Polícia procura mulher que jogou no lixo sete filhotes no festival Coachella

A polícia dos Estados Unidos está à procura de uma mulher que foi flagrada durante o festival Coachella jogando em uma caçamba de lixo um saco com sete de filhotes de cachorro.

Foto: Reprodução / TMZ

As imagens foram divulgadas pelo serviço de proteção aos animais de Riverside County e flagra a jovem chegando em um Jeep branco, saindo do carro e despejando a sacola no lixo.

Os filhotes foram encontrados cerca de uma hora depois, quando alguém vasculhou o local. Segundo o site TMZ, o cães sobreviveram e estão sendo cuidados em um abrigo em Orange County.

Os policiais estão investigando o caso para tentar enquadrar a mulher por maus-tratos a animais.

Foto: Reprodução / UOL

Vale lembrar que, no estado americano da Califórnia, a crueldade contra animais é considerada uma contravenção grave que pode acarretar em pena de até três anos de detenção e multa de até US$ 20 mil (cerca de R$ 79 mil).

As autoridades também contam com a ajuda da internet para tentar localizá-la.

Fonte: UOL

O maior festival vegano da Ásia chega a Hong Kong

Um dos mais importantes festivais veganos do mundo está voltando para Hong Kong neste final de semana. Na última edição, ano passado o evento atraiu mais de 4 mil pessoas e este ano tem expectativa de atrair mais pessoas.

A segunda edição do Conscious Festival (Festival Consciente) é um evento vegano que promove o mínimo desperdício e procura capacitar as pessoas para “viver, consumir, trabalhar e viajar de forma mais consciente em termos de responsabilidade social ambiental”, segundo seus organizadores.

O evento de dois dias, que foi organizado pela Green é o New Black, reúne palestrantes, marcas e empresários de todo o mundo, que estão fazendo mudanças em seus setores de atuação.

Evento vegano

O evento anual, que teve origem em Cingapura, atraiu mais de 4 mil participantes no ano passado e parece que este ano vai atrair ainda mais público com mais de 80 áreas de “espaços pensantes” de marcas, 20 estandes de educação com entretenimento de ONGs, uma série de ativismo por meio da arte, exposições, mini-workshops e alto-falantes, tudo isso em uma atmosfera animada com bandas locais e animadores.

Este será também o primeiro ano em que o Festival Consciente será totalmente vegano. O cardápio baseado em vegetais será a atração principal de todos os menus do evento, oferecendo desde pizza vegana a sobremesas à base de cacau e até mesmo um bar de vinhos natural.

Foto: Plant Based News/Reprodução

Foto: Plant Based News/Reprodução

Iniciativas locais de alimentos sustentáveis, como Rooftop Republic e Food Folk, também estarão no evento, mostrando aos participantes como é fácil comer de forma vegana em Hong Kong.

Impactando positivamente o planeta

A organizadora do festival, Stephanie Dickson, afirma que idealizou o evento com a crença de que é possível viver uma vida moderna e ao mesmo tempo causar um impacto positivo no planeta e na comunidade.

“Queremos que as pessoas saiam tendo conhecimento de ações concretas que podem fazer diariamente e mostrem que a sustentabilidade é acessível e fácil em Hong Kong”, disse ela.

” Um mergulhe profundo em nossas palestras, atividades de educação e arte interativa – possibilita a aprendizagem da prática da sustentabilidade e da iniciativa vegana de uma forma divertida, fácil e simples. Há poder nos números e, ao tomar individualmente a atitude #LittleGreenSteps (pequenos passos verdes, na tradução livre), podemos coletivamente mudar o mundo.”

Pequenos passos

#LittleGreenSteps é o alicerce sobre o qual a empresa-mãe, Green is the New Black (GITNB) foi construída. As etapas incentivam os indivíduos e as empresas a viverem de forma mais consciente, fazendo pequenas mudanças para obter o máximo impacto positivo antes que seja tarde demais.

“Em um momento em que alguns líderes mundiais acreditam que será o fim de nossa civilização até 2030, tornou-se urgente aumentar nossa consciência sobre como nos conectar melhor com nós mesmos e com o planeta”, acrescentou Paula Miquelis, co-fundadora da GITNB.

“Através da educação de todos de jovens a idosos, esperamos ser capazes de fornecer uma sensação de paz e algumas respostas a questões importantes como: já é tarde demais?”

O Festival Consciente da Green Is The New Black acontece durante os dias 13 e 14 de abril no Hotel Kerry 38 號 Hung Luen Road, Hung Hom Bay, Hong Kong. Mais informações sobre palestras, palestrantes, programação do festival e material didático estão disponíveis no site dos organizadores. A inscrição é gratuita.

O evento não faz nenhuma distinção recebendo a todos: profissionais, indivíduos, famílias e crianças, com uma variedade de atividades que são divertidas para públicos variados, incluindo palestras, jogos verdes, música ao vivo, dança e arte interativa, onde todos podem ser ativistas.

Elefantes são obrigados a participar de corridas em festival

Foto: AFP/Divulgação

Foto: AFP/Divulgação

Mahout Y Hoi Bya senta em cima de um elefante, bate no animal vigorosamente com um pedaço de galho de árvore, incitando-o a correr rumo a linha de chegada, estas são cenas da corrida de elefantes Buon Don no planalto central do Vietnã.

Os moradores locais dizem que a corrida é uma celebração de “reverência” aos animais, tradicionalmente considerados como membros da família nesta parte do Vietnã, mas os grupos de bem-estar animal pedem o fim do festival, que afirmam ser cruel e ultrapassado.

Normalmente realizado a cada dois anos, o festival de elefantes Buon Don, considerado convenientemente um grande evento turístico pelas agências de viagem e passeios, apresenta partidas de futebol, sessões de natação, um desfile e um buffet para os animais, culminando com uma corrida muito esperada, com cerca de 10 animais competindo, que acontece nos dois últimos dois dias do evento.

Y Hoi diz que os sucessos consecutivos do elefante que ele monta, chamado de Kham Sinh, na corrida renderam a ele e ao animal um lugar de destaque em sua aldeia na província central de Dak Lak, lar de muitos dos elefantes sobreviventes no Vietnã.

“Ele muitas vezes chega em primeiro lugar na competição de corrida de elefantes”, disse o rapaz, que começou a cuidar de elefantes quando era menino.

A alimentação do elefante é a base de bananas e cana de açúcar, principalmente antes das competições, para aumentar sua disposição e força, conta Y Hoi, que é membro do grupo minoritário da etnia Ede, à AFP.

Foto: AFP/Divulgação

Foto: AFP/Divulgação

Uma alimentação forçadamente calórica motivada pela exploração nas corridas cujo prêmio principal é de 130 dólares.

O festival atrai centenas de espectadores, assim como ativistas pelos direitos animais, que alertam que os elefantes não devem ser forçados a trabalhar longas horas sob o sol quente, e depois espancados com paus durante a corrida.

“Esse é um dos mais altos níveis de crueldade contra os animais, especialmente porque é uma forma de entretenimento humano”, disse Dionne Slagter, da ONG Animals Asia.

Dione ficou feliz em ver menos elefantes participando das festividades deste ano, apenas 14 contra dezenas de animais nos anos anteriores, mas espera que as autoridades adotem uma abordagem mais ética em relação ao turismo animal no futuro.

A Animals Asia lançou no ano passado os primeiros passeios turísticos éticos envolvendo elefantes do Vietnã, oferecendo aos visitantes a oportunidade de ver os animais que a ONG resgatou e que vivem no parque nacional.

Mais de 80 elefantes no Vietnã ainda são mantidos em cativeiro, geralmente usados para passeios de elefante (turistas montados nas costas dos animais), uma forma de exploração cruel e árdua que tornou a maioria deles inférteis atualmente.

Os restantes 100 a 150 elefantes selvagens também mostraram poucas chances de aumentar a população da espécie.

O festival deixou alguns espectadores, como Vu Tran Minh Anh, com sentimentos contraditórios.

“Eu não achava que os elefantes pudessem fazer tantas coisas como jogar futebol, correr e nadar”, disse o estudante à AFP.

“Mas eu sinto pena dos elefantes”, desabafou ele.

Foto: AFP/Divulgação

Foto: AFP/Divulgação

Extremamente inteligentes e com uma capacidade de cognição que está entre as maiores do planeta, os elefantes são capazes de criar laços duradouros, viver em família, além de serem sencientes, ou seja, capazes de sentir amor, tristeza, dor, solidão e compreender o mundo seu redor.

Reduzi-los a objetos de entretenimento humano, montando em suas costas, obrigando-os a correr, jogar futebol e outras atividades antinaturais para eles, além de ser uma crueldade atroz é também um ato de extrema violência contra a dignidade desses animais, que segundo o _The Great Elephant Census_ correm o risco de extinção total até 2025, caso os números da espécie continuarem a cair no ritmo em que estão diminuindo atualmente.

Come O Quê?: Festival vegano chega em Jundiaí com cardápio variado e oficinas

Divulgação

Veganos, vegetarianos e pessoas que simpatizem ou queiram conhecer mais do universo do veganismo podem se encontrar no Festival ‘Come O Quê? – Veganismo, Sustentabilidade e Consciência’. O evento ocorrerá no dia 10 de março (domingo), no Clube São João, em Jundiaí, das 10h até às 18h. O evento será aberto ao público e terá entrada franca, mas é possível fazer a doação espontânea de ração para cães e gatos, que serão revertidas para ONGs de Jundiaí.

O festival reunirá expositores de produtos veganos, dentre os quais, cosméticos, artesanatos ecológicos, produtos de higiene, vestuário e produtos orgânicos, todos livres de exploração animal. Além disso, haverá praça de alimentação com grande variedade de alimentos veganos salgados e doces, atendimentos com terapias alternativas, oficinas de culinária, palestras e prática de Meditação e Yoga.

Divulgação

De acordo com Carla Zagotti, organizadora do evento, o Festival ‘Come O Quê?’ é a oportunidade de integração com uma nova consciência na forma de se alimentar, consumir e viver. “O evento tem como objetivo despertar o autoconhecimento, aliar mente, corpo e espírito, trazendo assuntos referentes ao desenvolvimento interior aliado a filosofia vegana”, afirma, Carla, que adotou o veganismo há dois anos, após se tornar vegetariana em 2014.

Programação

Nas oficinas e rodas de conversas, o público poderá ter acesso a assuntos relativos a auto conhecimento, nutrição vegana, cosméticos naturais e sustentabilidade. No festival, ainda será possível fazer a adoção virtual de cães e gatos.

A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do festival, pelo Facebook e Instagram.

Divulgação

Serviço

Festival Come O Quê? – Veganismo, Sustentabilidade e Consciência

Data: 10/03/2019

Horário: Das 10h às 18h

Local: Clube São João – Rua Osvaldo Cruz, 231 – Jundiaí – SP

Entrada Franca

cidade do cabo

África do Sul terá seu primeiro festival de comida vegana

A Cidade do Cabo, capital da África do Sul, sediará o primeiro festival de comida vegana no país. O festival acontecerá no dia 2 de março, no 14 Hope Street Gardens, mostrando a crescente demanda da população por culinária baseada em vegetais.

cidade do cabo

Cidade do Cabo. Foto: Adobe

O evento acontecerá das 10:00 às 17:00 e apresentará uma variedade de queijos, leites, iogurtes e sorvetes inteiramente livres de ingredientes de origem animal. O festival também oferecerá vinhos, cerveja e outras bebidas veganas.

Aqueles que comparecerem ao festival também receberão uma sacola gratuita com uma revista, cupons de desconto e uma seleção de produtos veganos.

Garth Tavares, conhecido como “Cape Town Vegan” no Instagram, disse: “É uma oportunidade fantástica para os empresários se familiarizarem com o que é oferecido localmente.”

“Qualquer estabelecimento na província do Cabo Ocidental que não esteja pensando seriamente em oferecer opções veganas está potencialmente se recusando a acompanhar uma tendência que sobreviverá a qualquer modelo de negócios atual.”

“Idealmente, isso também encoraja os consumidores não-veganos a encontrar alternativas baseadas em vegetais com bastante facilidade em um evento ‘one-stop-shop'”.

BH terá festival de comida mineira vegana no sábado

Vegan Club/Facebook/Divulgação

O veganismo está longe de ser uma moda passageira e, a cada dia, conquista cada vez mais adeptos. Pensando nisso, o Vegan Club, localizado no bairro São Pedro, região Centro-Sul de Belo Horizonte, promove diversos festivais temáticos com pratos totalmente veganos. E neste sábado (26) o tema será Comida Mineira! Já pensou em comer aquele arroz com bacon vegetal e linguiça calabresa vegana, sem pesar a consciência?

A preocupação e conscientização das pessoas em saber de onde vem, como foi cultivado e por quem foi cultivado é uma prova de que esse estilo de vida está crescendo cada vez mais. E calma que isso não é sinônimo de que você precisa parar de comer tudo que gosta! A Vegan Club é uma loja com grande variedade de produtos totalmente veganos, que vão desde a alimentação até higiene pessoal e petiscos para animais. Lá você encontra hambúrgueres, salsichas, linguiças, pães, leites, queijos, requeijões, iogurtes, manteiga e muitas outras coisas de origem vegetal. Viu?!

E pensando em agradar mais ainda seus clientes, e quem tem curiosidade em conhecer o veganismo, o local promove aos sábados, diversos festivais temáticos. O último foi de Comida de Boteco e o próximo será de Comida Mineira, neste sábado, onde serão produzidos pratos criativos usando somente ingredientes de origem vegetal, como linguiça e até bacon. Se liga no cardápio:

Prato 1:
Arroz com brócolis, cenoura raladinha e alho frito
Tutu de feijão com bacon vegetal crocante
Couve refogada com provolone vegano ralado
Linguiça calabresa vegana com molho de tomate defumado e vinagrete levemente picante com lemmonpepper

Prato 2:
Arroz com bacon e ovos mexidos de tufu.
Angú com cogumelo grelhado e lentilha a bolonhesa.
Quiabo refogado com milho, ervilha e lascas de alho.
“Vaca” não atolada cremosa.

O evento acontece de 11h30 às 16h no própria loja, que coloca mesas na calçada tornando o ambiente bem agradável e fresco. Cada prato sai no valor de R$ 15, é só chegar e pedir o seu.

Serviço

Festival Comida Mineira – Vegan Club

Quando? Sábado (26), das 11h30 às 16h

Onde? loja Vegan Club (rua Major Lopes, 240 – São Pedro, Belo Horizonte)

Quanto? Entrada gratuita, cada prato custará R$ 15

Fonte: Bhaz 

Vacas são forçadas a pular no fogo durante festival hindu

O sofrimento ou sacrifício de animais em rituais religiosos, por vezes, são justificados pela liberdade de crença e de culto. Seres indefesos, acuados e desesperados são usados com pretextos absurdos e desumanos. Eles são fadados a tortura e a dor pela ignorância humana.

O povo de Karnataka, no sul da Índia, é um triste exemplo de como a “cultura” escraviza e maltrata pobres animais.

O festival de Makar Sankranti é realizado para de trazer boa sorte ao novo ano, além de marcar o advento da primavera.

Durante a cruel “festividade”, as vacas são pintadas e vestidas com guirlandas e outras decorações antes de serem forçadas a pular em uma linha de fogo com seus donos. Os hindus veem as vacas como sagradas e acreditam que o festival as protege de qualquer dano ou prejuízo.

Os organizadores do evento espalharam palha seca ao longo da estrada antes de acendê-la.

Um vídeo aterrorizante mostra claramente o desespero dos animais com a provação.

festival, organizado principalmente no sul da Índia e realizado em estados como Karnataka e Tamil Nadu, é criticado por organizações de bem-estar animal que pediram ao governo para acabar a cruel tradição.

Os hindus afirmam que o fogo não é grande o suficiente para ferir alguém.

As vacas são realmente sagradas na Índia?

É possível um animal ser chamado de sagrado mas ser tratado com tamanha crueldade?

Associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade.

A adoração hindu é contraditória e abusa das qualidades destes animais nos rituais, infligindo a eles sofrimento, medo, dor e desespero.

 

Segundo o hinduísmo, animal à fertilidade e a divindades como Krishna. Mas a adoração não é uma unanimidade na Índia.

Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e muçulmanos, que não cultuam a vaca o que torna a Índia um dos maiores exportadores de carne do mundo.

“Luta com touros” gera revolta em ativistas dos direitos animais

Usar animais como entretenimento é uma prática cruel e torturante, causa sofrimento, ferimentos graves, depressão e, em alguns casos, até a morte deles.

A “luta com touros” na Índia.

Touradas e outras atividades envolvendo touros são extremamente brutais e dolorosas para os animais, que são, propositalmente, estressados antes dos eventos bizarros para garantir maior “diversão” e “emoção” ao público e aos participantes.

Este é o caso do tradicional festival de “luta com touros” no sul da Índia, que atraiu a ira de ativistas de animais, na última quarta-feira (9).

Durante o festival Jallikattu, em Tamil Nadu, os touros são enfeitados e soltos de pequenos currais para uma arena, onde homens tentam agarrar seus chifres para ganhar prêmios como scooters e whitegoods. As informações são do Daily Mail.

Terrivelmente, os críticos afirmam que os touros são alimentados com álcool e pó de pimenta é jogado em seus rostos para agitá-los antes do confronto. Os organizadores insistem que os animais não são maltratados, o que é claramente uma mentira. Qualquer tipo de atividade humana com esses animais são extremamente maléficas.

Cerca de 500 touros e um número semelhante de “domadores” participaram abertura do festival em Madurai, disse S. Natarajan, um funcionário do governo da cidade.

“Quarenta e nove pessoas ficaram feridas. Nove foram levadas ao hospital por ferimentos leves”, disse ele à AFP.

O resultado é simplesmente uma consequência do ambiente estressante, dos maus tratos e do desespero dos touros explorados diariamente para o “divertimento” humano.

Nos próximos dias teremos o dobro do número de touros e competidores no “ringue”, acrescentou Natarajan.

A Suprema Corte da Índia proibiu Jallikattu, em 2016, depois de um apelo de grupos de defesa dos direitos animais, mas Tamil Nadu insistiu que o Jallikattu era uma parte crucial de sua cultura e identidade.

Lamentavelmente, as crescentes tensões na capital do estado, Chennai, e em outras cidades levaram o primeiro-ministro Narendra Modi a emitir uma ordem executiva para que o festival secular prosseguisse.