Estudo revela que cães apresentam os mesmos níveis de stress de tutores

Foto: Earth.com

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Pesquisas confirmam o que muitos tutores já concluíram por si mesmos: cientistas descobriram que os animais domésticos não são alheios às ansiedades de seus companheiros humanos, ao contrário, eles apresentam a mesma quantidade de estresse que seus tutores sentem.

A descoberta vem de um estudo sobre o cortisol, um hormônio do estresse, que circula no sangue e também deixa sua marca em fios de cabelo. Com o tempo, à medida que o hormônio se liga ao cabelo em crescimento, cada haste se torna um registro biológico do estresse que um indivíduo experimenta.

Depois de conseguir a contribuição voluntária de 25 cães da raça border collies, 33 cães pastores de Shetland e os tutores do sexo feminino dos animais, pesquisadores na Suécia descobriram que o maior nível de cortisol no cabelo humano batia com o maior nível de hormônio no pelo de cão. Todos os cães moravam dentro de casa com seus tutores.

“Esta é a primeira vez que vemos uma sincronização de longo prazo nos níveis de estresse entre membros de duas espécies diferentes”, disse Lina Roth, etologista que liderou o trabalho na Universidade de Linköping, na Suécia. “Nós não vimos isso entre humanos e cães antes.”

A equipe de Roth mediu as concentrações de cortisol em fios curtos de cabelo cortados perto da pele no inverno e no verão de 2017 e 2018. A ligação entre o cortisol humano e de cães foi mantida durante as estações, mas foi maior nos cães durante o inverno.

Para investigar se o estilo de vida canino teve um impacto sobre os níveis de estresse, cerca de metade de cada raça inscrita estava envolvida em algum tipo de atividade regular e testes de habilidades como obediência e agilidade. O resto dos cães eram animais de companhia comuns.

Escrevendo em relatórios científicos, os pesquisadores descrevem como o estresse nos cães testados (competições) mais se espelhava mais acuradamente nos proprietários, potencialmente porque os animais tinham formado um vínculo mais forte com seus tutores do que os animais domésticos comuns.

Roth acredita que há mais fatores envolvidos na sincronização dos níveis de estresse do que simplesmente compartilhar o mesmo ambiente. Quando os cientistas observaram se os cães tinham um jardim para brincar; as horas que o proprietário trabalhava e se os cães viviam com outros cães, não encontraram nenhum efeito nos níveis de cortisol nos cães.

O que realmente teve efeito sobre os níveis de estresse dos animais foi a personalidade de seus tutores, avaliada por uma pesquisa padrão. O maior fator foi o neuroticismo (indivíduos que, a longo prazo, possuem uma maior tendência a um estado emocional negativo).

De acordo com o estudo, os tutores que obtiveram maior pontuação no neuroticismo tendiam a ter cães com níveis mais baixos de cortisol no cabelo. Uma explicação, disse Roth, é que os tutores mais neuróticos podem buscar mais conforto de seus animais de estimação, e o ataque de abraços e atenção reduz o cortisol nos cães. “Sugerimos pelas análises que os cães, em grande medida, espelham os níveis de estresse de seus companheiros humanos”, escrevem os cientistas na revista.

Se as descobertas forem suficientes para fazer os tutores de cães estressados se sentirem culpados, Roth tem algumas palavras de conforto. “A maioria dos tutores de cães sabe que seus companheiros caninos recebem muitos sinais deles, mesmo os não intencionais, mas ainda é benéfico estar juntos”, disse ela.

Enquanto o estudo afirma ser a primeira evidência de diferentes espécies sincronizando seus níveis de estresse a longo prazo, o contágio de estresse de curto prazo já foi identificado em membros da mesma espécie anteriormente.

Em 2016, James Burkett, da Universidade Emory, em Atlanta, mostrou que os ratos-da-pradaria, ou ratos-do-prado, monogâmicos reagiriam a um parceiro estressado aumentando seus próprios níveis de estresse e cuidando mais deles.

Burkett, que não esteve envolvido no estudo mais recente, disse que o trabalho foi adicionado a um crescente corpo de pesquisas mostrando que os cães são empáticos aos seus tutores.

“Os cães são afetados pelo sofrimento de seus companheiros humanos e respondem com comportamentos consoladores”, disse ele. “Agora sabemos que os cães também são afetados pelas personalidades e níveis de estresse de seus tutores. Embora isso possa ser senso comum para os tutores de cães, a pesquisa empírica ainda está atualizando nossas intuições sobre a empatia animal ”.

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Islândia cancela a temporada de caça às baleias de 2019

Baleia-comum | Foto: LifeGate

Baleia-comum | Foto: LifeGate

A Islândia não caçará baleias-comuns (Balaenoptera physalus) este ano, poupando a vida de mais de cem mamíferos marinhos.

A Hvalur hf., única companhia na ilha nórdica que caça baleias-comuns, anunciou que não vai matar os cetáceos neste verão. A empresa recebeu sua licença de caça às baleias muito tarde para terminar de consertar seus barcos a tempo para a temporada.

“Não haverá temporada de caça às baleias”, disse Ólafur Ólafsson, o capitão do navio baleeiro Hvalur 9, disse ao Stöð 2. “Assim [as baleias] poderão nadar em paz pelo país. Nós vamos ‘pegar mais leve’ nesse meio tempo”.

“A permissão chegou tão tarde”, disse ele. “Não havia chegado até o final de fevereiro, e peças de reposição precisam ser encomendadas. Isso leva de seis a oito semanas, até dez semanas, e os navios precisam receber manutenção. Naquela altura, a temporada de caça já havia acabado”.

Os dois navios baleeiros operados pela empresa Hvalur, que mataram cerca de 146 baleias em 2018, permanecerão no cais durante a temporada. Algumas baleias ainda serão mortas por barcos na Islândia este ano; Hrafnreyður está autorizado a caçar baleias-anãs nesta temporada e planeja fazê-lo no final deste mês, segundo a Iceland Review.

Por que as baleias-comuns são caçadas?

A segunda maior espécie de baleias da Terra depois da baleia azul, a baleia-comum foi comercialmente caçada no século passado por petróleo, carne e barbatanas. As baleias-comuns no Atlântico Norte estão listadas como ameaçadas de extinção, segundo o World Wildlife Fund (WWF).

A organização não-governamental acrescentou que a perda de habitat, o lixo tóxico no oceano e a mudança climática também estão diminuindo os números da população da espécie.

A caça comercial de baleias ainda é uma ameaça para as baleias-comuns. A Islândia retomou a caça comercial à baleia em 2013 depois de um hiato de dois anos, anunciando que permitiria que mais de 2 mil baleias fossem mortas durante um período de cinco anos.

A medida foi tomada apesar do declínio do interesse da população em comer carne de baleia – a maior parte da carne vai para os mercados japoneses – e do fato de a Comissão Internacional da Baleia proibir a caça comercial de baleias desde 1987.

Mais pessoas estão se voltando para os frutos do mar baseados em vegetais para evitar a crueldade aos animais e os danos ecológicos.

A exploradora da National Geographic, bióloga marinha e oceanógrafa, Dra. Sylvia Earles, afirma que os frutos do mar livres de crueldade e vegetarianos poderiam ajudar a salvar nossos mares.

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Relatório revela que a civilização humana pode chegar ao fim em 2050

Foto: Maja Hitij/Getty Images

Foto: Maja Hitij/Getty Images

A civilização humana como a conhecemos pode já ter entrado em suas últimas décadas, adverte um novo e preocupante relatório que analisa o provável futuro da habitabilidade do planeta.

Os impactos cada vez mais severos e graves da crise climática, combinados com a falta de ação para enfrentá-la, estão empurrando o planeta para uma situação cada vez mais caótica que pode sobrecarregar as sociedades em todo o mundo, afirmam os autores do relatório.

O artigo, produzido pelo think tank de Melbourne, o Breakthrough National Center for Climate Restoration, é apresentado pelo ex-chefe das Forças de Defesa Australianas e pelo almirante aposentado da Marinha australiana, Chris Barrie.

Em sua introdução, ele diz que os autores do relatório “revelaram a verdade nua e crua sobre a situação limite em que os humanos e o nosso planeta estão, apresentando um quadro perturbador da possibilidade real de que a vida humana na Terra possa estar em extinção, da maneira mais horrível, segundo o Independent.

O documento argumenta que “a mudança climática representa agora uma ameaça existencial de curto e médio prazo para a civilização humana”, e pede uma reavaliação na forma como os governos respondem a cenários climáticos estimados para levarem as projeções das piores possibilidades mais a sério.

O relatório também argumenta que os impactos nocivos da crise do clima, como a crescente escassez de alimentos e água, serão um catalisador das instabilidades sócio-políticas existentes para acelerar a desordem e o conflito nas próximas três décadas.

Para preparar-se para esse impacto, o relatório pede uma revisão na gestão de risco dos países “que precisa ser fundamentalmente diferente da prática convencional”.

“Ela (gestão de risco) teria que se concentrar nas possibilidades sem precedentes dos piores cenários possíveis, em vez de avaliar as probabilidades “do meio do caminho” com base na experiência histórica da humanidade”.

A pesquisa foi de autoria de David Spratt, diretor de pesquisa da Breakthrough, e Ian Dunlop, ex-executivo da indústria internacional de petróleo, gás e carvão, que trabalhou para a Royal Dutch Shell e foi presidente da Australian Coal Association.

O artigo oferece o que eles dizem ser um cenário plausível que fornece “um vislumbre de um mundo de caos total”.

Com base na falta de uma ação global significativa para extinguir rapidamente todas as emissões de gases de efeito estufa na próxima década, os autores esboçam um cenário em que as emissões globais atingem o pico em 2030.

Neste caso, usando vários estudos existentes, eles apresentam uma hipótese em que as temperaturas globais médias podem chegar a 3ºC acima dos níveis pré-industriais até 2050.

O efeito disso seria perceber o cenário “Terra pós efeito-estufa”, no qual o planeta estaria caminhando para pelo menos outro grau de aquecimento.

O gelo do mar em efeito reflexivo derreteria, aquecendo mais os oceanos e elevando os níveis do mar rapidamente. Haveria “perda generalizada de permafrost (pergelissolo, tipo de solo encontrado no Ártico) e seca com perda florestal (ressecamento das árvores até a morte) da Amazônia em larga escala”.

O artigo diz: “A desestabilização do Jet Stream (correntes de ar sinuosas, estreitas e de fluxo rápido nas atmosferas de alguns planetas, incluindo a Terra) afetou significativamente a intensidade e distribuição geográfica das monções da Ásia e da África Ocidental e, juntamente com a desaceleração adicional da corrente do Golfo, está interferindo nos sistemas de suporte à vida na Europa.

“A América do Norte sofrerá (neste cenário) de extremos climáticos devastadores, o que inclui incêndios florestais, ondas de calor, secas e inundações. As monções de verão na China teriam fracassado, e a água fluirá para os grandes rios da Ásia que serão severamente reduzidos pela perda de mais de um terço da camada de gelo do Himalaia.

“A perda glacial chegará a 70% nos Andes e a chuva no México e na América Central cairá pela metade.” Este cenário também colocaria o mundo no caminho para 5ºC de aquecimento até 2100.

O documento observa que os cientistas já alertaram que o aquecimento da 4°C é incompatível com uma comunidade global organizada, seria devastador para a maioria dos ecossistemas e tem uma alta probabilidade de não ser estável. O Banco Mundial disse que o planeta pode estar “além da adaptação” a tais condições.

“Mesmo para o 2°C do aquecimento, mais de um bilhão de pessoas podem precisar ser realocadas e em cenários de alto impacto, a escala de destruição está além da nossa capacidade de projeção, com uma alta probabilidade de civilização humana chegar ao fim”, afirma o estudo.

Os autores dizem que “o mundo está completamente despreparado para encarar, e menos ainda, lidar com as conseqüências de uma mudança climática catastrófica”, mas também apresentam recomendações políticas que poderiam ajudar a mitigar os piores efeitos.

“Para reduzir esse risco e proteger a civilização humana, uma enorme mobilização global de recursos é necessária na próxima década para construir um sistema industrial de emissões zero e preparar a restauração para um clima seguro.

“Isso seria semelhante em escala à mobilização emergencial realizada na Segunda Guerra Mundial”.

O almirante Barrie acrescentou: “Um futuro previsto no “juízo final” não é inevitável. Mas sem uma tomada de ação drástica e imediata, nossos prospectos são os piores. Nós devemos agir coletivamente. Precisamos de uma liderança forte e determinada no governo, nos negócios e em nossas comunidades para garantir um futuro sustentável para toda a humanidade”.

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Gatinha finalmente encontra um lar após passar por eventos trágicos

Foto: Mirror/Reprodução

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A gatinha preta, batizada de Harriet chegou os cuidados do Centro de Adoção de Bridgend da Cats Protection depois que uma pessoa a encontrou em seu galpão. Ela tinha acabado de dar à luz. Infelizmente, dos três gatinhos que ela trouxe ao mundo, dois haviam morrido.

Quando a verificação de um microchip que ela tinha no corpo se provou mal sucedida, a equipe dp abrigo deu a ela o nome Harriet e levou-a ao veterinário para um check-up geral de suas condições.

O veterinário notou que ela tinha sinais de infecção e assim a internou para tratamento de emergência. Eles suspeitaram que ela poderia ter a pélvis lesionada e decidiram fazer uma radiografia para investigar. No entanto, o raio-x revelou algo muito mais surpreendente.

Foto: Mirror/Reprodução

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Harriet tinha uma hérnia diafragmática: um buraco no diafragma entre a cavidade torácica e o abdome. Como resultado, seus órgãos abdominais estavam em sua cavidade torácica.

Enquanto ela estava sob anestesia geral para a realização do raio-x, a gatinha começou a entrar em estado de insuficiência respiratória e o veterinário rapidamente ligou para a ONG responsável por ela para que eles permitissem a realização de uma cirurgia que potencialmente poderia salvá-la.

Foi uma operação arriscada, mas Harriet venceu as probabilidades e foi além. Ela então teve que passar 48 horas em uma tenda de oxigênio se recuperando.

Foto: Mirror/Reprodução

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Durante esse tempo de tensão, o minúsculo gatinho, filhote de Harriet, que se chamava Harry, estava sendo amamentado pelas enfermeiras veterinárias que se asseguraram de que ele estava recebendo todos os nutrientes importantes de que precisava.

Felizmente, depois de alguns dias ele pode se reunir a sua mãe e ela se dedicou totalmente a cuidar dele, apesar de ainda estar se recuperando da cirurgia.

A equipe da Bridgend então começou a procurar para ver se Harriet tinha um tutor, mas quando ninguém a reivindicou, eles iniciaram uma campanha levantar fundos para cobrir os custos de seus elevados gastos veterinários.

Foto: Mirror/Reprodução

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Graças a alguns apoiadores muito generosos, eles conseguiram arrecadar incríveis £ 500 e Harriet teve uma recuperação completa.

Quando Harry chegou a oito semanas de idade, ele e sua mãe estavam prontos para encontrar uma família. Felizmente, não demorou muito para que os novos tutores se apresentassem.

Mas nem todos os gatos em situação de rua tem a mesma sorte de Harriet. Muitos morrem nas ruas, de fome, frio ou violência, sem conhecer jamais as alegrias de um lar amoroso.

Não compre, ADOTE

A Cats Protection ajuda cerca de 200 mil gatos por meio da sua rede de abrigos e centros e, para a maioria dos animais, não demora muito a encontrar uma nova casa. A instituição reavalia cerca de 40 mil gatos e gatinhas a cada ano – e nunca coloca um gato saudável “para dormir”.

Funcionando há mais de 30 anos, A ONG expandiu-se para mais de 250 filiais administradas por voluntários e 36 centros médicos em todo o país.

Muitos gatos aguardam por um lar e há muito abrigos e ONGs que promovem feiras de adoção de animais. Animais não são bens para serem comprados, adote um amigo e conheça um tipo de amor único e especial: o incondicional.

Você não vai se arrepender.

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Cão traumatizado come só metade da comida colocada em sua tigela

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Quem vê Otávio hoje, sorrindo e abanando o rabo como o cachorro feliz que ele é, é difícil imaginar o sofrimento e a dor que ele passou em sua vida.

Mas a sombra negra que marcou seu passado comovente ainda perdura em sua vida.

No início do ano passado, Joice Lamas e seu marido adotaram Otávio de um grupo de resgate que o salvou de uma casa onde ele e muitos outros cães estavam sendo negligenciados e abusados. Embora agora o cãozinho estivesse em segurança e as feridas em seu corpo tinham se curado, Otávio estava, no entanto, temeroso do contato humano a princípio.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Lamas soube imediatamente que ela queria ajudar Otávio.

“Desde o primeiro momento em que o vimos, nunca mais nos separamos”, disse Lamas ao The Dodo.

Nos meses que se passaram desde que Otávio foi morar na casa dela, Lamas o viu desabrochar. O tímido filhote que estremecia quando alguém o acariciava agora amava se aconchegar à sua tutora. No entanto, as cicatrizes invisíveis de seu trauma anterior são vistas de outras maneiras – particularmente em como Otávio come.

Não importa quanta comida Lamas ponha na tigela de Otávio, ele sempre deixa a metade de tudo que é colocado para ele.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Por que, exatamente, o cão tem esse comportamento não está claro, mas Lamas suspeita que isso esteja relacionado aos anos que ele passou fome quando era negligenciado.

Naquela época as refeições de Otávio podem ter sido tão pequenas e raras, que ele aprendeu a racionar o que lhe foi dado – ou, talvez, separar alguns para os outros cães famintos ao seu redor.

“É triste”, disse Lamas. “Eu sempre digo a ele: ‘Tudo bem se você comer tudo, pode comer'”.

“Espero que, com o tempo, Otávio consiga entender que o passado é verdadeiramente apenas passado”.

Foto: Joice Lamas

Foto: Joice Lamas

Sua nova família está comprometida em ajudá-lo a cada passo do caminho. “Eu não vou deixar que nada nunca mais falte a ele na vida – nem comida, nem amor”, disse Lamas.

“Nós tentamos fazê-lo tão feliz quanto possível”.

E, no geral, essa estratégia está claramente funcionando.

Cuidar de um cão salvo de uma situação de abuso pode ser um desafio, admite Lamas. Mas vê-los transformar faz tudo valer a pena.

“Eles precisam de paciência e muito amor, porque podem demorar mais para se adaptar”, disse Lamas. “Mas é notável como o amor muda os animais. Um animal resgatado é muito mais doce, mais grato e carinhoso do que os outros. Eles são simplesmente incríveis!”

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Gatos se vêem todos os dias pela janela dos apartamentos e se apaixonam

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon vendo Theo | Foto: Mackenzie Coffman

Simon nunca esteve muito interessado em fazer amigos.

O gato laranja malhado tinha muitas oportunidades para se socializar com os outros gatos como residente do Crumbs & Whiskers, um café de gatos em Los Angeles (EUA). Em vez disso, ele escolheu se guardar em si mesmo.

“Ele está definitivamente acostumado com outros animais”, disse Mackenzie Coffman, a mãe de Simon, ao The Dodo, “mas nunca brincou com os outros gatos no café”.

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Theo vendo Simon | Foto: Twitter/Theothecat5

Mas tudo mudou quando Simon colocou os olhos em seu vizinho do outro lado da rua.

“Eu estava na cama e acordei com Simon choramingando e miando em frente a janela”, disse Coffman.

Olhei para cima e, para minha surpresa, vi um gato sentado na janela do meu vizinho. Eu moro neste apartamento há dois anos e nunca havia visto o gato deles”.

Simon ficou instantaneamente apaixonado pelo misterioso felino, mas não ficou claro se o objeto de sua afeição sentia o mesmo. Essa indiferença inicial não impediu Simon de tentar conquistar o carinho do outro gato.

“O outro gato nunca olhou para Simon ou prestou atenção nele, era totalmente indiferente”, disse Coffman. “Então Simon pulava para cima e para baixo no peitoril da janela para tentar chamar sua atenção”.

Coffman nunca tinha visto Simon se comportar assim antes, e decidiu intervir como uma espécie de relações públicas para seu animal doméstico apaixonado.

Inspirada no videoclipe de “You Belong With Me”, de Taylor Swift, Coffman colou um pequeno cartaz com uma mensagem, na brincadeira, no vidro de sua janela.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Logo depois, inesperadamente os vizinhos penduraram seus próprios cartazes em resposta. Coffman descobriu que a adoração de Simon não passara despercebida.

“Eles abriram a janela, se apresentaram e eu disse a eles que Simon sempre espera por Theo”, disse Coffman. “Eles disseram que sempre vêem Simon, mas não sabem como chamá-lo, então o chamam de Chester”.

A obsessão de Simon por Theo só ficou mais forte desde a troca de mensagens nos cartazes, mas Theo ainda insiste em jogar duro com Simon.

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

Mensagens trocadas pela janela | Foto: Mackenzie Coffman

“Quando Simon vê Theo, ele toca na janela, se cola no vidro e anda pelo peitoril”, disse Coffman. “Theo, por outro lado, olha para Simon talvez duas vezes no máximo e depois continua a olhar na direção oposta indiferente”.

Coffman então resolveu compartilhar a história de amor de seu gato no Twitter, escrevendo: “Meu gato Simon está apaixonado pelo gato do meu vizinho e espera o dia todo por ele. Manterei a todos atualizados”.

Em apenas dois dias, seu post recebeu mais de 200 mil curtidas e quase 100 mil retweets. E, a partir dos comentários, parece que todas as mídias sociais estão torcendo pelos dois gatos.

A repentina popularidade do tweet levou Coffman a colar outro cartaz na janela – dessa vez dizendo a Theo que o relacionamento deles se tornou viral. Theo escreveu de volta, e os dois se tornaram amigos no Twitter.

Agora, depois de semanas de saudade através da vidraça, Simon finalmente encontrará seu amado.

Coffman e seus vizinhos organizaram um meet-and-greet (encontro para se conhecerem) para os gatos, e Simon não poderia estar mais animado.

Acho que teremos que esperar e ver se o amor é mesmo real.

Empresa líder de venda de carne se torna 100% vegana

Foto: Loud/Reprodução

Foto: Loud/Reprodução

A Vivera Foodgroup é uma das primeiras empresas de carnes do mundo a remover a carne de origem animal de sua linha de produtos trocando-a por alimentos à base de vegetais.

A empresa acaba de vender a Enkco, especializada em carnes congeladas e ultra congeladas, para o grupo holandês Van Loon. A Vivera Foodgroup agora tem apenas empresas veganas sob o seu nome, incluindo Vivera, Culifrost e Dutch Tofu Company.

A mudança que o abandono da venda de produtos de origem animal permitirá que a empresa se concentre nas “fortes oportunidades de crescimento” apresentadas pelo mercado de alimentos vegano da Europa, informou a Vivera em um comunicado à imprensa.

A empresa detém uma “forte posição de mercado” em grandes regiões da Europa e é um dos três maiores “players” do continente, graças à sua marca Vivera, que produz refeições à base de vegetais e carne vegana, como o bacon sem gordura.

Willem van Weede, CEO da Vivera, disse em um comunicado: “Somos uma das primeiras empresas do setor de carnes do mundo a dizer o adeus final à carne. De agora em diante, nos concentraremos apenas em alimentos à base de vegetais que estão realmente conquistando o mundo”.

Van Weede continuou: “Cada vez mais consumidores estão descobrindo que os produtos à base de plantas podem ser tão saborosos quanto a carne real e têm muitos benefícios para a saúde pessoal, o impacto ambiental e o bem-estar animal”.

O CEO acrescentou que ao livrar a carne, a Vivera Food Group poderá promover sua presença internacional.

A Vivera a comida vegana

No ano passado, a Vivera lançou o primeiro bife vegano comercialmente disponível no mundo em 400 supermercados Tesco. A criação sem carne é feita com ingredientes como soja e proteína de trigo, óleo de girassol e beterraba.

A primeira remessa de Vivera de 40 mil itens esgotou quase imediatamente. Gert Jan Gombert, gerente comercial da Vivera, disse que os bifes à base de vegetais estavam “voando das prateleiras do mercado”.

Mais de um milhão de bifes veganos foram comprados desde o lançamento.
A Vivera criou uma série de outros itens desde então, incluindo o Pulled Veggie, o Shawarma Kebab e o Veggie Quarter Pounder, em uma tentativa de tornar a alimentação baseada em vegetais mais acessível para o público.

“A Vivera acredita que a vida é melhor quando você come menos carne”, diz a empresa em seu site, acrescentando que seus produtos veganos fazem dela uma “escolha fácil: mais vida, menos carne”.

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Ator Alec Baldwin pede ao SeaWorld que pare com a crueldade contra os golfinhos

Foto: Pinterest

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O ator Alec Baldwin está pedindo ao SeaWorld que pare com o tratamento cruel que o parque dispensa aos golfinhos. A estrela dos filmes “Boss Baby” e “30 Rock” fez o pedido durante a reunião anual on-line do parque aquático.

“Minha pergunta é essa”, disse Baldwin. “Quando o SeaWorld deixará de permitir que os treinadores usem golfinhos em espetáculos de circo, disfarçados de entretenimento, que demonstram crueldade absurda, como andar em suas costas e de pé sobre seus rostos?”.

Baldwin refere-se a um recente relatório do grupo de defesa dos direitos animais da ONG PETA que encontrou feridas abertas e “cicatrizes extensas” nos mamíferos marinhos, “mas os treinadores ainda os utilizam como pranchas de surf, subindo em suas costas e ficando de pé em seus rostos em shows humilhantes em estilo dos circos”, disse Baldwin.

“Permitir que os treinadores ‘surfem’ nas costas dos golfinhos ou ‘pisem’ em seus rostos coloca sua saúde e bem-estar em risco. Os golfinhos não deixam naturalmente os humanos fazerem essas coisas. Este tratamento cruel não oferece absolutamente nenhum valor educacional ao público. Também envia uma mensagem prejudicial às crianças sobre o tratamento aceitável aos animais”.

O movimento do ator vem logo em seguida ao Canadá ter aprovado uma legislação no início desta semana, proibindo o cativeiro de baleias e golfinhos. A proibição impede que os parques marinhos, como o SeaWorld, usem os animais para fins de entretenimento.

Os maus tratos do SeaWorld aos mamíferos marinhos

“É inaceitável que golfinhos inteligentes e sensíveis estejam sendo usados como pranchas de surfe e plataformas de lançamento em óculos do SeaWorld”, disse Tracy Reiman, vice-presidente da PETA, em comunicado. “A PETA e o Sr. Baldwin estão exigindo que os treinadores do SeaWorld tirem os pés das costas e dos rostos desses animais”.

O SeaWorld tem tido queda nas vendas de entradas enfrentado protestos públicos desde que o filme “Blackfish”, de 2013, expôs os maus tratos do parque marinho às baleias orcas em cativeiro.

O filme acompanha a história de Tilikum, uma baleia orca ligada a três mortes de treinadores estimuladas pelo que os especialistas acreditam ser uma psicose causada por seu cativeiro. Mas o filme também destacou outras questões, incluindo a separação das mães orcas de seus bebês e os freqüentes ataques estimulados pelo confinamento.

Esta não é a primeira vez que Baldwin fala em favor dos mamíferos marinhos. Em 2013, a celebridade e também pai de cinco filhos pediu ao Macy’s para retirar o enorme balão flutuante do SeaWorld de sua parada do Dia de Ação de Graças.

Ele também pediu recentemente que sua cidade natal Massapequa, em Nova York (EUA), evitasse que outro parque de mamíferos marinhos, o SeaQuest, abrisse uma filial no local.

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Pesquisadora cria plástico biodegradável a partir de suco de cactos

Foto: Adobe

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A pesquisadora mexicana, Sandra Pascoe Ortiz, inventou uma nova forma de plástico biodegradável feito principalmente a partir de de suco de cactos.

A réplica de plástico leva cerca de um mês para ser biodegradada se deixada no solo ou apenas uma semana se for embebida em água, e é segura para animais e humanos consumirem.

Oritz cria o material, que pode ser feito em diferentes cores, formas, espessuras e resistências, espremendo folhas de cactos e adicionando uma ‘fórmula não-tóxica’ ao conteúdo – ela então lamina o líquido e o deixa secar.

Um substituto natural

Apresentado no People Fixing The World da BBC, Oritz disse: “Minha ideia é produzir plástico a partir de ingredientes naturais e substituí-lo por alguns dos plásticos que já usamos hoje.

“Se esse plástico atingir o mar, a coisa mais provável é que os peixes ou algum tipo de vida marinha o coma”, acrescentando que isso não causaria nenhum dano a eles.

A BBC informa que Oritz quer que seu produto substitua os plásticos de uso único, como talheres e sacolas, à medida que mais países reduzem gradualmente o consumo de plástico.

O tempo de produção para criar o cacto-plástico atualmente leva cerca de 10 dias, e Oritz ainda está pesquisando quais folhas de cactos são as melhores para criar o produto, mas mantém a planta viva para que continue a cultivar mais folhas.

Caroço de abacate usado para fazer canudos e talheres biodegradáveis

Este ano também um engenheiro bioquímico mexicano descobriu como fazer bioplástico a partir do desperdício de alimentos, e em vez reaproveitamento na própria indústria alimentícia, ele criou um plástico biodegradável, orgânico e tornou-o tão barato quanto o plástico comum.

Com todos os danos causados pelo lixo plástico ao meio ambiente e às espécies, as proibições do uso do material em vigor em todo o mundo só se tornam mais severas com o passar do tempo, criando uma demanda crescente por alternativas biodegradáveis.

O problema é que alguns plásticos biodegradáveis ainda são feitos de combustível fóssil, e 80% dos “bioplásticos” biodegradáveis são feitos de fontes de alimentos, como o milho.

Os plásticos biodegradáveis normalmente custam cerca de 40% mais do que o plástico normal.

Mas o engenheiro bioquímico Scott Munguia surgiu com uma solução para a questão: caroços de abacate.

Sua empresa, a Biofase, está localizada no coração da indústria de abacate do México, onde ele transforma 15 toneladas de abacates por dia em canudos e talheres biodegradáveis.

Os caroços, descartados por empresas locais que processam a fruta, eram encaminhados para um aterro sanitário. Então, além de seus custos de produção serem baratos, ele está ajudando a reduzir o desperdício agrícola.

A empresa pode então repassar essa economia para o consumidor, mantendo os preços iguais aos do plástico convencional.

“O bioplástico de semente de abacate não corta nosso suprimento de alimentos ou requer que qualquer terreno adicional seja dedicado à sua produção”, diz Munguia.

“E o melhor de tudo, é verdadeiramente biodegradável, ao contrário de muitos plásticos que se dizem ´biodegradáveis”. Decompõe-se totalmente em apenas 240 dias, em comparação com o plástico convencional, que estima-se que levará 500 anos a degradar e nunca será totalmente biodegradável”.

A empresa informa que se mantido em local fresco e seco, o material pode durar até um ano antes de começar a degradação.

Munguia descobriu como extrair um composto molecular do caroço da fruta para obter um biopolímero que pudesse ser moldado em qualquer formato, informou o México Daily News.

“Nossa família de resinas biodegradáveis pode ser processada por todos os métodos convencionais de moldagem de plástico”, twittou a empresa.

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Filhotes de pato são flagrados mastigando bituca de cigarro em reserva natural

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

A foto de uma família de patinhos tentando comer uma ponta de cigarro descartada, capturada por uma fotógrafa da vida selvagem causou revolta nas mídias sociais após ser postada online. A imagem apresenta um flagrante dos impactos danosos da poluição humana ao meio ambiente.

Kym Welsh, de 45 anos, esperava capturar belas imagens na natureza quando três filhotes de pato saíam da água atrás de sua mãe na reserva natural de Anton Lakes, em Andover, Hampshire (EUA).

No entanto, ela ficou repugnada quando os patinhos da espécie pato-real (Anas platyrhynchos) que procuravam comida na grama junto ao lago, encontraram uma bituca de cigarro.

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

Em uma foto, um patinho olha diretamente para a câmera, enquanto segura o filtro laranja de um cigarro ja fumado, em seu bico. A bituca é passada pelos patinhos, enquanto a segunda fotografia mostra outr filhote segurando o toco de cigarro.

Felizmente, Kym afirma que os patinhos então jogaram o cigarro para o lado e seguiram a mãe para longe da água – no entanto, ela acredita que a bituca de cigarro teria matado os patinhos se eles a tivessem comido.

A fotógrafa criticou o lixo descartado dessa forma irresponsável e alegou que quem fez isso não demonstrou “nenhuma consideração” pela vida selvagem protegida na reserva natural.

Kym, de Andover, em Hampshire, disse: “Eu só acho que essa bituca jogada no meio do habitat dos patos é algo absolutamente atroz. Há lixeiras espalhadas por todo o lago para que não haja lixo jogado no chão ou descartado indevidamente. Eu estava realmente preocupada com os patinhos”.

Foto: Kennedy News

Foto: Kennedy News

“Eu me senti mal por estar tirando fotos deles, mas não havia nada que eu pudesse fazer, porque mesmo que eu não estivesse lá, eles ainda fariam a mesma coisa”

“Eu me fiquei receosa que eles ingerissem a bituca porque os cigarros contêm ingredientes tóxicos, então eu realmente esperava que eles não comessem aquele lixo deixado ali, é uma ótimo notícia que eles não fizeram isso. “Eu estava preocupado que eles estavam mastigando aquilo. Não ia ser bom para eles”.

“Era uma coisa preocupante de se ver porque eu não achava que eles se incomodariam com coisas assim, mas eles simplesmente pegavam qualquer coisa. Eu estava preocupada que eles corressem o risco de morrer”.

Quando cheguei em casa, pesquisei por pontas de cigarro e animais selvagens, e li algumas coisas sobre o assunto. “Os ingredientes tóxicos contidos no interior das pontas dos cigarros são extremamente prejudiciais aos animais se ingeridos”.

“É por isso que tirei as fotos, porque achei que mais pessoas precisavam estar cientes do impacto de suas ações na natureza”, dia Kim.

A fotógrafa espera que ao compartilhar as imagens perturbadoras, ela possa fazer os fumantes pensarem duas vezes antes de jogarem as pontas de cigarro no chão.

Kym disse: “Eu não fumo, sou um grande anti-tabagista, então isso realmente me deixou muito enojada. Como alguém pode fazer aquilo? Pense nisso”.

“Eu tinha ouvido falar que os patinhos nasceram na reserva florestal, então eu fui lá cedo, logo pela manhã”.

“Acabei de chegar ao lago, e todos estavam saindo da água com a mãe deles. Como patinhos, eles procuravam por comida o tempo todo”.

“Um achou, pegou e passou para o outro. Eles deixaram a bituca cair e saíram atrás de sua mãe de volta para a água”.

“E isso aconteceu em uma reserva natural e é por isso que esse fato realmente me incomodou, porque quando você anda por lá, o que você espera? – A natureza protegida”.

“As pessoas não deveriam simplesmente jogar fora suas bitucas de cigarro. Isso é terrível e muito perigoso para ao animais”.

Cenas como essa poderiam ser facilmente evitadas com mais conscientização e respeito tanto pelos animais como pela natureza. Além de ocuparmos seus habitats naturais o mínimo que se espera é que não os contaminemos com nossos.

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