Número de elefantes mortos na Índia chega a 928

Foto: Diptendu Dutta / Agência France-Presse – Getty Images

Acidentes de trem, caça ou envenenamento são algumas das causas, mas a eletrocussão, sozinha, causou mais de 60% das mortes, segundo dados obtidos sob a Lei de Direito à Informação (RTI).

A ANDA já noticiou sobre os perigos das cercas elétricas e cabos de força para os elefantes. Usadas como bloqueio, as cercas impedem a entrada de animais e humanos indesejados em propriedades e protege o gado e a vida selvagem que ali habitam, as também tem um efeito colateral letal: ela mata elefantes e dezenas de outras espécies.

Desde 2009 até 31 de dezembro de 2018, 565 elefantes morreram devido à eletrocussão, de acordo com os dados da Divisão de Projetos do Ministério do Meio Ambiente e Florestas.

Outros 151 elefantes morreram em acidentes com trens, enquanto 150 foram caçados e mortos, afirmou o ministério. O envenenamento foi a causa da morte de 62 elefantes.

“O gasto orçamentário total para o ano fiscal de 2018 / 201919, sob o esquema ‘Projeto Elefante’, para proteger os elefantes, seu habitat e corredores, para abordar questões de conflitos e bem-estar dos elefantes cativos é de 30 crore”, disse Ranjan Tomar, advogado de Noida (New Okhla, uma cidade satélite de Delhi). As informações são do New Indian Express.

No entanto, o número de mortes de elefantes devido à caça (150) difere do divulgado pelo Departamento de Controle de Crimes contra a Vida Selvagem (WCCB).

O WCCB, respondendo a uma pergunta de RTI de Tomar, declarou em janeiro que 429 elefantes foram caçados e mortos desde 2008 no país.

Tomar, também ativista da vida selvagem e dos direitos humanos, disse que a diferença provavelmente se deve ao fato de que os números do Projeto Elefante são limitados a reservas, enquanto os dados do WCCB são para todo o país.

Hospital trata elefantes vítimas de abuso e exploração na Índia

O Wildlife SOS Elephant Hospital é uma unidade de saúde inaugurada em novembro de 2018 pela ONG Wildlife SOS para tratar elefantes vítimas de exploração e abuso em Uttar Pradesh, na Índia. A entidade atua na proteção animal desde 1995.

Foto: Reprodução / Wildlife SOS

Desde a inauguração, o hospital já atendeu dezenas de elefantes que apresentaram problemas de saúde devido aos maus-tratos que sofreram. Eles foram resgatados de circos, acampamentos e de tutores que os negligenciavam. Ao chegar no hospital, eles são avaliados por uma equipe composta por mais de vinte especialistas. As informações são do portal GreenMe.

Com aparelhos de alta-tecnologia, a unidade de saúde conta com ultrassom, radiologia digital sem fio, laserterapia, um laboratório de patologia, talha médica para levantar os elefantes, balança digital gigante, piscina de hidroterapia, aparelhos portáteis de raios X, instrumentos para tratar dos pés dos elefantes e câmeras de infravermelho para os veterinários monitorarem os elefantes durante à noite.

No local, esses animais recebem alimentação adequada. À base de frutas, a dieta deles é composta principalmente de banana e mamão papaia, que são os alimentos preferidos dos elefantes.

Foto: Reprodução / Wildlife SOS

Após se recuperarem, os elefantes são levados para os santuários da Wildlife SOS. No Centro de Resgate de Elefantes de Yamunanagar ou no Centro de Conservação e Cuidados com os Elefantes de Mathura, eles passam o resto de suas vidas cercados de amor, respeito e cuidados.

Além de fornecer atendimento veterinário e abrigo aos elefantes, a ONG também realiza campanhas de conscientização para que a população aprenda a proteger e respeitar esses animais, que são considerado sagrados pelo Hinduísmo.

Leopardo é resgatado após ficar preso em armadilha dentada

Foto: Wildlife SOS

Foto: Wildlife SOS

Um leopardo do sexo masculino, de três anos de idade, encontra-se em recuperação após ter sido resgatado no início desta semana no que a ONG Wildlife SOS chama de “uma das mais piores ameaças humanas à vida selvagem, a armadilha dentada”.

Dispositivos cruéis usados para capturar ou imobilizar animais, armadilhas dentadas são dispositivos de caça cruéis que causam indiscriminadamente ferimentos graves e morte a qualquer ser senciente que seja pego por elas. Conforme informações do site WAN, até mesmo crianças e animais domésticos, como cães e gatos, já foram vítimas desses equipamentos desumanas.

“Os animais capturados nessas armadilhas muitas vezes lutam por horas, em alguns casos até dias antes de sucumbirem à sede, fome, estrangulamento, lesões internas e até predação de outros animais carnívoros”, escreveu em seu site a Wildlife SOS, que participou do resgate bem sucedido do leopardo. Informando ainda que o leopardo, neste caso, foi encontrado preso em uma armadilha dentada de aço, colocada por caçadores em Jeur Haibati Village, localizado no distrito de Ahmendnagar, em Maharashtra, na Índia.

Foto: Wildlife SOS

Foto: Wildlife SOS

Depois de receber um pedido de ajuda do Departamento Florestal de Maharashtra, que busca conscientizar e educar a população sobre a ilegalidade de tais delitos e para com a caça, eles enviaram uma equipe de quatro membros equipados com redes de proteção, equipamentos de contenção e caixa de resgate.

O membro dianteiro esquerdo do leopardo ficou preso na armadilha dentada na tentativa de se libertar da dolorosa mandíbula de aço presa em perna, o leopardo começou a se descontrolar entre pulos e gritos que foram ouvidos no campo agrícola vizinho, conforme informações da Wildlife SOS divulgadas em seu site, o que atraiu uma multidão de espectadores que se juntou em torno da área, aumentando ainda mais o desespero do animal.

Depois que oficiais do Departamento Florestal e a equipe do Centro de Resgate de Leopardos Manikdoh Rescue Center executaram medidas de segurança pública isolando a área, o veterinário da Wildlife SOS, Dr. Ajay Deshmukh, conseguiu imobilizar cuidadosamente o enorme felino, aplicando uma injeção sedativa a uma distância segura.

A organização explicou que a rápida remoção da armadilha dentada foi essencial para evitar mais danos ao membro dianteiro do animal. A ferida foi desinfetada e a equipe administrou tratamento tópico ao local juntamente com analgésicos e medicação anti-inflamatória.

Desta vez o felino, que será solto na natureza quando estiver devidamente curado, não sofreu danos internos, e o ferimento em seu membro dianteiro foi considerada pequeno.

A prática cruel e desumana do uso de armadilhas deve ser erradicada antes que mais animais inocentes, ou pessoas, terminem feridos ou mortos.

Índia impõe proibições para desfiles de elefantes em rituais

Foto: Pixabay

A ordem emitida pelo chefe dos guardas da fauna silvestre, que proíbe desfilar de elefantes das 10h às 16h, em razão do calor excessivo do verão, não agradou as administrações do templo de Kerala e os organizadores do festival no estado.

De acordo com o pedido, os comitês de monitoria distritais devem garantir que nenhum elefante seja exibido sob o céu aberto ou transportado em veículos abertos durante o período acima mencionado.

“A temporada de festivais está em pleno andamento e a maioria deles é realizada durante o dia. Como os elefantes não serão capazes de aguentar o calor do verão, ele se tornará violento e enlouquecerá”,disse o secretário da Força-Tarefa do Patrimônio Animal, VK Venkitachalam.

Na procissão de Aratu no templo Sabarimala em 21 de março, um elefante levará o ídolo Sreebali de Lorde Ayyappa para Pampa de manhã e voltará à tarde. Os ativistas já se aproximaram do Coletor do Distrito de Pathanamthitta, exigindo que parem de usar o elefante para o ritual.

“É impossível evitar rituais. A reunião do conselho na quinta-feira discutirá a questão e nos aproximaremos do Departamento Florestal buscando relaxamento”, disse KP Sankar Das, membro do Conselho de Travancore Devaswom, à Express.

“Como o templo Sabarimala está localizado na floresta, pode haver relaxamento na ordem. Não temos objeções em desfilar o elefante se eles fornecerem um abrigo. Vamos discutir a questão e encontrar uma solução”, disse o Conservador de Florestas, MS Jayaraman.

Em grandes festivais em Kerala como Thirunakkara Pakal Pooram, em Kottayam, Kollam Pooram e Thrissur Pooram, cerca de 50 elefantes são exibidos anualmente.

Estressados e forçados a se apresentarem para multidões, seis elefantes mataram cinco mahouts e dois idosos durante os festivais deste ano. Em Kerala, três elefantes morreram em festivais durante os dois primeiros meses de 2019. As informações são do New Indian Express.

“Já é hora de a ordem ser implementada para salvar a vida de elefantes, devotos e público em geral em locais festivos“, disse ele.

“Isso ajudará a evitar incidentes de elefantes durante os festivais”, disse o secretário-geral da federação, P Sasikumar.

Dois leopardos são resgatados após cair em poço na Índia

Leopardos assustados dentro do poço após a queda, sem brigas | Foto: Newsflare

Leopardos assustados dentro do poço após a queda, sem brigas | Foto: Newsflare

Dois leopardos foram resgatados após terem caído em poço de mais de 15 metros após uma disputa por território.

Os grandes felinos machos foram vistos se degladiando perto de canaviais em Bhatkalwadi, Maharashtra, na Índia, na manhã de sexta-feira.

Mas durante a briga, eles acabaram caindo dentro do poço e foram ouvidos rosnando desperadamente por moradores da região.

A equipe da Wildlife SOS responsável pelo Manikdoh Leopard Rescue Center em Junnar (Centro de Resgate de Leopardos em Junnar) foi chamada imediatamente, temia-se que os animais se afogassem pois no poço a água batia na cintura de um homem.

A equipe dirigiu 50 milhas (cerca de 80 km) para chegar à aldeia remota.

Os dois leopardos, supostamente com sete ou oito anos de idade, pararam de lutar após a queda e subiram juntos em uma depressão num ponto mais alto dentro do poço para evitar o afogamento.

Quando a equipe de conservacionistas chegou, uma multidão de cerca de 25 pessoas se reuniu para assistir ao desdobramento do resgate.

Nas imagens podemos ver um dos leopardos olhando desesperadamente para a água enquanto o outro olha para o cima, como se esperasse pela ajuda de alguém.

A equipe baixou uma enorme caixa de madeira pelo poço em direção aos animais enquanto a multidão gritava palavras de encorajamento para os leopardos entrarem nela.

A caixa usada na operação foi presa por cinco cordas compridas e precisou da ajuda de vários homens para ser içada.

Um dos felinos se mostrou ansioso para entrar no equipamento, engatinhando pra dentro do elevador improvisado enquanto a porta por trás dele foi lentamento baixada após sua entrada.

Eles foram erguidos em segurança um de cada vez durante a operação que durou três horas, ao final da operação de subida do primeiro leopardo, aplausos entusiasmados dos habitantes locais celebraram o sucesso do resgate.

Cerca de 20 moradores da região acompanharam o resgate | Foto: Newsflare

Cerca de 20 moradores da região acompanharam o resgate | Foto: Newsflare

O vídeo então corta para uma uma câmera que parece estar no topo da caixa.

O outro leopardos é visto levantando nervosamente as patas dianteiras da água para a caixa, parando antes para dar uma última olhada ao redor do poço.

Mas o felino cuidadoso parece inseguro, empurra a base da gaiola improvisada e nada para a esquerda saindo de vista por um momento.

No entanto, o leopardo reconsidera e pode ser visto retornando a entrada da caixa rapidamente e entrando no equipamento.

O equipamento improvisado para o resgate foi erguido por 5 cordas | Foto: Newsflare

O equipamento improvisado para o resgate foi erguido por 5 cordas | Foto: Newsflare

Ele é então içado da água para fora do poço em segurança.

Os dois animais foram levados para o Manikdoh Leopard Rescue Centre para observação e tratamento.

Dr Ajay Deshmukh, veterinário do Manikdoh Leopard Rescue Center, disse que os felinos apresentavam ferimentos da briga anterior, mas não tiveram danos internos.

“Eles estão exaustos e em choque severo por causa da queda e do susto, os leopardos serão mantidos sob observação por alguns dias até que estejam aptos a serem libertados”, concluiu ele.

Dálmata morre para salvar seu tutor do ataque de uma cobra

A fidelidade dos cães a seus tutores é algo extraordinário e ensina o verdadeiro significado de amor incondicional. Eles dão a vida se preciso para proteger quem está ao seu lado e, muitas vezes, defendem pessoas desconhecidas, apenas por sentirem que elas precisam de ajuda.

O valente dálmata é um exemplo disso – ele morreu para salvar sua família. “Tyson” matou a cobra, mas imediatamente adoeceu.

Ameen examinou seu cão em busca de picadas de cobra e encontrou sangue no lado esquerdo do rosto do animal. Ao ligar para a linha de apoio da cobra e enviar um vídeo do réptil para o especialista Subhendu Mallik, ele descobriu que se travava de uma cobra indiana e que Tyson precisava ser levado imediatamente ao veterinário.

Infelizmente, Ameen não conseguiu contato com nenhum veterinário já que o ataque que aconteceu às 2 da manhã da última segunda-feira (4) e Tyson morreu em meia hora.

“Encontramos Tyson brigando com a cobra a apenas um metro de distância de nossa porta. A cobra morreu, mas mordeu nosso amado cão”.

“Tentamos ligar para os médicos veterinários para conseguir uma dose de antiveneno para Tyson, mas nenhum deles atendeu a essa hora. Ele salvou nossas vidas, mas infelizmente não conseguimos salvar a dele”, disse Ameen.

Ele acrescentou: “O tipo de lealdade demonstrado por ele e seu sacrifício não pode ser esquecido por nossa família. É desanimador que haja tantos hospitais para atender humanos 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas quando um animal é ferido, não há hospitais de emergência”.

Bebê elefante cai em um poço e é resgatado por aldeões

Um adorável filhote de elefante foi resgatado por aldeões indianos depois de ficar preso em um poço, na aldeia de Bangurasingh, na última terça-feira (19).

Moradores disseram ter visto um rebanho de 50 elefantes nas proximidades dias antes do acidente e acreditam que, acidentalmente, o bebê foi separado do grupo e caiu no buraco.

O vídeo mostra o desespero do animal e seus gritos angustiados por não conseguiu sair do poço. Ele tentava subir na parede mas o buraco era profundo demais para o jovem elefante.

Os aldeões ficaram em volta do poço tentavam descobrir a melhor forma de resgatar o pobre animal e decidiram alertaram as autoridades florestais que conseguiram salvar o elefante.

Demorou algum tempo para o bebê recuperar o fôlego e se acalmar mas em seguida o pequeno elefante correu para se juntar ao seu rebanho.

 

 

 

Elefante faminto vai até a casa de família indiana para se alimentar



Elefantes são animais muito inteligentes, sua capacidade de memorização e vida em sociedade são notáveis. Além de sua enorme capacidade de criar laços, eles possuem cérebros altamente desenvolvidos e sua capacidade de aprendizagem os colocam entre os animais não-humanos com as melhores habilidades cognitivas na natureza.

As imagens acima mostram o momento surpreendente em que um elefante aparece em frente a porta da casa de uma família na Índia para tomar seu café da manhã

O vídeo foi feito em Piravam, Kerala e flagra o elefante brincalhão no momento em que ele aparece em frente a porta da casa.

O animal então estica sua tromba pra dentro da casa até alcançar uma garotinha que está segurando uma banana.

A avó da garota então se junta a alimentação do elefante, passando a segurar uma fruta de cada vez para que o animal faminto possa comer todas elas com mais facilidade.

Quando a refeição acaba, o elefante feliz ainda dá uma última farejada ao redor das duas para ver se não há mais nada disponível pra comer.

Mas a avó lhe diz: “Acabou! Chega de bananas. Agora você pode ir e voltar pra comer mais amanhã”.

O animal então se afasta da porta e vai indo embora pelo quintal da casa lentamente enquanto a família se despede dele.

O elefante enfia sua tromba pela porta e come da mão da garotinha | Foto: News Lions

O elefante enfia sua tromba pela porta e come da mão da garotinha | Foto: News Lions

O elefante simpático e dócil visita regularmente as famílias no subúrbio, dizem os relatos.

Infelizmente os elefantes estão à beira da extinção. Segundo a fundação The Elephant Project, atualmente na África 100 elefantes são mortos todos os dias. Esse número aumenta anualmente. Em 2015 o número de elefantes mortos foi maior do que os nascidos, este foi o primeiro em que isso aconteceu. Se esse ritmo de mortes continuar, os elefantes africanos estarão extintos ainda durante nosso período de vida.

Se por um lado, na África apenas elefantes com presas de marfim são mortos, Na Ásia os elefantes são um alvo também por sua pele, o que significa que eles podem enfrentar a extinção mais cedo ainda do que os elefantes africanos.

Além disso, na Ásia, muitos elefantes enfrentam uma vida cruel e contrária a sua natureza ao serem mantidos em cativeiro por uma variedade de propósitos: exploração madeireira, turismo, atividades culturais e religiosas e transporte.

o ator fantasiado segurando o pequeno leitão pela perna

Homem mata porco e come sua perna em uma performance teatral na Índia

Um ator matou um porco ao vivo no palco e comeu parte de sua coxa durante uma peça folclórica na Índia. O homem, que fazia o papel de um “demônio”, pegou o jovem leitão branco, matou-o e deu mordidas nas suas patas traseiras.

o ator fantasiado segurando o pequeno leitão pela perna

Foto: Daily Mail

No início da cena no distrito de Ganjam, em Odisha, o ator arrastou o animal ainda vivo ao redor do palco usando uma corda amarrada nas patas traseiras. Ele então segurou nas costas do porco e cortou o animal para mostrar o sangue jorrando de seu corpo.

Vestindo um traje tradicional de jatra completo com uma máscara colorida, caneleiras e braceletes, bem como dentes pintados em sua barriga nua, o ator então levantou o porco para comê-lo.

Depois de roer a carcaça de porco cru, o homem virou-se para a multidão e marchou ao redor do palco enquanto a música tradicional tocava ao fundo. Ele então voltou a dar mais duas mordidas, afundando seus dentes no animal que pendia de uma corda.

O ato foi realizado na frente de uma grande multidão, que registrou a cena em seus telefones. A apresentação bizarra foi filmada durante uma performance de jatra, que é um teatro folclórico tradicional popular em muitos estados da Índia.

Artistas folclóricos que se apresentam no palco encontram diversas maneiras de incrementar seus shows, mas não chegam ao ponto de realizar tamanha crueldade contra um animal.

No entanto, os ativistas pelos direitos dos animais em Odisha encerraram o ritual e estão tentando rastrear o criminoso.

Subhendu Mallik, secretário-geral da Snake Helpline, Bhubaneswar, disse que “os oficiais devem prender este homem e os organizadores da exposição por violar as leis de bem-estar animal. Eles também devem se certificar de que tais eventos sejam fortemente desencorajados.”

Os jatras – que se originaram em Bengala Ocidental – são geralmente peças épicas de quatro horas de duração, precedidas por um concerto musical com duração de uma hora, usado para atrair o público.

As peças são geralmente realizadas ao ar livre em grandes palcos cercados por todos os lados por membros da platéia, com uma passarela saindo do palco.

Os Jatras normalmente apresentam performances de alta energia, música alta, iluminação forte, adereços extravagantes e trajes elaborados.

Enquanto a Jatra é uma forma de arte em declínio, em 2005, estimava-se que seria uma indústria de 21 milhões de dólares por ano, com 55 trupes baseados apenas no antigo distrito de Jatra, em Calcutá.

Elefanta morre aos 88 anos em um cativeiro

A elefanta Dakshayani, de 88 anos.

Também conhecida como “Gaja Muthassi” (avó de elefante), a podre elefanta passou toda sua vida sendo explorada em um templo de Kerala, no sul da Índia. Segundo o Daily Mail, seu último suspiro foi dado na última terça-feira(5).

“Às 3 da tarde, um arrepio repentino passou através de sua grande estrutura começando da região da cabeça. Depois de alguns minutos, ela dobrou seus membros anteriores e se deitou. E foi isso”, disse T. Rajeev à AFP.

Existe um triste ranking que registra elefantes em cativeiros. O mais velho deles, reconhecido pelo Guinness World Records tinha 86 anos – Lin Wang, outro elefante asiático que morreu em 2003 em um zoológico de Taiwan.

Lamentavelmente, estes animais são explorados ou caçados em todo o mundo mas, na Índia, culturalmente eles são usados também em festividades, rituais e procissões.

Recentemente, em um festival de um templo no distrito de Palakkad, o elefante Ithithanam Vishnu Narayanan foi exibido durantes comemorações gravemente ferido em suas patas, o que viola as diretrizes para desfilar com os animais. Ainda assim, um mahouts (um cavaleiro, treinador ou guardião de elefantes)  subiu no animal.

Ithithanam Vishnu Narayanan. Foto: Reprodução | New Indian Express

Conservacionistas da vida selvagem, como PS Easa criticaram a prática de manter elefantes em cativeiro e explorá-los independentemente de suas condições.