Mais de 140 filhotes de tartaruga nascem em praia em Pernambuco

Cento e quarenta e quatro filhotes de tartaruga nasceram na terça-feira (19) na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco.

Foto: Reprodução / Diário de Pernambuco

Da espécie tartaruga-de-pente, os animais estavam sendo monitorados por técnicos da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão (Semag). As informações são do Diário de Pernambuco.

Estudantes do município estiveram presentes no momento do nascimento dos filhotes, tendo a oportunidade de conhecê-los de perto para que sejam conscientizados sobre a necessidade de respeitá-los e protegê-los.

Uma palestra sobre educação ambiental foi ministrada aos alunos pelo chefe de Núcleo de Monitoramento de Animais Marinhos e Silvestres da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão, Adriano Artoni.

“Realizamos o monitoramento dos ninhos das tartarugas durante o dia e à noite, com o objetivo de proporcionar uma maior segurança aos ovos e aos animais. É importante ressaltar que matar, perseguir ou capturar tartarugas marinhas configura crime ambiental, sujeito a pagamento de multa no valor de R$ 5 mil por ovo”, ressaltou Artoni.

A tartaruga-de-pente é uma espécie marinha que está ameaçada de extinção.

Dois filhotes de urso são encontrados sem a mãe ao lado de rodovia movimentada

Foto: Lake Tahoe Wildlife Care Center

Foto: Lake Tahoe Wildlife Care Center

Dois filhotes de urso foram encontrados separados da mãe, no último sábado (16), e abandonados ao lado de uma rodovia do norte da Califórnia (EUA).

Os pequenos ursos de apenas 5 semanas, foram resgatados por oficiais do departamento de proteção à vida selvagem, ao lado da rodovia Highway 96 em Yreka. A mãe não estava no local.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem acredita que alguém colocou os filhotes ali para serem encontrados após matar sua mãe.

Um casal esta tomando conta dos bebês até que eles possam retornar à vida selvagem e, enquanto isso não acontece, os pequenos ursos estão em um local seguro e amoroso.

Foto: Lake Tahoe Wildlife Care Center

Foto: Lake Tahoe Wildlife Care Center

“Eles têm garras afiadas e pés enormes”, disse Cheryl Millham.

Os filhotes de ursos irmãos, foram batizados de Blaze e Yreka, e estão sob a proteção do centro Lake Tahoe Wildlife Care aos cuidados dos Millhams.

“É engraçado, como um bebê humano, eles precisam ser colocados pra arrotar”, disse Tom Millham. “Nosso trabalho é garantir que eles cresçam seguros, saudáveis e fortes para que possam ser soltos de volta na natureza e sejam livres para viver com os demais ursos.”

Os policiais acreditam que alguém separou os filhotes de sua mãe, já que eles são incapazes de se afastar do cuidado materno em tão tenra idade.

“Eles fogem, mas não andam ainda. Eles não conseguem”, disse Cheryl.

Os policiais tentaram encontrar a mãe dos filhotes, mas não tiveram sorte.

“Algo com certeza aconteceu com a mãe deles, mas nós nunca saberemos ao certo o que foi”, afirmou Cheryl.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem foi quem trouxe os irmãos aos cuidados dos Millhams, que serão responsáveis por eles até o próximo ano.

“Esses ursos estão em uma programa de tratamento especial. Eles estão recebendo cuidados diferenciados”, explicou Cheryl. “Nós sabemos quando começar a nos afastarmos para deixá-los se transformar em ursos selvagens. Você tem que ser treinado para fazer isso.”

Por enquanto, os filhotes ficarão em uma caixa-berço e serão alimentados quatro vezes ao dia.

Mas em breve, eles irão para um habitat maior, onde terão espaço para escalar, brincar e aprender a ser mais independentes.

Quando eles alcançarem cerca de 100 libras (cerca de 45kg) estarão prontos, os pequenos poderão então retornar para a natureza.

“Nós somos os pais substitutos. Temos que ensinar a esses irmãos o que procurar e como sobreviver na natureza ”, disse Cheryl.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem permanece procurando o responsável por separar os filhotes de sua mãe.

Vídeo flagra momento em que elefantes se unem em defesa de seus filhotes

Foto: ViralHog/Reprodução

Foto: ViralHog/Reprodução

Uma manada de elefantes foi filmada protegendo de forma feroz seus filhotes de um bando de cães selvagens na África do Sul, segundo informações do jornal Daily Mail.

Brent Leo-Smith guia que acompanhava uma excursão foi supreendido com a cena na Reserva de Caça Djuma, em Sabi Sands, no nordeste do país.

O guia de turismo lentamente segue os cães selvagens por trás, em um veículo motor.

Os cães estavam descendo uma estrada no parque quando, de repente, os elefantes surgem do meio dos arbustos.

Os nove cães são superados largamente em número pelos seus adversários gigantescos que avançam em sua direção, rugido e intimidando-os.

Os elefantes agem em grupo e marcam seu território enquanto os cães fogem um por um aterrorizados. Dotados de inteligência social, cognição avançada e um reconhecido senso de família, esses animais são capazes de criar laços duradouros e sólidos entre os seus.

Até mesmo o elefante mais novo ataca ao lados dos demais que juntos formam um anel protetor em torno do animal mais vulnerável.

ViralHog/Reprodução

ViralHog/Reprodução

Os elefantes notoriamente não aceitam predadores e não estavam satisfeitos com os cães selvagens entrando em seu espaço.

Os cães caçam em bandos, mas, de acordo com o guia, é improvável que eles matem os elefantes.

Leo-Smith afirma que os cães selvagens não representam uma ameaça real aos elefantes, ele mesmo nunca ouviu falar de um cão selvagem atacando um filhote de elefante.

“Mas os elefantes reagem negativamente a qualquer predador”, conclui ele.

ONG acolhe 68 filhotes de sagui vítimas do tráfico de animais silvestres

O Projeto Mucky, ONG que atua na preservação dos primatas, acolheu 68 filhotes de sagui resgatados pelas polícias Civil e Ambiental de São Paulo durante uma operação de combate ao tráfico de animais silvestres. O resgate foi realizado em Osasco e os animais foram levados para a sede da entidade, em Itu, no interior de São Paulo.

Foto: Divulgacão/Projeto Mucky

Trazidos da Bahia, os macacos estavam sendo vendidos por R$ 100 cada. Três pessoas estavam envolvidas no crime e responderão em liberdade por maus-tratos e pelo comércio dos animais. Elas assinaram um termo circunstanciado e foram multadas em R$ 2 milhões. As informações são do Estadão.

Os policiais resgataram ainda 120 aves de diferentes espécies. Algumas já estavam mortas. Elas eram transportadas “de maneira precária em dois compartimentos minúsculos, sem água ou alimentos”, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado.

“O índice de animais que morrem em decorrência do tráfico é muito grande. Infelizmente, desde a captura, até o transporte em condições insalubres e todo o estresse pelo quais eles são submetidos, são fatores que obviamente contribuem para a falência destes animais”, explica o Tenente Guedes, do Comando de Policiamento Ambiental.

Para conseguir proporcionar aos novos resgatados tudo o que eles precisam, o Projeto Mucky pede ajuda. “Temos 34 anos de trabalho e já fizemos resgates como este, mas nada com uma dimensão tão grande. Logo que soubemos do resgate, conseguimos um local para cuidar desses animais em Atibaia, mas ao chegarmos na delegacia, vimos que eram animais muito debilitados e todos filhotes”, conta Ana Paula Barranco, que integra a diretoria do Projeto Mucky.

Foto: Reprodução / Instagram / Projeto Mucky

Os macacos têm, segundo ela, entre dez dias e três meses de idade. “Filhotes dão três vezes mais trabalho do que adultos e estavam todos num ambiente em que poderiam morrer a qualquer momento. Optamos por levá-los à sede do Projeto, em Itu, onde hoje já cuidamos de 207 macacos. Eles estão se recuperando, mas não temos como ficar com eles”, diz.

A ONG tem utilizado as redes sociais para conseguir parcerias com outras entidades que possam receber os macacos, além de buscar reforço voluntário de cuidadores e ajuda financeira, com doações e patrocínio.

“Todos os 68 bebês receberam alimentação, soro e foram transferidos para recintos secos, limpos e aquecidos, uma operação que mobilizou cerca de dez pessoas e durou cinco horas até que todos os primatas fossem socorridos. Até o momento, todos os filhotes estão vivos e continuamos empenhados para que sobrevivam”, afirma o Projeto Mucky por meio de nota.

A Secretaria de Segurança Pública incentiva denúncias de tráfico de animais silvestres e reforça que a “crueldade contra os animais é comum no crime de tráfico da fauna”.

 

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68 olhares pedindo socorro! 68 motivos para ajudar! Uma das apreensões mais aterrorizantes e desumanas que já vivenciamos: 68 saguis “encomendados” da Bahia por uma mulher que os vendia ao preço de R$ 100,00 cada um. Quando o Projeto Mucky recebeu das Polícias Ambiental e Civil (3° DP de Osasco) o pedido de socorro sabíamos que não teríamos fôlego para acolher tantos primatas de uma só vez, mas não havia tempo para pensar, era preciso agir, pois 68 vidas estavam em risco e corríamos contra o tempo. Ao chegar na delegacia encontramos um cenário de terror e desolação. Todos os macacos eram filhotes com idades que variavam entre 10 dias e 3 meses. O grupo estava dividido em duas caixas minúsculas, completamente imundas e aqueles que ainda tinham alguma energia circulavam num lamaçal de fezes, urina e comida estragada.Por entre as frestas dos caixotes os olhares assustados pediam socorro e expressavam a dor de não entenderem por que estavam ali. Os macacos estavam molhados, sujos, famintos e sedentos. Um a um, começamos a retirá-los das caixas e prestar os primeiros socorros. Todos os 68 bebês receberam alimentação, soro e foram transferidos para recintos secos, limpos e aquecidos, uma operação que mobilizou cerca de dez pessoas e durou cinco horas até que todos os primatas fossem socorridos. Até o momento, todos os filhotes estão vivos e continuamos empenhados para que sobrevivam. EXTREMA URGÊNCIA, precisamos de: – Apoio financeiro para contratação emergencial de mais cinco cuidadores para reforçar nossa equipe. – Parceiros (ONGs e Associações) que possam RECEBER pequenos grupos de saguis, sob nosso acompanhamento e orientação técnica; – Mobilização contínua da sociedade para que esses crimes passem a ser punidos com rigor! Pasmem: a mulher apenas assinou um termo circunstanciado e já está livre! Ajude-nos a ajudá-los! Banco Itaú Ag. 0796 CNPJ 01.943.493/0001-66 C/C 60400-7 E-mail: contato@projetomucky.org.br

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Homem abandona filhotes de cachorro em saco de lixo e é preso nos EUA

Robert Wild, de 56 anos, foi preso após colocar oito filhotes de cachorro dentro de uma sacola plástica e abandoná-los no lixo. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Marshfield Police Department

A prisão aconteceu após moradores da cidade de Marshfield, no estado americano do Wisconsin, ouvirem choro de animais. A princípio, eles acreditaram que o barulho fosse de gatos e acionaram as autoridades. As informações são do jornal Extra.

Ao chegar no local, a polícia descobriu que, na verdade, o choro vinha de oito cachorros recém-nascidos abandonados dentro de uma sacola no lixo.

Após ser questionado pelos agentes, Wild confessou ter abandonado os cães. Ele foi preso e será indiciado pelo crime de maus-tratos e abandono de animais.

Os filhotes foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal da cidade. De acordo com a entidade, eles passam bem e serão disponibilizados para adoção futuramente, assim que estiverem maiores.

Porca come os filhotes após anos de exploração em fazenda de criação

Foto: One Green Planet/Reprodução

Foto: One Green Planet/Reprodução

Porcos explorados pela indústria de criação, são mantidos em condições precárias e muitas vezes sofrem durante toda a vida. Fazendas de reprodução forçada são verdadeiras fábricas de animais e chegam a manter até 10 mil porcos em caixas de gestação individuais desconfortáveis e apertadas, que mal permitem que os animais se movimentem. As porcas são mantidas desta maneira com o objetivo de procriar indefinidamente, suportando condições estressantes e em um ambiente insalubre.

Princesa, uma porca de 14 anos sofreu em uma situação como as descritas acima por mais de uma década. Ela era obrigada a ficar em uma baia escura, sozinha, onde não fazia nada além do que se reproduzir ao longo de todos esses anos.

Sem nunca ter visto a luz do sol, nem sentido um toque amoroso ou sequer ter a dignidade de um nome antes de ser resgatada, a porquinha sofria diariamente. Inevitavelmente, sua saúde mental foi se deteriorando e quando ela deu à luz recentemente a doze leitões, ela matou oito deles.

O fazendeiro que mantinha Princesa nessas condições cruéis conhecia Caitlin Cimini, fundadora do “Rancho Relaxo” (abrigo pra animais), que muitas vezes pedia a ele para deixá-la salvar a Princesa e levando-a dali. Ele finalmente concordou após este trágico incidente, quando ficou claro que a porca não serviria mais para os propósitos dele: ganhar dinheiro.

Quando Cimini encontrou Princesa restava apenas um filhote sobrevivente dos doze (o outro se afogou em uma tigela de água e dois nasceram mortos), ela sabia que precisava salvar o bebê também. Além das condições precárias de saúde mental de Princesa, a porca é portadora de necessidades especiais, ela é cega. Portanto, ambos exigiriam muita atenção e cuidado, coisa que um abrigo comum não poderia oferecer. A equipe do Rancho Relaxo então entrou em contato com o santuário Arthur’s Acres, que se prontificou a receber mãe e filho.

Agora, o Arthur’s Acres está proporcionando à princesa o amor e a atenção que ela nunca recebeu. A equipe do santuário deu a ela esse belo nome. Enquanto isso, Pistache, o único filhote sobrevivente, se desenvolve bem no Rancho Relaxo. Ele aprendeu a usar a caixa de areia em seu segundo dia, reorganizou seu cercadinho sozinho e se comunica de maneira excelente.

Foto: Arthur's Acres Sanctuary

Foto: Arthur’s Acres Sanctuary

Princesa e seu filho tiveram um final um final feliz. Pistache nunca saberá o tipo de sofrimento que sua mãe suportou, e Princesa viverá o resto de sua vida em segurança e desfrutando de uma paz que nunca conheceu antes.

Santuários como Rancho Relaxo e Arthur’s Acres existem para salvar a vida desses animais que merecem muito mais do que o tratamento exploratório e cruel a que são submetidos pela indústria de alimentos.

Para mãe e filho, a tortura, a exploração e a crueldade acabaram, mas existem milhões de porcos passando por sofrimentos atrozes em fazendas de criação e produção de embutidos e carne por todo o mundo.

Capazes de sentir, amar, sofrer, compreender e considerados pelos cientistas criaturas dotadas de inteligência ímpar, esses seres sencientes permanecem indefesos perante os interesses calculistas que movem os seres humanos.

Cadela e filhotes precisam de resgate para não morrerem na rua em SP

Uma cadela foi abandonada com filhotes no Jardim Eliane, na Zona Leste de São Paulo, nas proximidades do Shopping Aricanduva. Eles estão correndo riscos na rua e tomaram bastante chuva nos últimos dias. Devido à situação precária em que estão, um dos filhotes já morreu. Os animais que sobreviveram precisam ser resgatados com urgência para que não morram na rua. Interessados em ajudar devem entrar em contato com Nathi através do telefone 11 976041220.

Casal de cães com 4 filhotes precisam de resgate em São Paulo

Um casal de cães que foi abandonado na rua pelo tutor, que mudou de endereço e os deixou para trás, reproduziu-se e teve quatro filhotes na Zona Sul de São Paulo. Abrigados em uma casinha, eles correm riscos nas ruas, especialmente com os filhotes começando a andar, podendo ser atropelados. Por isso, precisam de resgate com urgência. Interessados em resgatá-los, para oferecer lar temporário ou adoção, devem entrar em contato com a pessoa que está ajudando-os pelo número 11 9 7720 5570.

Filhotes correm riscos na rua

Cadela teve 4 filhotes

Cachorro macho foi abandonado pelo tutor

Cadela encontrada com pote preso à cabeça passa por cirurgia e é adotada

Uma cadela que foi encontrada com um pote de plástico preso à cabeça em Sorriso, no Mato Grosso, foi submetida a uma cesariana, após perder os filhotes que gerava, e foi adotada. Ela está desnutrida devido à falta de alimentação.

Foto: Facebook/Reprodução

Resgatada em janeiro pela Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes, não se sabe por quanto tempo ela ficou com o pote entalado na cabeça. Na época, uma publicação feita sobre o caso no Facebook pela presidente da ONG, Loreane Rodrigues, gerou repercussão.

Bela, como passou a ser chamada pela nova tutora, não conseguia respirar direito quando foi resgatada, nem se alimentava, já que o objeto preso à cabeça a impedia. As informações são do portal G1.

Foto: Associação de Proteção Animal Focinhos Carentes

A cadela foi adotada por uma voluntária da ONG, que fez o resgate de Bela e a abrigou. Após encontrá-la na rua, a nova tutora conseguiu tirar o pote da cabeça do animal.

A cadela estava grávida, mas perdeu os filhotes devido à desnutrição. Após ser submetida a uma cesariana, ela se recupera da cirurgia.

Loreane conta que os voluntários da associação tentaram descobrir se alguém havia colocado o pote na cabeça do animal e procuraram a polícia para registrar uma denúncia. O boletim de ocorrência, no entanto, não foi registrado devido à ausência de flagrante e de evidências que comprovem que houve crime.