Mais de 50 cães salvos de canil em Piedade (SP) morrem durante tratamento

Dos 1.708 cachorros resgatados em situação de maus-tratos em um canil que os explorava para venda em Piedade (SP), 57 morreram, 80 estão internados sob risco de morte e mais de 500 estão sendo tratados para a doença do carrapato. Apenas 150 foram liberados para adoção no próximo sábado (16) em um evento em um shopping em São Bernardo do Campo.

Foto: Arquivo pessoal

O Canil Céu Azul foi multado administrativamente em mais de R$ 5 milhões. Outra multa, do Procon, de R$ 13.240 também foi aplicada. O advogado do canil José Luiz Ribeiro Vignoli disse que irá recorrer da decisão de multar o canil. As informações são do portal G1.

De acordo com a Polícia Civil, faltam testemunhas para serem ouvidas.

Entenda o caso

O canil, que funcionava no bairro Goiabas, na zona rural de Piedade, foi fechado em fevereiro pela Polícia Militar Ambiental após constatação de maus-tratos. A ação policial ocorreu após uma denúncia anônima.

A polícia afirma que encontrou 1.743 animais no canil, sendo 1.708 em situação de maus-tratos. Um auto de infração e de interdição do local foi lavrado pela Prefeitura de Piedade, por meio da Vigilância Sanitária. O estabelecimento não tinha alvará de funcionamento, nem inscrição municipal, além de não pagar impostos.

Foto: Arquivo pessoal

No canil, foram encontrados cachorros cegos, doentes e sem dentes. Havia também, no local, uma área de incineração de animais que estava irregular, já que o canil não dispunha de autorização para cremar corpos.

A proprietária do canil assinou um termo de doação dos cães, que foram, em sua maioria, resgatados pelo Instituto Luísa Mell. Os resgates tiveram início na quarta-feira (16) e terminaram apenas no domingo (20), devido à alta quantidade de animais. Após assinar o termo, a proprietária acionou a Justiça para tentar barrar a retirada dos cachorros, mas teve o pedido negado pela juíza Luciana Mahuad.

O canil vendia filhotes de cachorro para a Petz, que, após inúmeras críticas, anunciou que não vai mais comercializar cachorros e gatos nas 82 lojas da rede espalhadas pelo país.

CPI irá apurar morte de cachorro preso em varanda de apartamento

O caso de um cachorro da raça bulldog encontrado morto preso à sacada de um apartamento, no último final de semana, no bairro Jardim da Penha, em Vitória, no Espírito Santo, será investigado durante a CPI dos Maus-Tratos Contra os Animais da Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

A CPI, presidida pela deputada Janete de Sá (PMN), será realizada nesta quarta-feira (14), às 14 horas. As informações são do portal ES Hoje.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A suspeita é de que o cachorro tenha morrido de calor. O corpo do animal foi retirado do apartamento por protetores de animais. O morador do imóvel não estava em casa.

“Diante dos fatos estamos convocando o tutor do animal, e o secretário de meio ambiente de Vitória, para apurar o caso. Também vamos ouvir os protetores que fizeram o resgate e vizinhos, para tentar identificar se houve crime de maus-tratos. Como presidente da CPI já acionei a Polícia Civil, através do delegado Ludogério Ralf, titular da Delegacia de Meio Ambiente e Causa Animal, para instaurar inquérito policial tomar as providências que o caso requer”, disse a deputada.

As convocações da CPI foram encaminhadas na última segunda-feira (11). Outras denúncias de maus-tratos a animais podem ser enviadas à CPI pelo e-mail defesadosanimaises@gmail.com.

Beagles são forçados a ingerir fungicida em estudo de laboratório americano

Foto: The HSUS/Divulgação

Foto: The HSUS/Divulgação

Imagens fortes filmadas de dentro de um laboratório de Michigan (EUA) revelam métodos cruéis usados em dezenas de cães que são alimentados de forma forçada com fungicida durante um experimento que realiza testes de animais.

Cerca de 36 beagles em posse do Charles River Laboratories em Mattawan, Michigan, estão sendo submetidos a um estudo de toxicidade com duração de um ano patrocinado por uma empresa de agrotóxicos que pretende testar seu novo fungicida.

Os beagles que não sobreviverem até a data final designada para estudo, em julho deste ano, serão mortos para que seus órgãos possam ser examinados quanto aos danos causados pelo veneno.

O vídeo foi filmado durante uma investigação secreta da organização Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), entre abril e agosto do ano passado.

Ele mostra os animais no início do estudo de um ano encomendado pela empresa de produtos químicos Dow AgroSciences, que faz uso de alimentação forçada de um fungicida (veneno) para os 36 beagles.

Alguns cães estão sendo submetidos a doses muito elevadas da substância – tão altas que até quatro cápsulas tiveram que ser empurradas goela abaixo dos cães.

A HSUS diz que a Dow AgroSciences reconheceu publicamente que este teste com previsão de duração de um ano é cientificamente desnecessário.

Ao longo dos quase 100 dias, um pesquisador da HSUS documentou quase duas dúzias de experimentos de curto e longo prazo que envolveram testes em cães, incluindo o teste de fungicida.

Foto: The HSUS/Divulgação

Foto: The HSUS/Divulgação

Entres os beagles participantes do experimento cruel nas instalações do laboratório, estava um jovem cão chamado Harvey que claramente procurava atenção dos humanos e foi classificado pela equipe do laboratório como “um bom menino”.

Harvey estava sendo usado em um estudo apoiado pela Universidade de Vermont para testar a segurança da química utilizada na composição de dois medicamentos, o experimento envolvia abrir cirurgicamente as cavidades torácicas dos cães e despejar as substâncias na área.

Como um funcionário do laboratório observou, o dia em que Harvey foi morto foi “a melhor coisa na vida que ele conheceu” simplesmente porque ele teve permissão de sair da gaiola estéril para correr no chão por um minuto antes de ser levado pelo corredor do laboratório até o departamento de necropsia para a eutanásia.

O laboratório Charles River realizou testes em cães para pelo menos 25 empresas durante o período que durou a investigação da HSUS.

De acordo com a HSUS, mais de 60 cães são usados em experimentos de laboratório nos EUA todos os anos, incluindo testes de toxicidade para pesticidas, drogas, implantes dentários e outros produtos.

Foto: The HSUS/Divulgação

Foto: The HSUS/Divulgação

Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos e presidente da Humane Society International, disse: “As descobertas perturbadoras feitas nesta instalação infelizmente não são únicas.

Experimentos estão acontecendo em centenas de laboratórios a cada ano nos Estados Unidos, com mais de 60 mil cães sofrendo”.

“Mas isso não quer dizer que este tenha que ser o destino desses 36 beagles. Durante meses, temos insistido com a Dow para finalizar esse teste desnecessário e liberar os cães para nós”.

Kitty afirma que foram realizados esforços consideráveis para ajudar a empresa a liberar os animais, mas agora a ONG simplesmente não vai esperar mais: “Todos os dias esses cães engaiolados estão sendo envenenados e se aproximam um dia a mais da morte”.

“Estamos recorrendo ao público para se unir a nós e exigir que Dow pare o teste imediatamente”, pede ela.

Kitty acredita que a HSU terá sucesso em recuperar os cães e a partir de então, trabalhará com afinco para que os beagles conheçam “a vida de verdade e sejam adotados em lares onde serão amados e protegidos”.

Foto: The HSUS/Divulgação

Foto: The HSUS/Divulgação

Especismo é o nome da doutrina que explica o comportamento deformado da humanidade em acreditar que os animais inferiores, fazendo deles meras peças à disposição de sua vontade. Segundo essa crença abominável, e que reina na maior parte da sociedade, os seres humanos podem matar, comer, ferir, se divertir, vender e dispor desses seres como bem entender.

Em oposição ao especismo, o biocentrismo prega a igualdade entre homens, natureza e animais, em proporções idênticas, sejam nas condições civis, legais ou emocionais, com direitos compartilhados a vida, comida, habitação, bem estar e amor.

Sendo a capacidade de amar, sofrer e compreender dos animais cientificamente comprovada, por que não teriam eles seu direito à vida resguardado em lugar de serem assassinados em instalações estéreis sem nem mesmo conhecerem alguma dignidade?

‘O que faço sem você?’, diz Xuxa ao lamentar morte de cachorro após exame

A apresentadora Xuxa Meneghel usou as redes sociais para lamentar a morte do cachorro Duduzinho, de 11 anos. O animal morreu após fazer um exame. Tratado como filho, ele dormia na cama com a apresentadora. Segundo ela, o cão estava saudável.

Foto: Reprodução / Instagram / @xuxamenegheloficial

“Essa imagem é do meu filho de pelos antes de fazer uma ressonância para ver sua coluna. Estava bem. Mas infelizmente tenho que aceitar que teve “problema de percurso”, pois foi assim que os médicos disseram. Acreditar que houve erro médico não o trará de volta, então é com muita dor no meu coração que digo a todas as pessoas que entendem que um serzinho que veio ao mundo pra dormir ao meu lado, para ficar feliz cada vez que me via, que se comunicava com sorrisos de lado ao me ver, que beijava sempre que queria demostrar que me amava e agradecia por eu estar ao seu lado se foi. Sei que uns vão dizer era apenas um cachorro. Na verdade, verdade pura, era um filho que me deixou muito cedo. Não estava doente e por isso me dói mais em saber que nunca mais sentirei seu cheiro, seus beijos”, escreveu Xuxa ao publicar um vídeo do cachorro. “Me perdoe Duduzinho por não deixar você dormir até tarde e perder a hora do exame”, completou.

Horas depois, a apresentadora fez uma nova homenagem ao cachorro. Xuxa publicou uma foto de Duduzinho dando uma lambida nela enquanto ela o beijava. O momento de carinho foi acompanhado por mais um relato de saudade.

“O que faço sem seu corpo grudado no meu? O que eu faço sem seu sorriso de lado e aquele rabinho que parecia que ia quebrar ao meu ver… mesmo que eu tenha ido só no banheiro e voltado pra cama? O que eu faço sem seu cheirinho no meu travesseiro? O que eu faço sem seu ronquinho ? O que faço sem você??? Eu não me preparei, não era pra você ir tão cedo. Me dá mais beijos, meu amorzinho de pelos”, disse a apresentadora. “Alguém me diz que isso é mentira por favor”, concluiu.

Em outra ocasião, Xuxa revelou, segundo informações do jornal Extra, já ter tutelado 54 cães de uma só vez. Em 2017, quando Duduzinho completou 10 anos, a apresentadora divulgou um vídeo com os melhores momentos do cachorro ao lado dela e disse que o animal chamava Eduardo Meneghel Andrade, uma junção do sobrenome de Xuxa e seu namorado, o ator Junno Andrade.

 

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Cadela é encontrada morta com sinais de envenenamento em MG

Uma cadela foi encontrada morta com sinais de envenenamento na cidade de Rio Paranaíba, em Minas Gerais. O animal estava em uma praça no bairro Universitário. Grávida, ela estava com o abdômen inchado, apresentava diarreia intensa, vômito com sangue e tinha dois filhotes abortados. O corpo foi encontrado no sábado (9).

Não é a primeira vez que um caso de envenenamento é registrado na região. O município viveu, em 2013, uma série de envenenamentos de animais, com 150 vítimas. Os casos foram investigados pela polícia, mas ninguém foi preso. As informações são do portal Triângulo Notícias.

(ADAMA/Rio Paranaíba)

A suspeita em relação à cadela recentemente encontrada morta é de que tenha sido dado chumbinho para ela – mesma substância usada em 2013. De acordo com o secretário da Associação dos Defensores e Amigos do Meio Ambiente de Rio Paranaíba (ADAMA), Marcelo Ribeiro Pereira, desta vez a polícia não foi acionada, já que as pessoas estão descrentes de que os responsáveis sejam punidos.

Ao encontrar um animal envenenado, a orientação é levá-lo imediatamente a uma clínica veterinária. Caso o estabelecimento esteja distante, é recomendado oferecer carvão ativado diluído em água para o animal com o auxílio de uma seringa. A substância absorve o veneno e diminui a absorção dele pelo organismo, além de proteger a mucosa gastrointestinal. O carvão ativado, no entanto, não substitui o veterinário, que precisa examinar o animal e medicá-lo.

Não é indicado provocar o vômito de um animal envenenado. Segundo Marcelo Ribeiro, se o veneno for cáustico, o animal pode sofrer queimaduras na boca, laringe e faringe, caso vomite, o que agravará o quadro de saúde. Dar leite, conforme é recomendado por pessoas sem conhecimento veterinário, também não é indicado e pode potencializar a ação do veneno, fazendo com que ele seja absorvido mais rapidamente.

Ainda de acordo com a ADAMA, é importante que o caso seja denunciado à polícia. A entidade recomenda que os tutores tentem evitar casos de envenenamento, impedindo que cachorros e gatos tenham acesso à rua sozinhos. Para proteger os gatos, é necessário colocar telas nos quintais ou janelas.

A Associação dos Defensores e Amigos do Meio Ambiente de Rio Paranaíba foi criada em 2013, tem uma diretoria composta por 11 pessoas e recebe a ajuda de moradores do município para conseguir arcar com os gastos dos animais resgatados. A entidade não tem abrigo e, por isso, conta com o apoio de pessoas que oferecem lar temporário aos cachorros e gatos salvos pelos voluntários e com o trabalho dos estudantes da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que auxiliam os animais durante o período de aula na faculdade.

O principal foco da ONG é o socorro a animais em situação de rua, especialmente cães, com medicação e cuidados a animais atropelados, envenenados e doentes. Na cidade, o abandono de cachorros, inclusive fêmeas grávidas e filhotes, é recorrente.

Para obter mais informações sobre a ONG, adotar um animal ou contribuir financeiramente basta enviar um e-mail para adama.rioparanaiba@gmail.com ou entrar em contato pelo telefone (34) 996839511.

Capivara é atropelada e abandonada em canteiro central em MS

Uma capivara foi atropelada no domingo (10) e abandonada no canteiro central da avenida Nelly Martins, ao lado do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ela não resistiu aos ferimentos.

Foto: Dayene Paz

O animal apresentava ferimentos pelo corpo que indicavam o atropelamento. O corpo da capivara exalava forte odor.

A Polícia Militar Ambiental (PMA) e a Solurb foram acionadas para retirar o corpo do animal do local. As informações são do portal Mídia Max.

De acordo com a PMA, ao atropelar ou encontrar um animal atropelado, a orientação é acionar a autoridade policial para que o animal possa receber os atendimentos veterinários necessários. O telefone da Polícia Militar Ambiental de Campo Grande é o (67) 3357-1500.

Caso o animal não sobreviva ao acidente, o indicado é acionar a Solurb para que o corpo seja retirado do local do atropelamento. O telefone de contato do órgão é o (67) 3303-9200.

Culpados: família canadense assume que maltratou e negligenciou quase 30 cavalos

Foto ilustrativa | Pixabay

Ativistas pelos direitos animais estiveram no Tribunal Provincial das Ofensas para testemunhar a admissão de culpa da família. David, Victoria e Jason Small assumiram que brutalmente maltrataram e negligenciaram os animais. A audiência que dará a sentença aos três será realizada no mês que vem. As informações são do Toronto Sun.

Esta não é a primeira vez que a família Small é acusada de maus-tratos e os ativistas pedem que eles sejam proibidos de possuir animais no futuro.

Sid Freeman, um advogado e equestre, disse: “Foi doloroso o que aconteceu com esses cavalos. Há pesar sobre o que os fatos e também estamos com raiva porque entendemos o trauma que eles passaram”. Freeman coordena elaboração de uma declaração de impacto da vítima da comunidade.

O advogado de defesa dos Smalls, Calvin Barry, trabalha para que a punição dos três envolvidos seja apenas uma multa por contravenções. No entanto, o procurador da Coroa, Thompson Hamilton, espera uma sentença muito mais dura de 90 dias de prisão e uma proibição vitalícia de possuir animais.

As descobertas

A história da família começou quando eles alugaram o Speedsport Stables em Stouffville, em agosto de 2017, de um homem chamado Michael Cheung.

Como parte das negociações, a família enganou Cheung fazendo-o acreditar que eles eram criadores de cavalos puros-sangues e o manipularam para dividir o custo de três cavalos jovens dos quais eles sequer tinham a tutela.

Quando a família parou de pagar o aluguel em dezembro de 2017, a Sociedade de Ontário para a Proteção de Animais iniciou uma investigação sobre o local e suas atividades. Ao visitar a fazenda, a organização não encontrou nada incomum. Mas quando Cheung tentou impedir que a família Smalls entrasse na fazenda por falta de pagamento, ele descobriu o abuso e negligência que acontecia em sua propriedade.

O cadáver de um cavalo foi encontrado escondido em um trailer, e outros 14 animais famintos e mais um pônei estavam quase sem vida. O estábulo estava completamente encharcado de urina e com muito estrume. Água e comida eram praticamente inexistentes. Segundo a OSCPA os animais estavam extremamente magros com costelas, quadris e coluna facilmente visíveis. Outros 12 cadáveres foram localizados pelo cão de um vizinho.

O veterinário local Dr. Oscar Calvete disse que em seus 35 anos de prática, ele “nunca testemunhou cavalos em condições tão ruins”.

Uma petição online já possui de 80 mil apoiadores exigindo que os Smalls recebam uma sentença apropriadamente severa. De acordo com uma defensora dos direitos dos animais, Lynn Perrier, que também é fundadora do grupo defensor dos direitos humanos para o bem-estar animal, “os tribunais têm sido muito desdenhosos com casos de abuso de animais”.

Onça-parda morre ao ser socorrida após atropelamento em rodovia no DF

Uma onça-parda foi atropelada por um motociclista na DF-001, sentido área da Marinha, nas proximidades da região administrativa de Santa Maria, no Distrito Federal.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O animal foi socorrido, mas morreu antes de ser submetido a uma cirurgia. A onça sofreu uma fratura grave na região do quadril e apresentava hemorragia interna severa. O acidente aconteceu no último sábado (9). As informações são do jornal Correio Braziliense.

O motorista, de 44 anos, não conseguiu frear a tempo para evitar o acidente. Ele apresentava uma fratura na clavícula e escoriações nas costas, mas estava consciente e foi levado para o Hospital Regional de Santa Maria.

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal recolheu 3.011 corpos de animais mortos em rodovias no ano passado. Já em 2017, foram 2,9 mil animais recolhidos.

A maior parte das vítimas são cavalos, cachorros, bois e lobos-guará. As mortes costumam ser causadas por atropelamentos em estradas nas proximidades de parques ecológicos e áreas com matas e rios.

Após ocorrer a morte de um animal em uma rodovia, o corpo é retirado pelos servidores do SLU. No entanto, se o animal sobrevive, ele é resgatado pela Polícia Militar Ambiental, que o encaminha para o Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB), onde ele recebe os cuidados necessários. Antes disso, no entanto, o animal passa por atendimento no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas), na Floresta Nacional de Brasília.

Tartaruga marinha é encontrada morta em Arraial do Cabo (RJ)

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, na sexta-feira (8). A suspeita é de que a morte tenha sido causada por atropelamento promovido por uma embarcação.

Foto: Guarda Marítima e Ambiental/ Divulgação

A tartaruga, que estava no canal de navegação, próximo às embarcações, foi vista por barqueiros. Eles acionaram a Guarda Marítima e Ambiental, que recolheu o corpo do animal e o entregou ao CTA Serviços em Meio Ambiente.

Segundo a empresa, uma necrópsia será realizada no corpo da tartaruga. O exame será feito pelo Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Araruama. As informações são do G1.

O CTA Serviços em Meio Ambiente informou que a tartaruga pertence à espécie Chelonia Mydas, conhecida popularmente como tartaruga-verde e mede 85,8 cm.

De acordo com o diretor da guarda, Mauro da Silva, o animal tinha marcas no casco e na barriga que aparentavam ter sido causadas por hélices de embarcações.

Foto: Guarda Marítima e Ambiental/ Divulgação

“Pode ter sido que alguma embarcação passou por cima do animal e isso causou a sua morte”, disse Mauro.

O biólogo marinho Vinícius Santos explica que a tartaruga-verde é uma espécie que pode medir até 115 cm e pesar, em média, 230 kg na vida adulta. O especialista conta que a presença desse animal na região de Arraial do Cabo é comum.

As mortes de tartarugas na região, segundo o biólogo, têm sido motivas pela ingestão de plástico e por acidentes com embarcações.

Rottwailer ganha o coração da avó que só gostava de cães de colo

O rottwailer Gus vira o cão de colo da vovó | Foto: Instagram/gus_the_rottie

O rottwailer Gus vira o cão de colo da vovó | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Quando Mike Flanagan decidiu levar para casa um filhote de rottweiler, essa não foi uma decisão muito bem aceita por sua sogra, Peggy Allen.

“Ela gosta muito de cães, mas aos 80 anos de idade e sendo muito pequena, os cães maiores representam um potencial risco de queda”, disse Flanagan ao The Dodo.

E Allen, também conhecida como “vovó”, ao tomar conhecimento da chegada do novo membro da família, não escondeu seu espanto de ninguém: “Mas um rottweiler? Bem, devo admitir que sempre preferi os cachorrinhos de colo”, disse ela contrariada.

Ainda assim Flanagan manteve-se cautelosamente otimista de que os dois iam se dar bem e a julgar pela primeira visita da vovó à casa deles, parecia que seus instintos estavam certos.

“A vovó gosta de paz e tranquilidade e ela não abre mão de ter o seu espaço também”, disse Flanagan. “Eles não pareciam o encaixe perfeito, realmente, mas ficamos surpresos com a rapidez com que eles se aproximaram”. Allen rapidamente ensinou a Gus que ele seria permitido em seu espaço, mas apenas se ela o convidasse.

Meses se passaram, e quando a vovó apareceu novamente para uma visita as coisas haviam mudado. O filhote de outrora, tão pequeno e frágil havia se transformado em um cachorro de 9 meses de idade grande e musculoso, pesando quase 45 quilos.

A vida da vovó também havia mudado: ela havia perdido seu marido.

Gus não tinha como saber que a vovó estava visitando a família em função de uma cerimonia funerária, mas ele sentiu que ela precisava de algo. E o cachorro gigante parecia determinado a ser o que quer que fosse que ela precisava.

“Gus não saiu do lado dela durante aquela visita inteira”, disse Flanagan. “Ele dormia na cama dela, e a esperava do lado de fora da porta do banheiro. Quando ela saiu e voltou, ele soltou um latido-uivo de felicidade, como que aliviado pela vovó ter voltado.

Alguns podem chamar seu comportamento de “grudento”, mas a vovó parecia não se incomodar com toda a atenção recebida.

“Quando minha esposa disse: ‘Mamãe, Gus realmente ama você’. A vovó casualmente respondeu: “Nós temos algo especial”, acrescentou Flanagan.

Dengoso e brincalhão Gus vive atrás de carinho | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Dengoso e brincalhão Gus vive atrás de carinho | Foto: Instagram/gus_the_rottie

Enquanto Gus e a vovó Allen tinham uma ligação especial, o amor do cão não discriminava ninguém. Essa ânsia de aconchegar-se até lhe rendeu o apelido de “Certificado de amor”.

“Gus têm sido um parceiro e amigo incrível”, disse Flanagan. “Somos uma família que adora curtir ao ar livre, fazendo caminhadas ou piqueniques em áreas verdes e passeios na lagoa. Gus está sempre pronto para um passeio”.

Assim como Gus conseguiu entrar em sintonia com o que a vovó precisava, o cão desenvolveu um relacionamento diferente e especial com cada membro da família.

“Ele é um companheiro e tanto de brincadeira para meus filhos. Um bebê dengoso com minha filha. Sua vigilância constante provou ser de grande alívio para a ansiedade da minha esposa. Ela simplesmente se sente mais segura na casa sabendo que Gus esta lá”, acrescentou Flanagan. “Ele está sempre presente, sempre lá pela gente e sempre pronto para o amor”.

É justo dizer que o cachorro gigante conquistou o amor total da família, especialmente da vovó.

Agora, sempre que ela vê Gus, ela garante que seus sentimentos sejam conhecidos por ele.

“Eles estão ligados”, disse Flanagan. “Vovó constantemente conversa com Gus e lembra a ele o quão bom garoto ele é.”