Atriz Kim Basinger protesta contra consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul

Um ativista pelos direitos animais segura um filhote morto em frente ao Parlamento da Coreia do Sul, na capital Seul, na sexta-feira (12), pedindo o fim da indústria de carne de cachorro.

Foto: Reprodução / CNN

A poucos metros de distância, um grupo de criadores de cães come carne de cães explorados para consumo, alegando que é sua tradição e sustento.

Dezenas de policiais separam essas duas faces nitidamente contrastantes da Coreia do Sul – imagens evocativas de uma prática de décadas de exploração de cães para consumo humano.

No protesto, a atriz norte-americana Kim Basinger se juntou a ativistas do grupo de direitos animais Last Laise for Animals (LCA) para lutar contra o comércio de carne de cachorro no chamado “dia da carne de cachorro” ou “Boknal”, data em que a carne era tradicionalmente consumida no país.

Durante décadas, a Coréia do Sul enfrentou críticas sobre o tratamento dado aos animais e sobre o costume do país de consumir carne de cachorro. Ativistas dos direitos animais sul-coreanos têm estado na vanguarda da tentativa de encerrar o comércio.

Agora, está sendo proposto um projeto de lei que quer proibir a matança de cães para consumo.

Foto: Reprodução / CNN

Segurando um corpo de cachorro morto para as câmeras, Basinger disse: “às vezes as imagens falam mais de 1.000 palavras do que as nossas vozes”. Basinger há muito faz campanha pelos direitos animais, mas esta é sua primeira vez na Coreia do Sul. Ela foi ao país para somar forças para pressionar os legisladores a angariar apoio ao projeto.

“Eu acho que o governo vai ter que não fechar os olhos e realmente chegar a soluções como esta”, disse ela. “A Coréia do Sul vai ser a líder disso, será conhecida por isso”, completou.

O deputado sul-coreano Pyo Chang-won está fazendo pressão para aprovar o projeto de lei que tornaria ilegal o assassinato de cães e gatos, mas ele reconhece que só tem apoio da minoria na Assembléia Nacional.

Foto: Reprodução / CNN

Pyo disse que tem o apoio do Presidente Moon Jae-in – que é conhecido por ser um amante de cães e adotou um cão de abrigo quando chegou ao poder -, mas afirmou que essa não é uma política oficial do partido de Moon e, por isso, os legisladores podem tomar decisões individuais.

“Muitos dos congressistas estão em áreas rurais onde existem fazendas de cães e eles estão sob pressão para não falar sobre o projeto, para não apoiar a lei e não permitir que a lei chegue à mesa”, disse ele à CNN.

Basinger se reuniu com legisladores e governadores locais na esperança de levar o projeto adiante. Chris DeRose, fundador da LCA, dirigiu-se a ele na sexta-feira (12) declarando que “a Coreia do Sul não está mais sozinha, isso é um movimento global”. As declarações foram abafadas pelo campo adversário e o parlamento recebeu críticas de agricultores favoráveis à matança de cães.

Foto: Reprodução / CNN

A Humane Society International (HIS) disse que em 2016 cerca de 2 milhões de cães estavam sendo mantidos em cerca de 17 mil instalações na Coréia do Sul, mas houve mudanças desde então. No ano passado, o maior matadouro de cães do país foi fechado por autoridades locais em Taepyeong, em uma cidade satélite de Seul. De acordo com a HIS, milhares de cães foram mortos por eletrocussão a cada ano nesta instalação e seus restos mortais foram vendidos para consumo.

No início deste mês, o mercado de carne de cachorro Gupo, na cidade de Busan, uma das maiores do sul do país, foi fechado com a ajuda de seu prefeito, Oh Seo-don. Ele disse publicamente aos moradores de Busan: “Acho que vocês são pessoas que têm uma filosofia de respeitar a vida. Sem essa filosofia, isso nunca poderia ser feito”.

Para aqueles que apoiam a indústria de carne de cachorro, esses fechamentos geram grande preocupação.

Fonte: CNN


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Moradores encontram mais três gatos mortos com suspeita de envenenamento em Arraial do Cabo (RJ)

Moradores encontraram mais três corpos de gatos na manhã deste sábado (29) em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. No dia anterior, outros oito animais também morreram com suspeita de envenenamento. O grupo vivia em um pesqueiro na Praia Grande.

Foto: Projeto Animal de Arraial / Divulgação

Uma gata conseguiu sobreviver e, segundo o Projeto Animal, ela tem um quadro de rinotraqueite grave e está sob cuidados médicos. Agora, sete felinos continuam desaparecidos.

O Projeto informou ao G1 que encaminhou um dos corpos dos gatos para fazer uma autópsia em uma clinica veterinária de Cabo Frio.

Na segunda-feira (1º), os integrantes do projeto pretendem se reunir com representantes da OAB para que o caso seja levado ao Ministério Público.

A principal suspeita da associação é que os animais tenham sido envenenados, devido a sintomas como tremores, salivação e coordenação motora altamente danificada. Para Ramon Amorim, vice-presidente do Projeto Animal, é quase certo que se trata de chumbinho. “Não sei quem faria tamanha maldade”, revelou.

Gatos foram encontrados mortos (Foto: Projeto Animal de Arraial do Cabo / Divulgação)

Em relação aos corpos encontrados, a Prefeitura de Arraial do Cabo informou, por meio de nota, que “a princípio, a Prefeitura vai acompanhar a apuração do caso”.

Sobrevivente

A gatinha encontrada viva na última sexta-feira (28) segue em observação. Segundo a clínica veterinária que cuida do animal, ela está no soro e aparenta uma leve melhora.

Uma amostra de sangue foi coletada neste sábado para exame.

Gata sobrevivente está internada em clínica veterinária (Foto: Projeto Animal de Arraial do Cabo / Divulgação)

Fonte: G1


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Mais de 50 gatos são encontrados mortos em um ano e moradores suspeitam de envenenamento

Moradores do centro de Palmas (TO) estão assustados com a quantidade de gatos que estão sendo encontrados mortos. Com o aumento dos casos, os moradores suspeitam que os animais estejam sendo envenenados. Dentro de um ano pelo menos 50 morreram.

A pedagoga Monique Vermuth cria gatos e esta semana soube que um deles foi envenenado. “Três casas depois da minha ela estava lá morta. É horrível porque o bichinho a gente tem como se fosse da família”, lamenta.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A vizinhança está amedrontada e acredita que o autor dos crimes de maus-tratos seja a mesma pessoa.

A dona de casa Jucilene Soares tem uma cadela e conta que vai redobrar os cuidados. “Não vou mais andar com ela por aí, porque ela anda cheirando as coisas. Eu não sei quem vai botar veneno, quem está fazendo isso”.

“Sempre tinham animais ou pessoas andando com eles, agora a gente só vê as pessoas com os seus animais próprios na coleira”, disse um morador.

Maus-tratos é crime

A lei nº 2.468 de 10 de junho de 2019, que consta no Diário Oficial de Palmas, define como maus-tratos o abandono de animais, seja em vias públicas, residências fechadas ou inacabadas. Agressões diretas ou indiretas como espancamento ou uso de instrumentos cortantes ou uso de substâncias químicas, tóxicas, escaldantes e fogo também são crimes.

Os casos precisam ser denunciados na delegacia do Meio Ambiente para que os suspeitos sejam procurados, identificados e punidos. “O que deve fazer é filmar, gravar. Devem ter provas”, disse a advogada Vanielle Paiva.

Fonte: G1


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Mais de 25 cães e gatos são mortos em uma semana em Campo Novo (RS)

Na última semana, foram encontrados 28 animais, entre cachorros e gatos, mortos na cidade de Campo Novo, no Rio Grande do Sul. Seis deles foram mortos na última quinta-feira (27). O caso, que revoltou a população, está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foto: Pixabay

Há um suspeito de ter praticado a matança, segundo o delegado de Polícia Vilmar Schaefer. “Estamos dando prioridade para este caso, pois existe a efetiva possibilidade que tenha sido utilizado o pesticida estricnina, que é altamente tóxico e tem sua venda proibida”, disse ao portal Correio do Povo. “Se for confirmada que a morte é em decorrência do uso de estricnina, nota-se que é um psicopata que está fazendo isso”, completou.

De acordo com Schaefer, se o envenenamento for comprovado, o criminoso seja indiciado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode aumentar de um sexto a um terço.

Um laudo pericial sobre a morte de um dos cães está sendo elaborado pelo laboratório da Unijuí, em Ijuí, segundo o secretário do Meio Ambiente de Campo Novo, Leandro Dorneles. “O resultado dos exames deve ser conhecido na próxima semana”, afirmou.

A presidente da ONG Olhos que Falam, de Campo Novo, Tamara Correa Gonzatto, espera que o trabalho da polícia evite novas mortes. Segundo ela, animais em situação de rua e outros, que possuem lares, foram mortos. “É inadmissível que pessoas façam uma coisa dessas”, disse Tamara.


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Matança de cães por eletrocussão gera indignação em Cabo Verde

Na capital de Cabo Verde, os cães abandonados são capturados e mortos por eletrocussão pela lixeira municipal, um método criticado por associações de bem-estar animal locais e internacionais que defendem outras políticas de controle da população canina.

A presença de cães nas ruas de Cabo Verde, particularmente na cidade da Praia (ilha de Santiago), é visível. Muitos apresentam feridas e a maioria tem sinais de agressão ou atropelamento.

Paulo Cunha/LUSA

Vivem nos campos, dormem nas praias, ocupam as entradas dos prédios ou das lojas, fogem do calor debaixo dos carros. Há cães idosos, embora raros, cadelas grávidas ou com sinais de parto recente, cachorros mal-escondidos em buracos de terra e cães menos jovens e adultos.

O aumento da população canina tem se revelado um problema para as autoridades, que se deparam com uma forte oposição dos que estão contra a forma como estes animais são capturados, mantidos após captura e mortos, por eletrocussão.

Há pouco tempo, o método usado para matar os cães era o envenenamento por estricnina, disse à agência Lusa o vereador da Cultura, Ambiente e Saneamento da Câmara Municipal da Praia, António Lopes da Silva.

O parlamentar assume que os animais são capturados e, quando não são adotados, mortos por eletrocussão. É um tema difícil e desconfortável para a autarquia.

“Temos a consciência plena de que não é matando os cães que se resolve o problema”, afirmou António Lopes da Silva, assegurando que a captura só acontece nos bairros sem campanhas de esterilização, que são a maioria.

Aí, os cães reproduzem-se e, ciclicamente, são capturados e levados para a lixeira, onde serão eletrocutados se ninguém os for resgatar, a troco de 3.000$00 (cerca de 28 euros) por cão.

“Há bairros onde as campanhas de castração não chegam e o número de cães é tão elevado que, perante as queixas de moradores, a câmara tem de determinar a sua captura”, afirmou o vereador.

António Lopes da Silva garante que o que a autarquia faz é legal e está previsto no Código de Posturas Municipais, aprovado em 2014. E até reconhece alguma evolução em relação ao envenenamento.

As associações que defendem o bem-estar animal têm uma leitura diferente, como o movimento Comunidade Responsável que está fazendo uma petição pelo fim da prática de matar cães abandonados na Praia, que contava, na sexta-feira (14), com cerca de 700 assinaturas.

Maria Zsuzsanna Fortes, voluntária do movimento, disse à Lusa que as pessoas estão cada vez mais indignadas com a situação, que é de “uma crueldade fora do comum”.

“Os animais pagam o preço da negligência humana”, disse, contando que os cães estão sendo capturados como se fossem lixo. Um vídeo recente, publicado nas redes sociais, mostra a captura de um cão que é depois atirado para dentro de um caminhão de lixo, tal como outros produtos inertes. O seu destino: a lixeira.

Na lixeira municipal, contou Maria Zsuzsanna Fortes, os cães ficam instalados num espaço com quatro divisões, sem água, sem comida, em cima de fezes, às vezes ao pé de cadáveres, já que vão assistindo à morte dos animais.

O vereador António Lopes da Silva garante que quem recolhe os cães trabalha para a autarquia e teve formação para tal. No entanto, têm sido visíveis na cidade da Praia caixas abertas, onde são colocados animais por cidadãos que os recolhem e que não estão fardados como os funcionários municipais.

As denúncias nas redes sociais contam com relatos de jovens desempregados que recebem cerca de 300 escudos (2,7 euros) por cada animal capturado, situação não confirmada pelo autarca, que garante ser essa uma tarefa a cargo de funcionários.

Nos últimos dias, alguns moradores indignados têm saído em defesa dos animais e conseguido libertar alguns que já se encontravam no interior dos veículos.

No texto que acompanha a petição contra a morte dos animais na Praia, o Movimento Comunidade Responsável recorda que “a eletrocussão é internacionalmente proibida por convenções internacionais, dos quais Cabo Verde faz parte”.

“A eletrocussão é proibida por causar um extremo sofrimento aos animais. No ânus dos animais, muitas vezes totalmente molhados e colocados dentro de uma caixa metálica, é introduzido um cabo com 380 volts. As veias do cão rebentam, os músculos convulsionam-se e até os ossos se partem por causa de tantas convulsões”, lê-se no documento.

O movimento acusa a autarquia de não respeitar um protocolo assinado entre as duas partes em março de 2018 e que “estabelece um método eficaz para a gestão ética da população canina, sem matar os animais ou causar-lhes qualquer sofrimento, providenciando cuidados e educando a população para a posse responsável do cão”.

António Lopes da Silva garante que a autarquia está trabalhando na castração dos animais com as associações “interessadas em trabalhar” nesta área, embora reconheça que “não chega” a todos.

Em novembro passado, a Sociedade Humana Internacional — que reúne organizações de defesa do bem-estar animal em todo o mundo — escreveu uma carta ao presidente da Câmara Municipal da Praia fazendo um alerta para a publicidade negativa que Cabo Verde estava recebendo.

“A morte é completamente ineficiente no controle da população de cães a longo prazo, assim como na redução das zoonoses” (doenças transmitidas aos humanos através dos animais), lê-se na carta a que a Lusa teve acesso.

Portugal pode ajudar em alternativas à eletrocussão de cães

O autarca responsável pelo controle dos cães na capital cabo-verdiana está disposto a equacionar outros métodos, além da atual eletrocussão, e tem o apoio das Ordens dos Veterinários de Cabo Verde e de Portugal.

O vereador António Lopes da Silva considera que o problema do excesso de cães na cidade da Praia não se resolve com o extermínio desses animais, mas afirma que a medida tem de ser determinada sempre que “a quantidade de cães ultrapassa o equilíbrio”.

Apesar de sublinhar que a eletrocussão é legal, admite equacionar outros métodos e afirma mesmo que todo o apoio é bem-vindo no sentido de encontrar forma de a situação melhorar.

A bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários de Cabo Verde, Sandy Freire, disse à Lusa que esta organização é contra a eletrocussão e defende a constituição de uma equipe com pelo menos dois veterinários para realizar esta e outras operações de controle da população canina, como esterilização e castração.

Contudo, admite que faltam profissionais em Cabo Verde e que os sete existentes na cidade da Praia estão em outras funções.

A veterinária acredita, contudo, que muito mais há a fazer e que “a captura e a eletrocussão dos cães em Cabo Verde são apenas a ponta do iceberg de um problema muito mais complexo”.

Para Sandy Freire, esta situação só acontece porque não existe uma política pública que determine as medidas de controle dos animais.

Sem um quadro legal, disse, é quase impossível melhorar as coisas.

Questionado pela agência Lusa, o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários de Portugal, Jorge Cid, mostrou disponibilidade para ajudar Cabo Verde no que for possível a esta organização.

“Faremos o que for possível, com todo o gosto”, disse o bastonário, exemplificando esse apoio como protocolos de entreajuda, ações de formação, entre outros.

E acrescentou que basta a bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, a Câmara Municipal ou o Governo contactarem a Ordem dos Médicos Veterinários portuguesas para esta ajudar, dentro das suas possibilidades.

Movimento apela ao PR de Cabo Verde para terminar com chacina de cães

O Movimento Civil Comunidade Responsável de Cabo Verde apelou, neste sábado (15), à intervenção do Presidente da República para terminar com “a intolerável situação de maus-tratos dos animais” no país, onde os cães errantes são capturados e eletrocutados.

“A Câmara Municipal da Praia [ilha de Santiago] tem levado a cabo uma autêntica chacina dos cães errantes na cidade, ignorando todos os esforços das organizações da sociedade civil e cidadãos para a criação de uma aliança que vise o controle sustentável e humanizado da população canina”, lê-se na missiva endereçada ao chefe de Estado.

A organização denuncia que “o departamento do Ambiente da Câmara Municipal da Praia faz circular uma viatura que recolhe lixo pela cidade com o intuito de capturar cães, levá-los para a lixeira e executá-los por eletrocussão 24 a 48 horas depois da captura, se não forem reclamados”.

“Os cães são capturados com extrema violência, privados de água e alimentação durante o período de cativeiro e executados através da colocação de um ferro com 380 volts no ânus”, prossegue a exposição da associação, dirigida a Jorge Carlos Fonseca.

A organização avança nesta carta que, em março de 2018, “a Câmara Municipal da Praia, na pessoa do seu presidente, assinou um protocolo” com o movimento, no qual “a autarquia assumia o compromisso de parar com as execuções e investir em métodos humanizados de controlo da população canina”.

Esse acordo, assinado entre ambas as partes, “nunca foi cumprido”, denuncia a organização.

“A Câmara Municipal da Praia está, portanto, utilizando um método ineficaz e inútil e perpetuando a violência gratuita contra seres vivos sencientes, que sentem dor, e medo da tortura”, lê-se na carta.

O movimento apela, por isso, ao chefe de Estado cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, pela “humanidade” que lhe reconhece, que, “em nome de toda uma comunidade indignada e consternada”, intervenha imediatamente “pelo fim desta situação”.

Fonte: Observador

Nota da Redação: matar animais, através de injeções letais ou de qualquer outro método, como a cruel eletrocussão, é uma prática inaceitável que deve ser combatida em todo o mundo. O controle de animais domésticos deve ser feito através da castração. Esse é o único meio ético de impedir a superpopulação de uma espécie. A morte, seja feita da forma que for, não pode ser sequer cogitada, em hipótese alguma.


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Jornalista diz que sente nojo de proposta que quer tornar o jumento um patrimônio nacional

O jornalista Eduardo Oinegue, âncora do Jornal da Band, afirmou, na quarta-feira (12), que sente nojo de um projeto de lei que pretende transformar o jumento em patrimônio nacional. Para o jornalista, proteger o animal para que ele não sofra maus-tratos e não seja morto é razão de desprezo.

Foto: BAND

A atitude do âncora foi reforçada pela jornalista Lana Canepa, que divide a bancada do jornal com ele. Antes de Oinegue falar sobre a proposta relacionada ao jumento, Canepa afirmou que parlamentares “gastam tempo e dinheiro apresentando propostas que são discutíveis e outras que são absolutamente inúteis”. “Tem até projeto pra tornar o jumento um patrimônio nacional”, completou o âncora.

Após os jornalistas emitirem seus posicionamentos acerca do tema, foi mostrada uma reportagem sobre projetos de leis considerados inúteis por eles. Na notícia, o repórter explicou que o projeto que visa proteger os jumentos foi apresentado após ser registrada uma redução de 25% da população desse animal, no Nordeste, entre 2006 e 2011.

PL 1218/2019

De autoria do deputado Ricardo Izar (PP/SP), o Projeto de Lei 1218/2019 torna o jumento patrimônio nacional e proíbe que o animal seja morto em todo o território nacional.

No texto da proposta, Izar afirma que há atualmente, na Bahia, três matadouros que matam jumentos para exportar a carne deles para a China. O parlamentar cita casos de maus-tratos registrados – como os jumentos encontrados mortos às margens de uma rodovia – e lembra que, no final de 2018, a Justiça da Bahia proibiu que esses animais fossem mortos. Em outubro do mesmo ano, o município de Itapetinga (BA) – onde jumentos abandonados em uma fazenda arrendada para uma empresa chinesa morreram de fome – já havia sido proibido de confinar esses animais.

Em entrevista à Band, o parlamentar afirmou que o objetivo da proposta é chamar atenção para a matança desenfreada de jumentos no Nordeste e garantir uma proteção maior à espécie.

Foto: BAND

Apesar das explicações sobre a proposta apresentadas por Izar a um repórter da emissora, o jornalista Oinegue voltou a fazer críticas ao projeto, deixando claro que o sofrimento dos jumentos é irrelevante para ele. “Não sei se isso dá vergonha, se dá raiva ou se dá nojo, mas pelo gosto ruim que fica na boca vendo esta reportagem, acho que é uma mistura dos três”, finalizou o âncora.

Frente Nacional de Defesa dos Jumentos

Constituída por ONGs e ativistas pelos direitos animais, a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos foi fundada em 2016 com o intuito de garantir proteção aos jumentos. O grupo foi criado para combater a matança de jumentos em diversos locais do Brasil.

A Frente – que conta com profissionais de diversas áreas, como advogados, pedagogos, sociólogos, veterinários, dentre outros – foi criada na Bahia após o governador do estado autorizar que jumentos fossem mortos para consumo humano.

A sociedade brasileira repudia o extermínio desses animais, que são mortos para que sua carne seja exportada para outros países, como a China.

Mais preconceito e desinformação 

O desserviço propagado pela Band vai além do descaso com os jumentos. Isso porque um dos projetos de lei criticados pela reportagem apresentada pela emissora e, inclusive, citado por Oinegue, é o PL 2425/2015, do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB/PB), que pretende abolir o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) da rapadura.

A rapadura foi, no passado, alimento dos escravos por possuir muitos nutrientes e ser uma das poucas fontes de energia. Ela é também essencial na alimentação de todos, especialmente daqueles que são mais pobres e que têm na rapadura uma fonte de energia que lhes permite ter força para executar cansativos trabalhos braçais. A rapadura tem carboidrato, minerais como ferro, cálcio, potássio, fósforo e magnésio, e vitaminas do complexo B, como Tiamina, Riboflavina e Niacina.

Foto: Divulgação

Devido ao contexto em que a rapadura está inserida, a crítica feita pela reportagem da Band e reforçada pelos apresentadores do telejornal ao PL é carregada de preconceito, elitismo e falta de conhecimento. A isenção do IPI sobre a comercialização da rapadura é um benefício social que facilita o acesso das camadas mais pobres da população a um produto essencial na mesa dos nordestinos com menor poder aquisitivo e que hoje também é consumida por todas as classes da sociedade em substituição ao açúcar e por ter vitaminas minerais e proteínas. Dizer, portanto, que o projeto de lei que prevê essa isenção é “inútil” ou “discutível”, como sugeriu a jornalista Lana Canepa e o âncora Eduardo Oinegue, é uma falta de humanidade, empatia e consciência em relação às famílias carentes do Nordeste e de todos o país.

Nota da Redação: antes de fazer chacota, os jornalistas têm por obrigação conhecer o assunto que abordam. Entretanto, isso não basta. Os meios de comunicação atuam como agentes educacionais no sentido lato de formação de valores. O filósofo Karl Popper enfatiza que a civilização consiste essencialmente na redução da violência; é essa a sua função principal e também o objetivo que visamos quando tentamos elevar o nível de civismo na nossa sociedade. A mídia pode ter um papel preponderante na promoção de uma nova cultura uma vez que as palavras, na esfera da informação, podem manter as velhas estruturas ou afirmar novas. Tais questões apontam para a necessidade urgente de mudanças na formação de profissionais da área de comunicação, a fim de transcender os limites de nossa prisão especista. Jumentos são seres sencientes (vide Declaração de Cambridge sobre Consciência). Logo, seu assassinato é algo deplorável em todos os sentidos. Profissionais da área de comunicação não deveriam externar, ao bel prazer, as suas convicções pessoais – sem lastro ético ou científico.

Confira o vídeo do momento em que os jornalistas comentam o caso:


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Piloto vegano Lewis Hamilton condena matança bárbara de baleias e golfinhos

Foto: f1i.com

Foto: f1i.com

O atleta de ponta e amante dos animais se manifestou contra a crueldade com os animais mais uma vez nas redes sociais

O campeão de Fórmula 1 vegano, Lewis Hamilton, condenou o massacre bárbaro de baleias e golfinhos para seus 11,4 milhões de seguidores no Instagram.

O atleta, que criticou a indústria da carne por “tortura animal” no ano passado, republicou uma imagem gráfica da Save The Reef da matança anual de cetáceos que ocorre nas Ilhas Faroe.

Enojado

Hamilton, que primeiro revelou que adotou uma dieta baseada em vegetais em 2017, escreveu: “Isso é tão perturbador. Como você pode honestamente fazer isso com outro ser? Nojo!”.

Imagem das Ilhas Faroe | Foto: Sea Shepherd

Imagem das Ilhas Faroe | Foto: Sea Shepherd

Ele também incluiu a legenda original da foto, que descreve como os animais são mortos – uma ‘tradição’ que supostamente vem acontecendo desde 1584.

Perfurados com uma lança na coluna

“Os pescadores entram na água em barcos e assim que os grupos de baleias chegam perto da baía, os caçadores as cercam e as levam para a terra para serem encurraladas e mortas”, diz o post do Instagram.

Imagem das Ilhas Faroe | Foto: Sea Shepherd

Imagem das Ilhas Faroe | Foto: Sea Shepherd

“Quando as baleias estão próximas o bastante, um gancho é inserido em seus orifícios respiratório para arrastá-los até a costa e seus pescoços são esfaqueados com uma lança serilhada e suas medulas espinhais cortadas, o que reduz ainda mais o suprimento de sangue para o cérebro.

“A baleia perde a consciência e morre em poucos segundos”.

Matança de animais: mais de 20 cães amanheceram envenenados em Urucânia (MG)

A Associação Urucanense de Proteção Animal denunciou o envenenamento de mais de 20 cães na quinta (29), em Urucânia, na Zona da Mata de Minas Gerais. Oito deles não resistiram e morreram. A matança deixou ativistas e moradores assustados. Não é a primeira vez que cães são mortos na cidade. Episódios de envenenamento já aconteceram outras vezes, de acordo com os ativistas. Todos os animais vivem nas ruas e não têm tutores. Eles foram encontrados, numa mesma região da cidade, nas calçadas com sinais de envenenamento.

(foto: Associação Urucanense/Divulgação)

A advogada Val Consolação, da organização não-governamental Vida Animal Livre de Belo Horizonte, esteve em Urucânia para tratar do assunto com o prefeito, secretário de saúde, Polícia Militar e Câmara Municipal. “Este é um crime covarde, um dos piores. É muito difícil encontrar o criminoso. Há suspeitas, mas ainda não conseguimos identificar quem foi. Vamos continuar investigando”, informou a advogada.

Os ativistas pedem que se alguém tiver pistas sobre quem cometeu o crime entrar em contato. O artigo 32 da lei federal 9.605, de 2018, determina pena de detenção, de três meses a um ano, e multa para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A lei estadual 22.231, de 2016, prevê multa de até R$ 3 mil para quem comete maus-tratos aos animais.

Os ativistas acreditam que os animais ingeriram chumbinho, veneno de elevada toxidade. “São pessoas maldosas que não suportam ver os animais nas ruas. Eles colocam chumbinho na carne para atrair e envenenar os cães”, diz Val.

Os animais salvos foram levados para veterinário em Ponte Nova e, depois, seguiram para um lar temporário para que possam se recuperar. “Se alguém souber quem fez isso, seria bom entrar em contato com a gente. A polícia também está investigando”, diz. Os animais esperam por adoção.

Fonte: Estado de Minas

Nova matança de 250 baleias e golfinhos provoca “maré vermelha” nas Ilhas Faroé

Cerca de 250 baleias e golfinhos foram mortos na última semana por pescadores na cidade de Torshavn, capital das llhas Faroé. Os animais foram brutalmente assassinados para consumo humano – algo que acontece frequentemente nesta região nesta altura do ano, quando essas espécies migram para norte. Após a matança, as águas das Ilhas Faroé espelharam o impacto deste autêntico banho de sangue.

Foto: ANDRIJA ILIC/AFP/Getty Images

A matança ocorreu na ilha Streymoy, a maior do arquipélago, noticia o Daily Mail. As cerca de 200 baleias-piloto foram “empurradas” por pescadores em barcos para a costa. Depois, foram mortas através de uma técnica por meio da qual um arpão é espetado no pescoço dos animais para partir a sua espinha dorsal. No grupo de animais estariam ainda cerca de 40 golfinhos.

Os cadáveres das baleias e golfinhos foram arrastados para terra por meio de ganchos espetados em seus corpos. Voluntários das ilhas ajudaram no processo e uma multidão de espetadores juntou-se para assistir às manobras.

Todos os verões, cerca de 800 baleias e golfinhos são mortos nas Ilhas Faroé. A caça destes animais consta na legislação do território, que fica entre a Islândia e Noruega e pertence à Dinamarca. A lei abarca os métodos e o equipamento utilizado para a matança dos animais.

Foto: AFP/Getty Images

Através das redes sociais, a organização Blue Planet Society denunciou a chacina. A organização fala num ataque “brutal e cruel”. “Cerca de 500 cetáceos já foram mortos para serem comidos nestas ilhas desde o inicio de 2019”, alerta a Blue Planet Society.

As baleias-piloto vivem cerca de 45 anos e podem pesar 800 quilos. A população de baleias-piloto no norte do Oceano Atlântico ascende a cerca de 778.000 animais. Só ao largo das Ilhas Faroé habitam cerca de 100.000 baleias desta espécie.

Fonte: Observador


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Justiça determina prisão de ex-prefeito de Santa Cruz do Arari (PA) por matança de cães

A Justiça do Pará determinou, na quinta-feira (11), o cumprimento do mandado de prisão contra Marcelo José Beltrão Pamplona, ex-prefeito de Santa Cruz do Arari (PA), e de outras sete pessoas. Todos foram condenados pela matança de cachorros no município de Marajó (PA), em 2013. A decisão ocorreu após apreciação de recurso sobre a decisão da sentença.

Cães capturados a mando do prefeito de Santa Cruz do Arari Pará — Foto: Reprodução/TV Liberal

O ex-prefeito foi denunciado por ter oferecido recompensa a moradores que capturassem cachorros abandonados na cidade. Os animais eram colocados em embarcações e jogados em um rio, onde morriam afogados, ou deixados em uma comunidade sem qualquer condição de sobrevivência. As informações são do portal G1.

Cerca de 400 cachorros foram mortos. O caso ficou conhecido como “canicídio”. Pamplona condenado a 20 anos de prisão e ao pagamento de R$ 1, 7 milhão. Além dos maus-tratos, pesou sob a pena do ex-prefeito tentativa de obstrução das investigações, agressão e intimidação de testemunhas.

A Justiça rejeitou os embargos da sentença, mas o pedido da defesa de Pamplona de redução da pena foi acatado pelo relator do recurso, o desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior, que reduziu a pena de reclusão por Crimes de Responsabilidade de 20 para 18 anos e diminuiu o pagamento de 600 dias/multa para 480 dias/multa. Cada dia/multa corresponde ao valor de três vezes o salário mínimo vigente. Pamplona também foi condenado a 1 ano e 8 meses de detenção por maus-tratos a animais.

O recurso de apelação foi julgado em fevereiro pela 3ª Turma de Direito Penal e manteve a pena aplicada a Pamplona e as outras sete pessoas que participaram do crime. Também em fevereiro, o recurso foi negado, já que o relator desembargador Leonam Gondim não acatou os argumentos da defesa de suposta existência de nulidades processuais, de inexistência de provas e de violação ao princípio da individualização da alegada culpa.

Segundo o relator, a decisão está fundamentada com base em provas testemunhas e periciais, além de fotos e vídeos que comprovam o envolvimento dos acusados na morte dos animais. De acordo com Leonam, as provas “comprovam a ocorrência dos maus-tratos, do flagelo e da matança dos animais no rio, tudo a mando do prefeito municipal e que o município pagava pelos cachorros capturados e os servidores eram mobilizados para a captura. Ficou comprovado também que os cachorros eram também retirados de dentro dos imóveis, sem autorização dos moradores, ou seja, eram capturados em troca de vantagem econômica”.

“Sendo assim, não há que se falar em absolvição dos réus, eis que, por ação ou por omissão, todos participaram dos maus-tratos aos cães, promovendo os atos de selvageria com a perseguição e captura dos animais, desenvolvendo condutas criminosas que se enquadram nos tipos penais constantes da peça acusatória”, afirmou o desembargador.

Prefeitura mobilizou moradores e servidores para captura e matança de cães. — Foto: Reprodução/ Aragonei Bandeira

Confira as penas aplicadas para cada um dos condenados pela matança dos cães:

– Luiz Carlos Beltrão Pamplona: irmão o ex-prefeito, ele era secretário de Transporte de Santa Cruz do Arari à época do crime e confessou ter participado da ação criminosa. Luiz foi condenado a 2 anos, 4 meses e 6 dias de detenção e ao pagamento de multa no valor de R$ 1,4 milhão.

– Odileno Barbosa de Souza: funcionário da Prefeitura, ele confessou ter feito o transporte de 80 cães que sofreram maus-tratos na embarcação pertencente à Prefeitura. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e a multa no valor de R$ 3,1 mil.

– Waldir dos Santos Sacramento: também funcionário da Prefeitura, era o responsável por anotar o número de cachorros capturados. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de prisão e a pagamento de multa de R$ 1,2 mil.

– Alex Pereira da Costa: proprietário de uma embarcação que transportou cães à comunidade do Francês, foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e a multa no valor de R$ 3,1 mil.

– José Adriano dos Santos Trindade: conhecido como Bidê, era um dos responsáveis por capturar os cachorros. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e a multa de R$ 3,1 mil.

– Josenildo dos Santos Trindade: também conhecido como Nicão, irmão de Bidê, também era um dos responsáveis pela captura dos cães. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e a multa de R$ 3,1 mil.

A decisão judicial determinou ainda que os condenados percam a função pública que, eventualmente, estejam ocupando, em qualquer esfera da administração pública, assim como qualquer título, eleito ou concursado, já que o crime cometido por eles ocorreu no exercício da fundação pública e no interior de administração pública, inclusive fazendo uso de bens públicos.