Cão é amarrado pelas patas e arrastado por moto em Pernambuco

Um cachorro foi amarrado pelas patas e arrastado por um homem que dirigia uma moto em Sanharó, no Agreste de Pernambuco. O caso revoltou moradores da cidade e internautas.

Foto: Reprodução / TV Jornal

Um homem e uma mulher que passavam pelo local no momento em que o animal era arrastado contestaram a atitude do motoqueiro e registraram imagens dos maus-tratos. As informações são do portal TV Jornal.

“Arrastando aqui o cachorro, pelo meio da pista, olha a placa aqui da moto, coitado do cachorro”, disse a mulher enquanto filmava a cena. Nas imagens, é possível ver o cachorro morto, caído ao chão, já desamarrado da moto. Após a gravação iniciar, o motorista sobe na motocicleta e vai embora.

O condutor da moto alegou que o cachorro estava morto quando foi arrastado por ele. O homem é funcionário de uma churrascaria. Segundo o dono do estabelecimento, o cachorro teria morrido após ter sido atropelado e, por isso, ele teria pedido que o homem levasse o corpo para longe da churrascaria.

O dono do estabelecimento, o motorista que arrastou o animal e outro funcionário, que teria amarrado o cachorro à moto, foram encaminhados ao plantão da Delegacia de Belo Jardim. No local, foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os três responderão pelo crime de maus-tratos a animais.

Cão salvo de incêndio é agredido e fica em estado grave em Manaus (AM)

Um dos animais resgatados em dezembro do ano passado de um incêndio no bairro Educandos, em Manaus (AM), foi agredido com uma tábua na cabeça no último domingo (31) no Parque São Pedro, localizado no bairro Tarumã. A agressão ocorreu após o animal fugir de casa. A tutora responsabiliza um vizinho pelo ato.

Foto: Reprodução/ACrítica

Spike foi adotado por Manilze Ferreira de Souza, de 44 anos, após o incêndio. “O cachorro nasceu na comunidade atingida pelo fogo. Após o ocorrido, trouxe o filhote para casa. Ontem, minha filha acabou saindo de casa para comprar algo e acabou deixando o portão aberto. Ele acabou fugindo e indo para a calçada desse vizinho. O Spike estava só cheirando o chão, mas o vizinho pegou uma tábua e meteu na cabeça dele”, relatou a tutora.

Moradores da região que presenciaram os maus-tratos chamaram a polícia. “A polícia fez o vizinho levar o cachorro para o veterinário, mas o animal ficou com um coágulo na cabeça e não está reagindo aos medicamentos. O quadro dele é grave”, lamenta Manilze. As informações são do portal A Crítica.

A tutora conta que o agressor já havia ameaçado matar o cachorro. “Teve uma ocasião que o cachorro estava brincando na rua com a minha filha e neta. O neto desse vizinho ficou assustado com o Spike e ele foi bater na minha casa, dizendo que se aquilo voltasse a acontecer, mataria o animal. Mas ontem, o Spike só estava farejando na frente da casa dele, como todo cachorro faz quando foge. Ao encontrar o animal, ele deu a paulada. O Spike é brincalhão, vive lambendo os outros”, comenta.

O caso foi registrado no 20º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A tutora pede que a Justiça seja feita e que o agressor seja punido pelo crime que cometeu.

“Ele já faz parte da nossa família. Minha neta, que é autista, ama este cachorro e começou a desenvolver atividades ao lado dele. Denunciamos este caso, porque não queremos que fique impune. Se este meu vizinho faz isso com um filhote, que é totalmente indefeso, imagina o que ele faz com nós, seres humanos”, conclui.

Cachorro é abandonado às margens de rio com patas amarradas em SC

Um cachorro foi abandonado no último domingo (31) às margens do Rio Tubarão, entre Capivari de Baixo e Tubarão, ao Sul do estado de Santa Catarina.

Foto: Polícia Ambiental/ Divulgação

O animal, da raça boxer, estava com as patas traseiras amarradas com uma corda e corria risco de morte. As informações são do portal G1.

De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), o cachorro foi encontrado por voluntários durante uma ação de limpeza do rio. As testemunhas afirmam que ele estava com quase todo o corpo dentro da água.

Após o animal ser localizado, a polícia foi acionada. Chegando ao local, os policiais auxiliariam no resgate do animal, que foi retirado da água e levado em um pequeno barco até o local onde estavam outros participantes da ação de limpeza.

O cachorro foi alimentado e também recebeu água. O abandono comoveu um professor que participava da iniciativa e que, segundo a polícia, decidiu adotar o animal.

Foto: Polícia Ambiental/ Divulgação

Chef de cozinha acena com patos mortos para ativistas veganos durante protesto

Foto: DxE

Clément Leroy, chef do restaurante, interrompeu o protesto sacudindo os animais enquanto os ativistas gritavam: “Não é comida, é violência.” Os membros da DxE protestavam contra o uso do foie gras no restaurante The Square, em Mayfair.

De acordo com um dos ativistas, o chef “parecia estar orgulhoso da crueldade envolvida.”

“Ele estava acenando cadáveres em volta da área de preparação de alimentos”, acrescentou.

“Tenho certeza de que os oficiais locais de segurança alimentar estarão interessados ​​em suas ações.”

“O DxE é uma organização mundial de defesa dos direitos dos animais que promove protestos pacíficos para despertar a sociedade para a crueldade e o sofrimento envolvidos na produção de carne, laticínios, peixes e ovos“, disse um comunicado do DxE.

“Nosso objetivo é despertar a compaixão das pessoas a fim de criar um mundo vegano.”

Anti-vegano

Sv3rige, que está preparando uma ‘turnê’ anti-vegana pela Europa, comeu a cabeça de um porco cru, no evento anual VegFest de Brighton, no Reino Unido. O patético youtuber realizou a mesma manifestação macabra no ano passado em um festival de comida vegana em Amsterdã.

“O cara que come porcos mortos crus apareceu no VegFest. Para comer seu porco morto cru na frente de todos nós … O que é meio triste!”  Vir a um evento vegano para comer uma cabeça de porco crua como se fosse uma conquista? “, twittou Veggie Vince, um influente vegano.

Ativistas da  Direct Action Everywhere, ficaram em volta do homem, segurando cartazes dizendo “carne é assassinato” e “Não é comida, é violência”.

“Eles começaram a perturbar as crianças e os membros do público, e com isso em mente, a polícia chegou, deu-lhes um aviso e mandou-os embora”, contou o gerente da Vegfest UK, Tim Barford. As informações são do Plant Based News.

“O interessante foi que tínhamos membros do público que comiam carne dizendo que esse espetáculo revoltante os encorajara a desistir de comê-la. Parece que o protesto anti-vegano realmente encorajou as pessoas a se tornarem veganas.”

Apresentadora vegana Lucy Watson crítica ferozmente corridas de cavalos no Twitter

Livekindly/Reprodução

Livekindly/Reprodução

A estrela do programa Made In Chelsea, que se tornou empreendedora vegana recentemente, pediu a seus seguidores que não apoiarem a atividade cruel

A celebridade vegana, Lucy Watson, criticou violentamente as corridas de cavalos nas mídias sociais, acusando o número de mortes de animais que continua aumentando.

A personalidade da TV, que recentemente lançou uma série de refeições veganas prontas no Waitrose (cadeia de supermercados britânica), retweetou a notícia de outro cavalo que morreu no Festival de Cheltenham (Inglaterra), escrevendo: “Por favor, não apoiem corridas de cavalo”.

Explorados como produtos

Respondendo a um usuário do Twitter que sugeriu que cavalos não existiriam se não fosse pelas corridas de cavalo, Watson respondeu: “Com certeza eles prefeririam não existir a serem usados produtos para que as pessoas ganhem dinheiro”.

A estrela também deixou claro que não apoia mais o polo esportivo, após muitas pessoas nos comentários terem tentado criticá-la por ser “inconsistente”.

O usuário do Twitter, Lewis Thompson, argumentou: “Veja o quanto Bryony Frost ama Frodon e quanto esse cavalo é adorado e é cuidado, Então me diga que eles deveriam bani-lo”.

Ao que Watson respondeu prontamente: “Você chuta e chicoteia as pessoas que ama? Põe suas vidas em perigo por dinheiro?”

Pressionados até o limite

Sir Erec é o terceiro cavalo de corrida a ser morto em Cheltenham em 2019, após sua perna “literalmente ter se partido em duas” durante uma corrida.

A organização que atua em defesa dos direitos animais, PETA, disse: “Os cavalos criados para a satisfazer a ganância e a necessidade de velocidade da competição, são pressionados além de suas capacidades naturais e forçados a correr a um ritmo alucinante”.

“Aqueles que não sofrem ferimentos horríveis quando caem de cara na pista podem sofrer ataques cardíacos, sangrar pelos seus pulmões ou desenvolver ferimentos internos e úlceras dolorosos além de uma série de outros problemas de saúde que só existem por serem pressionados além de seus limites para entretenimento humano”

Irã proibirá uso de golfinhos em cativeiro para entretenimento humano

Foto: Pixabay

Golfinhos são seres extremamente inteligentes e ativos, mas são perseguidos,caçados e explorados em instalações aquáticas.

Treinados com provação de comida e castigos, eles são obrigados a realizar truques em minúsculos aquários.

Felizmente, o governo iraniano anunciou que vai restringir o desenvolvimento de novos ‘dolphinariums’ no país. A decisão faz parte de uma tentativa para acabar com a crueldade contra estes animais.

O subdiretor do Departamento de Meio Ambiente , Hamid Zahrabi, disse ao Iran Front Page que o governo “não concorda com o desenvolvimento dos ‘dolphinariums’, já que os animais não devem ser explorados para fins recreativos.”

“Acreditamos que os centros recreativos podem ser construídos sem assediar animais e emitimos instruções para impedir a criação destes centros.”

Zahrabi também citou motivos religiosos para a posição do governo contra os parques, dizendo que treinar golfinhos para realizar truques “em alguns casos é haram (proibido pela lei islâmica).”

Existem atualmente quatro dolphinariums em operação no Irã. Ainda não está claro se o movimento irá restringir suas operações, no entanto, ele impedirá o desenvolvimento de novas instalações.

O Irã vem se mostrando preocupado com o bem-estar animal nos últimos anos. Em 2017, lançou um projeto de lei que “ proibiria a tortura e o assédio de animais, abuso sexual, procedimentos cirúrgicos desnecessários, testes científicos não aprovados e mutilação”, informou a Radio Free Europe .

Mortes em cativeiro

Tristes e misteriosas mortes de golfinhos aconteceram em uma instalação aquática do Arizona – em menos de dois anos, quatro animais perderam suas vidas.

Após a morte do quarto golfinho e dos protestos, no início de fevereiro, o Dolphinaris Arizona anunciou que fecharia temporariamente para uma reavaliação das instalações e dos animais por especialistas externos.

A Dolphin Quest, empresa que emprestou um animal ao recinto, rescindiu seu contrato no dia seguinte à morte.

Dois dos quatro golfinhos restantes da instalação foram devolvidos ao Dolphin Quest, enquanto os outros foram transferidos para outra instalação licenciada enquanto o Dolphinaris Arizona estiver sendo avaliado.

Ativismo

O Greenpeace e a PETA já se manifestaram diversas vezes contra parques como o SeaWorld.

Um  documentário também foi feito para alertar sobre os horrores por trás das ‘belas’ apresentações.

“Blackfish”, de 2013, revelou o impacto que o cativeiro tem sobre os incrivelmente sociais mamíferos marinhos. O filme ganhou força e tornou-se diretamente responsável pelo declínio dos números de presença e pela consequente queda nos lucros do SeaWorld.

 

Vídeo revela animais sendo queimados e tendo corações arrancados ainda vivos

As imagens registradas por um convidado da matança mostram alguns homens matando cruelmente animais em uma propriedade na Austrália.

Eles usam maçaricos e cortam os corações de ovelhas e cabras enquanto ainda estão vivas.

Emma Hurst do Animal Justice Party disse ao Daily Mail Australia que o denunciante entrou em contato com ela após ser convidado para entrar e ficar horrorizado com o que viu.

“Ele diz que você pode entrar se for convidado e comprar uma ovelha lá, e é mais barato que uma loja, mas você tem que matar o animal sozinho”.

“As pessoas não sabem como fazer isso, então estão usando maçaricos ou cortando corações.”

Hurst afirma que ela entrou em contato com a RSPCA em relação ao assunto em fevereiro, mas não recebeu resposta.

A propriedade só foi invadida e fechada sob o Food Act NSW por violações de biossegurança e saúde após contato com o Departamento de Indústrias Primárias.

“Foi horrível, absolutamente horrível, para dizer o mínimo”, disseram.

“Essas matanças realmente destacam a necessidade de uma agência de proteção animal dentro do governo”, disse ela.

“Enviámos isso para a RSPCA em fevereiro e não obtivemos resposta – a única resposta que recebemos foi da autoridade de alimentos, mas não sabemos se o aspecto de crueldade contra animais está sendo investigado”.

Ela acrescentou dizendo que a crueldade com os animais também pode indicar a probabilidade de cometer atos de crueldade contra um ser humano.

“A suposta crueldade ocorrida em Cobbitty é inimaginável”, disse ela.

“Ouvimos relatos de que as pessoas cortam o coração de uma ovelha enquanto ela ainda estava viva, aterrorizada e tentando escapar.”

“Qualquer pessoa que queira causar esse tipo de dor e sofrimento a um animal mostra um estado psicológico preocupante e é um perigo para outros animais e para toda a comunidade”.

O Daily Mail Australia informa que tentou contato com o proprietário da local, mas ele se recusou a falar

Proibida desde 2017, exploração de animais selvagens é comum em Dubai

Manter animais selvagens aprisionados em cativeiro, sendo explorados como animais domésticos, é uma prática proibida desde 2017 nos Emirados Árabes Unidos. Isso, porém, não impede que milionários de Dubai continuem a explorar esses animais, fazendo vistas grossas para as normas do país.

Foto: Reprodução / Portal Meio Norte

De acordo com a lei, quem for flagrado com um animal silvestre pode ser punido com até seis meses de prisão, além do pagamento de multa de até 130 mil euros. As informações são do portal Meio Norte.

Árabes ricos, porém, costumam ter animais selvagens em casa e passear com eles usando coleiras e guias. As espécies mais exploradas são as chitas, os tigres e os leões. Manter esses animais em cativeiro é considerado um símbolo de status nos países do Golfo Pérsico.

Com o aumento da procura por chitas, por uma suposta “facilidade de domesticação”, a caça e o comércio desses animais aumentou. A espécie, que já corre risco de extinção, tem sido vítima dos traficantes. De acordo com o Fundo para Conservação da Chita, 1,2 mil animais da espécie foram traficados para fora do continente africano na última década. Devido ao transporte inadequado, 85% delas morreram antes de chegar ao destino final.

Fotografias de tigres, leões, leopardos e chitas dentro de carros e nas ruas de Dubai são frequentemente divulgadas nas redes sociais. Em 2018, um vídeo que mostra cinco tigres passeando em uma praia da cidade, nas proximidades de um hotel, viralizou na internet.

Vídeo mostra elefante acorrentado forçado a pintar na frente de turistas

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

Ao visitar a Tailândia, os turistas tem uma chance enorme de receber a oferta para um passeio ou uma experiência com um elefante. Este animal é considerado um símbolo nacional e os tailandeses tem muito orgulho disso.

Porém, este tipo de turismo envolvendo exploração de animais, como passeios e subjugação da vontade dos elefantes, são severamente criticados por grupos de bem-estar animal em todo o mundo. Um vídeo surgiu recentemente mostrando um elefante em uma creche tailandesa, pintando seu autorretrato.

A primeira vista pode parecer cativante a imagem do imenso animal segurando delicadamente um pincel ao colorir um desenho de si mesmo. Mas, enquanto o vídeo prossegue, é possível ver a enorme corrente em volta de seu pescoço e, de repente, as imagens tomam um rumo sombrio.


O vídeo foi filmado no National Elephant Day, que existe desde 1998.

Quando os milhões de turistas vão para a Tailândia todos os anos, muitos deles desejam tirar fotos em cima de elefantes, ou pelo menos perto de um deles.

Mas os pesquisadores descobriram que esse desejo de estar perto do gigante africano é também “alimentar a crueldade” contra esses animais. Isso não quer dizer que a creche no vídeo é culpada de crueldade, mas a indústria como um todo precisa de conscientização urgente.

Dos 3 mil elefantes observados na pesquisa na Ásia feita pela World Animal Protection, aproximadamente três quartos deles viviam em “condições de extrema crueldade”.

Maria Mossman, fundadora da ONG Action for Elephants do Reino Unido, disse ao The Guardian: “Muitos parques se anunciam como santuários, mas eles não são nada disso”.

“Nunca vá a um parque que anuncie shows, comportamentos não naturais, truques ou pintura de quadros – e, por favor, nunca monte um elefante”, pede ela.

Foto: PA

Foto: PA

Maria acrescenta ainda que alguns parques permitem que centenas de turistas filmem a si mesmos brincando com elefantes em área de irrigação.

“Em alguns lugares isso significa que muitas pessoas ficarão com os elefantes na água, a cada hora – isso não é natural para um elefante: ficar na água o dia todo com um monte de pessoas subindo em cima deles”, disse ela.

Em 2016, o TripAdvisor anunciou que estava cortando laços com qualquer serviço que oferecesse contato direto com elefantes. Mas isso não impede que milhões de turistas, quando chegam ao país, recebam ofertas de experiências com os animais dos moradores locais.

Veterinário e consultor de vida selvagem global da World Animal Protection, Dr. Jan Schmidt-Burbach, disse à BBC: “A tendência cruel de usar elefantes para passeios e shows está crescendo – queremos que os turistas saibam que muitos desses animais são tirados de suas mães ainda bebês, forçados a suportar duros treinamentos e sofrer condições precárias de vida durante toda a vida”.

O governo tailandês está ajudando a acabar com o abuso de animais nesses parques, criando um banco de dados de todos os elefantes em cativeiro. Espera-se com isso que eles seja capazes de rastrear a saúde do animal e garantir que eles não estejam sofrendo.

Cadela grávida é enforcada com corda presa à árvore no litoral de SP

Uma cadela grávida foi enforcada com uma corda presa a uma árvore em um terreno baldio na praia da Enseada, em São Sebastião, no litoral do estado de São Paulo. O corpo do animal foi encontrado na quinta-feira (21) e revoltou biólogos que realizavam pesquisa nas imediações.

(Foto: Arquivo Pessoal)

“Como biólogo é uma situação revoltante, cena muito triste”, disse Manuel Albaladejo, que pede às autoridades que o responsável pela morte do animal seja identificado e punido. “Quero que ele saiba que isso não vai ficar barato e que não continue cometendo essas atrocidades”, acrescentou.

Os biólogos foram até a Delegacia de São Sebastião e registraram um Termo Circunstanciado para que o crime seja investigado. De acordo com o comandante da Polícia Militar Ambiental, o tenente Jonas Stanich Conde, a corporação ainda não foi notificada. As informações são do portal Nova Imprensa.

“Nos colocamos à inteira disposição para tomar todas as medidas penais e administrativas que couberem contra os responsáveis desses atos”, disse Conde.

O tenente lembra que a violência promovida contra a cadela é crime previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), com pena de detenção de até um ano, além de multa. No entanto, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o agressor não costuma ir para a prisão, tendo a punição revertida em, por exemplo, prestação de serviços à comunidade. Além da área penal, o crime pode ser punido também administrativamente, com multa de R$ 6 mil.

“Infelizmente não foi possível salvar esse animal, porém, essa conscientização pode salvar outros dessa mesma crueldade”, concluiu o tenente.

Informações sobre o responsável por matar a cadela ou por qualquer outro crime contra animais cometido em São Sebastião pode acionar a Polícia Ambiental pelo telefone (12) 3832-6088. O atendimento telefônico funciona 24h e a denúncia pode ser realizada anonimamente.