Mulher adota bode que seria morto para consumo e salva a vida dele

A moradora de Perequê-Mirim, em Ubatuba (SP), Silvana Cordeiro, teve uma surpresa na noite da última terça-feira (2): um bode entrou no banheiro de sua casa. O caso viralizou nas redes sociais. Ela contou ao Tribuna de Jundiaí que até localizou o tutor e tentou devolver, mas o animal retornou à sua residência.

Foto: Arquivo Pessoal

“Postei em um grupo no Facebook e minha vizinha localizou o tutor do bode. Um homem simples, humilde, da roça, quando chegou no meu portão disse na maior naturalidade: ‘matei o outro e só não matei esse ainda porque está magro, mas vou engordar para vender a carne’”.

Silvana conta que o homem tentou levar o bode no dia seguinte, mas o animal se arrastava e não queria ir de jeito nenhum. Em um descuido, o bode retornou para a residência da Silvana. “Ele não queria morrer e eu não podia deixar. Então, decidi comprar”, disse.

Silvana, que é mãe de seis filhos, estudante de educação física e enfrentou um câncer no ovário durante quatro anos – agora em fase de remissão – pegou o dinheiro que estava guardando para comprar a peruca que usaria em sua formatura e comprou o animal.

Foto: Arquivo Pessoal

“Ele disse que queria 250 reais, mas eu só tinha 180 reais. Sugeri parcelar, ele aceitou. Logo termino de pagar o bodinho”, afirma Silvana.

Para ela, o bode, batizado como “Meia-Noite”, por causa do horário que apareceu em sua casa, trouxe sorte. Após a repercussão da história, ela recebeu a doação de várias perucas. “Estou muito feliz, ele me trouxe sorte! O bode não queria morrer, eu lutei tanto pra não morrer, não é justo deixá-lo morrer assim”, afirmou, emocionada.

Silvana, que recebeu o apoio da família, diz que vai adaptar sua casa para o Meia-Noite, que já fez amizade com seus gatos e cachorros. “Estou pesquisando o que ele come, como dorme, qual é o melhor local para deixar ele confortável. Ele é uma benção”, concluiu.

Fonte: Tribuna de Jundiaí

Justiça confirma 5 anos de prisão a acusados de matar cachorro em SC

A 3ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) de Santa Catarina confirmou pena de cinco anos de reclusão, além de mais quatro meses e 15 dias de detenção, a dois homens acusados de matar um cão a tiro, em Garuva.

O crime ocorreu em 2015, e a decisão sobre recurso apresentado pela dupla foi divulgada nesta quinta (4). A sentença prevê pena em regime inicial semiaberto.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Segundo o TJ, a acusação do Ministério Público aponta que os homens se envolveram em uma confusão em uma festa, saíram pra buscar uma arma —uma espingarda com numeração raspada— e, por algum motivo, não retornaram ao local. No entanto, ao andar pelo bairro, atiraram na cabeça do cachorro, que estava preso no quintal de uma casa.

Acionada pelo tutor do animal, a polícia localizou os suspeitos perto dali, após novo tiro ser disparado na rua.

A dupla foi denunciada por crimes contra a incolumidade pública e o meio ambiente, e respondeu por porte ilegal de arma, disparo de arma de fogo em local público e maus-tratos contra animal.

Em recurso, os homens alegaram que estavam embriagados e não agiram com dolo. Afirmaram também que atiraram contra o cachorro em legítima defesa, pois o animal poderia mordê-los.

Segundo o TJ, o desembargador Ernani Guetten de Almeida descartou os argumentos e votou pela manutenção da pena. Foi seguido de forma unânime pelos demais integrantes da câmara.

Fonte: Blog Bom Pra Cachorro – Folha de S. Paulo

Caçador pisoteado por elefante é comido por leões na África do Sul

Um caçador de rinocerontes foi pisoteado por um elefante e, em seguida, comido por um grupo de leões no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.

Foto: BBC

O caso foi descoberto após outro caçadores avisarem à família do homem que ele havia morrido após ser pisoteado pelo elefante. Os familiares notificaram a guarda florestal que, após iniciar buscas, encontrou um crânio humano e um par de calças dois dias depois, na última quinta-feira (4).

“Entrar no Parque Nacional Kruger ilegalmente e a pé não é (uma decisão) inteligente”, afirmou um representante da direção do parque. “Há muitos perigos e esse incidente é prova disso”, completou. As informações são do portal UOL.

O parque tem sofrido com a presença de caçadores que matam rinocerontes para comercializar os chifres desses animais em países asiáticos, onde se acredita que esses itens tenham propriedades medicinais.

No último sábado (6), o maior chifre de rinoceronte dos últimos cinco anos foi apreendido por autoridades aeroportuárias de Hong Kong, na China. O chifre está avaliado em US$ 2,1 milhões (R$ 8,14 milhões).

Suspeito de jogar gato para ser mordido por cães presta depoimento em delegacia

O homem suspeito de jogar um gato para ser mordido por cães, em Cândito Mota (SP), foi identificado e prestou depoimento na delegacia nesta sexta-feira (4). De acordo com a Polícia Civil, ele negou a ação.

Foto: Reprodução / Portal Assis City

Imagens de circuito de segurança que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um gato tenta fugir dos cães e sobe numa árvore.

O suspeito, que estava na companhia dos cachorros, pega um pedaço de pau e derruba o felino, que é mordido pelos dois cães.

Apesar de ter sido socorrido, o gato não resistiu aos ferimentos e morreu.

Fonte: G1

Animais órfãos podem ter depressão e morrer mesmo após resgate

Filhotes de animais resgatados sem a mãe correm um risco de vida maior que outros animais e podem até desenvolver depressão. O coordenador do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) de Campo Grande (MS), Marlon Cezar Cominetti, que recebe filhotes órfãos com frequência, conta que a ausência da mãe pode prejudicar a vida do animal.

Foto: Marina Pacheco / Campo Grande News

“A onça pode morrer por conta disso, não conseguimos prever, o animal entra em depressão”, disse. As informações são do portal Campo Grande News.

Um dos casos relatados por Cominetti é de um bugio que morreu de tristeza após ser resgatado. “Recebemos um há algum tempo que morreu, provavelmente, de tristeza, porque não tinha nada fisiologicamente. A gente não consegue dizer que é uma tristeza igual do ser humano, mas notamos na aparência. Ele fica apático, não brinca”, contou.

Entre os animais órfãos recebidos pelo CRAS, estão um beija-flor, tamanduás e papagaios. “Cuidamos do beija-flor no biquinho, mas quando está quase pronto para sair e pegar voo morre sem ter nenhum problema aparente. Tá perfeito, porém o que falta é a mãe. Recebemos ainda muitos tamanduás que se tivessem a mãe seria mais fácil. Filhotes de papagaio a gente dá comida dentro do papo, igual os pais fariam. Faz falta para todos. Alguns são mais sensíveis a ausência, diferente dos répteis que não costumam ter cuidado parental”, explicou.

Foto: Marina Pacheco / Campo Grande News

Para tentar salvar o animal que fica deprimido, os cuidadores do CRAS dão carinho para ele. “Damos carinho, mas não podemos deixar que façam laços com humano. Temos que manter o equilíbrio entre carinho e isolamento para o bem deles”, afirmou.

O CRAS abriga atualmente cerca de 400 animais. Segundo Cominetti são répteis, aves e felinos. Na terça-feira (2), dois filhotes de onça-parda chegaram ao local.

“Aqui era para ser uma passagem rápida. Recebemos cinco animais por semana, mas nesse ano soltamos poucos desde janeiro”, falou o coordenador, que explicou ainda que há espécies mais fáceis de serem devolvidas à natureza do que outras.

Foto: Marina Pacheco / Campo Grande News

“Os mais fáceis são os répteis, com eles não têm muito problema. Agora, mamífero já é mais complicado assim como as aves, isso num panorama geral. No entanto, de espécie a onça é mais difícil ainda por conta do espaço”, afirma. “Temos um exemplo das aves. Elas precisam voar, mas vão se aproximar das pessoas porque são sociáveis. Precisamos ver isso na hora de soltar também”, complementa.

De acordo com ele, apesar de terem sido resgatados e levados para o CRAS, os animais não perdem o instinto. “O problema é que estão acostumados com a gente. Aqui não temos um recinto para a onça ficar, pois precisa de espaço de no mínimo 1 hectare. Outra questão é que é a mãe que ensina os filhotes a abaterem, sobreviverem”, disse.

Dependendo da época, o CRAS recebe filhotes com bastante frequência. “Nessa semana já chegou um filhote de tamanduá e outro de capivara, que morreu logo depois, pois deve ter sofrido um trauma interno que ninguém percebeu”, relatou.

Cão cava buraco ao lado de túmulo de tutor para não sair de perto dele

Um cachorro que sofreu a perda de seu tutor, que morreu, e não conseguiu lidar com a saudade, cavou um buraco ao lado do túmulo do homem para nunca sair de perto dele. O ato foi registrado em uma comovente fotografia.

Foto: Reprodução / YouTube

O buraco na terra se tornou a nova “cama” do cachorro, que se nega a deixar o local, demonstrando o quanto sente falta daquele que, um dia, foi seu companheiro de vida. As informações são da Revista Pazes.

As manifestações de luto por parte dos animais são investigadas constantemente pela ciência. Estudos já revelaram que os animais se entristecem quando os tutores morrem e podem, inclusive, sofrer alterações no comportamento.

A fidelidade dos animais é, também, algo bastante conhecido por quem com eles convivem. E o ato deste cachorro reforça o quão fiéis e companheiros eles são.

Duas elefantas morrem em zoo após testarem positivo para o vírus do herpes

Nyah

Animais silvestres em cativeiro são extremamente solitários, estressados e deprimidos. O ambiente pouco estimulante leva os animais a desenvolver comportamentos atípicos e, por vezes, morrem subtamente ou em decorrência de doenças pouco comuns.

Nyah tinha 6 anos e Kalina, 7. Elas nasceram e passaram seus poucos anos vida no zoo de Indianápoles (USA) – as duas morreram dias depois de serem diagnosticadas com uma doença relacionada ao vírus herpes que causa hemorragia.

De acordo com o zoo, Kalina morreu na última terça-feira (26) depois de mostrar sintomas semelhantes aos de Nyah, que morreu em 19 de março.

As duas fêmeas mais jovens do zoo apresentaram altos níveis de herpesvírus endoteliotrópico (EEHV), um tipo de vírus que pode ser fatal em elefantes – caracterizado por hemorragias generalizadas que, sistemicamente, resultam em morte em 24 a 48 horas.

Kalina

Os sintomas incluem letargia, cólica, claudicação e anorexia em elefantes. Conforme a doença progride, a perda de sangue e o choque podem se desenvolver.

Não há vacina para o vírus, e os elefantes não podem transmiti-lo para seres humanos e outras espécies animais, de acordo com o zoológico de Indianápolis.

Depressão em cativeiro

A elefanta conhecido como “mais triste do mundo” morreu aos 47 anos, após mais de quatro décadas vivendo em confinamento solitário no zoológico de Córdoba (Espanha).

Flavia foi separada de sua família na selva aos 3 anos e passou ao todo 43 anos vivendo sozinha em seu cativeiro e faleceu na semana passada.

Grupos de defesa dos direitos animais tentaram por diversas vezes junto ao zoológico conseguir que Flavia se mudasse para um local onde ela pudesse ter contato com outros elefantes, mas não tiveram sucesso a tempo.

A saúde da elefanta vinha se deteriorando há vários meses, suspeitava-se que ela sofria de depressão, segundo informações do jornal The Local.

Ela desmaiou em seu cativeiro e após os veterinários atestarem que Flavia não conseguia mais ficar em pé, a elefanta foi assassinada.

Austrália proíbe extermínio de tubarões na Grande Barreira de Corais

Foto: Independent/Reprodução

Foto: Independent/Reprodução

Os tubarões não podem mais ser mortos na Grande Barreira de Corais, uma das mais visitadas atrações turísticas australianas, após uma decisão do tribunal do país que derrubou um esquema de extermínio da espécie feito pelo governo.

Ativistas têm lutado há tempos para acabar com a prática de matar tubarões na região, a desculpa usada para justificar a ação, era a necessidade de redução do risco de ataques em Queensland.

Quase 200 linhas defensivas de pesca eram usadas para matá-los, e enquanto muitos tubarões se afogavam depois de serem capturados nessas armadilhas, outros eram encontrados vivos, porém, grave ou fatalmente feridos.

Foto: Independent/Reprodução

Foto: Independent/Reprodução

No entanto, o tribunal encontrou evidências “esmagadoras” de que matar o peixe gigante não reduz o risco de interações com tubarões.

O tribunal afirmou: “Ficou claro, a partir das evidências fornecidas neste processo, que o programa letal de controle de tubarões de Queensland está fora de sintonia com os desenvolvimentos nacionais e internacionais de proteção às espécies do país”.

Lawrence Chlebeck, militante de ações marinhas da Humane Society International, disse que: “Desde os anos 1960, os tubarões são mortos a tiros na Grande Barreira de Corais. Hoje isso acabou. Esta é uma grande vitória para tubarões e animais marinhos”

A sentença concluiu em seu texto que os tubarões não podem mais ser mortos por tiros, exceto em “motivos de vida ou morte”(ataques em andamento onde vidas estejam ameaçadas).

O texto afirmava também que os anzóis devem ser checados com mais frequência, e qualquer tubarão tigre, touro ou branco que for encontrado preso a eles, deve ser marcado antes (etiqueta de acompanhamento) e ser libertado “vivo” no mar.

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Linhas de pesca defensivas | Foto: Independent

Finalmente, o tribunal ordenou que apenas poderão ser usadas linhas de pesca não letais e outros métodos que permitirão que o peixe seja removido sem ser prejudicado em caso de necessidade.

“O julgamento deixa claro que a tecnologia não-letal (sem o envolvimento de mortes) é o caminho para o controle de tubarões na Grande Barreira de Corais”, disse Chlebeck.

“Como resultado deste julgamento, descobrimos que matar tubarões não tem impacto sobre a segurança dos banhistas, por isso a HSI intima o governo de Queensland a atualizar seu programa de gestão de tubarões ao longo de toda a costa.”

Desde 2016, mais de 500 tubarões morreram como resultado de “medidas de prevenção” a ataques na região. O tribunal descobriu que os tubarões-tigres sofreram um sério declínio nos números da espécie.

Autoridades disseram aos veículos de notícias locais que estavam revisando a decisão tomada pelo tribunal.

Homem é denunciado por envenenamento de animais em Sinop (MT)

Um homem foi denunciado por envenenar e matar cachorros e gatos em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. Os crimes aconteceram no bairro Jardim Celeste e a denúncia foi feita por uma jovem.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Um boletim de ocorrência foi registrado em uma delegacia na última segunda-feira (1º). Segundo a denúncia, uma onda de envenenamento de animais tem ocorrido na região há alguns meses.

Os últimos casos de envenenamento levaram cinco cachorros a morte. Outro cão também foi envenenado, mas conseguiu sobreviver. As informações são do portal G1.

De acordo com a denúncia, o homem matou um gato de um vizinho no último dia 29 e, no dia seguinte, envenenou um cachorro, que também não resistiu ao veneno e morreu.

Relatos indicam que o homem teria falado que não gosta de animais e comentado que matava cães e gatos a tiros em uma cidade onde morou.

O boletim de ocorrência não informa se o denunciado foi procurado para prestar depoimento. O caso será investigado pela polícia.

Gato agredido a paulada em Cândido Mota (SP) tem infecção e morre

O gato que foi agredido com um pedaço de madeira e, depois, mordido por dois cães em Cândido Mota (SP), não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele estava internado em uma clínica particular e corria o risco de ficar paraplégico. No entanto, as múltiplas fraturas que sofreu e uma infecção generalizada fizeram com que ele morresse antes mesmo que o médico veterinário iniciasse os procedimentos do tratamento.

Foto: Reprodução / Portal Assis City

“Desde já agradeço imensamente pelo amor e carinho que todos tiveram com esse caso absurdo. É com muita tristeza e aperto no coração que venho dar essa notícia para todos vocês que abraçam essa causa sem medir esforços. Peço por favor que não façam justiça com as próprias mãos. Nós já acionamos alguns advogados que vão trabalhar nesse caso, porque estamos dispostos ir até o fim para que ele pague pelo que fez. Não vamos deixar que isso termine aqui, vamos atrás de justiça!”, afirma Thiago Xavier, o responsável por divulgar os vídeos registrados por câmeras de segurança que mostram o momento da agressão.

O crime aconteceu no último sábado (3), na rua Luís Hermínio Ferreira, no bairro Santa Clara 2. As informações são do portal Assis City.

As imagens feitas pelas câmeras mostram um homem caminhando a pé com dois cães soltos. Ao ver os animais, um gato corre e sobe em uma árvore, para se proteger. Em seguida, o homem vai até um terreno, pega um pedaço de madeira e agride o gato em cima da árvore. Assustado e possivelmente com dor, ele cai e tenta fugir, mas é pego pelos cachorros.