Foca tem a cabeça decepada ao ficar presa em redes de pesca descartadas no oceano

Imagens fortes e tristes revelam o sofrimento de uma foca que ficou presa em mais de 35 kg de lixo marinho. A situação crítica e fatal ocorreu na costa da Cornualha foi descrita como “um dos piores casos de enredamento já visto em qualquer parte do mundo”.

O mamífero foi encontrado com plástico e redes de pesca ao redor do pescoço. O grupo Resgate de Vida Marinha de Mergulhadores Britânicos (BDMLR) foi inicialmente acionado em 11 de maio, após a foca cinzenta ser avistada no mar perto de Boscastle, presa em uma enorme massa de lixo marinho e material descartado não biodegradável.

Foto: SWNS

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Apesar de uma busca realizada por toda região, o animal ferido e preso não foi encontrado. Mas na segunda-feira última (27) a mesma foca foi encontrada em terra ao longo da costa de Trebarwith Strand provavelmente trazida pela maré, tendo infelizmente morrido em consequência dos ferimentos.

Voluntários da BDMLR e da Associação contra Enredamentos Marinhos da Cornwall Wildlife Trust (CWTMSN) compareceram ao local para registrar e fotografar o corpo do animal em detalhes e remover o material de enredamento ao redor dele.

Foto: SWNS

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No entanto, a equipe de resgate confessou que nada os havia preparado para a visão “angustiante” escondida sob a poluição marinha. O BDMLR afirmou que, quando o material em volta do pescoço foi gradualmente cortado e retirado, a escala de sofrimento que o animal passou foi precisamente revelada.

A coordenadora assistente do BDMLR na Cornualha do Norte, Michelle Robinson-Clement, disse: “Este animal sofreu uma morte lenta e torturante, não há dúvidas sobre isso.

“Este é um dos piores casos de enredamento que já vimos em qualquer parte do mundo devido à natureza extrema de seus ferimentos. “O material que foi retirado dele pesava 35 kg. “A foca não teria conseguido nadar ou mergulhar”.

Foto: SWNS

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Seu corpo foi recuperado pelos voluntários da CWTMSN no dia seguinte e levado para um exame post-mortem no Campus Cornwall da Universidade de Exeter em Penryn.

No exame, descobriu-se que a carga pesada causada pela rede presa ao animal havia criado uma ferida enorme que envolvia toda a região entre a cabeça e os ombros da foca. Isso causou tanto dano aos músculos do pescoço do pinípede que as vértebras e a traqueia estavam a mostra e fazendo com que ela não fosse capaz nem de levantar a própria cabeça.

No mínimo, a foca passara três semanas nesse sofrimento, o que a deixou faminta, fraca e exausta.

James Barnett, patologista do Cetacean Strandings Investigation Program que examinou a foca, disse: “Este é provavelmente o ferimento mais grave que vi em 27 anos de trabalho com focas e o nível de sofrimento que este animal deve ter passado é verdadeiramente espantoso”.

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Niki Clear, Oficial de Conservação Marinha da Cornwall Wildlife Trust, disse: “Infelizmente, este é apenas uma das centenas de milhares de mamíferos marinhos que são mortos como resultado do emaranhamento em lixo no oceano a cada ano em todo o mundo. E este caso mostra quão impactante é uma visão dessas para aqueles de nós que lidam com isso regularmente”.

“No entanto, incidentes como este nos dão a oportunidade de chamar a atenção do público para a necessidade de ações urgentes sobre o estado de nossos oceanos e as atitudes que qualquer um pode tomar para ajudar a reduzir ou impedir que a poluição chegue ao meio ambiente e mate mais de nossa vida selvagem”.

“Embora seja um caso incrivelmente perturbador, precisamos contar a história desse animal para garantir que ele não tenha sofrido e morrido por nada, e que algo seja feito a respeito disso para salvar outros animais marinhos”.

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Bebê elefante tenta desesperadamente acordar sua mãe morta

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebê elefante é visto tentando acordar sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

O filhote acariciou com sua tromba a cabeça de sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e de seu filho em sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

O bebê elefante, inconsciente do fato de sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la em uma cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação atualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilhão, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Nona baleia aparece morta em menos de dois meses na baía de São Francisco

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

Especialistas em mamíferos marinhos estão preocupados com a morte de mais uma baleia cinza cujo corpo apareceu na baía em San Francisco (EUA) trazido pela maré.

A baleia encontrada segunda-feira última em Ocean Beach foi o nono cetáceo descoberto na área desde março.

Uma necropsia conduzida pelo Centro de Mamíferos Marinhos indica que ela pode ter sido atingida por um navio.

Acidentes como este, infelizmente, não são incomuns; o centro diz que três baleias que apareceram mortas anteriormente também foram atingidas por navios, enquanto outras quatro morreram de desnutrição. A causa da morte da outra baleia não foi determinada.

Mas o centro afirma que biólogos localizaram baleias cinzentas em condições precárias durante sua migração anual deste ano do México para o Alasca.

Eles suspeitam que alguns estão tendo dificuldade em encontrar comida suficiente para se alimentar, já que o aquecimento das águas alterou as condições oceânicas causando mudanças em seus suprimentos alimentares, que podem variar de krill a pequenos animais semelhantes a camarões até pequenos peixes.

O cadáver mais recente foi encontrado virado de bruços, sobre o estômago, o que segundo os pesquisadores, dificulta a realização dos testes.

“Normalmente, quando uma baleia flutua, ela fica sobre as costas”, disse o Dr. Padraig Duignan, principal patologista do Marine Mammal Center, ao ABC7.

“Isso nos dá acesso fácil à cavidade abdominal.”

“Ferimentos na parte de trás da cabeça, parte de trás do tórax, consistentes com trauma contuso de algo grande como um navio ”, acrescentou o pesquisador.

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

O Centro de Mamíferos Marinhos confirmou a triste descoberta depois que os avistamentos foram relatados na manhã de segunda-feira e ao completar a necropsia da baleia na terça-feira.

Enquanto uma média de cinco a 10 baleias cinzentas geralmente morrem e são trazidas para a terra pelo mar ao longo de um ano inteiro, esse número já foi alcançado em questão de semanas.

“Temos o compromisso de realizar essas investigações com nossos parceiros para encontrar soluções de longo prazo para evitar esses incidentes no futuro”, disse a entidade no Twitter, observando que já realizou 8 necropsias com baleias cinzentas este ano.

Bebê elefante encontra nova família após perder a mãe de forma trágica

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Quando o telefone destinado a atender e socorrer elefantes órfãos toca, a equipe do Projeto Orfanato de Elefantes na Zâmbia (África) prepara-se para receber notícias de algum elefante que perdeu a mãe, assustado e muitas vezes machucado.

Em 8 de agosto de 2017, o Centro de Elefantes Órfãos recebeu um chamado sobre um filhote do sexo feminino, frágil e desamparado, com apenas 16 meses de idade.

Ela havia sido cruelmente separada de sua família e privada de se alimentar do leite materno rico em nutrientes, alimento básico dos elefantes bebês, o que significava que ela estava fraca e vulnerável e precisava de ajuda urgente.

Em função dos incidentes causados pela caça terem sido relatados na mesma área durante o período em que o elefante surgiu, os funcionários do projeto deduziram que o filhote tenha perdido sua família e se visto sozinha e confusa por causa da ganância humana.

A equipe resgatou-a e transportou-a para o berçário de elefantes Lilayi em Lusaka – uma das instalações do Projeto Orfanato de Elefantes. Ela foi nomeada de Mkaliva. A vida de Mkaliva estava agora em mãos carinhosas e capazes.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

A órfã foi cercada de cuidados por humanos que lutavam para que ela vivesse. Mkaliva recebeu atendimento 24 horas por dia, enquanto seus níveis de energia caíam constantemente, mostrando como seu corpo estava lutando para lidar com o trauma físico e emocional que ela estava experimentando.

Dias se passaram enquanto a equipe se dedicava em recuperar a saúde da órfã. Aos pouco ela começou a se sentir mais confortável em seu novo ambiente e na presença de seus irmãos substitutos nas acomodações próximas a ela, tão perto que suas trombas podiam alcançar suas acomodações e tocá-la. Esses momentos ternos foram os primeiros compartilhados com sua nova família.

Assim que ganhou mais confiança, Mkaliva juntou-se à nova família nas caminhadas diárias, onde pode interagir com eles, passando a conhecê-los um pouco melhor. Os elefantes a receberam com carinho, encorajando-a a quebrar as barreiras e aproveitar a vida mais uma vez.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

O mini rebanho ficou bem perto um do outro durante sua primeira caminhada juntos o que deu a eles uma sensação extra de segurança, enquanto os cuidadores mantinham um olhar atento sobre os filhotes.

A última vez que a órfã andou ao lado de elefantes ela estava com sua manada original; rodeada por aqueles que conhecia desde que nasceu e provavelmente como os demais elefantes, ela teria percorrido livremente seu ambiente selvagem protegida pela mãe e demais parentes, inconsciente do destino que a aguardava.

Infelizmente a elefantinha não pode seguir com sua família e teve sua vida transformada para sempre.

Foto: One Green Planet

Foto: One Green Planet

Ela provavelmente nunca mais verá sua família de sangue, mas os laços que está formando com seus novos amigos órfãos fazem parte dos passos que Mkaliva dá rumo à sua recuperação.

A cada dia que passa, esses laços tendem a se fortalecer e ela poderá continuar com sua vida cercada por aqueles que também perderam suas famílias. Juntos, eles vão se curar e terão uma segunda chance na vida.

Ver esse jovem grupo se comportar como uma família é comovente, e embora eles nunca possam realmente substituir as famílias naturais um do outro, eles estão fazendo um trabalho muito bom ao tentar.

Homem resgata canguru órfão com intenção de mantê-lo como animal doméstico

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Um canguru órfão foi resgatado no meio da noite de uma rua movimentada em Melbourne na Austrália depois que um homem, que queria mantê-lo como animal doméstico, ligou para um hospital veterinário em busca de orientações sobre o leite que deveria comprar para alimentá-lo.

Nicola Rae, uma voluntária do Amaroo Wildlife Shelter, disse que o homem, supostamente sob a influência de drogas, ligou na noite da terça-feira última (30), para perguntar sobre que leite poderia ser comprado em uma loja de conveniência para alimentar a canguru bebê de quatro quilos, agora chamada de Mia.

Segundo informações do Daily Mail, a mãe de Mia foi morta em um acidente de trânsito em algum lugar perto da fronteira de New South Wales e Victoria, mas o motorista do caminhão parou para tirá-la da bolsa da mãe.

O amigo do motorista, que mantinha Mia envolta em um casaco para aquecê-la, foi quem chamou os especialistas em vida selvagem.

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Rae disse que teve que convencer o interlocutor de que Mia só poderia ser criada por profissionais especializados e treinados em animais selvagem e que o leite destinado a humanos poderia fazer muito mal ao animal, correndo o risco de deixá-la doente.

Cuidadores de vida selvagem têm leite especialmente formulado para cada espécie.

“Eventualmente, eu consegui convencer este homem a me deixar vir buscar o bebê canguru”, disse Rae em um post no Facebook.

Selma, uma das veterinárias do Amaroo Wildlife Shelter, acompanhou Rae até uma “área muito perigosa e de má fama de Melbourne” tarde da noite para pegar Mia.

“As pessoas que estavam com Mia em seu poder eram rudes, mas gentis o suficiente para protegê-la e a tinham envolvido em um casaco de frio, que o homem que a segurava estava orgulhosamente me contando”, Rae descreveu sua experiência.

“A pessoa que a tinha nos braços estava mais preocupada em não conseguir tirar fotos com o canguru, pois ela estava tão assustada que se enrolava e escondia na manga do casaco”.

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Rae explicou à pessoa que estava com o animal que a exposição ao estresse pode matar animais selvagns e tirar fotos não era uma boa idéia para um animal assustado que passou por um trauma severo como perder a mãe e passar por um acidente.

Eles prometeram que mandariam fotos de Mia para ele mais tarde e levaram o canguru para o Centro de Proteção à Vida Selvagem Amaroo.

Já no abrigo, Mia foi colocada na companhia com Clancy, um canguru do sexo masculino da mesma espécie que ela, e os dois estão se dando bem.

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

Cancy e Mia | Foto: Amaroo Wildlife Shelter

“Leah fez um trabalho maravilhoso ao criá-lo [Clancy] até aqui, mas tem tantos outros pequenos precisando de ajuda que fazia sentido que ele viesse morar com Mia, já que eles têm a mesma idade e ela estava sozinha.”

Animais selvagens não devem ser mantidos como animais domésticos, eles tem necessidades especiais, que os diferenciam de cães e gatos e não conseguem se adaptar à vida em cativeiro.

Tanto em zoológicos como em residências a pratica de retirar animais selvagens de seus habitats naturais é condenável e causa danos severos a esses seres inocentes que muitas acabam morrendo em decorrência de tal violência.

Criadores vendem animais selvagens como domésticos

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Australia que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

Tartaruga é encontrada morta no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió (AL)

Uma tartaruga foi encontrada morta na manhã deste sábado (4) no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió, no estado de Alagoas.

Foto: Arquivo Pessoal/Carlos Eduardo Costa

O animal é da espécie Verde e estava em avançado estado de decomposição.

Técnicos do Instituto Biota de Conservação foram ao local para recolher o animal e fazer a perícia para identificar a causa da morte.

Fonte: G1

Tartaruga é encontrada morta em praia de Florianópolis (SC)

Uma tartaruga-cabeçuda foi encontrada morta em Florianópolis (SC) na manhã desta sexta-feira (19) na Praia do Morro das Pedras, informou a Associação R3 Animal. O réptil, um adulto, não apresentava lesões aparentes.

Foto: Associação R3 Animal/Divulgação

O animal, da espécie Caretta caretta, era um macho adulto com 94 centímetros de casco. A tartaruga foi recolhida para necropsia, mas o procedimento não pôde ser feito por causa do avançado estado de decomposição.

Conforme a associação, o corpo será recolhido por uma empresa especializada para que o descarte correto seja feito.

A associação orienta que quem encontre um animal marinho morto ou debilitado, ligue para o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, no telefone 0800 642 3341.

Fonte: G1

Uma das últimas vaquitas do mundo é encontrada morta no México

O animal foi encontrado desfigurado em San Felipe, no Golfo Da Califórnia, no México (Foto: Sea Shepherd)

Uma das últimas vaquitas do mundo foi encontrada morta no México há exatamente um mês pela Sea Shepherd. Enquanto a organização de conservação da vida marinha patrulhava o chamado Refúgio das Vaquitas em San Felipe, no México, eles encontraram uma rede de pesca ilegal por volta das 15h.

Junto à rede havia um animal branco não identificado. A princípio, os envolvidos no resgate pensaram que se tratava de um peixe marinho da espécie totoaba, já que os dois têm praticamente o mesmo tamanho e são endêmicos do Golfo da Califórnia.

No entanto, o animal, que já estava desfigurado, era realmente uma vaquita. A avaliação da carcaça foi feita pela cientista da Sea Shepherd, Laura Sánchez, e pela equipe do capitão Octavio Carranza, que enviaram fotografias e material genético para confirmar em laboratório a identidade do espécime mais tarde entregue às autoridades do governo.

Atuando no Golfo da Califórnia desde 2015, como parte da Operação Milagro, a Sea Shepherd revela que já encontrou 36 mamíferos marinhos presos em redes ilegais de emalhar. Nove eram cetáceos e apenas um sobreviveu – uma baleia jubarte.

Em março, o Comitê Internacional para a Recuperação da Vaquita (Cirva) publicou um relatório informando que é possível que existam apenas 10 vaquitas no mundo. A maior causa do risco de extinção é a pesca ilegal no Golfo da Califórnia, onde a morte das vaquitas é um efeito colateral da pesca de totoaba, espécie de peixe com bexigas natatórias que têm alto valor comercial na China.

Em reação à situação, o diretor Richard Ladkani e o ator e produtor Leonardo DiCapriouniram forças para produzir o documentário “Vaquita – Sea of Ghosts”, que foi aclamado no Sundance Film Festival, em Park City, Utah, em fevereiro.

Baleia é encontrada morta com feto e 22 kg de plástico no estômago

Uma baleia foi encontrada morta com um feto em estado avançado de decomposição e 22 kg de plástico no estômago em uma praia na Sardenha, na Itália, na última semana. O animal pertencia à espécie cachalote, era fêmea e tinha aproximadamente 8 metros de comprimento. Ela foi encontrada em Porto Cervo, uma região turística e bastante populosa.

Foto: SeaMe Sardenha

Entre os lixos encontrados no estômago da baleia, estava um recipiente que ainda tinha código de barras visível. Havia também rede de pesca, saco de lixo e até uma cápsula de colocar líquido em máquinas de lavar roupas. As informações são do Portal R7.

A causa da morte do animal ainda é desconhecida, mas uma autópsia já foi realizada. Exames toxicológicos, conforme disse à CNN a equipe do SeaMe Sardenha (Associação Educacional Ambiental), ainda serão feitos e devem indicar o motivo da morte.

O presidente da equipe SeaMe, Luca Bittau, suspeita que “a cachalote abortou antes mesmo de encalhar morta, devido ao estado de composição do feto, que já estava em nível avançado”. O tempo de gestação, no entanto, não foi revelado. Nesta espécie, a gravidez pode durar de 14 a 16 meses.

Outro caso

No início de março, uma baleia foi encontrada morta com 40 kg de plástico no organismo. O caso aconteceu nas Filipinas.

Há uma semana, o governo europeu sancionou uma legislação que vai proibir o uso de plástico descartável a partir do ano de 2021.

Tartaruga é encontrada morta em meio à poluição de canal no RJ

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta no último sábado (23) em meio à poluição do Canal da Ogiva, no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro.

Foto: Internet / Reprodução Inter TV RJ

A poluição do local onde o animal foi encontrado morto serve de alerta para a sociedade e os governantes, já que é o uso e descarta inadequado do que é consumido pela população, somado ao descaso do governo, que leva lixo para regiões habitadas por animais.

Ao ser encontrado, o corpo da tartaruga já estava em estado avançado de decomposição. As informações são do portal G1.

O animal foi entregue à Guarda Marítima Ambiental por um morador da região que o encontrou. O órgão, por sua vez, encaminhou o corpo para a CTA – Serviço de Meio Ambiente, ligada à empresa Petrobras.

Como havia muito lixo no local em que a tartaruga foi localizada, existe a possibilidade, segundo a Guarda Marítima Ambiental, do animal ter morrido asfixiado devido à ingestão de plástico. No entanto, a causa da morte ainda não foi identificada.