Filhotes de pit bull vítimas de abuso são resgatados da casa de tutora negligente

Foto: Washington Humane Society/Facebook

Foto: Washington Humane Society/Facebook

Justiça foi feita quando Brenda Bullock, residente da cidade de Washington DC (EUA), foi presa e acusada de três crimes de crueldade contra animais após uma investigação da Washington Humane Society (WHS) e da Animal Rescue League (ARL).

Os três filhotes de pitbull de quatro meses de idade que ela negligenciou e abandonou foram entregues aos Oficiais do departamento de Controle Animal. Chase, Haagen Dazs e Klondike estavam todos sofrendo de doenças crônicas em péssimas condições de saúde, magros e famintos, os filhotes claramente não haviam recebido tratamento médico há meses e eram extremamente fracos.

Uma vez dado seu prognóstico pelos médicos, os três filhotes receberam mais de 9 mil dólares em tratamento médico e atendimento 24 horas da equipe veterinária da emergência.

O tratamento era dispendioso, demorado e complicado mas pelo menos os filhotes tinham um ao outro para se apoiar e confortar. Dois dos filhotes foram levados para um abrigo de adoção, mas Chase, que foi o mais afetado, permaneceu no hospital em tratamento.

Assim que o filhote chegou, descobriu-se que Chase sofria de sarna demodécica em todo o corpo e estava abatido, desnutrido, desidratado, hipoglicêmico, hipotérmico e anêmico.

Diante desse quadro crítico, os veterinários no início, não tinham certeza se Chase sobreviveria,mas após uma transfusão de sangue bem sucedida e 12 dias de terapia intensiva, ele melhorou o suficiente para ser transferido para um lar adotivo temporário médico.

Apesar de tudo, Chase parecia demonstrava bom ânimo e enfrentava tudo com coragem. Toda a equipe médica e de resgate torce para que o pequeno cãozinho melhore e eventualmente encontre um lar e uma família amorosa.

Embora os pit bulls tenham adquirido uma má reputação ao longo dos anos por serem uma raça agressiva e potencialmente perigosa, é impossível justificar a quantidade de abusos que os três pit bulls, que foram resgatados da casa de Bullock, receberam sob seus cuidados.

“Com a idade de quatro meses, Chase e seus dois irmãos sofreram mais tormentos do que qualquer ser vivo deve ser submetido em toda a vida”, disse Lisa LaFontaine, presidente e CEO da WHS / WARL.

“A crueldade com os animais, seja qual for, nunca pode ser tolerada e as pessoas de nossa comunidade devem saber que perseguiremos incansavelmente aqueles que cometerem esses crimes”.

Os esforços dessas pessoas dedicadas que salvam e reabilitam cães em situação de sofrimento merecem reconhecimento e aplusos. Graças a eles esses filhotes estão vivos e se reabilitando muito bem.

Um dia, eles com certeza serão capazes de superar o trauma que experimentaram e viver a vida normal e feliz que um cão merece ter desde o primeiro dia de sua vida.

12 mil médicos pedem ao governo dos EUA para não incentivar o consumo de laticínios

A sugestão é que repensem esse posicionamento e se espelhem na atual realidade dos canadenses (Foto: PCRM/Divulgação)

O Comitê Médico Pela Medicina Responsável, composto por 12 mil médicos, está pedindo ao governo dos Estados Unidos, por meio do Departamento de Agricultura e do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, para não incentivar o consumo de laticínios.

O governo dos EUA já nomeou um novo Comitê Consultivo de Diretrizes Dietéticas para definir quais serão as recomendações no período 2020-2025. A sugestão do Comitê Médico é que repensem esse posicionamento e se espelhem na atual realidade do Canadá.

Na última atualização do Guia Alimentar do Canadá, desenvolvido por médicos nutrólogos e nutricionistas, o governo canadense qualificou oficialmente a “dieta vegana” ou “vegetariana estrita”, em referência a uma dieta sem alimentos ou ingredientes de origem animal, como saudável. Além disso, destaca a importância do consumo de vegetais e encoraja a drástica redução do consumo de alimentos de origem animal.

No ano passado, Walter Willet e outros pesquisadores publicaram um estudo intitulado “Milk and other dairy foods and risk of hip fracture in men and women”, refutando a suposta necessidade dos seres humanos consumirem leite de animal de outra espécie e apontando as más consequências do excesso de laticínios para a saúde.

Willett, que é médico e tem doutorado em saúde pública, também é professor de nutrição e epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard e chairman do Departamento de Nutrição da Universidade Harvard.

Médicos protestam contra o “McDonald’s Bacon Hour”

Os alertas sobre os risco de câncer relacionados ao consumo de carnes e, particularmente, carnes processadas como bacon já foram dados. Cientistas e médicos afirmam que as chances da doença ser desenvolvida em pessoas com alimentação animal e derivados é muito maior do que naquelas com uma dieta à base de vegetais.

Foto: Divulgação

Parece que o McDonald’s não se importa com isso e lançou o “Bacon Hour”, como uma forma de incentivar as pessoas ao perigoso consumo do produto.

Médicos do Comitê de Médicos pela Medicina Responsável (PCRM), uma organização formada por mais de 12 mil profissionais da área médica, protestaram contra o McDonald’s Bacon Hour. Durante a promoção, os clientes recebiam bacon grátis em qualquer pedido.

A manifestação contou com médicos segurando cartazes vermelhos e amarelos que diziam “ #paremdecomerBacon ”, “Câncer colorretal: Estou me arriscando a ele”, e “Bacon provoca câncer colorretal” do lado de fora de um restaurante McDonald’s em Washington DC. O PCRM também distribuiu kits sobre o câncer colorretal.

Foto: Physicians Committee for Responsible Medicine

“O seu cólon não vai amar o McDonald’s Bacon Hour”, disse o presidente e fundador da PCRM, Neal Barnard, MD. “O McDonald’s deveria oferecer aos clientes uma proteção contra para câncer colorretal com opções livres do bacon, o causador de câncer.”

Bacon causa câncer?

Bacon e outras carnes processadas, como frios, mostraram aumentar o risco de várias formas de câncer, incluindo o colorretal. Em outubro de 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou-a como “carcinogênica para humanos” após revisar mais de 800 estudos relacionados à dieta. A OMS concluiu que algumas fatias de bacon consumidas diariamente podem aumentar o risco de câncer colorretal em 18%.

Uma pesquisa divulgada pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer (WCRF) em junho passado acrescentou que até mesmo pequenas quantidades de carne processada podem aumentar o risco.

“Não é necessário consumir carne vermelha para manter um estado nutricional adequado. Comer carne é não é essencial para uma dieta saudável”.

As evidências sobre carne processada são ainda mais claras. Os dados mostram que nenhum nível de ingestão pode ser associado com segurança alimentar.