Homem morre em armadilha para animais instalada por ele mesmo no MS

Foto: Freepik

No último sábado, Bruno Gubert Diniz, de 30 anos, foi encontrado morto na área rural de Dourados (MS). O rapaz havia combinado de jogar futebol com os amigos, mas antes disse que passaria em casa para alimentar os porcos.

Com a demora, os amigos decidiram ver o que aconteceu. No rancho situado na 6ª linha da rodovia MS-273, no distrito de Macaúba, encontraram Bruno já sem vida, após ser vítima de uma armadilha para animais que ele mesmo instalou ao lado do chiqueiro.

Segundo boletim da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, aparentemente Bruno Diniz tentou passar por baixo da linha que aciona a armadilha, mas acabou atingido no pescoço por um tiro de calibre 12 disparado pelo mecanismo que ele mesmo instalou.

Morre em zoo espanhol o “elefante mais triste do mundo”

A elefanta Flavia sozinha em seu cativeiro | Foto: Pacma

A elefanta Flavia sozinha em seu cativeiro | Foto: Pacma

A elefanta conhecido como “mais triste do mundo” morreu aos 47 anos, após mais de quatro décadas vivendo em confinamento solitário no zoológico de Córdoba (Espanha).

Flavia foi separada de sua família na selva aos 3 anos e passou ao todo 43 anos vivendo sozinha em seu cativeiro e faleceu na semana passada.

Grupos de defesa dos direitos animais tentaram por diversas vezes junto ao zoológico conseguir que Flavia se mudasse para um local onde ela pudesse ter contato com outros elefantes, mas não tiveram sucesso a tempo.

A saúde da elefanta vinha se deteriorando há vários meses, suspeitava-se que ela sofria de depressão, segundo informações do jornal The Local.

Ela desmaiou em seu cativeiro na sexta-feira, e após os veterinários atestarem que Flavia não conseguia mais ficar em pé, a elefanta foi eutanasiada.

Amparo Pernichi, vereador encarregado de questões ambientais da prefeitura de Córdoba, disse que a morte de Flavia foi “um tremendo golpe para a equipe toda do zoológico”, segundo o site.

“Nos últimos seis meses, a condição física de Flavia se deteriorou muito, mas especialmente nas duas últimas semanas esse declínio foi mais acentuado”.

Pernichi chamou Flávia de “ícone da cidade” e declarou que sua ausência seria muito sentida.

Os elefantes são seres altamente sociais que vivem em grupos cm estruturas familiares na natureza.

Os elefantes africanos vivem em bando com uma média de 11 membros ou mais por grupo, porém, alguns “mega-bandos”, de mais de mil indivíduos vivendo juntos, já foram observados na natureza.

Um estudo de 2009 apontou que a interação com outros elefantes propicia “a forma mais significativa de enriquecimento e bem estar” para os animais que vivem em cativeiro.

Há relatos de elefantes vivendo sozinhos que chegaram a recorrer a “auto-mutilação” como forma de alívio da solidão, praticando atos como morder-se, ou adotar comportamentos que indicam problemas de saúde mental, como o balançar rítmico de pernas e cabeça.

Garoto de doze anos morre em incêndio ao tentar salvar seu cãozinho

Foto: Reprodução / Facebook

Hunter com seu cãozinho Pugley | Foto: Reprodução / Facebook

As causas do incêndio na residência que fica em Kentucky (EUA) ainda estão sendo investigadas, mas suspeita-se que possa ter sido causada por um curto circuito em uma lâmpada deixada acesa por acidente.

Além do menino de 12 anos, Hunter, moravam na casa seus pais e uma irmã de 5 anos. Eles teriam conseguido fugir do incêndio quebrando uma janela e escapando por ela, conta o Departamento de Polícia do Condado de Pulasky. Mas o garoto teria retornado à casa ao perceber que o cãozinho não havia conseguido sair também.

Quando a equipe da emergência chegou ao local, já era tarde demais para Hunter.

Seu corpo foi encontrado em um dos quartos dentro da casa. Além de Pugley, três outros cães morreram no incêndio.

A mãe de Hunter, Ashley, teve intoxicação por fumaça e foi levado em estado de emergência ao hospital.

O funeral de Hunter, está marcado para esta quinta-feira (07), exatamente uma semana depois do incêndio que levou sua vida. Em seu obituário consta que ele voltou por amor ao seu cãozinho e não conseguiu e agora eles “estarão, os dois juntos, ao lado de Jesus”, contam seus pais, Ralph Tyrone e Ashley Denney Wesley.

Os pais descrevem Hunter como um garoto de sorriso fácil e que adorava conversar. “A coisa que ele mais amava era o seu cãozinho Pugley, mas ele também adorava jogar seu jogo de videogame favorito, Fortnite. Ele era um garoto muito inteligente, amoroso e generoso que tinha um ótimo senso de humor e um coração de ouro”, contam eles.

Hunter com os pais e a irmã mais nova, Tylee | Foto: Reprodução / Facebook

Hunter com os pais e a irmã mais nova, Tylee | Foto: Reprodução / Facebook

Segundo os pais, Hunter adorava brincar de pega-pega com sua irmãzinha, Tylee e seu primo, Logan. Ele estava sempre brincando e fazendo as pessoas rirem: “ele foi muito especial para todos” concluem emocionados.

Os bombeiros da região contam que combateram o fogo por seis horas, o caminhão tanque de água chegou ao local as 4:40 da madrugada e a casa estava totalmente engolida pelas chamas conforme relato dos oficiais presentes no local.

“A presença de ventos fortes ajudou a espalhar o fogo”, afirma o chefe dos bombeiros responsável, Josh Chief Whitis.

Casa após o incêndio que durou mais de seis horas | Foto: WLEX

Casa após o incêndio que durou mais de seis horas | Foto: WLEX

Apesar da infelicidade da tragédia e da pouca idade de Hunter, ele nos deixa um legado de amor e sacrifício imenso, que ficará registrado e será lembrado como um exemplo de dedicação e coragem raramente visto e amplamente admirado.

Uma lição de lealdade para com seu companheiro Pugley, alguém tão importante para ele quanto a própria vida.

dogão

Cão enterrado vivo em Alagoas morre devido a complicações na saúde

Dogão, o cão da raça rotweiller, morreu na manhã da última segunda-feira (21). Ele havia sido resgatado por voluntários da ONG Projeto Acolher após ter sido enterrado vivo em um terreno baldio na Barra de São Miguel, em Alagoas (AL).

dogão

Foto: Facebook | Reprodução

O cachorro foi salvo no dia 8 de janeiro, depois que moradores da região ouviram seu choro e o resgataram, a partir daí, o cão passou para os cuidados do Projeto Acolher. De acordo com a ONG, o cão morreu devido a complicações em seu estado de saúde.

À época de seu resgate, os voluntários do Projeto Acolher disseram que o estado de Dogão era gravíssimo, chegando a suspeitar que o cão sofria de cinomose, mas a hipótese foi descartada por exames. Até esta segunda-feira (21), não houve nenhum diagnóstico preciso sobre a doença da qual sofria Dogão, cujo corpo apresentava inúmeras feridas e infestação de carrapato.

A ONG informava aos seguidores do Instagram sobre o quadro de saúde do animal. “Pessoal, o Dogão está muito ruim! O xixi dele é só pus! Ele parece não querer viver. Imploramos por muita oração pelo nosso Dogão!”, escreveu o Projeto Acolher no final da noite de domingo (20).

O criminoso que enterrou o cachorro vivo foi indiciado pela Polícia Civil de Alagoas por maus-tratos. O inquérito foi concluído e será remetido para análise ao Ministério Público.

Punição para o crime

Em dezembro de 2018, foi aprovado um projeto de lei que aumenta a pena para crimes de maus-tratos contra animais. Atualmente, a pena para esse crime é de dois meses a um ano de prisão.

O projeto de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pretende aumentar a pena entre um a quatro anos de prisão, além de uma multa de até mil salários mínimos. O projeto ainda aguarda aprovação da Câmara dos Deputados