Zoo encerra atividades com elefantes após a morte de todos os animais

Foto: WAN

Bud, um elefante africano de 34 anos, morreu em março de 2018 devido a uma infecção respiratório.

Em dezembro, os três elefantes restantes mantidos no local morreram repentinamente. Mickey, uma fêmea de 34 anos sofria de um tumor no cérebro mas a real causa da morte não foi confirmada. Toby tinha 38 anos e Max tinha apenas 14 anos quando eles morreram e, novamente, as circunstâncias não foram reveladas.

Segundo o grupo In Defense of Animals, esta série de tragédias destaca a preocupante questão dos zoológicos não terem obrigação legal de relatar detalhes, como causas de morte, ao público – o que permite que as instalações perpetuem o abuso contra elefantes. Se as pessoas fossem conscientizadas do sofrimento que os elefantes suportam em seus momentos finais e ao longo de suas vidas, mais pessoas tomariam a decisão compassiva de não pagar para vê-las em cativeiro. As informações são do World Animal News.

A Grant’s Farm abusou dos elefantes por fins lucrativos animais, forçando-os a pintarem com suas trombas, o que está em desacordo com os esforços de educação e conservação para elefantes em estado selvagem.

A morte destes quatro animais relembra o caso de Teresita, uma elefanta que faleceu solitária em um zoo de SP, e tantos outros que foram cruelmente explorados por longos anos até perderam suas vidas de forma tão trágica.

 

 

 

Bebê elefante cai em um poço e é resgatado por aldeões

Um adorável filhote de elefante foi resgatado por aldeões indianos depois de ficar preso em um poço, na aldeia de Bangurasingh, na última terça-feira (19).

Moradores disseram ter visto um rebanho de 50 elefantes nas proximidades dias antes do acidente e acreditam que, acidentalmente, o bebê foi separado do grupo e caiu no buraco.

O vídeo mostra o desespero do animal e seus gritos angustiados por não conseguiu sair do poço. Ele tentava subir na parede mas o buraco era profundo demais para o jovem elefante.

Os aldeões ficaram em volta do poço tentavam descobrir a melhor forma de resgatar o pobre animal e decidiram alertaram as autoridades florestais que conseguiram salvar o elefante.

Demorou algum tempo para o bebê recuperar o fôlego e se acalmar mas em seguida o pequeno elefante correu para se juntar ao seu rebanho.

 

 

 

Ativista publica carta aberta sobre crueldade dos passeios com elefantes

Abbas Mvungi é um ativista tanzaniano e fundador da Friends & Protectors of Wildlife Organization (FP Wildlife), uma organização que utiliza a educação para sensibilizar crianças e adultos sobre a importância da conservação da vida selvagem. No site, denunciam os problemas da caça na Tanzânia, a qual já eliminou cerca de 60% dos elefantes do país.

(Foto: Reprodução / Grito Silenciado Blogspot)

Numa tentativa de sensibilizar os turistas, Mvungi publicou uma carta aberta sobre a crueldade dos passeios com elefantes. Atualmente, ele está angariando fundos para a realização de um documentário sobre a caça. Interessados em colaborar podem fazer uma doação clicando aqui.

Confira a carta na íntegra:

“Queridos turistas,

Os elefantes não vos querem nas suas costas. Eles querem estar na selva, derrubando árvores e brincando nos rios. Isto é o que não vos dizem quando vocês vão montar um elefante. Para fazê-los carregar turistas, o que é algo totalmente contra o seu instinto, os seus espíritos precisam de ser quebrados.

(Foto: Reprodução / Grito Silenciado Blogspot)

Para isso, os bebês elefantes são torturados por cerca de três dias seguidos, num processo chamado Phajaan ou Crush – porque, basicamente, a tortura esmagará o espírito dos animais. Eles são amarrados, espancados, golpeados com anzóis e deixados com fome até que os seus olhos fiquem sem brilho e sem vida e deixem de resistir. Agora, o elefante está treinado e pronto para se submeter à vontade dos seus tutores e transportar turistas.

Vocês ainda querem ir lá e pagar por esta atividade turística cruel? Espero que não. Por favor, não montem elefantes! E, por favor, façam com que os vossos amigos e familiares saibam para não apoiar esta prática cruel.

Por Abbas Mvungi”

Fonte: Grito Silenciado Blogspot

 

O primeiro encontro entre um filhote de elefante e um cão

Imagem: Elephant News

Elefantes são extremamente inteligentes e capazes de imitar e compreender a fala humana. Além disso, demonstram princípios complexos como o altruísmo e generosidade. Os bebês são ainda mais dotados do que os mais velhos.

Se existe algum animal que possa combinar perfeitamente com eles no quesito brincadeiras, são os cães. Coloque os dois juntos e você verá uma amizade fantástica.

O vídeo mostra Yindee, uma bebê elefante resgatada, se encontrando com um cachorro pela primeira vez. Ela pula e começa a brincar com o cachorro imediatamente. O vídeo tem apenas alguns minutos, mas dá para imaginar como foi o dia inteiro desses dois.

Yindee é uma das moradoras do Elephant Nature Park, um santuário, na Tailândia, para elefantes órfãos ou que sofreram abusos. Lá os animais tenham acesso a amplos espaços abertos, comida e água fresca e muito sol. As informações são do One Green Planet.

Infelizmente, nem todos os animais têm a sorte desta pequena. Um triste exemplo é caso de outra elefanta que morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Com apenas um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso. Apesar dos esforços ela não resistiu.

 

 

Bebê elefante é flagrado roncando durante um cochilo no meio da tarde

Elefantes são implacavelmente caçados por seus chifres ou para serem explorados por zoológicos em todo o mundo. A vida em cativeiro é estressante, tem péssimas condições de saúde física e mental e os recintos são apertados e sujos.

O filhote Khun-Seuk, em um santuário no norte da Tailândia.

Alguns santuários resgatam esses animais e dão a eles o mais próximo possível de uma vida selvagem, já que muitos deles não são capazes de voltar ou conhecer seu habitat natural.

Um santuário em Chiang Mai, no norte da Tailândia é um desses locais e abriga centenas de elefantes, incluindo o adorável bebê Khun-Seuk. As informações são do Daily Mail.

Em um pequeno vídeo muito fofo, o elefante foi flagrado durante uma soneca no meio da tarde, roncando como um humano.

O elefante acorda no meio do vídeo, mas não parece querer levantar.

Ele leva sua tromba até a boca e calmamente olha diretamente para a câmera sem fazer barulho.

Khun-Seuk então reposiciona, fecha os olhos e dorme mais uma vez.

É impossível não se apaixonar por ele!

Atriz de Game of Thrones se posiciona contra a exploração de elefantes

A atriz vegana Nathalie Emmanuel, conhecida por seu papel como Missandei na popular série da HBO “Game of Thrones”, se manifestou contra os maus-tratos aos elefantes explorados em passeios turísticos.

atriz nathalie em

Foto: Getty Images

Durante uma viagem ao sul da Tailândia, Emmanuel visitou o Phuket Elephant Sanctuary. Escrevendo sobre a experiência em sua conta no Instagram, a atriz britânica notou que o santuário é certificado como ético, com turistas apenas autorizados a observar de longe os animais que vagam livremente e alimentá-los de uma distância segura.

No entanto, isso não é típico de muitos “santuários” na Tailândia e em outros países da Ásia, que permitem que os turistas se aproximem e se familiarizem com os elefantes, usem anzóis para controlá-los e também passeiem montados nos elefantes.

O santuário de Phuket incentiva a compaixão a todos os animais, proporcionando aos seus visitantes refeições predominantemente veganas, de acordo com Emmanuel. “Porque aqui eles ‘comem o que os elefantes comem’”, explicou ela. Ela pediu aos turistas na Tailândia que considerassem o bem-estar dos animais quando viajassem pelo país, acrescentando hashtags como “#NOtoelephantriding” e “#Stopanimalabuse ” ao seu post.

A verdade sobre os ‘passeios de elefante’

Emmanuel não é a primeira celebridade a falar sobre o bem-estar dos elefantes na Ásia. No ano passado, a atriz de “Harry Potter” Evanna Lynch viajou para a Índia com o jornal The Sun. A atriz teve como objetivo conscientizar a população sobre o tratamento dos elefantes que são explorados para passeios turísticos no país.

Lynch testemunhou o abuso de elefantes morrendo de sede forçados a ficar no calor. Eles foram espancados, maltratados e enjaulados, e alguns tinham feridas abertas.

Segundo a organização de direitos animais PETA, os animais também são separados de suas famílias quando capturados e depois espancados “até que seus espíritos sejam destruídos”. Após esses eventos, os animais frequentemente sofrem de transtorno de estresse pós-traumático.

Fotógrafa regista imagens encantadoras de 2 bebês elefantes brincando

Dois filhotes de elefante foram vistos brincando no Kruger National Park, na África do Sul.

Um dos jovens elefantes se deita enquanto o outro sobe nele.

 

As fotos alegres mostram amor e carinho entre os dois jovens elefantes enquanto brincam.

Os bebês subiam um no outro, faziam carinho e andavam juntos alegremente.

Eles pareciam ignorar a presença do carro nas proximidades e continuavam brincando.

Inez Allin-Widow, 32 anos, estava visitando o parque quando se deparou com os dois filhotes e parou para fazer os encantadores registros.

A fotógrafa disse que as fotos mostram que os elefantes estavam se divertindo.

 

Ela disse que a queda dos elefantes a fez rir enquanto tirava a foto.

 

Uma das fotos mostra os jovens elefantes caminhando juntos pelo parque nacional.

A fotógrafa holandesa disse: “Nós nos deparamos com uma manada de elefantes e esses dois bebês”.

“Eu gosto de observar elefantes, especialmente os jovens, pois eles sempre me fazem rir – então eu sabia que eles deveriam olhar para a câmera.

“Eles não se importaram em nos ver no carro e continuaram brincando. Acho que as fotos mostram perfeitamente que os elefantes estavam se divertindo muito”. As informações são do Daily Mail.

Eles se depararam com uma manada de elefantes, incluindo os dois jovens.

“A queda deles realmente me fez rir. Eu senti muito calor, amor, carinho e alegria”.

“Tenho muito respeito e amor por eles e essas fotos mostram exatamente o porquê eu os amo”.

 

 

Dois elefantes morrem eletrocutados por fio de alta tensão

Não é a primeira vez que elefantes e outros animais morrem por eletrocussão na Índia.

Dois elefantes foram eletrocutados em Gurguripal em Bengala Ocidental, leste da Índia.

Mais de 100 elefantes asiáticos em risco de extinção já foram mortos por linhas de energia e cercas elétricas no estado de Odisha, nos últimos 12 anos. Girafas, leopardos, búfalos do Cabo e rinocerontes brancos também foram eletrocutados em vários países.

Primatas também são vítimas frequentes. Pelo menos 30 espécies e subespécies, metade das quais estão ameaçadas de extinção, são afetadas por este perigo na Ásia, África e América Latina.

Infelizmente, no último fim de semana mais dois animais foram vítimas dessa ameaça à vida silvestre. Elefantes selvagens morreram depois de serem eletrocutados por cabos de energia perigosamente baixos.

Os mamíferos foram encontrados em um campo de arroz na aldeia de Nepura em Gurguripal em Bengala Ocidental, leste da Índia.

Os animais tinham entrado em fios de eletricidade “perigosamente baixos” na vila de Nepura.

Pelo menos 80 elefantes passaram pela vila duas semanas antes de os elefantes entrarem em contato com os fios, que estavam a apenas 60 cm do solo, na manhã do último sábado (19). As informações são do Daily Mail.

Especialistas criticaram o conselho de eletricidade estatal WBSEC e afirmaram que haviam alertado sobre o fio anteriormente.

Pradeep Vyas, principal conservador-chefe do chefe da Divisional Forest, disse: “Os animais ficaram lá por quase três semanas. Dissemos ao WBSEC que eles deveriam consertar o fio porque era uma frequente zona de elefantes”.

“Mas por causa de sua negligência, aconteceu de novo e de novo – no ano passado, outro incidente deste tipo aconteceu”.

Especialistas criticaram o conselho estadual de energia elétrica WBSEC, com um afirmando que eles haviam sido avisados ​​sobre o fio anteriormente, e que isso tinha acontecido antes.

Os animais foram encontrados mortos por moradores locais que informaram o departamento florestal.
Rabindranath Saha, Oficial da Divisão de Florestas, disse: “Os corpos de dois elefantes foram encontrados no campo de arroz da aldeia de Nepura, na área da delegacia de Gurguripal, na manhã de sábado”.

“Parece que eles morreram de eletrocussão. Alguns dos cabos de alta voltagem estão caindo perigosamente na área”.

Estes fios são muito perigosos e podem causar morte e danos a pessoas que trabalham no campo também.

elefantes atacados

Elefantes são atacados por multidão com bombas incendiárias

Uma multidão de pessoas na aldeia de Bishnupur, localizada na Bengala Ocidental, Índia, atacou brutalmente uma elefanta e seu filhote, atirando bombas de fogo contra os animais depois que eles entraram na aldeia. Fotografias mostram os dois elefantes fugindo de um grupo de homens com lanças inflamadas contra eles.

elefantes atacados

Foto: Caters News

Esse tipo de ataque cruel aos animais está se tornando cada vez mais comum no país, onde o crescente desmatamento está destruindo o habitat dos animais selvagens, deixando os elefantes e outras espécies nativas com cada vez menos espaço para se locomover.

As imagens, capturadas pelo fotógrafo Biplab Hazra, destacam o nível extraordinário de violência que as espécies ameaçadas enfrentam quando tentam sobreviver em habitats menores e mais fragmentados. “Estou tentando mostrar isso ao divulgar minhas fotos para aumentar a conscientização pública sobre o assunto,” disse o fotógrafo.

homens com lanças inflamadas

Foto: Caters News

Os elefantes desempenham um papel crucial na manutenção e conservação das florestas do país. O esterco produzido por esses animais, cerca de 100 kg por dia, é um meio-chave de espalhar sementes em germinação, contribuindo para o aumento das áreas florestais.

Os elefantes-indianos estão listados como ameaçados, faltando pouco para entrarem na categoria ‘criticamente ameaçados’. Sua população selvagem caiu mais de 50% desde a década de 1940.

Os tigres também estão enfrentando pressões semelhantes. A crescente população humana da Índia e as vilas e cidades em expansão causaram a diminuição das áreas florestais, reduzindo-as a meras zonas isoladas. Quando os animais tentam se movimentar entre elas, muitas vezes sofrem ataques das pessoas.

Encontro anual de caçadores selvagens revela os horrores da prática

Alguns países insistem em ignorar toda a destruição e crueldade que a caça causa aos animais e ao planeta.  A indiferença e a frieza do homem em relação a tudo isso lamentável.

Infelizmente, no último final de semana, o Safari Club International realizou novamente sua convenção anual de matança implacável de animais indefesos, incluindo espécies ameaçadas com armas, arcos e flechas para o chamado “esporte”.

O desprezível encontro acontece em Reno, Nevada, nos Estados Unidos.

Segundo a World Animal News, a convenção com imagens assustadoras, lembrou o encontro do ano passado, em Las Vegas que incluiu: exibições intermináveis ​​de animais mortos ameaçados, deploravelmente considerados “troféus” por alguns; uma grande variedade de armas e munições facilmente acessíveis; casacos de pele com os rostos e pés de animais ainda presos; e empresas que equipam “caçadores” com “oportunidades” patéticas para matar espécies ameaçadas e em extinção por quantias obscenas de dinheiro. Homens, mulheres e, crianças participaram de todo o horror.

“Depois de entrar na Convenção Internacional do Safari Club em Las Vegas no ano passado, a sensação de choque e ansiedade foi esmagadora”.

“A glorificação de matar algumas das espécies mais belas do mundo estava em exibição de uma maneira tão chocante e cruel que precisamos fazer algo para acabar com essa farsa de uma vez por todas ”, disse a presidente e fundadora da Peace 4 Animals and WAN , Katie Cleary.

“Quando olhamos em volta para a enorme multidão de 20.000 participantes, não poderíamos deixar de nos perguntar se estávamos em um planeta diferente e qual era o método para essa loucura”.

Foto: World Animal News

“Algumas das espécies mais ameaçadas do planeta estavam em exibição, juntamente com outras que são listadas como espécies vulneráveis ​​e no Apêndice I da CITES, tais como: leopardos da neve, elefantes, rinocerontes e outros como leopardos africanos, ursos polares, lobos, leões africanos. Muitas outras espécies impressionantes que foram mortas sem sentido, também foram recheadas e expostas, outras eram réplicas realistas”, acrescentou Cleary.

“Existem aqueles que alegam, falsamente, que a caça é para “conservação”, o que claramente não é a razão pela qual muitos sub-humanos na Convenção Internacional do Safari Club caçam. É, infelizmente, para pessoas doentes “emoção” e “esporte”, que deve terminar”.

Carrie LeBlanc, diretora executiva da CompassionWorks International, escreveu na página da organização falando sobre o Rally Mundial contra o Troféu de Caça 2019  – IRA:

Foto: World Animal News

“Os caçadores de troféus dizem que se importam com a conservação. Pergunte a qualquer um deles se eles vão gastar os US $ 50 mil de uma expedição de extermínio, renunciar à caça e doar o dinheiro diretamente para os esforços legítimos de conservação. Quando eles negarem, você terá uma compreensão completa do quanto os caçadores de troféus realmente se importam com a conservação”.

A luta ativista

Muitas cidades e países ao redor do mundo estão se posicionando contra a caça de troféus internacionais e nacionais, juntando-se aos comícios:  Buffalo, Nova York, em 20 de janeiro; Houston, Texas, de 25 a 27 de janeiro; Bloemfontein, África do Sul, em 26 de janeiro; Portland, Oregon , em 23 de fevereiro; e Toronto, no Canadá, em março.

Em 2015, a morte do leão Cecil, de 13 anos, causou indignação mundial e defensores dos animais prometeram nunca esquecer e nunca parar de lutar por justiça para todos os animais que tiveram suas preciosas vidas interrompidas por indivíduos ricos e egoístas que consideram matar animais “divertidos”.

Cecil teve praticamente toda a sua vida monitorada por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que estudavam a conservação de leões no Zimbábue.