Famosa por cosplay do desenho ‘Cão covarde’, mulher pede ajuda para salvar seu cachorro

Solange Amorim, de 52 anos, que ficou famosa por fazer cosplay do desenho animado “Coragem, o cão covarde”, está arrecadando recursos pela internet para o tratamento médico de seu cachorro. Além da vaquinha, ela também decidiu colocar algumas de suas fantasias à venda.

Tia Sol, como é conhecida, conseguiu arrecadar R$ 1,3 mil, mas ainda faltam R$ 200 para alcançar o valor total do tratamento de Doug.

Reprodução/Facebook

“Como todos sabem, fiz uma vaquinha para poder salvar a vida dele (Doug). Como estou desempregada, coloquei alguns cosplays à venda, era o mínimo que eu poderia fazer por ele, amo meus bichinhos, sou apaixonada por eles”, escreveu Solange.

Doug teve dificuldade para comer, mas recentemente apresentou melhora, voltou a latir e tem até brincado com os gatos. “Sem a ajuda de vocês, não seria possível. Estou imensamente agradecida a todos vocês que ajudaram com depósito, ajudaram na vaquinha, e até mesmo compartilhando. Obrigada de coração! Muita gratidão a todos vocês!”, disse.

Solange explicou, em entrevista ao portal Amazonas1, que Doug contraiu uma infecção de outro animal. “Ele pegou essa doença de pele, que o médico chamou de fungo, de um gato em situação de rua que o Doug brincava com ele. O gatinho estava cheio de problema de pele e a bactérias entraram na boca do meu cachorro”, contou.

Interessados em ajudar podem entrar em contato com Solange através da página Tia Sol, no Facebook.


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Caso raro: gato diagnosticado com raiva morre no interior de MG

Um gato morreu após ser contaminado pela raiva em Itaú de Minas (MG). O diagnóstico veio dias após a morte do animal. Antes disso, a tutora havia encaminhado o gato para uma clínica veterinária ao notar que ele estava agressivo, salivava em excesso e tinha dificuldades de locomoção – mas o animal foi liberado pelo veterinário e voltou para casa, sem diagnóstico fechado.

A mulher, que foi arranhada pelo gato, e o marido dela, que teve contato com a saliva do animal, receberam medicação. O caso é acompanhado pela prefeitura. Casos de raiva em gatos não eram registrados na cidade há mais de 16 anos. Na capital do estado não há registro da doença em gatos desde 1984 e último caso notificado em cães foi em 1989.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

“O gatinho faleceu em 19 de junho e as amostras de sangue foram enviadas ao Instituto Mineiro de Agropecuária. É raríssimo aparecer casos de raiva em felinos, há mais de dezesseis anos não temos um aqui. Para tentar resolver, fechamos o cerco na zona rural. O protocolo pede que todos os animais da região onde o animal morreu sejam presos por dez dias, para observamos o comportamento”, explica Maria Pimenta de Jesus, coordenadora do Programa de Saúde da Família e do Pronto Socorro Municipal de Itaú de Minas, em entrevista ao portal O Tempo.

Todos os animais da região onde o gato vivia receberam novas doses da vacina contra raiva. Um cachorro que vivia na zona rural também apresentou quadro sintomático semelhante ao da raiva. “Os moradores prenderam o animal para vigiá-lo, mas ele acabou fugindo nesse fim de semana. Nós achamos que o cachorro já deve ter morrido”, comenta Pimenta.

De acordo com a coordenadora do programa, o gato não foi vacinado na última campanha. “A tutora nos contou que ele ainda não tinha 90 dias quando aconteceu a campanha e animais com menos de três meses não podem receber a dose. Depois que passou a campanha, ela não procurou a rede privada para vaciná-lo. Às vezes passa despercebida a necessidade da prevenção, as pessoas às vezes acham que, por não haver muitos casos da doença, ela foi erradicada”, explica.

O fato de poucos gatos apresentarem a doença não significa que eles são mais resistentes a ela, segundo a professora de doenças virais da escola de Medicina Veterinária da UFMG, Maria Isabel Guedes. “Nós temos um bom controle da raiva urbana graças a uma taxa de cobertura vacinal acima de 80% nos últimos anos. É o sucesso da campanha de vacinação que garante a diminuição da transmissão da raiva nos municípios”, afirma.

Segundo ela, é preciso que a vacinação continue sendo realizada anualmente. “Estamos vendo um aumento no aparecimento de casos de morcegos no ambiente urbano, morcegos que se alimentam de insetos e de néctar que podem transmitir o vírus da raiva. Pode acontecer de o morcego se infectar e cair morto ao chão. Assim, cães e gatos por instinto podem querer brincar com ele e mordê-lo. Se o animal não estiver vacinado, ele pode vir a óbito”, comenta.

Morcegos hematófagos – que se alimentam de sangue – transmitem a raiva nas zonas rurais ao morder bovinos e equinos. “A raiva é invariavelmente fatal. Se o vírus chega ao sistema nervoso central, o ser humano ou o animal vem ao óbito. Existe apenas dois casos na literatura médica brasileira de pessoas que sobreviveram ao vírus”, alerta a professora.

“No início da doença, o animal apresenta alterações em seu comportamento. Se era mansinho, pode se tornar mais agressivo, atacar pessoas. Ele também apresenta salivação extrema e começa a espumar mesmo, dificuldade respiratória e falta de apetite. Mais para o final, o animal apresenta muita confusão mental e dificuldade para se locomover, muitos não conseguem mesmo andar”, explica Guedes.

É importante, portanto, vacinar os animais e levá-los para o veterinário caso sintomas apareçam. No caso dos morcegos encontrados mortos, a recomendação é acionar o Centro de Controle de Zoonoses para recolhê-los.

“O animal deve ser vacinado anualmente e, no caso dos filhotes, é preciso que estejam protegidos já aos quatro meses de vida. É importante que as pessoas se lembrem que não estamos livres da doença”, defende Guedes.


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PL propõe abono de falta a servidor municipal que precisar levar animal doente a veterinário em Curitiba (PR)

Um projeto de lei, que tramita na Câmara de Curitiba, no Paraná, quer permitir que servidores municipais tenham abono de falta quando precisarem levar animais domésticos em consultas veterinárias de emergência.

A vereadora Katia Dittrich (Solidariedade), autora da proposta, acredita que a medida está em sintonia com os crescentes cuidados com animais e com a relação cada vez mais próxima entre humanos e não humanos.

(Foto: Reprodução / O Regional)

“Nada mais natural que adequar a legislação, permitindo que, nas ocasiões de emergências veterinárias, o responsável possa ter a falta justificada”, diz Katia. As informações são do portal Banda B.

Caso seja aprovada e sancionada, a proposta irá alterar o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Curitiba, que estabelece 11 situações em que a falta pode ser justificada, como no caso de doenças e morte de cônjuge, filho, pai, mãe e irmão. O projeto de lei complementar prevê a inserção de um inciso no artigo 82 do Estatuto.

Katia argumenta ainda que os animais estão sendo foco recorrente em debates, sob os pontos de vista moral, social e jurídico, e que a Constituição Federal veda a crueldade contra os animais.

A proposta foi protocolada no dia 16 de maio e recebeu instrução da Procuradoria Jurídica da Câmara. No momento, o projeto aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Estudos adicionais, documentos, revisões no texto ou posicionamento de outros órgãos públicos afetados pelo teor da proposta podem ser solicitados nos colegiados. Após passar pelas comissões, a matéria seguirá para o plenário e, se aprovada, será encaminhada ao prefeito, que deverá optar pela sanção ou pelo veto. Caso seja sancionada, a lei passa a entrar em vigor ao ser publicada no Diário Oficial do Município.


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Homem é preso após manter cão preso em apartamento durante um ano

Um homem foi preso, na terça-feira (25), em Balneário Camboriú (SC), após manter um cachorro, da raça labrador, preso em um apartamento. Testemunhas afirmam que o animal não saía do imóvel há um ano.

Foto: Reprodução / Diarinho

O caso foi descoberto após uma denúncia de maus-tratos. Agentes da Guarda Municipal estiveram no apartamento, na avenida Atlântica, e resgataram o cachorro. As informações são do portal Diarinho.

O cão foi encontrado quase sem pelos, com uma doença de pele causada por uma possível dermatite crônica. Um veterinário da prefeitura esteve no local e examinou o cachorro.

O tutor do labrador foi encaminhado para a delegacia, onde foi enquadrado no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, que prevê detenção de até um ano para casos de maus-tratos, além de multa.

Resgatado, o cachorro foi encaminhado para uma clínica veterinária e ficará sob a guarda de um tutor provisório até o término de uma ação judicial que determinará seu destino final.


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Cachorrinha leva seu brinquedo favorito para a mãe toda vez que ela fica doente

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Quando Dobby se juntou a sua família ela era apenas um filhote, isso foi há três anos atrás, e seus pais e irmãos estavam muito animados e felizes em tê-la ao lado deles.

A cachorrinha foi recebida com extrema alegria em sua família e eles imediatamente se apaixonaram por ela. Mas apenas dois dias depois de chegar em sua nova casa, Dobby ficou muito doente.

Depois de levá-la ao veterinário, a nova família de Dobby ficou totalmente arrasada ao descobrir que ela tinha parvovírus (responsável pela parvovirose). O parvovírus é um vírus muito contagioso e muito agressivo que afeta os filhotes. E é comum em cães que vêm de “fábricas” de filhotes de lojas de animais. Na maioria das vezes os animais contaminados acabam morrendo.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

A família de Dobby já a amava muito, mesmo em pouco tempo de convivência – foram apenas alguns dias conhecendo-a. E eles se recusaram a desistir da pequena cadelinha doente.

“Foi realmente assustador ver como ela era pequena, apenas 6 libras”, disse Shannon Coppa, mãe de Dobby. “O veterinário disse que tinha uma pequena chance dela sobreviver e isso apenas se ela ficasse internada no hospital veterinário e, honestamente, ele a avisou que seria melhor se a levássemos para casa e passássemos o tempo que nos restava juntos. Então ela realmente teria uma chance maior de ter amor em casa do que em um canil isolado no veterinário”.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Durante cinco dias, o casal sentou-se no quarto com Dobby, fazendo tudo o que podiam para deixar a cachorrinha o mais feliz e confortável possível em sua casa.

Enquanto lutava contra o vírus, seus pais decidiram comprar um brinquedo especial para ela manter em sua companhia em sua sala de quarentena: um coelhinho rosa de pelúcia.

A partir do momento em que pôs os olhos no coelho, Dobby o adorou do fundo do seu coração.

Os dias se passaram e a cachorrinha se recuperou totalmente e estava bem e saudável.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Um dia, a tutora de Dobby sofreu uma terrível enxaqueca e ficou em casa para se recuperar. Percebendo que sua mãe não estava bem, Dobby pegou o coelhinho de pelúcia rosa e se deitou ao lado de sua mãe no sofá, quietinha.

Ela imaginou que seu coelho rosa poderia ajudar sua mãe a se recuperar assim como aconteceu com ela mesma.

Agora, sempre que alguém da sua família está doente, Dobby leva seu coelho especial para perto da pessoa. É muito amor.

É puro amor, na verdade. Assim são os animais. Seres sencientes, capazes de amar, sofrer, e entender o mundo ao seu redor. Essas criaturas especiais aguardam por lares em ONGs e abrigos pelo mundo todo.

Adote um cão e descubra a alegria incomparável de conhecer o amor incondicional.

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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

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Gatinho tido como cego mostra os olhos mais lindos quando finalmente consegue abri-los

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Quando Carmen Morales conheceu Cotton, ela não conseguia acreditar no quanto o gatinho estava doente e maltratatado. O animal mal podia se mexer e ninguém acreditava que ele sobreviveria.

Encontrado nas ruas da Flórida (EUA) em situação de rua, o pequenino gato branco estava faminto, magro e com muita dor. Ele desenvolveu uma sarna terrível e as feridas se espalharam por todo o corpo – incluindo seus olhos.

“Ele nem ao menos conseguia ver ou abrir os olhos porque os ácaros tomaram conta dos seus olhos que estavam em estado crítico”, disse Morales, fundador do Animal Friends Project, ao The Dodo.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Deve ter sido tão assustador para ele não poder enxergar mais. Ele estava sozinho e provavelmente magro daquele jeito porque não conseguia encontrar comida”.

Morales, que deu lar temporário a dezenas de gatos resgatados doentes ao longo dos anos, criou uma ala de quarentena para o gato em seu banheiro, onde ela começou a alimentá-lo com refeições regulares e tratá-lo com um arsenal de antibióticos.

Cotton estava se coçando muito e se sentindo desconfortável – mas depois de alguns dias de tratamento, ele finalmente começou a sentir algum alívio.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Nós podíamos ver seu corpo tenso começar a relaxar com o passar dos dias”, disse Morales. “Ele foi finalmente capaz de descansar sem se coçar muito”.

Embora Cotton não pudesse ver nada, ele instintivamente confiava em Morales. O gatinho era tão paciente e submisso enquanto Morales aplicava pomada e óleo de coco em sua pele irritada todos os dias, e esperava vê-la pronta para receber carinhos e petiscos.

A condição de Cotton continuava melhorando. Então, depois de algumas semanas de cuidados constantes, algo incrível aconteceu.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Cotton abriu os olhos – e ela podia ver.

Os olhos não foram apenas curados de Cotton curados, mas eles eram impressionantes. Um olho é azul brilhante, enquanto o outro é castanho-claro.

Com o passar dos meses, Cotton finalmente superou seus problemas de saúde e parecia um gato completamente diferente.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

Morales ficou chocado – e pelo que parecia, Cotton também estava. Ele tinha uma nova energia para finalmente ver o mundo ao seu redor depois de ser incapaz de enxergar por tanto tempo. Ninguém sabe quanto Cotton tempo passou sem sua visão, mas provavelmente sua provação durou por muitos meses.

“Achamos que ele era cego e que ele seria cego para sempre”, disse Morales. “O veterinário pensou que, mesmo quando seus olhos se recuperassem, eles poderiam ter sido danificados, mas eles não estavam. Foi uma surpresa tão maravilhosa. Seus olhos eram simplesmente lindos!”.

Depois de três meses completos em recuperação, Cotton, de 6 anos, era como um gato novo – e ele criou um vínculo especial com Morales. Onde quer que ela fosse, ele a seguia e ela era a única que podia acariciá-lo por mais de alguns segundos. Em torno de outras pessoas, ele agia na defensiva, mostrando nervosismo e timidez – mas com Morales ao seu lado, ele lentamente se tornou confortável e confiante.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Se eu for para outra sala, ele espera do lado de fora da porta miando”, disse Morales. “Ele dorme comigo, fica do meu lado o tempo todo. Ele e eu temos um relacionamento maravilhoso. Ele é um bom comunicador e adora miar para mim”.

Depois de tudo que Cotton suportou, ele está vivendo uma vida maravilhosa agora – e acima de tudo, Morales é tão grata que por tê-lo encontrado quando isso aconteceu.

É claro que o pequeno Cotton sente o mesmo.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Recebemos muitas solicitações de adoção para ele devido à sua aparência linda, mas no final eu percebi como ele estava ligado a mim”, disse Morales. “Eu não tive coragem de fazê-lo passar por outra grande mudança. Ele já tinha passado por tanta coisa”.

Cotton ficou muito feliz em se tornar um membro permanente da família, e agora passa seus dias relaxando, brincando e seguindo sua mãe em todos os lugares que ela vai.

“Ele é tão bonito além de ser o companheiro perfeito para a nossa família”, disse Morales.

Foto: Carmen Morales

Foto: Carmen Morales

“Gatos como o Cotton dependem das pessoas para se curar, porque nem sempre podem pedir ajuda… Tenho certeza de que muitas pessoas passaram por ele e não o ajudaram por causa do quanto ele estava doente e feio, mas ele estava apenas esperando que alguém lhe desse uma chance”.

Não feche os olhos, ajude os animais, se você passar por um animal precisando de socorro, ofereça auxílio, animais são vidas preciosas, como as nossas, e assim como sofremos, sentimos e amamos eles também são capazes de fazê-los.

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Cachorro que foi roubado da casa de tutora a reencontra depois de dois anos

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No início deste mês, voluntários de um abrigo de animais na Ucrânia receberam na entidade um cão enorme em situação de rua, com lindos e tristes olhos azuis, magro ao extremo e assustado, olhando para ele via-se claramente que a vida nas ruas não tinha sido gentil com o cachorro.

Seu corpo desequilibrado-se sobre as patas e a pele sarnenta com tufos de pelos faltando, sugeriam algumas das muitas dificuldades que ele possivelmente havia enfrentado até ali.

A equipe de resgate estava determinada a encontrar para aquele cão sofrido um novo lar feliz – sem perceber, é claro, ele já tinha um. E esse alguém estava sentindo muito a falta dele.

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No dia em que o cachorro foi trazido, sua foto foi tirada e postada on-line para procurar por possíveis adotantes.

Dada sua condição de saúde prejudicada e o tempo que seria necessário para tratar e curar o animal, talvez parecesse improvável que o pobre cão atraísse muito interesse – mas a tristeza em seus olhos chamou a atenção.

Em poucas horas, o post foi compartilhado centenas de vezes por pessoas ao redor do mundo.

Essas ações nas mídias sociais fizeram toda a diferença.

Foto: Galina Lekunova

Foto: Galina Lekunova

Apenas dois dias depois, o abrigo foi contatado por uma mulher cujo cachorro havia sido roubado de seu quintal em 2017. Alguém havia enviado o post do abrigo para ela e a mulher havia ficado impressionada com a semelhança entre o cachorro na foto e o seu amado cão desaparecido.

“Ela estava procurando por seu cachorro há dois anos”, disse Galina Lekunova, que trabalha no abrigo, ao The Dodo. Mas aquele cão tão sofrido e judiado poderia ser realmente ele?

No dia seguinte, um encontro foi organizado para confirmar a suspeita – e logo ficou óbvio que era de fato um reencontro. E um post sincero e emocionado resultou do encontro:

“Lágrimas de alegria pela manhã!” o abrigo escreveu sobre aquele momento, chamando a reunião de “milagre”.

O cachorro, cujo nome é Lord, havia esperado tanto tempo por aquele dia. Ele estava finalmente de volta aonde ele realmente pertencia, sua família, e tudo isso graças a ajuda de estranhos que insistiam em espalhar o post sobre ele online.

“Agradecemos a todos que compartilharam nosso post”, escreveu o abrigo. “Graças a vocês que a vida do cachorro foi salva, e a paz voltou para a alma de sua tutora!”.

E os dois permaneceram juntos, abraçados, com a promessa eterna de nunca mais se separarem. Ambos, emocionados.

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Gatinha não para de sorrir após ser adotada

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

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Tulipa já enfrentou inúmeros desafios em sua curta vida, mas a gatinha de 10 meses ainda agradece por estar viva a cada dia com um sorriso.

Encontrada nas ruas de Ontário, no Canadá, ela foi levada por uma equipe de resgate local com cerca de duas semanas de idade. Tulipa estava sofrendo de uma infecção nos olhos, mas ainda sorria para a câmera quando a equipe de resgate tirou uma foto dela para o site do abrigo. Mal sabia a gatinha, que essa foto seria a responsável por encontrar para ela uma família e um lar.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

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Jenn e Chris passaram meses procurando por uma companhia para seu gato Pinecone quando o sorriso de Tulipa apareceu na tela do computador. “Seu sorriso em sua pequena foto de identificação nos atraiu imediatamente”, Jenn disse ao The Dodo.

O casal apresentou um pedido para a visitação da gatinha e foram aprovado. Quando eles foram conhecê-la, eles não conseguiam acreditar que a gatinha ainda estava sorrindo – mesmo no abrigo.

A conexão foi instantânea. “No segundo em que a conhecemos em pessoa, nos apaixonamos pela aparência e pela personalidade dela”, observou Jenn.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

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Quando trouxeram Tulipa para casa, a gatinha continuou a mostrar seu doce sorriso em todo momento.

“No começo, supusemos que fosse apenas um anúncio em sua foto de identificação para adoção, mas assim que a levamos para casa e começamos a tirar inúmeras fotos dela, percebemos que era algo permanente”, acrescentou Jenn. “O sorriso dela está sempre lá e nunca envelhece.”

Mesmo com alguns problemas médicos, a gatinha manchada de preto e branco sorriu para que seus pais soubessem que tudo ficaria bem.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

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“A parte realista de mim gosta de pensar que sua coloração tem muito a ver com seu sorriso constante”, disse Jenn. “Depois, outra parte de mim gosta de pensar que está sempre sorrindo porque sabe que aos 10 meses ela já superou tanta coisa”.

Agora que Tulipa esta totalmente saudável, ela adora brincar e levar seus brinquedos para onde for, ela ama ficar perto do aquário e irritar seu irmão mais velho – de quem ela é inseparável.

“Ela é um lembrete constante de que as coisas sempre mudam e melhoram, não importa o quão difíceis pareçam no momento”, acrescentou Jenn. “É difícil imaginar nossas vidas sem o sorriso dela. Ela acrescentou muita alegria aos nossos corações e ao nosso lar”.

Foto: Instagram/tulipthegremlincat

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“Ela realmente é uma tulipa”, uma flor especial em nossas vidas, ela acrescentou, “que sempre floresce de novo e de novo – e acho que ela sabe disso sobre si mesma”.

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