Chef de cozinha acena com patos mortos para ativistas veganos durante protesto

Foto: DxE

Clément Leroy, chef do restaurante, interrompeu o protesto sacudindo os animais enquanto os ativistas gritavam: “Não é comida, é violência.” Os membros da DxE protestavam contra o uso do foie gras no restaurante The Square, em Mayfair.

De acordo com um dos ativistas, o chef “parecia estar orgulhoso da crueldade envolvida.”

“Ele estava acenando cadáveres em volta da área de preparação de alimentos”, acrescentou.

“Tenho certeza de que os oficiais locais de segurança alimentar estarão interessados ​​em suas ações.”

“O DxE é uma organização mundial de defesa dos direitos dos animais que promove protestos pacíficos para despertar a sociedade para a crueldade e o sofrimento envolvidos na produção de carne, laticínios, peixes e ovos“, disse um comunicado do DxE.

“Nosso objetivo é despertar a compaixão das pessoas a fim de criar um mundo vegano.”

Anti-vegano

Sv3rige, que está preparando uma ‘turnê’ anti-vegana pela Europa, comeu a cabeça de um porco cru, no evento anual VegFest de Brighton, no Reino Unido. O patético youtuber realizou a mesma manifestação macabra no ano passado em um festival de comida vegana em Amsterdã.

“O cara que come porcos mortos crus apareceu no VegFest. Para comer seu porco morto cru na frente de todos nós … O que é meio triste!”  Vir a um evento vegano para comer uma cabeça de porco crua como se fosse uma conquista? “, twittou Veggie Vince, um influente vegano.

Ativistas da  Direct Action Everywhere, ficaram em volta do homem, segurando cartazes dizendo “carne é assassinato” e “Não é comida, é violência”.

“Eles começaram a perturbar as crianças e os membros do público, e com isso em mente, a polícia chegou, deu-lhes um aviso e mandou-os embora”, contou o gerente da Vegfest UK, Tim Barford. As informações são do Plant Based News.

“O interessante foi que tínhamos membros do público que comiam carne dizendo que esse espetáculo revoltante os encorajara a desistir de comê-la. Parece que o protesto anti-vegano realmente encorajou as pessoas a se tornarem veganas.”

Pesquisa aponta que 36% dos londrinos estão trocando carne por vegetais

Livekindly/Reprodução

Livekindly/Reprodução

A revista Time Out London publicou uma pesquisa recente que aponta que 36% dos londrinos estão reduzindo seu consumo de carne

“Uma loja vegana de salgadinhos e batatas fritas, um pub totalmente vegano e uma loja de frango frito vegana são apenas alguns exemplos da tendência que vem tomando conta de Londres nos últimos anos – e parece que a demanda está realmente crescendo”, observa a Time Out.

De acordo com o Índice Time Out deste ano, “mais de um terço dos londrinos estão ingerindo uma alimentação mais rica em vegetais. A pesquisa mostra que 5% dos londrinos são veganos, 11% são vegetarianos e 20% estão reduzindo a carne. Isso dá um total de 36% se somados todos que mudaram ou estão migrando para um consumo menor de produtos de origem animal ”.

Veganismo por idade

De acordo com o estudo, os londrinos mais jovens, com idades entre 18 e 27 anos, tem quase o dobro de probabilidade de serem vegetarianos e três vezes mais de serem veganos, em comparação aos idosos com mais de 58 anos.

A tendência reflete a mudança que vem sendo acusada em dados coletados no mundo todo, mostrando que as gerações mais jovens estão diversificando suas opções de proteína e produtos lácteos, especificamente optando por incluir carne vegana, leite e produtos derivados de ovos. Eles tem reduzido ativamente o consumo de produtos de origem animal, principalmente em função de preocupação com o meio ambiente, saúde e maior conscientização sobre o tratamento antiético que sofrem os animais.

Reino Unido vegano

Tesco/Reprodução

Tesco/Reprodução

Londres, em particular, tem dado provas de ser um epicentro vegano. As principais redes de supermercados do país – Tesco, Sainsbury’s e Waitrose – têm ofertas veganas variadas, incluindo produtos de marca própria, assim como uma ampla oferta das principais marcas veganas.

Os restaurantes no Reino Unido continuam aumentando suas ofertas de opções veganas também. O McDonald’s recentemente adicionou Happy Meals e sanduíches veganos aos cardápios do Reino Unido. E depois do sucesso de um teste durante Veganuary – campanha com duração de um mês que encoraja as pessoas a se tornarem veganas que acontece em janeiro – a Pizza Hut tornou a pizza vegana de jaca um item permanente do cardápio em todos os restaurantes do Reino Unido. O teste foi tão bem-sucedido que a rede também expandiu suas ofertas veganas, incluindo um cardápio de três pratos que, além das opções de pizza vegana, apresenta pãezinhos do tipo ‘Jack’ N ‘Rolls recheados com chili doce, jaca grelhada e queijo vegano e até uma opção de sobremesa vegana: Bolinhos de canela, cobertos com gotas de açúcar congelado.

A rede de restaurantes, Wetherspoons, que atende um público “estilo família” em sua cadeia de lojas, também aumentou as opções veganas, adicionando até mesmo cervejas veganas ao seu cardápio para a próxima Ale and Beer Fest (Festival de Cervejas) no Reino Unido.

Gordon Ramsay lança café da manhã vegano com ovos de tofu


Gordon Ramsay está oferecendo um café da manhã completamente vegano em seu restaurante Bread Street Kitchen, em Londres. O prato que traz ovos de tofu, cogumelos, espinafre, abacate e tomate foi apresentado no Twitter.

“Quem sabia que os ovos de tofu eram tão saborosos? Café da manhã vegano agora na Bread Street Kitchen”, escreveu ele.

A receita dos ovos de tofu também foi compartilhada em site de Gordon Ramsay.

Menu vegano

Este é o segundo grande prato vegano que Ramsay recentemente adicionou ao seu cardápio. No início deste mês, ele anunciou a chegada de seu assado vegano.

De acordo com o Plant Based News, o chefe reconheceu a crescente demanda por alimentos veganos e compartilhou um post no site de seu restaurante dizendo: “No ano passado, o Reino Unido ultrapassou a líder, a Alemanha, na quantidade de novos produtos veganos que foram lançados”.

“As dietas baseadas em vegetais são tendências e leites sem laticínios são oferecidos em qualquer cafeteria que se preze.”

No passando, Ramsay chegou a criticar os veganos, mas vem mudando sua postura diante da realidade.

Atacado nas mídias sociais pelo apresentador Piers Morgan após lançar seu assado vegano, ele respondeu: “Pare de odiar os veganos.” Recentemente, ele também recomendou que os chefes se adaptassem ao veganismo.

Opções no Brasil

Infelizmente, ainda não é em toda esquina que encontramos um café ou um restaurante vegano. Mas em Curitiba, isso não é problema.

O número de estabelecimentos veganos tem crescido rapidamente e se espalham pela cidade. Não é à toa que a cidade tem sido chamada de ‘capital vegana do Brasil’. De acordo com o IBGE, 11% dos curitibanos se declararam vegetarianos.

Confira aqui uma lista de restaurantes que você precisa conhecer.

Documentário “Uma Oração pela Compaixão” estreia em Londres em maio

Documentário defende uma relação mais compassiva com os animais não humanos (Foto: Reprodução)

No dia 23 de maio, o documentário “A Prayer for Compassion” ou “Uma Oração pela Compaixão”, que defende uma relação mais compassiva com os animais não humanos, estreia no Prince Charles Cinema, na Leicester Square, em Londres.

No filme, Thomas Jackson sai em missão cruzando a América do Norte e depois partindo para Marrakesh, no Marrocos, para participar da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), onde ele faz uma pergunta que é um desdobramento de um questionamento feito séculos antes da era cristã por Sidarta Gautama (Buda):

“A compaixão pode crescer até incluirmos todos os seres? As pessoas que se identificam como religiosas ou espirituais podem adotar o chamado de incluir todos os seres humanos e não humanos no nosso círculo de respeito, carinho e amor?”

Jackson faz a mesma pergunta em várias partes do subcontinente indiano. O objetivo é questionar inclusive lideranças espirituais e religiosas se elas ou as crenças que defendem, e principalmente da maneira como defendem, não estão sendo semiplenas e antropocêntricas e especistas no que diz respeito à relação com os animais.

Nesse percurso, o documentarista se depara com diferentes perspectivas, e muitas favoráveis à sua posição de instigar a reflexão sobre a objetificação animal.

Com um caráter meditativo e filosófico, o objetivo de “Uma Oração pela Compaixão” é apresentar razões para estimular as pessoas a participarem ativamente da construção de um mundo compassivo, em que os animais não sejam simplesmente vistos como coisas, objetos e meios para um fim. O documentário deve ser disponibilizado online em breve.

ONG Surge lança sua primeira campanha de anúncios veganos em Londres

Foto: Supplied

Foto: Supplied

Chapéu: Inglaterra

Título: ONG, Surge, lança sua primeira campanha de anúncios veganos em Londres

Olho: Com imagens provocativas e frases fortes a campanha abrange a cidade toda, com cartazes em ônibus, outdoors em ruas e até um painel digital, tudo com o objetivo de levar as pessoas à refletirem sobre as mortes por trás do ato de comer carne

 

A campanha foi parcialmente patrocinada pelo restaurante vegano sem fins lucrativos Unity Diner

A organização em defesa dos direitos animais, Surge, anunciou o lançamento de sua primeira campanha publicitária vegana em Londres.

Surge Launches Poster Campaign from Plant Based News on Vimeo.

“A vida deles está em suas mãos“

A campanha, que contará com cartazes em ônibus, rodovias e um outdoor digital no leste de Londres, conta três inserções com mensagens separadas: “Por que amar um, mas comer o outro?” – “A vida deles está em suas mãos” – e “O que é mais importante, sabor ou vida?”

Perguntas que causam reflexão

O YouTuber vegano e co-fundador da Surge, Ed Winters, mais conhecido como Earthling Ed, disse: “Estamos muito felizes por ter lançado nossa primeira rodada de campanhas publicitárias em Londres”.

“Nós estamos querendo fazer isso há muito tempo, então é incrível poder levar a mensagem vegana para o público e fazer as mesmas perguntas instigantes que já inspiraram tantas pessoas a se tornarem veganas”.

“A campanha foi parcialmente financiada pelo Unity Diner, o estabelecimento vegano sem fins lucrativos que abrimos no final do ano passado, e por isso queremos agradecer a todos que comeram na lanchonete e contribuíram para tornar essas campanhas uma realidade, assim como todos os outros que apoiaram o nosso trabalho até agora”.

Atores pedem maquiagem vegana em produções de teatro e TV

Foto: Unsplash | Raphael Lovaski

Um número significativo de atores vegetarianos e veganos tem solicitado que a maquiagem usada para compor seus personagens sejam veganas pelo bem-estar animal.

Segundo o The Stage , o conselho do UK Equity concordou em discutir o apelo com a União de Transmissão, Entretenimento, Comunicações e Teatro (BECTU), que se dedica a apoiar freelancers e funcionários da indústria de transmissão e entretenimento.

Uma moção foi apresentada pela filial geral da Equity em Londres, no norte e no leste, que pede que os empregadores atendam às necessidades de atores vegetarianos e veganos.

“As pessoas podem ser vegetarianas ou veganas por razões culturais, religiosas, de saúde, pessoais ou éticas”, disse o movimento.

“Todos têm o direito de respeitar e considerar tanto quanto qualquer outra pessoa. Valorizamos positivamente a riqueza e a diversidade que trazem à equidade e à profissão”.

A Equity e a BECTU estão trabalhando juntas para desenvolver as habilidades dos profissionais de cabelo e maquiagem que trabalham com atores de diferentes origens, a fim de atender às necessidades daqueles com restrições. As informações são do Vegan News.

Veganismo no cinema

O produtor Jon Landau e o diretor James Cameron forneceram refeições veganas para os membros da equipe de sua próxima série de filmes Avatar. As próximas quatro sequências estão programadas para lançamento em 2020, 2021, 2024 e 2025.

Landau e Cameron – que se tornaram veganos em 2012 – decidiram excluir os produtos animais do cardápio para apoiar os temas ambientais presentes nos próximos filmes.

“Estamos oferecendo refeições veganas para nossa equipe. É tudo o que estamos servindo. Mas não estamos forçando ninguém que não queira a comer lá”, disse Landau .

“Estamos fazendo isso com base na iniciativa vegana que consideramos importante, não apenas do ponto de vista da saúde, mas do ponto de vista ambiental. Então, estamos dizendo:

“Olha, se vamos atender você, vamos nos manter fiéis aos nossos valores e estamos fazendo todo o menu baseado em vegetais”.

Ação da PETA coloca um homem adulto de fraldas em Londres

A nova campanha da PETA (People fot the Ethical Treatment of Animals) causou comoção no centro de Londres. Um ator, vestido com fraudas e agindo como criança, interagia com as pessoas que passavam pelos locais. Assim, o objetivo da ação era chamar atenção da população para o consumo leite, por humanos, depois de adulto.

O comercial foi feito em parceria com a agência Don’t Panic, que já colaborou com a PETA em outras campanhas.

“Já é hora de crescermos”

A lição que se toma ao assistir o vídeo é abandonar o consumo de leite e seus derivados. “Os humanos têm a vergonhosa diferença de ser a única espécie no planeta a consumir leite de outros animais quando adulto”, explicou a diretora Elisa Allen.

“PETA espera que esse vídeo possa promover risadas. Mas também atuar como um despertar aos adultos para que percebam que consumir as secreções de uma vaca é inapropriado”, completou.

Além disso, a instituição defende que os leites feitos de soja, coco, amêndoas e aveia são apropriados à idade, saudáveis e deliciosas opções para matar a sede humana.

 

Cadela morre após comer bolinhos de chocolate contendo adoçante

Muitas pessoas tratam seus animais domésticos como humanos, para o bem ou para o mal, e isso é perigoso. A saúde e as necessidades de cães, gatos e de outras espécies são bem diferentes das nossas, inclusive na forma como reagem a determinados alimentos e medicamentos.

Um triste exemplo disso é o caso da cadela Rubi, que morreu oito dias depois de comer dois brownies de chocolate adoçados com Xilitol. Sua tutora, Chacksfield, de Acton, no oeste de Londres, disse que usou a substância para diminuir o açúcar nos bolinhos.

Três dias após a ingestão, Rubi ficou gravemente doente e foi levada ao veterinário, onde foi diagnosticada com insuficiência hepática e internada imediatamente.

Apesar dos esforços de Chacksfield, que ter gastou 10 mil libras com o tratamento, e dos veterinários, Rubi faleceu aos sete anos de idade por insuficiência hepática e um suposto derrame cerebral.

Somente após a morte da cadela, a tutora percebeu que o adoçante a deixara doente – depois que os veterinários apontaram que ela é tóxica para os cães.

Agora, Chacksfield quer alertar outros tutores de cães sobre as consequências mortais dos adoçantes naturais.

“Eu só fiz brownies com xilitol para reduzir a quantidade de açúcar que eu estava comendo”.

“Enquanto eu estava fora, Ruby conseguiu entrar no cômodo ao lado da cozinha e comeu dois bolinhos”.

“Ela parecia bem no começo e só alguns dias depois ela começou a ficar doente e eu a levei ao veterinário. Eu não fazia ideia de quão sério era para os cães os adoçantes naturais. As fotos dela na internação ainda me fazem chorar”.

“Ela estava conosco desde quando era filhote e eu estou completamente perdida sem ela”. As informações são do Daily Mail.

Chacksfield afirma que Ruby já havia comido tinha brownies de chocolate no passado e que os veterinários lhe disseram que pequenas quantidades de chocolate não seriam muito prejudiciais para cães do tamanho dela, por isso, não imaginou que ela pudesse adoecer desta vez.

“Ruby começou a ficar muito doente, então eu a levei ao veterinário. Ela voltou para casa pois parecia estar bem. Logo depois ela entrou em colapso e nós a levamos de volta. Foi então que eles começaram a tratá-la por veneno de rato devido aos sintomas”.

“Pensamos que ela poderia ter comido algum por engano no parque ou algo assim – nunca me passou pela cabeça mencionar os brownies”.

“Eu realmente peço a outros tutores de cães que leiam sobre os perigos do xilitol em cães e que levem seus animais com urgência ao veterinário, se eles o consumirem acidentalmente”.

“Fizemos tudo que podíamos para salvar Ruby – ela era muito amada e todos sentimos muito sua falta”.

Conheça alguns medicamentos e alimentos humanos que são perigosos para os cães:

Paracetamol

O paracetamol pertence ao grupo farmacológico dos AINE’s (anti-inflamatórios não esteroides). Alguns fontes referem que nenhum AINE pode ser administrado aos cães, no entanto, este grupo engloba inúmeros princípios ativos e é possível que algum deles seja adequado para tratar alguma condição canina, sempre sob prescrição veterinária.

Em contrapartida, se existir um anti-inflamatório com estas caraterísticas que sob nenhuma circunstância possa ser administrado a um cachorro é o paracetamol, potencialmente perigoso pelo dano que pode causar no fígado.

Administrando paracetamol a um cachorro pode-se prejudicar gravemente o seu fígado, pode ocorrer uma falha hepática que leve à morte e também é possível a destruição de grande parte dos glóbulos vermelhos.

Ibuprofeno

Trata-se de um princípio ativo que também pertence ao grupo dos AINE’s, é mais anti-inflamatório que o paracetamol mas possui uma capacidade menor para diminuir a febre.

Ele é tóxico para os cães em doses que superem as 5 miligramas por quilo de peso corporal, isto significa que um comprimido de ibuprofeno para adultos (600 miligramas) seria mortal para um cão pequeno.

A intoxicação com ibuprofeno manifesta-se através de vômitos, diarreia, perda de apetite, falha renal, falha hepática e inclusive morte.

Benzodiazepinas

As benzodiazepinas formam por si só um grupo farmacológico onde podemos distinguir princípios ativos como o alprazolam, diazepam ou clorazepato dipotássico. Tratam-se de remédios que em humanos são utilizadas como fortes sedativos do sistema nervoso central, sendo prescritos no caso de ansiedade, nervosismo ou insônia, entre outras condições.

Algumas benzodiacepinas, por exemplo, o diazepam são utilizadas no tratamento da epilepsia ou ansiedade, no entanto, apenas um médico veterinário pode prescrever o uso deste fármaco.

As benzodiazepinas provocam nervosismo e ataques de pânico nos cachorros, além de ser muito perigosas para a sua saúde hepática.

Antidepressivos

Existem muitos tipos de antidepressivos embora os mais conhecidos sejam os Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS), um grupo dentro do qual podemos distinguir princípios ativos como a fluoxetina ou a paroxetina.

Não afetam apenas diretamente a saúde renal e hepática do cachorro, como também podem transtornar o adequado funcionamento do seu sistema nervoso.

As informações são do Perito Animal.

Alimentos:

Cebolas

A família da cebola, seja seca, crua ou cozida, é particularmente tóxica para os cães e pode causar irritação gastrointestinal e danos às células vermelhas do sangue. Sinais de doença nem sempre são imediatos e podem ocorrer até alguns dias depois.

Chocolate

Por mais atraente que seja o chocolate é para humanos e cães, o chocolate é um alimento venenoso para os cães.

O chocolate contém um estimulante chamado teobromina (o chocolate amargo tem o maior conteúdo), que é tóxico para os cães e pode causar insuficiência renal.

Macadâmia

As nozes de macadâmia contêm uma toxina que pode afetar os músculos e o sistema nervoso do seu cão, resultando em fraqueza, membros inchados e ofegantes.

Milho doce

Espiga de milho poderia ser fatal se comido pelo seu cão. Embora o milho seja digerido pelos cães, a espiga pode causar um bloqueio no intestino do seu cão.

Abacates

Abacates são outro alimento venenoso para cães. Abacate plantas contêm uma substância chamada Persin, que está em suas folhas, frutos e sementes e pode causar vômitos e diarréia em cães.

Adoçante

Se seu cão digerir alimentos açucarados e adoçantes à base de xilitol, pode entrar em hipoglicemia, que está ligada à insuficiência hepática e a problemas de coagulação do sangue.

Álcool

O álcool tem um enorme impacto nos cães, mesmo em pequenas doses. A bebida não só causa intoxicação como nos seres humanos, mas pode levar a doenças, diarréia e até mesmo danos ao sistema nervoso central.

 

Uvas

Passas são em muitos dos alimentos que nós gostamos de comer, como bolos, biscoitos e cereais, por isso não é apenas a forma de fruta que devemos nos preocupar.

O ingrediente ativo que causa a toxina é desconhecido, no entanto, tanto uvas como passas podem causar danos graves ao fígado e insuficiência renal.

 

 

Mulheres veganas afirmam que são desprezadas por garçons

Stef Bottinelli falou sobre suas experiências após a adoção de um estilo vegano e as dificuldades que enfrenta no dia a dia.

O veganismo é um estilo de vida baseado na compaixão e na luta contra a exploração e abuso de animais e do planeta que ainda é pouco compreendido e respeitado.

Uma pesquisa realizada no ano passado pelo aplicativo “Lifesum”, informou que 81% dos veganos já sofreram algum tipo de preconceito. Normalmente as reações vieram de familiares, amigos, restaurantes ou mercados.

Recentemente, veganos britânicos alegaram que foram ridicularizados e esnobados por garçons.

Três mulheres falaram ao Daily Mail sobre suas experiências após adotarem o veganismo e disseram ter encontrado problemas ao jantar fora de casa – de leite no café a salada contendo ovos.

O novo estudo revela que mais da metade dos veganos (61%) já enfrentaram dificuldades e foram desprezados pelos garçons enquanto comiam em restaurantes. Outros 41% afirmaram que os garçons lhes serviram acidentalmente alimentos excluídos de sua dieta e um terço (35%) disse que precisam se esforçar muito para encontrar os alimentos certos quando comem fora.

Os relatos vão de encontro ao título da Grã-Bretanha como “a capital mundial do veganismo” decorrente de  um número cada vez maior de britânicos que adotaram o estilo de vida por razões que vão desde a crueldade contra os animais até a proteção do meio ambiente.

A recente pesquisa foi conduzida pelo aplicativo “Spoon Guru”, que ajuda o usuário a encontrar o alimento certo usando a tecnologia da IA ​​e o conhecimento especializado de nutricionistas para fornecer sugestões de refeições e receitas personalizadas.

As descobertas mostram que, apesar do veganismo ser um movimento crescente, os adeptos em todo o Reino Unido ainda estão lutando para encontrar os alimentos.

“Seja devido a uma alergia, intolerância ou simplesmente pela escolha do estilo de vida, há um aumento no número de britânicos adotando alguma forma de dieta vegana”, disse Markus Stripf, co-fundador e CEO da Spoon Guru.

“Pessoas com necessidades alimentares não são mais a minoria, então não há melhor momento para conversas e educação sobre como tornar a descoberta de alimentos mais inclusiva”. As informações são do Daily Mail.

Os relatos

Leah Jennings, 36 anos, professora do leste de Londres:  “Há três meses, fui a um grande restaurante com quatro amigos e, ao solicitar uma opção vegana, eles me informaram que tinha acabado. Perguntei se poderiam providenciar algo simples pra mim. O garçom deu uma risadinha e respondeu: ‘Posso trazer um pouco de espinafre, se quiser’. O tom de voz e toda a situação foram muito desconfortáveis”.

Leah Jennings

“Eu agora pesquiso antes de sair para evitar situações como esta. Em outra ocasião, quando pedi uma salada vegana do menu, trouxeram a comida errada – uma salada com anchovas e ovos. Quando eu disse que aquele não era o meu pedido, o garçom disse: ‘Isso é vegetariano, exatamente o que você pediu”! Eu então comecei em uma longa conversa explicando a diferença”

Stef Bottinelli, 44, editora da revista Digital Ethica, Londres: “Desde que comecei minha jornada como vegana tem sido um desafio comer fora ou em grandes grupos, por exemplo: há um certo tempo, fui com amigos para um restaurante vegetariano que tinha algumas opções veganas. Infelizmente, o que eu pedi era intragável e quando falei isso a meus amigos, eles pareciam dizer que eu deveria ser apenas grata por haver algo vegano no menu. Eu senti que pareciam pensar que eu estava apenas querendo aparecer”.

“Em outra ocasião, saí para jantar com meu parceiro nos arredores de Londres antes do Natal. Nós reservamos um pub com antecedência e fomos informados que haviam boas opções de comida vegana, mas quando chegamos tudo o que vimos no cardápio era caril vegetariano, que na verdade não é vegano, então eu pedi algumas azeitonas, e esse foi o meu jantar”.

Stef Bottinelli

“No outono passado, fui à França em uma viagem de barco e preparei alguns ingredientes veganos básicos, como salsichas de tofu antes de sair de Londres, pois sabia que seria complicado encontrar esses produtos lá”.

“Fiz o mesmo quando fui até Dorset para passar um fim de semana, pois não havia supermercados perto de onde eu estaria hospedada. Eu encontrei algumas opções veganas nos restaurantes que visitei, mas com certeza eu comi bastante macarrão, risoto e o assado de noz onipresente”!

Shalini Soni, de 46 anos, escriturária e mãe do Essex: “Londres supostamente é um polo gastronômico mundial, no entanto, não para os veganos. Eu vim da Índia anos atrás e adoro morar aqui, mas depois de ver de uma alimentação tão diversificada, eu me esforcei para encontrar comida vegana que realmente tivesse um bom sabor.

“Infelizmente por causa da falta de escolha e conveniência, eu voltei a ser vegetariana e depois comecei a comer carne”!

Shalini Soni

“Jantar fora é o maior obstáculo. Estou chocada com a quantidade de garçons e garçonetes que não sabem o que é vegano. Eu já fui servida com ovos, queijo e até com leite no com o meu café. Mesmo quando aviso sobre isso antes”.

“O aspecto mais preocupante para mim é que eu escolhi ser vegana pelo estilo de vida, no entanto, me preocupo também com aqueles que possuem necessidades alimentares especiais e podem sofrer com os erros cometidos nos restaurantes”.

A marcha mundial pelos direitos animais está de volta em 2019

Foto: Surge

Desde sua criação, em 2016, o movimento registrou um aumento impressionante de 400% no número de participantes. A expectativa para a 2019 é grande e promete “unir a comunidade vegana globalmente”

O site da organização explica que a marcha quer também “inspirar os veganos a falarem pelos animais no dia a dia e se tornarem mais ativos em suas comunidades”.

A marcha de Londres já tem mais de 2.000 pessoas confirmadas no evento pelo Facebook, que acontecerá no dia 17 de agosto, das 12h às 16h.

Haverá também marchas realizadas em Berlim, Copenhague e Varsóvia em agosto, cobrindo mais de 25 cidades.

Pelo fim da opressão animal

De acordo com o Plant Based News, a Surge diz que aqueles que participam da marcha estão “exigindo o fim de toda opressão animal”.

“250.000 pessoas completaram recentemente o Veganuary, então com esses números, nós realmente acreditamos que a marcha será maior e melhor do que nunca”.

Foto: Surge

No ano passado, foram arrecadadas £ 2.558,90 para o Retreat Animal Rescue e para a Friend Animal Rescue, com a venda camisetas e moletons.

Ativismo mundo afora

A maior marcha pelos direitos animais no mundo foi registrada em Israel, onde de 30 mil pessoas foram às ruas para exigir justiça e compaixão por todos os animais, sejam eles explorados pela indústria de alimentos como os selvagens e domésticos.

A ANDA noticiou quando milhares de manifestantes se reuniram no centro de Tel Aviv, em Israel, em setembro de 2017, para protestar pelo fim da crueldade contra animais.

Shira Hertzanu, chefe de comunicação da ONG Anonymous for Animal Rights e organizadora do evento, explicou que se esforçou para unir grupos de proteção animal e todo o trabalho empenhado foi direcionado para reunir um número recorde de participantes.

“Esta é a maior marcha pelos direitos animais da história. Estimamos a participação de 30 mil pessoas exigindo justiça e compaixão por todos os animais, sejam eles explorados pela indústria de alimentos, como os selvagens ou domésticos. Todas as pessoas que participaram são bondosas e que não querem que os animais sofram”.