Protetora de animais é emboscada e morta por morador de rua

Foto: Cidade Alerta/Facebook

Foto: Cidade Alerta/Facebook

Laura Hissai Ishicava, 56 anos, era conhecida na região onde morava, em Guaianases na zona leste de São Paulo, por alimentar e cuidar de cães em situação de rua.

Considerada por todos uma pessoa de bom coração, que só procurava fazer o bem, ela circulava pelas ruas do bairro diariamente, colocando comida para os animais e tratando daqueles que estivessem feridos ou doentes.

Edna Ishicava, irmã da Vítima diz que ela “tirava da própria boca para dar para os animais”. Ela conta que ao ser demitida do emprego de digitadora, a irmã gastou toda a rescisão com os cães e passou a se dedicar integralmente à causa animal.

Desde jovem, Laura se dedicava a alimentar os cães de rua da região, ela se mudou para o bairro ainda criança e por isso era muito conhecida na vizinhança.

Além de alimentar os animais, a protetora também ajudava os moradores de rua com cobertores e comida.

Passava da uma da manhã quando Laura saiu para alimentar os cães do bairro aquele dia, levando no carrinho de feira a comida preparada por ela mesma: arroz com fígado de frango.

Desempregada, ela não tinha dinheiro para gastar com ração, mesmo assim, a protetora não deixava de alimentar os cães de rua.

Foi a câmera de segurança que Laura instalou do lado de fora de sua casa que filmou o momento em que ela saiu. O equipamento foi instalado para monitorar os cães que ficavam do lado de fora da residência, pois ela tinha medo que eles sofressem maus-tratos.

Além dos cães que criava dentro de sua casa, ainda haviam os que dormiam em casinhas do lado de fora, na rua, cães que a vizinhança também ajudava a cuidar.

Laura saiu de madrugada pois só nessa hora ficava pronta a comida, eram quilos de alimento e ela utilizava o carrinho para conseguir carregar tudo e sair para distribuir os alimentos aos animais.

A protetora comentava com a família que podia sair tranquila, mesmo sendo de madrugada pois era querida e conhecida por todos os moradores de rua da região que reconheciam seu trabalho social.

O morador de rua, identificado como Rafael, conhecido como Alagoas, de 26 anos, atraiu Laura até um posto de gasolina abandonado, onde ele dormia regularmente dizendo que seu cão, o Pretinho, passava fome. O posto de gasolina ficava a menos de um km da casa da protetora, conforme informações do portal R7.

Foto: Cidade Alerta/Facebook

Foto: Cidade Alerta/Facebook

Rafael já conhecia Laura, pois ela sempre passava pela região carregando seu carrinho de feira com os alimentos para os animais.

Laura entrou na construção abandonada, levando um pote de comida para o cãozinho, quando foi atingida com um pedaço de pau na cabeça e desmaiou, com a vítima já desacordada, o morador de rua colocou fogo no local e saiu dizendo que tudo havia sido um atentado.

A família não consegue entender o que teria motivado o criminoso a agir dessa forma violenta e cruel com a protetora. A sobrinha de Laura foi quem viu o corpo carbonizado após a polícia encontrar o local do crime. Porém, só foi possível saber que era realmente Laura, após o próprio assassino se apresentar como testemunha à polícia.

Rafael, se apresentou inventando que a protetora tinha sido atacada por vários homens e que ele mesmo tinha sido vítima do ataque, mas conseguiu escapar. Após cair em contradição várias vezes e ser pressionando pela polícia o criminoso acabou confessando o crime.

O motivo permanece desconhecido.

Rafael encontra-se detido pela polícia e responderá pela morte de Laura.

Baleia é encontrada morta com 40kg de sacola plástica no estômago

Foto: Darrell Blatchley’/Facebook

Foto: Darrell Blatchley’/Facebook

Pelo menos 40 quilos de plástico foram retirados do estômago de uma jovem baleia-bicuda-de-cuvier que morreu por volta das 10h no último sábado, 16, um dia depois de encalhar em Barangay Cadunan, na província de Compostela Valley, nas Filipinas.

“Esta é a maior quantidade de plástico que já vimos em uma baleia. É repugnante ”, afirmou Darrell Blatchley, biólogo marinho americano, que mora atualmente na cidade de Davao, e presidente da D ‘Bone Collector Museum Inc., em sua página no Facebook como definição da “causa final da morte ”.

Ele conta que encontrou na barriga da baleia, de mais de 4m de comprimento, 16 sacos de arroz, quatro sacos semelhantes aos utilizados nas plantações de banana, e várias sacolas de compras de mercados, entre outros.

O biólogo afirma que a lista completa de materiais plásticos será divulgada em detalhes nos próximos dias. Ele pediu ao governo que tome medidas contra aqueles que continuam a tratar os canais de água e o oceano como grandes “lixões”.

Foto: Darrell Blatchley’/Facebook

Foto: Darrell Blatchley’/Facebook

Divulgado no sábado à noite, o resultado da necropsia, conduzida por Blatchley e pela Dra. Elaine Vera Belvis, do Departamento de Recursos Pesqueiros e Aquáticos (BFAR), disse que “todos os compartimentos estomacais estavam cheios de materiais estranhos, como plásticos de diferentes tamanhos e formas, sacos, entre outros”.

O resultado também mencionou que tentáculos de lula foram encontrados também e a presença de parasitas foi observada no estômago e no rim da baleia.

O Escritório Municipal de Pesca da Região BFAR-Davao em seu relatório da noite de sábado disse que a baleia, vista em 15 de março, parecia “magra e fraca” e que os esforços para afastá-la eram fúteis pois ela sempre voltava para a costa.

Amostras de sangue foram colhidas da baleia e os resultados mostraram que o cetáceo, que tinha uma “espinha dorsal proeminente e uma cabeça em forma de amendoim”, também estava desidratada.

O relatório acrescentou ainda que a baleia vomitou sangue e teve descargas marrons pelo ânus um dia depois de ter ficado encalhada. Ela morreu alguns momentos depois.

Seus restos mortais foram levados imediatamente para o Museu Coletor D’Bone, na cidade de Davao, para necropsia.

Blatchley disse que nos últimos 10 anos, pelo menos 57 das 61 baleias cujos restos mortais estão no museu que ele administra “morreram devido a causas humanas”.

Em 13 de fevereiro deste ano, uma baleia cachalote pigmeu foi encontrada morta em Panacan, nesta mesma cidade. Um preservativo e diversos outros resíduos plásticos foram recuperados de seu estômago.

Cadela é morta por protetora de animais após pegar um gato

Uma cadela da raça pit bull foi morta a facadas após escapar e pegar um gato na Vila Santana, em Itapeva, no interior de São Paulo. A responsável por matar a cadela é uma protetora de animais.

Foto: Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no último sábado (9). Um boletim de ocorrência foi registrado pelo tutor da pit bull, segundo a Polícia Civil. O homem cobra justiça. As informações são do portal G1.

A polícia informou que a mulher não foi presa. Se for condenada, ela poderá ser punida com detenção de três meses a um ano, além de multa. A condenação, porém, também não leva o agressor à prisão, isso porque o crime, por ser considerado de menor potencial ofensivo, costuma ser ter a pena revertida em punições alternativas, como prestação de serviços comunitários.

Ainda segundo a polícia, a cadela foi ferida por três golpes de faca. Ela foi levada a uma clínica veterinária, mas não resistiu ao ferimentos e morreu. O gato que teria sido pego pela pit bull não sofreu ferimentos.

O tutor da cadela, Leandro Michel, conta que Mel tinha três anos e era dócil, brincalhona e nunca havia feito mal a ninguém.

“Ela era como minha filha. Minha esposa está grávida e eu queria que ela crescesse com a Mel. Só quero que essa mulher pague pelo que fez”, diz Leandro.

Tartaruga ameaçada de extinção é encontrada morta em praia de SP

Uma tartaruga foi encontrada morta pela equipe da Operação Praia Limpa em Ilhabela, no litoral de São Paulo. No local havia também outra tartaruga, viva, porém debilitada.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A tartaruga que estava morta pertence à espécie “gigante”. Maior espécie de tartaruga marinha, ela utiliza a costa brasileira para se alimentar e reproduzir e vive em média de 200 a 300 anos. A tartaruga encontrada viva é da espécie “verde”.

As duas tartarugas foram levadas até a praia do Engenho D’Água e, em seguida, ao Instituto Argonauta. A entidade não informou o estado de saúde do animal resgatado com vida. As informações são do portal Nova Imprensa.

“A tartaruga gigante esta criticamente ameaçada de extinção devido à intensa coleta de seus ovos e a captura acidental, que acontece por conta de redes fantasmas, que são redes de pescas abandonadas ou perdidas no mar”, explica a bióloga marinha Roberta Gomes, que acompanha o projeto que tira lixo das praias.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A bióloga faz também um alerta sobre os problemas do período de chuvas e a responsabilidade da sociedade. “O projeto está em ação para retirar o máximo de lixo marinho possível do mar, porém cada indivíduo deve fazer a sua parte, levando em conta que a maioria do lixo encontrado no mar é lixo doméstico. Nesse período de chuva constante que estamos enfrentando no Litoral Norte, todo lixo que está nas ruas é levado pela força da água para córregos e param no mar, por isso pequenas ações podem colaborar com o nosso ambiente e ajudar na preservação dos animais”, ressalta.

A Operação Praia Limpa encontrou nas praias vasos sanitários, pneus, ventilador, lâmpada, cabos e fios, materiais de pesca, plástico, garrafas de vidro, garrafa térmica, latas, ferro, isopor, tampinhas de plástico e ferro, madeira e lixo orgânico. Ao todo, foram retirados 170 kg de lixo do mar.

Além do material retirado da praia, a equipe abordou embarcações para distribuir folders educacionais e sacolas retornáveis ecológicas. Também fez mergulho para retirada de resíduos submarinos e limpeza de costeiras e píers.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura de Ihabela, através da Secretaria de Meio Ambiente, e das empresas Chevrolet Veibras, Macboot, Radio Ilhabela FM, ABLM e Instituto Supereco.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

Tartaruga ameaçada de extinção é encontrada morta no litoral de SP

Uma tartaruga-de-pente, espécie ameaçada de extinção, foi encontrada morta no domingo (10) por uma equipe da Guarda Costeira, que integra a Guarda Civil Municipal (GCM), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Foto: Reprodução / G1

Encontrada nas proximidades da área militar da Fortaleza de Itaipu, no bairro Canto do Forte, a tartaruga estava em estado avançado de decomposição. Ela pesava 55 quilos e foi recolhida pelo Instituto Biopesca.

A causa da morte, segundo o Instituto, só poderá ser determinada após uma série de exames laboratoriais. As informações são do portal G1.

Ao encontrar animais marinhos mortos ou vivos em praias do litoral paulista, a orientação é acionar o Instituto Biopesca pelos telefones 0800 642 3341 ou (13) 99601-2570 (chamada a cobrar ou pelo WhatsApp).

Em aproximadamente três anos, desde que o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) teve início, sete tartarugas marinhas foram encontradas mortas. Outras 2.533 foram resgatadas, sendo a maior parte delas tartarugas-verdes.

Baleia é encontrada morta em praia em Fernando de Noronha (PE)

Uma baleia foi encontrada morta na Praia do Meio, em Fernando de Noronha (PE), no último domingo (3). O animal, da espécie piloto, mede cerca de três metros de comprimento e apresentava mordidas de tubarão pelo corpo.

Foto: Léo Veras/Instituto Tubarões de Noronha

“Eu acho que a baleia estava morta e os tubarões a morderam. Ela foi mordida por tubarões tigre, possivelmente dois animais. Pelas mordidas, um tubarão deveria ter três metros, e outro, 2,5 metros”, explicou ao G1 o engenheiro de pesca Léo Veras, especialista em tubarões, após analisar o corpo da baleia.

De acordo com Veras, esta é a segunda baleia encontrada morta na região de Fernando de Noronha nesta época do ano. “No ano passado, no dia 10 de fevereiro, foi encontrada uma baleia morta na ilha e o animal também foi mordido pelos tubarões”, disse.

Além do engenheiro, técnicos do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade e pesquisadores do Projeto Golfinho Rotador também estiveram na praia.

O corpo do animal ficou nas pedras da Praia do Meio, chamando a atenção dos banhistas.

Tartaruga é encontrada morta com anzol no pescoço em Ilhéus (BA)

Uma tartaruga morta foi encontrada com um anzol preso ao pescoço na última segunda-feira (28) na praia do Jardim Atlântico, no município de Ilhéus, na Bahia.

Foto: Vânia Miranda/ Arquivo Pessoal

O animal foi encontrado por pessoas que passavam pelo local. De acordo com pesquisadores do Projeto A-mar, que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos da região, a tartaruga pertencia à espécie verde.

Um voluntário do projeto esteve na praia para enterrar o animal marinho. Nos últimos sete dias, cinco tartarugas foram encontradas mortas na região.

Outro caso

Águas-vivas foram encontradas na areia da praia dos Milionários, também em Ilhéus, na última terça-feira (29). A aparição desses animais na areia, segundo o Projeto A-mar, é normal durante o verão, já que esse é o período de reprodução da espécie, quando ocorre uma aglomeração de machos e fêmeas.

O projeto orienta os banhistas a não tocarem nas águas-vivas, já que é difícil descobrir se elas estão vivas. Caso estejam, elas queimam, como forma de defesa, quem nelas tocar. Em caso de queimadura, a ONG indica molhar o ferimento com vinagre ou com a água do mar. A água doce, segundo o projeto, intensifica a dor.

Tartaruga é encontrada morta em praia da Barra da Tijuca, no Rio

Foto: Lucas Strabko/TV Globo

Uma tartaruga-marinha de espécie ainda não identificada foi encontrada morta na altura do Posto 5, na praia da Barra, zona Oeste do Rio de Janeiro. O animal teria chegado à orla já sem vida e em estado de decomposição.

Segundo um banhista, o animal apresentava lesões da parte inferior do casco. Uma equipe do Ibama se prontificou a ir até o local recolher o cadáver da tartaruga.

Um salva-vidas que acompanhou a ocorrência informou que o mar está em período de ressaca, o que aumenta o número de animais mortos que chegam à orla.