Pit bull abusado e traumatizado se transforma ao encontrar sua nova tutora

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

Depois que Meatloaf foi abandonado e deixado por sua própria conta, ele foi atropelado por um carro enquanto vagava pelas ruas da Flórida, nos Estados Unidos e a pessoa que o atingiu rapidamente entrou em contato com o controle de animais. Meatloaf foi logo resgatado pelo Rescue Animals In Need (RAIN), que imediatamente percebeu, pela sua condição e comportamento, que o pobre cachorro passara por muito mais do que apenas um acidente de carro.

Quando Meatloaf foi levado pela primeira vez pelo resgate, ele estava coberto de infecções de pele e sarna, sofria de infecções nos dois ouvidos e estava em torno de 20 quilos abaixo do peso. Ele tinha medo de tudo, e com base em seus ferimentos e na negligência óbvia de que tinha sido vítima, seus salvadores assumiram que ele provavelmente foi usado como cão de isca em brigas de cães em algum momento de sua vida.

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

Apesar de seu passado terrível e medos intensos, Meatloaf estava emocionado por finalmente estar seguro, e apesar de todos os seus novos amigos no centro de resgate poderem dizer que ele estava com medo, ele nunca parou de abanar o rabo, e parecia estar desesperadamente tentando superar sua ansiedade.

Meatloaf foi colocado em um lar temporário, enquanto ele se curava de suas muitas doenças, e, eventualmente, era hora de começar a procurar sua casa para sempre. Sua responsável no lar temporário conheceu alguns adotantes em potencial, mas nenhum deles parecia a melhor escolha.

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

Depois de tudo o que o pit bull passou, a responsável por Meatloaf queria desesperadamente encontrar para ele a família perfeita onde ele pudesse prosperar. Ela ficou preocupada se nunca encontraria uma família que ela estivesse completamente confortável em entregando-lo – até que ela conheceu Brittney Strugala.

Strugala estava ajudando sua melhor amiga a procurar um cachorro para adotar, e quando se deparou com a foto de Meatloaf, de repente teve a forte sensação de que precisava adotá-lo sozinha; que ele deveria ser seu cachorro. Ela e seu noivo estavam pensando em adotar um amigo para seu outro pit bull, Sky, e Strugala soube em seu coração que Meatloaf era o cachorro que eles estavam esperando.

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

O único problema era que a gerência do apartamento do casal não permitia que eles tivessem mais de um cachorro – e então eles decidiram se mudar.

“Eu imediatamente me apaixonei e sabia que tinha que tê-lo ao meu lado”, disse Strugala ao The Dodo. “Eu estava olhando para ele há mais de um mês, sem esperança de sequer tê-lo, porque eu morava com outras pessoas e não conseguia outro cachorro. Bem, algumas coisas mudaram e nos mudamos de casa no mês seguinte e nosso novo senhorio não só nos deixou ter um pit bull, ela nos deixou ter dois! Então, no primeiro dia em que nos mudamos, eu me candidatei a ele”.

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

Assim que sua situação de vida mudou, o casal aproveitou a oportunidade para receber Meatloaf em sua família – e apenas cinco dias depois que eles se mudaram para o novo local, Meatloaf chegou em sua nova casa.

Embora a maioria das doenças do Meatloaf estivesse curada no momento em que ele foi adotado, ele ainda estava bastante ansioso – mas sua nova família estava determinada a ajudá-lo, embora soubessem que poderia ser um longo caminho.

“Eu sabia que ele daria muito trabalho até se adaptar e eu queria fazer parte disso tudo”, disse Strugala.

Meatloaf amou sua nova família desde o início, e apesar de seus medos de pequenas coisas como barulhos repentinos, ele parecia imediatamente confortável em sua nova casa e confiava em sua nova família – especialmente sua irmã cachorra, Sky. Com a ajuda de Sky, Meatloaf tem, lentamente, mas com certeza, menos medo de coisas, e é capaz de lidar com o que vier pela frente, do seu jeito, desde que ele a tenha ao seu lado.

Foto: Brittney Strugala

Foto: Brittney Strugala

“Ele não tem muito medo agora porque mostramos a ele que as coisas e o mundo não são assustadores”, disse Strugala. “Sky também o ajuda a se sentir invencível”.

Agora, Meatloaf é o pit bull mais feliz e pateta do mundo, e não poderia amar mais sua nova vida. Ele absolutamente adora se aninhar com seus pais e faz birra cada vez que eles têm que sair para o trabalho. O pit bull segue sua irmã Sky por toda parte, e parece que finalmente aceitou que, enquanto ele tiver sua família, ele nunca mais terá que se sentir assustado novamente.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cadela morre dias depois de cair em galeria pluvial em Novo Horizonte (SP)

Uma cadela morreu dias depois de cair em uma galeria pluvial em Novo Horizonte (SP). No entanto, a queda, que aconteceu na última semana, não foi o que motivou a morte. Diagnosticada com cinomose, a cadela morreu por causa da doença.

Foto: Reprodução / Bom Dia Cidade Rio Preto / TV TEM

O acidente aconteceu no bairro Jardim das Oliveiras. A cadela caiu em uma galeria com mais de dois metros de profundidade. As informações são do G1.

Moradores da região ouviram latidos do animal e acionaram o Corpo de Bombeiros. Não se sabe por quanto tempo a cadela ficou presa no local.

“Ela tinha cinomose e chegou até nós muito debilitada. Tratamos os ferimentos nos olhos, mas ela teve várias convulsões por causa da doença e não resistiu”, afirmou ao G1 a veterinária Viviane Cristina da Silva, que socorreu o animal.

Os militares levaram quase uma hora para conseguir tirar a cadela da galeria. Para isso, eles precisaram usar uma ferramenta hidráulica para cortar barras de ferro existentes no local. Um dos bombeiros entrou na tubulação e pegou a cadela, que estava encolhida e assustada.

Foto: Kall Rigamonte


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cão com ferimento grave mobiliza campanha em prol de seu tratamento

Um cachorro resgatado da rua com uma ferida grave no pescoço está comovendo internautas e mobilizando uma campanha em prol de seu tratamento. Pescocinho, como passou a ser chamado devido ao local do ferimento, foi encontrado no bairro Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro.

“Queriam matá-lo, porque ele estava pelas ruas com mau cheiro. Por isso eu estava apavorada querendo achá-lo pela cidade para que ele não fosse sacrificado”, contou Carol Midori ao G1.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

Após uma semana de buscas, o cão foi resgatado no dia 24 de julho. Levado ao veterinário, ele foi diagnosticado com infecção, anemia e doença do carrapato.

Pescocinho está internado, sem previsão de alta, para tratar o ferimento e os demais problemas de saúde. Apesar do estado em que foi encontrado, ele tem apresentado melhora.

O ferimento, segundo Carol, pode ter sido causado por uma briga com outro cachorro. “Ela [a ferida] foi infeccionando, até que ficou desse jeito ou pode ter sido algum impacto forte que ocasionou em algum ferimento e foi se agravando, conforme o tempo, por falta de tratamento”, disse.

Através das redes sociais, Carol conseguiu ajuda para arcar com os gastos do tratamento de Pescocinho.

Foto: Carol Midori/ Arquivo Pessoal

“Sem a ajuda deles eu não ia conseguir cuidar dele, nem arcar com as despesas sozinha. Estamos conseguindo cuidar do Pescocinho e de tantos outros animais graças à colaboração de cada um, a ajuda das pessoas é muito importante para essa causa”, contou.

“Ele está sendo muito bem tratado, já está até comendo. Quando eu o levei para o veterinário, ele não comia nada e estava com medo e dor”, completou a protetora, que lembrou ainda que Pescocinho será vacinado, castrado e disponibilizado para adoção quando receber alta médica.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Mulher joga soda cáustica em cadela que se protegia da chuva em sua casa

Uma mulher confessou à polícia ter agredido uma cadela no bairro Cohab I, em Belo Jardim, no estado de Pernambuco. Testemunhas afirmam que a agressão ocorreu porque o animal teria buscado abrigo contra a chuva em frente à casa da mulher. Vitória, como passou a ser chamada a cadela, foi resgatada na segunda-feira (29) com ferimentos graves. Embora a agressora afirme ter jogado água quente no animal, um laudo veterinário indicou que o produto usado foi soda cáustica.

Foto: Reprodução / YouTube / TV Jornal Interior

Uma das voluntárias do grupo Anjos de Rua, Ayanne Chaves, que está colaborando com o tratamento de Vitória, afirmou que “foi um resgate bem complicado e difícil, porque ela estava muito machucada e medrosa”. A cadela está internada em uma clínica veterinária. As informações são do portal NE10 Interior.

Após consulta médica, foi constatado que a causa dos ferimentos encontrados no corpo do animal foi agressão com soda cáustica. Além das feridas, a cadela foi diagnosticada com anemia severa e plaquetas baixas e está recebendo tratamento que inclui antibióticos e analgésicos.

Denúncias levadas ao grupo voluntário indicam ainda que este não foi o primeiro episódio de violência promovido pela mulher contra a cadela.

Identificada, a mulher foi encaminhada à delegacia de Belo Jardim e prestou depoimento. Um termo circunstanciado de ocorrência foi instaurado e ela foi liberada. Segundo o delegado João Carlos, esse é o procedimento padrão para crimes de menor potencial ofensivo, nos quais se enquadram os maus-tratos a animais.

Em depoimento, a mulher afirmou que jogou água fervente na cadela, mas não soube dizer o que motivou o ato cruel. Ela assinou um termo de compromisso e receberá intimação judicial para participar de audiência.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cachorrinha exausta e doente entra sozinha no abrigo e adormece na sala de espera

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Era um dia típico de março na Humane Society International (HSI) na Índia, e todos os funcionários no abrigo estavam ocupados aquele dia. A certa altura, uma cachorrinha em situação de rua muito doente passou pela porta da ONG – e por algum motivo achou que parecia um lugar seguro para ficar por um tempo.

Ela decidiu dar uma olhada, então entrou silenciosamente, rapidamente encontrou um sofá, enrolou-se e foi direto dormir. Demorou um pouco antes que alguém notasse que ela estava lá, e com isso o quanto ela precisava da ajuda deles.

“Nós não teríamos notado ela, se não fosse pelo mau cheiro que a pobrezinha exalava”, disse Alokparna Sengupta, vice-diretor da HSI India, ao The Dodo. “Sua condição de pele era séria – ela tinha sarna e as orelhas estavam sangrando”.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Quando as pessoas no escritório finalmente notaram a pobre cachorrinha, mais tarde chamada de Fada, correram para dar a ela um pouco de comida e água, mas todo o movimento e comoção a assustaram e a cachorrinha rapidamente fugiu. Todos ficaram chateados porque não puderam ajudá-la – mas no dia seguinte, no mesmo horário, ela voltou e, dessa vez, os funcionários estavam preparados.

Assim que viram Fada toda enrolada em si mesma, escolhida e dormindo no sofá, eles fecharam a porta da frente para que ela não pudesse fugir novamente. Eles então imediatamente lhe deram um pouco de comida e água, e se prepararam para levá-la ao veterinário. Sua sarna era incrivelmente severa, e parecia que ela vinha sofrendo há vários meses. A cachorrinha mal tinha pelo em todo o corpo, além de um pequeno tufo em volta do pescoço. Apesar de estar com medo, ela obviamente sabia que precisava de ajuda, e de alguma forma sentiu que dentro daquele local havia pessoas que queriam desesperadamente ajudá-la.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Quando fui buscá-la para levá-la ao médico, sua pele estava descascando”, disse Sengupta. “Mas ela era e é um anjo. Nenhuma queixa ou estresse. Eu acho que o destino a trouxe para o lugar certo e ela sabia disso”.

Fada foi levada ao veterinário e recebeu tratamento para a sarna imediatamente. Além da horrível condição de sua pele, ela felizmente não tinha nenhum outro problema, e estava em boa saúde. Depois de realizados testes sobre a infecção em sua pele, foi determinado que ela estava sofrendo há muito tempo e, no entanto, de alguma forma, ninguém jamais tentou ajudá-la antes.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Ela provavelmente estava sofrendo há alguns meses e foi enxotada por causa de sua aparência doentia”, disse Sengupta.

Apesar de sua condição e toda a dor que ela sentia, Fada foi uma paciente perfeita, dócil e receptiva desde o início. Ela deixou todo mundo no abrigo tratar e cuidar dela, nunca reclamou ou resistiu nem um pouco. Ela parecia extremamente grata por finalmente encontrar pessoas que estavam dispostas a lhe dar amor e atenção.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Ela tem sido um cão extremamente paciente e feliz”, disse Sengupta. “Depois do segundo dia no canil, ela imediatamente confiou nos voluntários e pacientemente tomou banho todas as semanas. Depois de sua recuperação, percebemos o quão feliz e amigável ela era. ”

Demorou seis meses para que Fada se recuperasse completamente. Depois de três meses no abrigo, ela já tinha uma família interessada em adotá-la, mas seus resgatantes queriam esperar até que ela estivesse completamente curada antes de mandá-la para casa. Ela foi tão doce e amorosa desde o começo, então todos no abrigo sabiam que ela faria muito bem a quem acabasse adotando-a, e agora que ela já está em seu novo lar, ela está absolutamente desabrochando.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Fada agora tem muito espaço para correr e brincar, e para as pessoas para a abraçarem e acariciarem quando ela quiser. Ela pode ter tido um começo difícil de vida, mas de alguma forma ela sabia exatamente onde procurar ajuda, e agora ela está vivendo a melhor vida possível, graças a seus salvadores.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Tutor justifica abandono de cão doente dizendo que ‘não tinha tempo para cuidar’

Um cachorro doente foi abandonado ao relento em Amambai, no Mato Grosso do Sul. Segundo a presidente de uma ONG de proteção animal, que resgatou o cão, o tutor disse a ela que abandonou o animal porque não tinha tempo para cuidar dele. O cachorro foi resgatado na quinta-feira (25).

Foto: PMA/Divulgação

A mulher, que preferiu não ser identificada, contou que localizou o tutor do cão e o questionou sobre o abandono. “Tenho dois empregos, chego em casa depois de meia-noite, não tenho tempo para cuidar”, teria respondido o homem.

Segundo ela, o tutor afirmou que duas irmãs deram paracetamol ao animal. O remédio combate dores e febre, mas não trata nenhuma doença específica. As informações são do portal G1.

Após resgatar o cão, a mulher o encaminhou para receber atendimento veterinário e acionou a Polícia Militar Ambiental (PMA).

O tutor do cachorro foi multado pela polícia em R$ 500 e responderá pelo crime ambiental de maus-tratos a animais, com pena de até um ano de detenção, além de multa. Os agentes efetuaram um auto de infração administrativo.

Após ser levado para receber os cuidados de um veterinário, o cachorro foi sacrificado por estar com uma doença em estágio avançado. De acordo com o especialista, o animal não sobreviveria e, por isso, o sacrifício foi optado como forma de por fim ao seu sofrimento.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Égua debilitada é resgatada após ficar horas atolada em córrego em SC

Uma égua foi resgatada na tarde de terça-feira (23) após ficar horas atolada em um córrego em Brusque (SC). O acidente aconteceu no bairro Zantão.

Foto: Corpo de Bombeiros Militar de Brusque

O Corpo de Bombeiros foi acionado e, ao chegar no local, a corporação percebeu que a égua estava debilitada, o que a impedia de ficar em pé. Os militares tentaram, então, levantar o animal, mas não conseguiram. As informações são do portal O Município.

Uma médica veterinária foi chamada e, após examinar a égua, constatou que ela não estava ferida, mas sofria de desidratação e estava fraca, por isso não tinha forças para se levantar.

O tutor da égua, de 21 anos, afirmou que o animal estava na mesma posição desde a manhã de terça-feira. Para auxiliar no resgate, o jovem contratou o serviço de uma mini retroescavadeira. Com o equipamento, a égua foi retirada do córrego.

Após o resgate, o animal foi entregue aos cuidados da veterinária e do tutor.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Cachorrinho diagnosticado como doente terminal é adotado e redescobre a vida

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Courtney Thomsen estava navegando pelo Facebook um dia quando viu um post exclusivo em meio às fotos habituais das férias e atualizações de amigos e familiares.

Na foto um rosto branquinho e peludo com olhos suplicantes olhava para ela. O coração de Thomsen saltou dentro do peito.

“Minha amiga Konnie compartilhou um post da Humane Society of Southeast Texas”, disse Thomsen ao The Dodo. “O post dizia que ele doente terminal, e eles estavam procurando por uma família especial para acolhê-lo em suas poucas semanas ou meses restantes.”

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Thomsen poderia ter continuado navegando após ter visto o post e a informação teria simplesmente desaparecido em seu feed de notícias na mídia social, mas o cachorro na foto não tinha tempo para ser encontrado novamente. Ele só tinha uma pequena janela de oportunidade, para ter uma chance de felicidade única, antes que ela também desaparecesse.

“Quando vi a foto dele no Facebook, senti uma necessidade intensa de pegá-lo, mas depois de ler vários comentários dizendo coisas como: ‘Eu gostaria de poder levá-lo, mas não posso!’ Eu soube que tinha que pegá-lo”, disse Thomsen. “Eu não suportava o pensamento de ele morrer sozinho no abrigo e não saber o que era ser amado e fazer parte de uma família de verdade.”

Thomsen imediatamente contatou a Humane Society, mas o ato impulsivo de bondade não veio sem uma parcela justa de ansiedade.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Thomsen não sabia nada sobre o cachorrinho doente, que havia sido jogado no abrigo todo sujo, sem nome e muito magro. A papelada sobre suas condições e o número de medicamentos que ele precisava era imensa. Mas quando a equipe do abrigo finalmente trouxe o cachorro para um encontro com ela, algo mudou.

“Quando aparecemos, eles disseram que ele não parecia responder ao [nome dele]”, disse Thomsen. “Meu filho de 5 anos disse imediatamente: ‘Podemos chamá-lo de Taco!’ Um funcionário o chamou de Taco e foi direto para ela! Então ele foi imediatamente renomeado como Taco ”.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Acontece que Thomsen não era a única nervosa com o novo arranjo de vida. Taco também tinha suas reservas e hesitava em confiar.

“Ele parecia realmente preocupado e inseguro no início, quase como se ele pensasse que nós éramos apenas mais um ponto de parada, e não sua família para sempre”, disse Thomsen. “Ele ficava em um lugar parado o tempo todo, e ele parecia realmente doente e deprimido.”

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Então Thomsen decidiu fazer tudo que estivesse em seu alcance para ajudar o cão a sair de sua concha. E funcionou.

“Eu passei tanto tempo amando ele, o abraçando, falando com ele e qualquer coisa que eu pudesse pensar para fazê-lo se sentir melhor”, disse Thomsen. “Dentro de alguns dias, Taco começou a sorrir e se empolgou com as coisas. Ele começou a me seguir em todos os lugares – então comecei a levá-lo comigo a todos os lugares. ”

Taco nunca foi treinado para fazer xixi no lugar certo, mas ele rapidamente aprendeu os caminhos da casa seguindo o exemplo de seus novos irmãos. Ele até aprendeu alguns truques para agradar sua mãe.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

“Ele não sabia como se sentar quando eu o peguei pela primeira vez, mas ele viu os outros cachorros ganhando petiscos ao ficarem sentados, então é claro que Taco começou a se sentar bem rápido”, disse Thomsen.

Agora, Taco está compensando todo tempo perdido quando se trata de afeto. “Ele vai amar quem quiser amar de volta”, explicou Thomsen. “Quando ele quer ser acariciado (o que é praticamente o tempo todo), ele pega a própria pata e esfregar sua própria cabeça, então em seguida ele pega minha mão para tentar me fazer acariciá-lo”.

Com a dirofilariose avançada e uma longa lista de problemas de saúde, Taco pode não ter muito tempo de sobra nesta terra. Mas sob os cuidados de Thomsen, sua saúde e humor melhoraram mais do que qualquer um poderia prever. O cachorrinho ganhou peso e confiança e, além de seus ataques de tosse, vive a vida de um cão normal.

Foto: Courtney Thomsen

Foto: Courtney Thomsen

Embora Thomsen não consiga pensar em perder Taco, ela não trocaria o tempo deles juntos para nada. Ele torna nossa vida melhor, explicou Thomsen, e isso não pode ser quantificado:

“Adoro acordar com ele e voltar para casa e ver seu precioso sorriso. Eu amo quando posso passar o dia todo em casa e brincar com ele. Deixo ele entrar no carro comigo. Eu amo que ele me siga por todos os lugares e olhe para mim com tanto carinho. Eu amo poder dizer que ele é feliz apenas por fazer parte de uma família. Eu amo ver que ele tenta ativamente aprender coisas novas só para me impressionar.”

“Ele me ensinou que todo mundo merece uma segunda chance na vida”, acrescentou Thomsen, “e é incrível ver quanta melhora pode ser alcançada com apenas amor e conforto.”

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha resgatada das ruas com 16 anos finalmente encontra uma família

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ruthie foi encontrada em péssimo estado, doente e abandonada, vivendo nas ruas de Abilene, no Texas (EUA), e foi levada para um abrigo local. A cachorrinha idosa mista de chihuahua de 16 anos estava muito abatida quando chegou ao veterinário, e os funcionários do abrigo temeram que ela não iria conseguir se recuperar.

A cachorrinha estava severamente abaixo do peso e com infestação de pulgas, sofria de uma infecção ocular, infecções de pele e doenças nas gengivas. O abrigo a mantinha isolada porque estava tendo dificuldade em lidar com a vida no local, além de seus problemas de saúde, e não queriam que ela ficasse mais estressada do que já estava.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Ninguém parecia ter muita fé que Ruthie iria aguentar – até que a ONG Forgotten Friends descobriu a cachorrinha idosa e imediatamente soube que ela merecia uma chance.

Depois de ser retirada do abrigo pela ONG, Ruthie foi colocada em um lar temporário. Suas novas amigas na ONG começaram a lidar com seus muitos problemas médicos, inclusive com os dentes podres infeccionados.

Muitas vezes é mais difícil encontrar casas para animais idosos, especialmente cães de 16 anos, e ainda assim não demorou muito para que a família perfeita descobrisse Ruthie e se apaixonasse por ela.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Jen Ramey e seu marido estavam planejando uma festa de aniversário para seu cachorro Buttercup e decidiram usar a festa para arrecadar dinheiro para a ONG Forgotten Friends (entidade que resgatou Ruth).

A ONG então decidiu trazer alguns de seus cães para a festa, incluindo Ruthie, e assim que o casal conheceu a chihuahua idosa, eles souberam que ela deveria ser o mais novo membro de sua família.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

“Eu pensei na hora que ela era a cachorrinha mais doce que eu já tinha visto, e honestamente não achava que poderíamos ter com outro cachorro, mas não conseguia parar de pensar nela”, disse Ramey ao The Dodo. “Quando meu marido sugeriu adotá-la, se ninguém manifestasse interesse nela até o final do mês (uma semana após a festa de Buttercup), eu apresentei o formulário on-line e nós a pegamos no dia seguinte!”

Ramey e seu marido estavam cientes dos problemas médicos de Ruthie, e estavam preparados para lidar com eles, assim como com todos os outros desafios que surgem ao adotar um cão idoso.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Depois de tudo o que ela passou e tudo o que ela estava lidando em termos de tratamentos médicos, eles assumiram que Ruthie seria o tipo de cão sênior que era incrivelmente maduro e só ia querer relaxar o tempo todo – mas assim que ela chegou em sua nova casa, Ruthie foi rápida em provar que eles estavam errados.

“Logo de início, ela queria que Buttercup (a cachorrinha que já vivia com a família) soubesse que ela estava aqui para ficar”, disse Ramey. “Nós esperávamos que ela fosse uma velhinha fria, mas não era exatamente o caso”.

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

Desde o começo, Ruthie estava cheia de energia e não teve problemas em acompanhar sua irmã mais nova. Ela adora estar envolvida em tudo que sua família faz e não pode suportar ficar de fora dos passeios e atividades. Ela gosta de todas as pessoas que conhece e não deseja nada além de ser abraçada, acariciada e adorada por todos ao seu redor.

“Ela adora comer e roubar os brinquedos de sua irmã”, disse Ramey. “Nós pensamos que ela estaria sempre cansada e relaxada o tempo todo, mas ela é realmente super corajosa agora, o que é muito inesperado, considerando sua idade e seus problemas médicos.”

Foto: Jen Ramey

Foto: Jen Ramey

A condição geral de Ruthie melhorou muito desde que ela foi adotada, mas ela ainda tem muitos problemas para lidar. Ela tem dificuldade em ganhar peso e sofreu de uma obstrução de traqueia. Ela também tem pulmões com cicatrizes de bronquite crônica, doença das vias aéreas inflamadas e uma hérnia inguinal inoperável.

No entanto, nada disso a atrapalha, e ela não parece ligar com todos esses detalhes com base em sua personalidade despreocupada. Quando Ruthie chegou ao abrigo, ninguém achou que a cachorra de 16 anos iria sobreviver. Agora ela é praticamente um filhote novamente, amando cada minuto de sua nova família e sua segunda chance.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

Cachorrinha desenganada e abandonada pela família é curada por veterinário

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Quando a filhotinha de cachorro de apenas 6 semanas de idade que vivia com sua família adotiva na Califórnia (EUA) perdeu a capacidade de andar, ela parecia também ter perdido sua chance na vida. Seus tutores, convencidos de que a cachorrinha estava paralisada para sempre, levaram-na ao veterinário local e perguntaram se o filhote poderia ser colocado para dormir.

Mas o veterinário, no entanto, não foi tão rápido quanto a família da cachorrinha para fazer um diagnóstico.

O profissional fez uma série de testes na pequena filhote, originalmente chamada de Bo, e os resultados foram reveladores. Não só Bo não estava paralisada, mas sua condição era facilmente tratável e reversível. Não havia absolutamente nenhum motivo para este filhote ser condenado à morte.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Bo, que foi logo rebatizada como Bella, teve hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue). O veterinário então entrou em contato com Piper Wood, fundador da organização de resgate da Califórnia, Hand in Paw, explicou a situação do filhote. Wood imediatamente concordou em levá-la aos cuidados do centro de resgate.

Mas por que o filhote desmaiou, então? “Talvez eles não estivessem alimentando-a o suficiente”, sugeriu Wood ao The Dodo, “e seu nível de açúcar no sangue acabou ficando muito baixo”.

Possivelmente, o filhote também foi retirado de sua mãe cedo demais, uma maneira infalível de evitar muitos problemas de saúde é o leite materno. A Healthy Pets recomenda que os filhotes permaneçam com suas mães por pelo menos dois meses antes de serem adotados.

“Ela estava muito quieta, especialmente para um filhote”, explicou Wood. “Você poderia dizer que ela estava com muito medo”, acrescentou a salvadora da cachorrinha, tendo observado que viu o filhote abandonado tremendo em sua gaiola.

No entanto, depois de apenas duas horas na clínica veterinária, algo incrível aconteceu com Bella. “Ela foi capaz de se levantar”, exclamou Wood. “Ela estava um pouco instável, mas ela estava de pé e comendo sozinha.” Bella tinha mais uma doença menor para consertar: um caso de “estrangulamento de cachorro”, uma condição de pele incomum, mas tratável.

Ela recebeu fluidos intravenosos e o amor que ela precisava para se sentir confortável e segura. Bella teve uma rápida recuperação. “Foi uma solução bem simples”, Wood disse. Tudo o que a pequena filhote realmente precisava era de um diagnóstico preciso e dos cuidados e atenção certos.

Quando ela se curou, a confiança da doce cachorrinha voltou. Hand in Paw compartilhou atualizações com seus amigos, fãs e seguidores no Facebook. Mas a melhor notícia foi que Bella rapidamente a encontrou sua nova família.

Wood acompanhou o filhote até sua nova morada e descreveu o prazer de ver Bella brincando alegremente pela primeira vez. “Ela estava brincando com 10 brinquedos diferentes ao mesmo tempo”, Wood compartilhou no Facebook, “correndo e se divertindo, ela estava tão feliz. Ela se sente em casa agora”.

Foto: Piper Wood

Foto: Piper Wood

Depois da reviravolta extraordinária de Bella, Wood tinha alguns conselhos sérios, para outros tutores de animais: “é imperativo explorar a saúde do seu animal doméstico com um veterinário antes de tomar decisões. Muitos animais são abandonados e até mortos por condições médicas facilmente tratáveis, e não precisa ser assim”.

“Se você vai adotar um cachorro ou qualquer animal, saiba que eles são um membro da família”, aconselhou Wood. “Se você não está preparado para lidar com problemas de saúde que surgem e não está preparado para dar a eles o que eles precisam, então você provavelmente não deveria adotar um animal”.

“A pequena Bella é um exemplo brilhante dos milagres que podem acontecer se assumirmos nossas responsabilidades como guardiães de animais domésticos. Animais de estimação são vulneráveis, e nós lhes devemos amor, cuidado e atenção quando as coisas dão errado. Graças à suspeita de um veterinário de que Bella estava bem, a cachorrinha agora tem uma ‘vida linda e cheia pela frente’, disse Wood.

Muitos outros animais merecem o mesmo final feliz.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.