adultos e crianças. Ao contrário, o padrão antropocêntrico e predatório que a humanidade traz consigo é o responsável pela extinção em curso de um milhão de espécies de animais e plantas, segundo o relatório publicado em maio deste ano pela Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistema. A plataforma contou com 145 cientistas de 50 países e o relatório é considerado o mais extenso sobre perdas do meio ambiente.

O que isso tem a ver com essa tal Festa Junina? Muito! É o mesmo modo de operar e o mesmo modo de pensar. A única diferença é que a escola fez uma microdemonstração daquilo que a humanidade vem fazendo com os animais silvestres, com os rios, florestas e oceanos. A lógica da gaiola, da jaula, da não liberdade, da submissão aos interesses do outro, maior e mais forte. Definitivamente, precisamos passar para outra cena, fazer outras perguntas e inventar outras formas de entretenimento que não sejam à custa do outro.


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Touros jovens são torturados por crianças em arena

Foto: Pen News

Foto: Pen News

Imagens revoltantes de touros com menos de dois anos de idade sendo torturados até a morte por crianças na Espanha foram descritas como “impróprias para um país civilizado”.

As cenas ultrajantes foram filmadas ontem em uma arena em Córdoba, onde aprendizes de toureiros – alguns aparentemente menores – foram convidados a enfiar espetos nos filhotes de touros indefesos para entretenimento.

O vídeo mostra as orelhas de um dos animais moribundos sendo arrancadas e apresentadas a um matador infantil como troféu, enquanto outro menino recebe a cauda do animal.

As imagens também revelaram um estudante de toureiro – aparentemente um adolescente – que parecia ter sido ferido, com o rosto coberto de sangue conforme ele ataca o animal.

Segundo os ativistas das ONGs Animal Guardians e La Tortura No Es Cultura, a atividade bárbara é repetida anualmente em um evento chamado de “homenagem” às mulheres de Córdoba.

“Todo ano eles realizam essa luta com touros bebês e dizem que isso é feito como uma homenagem às mulheres de Córdoba”, disse Marta Esteban, da Animal Guardians.

Foto: Pen News

Foto: Pen News

“Pouquíssimas pessoas comparecem, cerca de 2 mil em uma arena de touros com capacidade para 17 mil pessoas”.

“Eles também fazem isso para promover os alunos aprendendo touradas em diferentes escolas de toureiros na Andaluzia”, diz Marta.

Ela continuou: “A orelha e/ou a cauda dos animais são oferecidas aos toureiros se tiverem um bom desempenho e então estes “troféus” são dados ao público como um ‘presente’.

Foto: Pen News

Foto: Pen News

Como pode ser visto no vídeo, um dos animais ainda está vivo quando a orelha é cortada. A outra orelha está se movendo enquanto eles fazem isso.

“Não temos como saber a idade exata dos estudantes de touradas envolvidos. Alguns parecem ter menos de 18 anos. Eles podem matar animais a partir de 14 anos.

“Então, esses meninos seriam os que realmente torturariam os touros adultos e se apresentariam na tourada”.
“Há espectadores de todas as idades e aqueles que são convidados para entrar na arena estão vestidos com suas roupas típicas de cordobenses para pegar as orelhas”.

Foto: Pen News

Foto: Pen News

Ela acrescentou: “Esta violência gratuita praticada contra seres nobres e inocentes é levada a cabo por jovens, alguns provavelmente menores de 18 anos e na presença de outros menores. Isso é impróprio para um país civilizado”.

“Exigimos que os políticos tomem medidas imediatas para que esse tipo de evento deixe de ocorrer em nosso país e as crianças e adolescentes sejam protegidos dessa violência”, afirma a ativista.

Ativistas alegam que a dor sofrida por esses jovens touros provavelmente teria sido pior do que a que os touros adultos sofrem em outras touradas, devido à inexperiência dos alunos.

Isso pode significar que os animais sofrem ataques e investidas malsucedidos que atingem seus órgãos internos sem matá-los, prolongando seu sofrimento.

Foto: Pen News

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Como forma de protesto as ONGs estão convocando as mulheres para inundar os gabinetes dos chefes do Conselho em Córdoba com reclamações, dizendo a eles que elas não aceitam o espetáculo horrível e cruel feito em seu nome

Eles também estão pedindo às mulheres que usem a hashtag #NoQuieroTuHomenaje (eu não quero sua homenagem) nas mídias sociais.

Carmen Ibarlucea, presidente da La Tortura No Es Cultura, disse: “Realizar um ato de violência e tortura contra touros jovens em homenagem às mulheres é um insulto.

Foto: Pen News

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“A mulher é por natureza protetora e compassiva, não uma amante do sadismo e da indiferença em relação ao sofrimento dos outros”, disse Carmen.

“Se você quiser prestar homenagem às mulheres, basta proibir esses shows em toda a Espanha e construir uma sociedade onde a cultura é livre de violência.”

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