Vídeo revela animais sendo queimados e tendo corações arrancados ainda vivos

As imagens registradas por um convidado da matança mostram alguns homens matando cruelmente animais em uma propriedade na Austrália.

Eles usam maçaricos e cortam os corações de ovelhas e cabras enquanto ainda estão vivas.

Emma Hurst do Animal Justice Party disse ao Daily Mail Australia que o denunciante entrou em contato com ela após ser convidado para entrar e ficar horrorizado com o que viu.

“Ele diz que você pode entrar se for convidado e comprar uma ovelha lá, e é mais barato que uma loja, mas você tem que matar o animal sozinho”.

“As pessoas não sabem como fazer isso, então estão usando maçaricos ou cortando corações.”

Hurst afirma que ela entrou em contato com a RSPCA em relação ao assunto em fevereiro, mas não recebeu resposta.

A propriedade só foi invadida e fechada sob o Food Act NSW por violações de biossegurança e saúde após contato com o Departamento de Indústrias Primárias.

“Foi horrível, absolutamente horrível, para dizer o mínimo”, disseram.

“Essas matanças realmente destacam a necessidade de uma agência de proteção animal dentro do governo”, disse ela.

“Enviámos isso para a RSPCA em fevereiro e não obtivemos resposta – a única resposta que recebemos foi da autoridade de alimentos, mas não sabemos se o aspecto de crueldade contra animais está sendo investigado”.

Ela acrescentou dizendo que a crueldade com os animais também pode indicar a probabilidade de cometer atos de crueldade contra um ser humano.

“A suposta crueldade ocorrida em Cobbitty é inimaginável”, disse ela.

“Ouvimos relatos de que as pessoas cortam o coração de uma ovelha enquanto ela ainda estava viva, aterrorizada e tentando escapar.”

“Qualquer pessoa que queira causar esse tipo de dor e sofrimento a um animal mostra um estado psicológico preocupante e é um perigo para outros animais e para toda a comunidade”.

O Daily Mail Australia informa que tentou contato com o proprietário da local, mas ele se recusou a falar

Partido verde tenta acabar com a caça de lebres da montanha

Atualmente, proprietários de terras na Escócia operam uma política de restrição voluntária sobre o número de lebres mortas, mas Alison Johnstone disse que isso é inadequado.

Ela pediu a licença para matar os animais, exigida nesta temporada, que vai de 1º de março a 31 de julho, seja estendida durante todo o ano.

De acordo com o Daily Mail, uma média de quase 26.000 lebres são mortas por temporada. Só em 2014, 37.681 animais foram assassinados.

“Precisamos acabar com a matança desta espécie nativa”, disse Johnstone.

“A restrição voluntária exigida pela agência de natureza do governo mostrou-se inadequada”.

Ela acrescentou: “Eu sugeri anteriormente que os ministros usassem seus poderes para introduzir uma ordem de conservação da natureza para proibir os abates. A Escócia é uma nação de amantes dos animais e o público ficará indignado com o fato de o governo continuar a arrastar os pés para acabar com a crueldade contra os animais”.

“Hoje marca o início de um período durante o qual as lebres são protegidas para que possam se reproduzir em paz”.

“Os ministros têm o poder de prolongar este período todo o ano, e eu mais uma vez insto-os a fazê-lo.”

Ela alegou que não há “nenhuma evidência científica” que os animais possam proteger a perdiz contra um vírus disseminado por carrapatos.

No ano passado, o primeiro-ministro Nicola Sturgeon alertou que abates em massa poderiam colocar em risco o status de conservação da espécie e que a legislação para proteger as lebres está entre as opções consideradas. As informações são do Daily Mail.

“O governo escocês acredita que o abate em larga escala de lebres de montanha que poderiam ameaçar seu status de conservação não pode ser justificado”, disse um porta-voz do governo escocês.

“Encomendamos um grupo independente para analisar a gestão atual, presidida pelo professor Alan Werrity, e este grupo considerará se é necessária uma regulamentação adicional do controle da lebre de montanha”.

“Esperamos que o grupo relate suas descobertas nesta primavera e considere todas as recomendações ou ações propostas.”

Decisão do governo da Zâmbia permite que 2 mil hipopótamos sejam mortos por caçadores de troféu

Caçadores de troféu posam ao lado de hipopótamos assassinados | Foto: Facebook / Exposing Trophy Hunters

Caçadores de troféu posam ao lado de hipopótamos assassinados | Foto: Facebook / Exposing Trophy Hunters

Defensores dos direitos animais se revoltaram contra a decisão do governo da Zâmbia (África) em permitir que caçadores de troféus matassem 2 mil hipopótamos, em um ato classificado de “abate de contenção”, por cinco anos.

O governo anunciou o plano para eliminação de 400 animais em 2016, o motivo alegado, foi o potencial risco de um surto de antraz.

As autoridades da Zâmbia inicialmente cederam à comoção causada pela decisão e teriam supostamente desistido do projeto, mas uma denúncia da fundação Born Free (nascidos livres, na tradução livre) de apoio e proteção à vida selvagem, alertou que a matança foi secretamente reiniciada sob a alcunha de “ferramenta de gerenciamento da vida selvagem”.

A matança estaria sendo promovida por empresas de caça troféu, que por sua vez, ofereceriam pacotes de “caçadas de contingência” a seus clientes.

Uma das empresas que vende esse tipo de pacote de caça, localizada na África do Sul oferecia uma expedição de seis noites na Zâmbia, com cinco hipopótamos por caçador, a 10.500 libras (em torno de 50 mil reais).

Outra empresa Sul Africana oferece em seu site uma caçada ao troféu com hipopótamos por 7.500 euros (em torno de 31 mil reais).

A fundação Born Free afirmou em seu site que o Departamento de Parques Nacionais e Vida Selvagem da Zâmbia (DNPW, na sigla em inglês) não forneceu nenhuma evidência comprovando a existência de superpopulação de hipopótamos.

Eles escreveram que o DNPW não forneceu “evidências científicas de que uma matança indiscriminada de hipopótamos, impediria um futuro surto de antraz”.

Ao contrário do que alegam as autoridades zambianas, a ONG – que se opõe a matança de qualquer animal por esporte ou prazer – afirma que “evidências científicas sugerem que o sacrifício de hipopótamos estimula a reprodução e acaba aumentando ainda mais a população, criando assim um ciclo vicioso de morte e destruição”.

Foto: African Sky Hunting

Foto: African Sky Hunting

“Nós contestamos as afirmações das autoridades de que há evidencias que suportem a necessidade dessa matança”, diz a Born Free.

A fundação defende que hipopótamos são valiosos demais como parte do ecossistema nativo e também parte do inacreditável turismo da vida selvagem na Zâmbia para serem mortos dessa forma.

Um site caça ao troféu ensina seus possíveis clientes como “derrubar um hipopótamo”, falando ainda que isso pode ser “extremamente excitante”.

O Fundo Mundial para Natureza descreve o hipopótamo como uma espécie “vulnerável”.

O número de hipopótamos selvagens na África está sob pressão crescente, com um máximo estimado de apenas 130 mil animais, de acordo com a Born Free.

Justiça mantém condenação de 20 anos de prisão de ex-prefeito por matança de cães em Santa Cruz do Arari (PA)

A Justiça decidiu manter a condenação do ex-prefeito de Santa Cruz do Arari (PA), Marcelo José Beltrão Pamplona, por coordenar a matança de cachorros em situação de rua no município. A nova decisão unânime da 3ª Turma de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), proferida na quinta-feira (14), reitera a condenação de 20 anos de prisão pelo crime de maus-tratos cometido em 2013.

Além de ter sido condenado ao regime fechado, Marcelo também terá que pagar 600 dias-multa, sendo que cada dia-multa determinado pelo Juízo de Cachoeira do Arari – comarca que responde pelo expediente do Termo Judiciário de Santa Cruz do Arari – corresponde ao valor de três vezes o salário mínimo vigente.

Foto: Reprodução/TV Liberal

Uma suposta transmissão de doenças foi usada como justificativa pelo gestor, na época, para o crime de maus-tratos. Ele alegou também que não recebeu auxílio do Centro de Controle de Zoonoses para lidar com o abandono de animais. As informações são do portal G1.

Foram mantidas ainda as condenações de Luiz Carlos Beltrão Pamplona – de 2 anos e 4 meses de detenção em regime semiaberto e pagamento de 500 dias-multa estabelecidas no valor por dia de três vezes o salário mínimo -, de José Adriano dos Santos Trindade e Josenildo dos Santos Trindade – de 2 anos e 1 mês de detenção mais 100 dias-multa no valor por dia de 1/30 do salário mínimo -, de Odileno Barbosa de Souza e Alex Pereira da Costa – de 1 ano e 10 meses de detenção e 100 dias-multa no valor por dia de 1/30 do salário mínimo – e de Waldir dos Santos Sacramento – de 1 ano e 10 meses de detenção e 40 dias-multa no valor por dia de 1/30 do salário mínimo.

Os réus haviam entrado com recurso de Apelação de Sentença contra a decisão do Juízo de Cachoeira do Arari. O pedido deles foi relatado pelo desembargador Leonam Gondim da Cruz Júnior, que não acolheu os argumentos da defesa de suposta existência de nulidades processuais, inexistências de provas e violação ao princípio da individualização da alegada culpa.

O relator destacou, após analisar as provas, que “restou demonstrado no decorrer da instrução processual que, incentivados pelo Prefeito Municipal, Marcelo José Beltrão Pamplona, supostamente para fazer uma ‘limpeza’ na cidade, mediante promessa de pagamento de R$ 5 por cada cão macho e R$ 10 por fêmea. Os moradores do local e os servidores da Prefeitura capturavam, prendiam, amordaçavam os cães e os arrastavam pelas ruas, levando-os até uma embarcação pertencente ao município para lançá-los no rio”. Muitos animais foram, inclusive, mutilados ao serem arrastados pelas ruas.

Júnior afirmou ainda que “sendo assim, não há que se falar em absolvição dos réus, eis que, por ação ou por omissão, todos participaram dos maus-tratos aos cães, promovendo os atos de selvageria com a perseguição e captura dos animais, desenvolvendo condutas criminosas que se enquadram nos tipos penais constantes da peça acusatória”.

Novo México proíbe competições de caça a animais selvagens

A recém-nomeada comissária de terras do Novo México, nos Estados Unidos, Stephanie García Richard, assinou sua primeira ordem executiva na última quinta-feira (10), proibindo a realização de competições de caça contra espécies ameaçadas em nove milhões de acres de terras fiduciárias do Estado.

Divulgação

Segundo o World Animal News, García Richard se uniu aos grupos Animal Protection Voters, The Sierra Club, Project Coyote, Wild Earth Guardians, Prairie Dog Pals, and Wildlife Conservation Advocacy Southwest para acabar com a abominável matança dos animais

A ordem torna ilegal organizar, patrocinar ou participar de concursos de matança de animais inocentes e desprotegidos, como coiotes, por entretenimento ou por prêmios.

“Estes não são concursos de caça. Eles são concursos de crueldade contra animais. É uma prática indesculpável e hoje eu usei minha autoridade para proibi-los em qualquer um dos nove milhões de acres da State Trust Land que sou encarregada de supervisionar”, disse Garcia durante uma coletiva de imprensa.

“A posição do Escritório de Estado sob minha direção é que toda a vida selvagem  é sagrada e toda ela desempenha um papel vital em nosso meio ambiente.”

De acordo com Garcia Richard, o que estava sendo abordado era “o esporte sangrento, em que os participantes matam dezenas de animais sem justificativa, por dinheiro e prêmios”.

Stephanie García Richard durante uma coletiva de imprensa.

Infelizmente a proibição “não restringe um fazendeiro de remover ou matar um animal que cause danos à agricultura ou a animais domésticos em terras de confiança do Estado”.

A nova ordem só se aplica a terra de confiança e abrange as espécies não regulamentadas pelo Departamento Estadual de Pesca e Caça, como os coiotes.

Ao longo dos anos, as tentativas de proibir os concursos que matam coiotes até agora não foram aprovadas.

De acordo com o Albuquerque Journal , um novo projeto de lei bipartidário foi pré-arquivado para os próximos sessenta dias pelos senadores Mark Moores, de Albuquerque, e Jeff Steinborn, de Las Cruces.

Brasil matou mais de 30 milhões de vacas, bois e bezerros para consumo em 2018

O Brasil matou mais de 30 milhões de bois, vacas e bezerros para consumo em 2018. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), só no terceiro trimestre do ano passado foram mortos 8,2 milhões de animais.

Foto: Getty Images

Isso não é surpreendente? Considerando que todos esses animais são criados simplesmente para serem reduzidos a alimentos e produtos – destituídos de qualquer direito em não sofrer ou morrer. A quantidade de bois, vacas e bezerros que matamos ao longo de um ano demanda uma área equivalente a países inteiros.

Fonte: Vegazeta

Caça a veados causa revolta em ativistas pelos direitos animais

A matança de dezenas de veados no Parque Fênix, em Dublin, antes da temporada de acasalamento, provocou revolta entre os ativistas pelos direitos animais.

Foto: PA

Segundo o Independent IE, cerca de 34 dos 550 veados que vivem no parque de Dublin foram baleados, na última quarta-feira, em uma tentativa de controlar sua população.

No entanto, ativistas do grupo da Aliança pelos Direitos Animais (AFAR) ficaram revoltados maneira pela qual os animais foram mortos, com um porta-voz descrevendo a matança como como “desumana”.

“Nós conversamos com as pessoas que estavam no parque  e elas ficaram horrorizadas”, disse Bernie Wright, da AFAR.

“Eles estavam dizendo que os animais estavam sendo alvejados de longe e então, quando estavam caídos, eles vieram para acabar com eles.

“Isso aconteceu no ano passado também, mas não tínhamos percebido o quanto é brutal”, acrescentou.

Um porta-voz do Escritório de Obras Públicas, que supervisiona a administração do parque, disse que cerca de 20 a 30 veados foram mortos durante cada ação usando “boas práticas, levando em consideração o bem-estar dos veados”.

Eles acrescentaram: “Uma população de cervos super-abundantes pode resultar em uma incidência crescente de acidentes de trânsito e aumentar o papel potencial dos veados na epidemiologia de doenças específicas”.

Grupos australianos de defesa dos direitos animais exigem o fim da matança halal muçulmana

A RSPCA e a PETA querem que os animais sejam atordoados antes de serem mortos, depois que a região de Flandres, no norte da Bélgica, proibiu os costumes tradicionais muçulmanos e judeus de matança animal.

Os maiores grupos de defesa dos direitos animais da Austrália exigiram o fim das práticas de abate halal e kosher.

Apesar da Indonésia obter 80% de sua carne bovina da Austrália, a RSPCA diz que as isenções religiosas que permitem que os animais estejam conscientes quando são mortos precisam terminar.

“Um pequeno número de matadouros na Austrália tem uma isenção para a matança de animais sem atordoamento prévio, autorizado pelas autoridades estaduais de alimentos”, disse. Isso significa que os animais estão totalmente conscientes e sentem dor e angústia no momento da morte.

A RSPCA defende que todos os animais devem ser atordoados antes do abate. A PETA diz que a maioria dos animais está totalmente consciente quando suas gargantas são cortadas com os métodos halal e kosher.

“Eles estão absolutamente e compreensivelmente apavorados quando as correntes são presas às pernas e são içadas para o ar de cabeça para baixo”. As informações são do Daily Mail Austrália.

“Para o gado e as ovelhas que são mortas sem pré-atordoamento, a inconsciência pode levar vários segundos agonizantes e dolorosos depois que suas gargantas são cortadas.”

A RSPCA e a PETA querem que os animais sejam atordoados antes de serem mortos, depois que a região de Flandres, no norte da Bélgica, proibiu os costumes tradicionais de abate de muçulmanos e judeus.

Em março de 2017, o ministro do Comércio, Steven Ciobo, visitou a Indonésia por três dias. Na ocasião anunciou que a Austrália apoiará as próximas leis da Indonésia, que entrarão em vigor em outubro de 2019, o que exigirá que bovinos de corte e ovelhas tenham suas gargantas cortadas para serem amplamente comercializados na maior nação de maioria muçulmana do mundo.

Para se qualificar como halal, ou permissível no Islã, animais vivos devem ter suas gargantas cortadas como parte do abate e morrer de perda de sangue.

Na maioria dos casos, os animais ficam atordoados antes de serem mortos, no entanto, as leis do governo estadual na Austrália concedem isenções religiosas, o que significa que o gado ainda pode estar consciente quando é abatido.

A região da Flandres, no norte da Bélgica, proibiu efetivamente as práticas tradicionais de abate halal e kosher desde 1º de janeiro, quando entrou em vigor a primeira lei proposta em 2017.

A região de língua francesa da Valônia, no sul da Bélgica, proibirá oficialmente essas práticas em setembro.

Quando a legislação foi proposta pela primeira vez em maio de 2017, foi considerada “o maior ataque aos direitos religiosos dos judeus desde a ocupação nazista” pelo Congresso Judaico Europeu.

Bélgica proíbe métodos halal e kosher de matança animal

Uma região belga proibiu a matança halal e kosher, a menos que o animal fique atordoado antes de ser morto, apesar dos críticos dizerem que isso viola a liberdade de religião.

Ban: Matança halal e kosher sem primeiro atordoar o animal agora é proibido em Flandres, na Bélgica, com a Valônia a seguir em setembro.

Segundo o Daily Mail, a região norte da Flandres é a primeira na Bélgica a implementar a proibição, seguida pela região sul da Valônia, em setembro do ano passado. A proposta de lei foi criticada como “o maior ataque aos direitos religiosos judaicos desde a ocupação nazista” pelo Congresso Judaico Europeu.

Tanto os rituais muçulmanos halal quanto os judaicos kosher exigem que os açougueiros matem o animal cortando sua garganta e drenando o sangue.

Sob a nova lei, os animais terão que ser eletrocutados antes de serem mortos, o que a maioria dos defensores dos direitos dos animais dizem ser mais humano do que os rituais halal e kosher.

As comunidades muçulmanas e judaicas da Bélgica expressaram sua oposição à lei, dizendo que halal e kosher exigem que o animal esteja em “perfeita saúde” quando sua garganta é cortada – o que excluiria a atordoamento do animal primeiro.

Alguns dizem que a proibição não é sobre os direitos animais mas sim sobre o anti-semitismo e islamofobia.

“É impossível conhecer as verdadeiras intenções das pessoas”, disse ao New York Times Rabbi Yaakov David Schmahl, um rabino em Antuérpia, capital da Flandres. “A menos que as pessoas digam claramente o que têm em mente, mas a maioria dos anti-semitas não fazem isso”.

“Isso definitivamente traz à mente situações semelhantes antes da Segunda Guerra Mundial, quando essas leis foram introduzidas na Alemanha“, disse ele.

Ritual: de acordo com as regras para carne halal e kosher, o açougueiro precisa abater o animal cortando sua garganta e drenando o sangue.

Em janeiro de 2018, várias organizações religiosas entraram com ações judiciais para impedir a nova legislação, incluindo uma apresentada em conjunto pela Federação Belga de Organizações Judaicas, o Congresso Judaico Europeu e o Congresso Judaico Mundial.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos já descreveu o massacre kosher como “um aspecto essencial da prática da religião judaica”, suas ações judiciais

Vários países, incluindo Suécia, Dinamarca, Suíça e Nova Zelândia, já proíbem o abate sem atordoamento.

Certificado halal de qualidade

Ano passado a startup de comidas veganas Impossible Foods recebeu certificação halal do Conselho Islâmico de Alimentação e Nutrição da América (IFANCA) sob os regulamentos do Jabatan Kemajuan Islam Malaysia (JAKIM).

“Halal” significa “legal” em árabe e é uma designação dada a alimentos que obedecem a restrições alimentares islâmicas – o que geralmente se refere a certos métodos de abate de animais. Os auditores do IFANCA visitaram as instalações de produção da Impossible Foods em Oakland, CA, para determinar que as instalações, ingredientes e o processo de produção do Impossible Burger baseado em vegetais atendem aos padrões alimentares descritos no Alcorão.

Royal Grill Halal – o fornecedor de rua do Yelp mais bem cotado de Nova York – se tornou-se o primeiro negócio desse ramo a adicionar o Impossible Burger ao seu menu.