Time de futebol servirá refeições veganas para crianças

 

A Devil’s Kitchen, uma fábrica de comida totalmente vegana, abriu recentemente em Stroud, Inglaterra e é o mais recente empreendimento do empresário Dale Vince, presidente do time Forest Green Rovers.

A linha de produtos produzida pela Green Devils , é à base de plantas, voltada para as crianças e inclui ‘bolas’ no estilo marroquino e hambúrgueres de queijo chili – todos livres dos 14 principais alérgenos alimentares, como nozes, sementes, glúten e soja.

Os produtos foram criados especificamente para escolas e universidades no Reino Unido, com parte dos esforços crescentes para reduzir o consumo de carne e derivados.

De acordo com o VegNews, a fábrica espera produzir 120 mil itens por semana. As primeiras encomendas de hambúrgueres Little Green Devil começam a ser despachadas na próxima semana e devem chegar aos cardápios escolares a partir de abril.

O Forest Green Rovers

É a primeira equipe vegana de futebol do mundo. Dale Vince, presidente do clube, tem uma posição ecológica na maneira como dirige o clube de futebol, vendendo apenas alimentos à base de plantas para os espectadores, incentivando a alimentação livre de carne para os jogadores e investindo no campo orgânico.

Vince também é dono da primeira empresa de eletricidade ecologicamente certificada do mundo, a Ecotricity, que promove energia sustentável e livre de exploração animal.

Ano passado, o chef Jamie Oliver criou um menu à base de plantas para o grupo. Junto com o fazendeiro e apresentador de televisão Jimmy Doherty , ele conheceu a equipe em seu estádio – The New Lawn – para as filmagens de seu programa de culinária do Canal 4 “Friday Night Feast”.

De acordo com o LiveKindly, Oliver e Doherty prepararam vários pratos vegetarianos estritos, incluindo um caril do Sri Lanka com couve-flor assada, para a equipe da Liga Dois da Inglaterra.

Crianças leem para cães maltratados para que eles voltem a confiar em humanos

Um abrigo para cães abandonados e vítimas de maus-tratos no Missouri, nos Estados Unidos, iniciou um projeto por meio do qual crianças leem para os cachorros. O objetivo é fazer com que os animais voltem a confiar nas pessoas e que as crianças aprendam a se relacionar de forma saudável com os cães.

(@hsmopets/Instagram)

O projeto, nomeado de “Shelter Buddies Reading Program” (Programa de leitura de amigos do abrigo, em tradução livre), trabalha com crianças de 6 a 15 anos. As informações são do portal M de Mulher.

Submetidas a um treinamento de 10 horas no Humane Society of Missouri, as crianças aprendem a se comportar corretamente diante dos animais, que estão fragilizados devido aos maus-tratos, e a interpretar a linguagem corporal dos animais para saber se eles estão estressados ou com medo.

Após o treinamento, as crianças sentam em frente aos cães, sob a supervisão de um adulto, e começam a ler histórias. Elas podem levar um livro que gostem ou escolher um dos mais de 100 livros disponíveis no abrigo.

O projeto tem ajudado na recuperação dos animais e funcionado como uma espécie de reabilitação. Com a leitura feita pelas crianças, os cachorros têm ficado menos estressados e, aos poucos, começam a confiar novamente nos seres humanos. Além disso, as crianças aprendem sobre a responsabilidade que elas têm com o bem-estar dos animais.

Crianças alimentam tartarugas com varas de pescar em parque aquático chinês

O parque aquático em questão, chama-se BHG Fantasy Ocean Park, e fica na cidade de Yinchuan (China). O estabelecimento iniciou suas atividades em 27 de janeiro e está aberto a menos de um mês.

As tartarugas mostradas no vídeo pertencem a espécie de tartarugas-verdes e são consideradas ameaçadas de extinção pela fundação World Wild Life.

Segundo a gerente do estabelecimento, Sra. Yuan, que fala pelo parque, a atividade foi planejada para ser uma “experiência para as crianças”.

As imagens se espalharam pelas mídias sociais chinesas e mostravam tartarugas nadando em um pequeno lago artificial enquanto meninos e meninas seguravam varas de pesca com pedaços de repolho pendurado nelas sobre os animais.

Crianças alimentam tartarugas com vara de pesca | Foto: Reprodução / Kuaishou

Crianças alimentam tartarugas com vara de pesca | Foto: Reprodução / Kuaishou

As cenas ganharam notoriedade depois que um visitante do parque postou o vídeo das crianças alimentando as tartarugas em uma plataforma de vídeo popular chinesa, o Kuaishou na semana passada.

O parque então, recebeu severas críticas de internautas e da imprensa local por estimular crianças a alimentar tartarugas ameaçadas de extinção com varas de pesca, como forma de entretenimento.

As imagens causaram preocupação entre os ativistas pelos direitos animais e uma das pessoas que assistiu ao vídeo, o enviou como denúncia para a Administração Nacional de Florestas e Pastagens da China na semana passada via Weibo (aplicativo chinês semelhante ao Twitter).

O denunciante escreveu no post: “Desde quando as tartarugas tem que viver uma vida tão difícil?”

O estabelecimento foi investigado pelas autoridades da cidade e a atividade de mau gosto foi encerrada.

O parque se defende afirmando que “o preço é barato, apenas 10 yuan (aproximadamente 0,61 centavos de real) por cada jogada, afirmou a gerente identificada pelo seu sobrenome apenas: Yang, ao BJ News.

A gerente fez questão de “garantir o bem estar” dos animais ao público e à imprensa.

Um animal selvagem, nascido livre na natureza e congenitamente preparado para buscar seu alimento em seu habitat, jamais encontrará algum bem estar em um ambiente artificial, sendo alimentado por varas conforme a vontade de humanos que o fazem por diversão.

O Depto. de Administração Florestal de Yinchuan confirmou que as tartarugas que aparecem no vídeo são tartarugas verdes, elas são espécies com status de protegidas na China, e o BHG Fantasy Ocean Park tinha 10 delas.

Ameaçadas de extinção por uma série de fatores, incluindo a colheita excessiva de seus ovos, caça e perda de habitat, elas são encontradas principalmente em águas tropicais e subtropicais.

Sua população global diminuiu em 90% nos últimos 50 anos, de acordo com a National Wildlife Federation dos Estados Unidos.

“Eu não como mais animais”, diz menina de 5 anos a seu pai

Foto: Getty Images / Marcduf

De todas as tradições da minha família, nossa festa de véspera de Natal continua sendo a minha favorita. Em vez de presunto ou peru, de alguma forma convenci a todos há 10 anos que deveríamos fazer frango frito.

Nós o marinamos no leite durante a noite, jogamos em uma farinha bem temperada e depois fritamos em uma panela de ferro fundido até dourar. Toda a casa cheira como uma fritadeira, e a cozinha requer um potente esfregão depois, mas eu não me importo nada com isso. Eu espero por essa refeição durante todo o ano.

Enquanto estávamos sentados em dezembro do ano passado para o jantar da véspera de Natal, minha filha olhou para o gigantesco prato de frango frito e perguntou casualmente: “É de um frango de verdade?”

“Claro”, eu disse.

“Hmm”, ela lentamente entoou. “Eu não como mais animais”. E logo em seguida, antes do início da minha refeição favorita do ano, minha filha de 5 anos decidiu se tornar vegetariana.

Para qualquer pai que come carne, isso seria um grande negócio. Mas para um escritor de comida, a notícia veio como um golpe no estômago.

Quando contei a essa história aos meus amigos, a maioria riu. “Não deixe que ela veja o seu feed no Instagram”, disse um deles. Isso é verdade. Às vezes parece que tudo o que faço é cravar meus dentes em partes de animais cozidos (@nkindelsperger).

Para os meus artigos, eu gosto de experimentar o maior número de pratos possível antes de fazer qualquer julgamento. Eu fiz viagens para Cincinnati apenas para comer chili e para a Carolina do Norte por churrasco.

Enquanto minha esposa e eu comemos muitas hortaliças em casa, a carne tem sido uma constante na minha culinária semanal desde que moramos juntos, de frangos inteiros e ombros de porco a bifes e salsichas.

Mas eu levei a declaração da minha filha a sério. De certa forma, eu estava orgulhoso dela. Enquanto eu não tinha interesse em seguir o exemplo, saber que carne vem de animais reais é importante. Ela ainda não sabe nada sobre fazendas industriais ou o impacto ecológico do gado. Ela só gosta de animais e não quer comê-los. Minha esposa e eu deixamos ela saber que poderíamos ajudar. O primeiro passo: ela teria que comer legumes.

Minha filha fica satisfeita com arroz e macarrão. Coloque queijo, um pouco de pão coberto com manteiga de amendoim, iogurte e flocos de milho, e isso cobre cerca de 75% de sua ingestão de alimentos. Não que minha esposa e eu não tentemos. Como todos os pais, em vão, empurramos legumes nela todos os dias. Ela vai tolerar ervilhas verdes. Vai mordiscar uma cenoura.

Uma vez eu a vi comer brócolis e gostar, mas ela agora se recusa a reconhecer isso. Na maioria das vezes parece impossível. Ela não olha para a couve, acha que a couve-flor cheira mal e arranca a beterraba sempre que está perto. Nós continuamos tentando.

Tivemos alguns sucessos no departamento de carne fake. Sinceramente, eu prefiro que minha filha coma nuggets vegetarianos do que os de frango. Ela acha que cachorros-quentes vegetarianos são bons. O hambúrguer, no entanto, ela desaprova.

Ela nunca foi exatamente uma grande comedora de carne. Bife a interessou por apenas duas mordidas, e ela costumava comer mais o frango crocante do que a carne. Pensamos cozinhar produtos sem de carne de porco poderia dar certo. Ela já dizimou pratos inteiros de charcutaria antes, pediu presunto no almoço por semanas a fio e adorava comer várias amostras grátis de fatias de salsicha de uma barraca em particular no mercado de agricultores locais.

Quando explicamos que presunto e salame vieram de um porco, ela parou por apenas alguns segundos, antes de perguntar: “O porco precisa dessa parte para viver?”

“Sim”, respondi.

“Então eu não estou mais comendo presunto”. Ela manteve essa promessa.

Eu tenho que admitir, algumas memórias do passado agora têm um tom de tristeza. Como nos dias de verão, quando eu a levava para o Red Hot Ranch, uma das melhores barracas de cachorro-quente de Chicago, e a colocava no balcão para comer um com batatas fritas. Senti-me ligado à cidade naqueles momentos e apreciei ela achar que adicionar ketchup era nojento.

Mas então percebi que nós criaríamos novos. Ela adora me ajudar a fazer pão. Embora às vezes mais farinha caia no chão do que na tigela, quando os pães crackly saem do forno, ela os devora mais rapidamente do que ela jamais fez com frango.

Principalmente, é incrível como esta mudança tem sido fácil. Temos amigos cujos filhos são vegetarianos e nos deram muitas dicas. Sua escola oferece uma opção vegetariana todos os dias. A maioria das festas infantis só serve pizza de queijo de qualquer maneira. Enquanto o cachorro-quente no Red Hot Ranch pode estar do menu, ela ainda pode comer as incríveis batatas fritas cortadas à mão.

Coincidentemente, estou trabalhando em um grande projeto de hambúrguer agora, o que requer que eu coma vários deles por dia. Eu nunca comi tanta carne moída na minha vida. Para me ajudar a sobreviver por enquanto, sou estritamente vegetariano em casa. Podemos continuar assim.

Não tenho ideia de quanto tempo isso vai durar. Ela tem 5 anos. Seu animal favorito mudou duas vezes desde o Natal. Depois de três anos nos dizendo que o azul era sua cor favorita, na semana passada ela mudou para vermelho. Mas a decisão de estar certa ou não de comer carne é um tópico importante a ser considerado, não importa a sua idade. As informações são do Chicago Tribune.

 

 

Após morte de garça, campanha alerta para maus-tratos a animais no Acre

A Secretaria de Meio Ambiente de Rio Branco (AC) iniciou uma campanha para falar sobre maus-tratos a animais. A ação ocorre após um grupo de crianças matar uma garça, na última terça-feira (12), no Horto Florestal.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

A secretária municipal de meio ambiente, Paola Daniel, explicou em entrevista do Jornal do Acre 1ª edição que existe a criação de um conselho de defesa e proteção dos animais.

“Iniciamos essa semana com a campanha vinculada aos maus-tratos de animais. A lei que prevê os maus-tratos é de 2002 e é fiscalizada pela Semeia, mas acho que não tem muita publicidade. Acaba que as pessoas não sabem como proceder. A campanha é justamente nesse sentido: maus-tratos, como proceder”, ressaltou.

Paola diz que as tratativas para a campanha eram trabalhadas há duas semanas. Infelizmente, segundo ela, o início culminou com a morte da ave que vivia no lago do Horto.

“Estamos formando esse conselho para atuar de forma mais forte no combate aos maus-tratos. Acabou que culminou nesse acidente que tivemos no Horto Florestal. Nossa garça, que virou meio que um símbolo aqui no Horto, foi morta por crianças com estilingue”, lamentou.

Morte

A secretária afirmou que a ave aparecia no Horto sempre no inverno. A ave apareceu por conta própria, era mansa e interagia com os visitantes do espaço. Na terça, uma criança apareceu na porta da administração com a garça nas mãos tentando reanimá-la.

“Não é a simples morte da garça, é a representatividade que isso tem dentro da nossa sociedade hoje. Primeiramente porque foi feito por crianças. A educação ambiental precisa ser fortalecida nas escolas, comunidades e em casa. Os pais precisam tratar isso com as crianças”, criticou a secretária.

Fonte: G1