Elefantes bebês são resgatados de poço de lama

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Guardas florestais encontraram os filhotes de elefante na tarde da quarta-feira última (27), enquanto lutavam para sair de um buraco coberto por lama, disseram funcionários do Parque Nacional Thap Lan, localizado no nordeste da Tailândia.

Alguns dos oficiais saíram para buscar ajuda, enquanto outros passaram a noite com os filhotes.

No dia seguinte, quando os elefantes se amontoaram de um lado do poço, os guardas do outro lado aproveitaram para para tirar lama o suficiente para formar uma rampa. Eles levaram cerca de quatro horas nesse processo, utilizando enxadas e picaretas para realizar o intento.

Imagens do resgate divulgadas pelo Departamento de Parques Nacionais da Tailândia mostram os animais saindo do buraco um por um e caminhando rapidamente para a floresta, a algumas dezenas de metros de distância dali.

Os guardas florestais aplaudem e estimulam os elefantes, com comentários do tipo: “Vá, continue, criança!”

Um elefante pode ser visto nas imagens lutando pra sair do poço, escorregando e caindo, mas finalmente todos conseguem sair da lama.

O último dos animais então permanece um pouco mais, depois que todos os outros passam pela linha das árvores que dá início a floresta.

Ele encara os guardas por um momento, vira-se, faz uma pausa e finalmente corre para a selva.

“Foi-se embora”, grita um guarda, enquanto a equipe de resgate se reúne para comemorar.

O chefe do parque, Prawatsart Chantep, disse que há sinais de uma manada de elefantes, que tem circulado pela área, que talvez possa estar relacionada aos filhotes presos no poço.

O elefante é o animal nacional oficial da Tailândia e, durante algum tempo, enfeitou a bandeira do país quando ele ainda se chamava Sião.

Mas o desenvolvimento das cidades e as chegada das populações humanas reduziram drasticamente o habitat desses animais e contribuíram para encolher seus números. Elefantes famintos tem invadido plantações atrás de comida, especialmente fazendas de cana-de-açúcar.

Acuados pela presença humana invasora e estranha ao seu habitat, os animais reagem instintivamente em defesa de si próprios.

Como aconteceu em novembro passado, quando um motorista que dirigia por uma estrada próxima de outro parque, chocou-se contra as pernas traseiras de um elefante no momento em que o animal saia da selva ao anoitecer. O elefante assustado e com dor, reagiu em defesa própria pisoteado o veículo, que ele julgava uma ameaça, e matando o motorista.

Caso o ambiente natural desses animais fosse respeitado, em lugar de ser violado e invadido por seres humanos e suas levas de “progresso urbano” esta e tantas outras fatalidades, tanto de pessoas como de elefantes seriam evitadas.

Curta metragem expõe a indústria de criação de filhotes de leão para os torneios de caça ao troféu

Foto: WAN/Reprodução

Foto: WAN/Reprodução

Um novo e poderoso curta-metragem tem aumentado a conscientização pública sobre a situação dos leões na África do Sul, que são cruelmente explorados desde o nascimento até a morte.

Patrocinado pela Fundação de Ajuda Internacional para a Proteção e Bem-Estar dos Animais (IAPWA, na sigla em inglês), em parceria com a The Born Free Foundation e Olsen Animal Trust, o curta Claws Out: The Truth About Cub Petting, Garras de Fora: A verdade sobre a criação de filhotes de leão, veio para preencher uma lacuna enorme presente na formação de voluntários e conscientização de turistas sobre as contribuições que eles podem fazer, mesmo sem saber, para alimentar essa indústria criminosa que se alimenta da exploração de animais inocentes.

A campanha Claws Out, lançada em 2015, foi criada com base na experiência pessoal de Beth Jennings da IAPWA. Antes de ingressar na ONG, Ela fez uma viagem à África do Sul, onde se voluntariou para tabalhar com filhotes de leão órfãos, acreditando que seriam soltos na natureza.

Jennings logo descobriria que no país, mais de 6 mil leões definham nos mais de 200 parques de criação de filhotes, onde são ditas as mesmas mentiras aos voluntários, a verdade é que muitos desses filhotes são vendidos para a indústria de caça aos troféus quando não podem mais ser usados a indústria do voluntariado. Esse número corresponde ao dobro do número de leões selvagens no país.

Eu criei o documentário Claws Out depois de perceber o impacto que minha história pessoal poderia ter sobre os outros”, Jennings falou com ao site da WAN (Word Animal News). “Desde o lançamento do blog há quatro anos, tenho recebido inúmeras mensagens de apoio de pessoas que não tinham ideia de que uma indústria como essa existia – voluntários criando leões com fins lucrativos, sem saber que eles morreriam em cativeiro por concursos de caça ou mortos por seus esqueletos”.

A campanha Claws Out pretende lançar um programa educacional em todo o Reino Unido com expansão planejada para outros países, assim como trabalhar para a conscientização sobre esse tema por meio do curta-metragem.

“É vital que todos usemos nossa voz para espalhar a verdade sobre essa indústria cruel para o mundo todo e possibilitar a conscientização para aqueles que ignoram a realidade, de modo que possamos romper essa cadeia de exploração”, disse Nicky Stevens, fundador e CEO da IAPWA ao site da WAN.

Campanhas como essa são indispensáveis para possibilitar a mudança necessária que não apenas os animais inocentes precisam e merecem, mas também para as pessoas compassivas que tentam salvá-los e acabam sendo enganadas.

Caçadores matam ursa e filhotes indefesos que estavam hibernando no Alasca

“Você e eu fazemos o que queremos”, diz o rapaz (Foto: Reprodução)

Esta semana a Humane Society International divulgou um vídeo em que pai e filho matam ilegalmente uma ursa negra que estava hibernando com seus dois filhotes na Ilha Esther, na Enseada do Príncipe Guilherme, no litoral sul do Alasca. Na filmagem, é possível ouvir os gritos de terror dos filhotes.

Os autores do crime não imaginavam que no local haviam câmeras instaladas pelo Serviço Florestal como parte de um estudo sobre o comportamento animal. O vídeo começa com os dois homens avistando uma ursa hibernando.

Não demora, e eles disparam vários tiros no oco de uma árvore, onde os animais estavam alojados. Assim que a mãe é morta, os filhotes ficam horrorizados, mas os atiradores não se importam e os matam.

O filho, de 18 anos, posa para uma foto com o corpo de um dos animais e se gaba dizendo que eles jamais serão responsabilizados pelo que fizeram. “Você e eu fazemos o que queremos”, diz o rapaz. Os criminosos também descartaram os corpos dos filhotes e um colar de rastreamento que estava com a ursa, segundo a HSI.

Com o auxílio das câmeras, os autores foram identificados como Andrew e Owen Renner, de Wasilla, no Alasca. Depois de se declarar culpado, Andrew foi condenado a três meses de prisão e não poderá caçar pelos próximos dez anos. Já o filho, Owen, de 18 anos, recebeu apenas uma suspensão de 30 dias e a incumbência de realizar serviços comunitários.

OAB diz que empresa tem responsabilidade por ato de funcionário que agrediu gatos no RJ

O presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB do Rio de Janeiro, Reynaldo Velloso, afirmou que a empresa na qual trabalha o homem que espancou dois filhotes de gato em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tem responsabilidade civil pelos atos do funcionário.

Foto: Reprodução/Whatsapp

“Existe uma súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando que o empregador é responsável pelos atos dos seus empregados, quando os empregados agem de maneira culposa […] Querendo provocar o resultado final”, disse Velloso, que acredita que a empresa tem culpabilidade porque o funcionário estava uniformizado, durante o expediente e usando o carro da empresa enquanto agrediu os gatos tendo a intenção de provocar a morte deles.

Velloso se comprometeu a reunir outros advogados da comissão para discutir o caso. “Nem que seja para a empresa fazer uma indenização, ajudando as ONGs e abrigos. O que não pode acontecer é esse caso ser esquecido”, afirmou.

A juíza Rosana Navega discorda, porém, da opinião da OAB. Para ela, a empresa não é responsável pela agressão aos gatos. “As empresas já entraram em contato com a comissão de proteção da OAB, para viabilizar ajuda aos abrigos. É pouco! E elas não têm responsabilidade não! A súmula 341 do STF só se aplica aos crimes culposos. Se o cara mata esposa ou animais de uniforme, na hora do expediente, por maldade própria, fica excluída a culpa das empresas. A súmula do STF é clara! A menos que as empresas tenham mandado matar os gatos. Mas não é o caso! Sou totalmente contra resolver este caso só com acordo. Diz a súmula 341 do STF: “é presumida a culpa do patrão, por ato culposo do empregado ou preposto”. Gente, o ato foi doloso! O cara quis matar os gatos! Desculpem-me a sinceridade, mas por melhor que seja o acordo, este cara não pode ficar sem pena!”, disse a magistrada.

A empresa Serede, terceirizada que presta serviços para a Oi, companhia telefônica, afirmou, por meio de nota, que demitiu o funcionário e repudia atos de violência. Disse também que suas políticas de gestão e seus códigos de ética são explícitos em condenar tais atitudes e preveem medidas sancionadoras. A empresa alegou que vai acompanhar os desdobramentos do caso e “avaliar outras medidas que poderão ser adotadas para assegurar punição exemplar”.

Foto: Reprodução/Whatsapp

A Serede afirmou que “entrou em contato com a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OAB-RJ e já definiu um encontro com representantes da entidade para tratar de possíveis medidas que possam ser adotadas para contribuir com a discussão em torno da defesa dos animais, como mobilizações internas para apoiar abrigos e campanhas de adoção de animais”.

Entenda o caso

Uma testemunha filmou o momento em que um homem de 43 anos agredia dois filhotes de gato que ele havia acabado de adotar. O crime aconteceu dentro do carro da Serede, no domingo (24) e o agressor foi autuado por maus-tratos a animais.

Após a divulgação das imagens, outros casos de violência contra animais relacionados ao homem foram descobertos. “Ele já fez isso outras vezes, as pessoas estão começando a denunciar. É um serial killer de filhotes felinos. Dessa vez, ele foi filmado e vai pagar por esse crime”, afirmou o protetor de animais Domingos Galante.

Os gatos foram abandonados pelo homem em um canteiro após a agressão.

Conversas de aplicativo para celular mostram o agressor negociando a adoção dos filhotes, que foram divulgados em um site. O casal que doou os animais prestou depoimento contra o homem na 105ª Delegacia de Polícia e também prestou depoimento contra o homem.

Foto: Reprodução/Whatsapp

“Ele combinou a adoção toda ontem (domingo), pegou os gatos às 16h30 e foi para a Rua Buenos Aires achando que era um local deserto, onde praticou a ‘sandice'”, explicou o protetor.

A Polícia Civil afirmou, por meio de nota enviada ao G1, que o homem “foi identificado como a pessoa que aparecia nas imagens que estavam sendo divulgadas” e que “ao final da investigação, confirmada a autoria, o procedimento será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”.

A polícia não deu informações sobre o paradeiro dos filhotes e o estado de saúde deles. No entanto, Domingos disse que o agressor afirmou que um dos gatos morreu e foi jogado em um terreno baldio. O que sobreviveu teria sido deixado vivo no local das agressões, para onde Domingos foi, mas não obteve sucesso nas buscas.

Confira abaixo a nota na íntegra da Serede.

“A Oi e a Serede, sua prestadora de serviços, reiteram que o caso está sendo tratado na esfera criminal e que o agressor foi demitido sumariamente por justa causa. As empresas repudiam todo e qualquer ato de violência e suas políticas de gestão e seus códigos de ética são explícitos em condenar tal atitude e preveem medidas sancionadoras. A Oi acrescenta que entrou em contato com a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OAB-RJ e já definiu um encontro com representantes da entidade para tratar de possíveis medidas que possam ser adotadas para contribuir com a discussão em torno da defesa dos animais, como mobilizações internas para apoiar abrigos e campanhas de adoção de animais. A companhia entende que é uma organização que tem responsabilidades e compromissos, entre eles a promoção de ações que contribuam para a evolução de temas de interesse da sociedade, como a causa dos animais”.

‘Serial killer de filhotes’, diz protetor sobre homem que agrediu gatos no RJ

Um homem de 43 anos foi flagrado em um vídeo agredindo violentamente dois filhotes de gato que ele havia acabado de adotar. O crime aconteceu no último domingo (24), na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/Whatsapp

O agressor se apresentou na delegacia e foi autuado pelo crime de maus-tratos a animais. Ele alega que bateu nos gatos porque eles o morderam. Os animais, porém, são filhotes, o que demonstra a incapacidade deles de ferir uma pessoa. As imagens do crime foram gravadas por uma testemunha. As informações são do G1.

De acordo com o protetor de animais Domingos Galante, o homem adotou os filhotes por meio de um site na internet. Após as imagens da agressão começarem a circular pelas redes sociais, novos casos de maus-tratos provocados pelo homem foram revelados.

“Ele já fez isso outras vezes, as pessoas estão começando a denunciar. É um serial killer de filhotes felinos. Dessa vez ele foi filmado e vai pagar por esse crime”, afirma Domingos.

Nas imagens, o homem aparece dando tapas e socos nos gatos. Ele chega a pegar um dos gatos como se fosse acalmá-lo e, em seguida, dá um golpe na cabeça dele. Durante todo o espancamento, o agressor usa luvas brancas. Durante o vídeo, que tem cerca de um minuto, ele ainda aparece observando os gatos, como se quisesse conferir se eles morreram. Por fim, o homem sai do carro, pega uma caixa de papelão onde estavam os animais e os abandona em um canteiro, deixando o local no carro da empresa onde trabalha.

Há informações de que pelo menos um dos filhotes não suportou as agressões e morreu.

Após receber o vídeo, Domingos foi até uma delegacia. “Passamos tudo para um inspetor e, nesse meio tempo, o vídeo viralizou. A polícia achou a placa do carro que ele estava. Ele apareceu na delegacia com dois advogados alegando que achou os gatos na rua. Disse que os bichos atacaram e, por isso, ele bateu neles”, contou o protetor.

Conversas por aplicativo de celular mostram o momento em que o agressor combina a adoção dos gatos. Segundo Domingos, o casal que doou os filhotes prestou depoimento contra o homem na 105ª Delegacia de Polícia e também prestou depoimento contra o homem.

“Ele combinou a adoção toda ontem (domingo), pegou os gatos às 16h30 e foi para a Rua Buenos Aires achando que era um local deserto, onde praticou a ‘sandice'”, explicou o protetor.

A Polícia Civil afirmou ao G1, através de nota, que o agressor “foi identificado como a pessoa que aparecia nas imagens que estavam sendo divulgadas” e que “ao final da investigação, confirmada a autoria, o procedimento será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”.

Quatro filhotes de leão congelam até a morte no zoo de Gaza

SAID KHATIB/AFP/Getty Images

SAID KHATIB/AFP/Getty Images

Um zoológico na Faixa de Gaza vai fechar as portas após um clamor público pela morte de animais em suas instalações, de acordo com relatos. os filhotes de leão teria morrido devido as condições climáticas, com a temperatura muito baixa e as péssimas condições de acomodação dos animais, incapazes de abrigá-los de forma eficiente do frio.

A ONG Four Paws que defende os direitos animais, lançou uma campanha pedindo o fechamento do zoológico de Rafah, após quatro filhotes de leão congelarem até a morte e vários outros animais serem mortos em ataques aéreos, segundo informações do jornal Times of Israel.

O zoológico, criado em 1999, enfrenta dificuldades financeiras desde o bloqueio israelense na Faixa de Gaza em 2007.

Para arrecadar fundos, em uma atitude desesperada, os proprietários cortaram as garras uma leoa de 14 meses para que o zoológico pudesse cobrar uma taxa dos visitantes que quisessem brincar com ela. Isso provocou a ira de ativistas que criaram uma petição pública pedindo o fechamento do zoológico, o documento foi assinado por mais de 150 mil pessoas.

Mohammed Jumaa, o dono do parque, disse ao The Times of Israel que o procedimento não era doloroso e que o corte das garras do animal simplesmente reduziria a agressividade do leão para que “ele pudesse ser amigável com os visitantes”.

Agora, os habitantes do zoológico, que juntos somam mais de três dúzias de animais, incluindo hienas, porcos-espinhos e cinco leões, serão realocados em santuários na Jordânia, e o zoológico será fechado definitivamente, informou o Times.

A ONG Four Paws informou que já havia retirado animais de outros dois zoológicos em Gaza, onde a pobreza desesperadora resultou em condições terríveis para os animais, informou a Agence France Presse.

De acordo com seu site, o grupo de bem-estar animal está trabalhando em Gaza desde 2014 e já evacuou e fechou dois outros zoológicos na região – o zoológico Al-Bisan e o zoológico Khan Younis. A ONG conta que também resgatou filhotes de tigre em 2015.

Em um comunicado, o veterinário e chefe de missão, Amir Khalil, da Four Paws disse: “Por muito tempo, os animais do zoológico de Rafah tiveram que viver em condições inimaginavelmente terríveis”.
“Estamos felizes em finalmente pôr fim a esse horror”, disse ele no comunicado.

Em abril de 2017, durante a campanha do grupo militante Estado Islâmico para retomar Mosul no Iraque, a ONG Four Paws resgatou um leão e um urso de um zoológico da cidade. No ano anterior, também ajudou a realocar um tigre que estava em Gaza para a África do Sul.

HSI realiza campanha contra a exportação de filhotes de elefantes

O país tem a intenção de exportar mais 35, segundo a organização Humane Society International (Foto: Kapama)

A Humane Society International (HSI) está realizando uma campanha contra a exportação de filhotes de elefantes do Zimbábue para a China. Os animais são retirados da natureza e enviados para zoológicos.

Mesmo com a oposição de outras nações africanas e de organizações que atuam em defesa dos animais, desde 2012 o Zimbábue já capturou e exportou 108 filhotes e agora tem a intenção de exportar mais 35, segundo a organização.

Para mostrar ao governo do Zimbábue a dimensão da oposição global em relação a essa prática, a HSI disponibilizou em seu site uma petição que pode ser assinada por pessoas de qualquer país.

“Vamos nos unir e dizer ao Zimbábue para manter os elefantes africanos em seu estado selvagem, em solo africano e a não sujeitá-los a viver em cativeiro para entretenimento em instalações na China ou em qualquer outro lugar”, pede.

O Zimbábue também é conhecido por permitir que pessoas de outros países pratiquem a caça esportiva de elefantes, desde que “paguem bem”. No mês passado um empresário dos EUA divulgou fotos de dois filhotes de elefantes que ele matou por “hobby”.

De acordo com a Born Free Foundation, organização britânica que atua em defesa da vida selvagem, um elefante é caçado e morto a cada 25 minutos por causa da demanda de marfim, que é utilizado na medicina oriental, mesmo que sem comprovação de benefícios.

Para assinar a petição, entre no site da HSI ou clique aqui.

Cães abandonados com filhotes precisam de resgate no Jardim Varginha (SP)

Dany Fiore
danyfiore@hotmail.com

A família desses cães se mudou e os abandonou. A princípio eram apenas dois adultos, mas a fêmea engravidou e teve quatro filhotes na rua. Ninguém os resgatou, mas um senhor conseguiu uma casinha para abrigá-los.

Infelizmente, três filhotes morreram e a mãe também, ela foi envenenada.

Só restam o pai e um bebê que precisam urgente de um lar seguro. Eles estão no Jardim Varginha – SP.

Quem puder resgatá-los ou ajudar de outra forma, entre em contato com a Lenna pelo whatsapp 11 97720-5570.