Adolescente salva burrinho bebê órfão da morte e se torna sua mãe

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

É correto afirmar que Payton Dankworth nunca pensou que um dia ela se tornaria a mãe adotiva de um burro solitário – mas também é a mais puta verdade que este é um papel que ela está abraçando com todo o seu coração.

E sua bondade já mudou uma vida.

Duas semanas atrás, Dankworth, uma estudante do ensino médio do Texas (EUA), recebeu uma ligação de um amigo que mora em uma fazenda. Enquanto saiu para um passeio, ele encontrou um burro faminto e sozinho, que evidentemente foi abandonado pela mãe.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Incapaz de cuidar do bebê órfão, o amigo de Dankworth procurou ajuda.

“Ele perguntou se eu ao menos gostaria de tentar manter o burrinho vivo”, disse Dankworth ao The Dodo. “Ele me disse que o pequeno não estava com boa saúde e que provavelmente não conseguiria sobreviver a noite toda. Sou tão apaixonada pelos animais, e não havia como deixar o bebê morrer”.

Foi assim que Dankworth conheceu Jack.

A primeira noite de Jack na casa da adolescente foi realmente preocupante. Tudo que ela fez foi abraçar e cuidar do animal abandonado.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Dankworth ficou acordada a noite toda para se aconchegar a Jack e fazer com que ele sentisse seu corpo e sua presença, lentamente ela apresentava-lhe alguma comida, aos poucos, pois ele estava há muito tempo sem se alimentar.

Logo, um elo intenso e profundo começou a se formar. Jack encontrou seu lugar. “Esta foi a primeira vez que cuidei de um burro”, disse Dankworth.

“Jack me mostrou o quanto ele dependia de mim, e ele realmente dependia”, disse Dankworth. “Ele recebe uma mamadeira a cada duas horas, e quando eu o alimento isso só me faz bem, eu me sinto feliz de verdade”.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Graças a essas mamadas regulares e muito amor e carinho, Jack começou a florescer.

Agora, apenas algumas semanas depois de ser resgatado a beira da morte, o entusiasmo de Jack pela vida é incontestável.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Por mais improvável que possa parecer a princípio, Jack é agora um membro fidedigno da família de Dankworth.

“Ele está se encaixando muito bem” Dankworth disse. “Eu levo Jack para pessear comigo e ele também sai de carro comigo. Ele é como um cachorro e me segue em todos os lugares”.

Felizmente, embora a família de Dankworth não tenha pretendido adotar um burro, eles têm muito espaço em sua propriedade para acomodá-lo por toda a vida.

Mas Dankworth não mudou só o destino de Jack, como ele está ajudando a transformar a vida dela também.

Até recentemente, Dankworth não tinha certeza sobre o campo de estudo que gostaria de seguir depois de se formar no ensino médio.

Foto: Payton Dankworth

Foto: Payton Dankworth

Agora, como resultado de sua experiência salvando a vida de um burro bebê, ela gostaria de trabalhar ajudando outros animais como profissão.

“Jack realmente me inspirou a escolher essa profissão porque eu simplesmente amo animais”, ela disse.

“Ver o quão longe ele chegou – quando no início mal tinha força suficiente para ficar em pé enquanto agora corre atrás dos meus cães – é uma das melhores coisas que eu poderia pedir. Estou muito orgulhosa dele”.

“Somos inseparáveis”, conclui orgulhosa a mamãe de primeira viagem.

Macaco adota filhote de cachorro abandonado alimentando e protegendo o bebê como se fosse seu filho

Foto: Parithitamil

Foto: Parithitamil

No início deste mês, imagens surgiram nas mídias sociais mostrando um macaco rhesus que adotou um filhote de cachorro na cidade de Rode, na Índia.

Depois de observar o macaco defender o cachorrinho de outros cães abandonados, os habitantes locais ficaram tão impressionados que passaram a alimentar os dois companheiros incomuns.

Para surpresa de todos, o macaco era tão compassiva a maternal que até deixava o cachorrinho comer primeiro.

”As pessoas que assistiam as cenas de amor entre os dois, falavam de seu forte afeto mútuo e descreviam seu vínculo como a coisa mais carinhosa do mundo – cuidar de um filhote em perigo e protegê-lo como seu próprio filho”, relata o site Zee News.

“Sua afeição imortal nos dá uma valiosa lição sobre relacionamentos”, diz o texto da publicação.

É impressionante que uma diferença de espécie não impediu que esse macaco se tornasse responsável por um filhote que, de outra forma, não teria ninguém para cuidar dele. Isso só mostra que a compaixão não tem limite, seja entre animais humanos ou não humanos se diferentes espécies.

Esse filhote da cachorro foi adotado por um macaco:

Foto: Parithitamil

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Ele o defende de tudo e de todos

Foto: Parithitamil

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O macaco até alimenta o filhote, permitindo que ele coma primeiro

Foto: Parithitamil

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Os dois se tornaram inseparáveis

Foto: Parithitamil

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O macaco cuida do filhote como se fosse seu próprio

Foto: Parithitamil

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Os moradores locais ficaram tão impressionados que começaram a deixar comida para eles

Foto: Parithitamil

Foto: Parithitamil

“Sua afeição imortal nos dá uma valiosa lição sobre relacionamentos”

Foto: Parithitamil

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Elefante bebê desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.



Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebês aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses antinaturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Elefanta pisoteia homem que apedrejava seu filhote recém-nascido

Foto: Epoch Times

Foto: Epoch Times

Sabia é a natureza, que deu aos animais formas de se defenderem das mais variadas, desde a coloração da pele, alcance das asas, instintos aguçados, garras afiadas, velocidade, mandíbulas poderosas, inteligência ímpar e tamanho avassalador.

No caso dessa mãe elefanta, a última característica foi fundamental ao agir em defesa de seu bebê contra a ameaça humana em forma de residentes de um vilarejo que tentavam atingir seu filho indefeso com pedras para afugentá-los.

Espremidos em ambientes menores e tendo seus habitats destruídos pela população humana ou para utilização em pecuária, os elefantes vão se dizimando pouco a pouco enquanto os conflitos com os humanos geralmente não terminam sem danos para a espécie como este último.

Pacíficos por natureza, esses animais só atacam se ameaçados, ou aos seus. Muito unidos, inteligentes e com enorme senso de família, os elefantes se unem quando uma ameaça coloca sua família ou seu bando em perigo. É a natureza desses animais prodigiosos e belos.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

A elefanta mostrada no vídeo nada mais fazia do que tentar proteger seu frágil recém-nascido ao pisotear um homem até a morte depois de ser atingida por pedras jogadas de forma vil e covarde, por ele e seus comparsas.

Imagens fortes e pungentes mostraram a mãe lutando para fazer o bebê elefante ficar de pé e se afastar das pessoas, mas o bebê não consegue se manter firme. O vídeo foi gravado por moradores locais em Ajnashuli, Bengala Ocidental, na Índia, informa a VN Express.

Ela é vista levantando poeira com os pés, e passando pata dianteira no chão como um sinal de aviso para que ninguém se aproximasse, a elefanta adota uma postura protetiva ficando bem em frente a seu bebê, que ela tenta afastar e proteger dos espectadores.

A mãe também usa seus pés para marcar a área protegida – um aviso claro para ficar longe, demarcando limites.

A elefanta estava tentando levar seu filho para a floresta próxima depois de dar à luz perto de um lago seco próximo ao vilarejo palco do ocorrido.

Mas o animal ficou estressado com o ajuntamento da população e atacou a multidão quando os aldeões atiraram pedras com o intuito de espantá-la, segundo os relatos locais.

Ela matou Shailen Mahato, de 27 anos, durante sua atitude defensiva

Logo após o ataque, 10 outros elefantes apareceram na área, causando pânico entre os moradores aterrorizados. Os elefantes vieram em socorro da mãe que desesperada e sem poder mover seu filho de volta à floresta gritava acuada.

Imagens mostraram os locais sendo perseguidos em uma floresta por elefantes furiosos.

A elefanta ainda está vagando pela área, pois seu bebê ainda não está forte o suficiente para se mover para a floresta.

Guardas florestais cercaram a região e proibiram a entrada do público.

Autoridades do departamento florestal disseram que estão monitorando de perto a elefanta e não poderão devolvê-la ao seu habitat natural até que ela se acalme.

As mães elefantes são consideradas uma das melhores mães do reino animal. Elas têm o mais longo período de gestação entre os mamíferos – 22 meses e são muito protetoras em relação aos seus filhotes.

Foto: Mirror.uk

Foto: Mirror.uk

“Os elefantes são intensamente sociais e protetores, e as mães e tias se esforçam para proteger e nutrir seus filhotes”, disse Jan Vertefeuille, diretor sênior de Defesa e Conservação da Vida Selvagem do World Wildlife Fund, de acordo com a Geek.com.

Os elefantes dão à luz apenas uma vez em cada três ou quatro anos, e como eles geralmente dão à luz a um bebê apenas, é um grande investimento pré-natal em um elefantinho. Eles são ótimas mães porque os bebês vivem com suas mães por toda a vida, enquanto os machos deixam o rebanho na adolescência.

“As fêmeas jovens desempenham um papel importante como ‘tias’ para ajudar a criar os membros mais jovens do rebanho, desta forma elas adquirem bastante prática para quando tiveram seus próprios filhos”, disse Vertefeuille.

Os elefantes são os maiores vegetarianos do mundo e O’Connell-Rodwell disse que eles não atacam nenhum outro animal por comida, embora a comida seja o contexto da maioria de seus conflitos com o homem.

Mãe gambá é sacrificada após ser atingida por flecha, deixando filho órfão

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Um gambá do sexo feminino foi fechada à queima-roupa por um criminoso em um “ato bárbaro” que deixou o minúsculo animal órfão e para ser criado por humanos.

O marsupial nativo da Austrália foi encontrado trespassado por uma flecha, tão comprida quanto seu corpo, em uma propriedade na cidade de Humpty Doo, na Austrália.

“Às vezes é difícil não perder a fé nos seres humanos”, disse a ONG Wildlife Rescue Darwin, no Facebook.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

“Seu bebê agora será criado manualmente no Centro de Resgate e nós reportaremos ao departamento Parks and Wildlife para que eles investiguem o caso e punam os culpados”.

Como ela não poderia ter se mexido depois de atingida e a arma (arco e flecha) é de curto alcance, esperamos que a pessoa que fez esse ato bárbaro seja encontrada”, disse Darwin.

A equipe de resgate da vida selvagem disse que o animal ainda estava vivo ao ser encontrado, mas os veterinários foram forçados a colocá-la para dormir pois a flecha perfurou seu pulmão.

Raios-X mostraram o quão prejudicial a flecha era para o animal foi como ele viajou todo o caminho através de seu corpo.

O ato cruel foi relatado ao departamento de Parques e Territórios do Norte e Unidade de Vida Selvagem para investigação.

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Foto: Wildlife Rescue Darwin

Os comentários nas publicações sobre o fato nas redes sociais demonstravam horror e repúdio ao ato cruel e chocante perpetrado contra o animal.

As pessoas que comentavam ou estavam furiosos e revoltados com a pessoa que ferira o animal ou sentiam-se tristes e consternados por sua morte desnecessária.

Muitos até sentiram empatia pelos membros do grupo de animais selvagens que tiveram que testemunhar a crueldade em primeira mão e ver o animal morrer após a necessidade da morte induzida.

O bebê gambá agora segue sem mãe, órfão e será criado pelos funcionários e especialistas do centro da vida selvagem. Mais uma entre as tantas vítimas da maldade e irresponsabilidade humana,

Filhote de preguiça chora após perder a mãe e recebe tratamento em RO

Um filhote de bicho-preguiça, de aproximadamente três meses de idade, está recebendo tratamento para voltar à vida silvestre em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, após a mãe não resistir a um grave ferimento no braço. As veterinárias voluntárias disseram que o filhote se recupera depois de passar horas chorando pela perda da mãe.

Foto: Arquivo pessoal

Era mais um dia comum no Parque Botânico do município, quando os visitantes se depararam com uma preguiça caindo de uma árvore com o filhote no colo.

Ambos foram resgatados pelo vigilante do parque, que verificou o ferimento na preguiça e comunicou a veterinária Luana Farias, que comunicou outros veterinários e foram ao local.

“Chegando lá nos deparamos com a mãe extremamente debilitada, fraca e muito desidratada. Quando trouxemos à clínica para sedá-la e avaliá-la melhor, verificamos uma lesão muito extensa no braço direito, que já tinha larvas. Toda a musculatura estava necrosada e já dava pra ver o osso, era bem crítica a situação dela”, explicou a médica.

Segundo a voluntária, as preguiças vivem em média de 30 a 40 anos, e aquela já estava em idade bem avançada. Devido todos os fatores, a mãe não resistiu ao ferimento na última terça-feira (14).

Foi então que surgiu um novo dilema, o que fazer e como cuidar do filhote órfão? Pois conforme as veterinárias, os filhotes de preguiça vivem grudados à mãe, no mínimo até os seis meses de idade, quando começam a ficar independentes.

Foto: Rede Amazônica/Reprodução

A veterinária Layane Teixeira disse que foram momentos difíceis nos quais a pequena preguiça sentiu a falta da mãe, até que ela teve a ideia de tentar substituir a figura materna e amenizar o sofrimento do filhote.

“Ela sentiu muito a falta da mãe no início, tanto que chorou bastante e a gente tentou fazer uma adaptação. Peguei um ursinho de pelúcia e coloquei junto dela, pra se agarrar e abraçar, pois na vida real o filho fica exclusivamente no colo, costas e barriga, porque a mãe o carrega para todo local”, explicou.

Com a liberação do órgão responsável, o filhote recebe o tratamento na clínica veterinária, e está em um cercado, onde possui um galho de árvore para se locomover e o urso de pelúcia, a nova mãe.

As veterinárias contam que a preguiça está na fase de amamentação e que ela precisa ser alimentada a cada duas horas. Com uma dieta na vida adulta composta basicamente por folhas, talos e brotos, o filhote também tem se alimentado com folhas e frutas.

Foto: Arquivo pessoal

“Agora a gente percebe que ela já está muito mais animada. Ela tem se alimentado bem e parou de chorar, o que é muito gratificante pra gente ver”, disse Layane Teixeira.

A preguiça deve ser tratada em cativeiro até ela ficar fora de risco, para poder ser introduzida no habitat silvestre, que deve acontecer em três ou quatro meses. Para as voluntárias, o momento da despedida será de muita dificuldade, por todo o vínculo criado com o filhote.

“No momento da despedida ficaremos um pouco tristes, porque a gente já criou um elo de preocupação, pois toda hora queremos ver como ela está. Mas também ficaremos muito felizes por termos conseguido introduzi-la novamente ao habitat dela com saúde, para ter uma boa vida no futuro”, concluiu Layane Teixeira.

Fonte: G1

Vaca grávida salta de caminhão em movimento para salvar seu filhote

A vaca Brianna se joga de caminhão em movimento | Foto: One Green Planet

A vaca Brianna se joga de caminhão em movimento | Foto: One Green Planet

Uma mãe sempre fará de tudo para proteger seu filho, mesmo que isso signifique enfrentar as piores, mais cruéis e desumanas condições imagináveis. Assim como os humanos, mães de outras espécies são levadas a fazer coisas inacreditáveis para garantir que seus filhos tenham um futuro melhor. Ou algum futuro que seja, como no caso de Brianna.

As vacas, especialmente, são mães incrivelmente carinhosas e dedicadas, que formam laços intensamente fortes com seus filhos e muitas vezes choram por dias depois de serem separadas deles.

Infelizmente, as vacas ou bois do sexo feminino são forçadas a suportar uma vida de impregnação e gravidez perpétua, uma dolorosa máquina de ordenha presas a seus peitos e a ter os bebês que amam e, muitas vezes recém nascidos, arrancados de seus cuidados e mandados para as indústrias de vitela.

Mas o amor de uma mãe é um sentimento poderoso, e a vaca Brianna provou o quão forte ele pode ser ao arriscar sua vida por seu filho.

Briana estava grávida e a caminho do matadouro. Os exploradores que desejavam a carne de seu corpo – que agora controlava sua vida – não sabiam ou não se importavam com sua condição quando a enviaram por uma longa estrada, em uma viagem onde no final, ela e seu bebê encontrariam uma morte violenta.

Não satisfeita e em uma atitude de revolta em aceitar seu destino, a vaca que pesa cerca de 100 quilos pulou do caminhão de transporte de animais no qual ela estava, no meio da rodovia Rota 80 de Nova Jersey (EUA), na última quinta-feira e saltando às cegas do veículo em movimento.

Briana sobreviveu ao ato e foi resgatada ao lado da estrada por equipes da polícia estadual da região. Ela foi então transferida para o Skylands Animal Sanctuary e Rescue, onde deu à luz ao seu filho um bezerro lindo chamado Winter, no sábado.

A história de Briana além de inspiradora nos mostra como esses animais sencientes entendem perfeitamente o mundo ao seu redor, compreendendo inclusive que são destinados a morte ao verem seus companheiros cativeiro saírem para nunca mais voltarem.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Capazes de amor, sacrifício e atitudes extremas e corajosas uns pelos outros, os animais padecem sob o jugo de uma humanidade irresponsável e cruel que acredita ignorantemente ser superior aos animais e ter o direito de usá-los como se fossem produtos descartáveis.

Apesar de milhões de bois e vacas ainda viverem uma vida de medo e dor para o prazer e o lucro humano, o vínculo entre mãe e filho tem o poder de prevalecer a tudo. Quanto a Briana e Winter, eles estão felizes, seguros e, o mais importante: juntos.

Conheça as seis mães mais dedicadas do reino animal

Foto: Nexus

Foto: Nexus

Nada se compara ao amor de uma mãe, e as mães do reino animal não são exceção. Confira as cinco melhores mães não humanas que fazem de tudo para seus filhos, desde colocar “o jantar” na mesa todas as noites até se sacrificarem por eles. Esses filhotes são presenteados com mães singulares e dedicadas que merecem os votos retumbantes de um Feliz Dia das Mães.

Mães elefantes

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

A primeira mãe da nossa lista ganha seu lugar por ter dado à luz os maiores bebês da Terra – estamos falando em média de 200 libras (cerca de 97 kg). Ainda bem que esses bebês gigantes não usam fraldas. As fêmeas dos elefantes também merecem um prêmio por terem passado por uma gravidez de 22 meses. Inicialmente, os filhotes nascem cegos, o que os força a confiar em suas trombas para navegação e descoberta, mas, felizmente, eles vivem em uma sociedade matriarcal.

Uma vez que o bebê nasce, as outras “damas” do rebanho dão uma mãozinha, incluindo avós, irmãs, tias e até primas. Essas babá em tempo integral são chamadas de “mães postiças” ou madrinhas e ajudam em todos os aspectos da criação de bebês elefantes – então, neste caso, é preciso uma manada inteira para criar um elefante.

Mães Coalas

Foto: iStockphoto

Foto: iStockphoto

Nunca aceite entrar em uma competição de comida com um coala do sexo feminino, pois ela só come uma coisa: folhas de eucalipto altamente venenosas. Sua faixa digestiva pode tolerar esse tratamento mortal, graças às suas entranhas que são naturalmente embaladas com bactérias especiais que desintoxicam as folhas.

Bebês coalas – não nascem com essas habilidades extraordinárias (para não falar na falta de orelhas, olhos e pelos), mas a mamãe coala vem em socorro do filhos e os ajuda a construir sua tolerância alimentando-os com suas próprias fezes. Pode parecer estranho e até meio repugnante no início mas é esse processo que tornará os pequenos capazes de alimentar-se sozinhos quando adultos

Uma vez que os coalas bebês nascem, eles passam cerca de seis meses dentro da bolsa da mãe, se alimentando de leite e formando as partes de seus corpinhos que ainda faltam definir-se. Mas esta é uma mãe que não perde o sono enquanto se alimenta: a coala dorme cerca de 22 horas por dia – quase 90% da vida dela se passa cochilando.

Mãe jacaré

Foto: Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

O jacaré fêmea tem que ter uma das gestações “mais verdes” levando o ozônio em consideração. Seu ninho é uma pilha de vegetação apodrecida (a pilha final de compostagem) que produz calor para que ela não tenha que se sentar em seus ovos.

Os cientistas usam termômetros especiais para monitorar o período de incubação de dois meses nesses ninhos, e o calor faz mais do que dar vida a esses bebês.

Se a temperatura é inferior a 88 graus, o bebê é uma menina, mas se for superior a 91 graus, é um menino. Uma vez que os bebês nascem, as mães zelosas os carregam em sua mandíbula para proteção, ajudando-os na água, onde passam seus primeiros anos comendo peixes, insetos, caracóis e crustáceos.

Mãe urso-polar

Jeff Foott/DCL

Foto: Jeff Foott/DCL

Ursos polares do sexo masculino são os reis de uma única noite. Esses “Casanovas” dão às parceiras o ombro frio após o acasalamento, deixando as futuras mamães sozinhas para carregar cerca de 400 libras (quase 200 kg) durante a gravidez. Isso justifica um bebê realmente pesado, mas neste caso, os desejos de fim de noite são encorajados – na verdade, se a fêmea não encontrar comida suficiente para dobrar seu peso, seu corpo vai realmente reabsorver o feto. Parece exagerado? Mas é a vida real.

Depois que ela embolsar todos os quilos necessários, o urso polar tem um dos trabalhos de parto mais fáceis ja registrados. Ela cava uma toca-maternidade (geralmente em um monte de neve), onde ela entra em um estado de hibernação, não come por dois meses e também dorme durante o nascimento do bebê.

Sem as contrações e dores do parto, que tranquilidade, a mamãe ursa dá a luz dormindo. Os recém-nascidos são cegos e desdentados, mas absolutamente e lindos, e geralmente ficam do lado de sua mãe por apenas dois anos antes de serem enviados para o mundo pra viver por conta própria – meio que condensando a infância, a pré-adolescência e a adolescência dez uma vez só.

Mãe guepardo

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Paciência é uma virtude, especialmente quando se trata de ser uma mãe guepardo. Em qualquer momento de suas vidas em que deem a luz, as fêmeas da espécie geralmente têm quatro a seis filhotes para cuidar, mas essas crianças não nascem com instintos de sobrevivência. Cabe à mãe ensiná-los a caçar suas presas e evitar outros predadores, e esse treinamento pode levar quase dois anos para que eles aprendam e passem a reliazar com sucesso as atividades.

Uma vez que os filhotes aprendem a se virar sozinhos, a mãe começa a criar uma nova família, enquanto seus descendentes deixados para trás formam um grupo de irmãos. Os garotos ficarão juntos por toda a vida, mas as fêmeas deixarão o grupo mais ou menos seis meses depois, já que esses animais tendem a ser solitários e a evitar um ao outro. Aqui não se cutuca a onça com a vara curta.

Mãe orangotango

Getty

Foto: Getty

Os altamente inteligentes orangotangos são a melhor mãe do tipo “faça você mesmo”. Ela passa quase toda a sua vida no alto das árvores, onde constrói um novo ninho todas as noites a partir de galhos e folhagens, formando mais de 30 mil casas em sua vida.

Ela também nunca abandona seus bebês, geralmente amamentando os filhos até que eles atinjam a idade de 6 ou 7 anos – essa é a maior dependência da mãe de qualquer animal na Terra.

Na maioria dos casos, os orangotangos do sexo masculinos só se aproximam para acasalar, e até mesmo os bebês machos se separam mais rapidamente de suas mães do que suas contrapartidas femininas, que muitas vezes ficam mais tempo com elas para aprender habilidades de criação de filhos.

Potrinho vai direto para a mãe após ser resgatado de buraco

Um potro caiu em um buraco de três metros de profundidade e 50 centímetros de diâmetro e foi direto para perto da mãe após ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Kamilla Póvoa/G1

O resgate aconteceu na manhã desta sexta-feira (19) às margens da BR-101, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, no Rio de Janeiro.

Segundo o tutor do animal, Elizio Gonçalves, o potro se soltou durante a manhã e foi encontrado no buraco da galeria de esgoto.

O tutor informou ainda que a partir de agora o animal irá se chamar “Brinquedo”, por conta das artimanhas dele.

Foto: Cléber Rodrigues/Inter TV

“Antes o nome era apenas ‘Menino’, mas ele deixou a mãe doida quando caiu. Eu também fiquei doido porque estava procurando e não achava ele”, disse.

O Corpo de Bombeiros realizou o resgate com uma corda e uma escada. Um dos militares precisou entrar no buraco para saber a profundidade e a situação do animal.

A ação contou com seis militares da corporação e durou aproximadamente 40 minutos.

Fonte: G1

Botos se comunicam com os demais para avisar sobre a presença de invasores

Foto: CC BY-SA 4.0Nortondefeis

Os golfinhos fluviais da Amazônia, conhecidos também como botos, conversam entre si e os cientistas descobriram que a comunicação ocorre entre os membros da família, em forma de longos assobios que avisam sobre a presença de invasores.

Os botos amazônicos são um mistério, pois os cientistas sabem muito pouco sobre esses animais reclusos e como eles se comunicam, segundo informações do Daily Mail.

Recentemente os pesquisadores descobriram que eles conversam em sua própria língua usando uma variedade de sons – de uma maneira similar a que fazem seus primos oceânicos melhor estudados, os golfinhos.

Um total de 237 tipos diferentes de sons foram identificados – sendo que os mais comuns são chamadas curtas, em duas partes, que os golfinhos bebês faziam quando se aproximavam de suas mães.

Eles também emitiam chamadas (comunicações em guichos agudos) e assobios mais longos, parecidos com os que fazem os golfinhos-nariz-de-garrafa – embora muito mais raramente.

As chamadas foram listadas em algum lugar entre os sons de baixa frequência usados pelas baleias para comunicação de longa distância e cliques de alta frequência feitos por golfinhos marinhos para curtas distâncias.

A coautora do estudo, Laura May Collado, bióloga da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, disse: “Descobrimos que eles interagem socialmente e estão produzindo mais sons do que se pensava anteriormente. Seu repertório vocal é muito diverso”.

Ao contrário dos golfinhos marinhos que usam longos assovios para promover laços sociais, os botos pareciam usá-los para alertar outros indivíduos a manter distância.

A Dra. May Collado disse: ‘É emocionante; golfinhos marinhos como o nariz-de-garrafa usam apitos e assobios para contato, e aqui temos um som diferente usado pelos golfinhos fluviais para o mesmo fim.

E os pesquisadores acreditavam que não capturaram todas as comunicações dos golfinhos, já que só fizeram 20 horas de gravação.

A Dra. May Collado acredita que o ambiente do rio pode ter moldado essas características.

“Há muitos obstáculos como florestas inundadas e vegetação rasteira em seu habitat, então esse sinal poderia ter evoluído para evitar os ecos causados pelas árvores e melhorar o alcance da comunicação das mães com seus filhotes”, conclui ela.

Os resultados foram publicados na revista PeerJ.

Risco de extinção

A União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN) informou que o boto-cor-de-rosa da Amazônia voltou a integrar a lista vermelha de espécies em risco de extinção após 10 anos fora dessa listagem, que é considerada uma das mais detalhadas do mundo sobre o estado de conservação da espécies. O boto está, agora, a dois passos de ser classificado como extinto.

Antes de voltar à lista, a situação da espécie era considerada “sem dados suficientes”. O risco atual de extinção do boto foi catalogado após estudos serem realizados pelo Laboratório de Mamíferos Aquáticos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC).

Covardemente mortos para terem seus corpos usados como isca para pesca do peixe Piracatinga, 2,5 mil botos perdem a vida anualmente no Brasil, segundo a Associação Amigos do Peixe-Boi (AMPA) – o número é similar ao a mortandade de golfinhos no Japão.

Para tentar reverter esse cenário, a associação faz alertas sobre a caça do boto-cor-de-rosa na Amazônia.