Festas noturnas em zoos são flagrantes de mais crueldade contra os animais

ZSL London Zoo | Foto: secretldn

ZSL London Zoo | Foto: secretldn

Como se não bastasse serem privados de sua liberdade e presos em cativeiros, distantes de seus habitats naturais e de suas famílias, sendo obrigados a servir de entretenimento humano, os animais agora tem que suportar barulho, bagunça e intrusos em sua hora de descanso noturna.

“Zoo nights”- um evento apenas para adultos, onde o SLZ London Zoo (zoológico de Londres) serve álcool e toca música alta – foi criticado e acusado de representar um “flagrante crueldade contra animais”.

A vegana e ativista pelos direitos animais, Abbie Andrews, criou uma petição pedindo que o zoológico cancele o evento, que recebeu quase 500 assinaturas em menos de 24 horas.

Sem consideração pelos animais

“Este é um evento recorrente onde o zoológico é basicamente transformado em uma boate noturna, com música tocando alto e álcool sendo vendido, sem nenhum cuidado com os animais como mostram os incontáveis incidentes que ocorreram nos anos anteriores”, disse Andrews.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A petição afirma que incidentes anteriores ocorridos no zoológico incluem pessoas tentando entrar em locais cercados e protegidos, pessoas derramando cerveja sobre os tigres, pinguins sendo perseguidos e supostamente feridos, e borboletas sendo esmagadas.

Absolutamente nenhuma consideração

“Não há absolutamente nenhuma consideração pelos animais que já são mantidos no zoológico contra sua vontade, é tudo para os consumidores e visando lucro e dinheiro”, diz o texto da petição.

“A última coisa que esses animais precisam é estar cercados de pessoas bêbadas e música alta. Esse evento foi renomeado várias vezes sem nenhuma indicação de que seja cancelado de uma vez por todas.”

Convite do evento | Foto: ZSL Zoo

Convite do evento | Foto: ZSL Zoo

Andrews está pedindo ao público para assinar a petição antes de junho, quando o evento ocorrerá todas as sextas-feiras do mês.

O ZLS London Zoo disse: “Temos medidas rigorosas em vigor e bem-estar animal é sempre uma prioridade ao planejar nossos eventos. Em todos os eventos Zoo Nights, temos um oficial de bem-estar animal junto com nossos tratadores especialistas que cuidam de nossos animais. Nós também monitoramos os níveis sonoros para garantir que sejam cumpridas todas as políticas relevantes.

“No Zoológico ZSL de Londres, nossos animais vêm em primeiro lugar. Durante o dia, ou em eventos especiais, nossos especialistas veterinários, funcionários do zoológico dedicados e especialistas em bem-estar animal são dedicados a garantir que fornecemos tudo o que precisam para se manter saudáveis, estimulados e em forma”.
O zoológico também alegou que os supostos incidentes foram “reportagens altamente sensacionalistas” e que “nenhum visitante jamais feriu um animal nem entrou em um cercado de animais”.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem exceções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como proteção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registrada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

Um quarto dos britânicos será vegano em 2025 e metade será flexitariano

Foto: ISTOCK

Foto: ISTOCK

A gigante britânica de supermercados Sainsbury lançou um estudo sobre o futuro dos alimentos para comemorar seu aniversário de 150 anos. O relatório de 34 páginas faz previsões sobre os próximos 150 anos de alimentos, incluindo leite com leite de algas e carne de celular como um “concorrente genuíno de mercado para a carne de criação”.

O “Relatório sobre o Futuro da Alimentação” discute quais hábitos de consumo, “impulsionados por uma consciência sem precedentes sobre bem-estar animal, preocupações com a saúde e eco-ansiedade”, serão adotados em 150 anos, oferecendo cenários nos anos 2025, 2050 e 2069, com base em análises de tendências de compras e estatísticas e oferecendo uma visão de vários especialistas em alimentos.

“Espera-se que um quarto de todos os britânicos sejam vegetarianos em 2025 (de um em cada oito britânicos hoje) e metade da populção se identifique como flexitarianos (acima do quinto de hoje). Só a Sainsbury já notou um aumento de 24% nos clientes que pesquisam produtos veganos on-line e um aumento de 65% nas vendas anuais de produtos vegetais, já que os consumidores consideram cada vez mais um estilo de vida vegano, vegetariano ou flexitário”.

Proteína à base de vegetais em ascensão

Com relação as proteínas alternativas, o relatório diz que entre “2016 a 2019, dezenas de empresas foram lançadas, com muitas delas atraindo investimentos de alto perfil.” Segundo esses resultados, o “mercado de proteínas não tradicionais ou alternativas (4,2 bilhões de dólares em 2016) espera-se que cresça mais de 25% até 2025”.

O Sainsbury’s cita a jaca como um exemplo de uma proteína baseada em vegetais que tem obtido enorme sucesso nos últimos três anos e discute suas próximas inovações neste campo, incluindo flor de banana, leite de alga e vários produtos derivados de cogumelos.

Carne cultivada em laboratório (agricultura celular)

Em termos de carne cultivada, a Sainsburys antecipa o ano de 2050 e prevê que esses produtos sejam uma parte normal da vida do consumidor, e apresenta ao leitor leigo o conceito de “proteínas celulares”, tecido carnudo “cultivado independentemente de animais usando células-tronco”, afirmando que “em 2050, não há dúvida de que este será um genuíno concorrente de mercado para a carne proveniente de animais de criação”.

Foto: ISTOCK

Foto: ISTOCK

“Em vez de obter um corte de carne no supermercado, os consumidores podem obter seus próprios ingredientes para carne, peixe, ovos, leite ou gelatina cultivados em casa, por uma fração do custo que existe hoje. A proteína celular pode ser uma ferramenta para nos ajudar a atender às necessidades de proteína, de uma população global que cresce continuamente, no futuro”.

Pesquisadores dão início a projeto para salvar mico-leão-de-cara-preta

Por David Arioch

Só é possível encontrar o mico-leão-de-cara-preta no Norte do Paraná e em São Paulo (Foto: Celso Margaf)

Eles são pequenos, ágeis e têm pelos de um dourado vívido. Só é possível encontrar o mico-leão-de-cara-preta no Norte do Paraná e em São Paulo. Ainda assim, suas aparições são raras, afinal a mais otimista estimativa é de que haja, no máximo, 900 indivíduos desta simpática espécie de primata.

Um Projeto liderado pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) quer mudar esse panorama. A iniciativa é apoiada pelo ICMBio e tem foco especial no Parque Nacional do Superagui (PR), que corresponde a 70% do território ocupado por este animal.

O Projeto deve durar 18 meses. Em março deste ano, foram iniciadas as atividades de campo no Ariri, área de ocorrência da espécie no litoral sul de São Paulo. Para esta fase, foram contratados dois moradores da comunidade do Ariri que já possuem experiência com a espécie em trabalhos anteriores com ações de pesquisa e conservação.

“Esta é a fase de localização dos grupos em toda a área de distribuição – ilha de Superagui, área continental e nas duas áreas protegidas no Parque Nacional de Superagui e Parque Estadual do Lagamar de Cananeia”, informa o ICMBio.

Como o mico é uma espécie bastante carismática, tem um grande potencial para a sensibilização ambiental. Também serão realizados trabalhos de ações de educação ambiental com foco nos moradores da região, gerando engajamento e alertando para a importância da conservação da espécie.

Estima-se que cerca de metade da população está protegida no Parque, o restante está na parte continental. Esta, inclusive, é uma ameaça à conservação da espécie, porque, com a construção do canal que separou o continente da Ilha de Superagui, as populações também ficaram isoladas, culminando na diminuição de variabilidade genética.

Além disso, a longo prazo, o aquecimento global também pode comprometer a sobrevivência do mico-leão-de-cara-preta. O aumento do nível do mar prejudica o território da espécie que é próximo da cota zero do nível do mar, tanto no continente quanto na ilha.

As estimativas de adultos com condições de reprodução não passam de 250 indivíduos. A maturidade sexual deste animal gira em torno de 1,5 a 2 anos e eles são em geral, monogâmicos, ainda que haja alguns registros de poligamia. A gestação da fêmea dura aproximadamente quatro meses e geralmente com dois filhotes por vez.

Abaixo-assinado com mais de 2,1 milhões de apoios contra Festival de Carne de Cachorro vai ser entregue na Embaixada da China

Por David Arioch

O objetivo é mostrar que o Brasil é contra a realização desse evento e que, além de injustificável, prejudica a imagem internacional dos chineses (Foto: HSI)

No dia 12 de junho, às 11h, o movimento Nação Vegana Brasil vai entregar na Embaixada da China, em Brasília, um abaixo assinado com mais de 2,1 milhões de apoios contra o Festival de Carne de Cachorro. O objetivo é mostrar que o Brasil é contra a realização desse evento e que, além de injustificável, prejudica a imagem internacional dos chineses.

Chamado oficialmente de Festival de Lichia e Carne de Cachorro, o evento realizado em Yulin, na província de Guangxi, entre os dias 21 e 29 de junho, deve abater cerca de 10 mil cães este ano, segundo a organização Humane Society International (HSI).

O primeiro festival foi realizado em 2009, e surgiu a partir da crença de que comer carne de cachorro durante o verão chinês traz sorte e boa saúde. Há até mesmo uma crença de que afasta doenças e aumenta o desempenho sexual dos homens.

O problema é que o custo disso é a morte violenta de milhares de cães, além de gatos, que com certeza não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc.

Embora tenha se tornado tradicional, já tem alguns anos que o Festival de Yulin, como também é conhecido, conquistou má fama fora da China. Ademais, não são poucos os cães e gatos servidos no evento que são abatidos aos olhos do público.

Caso queira assinar o abaixo-assinado, clique aqui.

Atriz Lady Francisco morre aos 84 anos e é lembrada pelo seu amor pelos animais

Divulgação

A Atriz mineira Leyde Chuquer Volla Borelli Francisco de Bourbon, mais conhecida pelo seu nome artístico Lady Francisco, morreu no último sábado (25) aos 84 anos. Ela estava internada desde abril após sofrer uma queda enquanto passeava com seus cães e fraturar o fêmur. Lady teve complicações pós cirúrgicas e após ser transferida para a UTI seu quadro se agravou. Ela foi vítima de um isquemia e a causa da morte foi falência múltipla de órgãos.

Lady atuou por cerca de 50 anos na TV brasileira e brilhou em inúmeras novelas como A Escrava Isaura (1976), Marrom Glacê (1979), Baila Comigo (1981), Louco Amor (1983), Barriga de aluguel (1990) e Totalmente demais (2017). Ativista pela causa animal, a atriz sempre frisou o quanto era “violentamente apaixonada” pelos animais e era presença marcante em feirinhas de adoção de cães e gatos, onde reforçava a importância de dar uma chance para um animal sem lar.

Reprodução | Facebook

A morte da atriz gerou comoção nas redes sociais. A compaixão de Lady pelos animais foi lembrada e reforçada por protetores e internautas:

O velório de Lady Francisco será realizado neste domingo (26) no Teatro Leblon, na sala Fernanda Montenegro, de 10h às 16h. A pedido da atriz, seu corpo será cremado. Descanse em paz Lady Francisco.

Elefante bebê desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.



Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebês aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses antinaturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Cachorro não larga a almofada impressa com a foto de seu irmão que morreu

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Por 10 longos e felizes anos, Spencer e Rocky foram amigos inseparáveis.

De fato, o maior prazer dos companheiros peludos era simplesmente estar perto um do outro.

“Eles nunca tinham passado uma noite separados”, disse Beth Fisher, tutora dos cães, ao The Dodo.

“Rocky e Spencer dormiam na mesma cama, comiam da mesma tigela e sempre caminhavam juntos, lado a lado, quando saíam pra passear”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Infelizmente, no entanto, o tempo feliz que os companheiros de quatro patas passaram juntos havia chegado ao fim.

Durante uma visita ao veterinário para identificar uma doença que o cão de pelos claros, Rocky, tinha desenvolvido, um grande tumor cancerígeno foi encontrado crescendo dentro dele.

A descoberta trágica, feita tarde demais para o tratamento, deixando apenas uma opção para acabar com o sofrimento do pobre cão.

“Rocky teve que ser morto por indução naquele dia”, disse Fisher.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Foi difícil processar a morte repentina de Rocky, mas não podemos imaginar o quão difícil deve ter sido para Spencer ter perdido seu irmãozinho”.

Spencer estava de coração partido, sofrendo muito – e demonstrou isso.

“Desde que Rocky faleceu, Spencer tem se levantado durante a noite para vagar pela casa procurando por seu irmão”, disse Fisher. “E então ele começa a chorar porque não consegue encontrá-lo”.

As cinzas de Rocky foram colocadas em uma prateleira acima de onde ele e seu irmão dormiam, para manter o par próximo. Mas era evidente que Spencer precisava de algo mais para ajudá-lo a lidar com o luto da perda.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

Então, o pai de Fisher teve uma excelente ideia e providenciou a realização dela imediatamente: um travesseiro para Spencer com o rosto sorridente de Rocky impresso nele.

Imediatamente, o presente significativo e original deixou Spencer à vontade com ele.

O travesseiro que homenageia Rocky parece ter ajudado a preencher o vazio que sua morte havia deixado no coração de Spencer.

“Spencer está se aconchegando no travesseiro desde que ele chegou, levando-o do sofá para sua cama”, disse Fisher. “Ele parece muito mais decidido agora, ele tem algo para se aconchegar, igual fazia com o irmão”.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

O cão de luto não dorme mais sozinho.

Nada, claro, pode trazer Rocky de volta completamente. Embora Spencer, que já está envelhecendo, adormeça, é reconfortante saber que seu melhor amigo ainda está ao seu lado em espírito.

Do jeito que ele sempre foi em vida.

Foto: Beth Fisher

Foto: Beth Fisher

“Eu não acho que Spencer algum dia vai superar o falecimento de Rocky, mas espero que ele possa aprender a continuar sem ele”, disse Fisher, acrescentando que o caminho a ser seguido pelo cão, é uma estrada que ele nunca terá que enfrentar sozinho.

“Esperamos que Spencer consiga conforto em seu novo travesseiro e receba forças de todo o amor e carinho que ele recebe de sua família”.

Cadelinha em situação de rua persegue ônibus até ser adotada pelo motorista

Newsflare

Foto: Newsflare

Quando Jaypee Barcelinia entrou em um ônibus em Quezon City nas Filipinas, ele não esperava dividir seu assento com um viajante peludo. Mas depois de testemunhar a extensão da dedicação que a cadela abandonada teria por uma chance de embarcar no transporte, ele ficou feliz em dar espaço para o animal.

“A cadelinha estava sentada em uma via pública, como se estivesse esperando por algo, quando nosso “jeepney” [uma forma de transporte público coletivo local] passou, e ela de repente começou a perseguir o ônibus e quis dar uma volta”, disse Barcelinia ao The Dodo.

A cachorrinha tentou seis vezes saltar para o veículo, de acordo com Barcelinia, mas todas as vezes ela não teve sucesso. Sempre que o ônibus diminuía, o cão colocava as patas dianteiras no degrau traseiro, caindo assim que o ônibus se afastava.

O motorista estava relutante em deixar a cadelinha entrar – preocupado que o animal pudesse atacar e morder algum passageiro.

“No início, o motorista do ônibus estava com medo de pegar o cachorro porque aqui nas Filipinas é incomum ver um cachorro perseguindo um veículo”, disse Barcelinia.

Não importa o quão cansado a cadelinha ficasse, ela parecia decidida a alcançar o veículo.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

Assistindo àquela esforço e dedicação e toda, o coração do motorista se amoleceu e ele finalmente parou o ônibus.

Mas desta vez, a cadelinha ofegante não tentou colocar as patas no degrau traseiro.

Em vez disso, ela esperou, como se pedisse permissão para pular.

Desta forma o cachorro cansado finalmente conseguiu o que queria – um merecido descanso à sombra do veículo coberto.

Foto: Newsflare

Foto: Newsflare

“Ela entrou no jeepney e depois tirou uma soneca”, disse Barcelinia.

E isso não é tudo …

“Mesmo depois de terminada a jornada diária do ônibus, o cão não queria sair”, disse Barcelinia ao jornal Newsflare.

“O motorista agora a mantém e cuida dela até hoje”, finaliza ele.

Amizade une menino e gato resgatado que sofrem da mesma condição rara

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

Afinidades e particularidades em comum é a razão pela qual a maior parte das amizades existe. Experiências e viagens compartilhadas, interesses comuns em livros, filmes ou programas de televisão são apenas algumas dessas razões. Mas há momentos em que amizades profundas e belas são formadas por causa de uma doença ou deficiência em comum.

Ser diferente pode causar isolamento, exclusão, mas essas diferenças podem ajudar a encontrar os amigos mais necessários nas horas mais importantes. Foi assim que aconteceu com este menino de sete anos de idade que mora em Oklahoma (EUA) chamado Madden. Ele nasceu com fissura labial e heterocromia irídica completa, uma condição em que os olhos têm cores diferentes.

Foto: justsomething.co

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A heterocromia completa do irídio é uma condição rara, que afeta menos de 1% da população. Por causa da condição de Madden, adaptar-se e fazer amizade com crianças da sua idade era uma luta. O bullying que ele era vítima sendo tão jovem, foi o suficiente para quebrar seu espírito.

Um dia, um amigo postou uma imagem de um gato resgatado em um grupo de apoio a mães de filhos com fissuras labiais. Com apenas um olhar para a foto do gato, a mãe de Madden soube que o gato precisava se tornar parte de sua família.

Era difícil acreditar, mas o gato tinha as mesmas condições que Madden. O gato, chamado Moon, não tinha apenas uma fenda labial, ele também tinha heterocromia completa irídio. “Foi como um encontro preparado pelo céu”, disse a mãe de Madden.

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

Foi a gentileza de amigos e estranhos que ajudou Madden e sua família a viajar de Oklahoma para Minnesota. Por causa desses pequenos atos de bondade de pessoas diferentes, Moon foi levado para sua nova casa.

Apesar de Moon ser o gato resgatado das ruas de Minnesota, ele foi o único que conseguiu resgatar Madden de sua solidão. Ter um companheiro animal com suas mesmas condições raras ajudou Madden a se sentir compreendido e menos sozinho. Moon ajudou Madden a perceber que ser diferente não faz dele uma aberração, apenas o torna único.

Foto: justsomething.co

Foto: justsomething.co

A mãe de Madden está confiante de que Moon vai ajudar a aumentar a confiança de seu filho, permitindo que ele estenda o amor e a bondade para aqueles que lançam palavras indelicadas para com ele.

Para conhecer mais da adorável e inspiradora amizade de Madden e Moon, é possível visitar o Instagram deles.

Pesquisa aponta crescimento da comunidade vegana na África do Sul

Foto: Livekindly/Reprodução

Foto: Livekindly/Reprodução

A comunidade vegana da África do Sul está crescendo cada vez mais, com um aumento de pessoas recorrendo a alimentos baseados em vegetais em cidades grandes e populosas como Joanesburgo.

Em uma análise dos países mais populares onde as pessoas se alimentam a base de vegetais e sem crueldade, o país ficou entre os 30 melhores do mundo.

O veganismo está na “maior alta de todos os tempos” na África do Sul, de acordo com o site de culinária Chef’s Pencil. O site reuniu dados do Google Trends (Google Tendências, na tradução livre) para analisar o movimento vegano na África, que é o segundo maior continente do planeta.

O site analisou pesquisas sob a categoria de veganismo, incluindo “o que é vegano”, “restaurantes veganos” e “receitas veganas”. De acordo com o Chef’s Pencil, o Google distribui pontos para vários locais com base no nível de interesse mostrado em um tópico ao avaliar as pesquisas que estão sendo feitas. O Google compara as pesquisas feitas sobre um determinado tópico a todas as pesquisas demais feitas nesse local.

Os dados do Google Trends colocaram a África do Sul como o 23º país do mundo em termos de interesse pelo veganismo. É o único país da África com “seguidores veganos consideráveis”, disse a Chef’s Pencil, com países como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Suécia ocupando os primeiros lugares. Stellenbosch, Joanesburgo e Cape Town, todos classificados nas dez melhores cidades sul-africanas para o veganismo.

O site Chef’s Pencil apontou que enquanto algumas palavras-chave são provavelmente pesquisadas por curiosidade, outros – como “receitas vegana” e “restaurantes veganos” – refletem uma “forte intenção de seguir uma dieta vegana”.

Os dados do Google sugerem que a atração da África do Sul pelo veganismo só tem crescido. Em 2008, o país teve uma pontuação de 12 pontos em “interesse pelo veganismo”. Esse índice tem aumentado constantemente na última década, com a África do Sul atingindo 100 – o pico de popularidade – em janeiro deste ano.

Veganismo na África do Sul

Chef’s Pencil não é o primeiro a identificar o crescente interesse da África do Sul em alimentos à base de vegetais. No ano passado, a Org de Rac, uma vinícola orgânica em Swartland, no Cabo Ocidental, prometeu tornar-se vegana para atender à “enorme demanda” de clientes adeptos da filosofia.

Org de Rac prometeu remover produtos animais – como óleo de peixe, medula óssea, gelatina e cola de peixe (gelatina de bexigas de peixe), que são todos usados no processo de refinamento do vinho – de seus produtos.

O mestre da adega de Org de Rac, Frank Meaker, disse: “Tendo mantido um olhar atento sobre o mercado de vinho local e internacional, não há como duvidar do enorme aumento do veganismo como um modo de vida, especialmente entre a chamada “geração milenium”.