Prefeitura de SP revoga a ordem que proibia funcionários de cemitérios de alimentar animais

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), revogou nesta quarta-feira (16) a ordem interna que proibia servidores dos cemitérios municipais de alimentar e dar abrigo a animais abandonados.

Cachorro abandonado no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

A determinação tinha sido publicada na última terça-feira (15) no Diário Oficial do Município.

A ordem interna do Departamento Técnico de Cemitérios também bania objetos como caixas de papelão ou madeira que serviriam como toca a cães e gatos.

Com a revogação, os funcionários e visitantes dos cemitérios poderão alimentar e providenciar abrigo aos animais, sem risco de punições.

Covas determinou, ainda, aos responsáveis pelos cemitérios para que entrem em contato com ONGs para procurar um lugar melhor para eles.

Fonte: G1

Protetora de SP pede ajuda para alimentar gatos

Carmen Terra
carmentg@terra.com.br

 

Protetora de Engenheiro Goulart (SP) precisa de ajuda para alimentar seus animais resgatados. São muitos e estão passando necessidades.

Alguns têm problemas urinários e precisam de ração específica.

Para quem puder ajudar, doando a ração ou algum valor, entre em contato com os telefones: 11-2038-1552  /   WhatsApp 11 – 98048-2082

 

Campanha usa troco em dinheiro para ajudar cães e gatos em Macapá

Pensando em ajudar na qualidade de vida de cães e gatos, o grupo “Amor por Patas” lançou a campanha Troco Solidário. O objetivo é arrecadar dinheiro para a castração de animais em Macapá de forma mais barata.

Caixinha de doação da campanha Troco Solidário, em Macapá — Foto: Victor Vidigal/G1

As caixinhas da campanha estão em dois estabelecimentos da capital. O interessado pode deixar uma doação de qualquer quantia ao realizar uma compra nos locais.

Ao final de cada mês o dinheiro é recolhido e destinado para a castração de um animal pertencente a um membro do grupo que não tem condição de pagar pelo serviço. Esses animais podem ser domésticos ou pego na rua para ser cuidado pelos participantes.

A professora Léia Brito é uma das coordenadoras da proposta. Ela diz que a castração tem diversos benefícios aos cães e gatos, como prevenção de doenças, aumento na longevidade e melhoria no comportamento

“A castração aumenta a vida do animal em 30%, evita que ele adquira câncer, tumores ou doenças sexualmente transmissível . Outro benefício é a diminuição do aumento da população canina e felina. São mais de 10 milhões de animais abandonados no Brasil”, destacou a professora, de 30 anos.

Outra forma que o grupo encontrou de angariar fundos para realizar as castrações é realizando venda de produtos que vão desde comidas (doces, salgados e sucos) até a venda de roupas (promovendo bazares pela capital).

As castrações são feitas em uma clínica parceira do projeto. O serviço, que custa entre R$ 400 e R$ 500, acaba saindo por R$ 200 com o desconto oferecido.

O animal que vai receber a cirurgia é escolhido por meio de sorteio feito entre os membros, em um grupo de rede social. Para ser contemplado com o serviço o animal precisa estar saudável, sem a presença de doenças ou pragas. Por isso é importante ele estar em um lar, recebendo cuidados.

Grupo também realiza venda de comida para angariar fundos para as castrações — Foto: Léia Brito/Amor por Patas

O “Amor por Patas” existe há um ano e conta com 30 membros cadastrados. Nesse período já foram realizadas 31 castrações de cães e gatos.

Os interessados em fazer parte do grupo e ter direito as castrações pode entrar em contato com a coordenação, pelo telefone 98113-2592.

Locais de doação

Fisio + Fisioterapia e Pilates (Avenida Desidério Antônio Coelho, 511 A, Trem, Macapá)

Petzee Clínica Veterinária (Avenida Mendonça Júnior, 2191, Central, Macapá)

Fonte: G1

Prefeito de BH veta projeto que proíbe venda de cães e gatos na rua

Foto: Pixabay

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, vetou proposição de lei que proíbe a venda de animais domésticos, como cachorros, gatos e pássaros, em ruas, praças e parques de Belo Horizonte. O veto, publicado nesta terça-feira (15) no Diário Oficial do Município (DOM), foi justificado devido a “vícios legais e constitucionais” uma vez que “interfere diretamente na estrutura das secretarias municipais, especialmente no que tange às novas competências fiscalizatórias e sancionatórias”.

Atualmente, é comum observar a comercialização de animais domésticos em caixotes próximos à Feira Hippie de Belo Horizonte, montada aos domingos na avenida Afonso Pena, no centro da cidade.

Ao barrar a proposição, entretanto, o prefeito destaca que a medida “não têm como objetivo discutir a relevância do tema, que envolve tanto questões éticas contra abusos de animais quanto questões de saúde pública”. O veto de Kalil será analisado a partir de fevereiro pelos vereadores da capital, que podem mantê-lo ou derrubá-lo em plenário.

De autoria do vereador Osvaldo Lopes (PHS), a proposição de lei 64/18 – criada a partir do projeto de lei 253/217 – proíbe a venda de animais domésticos em locais públicos, como ruas, praças e parques da cidade.

O vereador defende que a comercialização só poderia ocorrer em canis, gatis ou criadouros regularmente registrados. Além disso, tais estabelecimentos devem seguir certas regras, como fornecer ao comprador documento de certificação da identificação do animal, atestado de saúde emitido pelo veterinário que indicasse a presença de castração, cartão que comprove a vacinação contra doenças comuns a esses animais como raiva.

A proposição de lei alega ainda que tais estabelecimentos devem fornecer “orientações sobre guarda responsável, respeitando as diretrizes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA – sobre as informações básicas de alimentação, de higiene, de cuidados médicos, entre outras”.

A reportagem entrou em contato com o vereador por meio de telefone e e-mail para comentar o veto do prefeito e aguarda retorno.

Fonte: O Tempo 

40 cães e quase 20 gatos sobrevivem a um grave acidente de carro

Um grave acidente aconteceu, no último domingo (13) em uma estrada de Indiana, nos Estados Unidos. Duas mulheres estavam voltando de um resgate no Alabama quando a van que uma delas dirigia saiu da pista escorregadia e capotou.


Gwen Kochan e Dyana Gold, estavam voltando para casa do Alabama com 40 cães e quase 20 gatos para o Foster Rescue de Frosty,em Beaver Dam.

Elas disseram que estavam preocupados com a segurança uma da outra, mas a parte mais assustadora era a saúde dos animais. Após uma hora de espera após o acidente, Gold e Kochan finalmente puderam verificar os cães e gatos, e para seu alívio, todos os animais estavam bem.

Voluntários de resgate de animais de Indiana e Wisconsin ajudaram na retiradas de todos animais de dentro da van e no transporte deles até o abrigo.

Gold disse que a resposta e ajuda que viu das outras pessoas mudou sua vida.

“Por mais que não quiséssemos que o acidente acontecesse, em retrospecto, porque estamos todos bem e todos os animais estão seguros, pode ter sido a melhor coisa que já aconteceu por causa da comoção das pessoas com os animais”, disse ela.

Segundo o Channel 3000, Gold e Kochan também disseram que a experiência foi gratificante por causa da ajuda que todos foram capazes de oferecer aos animais.

“Eu acho que o que mais tocou foi ver em que condições os animais vivem no Alabama”, disse Kochan. “Há muita necessidade de lares, curas e esperança para esses cães e gatos que simplesmente não têm o que nossos animais domésticos daqui possuem”.

Por causa disso, Gold e Kochan disseram que fariam a viagem novamente para o Foster Rescue, da Frosty, que as duas mulheres disseram amar.

Eles contaram também que por causa do acidente, a organização sem fins lucrativos precisa de ajuda para substituir a van e as gaiolas danificadas, além dos recursos normais necessários para ajudar seus animais.

Moradora cria “condomínio de gatos” com vigilância 24 horas

Gatos têm casa, ração, água liberada e vigilância 24 horas por dia | Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Se os gatos da Rua Laurindo um dia vagaram pelas redondezas sem lar, hoje eles têm o próprio condomínio de casas – com direto a café da manhã, jantar e vigilância 24 horas por dia.

Por trás da ideia, está a professora aposentada Vera Ferreira, 80 anos. Apaixonada por felinos e preocupada com a situação dos animais que viviam pela via do bairro Santana, ela espalhou uma dezena de caixas de papelão, que hoje servem de abrigo a oito gatos, ao redor de duas árvores em frente ao prédio onde mora. Há dois anos que, no início das manhãs e aos fins da tarde, ela repõe a ração dos bichinhos, que aguardam ansiosamente – em posição de sentido – no mesmo horário diariamente.

Caixinha de papelão serve de abrigo a gatinhos da Rua Laurindo | Foto: Gabriel Rigoni / Agência RBS

“É uma paixão antiga que se transformou em um projeto que tem como responsáveis eu e mais três companheiras. Fizemos a castração de todos os gatos e oferecemos cuidados de alimentação e segurança a eles”, conta Vera.

A segurança é, de fato, reforçada. Por uma câmera de vigilância instalada na sacada do apartamento, a aposentada controla a movimentação da rua e tenta coibir maus-tratos, como relata já ter flagrado:

“Os gatos estão cadastrados como comunitários da rua, e eu sou registrada como tutora. Então, me sinto muito responsável pelo bem-estar deles. Com a gravação de imagens, tenho provas sobre qualquer coisa de ruim que alguém tente fazer a eles”.

“Condomínio de gatos” foi instalado ao redor de uma árvore em frente a prédio da via do bairro Santana | Foto: Gabriel Rigoni / Agência RBS

Sob o conforto de casinhas, comida e carinho da vizinhança, Bonifácio, Lalinha, Barbie, Lili, Bebel e Victoria – os felinos mais assíduos da gatolândia – deitam e rolam.

Fonte: Gaúcha ZH

Evento arrecada fundos para castração de gatos de famílias carentes

Será realizado no próximo domingo (20) o “IV Café com Gatos” um evento beneficente cuja renda é revertida para castração de gatos de famílias de baixa renda.

Foto: CGN

Cada convite custa R$ 25. Os participantes vão saborear um café da tarde animado e participar de um bingo com vários prêmios.

A meta é arrecadar recursos suficientes para castrar 30 gatos.

O evento será na Elegância Eventos e Produções (Rua Itália, 691) a partir das 16h30.

Fonte: CGN

Serviço de proteção aos animais atendeu 130 cães e gatos em 6 meses

A Diretoria de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria do Meio-Ambiente (SEMA) de Maringá atendeu 130 cães e gatos abandonados desde junho de 2018. Só em dezembro do ano passado, 28 animais foram resgatados.

Foto: Prefeitura de Maringá

Além dos resgates, a diretoria realizou 205 exames em laboratórios e 30 cirurgias, com a parceria de Organizações Não Governamentais (ONGs) e protetores independentes. De acordo com a SEMA, em 2018, 570 cães e gatos foram adotados.

Fonte: Massa News

Cuidados nos primeiros dias do filhote garantem boa saúde por toda a vida

A chegada de um filhote em casa desperta diferentes sensações, como a descoberta da nova relação e de comportamentos apresentados pelo animal nos primeiros dias de vida. Mais do que prazerosa, no entanto, convivência entre animal doméstico e tutor deve ser cautelosa, caracterizada por cuidados especiais com o recém-nascido.

Foto: Getty Images

O primeiro passo é buscar orientação profissional assim que o filhote, seja cão ou gato, chegar ao lar oficial – após dois meses, quando é feito o desmame. Médica veterinária, pós-graduada em clínica de pequenos animais, Talita Izidório Simões Teixeira diz que uma das principais condutas refere-se à oferta de água e comida.

“É importante que a ração seja própria para filhotes e de excelente qualidade, super premium. Para os cães, o ideal é oferecê-la em diferentes momentos do dia para evitar crises de hipoglicemia. Já os gatos devem ter ração sempre disponível”, detalha.

Vacina e vermífugo

Ficar de olho no calendário de vacinas e na vermifugação do animal também é fundamental para garantir a boa saúde do animal por toda a vida.

Para evitar esquecimento das doses e reforços, a dica é buscar orientação profissional. Além de vacinados, gatos, por exemplo, devem ser testados para FIV e FeLV, doenças exclusivas de felinos. Quanto antes, melhor, diz a veterinária Sandra Matoso, do Life Hospital Veterinário.

Até que a imunização seja concluída, a regra, para as duas espécies, é manter o animal em casa. “Não é frescura! Até que estejam completamente protegidos, não devem passear, nem ir ao banho e tosa. Nos primeiros meses, doenças virais, protegidas por vacina e de fácil transmissão são muito graves”, reforça.

Castração divide especialistas, mas deve ocorrer precocemente para prevenir doenças

Recomendada por médicos veterinários, benéfica para a saúde dos animais, a castração divide opiniões de especialistas, mas é uma das condutas que mais requerem atenção nos primeiros meses de vida de cães e gatos. Alguns profissionais defendem que a medida ajuda a prevenir doenças como o câncer; outros recomendam esperar pelo menos até o primeiro cio do animal.

Médica veterinária em Belo Horizonte, Perla Lembi explica que há linhas de estudo divergentes sobre o assunto. Segundo ela, no entanto, é fundamental que o tutor seja orientado por um profissional para, então, definir a melhor conduta.

“Nas fêmeas, o foco da castração precoce é evitar doenças uterinas e até neoplasias mamárias. Já para os machos, recomendamos que seja mais tardia, após 1 ano, quando os órgãos sexuais já se desenvolveram”, detalha.

Vigilância 24 horas

Acompanhar de perto a rotina do filhote também é imprescindível nos primeiros meses do animal no novo lar. Monitorar a exploração da casa nova, bem como restringir o acesso do filhote a áreas externas, por exemplo, ajuda a evitar acidentes muitas vezes fatais.

Que o diga a gerente Suelen Ribeiro Carvalho, de 36 anos. Tutora de Marreta, buldogue francês de 7 meses, ela passou um susto recentemente depois que o cão foi atropelado dentro de casa.

Veterinária no Life Hospital Veterinário, em BH, Sandra Matoso diz que a vigilância deve ser parecida com a que se tem com bebês. “É a mesma coisa de uma casa com criança. É preciso ser vigilante no dia a dia”, reforça.

Fonte: Hoje em Dia

Oito filhotes de gato abandonados procuram um novo lar em SP

Raquel Rignani
raquelpxr@yahoo.com.br

Oito gatinhos foram deixados na porta de uma casa em São Paulo. A cuidadora Raquel disse que não pode ficar com eles por já abrigar 25 outros gatos em sua casa, filhotes e doentes, e por também estar doente.

Dos oito, três ainda estão na fase de amamentação. Quem tiver interesse em adotar esses gatinhos, entre em contato com a Raquel pelo número (11) 99880-0310.