Câmara de Maringá (PR) aprova projeto que permite entrada de animais em hospitais

A Câmara Municipal de Maringá, no Paraná, aprovou na terça-feira (6), em segunda discussão, um projeto de lei que permite a entrada de animais em hospitais. Foram nove votos favoráveis e três contrários.

O projeto aprovado é um substitutivo ao original, do vereador Flávio Mantovani (PPS), e contém alterações sugeridas por vereadores e representantes de hospitais.

“Alguns aditivos foram acrescentados na lei para aprimorá-la. Há uma certa semelhança da nossa lei com a lei do município de São Paulo, onde tem dado certo a visitação de animais para pacientes internados em hospitais”, afirmou Flávio Mantovani ao portal Maringá Post.

Para que um animal entre no hospital é necessário que um médico veterinário elabore um laudo com até 48 horas de antecedência para atestar a saúde do animal. É preciso também apresentar autorização da equipe de direção do hospital e do setor de infectologia da instituição.

No caso dos hospitais particulares há também a exigência de que a autorização da entrada do animal conste em cláusula do contrato de prestação de serviços médicos.

“Estamos regulamentando e dando condições para que, desde que o médico recomende, a presença do animal contribua no tratamento daquela pessoa”, disse.


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Vereadores aprovam PL que autoriza entrada de animais em hospitais de Maringá (PR)

O Projeto de Lei n. 15.005/2019, que autoriza a entrada de animais domésticos em hospitais de Maringá (PR), foi aprovado pelos vereadores. Uma emenda à proposta, que estabelece que as visitas devem ter a anuência dos demais pacientes do quarto onde está internado o tutor do animal, também foi aprovada.

(Foto: Getty)

Segundo o autor do projeto, o vereador Flávio Mantovani, leis semelhantes já vigoram em diversas cidades brasileiras. As informações são do portal GMC Online.

“Pesquisas comprovam que a recuperação de pacientes pode ser mais rápida quando recebem visitas de familiares, amigos e de seus animais. Os animais fazem parte da família”, disse Mantovani.

O parlamentar Mário Verri, que apresentou a emenda, em parceria com os parlamentares Altamir Antônio dos Santos e Dr. Jamal, defendeu a proposta. “O que um paciente precisa? De mais alegria, e é isso que o bichinho de estimação trará para quem está internado. Alegria”, afirmou.

O projeto também foi visto com bons olhos pelo vereador Alex Chaves. “Eu também sou procurado por pessoas envolvidas com a causa animal e costumo atuar em conjunto com o vereador Mantovani. Parabenizo pelo pioneirismo em mais uma lei que beneficiará os animais e também seus tutores”, concluiu.


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Morador faz banners contra envenenamento após morte de animais

Moradores da cidade de Maringá, no Paraná, estão revoltados com casos de animais que estão aparecendo mortos no município. Na tentativa de coibir o crime, um deles fez banners contra o envenenamento de animais. “Você está fazendo com que crianças entrem em depressão pela perda de seu animalzinho”, alerta um dos avisos colocado pelo florista Edivaldo Ramos em frente a casa onde mora.

Foto: Reprodução / Massa News

Outra faixa colocada na residência por Ramos lembra que envenenar animais é crime. Segundo a lei, é crime praticar “ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A punição varia de três meses a um ano de detenção, além de multa.

A Secretaria de Meio Ambiente da cidade afirmou que investiga os casos. As informações são do portal Massa News.

Um dos últimos casos registrados foi o de uma gata tutelada por Sara, de 11 anos. A criança procurou pelo animal e não o encontrou em casa. De acordo com a mãe da menina, Sara não brinca mais e só chora por sentir falta da gata.

A Prefeitura de Maringá orienta os moradores a denunciar os casos pelo telefone 156. Até o momento, nenhum suspeito pela prática do crime foi identificado.

Maringá tem mais de 50 estabelecimentos com opções para veganos no cardápio

Vaca Louca Café Vegetariano e Faz Bem Restaurante Vegano são duas sugestões para veganos em Maringá (Fotos: Vaca Louca Café/Faz Bem/Franciele Medina)

Recentemente a equipe do portal Enjoy Maringá fez um mapeamento de cafés, restaurantes, lanchonetes, bares e pizzarias, entre outros, que oferecem opções para veganos no cardápio, e em diferentes pontos de Maringá (PR).

Então se você é de Maringá ou pretende viajar para Maringá, saiba quais são os locais que merecem sua visita, caso sua preocupação seja consumir alguma refeição, petisco, lanche, doce ou qualquer outro alimento sem nada de origem animal.

Entre os restaurantes mais indicados estão o Faz Bem, Bangkok Garden, Equilíbrio e Sabor, Nattú, Tien Yuen, Horta no Potinho, Urbano Natural, Penso Light, Santa Gema, Genevitta, Daásu, Rock and Honda, Le Pitaco, Très Riche, Açafrão, Labuka e Tacoss Comida Mexicana.

Outros estabelecimentos com opções aprovadas para veganos são o Vaca Louca Café, Da Terra, Salada City, Burguer Perk, Tapioh, Pamonhas do Cezar, D’Lisbo Café Bistrô, Café Literário, Café du Centre, Atari Bar, Karimbamba, Badulaque Estúdio Bar, Kubitschek Bar, Porão Bar, Catraca Cerveja e Bike.

Também fazem parte da lista Alibabar Boteco e Gastronomia Árabe, Cathedral Cervejaria, Boteco do Neco, Afonso’s, Firula Bar, Lá Biére, Jugo Juice, Bagaço e Quitanda, entre outros. Para quem prefere delivery, as indicações são Mr. Fit Maringá, Sweet Veg, Brasileirinho Delivery e Larica’s Cake.

Para conhecer algumas das opções oferecidas nesses estabelecimentos, recomendamos que você acesse o site Enjoy Maringá. A lista, que está em constante atualização, foi elaborada pela fotógrafa Luana Colosio – clique aqui.

Emendas que punem maus-tratos a animais são aprovadas em Maringá (PR)

Vereadores da Câmara Municipal de Maringá, no Paraná, aprovaram duas emendas que determinam que agressores de animais arquem com as despesas dos tratamentos médicos em clínicas veterinárias e cumpram pena socioeducativa realizando atividades estabelecidas pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema). As emendas alteram a chamada “Lei Lara”, que recebeu esse nome após uma cadela ser morta a pauladas. A lei aumentou a multa para maus-tratos a animais, em caso de morte, para até R$ 10 mil.

(Foto: Pixabay)

Com a emenda proposta pelos vereadores Alex Chaves (PHS) e Belino Bravin (PP), o município não terá mais que usar recursos para pagar o tratamento dos animais, já que esse gasto ficará por conta do agressor. “Essa é uma oportunidade para que os contribuintes percebam que os impostos não estão sendo gastos com o erro de outras pessoas”, disse Chaves. As informações são do Maringá Post.

Em relação a emenda sobre a pena socioeducativa, o autor da proposta, Alex Chaves, afirmou que a secretaria ficará responsável por decidir em quais casos a pena será aplicada. A sugestão é que o agressor trabalhe voluntariamente em campanhas ou resgates de animais.

“As pessoas que maltratam animais tem o coração muito mal e, em alguns casos, nunca mais vão fazer o bem, então a medida não é para essas pessoas. Em outros casos, a pessoa ter contato com animais em situação de vulnerabilidade pode fazer muito mais efeito do que a própria multa em dinheiro”, afirmou o vereador.

O autor da proposta que aumenta a multa para maus-tratos em caso de morte do animal, Flávio Mantovani (PPS), elogiou as emendas dos colegas parlamentares. “Temos uma cota no município para o atendimento [de animais]. Ela tem um limite e não consegue atender toda a demanda da cidade e é injusto que essa cota seja utilizada para fazer o atendimento veterinário daqueles animais que foram vítimas de maus-tratos”, concluiu Mantovani.

Criação e venda irregular de animais geram multa de R$ 2 mil em Maringá (PR)

A Diretoria de Bem-Estar Animal, da Secretaria de Meio Ambiente de Maringá (Sema), no Paraná, faz o alerta para criação e comercialização irregular de cães e gatos, conforme previsto na Lei Municipal de maus-tratos 10.712.

A reprodução, criação e venda sem alvará autorizado para exercício da atividade, pode resultar no resgate dos animais e em multa no valor de R$ 2 mil para cada cão ou gato.

(Foto: Reprodução / Portal RIC Mais)

Denúncia de venda de cães

No último domingo, 27, a diretoria recebeu denúncia anônima da venda de quatro cachorros da raça Spitz Alemão, no entorno do Parque do Ingá. Os animais foram resgatados e os tutores receberam a multa no valor total de R$ 8 mil, por não apresentarem a documentação regular da atividade.

“Os tutores confirmaram a atividade de venda, mas alegaram que não tinham conhecimento da lei. Os cachorros estão sob cuidado da diretoria do BEA até a conclusão do processo de recurso (prazo de 10 dias), aberto pelos tutores”, disse o diretor do Bem-Estar Animal, Marco Antônio de Azevedo.

Segundo a lei, o indivíduo deve comprovar a tutela de cada animal, possuir responsável técnico pelos animais, homologar junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/PR) a inscrição como criador, e obter alvará de licença autorizado para exercício da atividade no prazo de até 60 dias.

Denúncias podem ser feitas pelo 156

Durante a semana, equipe da Diretoria do Bem-Estar Animal fez o resgate de 11 gatos abandonados em terreno próximo a Estrada 200 e um cachorro filhote de cachorro abandonado no Parque Hortência I. Todos os animais foram encaminhados para clínica e castrados. Atualmente, o Centro de Controle de Zoonoses está com 52 cachorros e 34 gatos disponíveis para adoção. Interessados devem entrar em contato com a diretoria do BEA pelo telefone 44 3901-1885.

A diretoria orienta a comunidade para auxiliar a fiscalização com denúncias, ressaltando que o maior número de informações facilita o trabalho. As denúncias podem ser feitas pelo 156.

Multa por maus-tratos é de R$ 2 mil

A sede administrativa da diretoria do Bem-Estar Animal não recebe animais abandonados ou atropelados. O objetivo é promover ações de proteção aos animais domésticos e em situação de rua, inibindo os maus-tratos e estimulando a adoção responsável. Com a parceria de ONGs e protetores independentes, a prefeitura promove a conscientização da população em relação à guarda responsável de animais resgatados em vias públicas, por meio das feirinhas de adoção.

A multa por maus-tratos é de R$ 2 mil e pode ser aplicada em dobro na reincidência. Já a multa por condições impróprias é de R$ 500. Até a última semana, a Prefeitura de Maringá, por meio da diretoria, já aplicou 77 multas de maus-tratos, uma por condições impróprias e 60 advertências, num total de R$ 151,5 mil reais.

Nota da Redação: a ANDA reforça seu posicionamento contrário à venda de animais, inclusive quando ela é feita com alvará da prefeitura. Animais são seres sencientes, não objetos e, portanto, não devem ser tratados como mercadorias passíveis de comercialização. Além disso, maus-tratos são comuns entre os criadores de animais e só chegarão ao fim quando a venda de seres vivos for extinta.

Fonte: RIC MAIS

Serviço de proteção aos animais atendeu 130 cães e gatos em 6 meses

A Diretoria de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria do Meio-Ambiente (SEMA) de Maringá atendeu 130 cães e gatos abandonados desde junho de 2018. Só em dezembro do ano passado, 28 animais foram resgatados.

Foto: Prefeitura de Maringá

Além dos resgates, a diretoria realizou 205 exames em laboratórios e 30 cirurgias, com a parceria de Organizações Não Governamentais (ONGs) e protetores independentes. De acordo com a SEMA, em 2018, 570 cães e gatos foram adotados.

Fonte: Massa News

cachorrinha de cadeira de rodas

SEMA fecha parceria com ONG e vai pagar alimentação de 160 cães por dois meses

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (SEMA) vai pagar a alimentação de 160 cães por dois meses. Os animais estão sob a responsabilidade da Organização Não Governamental Associação Protetora Dignidade Animal, que enfrenta dificuldades.

cachorrinha de cadeira de rodas

Foto: Dignidade Animal

Na justificativa de ausência de chamamento público assinada pelo secretário de Meio Ambiente, Ederlei Alckamim, consta a argumentação de que a “emergência se justifica pelo fato de a Associação não reunir condições financeiras satisfatórias, onde os animais estão na iminência de sofrer privações, especialmente, quanto à alimentação”.

Também é destacada a argumentação de que os 160 cães foram capturados nas ruas de Maringá pela associação e são mantidos até a adoção, período em que a entidade se torna a responsável pelos cuidados diários e médico-veterinário dos animais.

Assinado na quarta-feira (9/1), o documento tem prazo de cinco dias para ser questionado. Não há previsão na justificativa de ausência de chamamento público do valor que a SEMA vai desembolsar para garantir a alimentação dos cães.

Alckamim também argumenta que “é de responsabilidade do Poder Público o dever de garantir os direitos fundamentais sociais do meio ambiente equilibrado, onde vale destacar que aqui restam incluídas tanto a proteção dos animais contra as práticas de maus-tratos quanto à saúde pública”.

A ONG Dignidade Animal é uma das entidades que faz o trabalho de recolhimento e proteção dos animais abandonados na cidade. Outras associações que fazem o trabalho são a Pelos Protegidos, Anjos dos Animais, Salvando Vidas e tem a Sociedade Protetora dos Animais de Maringá.

Fonte: Maringá Post