Cão morre após cair da caçamba de um carro e ser arrastado

O pobre cão morreu tragicamente horas depois de cair da traseira de um carro, ser arrastado por ele, preso em seu enforcador, na Austrália.

Corajosamente, ele ainda tentou acompanhar o veículo mas não conseguiu. Quando a guia se rompeu, ele já estava gravemente ferido e com a respiração muito ofegante.

Clientes horrorizados do Pine Beach Hotel perto de Yeppoon, em Queensland, viram o Shar Pei tentando correr junto com carro no dia 11 de janeiro.

As testemunhas que assistiram à cena de terror, tentaram correr atrás do carro, mas o motorista partiu antes que pudessem detê-lo. As informações são do Daily Mail.

O morador local Tahwyn Breneger compartilhou nas redes sociais o que aconteceu com o cão e anexou as  tristes imagens dos ferimentos.

“Esse pobre menino caiu da caçamba de uma Ute. Sua guia era muito longa para que ele estivesse em segurança lá”, escreveu ela.

“O que significava que ele foi arrastado pelo carro ao redor do quarteirão, para horror das pessoas que jantavam no Piney.”

A Sra. Breneger disse que esperava encontrar o cachorro morto na estrada após o terrível incidente.

“Fomos notificados na loja sobre um cachorro morto na estrada, então corremos para ver se poderíamos ajudar de qualquer maneira”, ela escreveu.

“E surpreendentemente, mesmo depois de ser arrastado com o enforcador e atropelado várias vezes, esse cara ainda lutou muito”

Nenhum veterinário local estava aberto e a Sra. Breneger sabia que, se não encontrassem um, o cachorro certamente morreria.

“Então, eu e um casal de espectadores o levamos até os veteranos da Acácia, onde um veterinário nos encontraria para vê-lo”, escreveu ela.

“Este cão era tão forte e determinado que ele realmente entrou no veterinário depois de todo aquele trauma!”

Breneger voltou para casa esperando boas notícias no dia seguinte, mas infelizmente nunca chegou.

“Eu entrei em contato com a clínica veterinária hoje (12 de janeiro) e esse cara infelizmente não passou daquela noite devido à gravidade de seus ferimentos“, ela escreveu.

“Então, para qualquer um que saiba quem é dono deste cachorro no parque de Emu ou na área de Zilzie e dirige um Ute branco, informe ao idiota que seu cachorro está morto”, ela escreveu.

“Se isso tivesse acontecido com uma pessoa, seria homicídio, então por que pode acontecer com animais e as pessoas simplesmente recebem um tapinha?”

A Daily Mail Australia entrou em contato com a RSPCA para comentários sobre o caso.

A pena máxima para uma pessoa considerada culpada de crueldade contra animais sob o Animal Care and Protection Act de 2001 é uma multa de US$ 260.000 e três anos de prisão.

Bem diferente do que acontece no Brasil, onde a multa é absurdamente baixa e o criminoso não é preso.

 

 

 

Criminosos sequestram três filhotes de pinguins azuis e um deles morre

Imagens de segurança mostram o momento em que três pequenos pinguins azuis foram levados de seu ninho, na Nova Zelândia, na noite de quinta-feira (24).

O Departamento de Conservação do país (DOC) disse que dois homens usaram um pé de cabra para retirar pedras em volta da toca, enquanto uma mulher acendia uma tocha.

As autoridades acreditam que o instrumento também foi usado para prender os filhotes. Um dos bebês morreu durante a ação criminosa e foi deixado para trás, enquanto os outros dois foram enrolados em toalhas e levados em um carro.

O pinguim azul é uma espécie protegida na Nova Zelândia e é o menor do mundo, medindo pouco menos de 25cm de altura e pesando cerca de 1kg, quando adultos.

Caso sejam identificados e condenados, os criminosos podem pegar até dois anos de prisão ou uma multa de NZ £ 52.000. As informações são do Daily Mail.

“Estamos realmente preocupados, pois acreditamos que isso pode não ser um caso isolado”, disse o porta-voz do DOC, Rod Hansen.

“No dia seguinte, outro pinguim azul foi encontrado morto nas proximidades com um ferimento na cabeça.

“Não temos ideia de para onde essas aves estão sendo levadas. Isto é particularmente perturbador, pois é um momento muito vulnerável para estes pequeninos pinguins.

De acordo com o departamento, eles migram de janeiro a março e são animais de hábitos noturnos.

As autoridades locais estão pedindo ajuda da população sobre informações ou filmagens de CCTV próximas ao local do crime.

 

 

 

Revogação de portaria impede viagem de servidora que abandonou cão no RS

A servidora pública federal Danielle Busko, técnica em Assuntos Educacionais vinculada à Defensoria Pública da União no Rio Grande do Sul (DPU/RS), que abandonou um cachorro doente em Porto Alegre (RS), foi impedida de viajar para Portugal para fazer um curso de mestrado após a portaria que autorizava a viagem ser revogada pela Defensoria Pública da União. A saída da servidora do país só seria possível agora caso ela pedisse exoneração do cargo.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre

Danielle abandonou Gordo, como era chamado o cão, em um condomínio no bairro Hípica, na Zona Sul de Porto Alegre. O cão estava com uma bicheira muito grande no olho e bastante debilitado. Ele foi resgatado por um morador do loteamento Moradas do Sul, passou por vários exames e foi internado em estado grave. Além do ferimento, o cachorro estava com cinomose. Apesar dos cuidados que recebeu, o animal não resistiu e morreu.

Diante da gravidade do caso, o Ministério Público decidiu iniciar uma investigação. “Um caso grave como esse, com morte, não se vê todo dia. Instauramos um procedimento civil para investigar a situação e até cobrar uma ação por danos morais coletivos”, contou ao jornal GaúchaZH a promotora de Justiça de defesa do meio ambiente Ana Maria Marchesan.

Foto: Divulgação

De acordo com Ana Maria, o caso deve ser encaminhado ao juizado especial criminal para que uma ação criminal seja iniciada contra a tutora, que seria servidora da Defensoria Pública da União no Rio Grande do Sul (DPU/RS). Ela pode, caso condenada, ser penalizada com detenção de três meses a um ano e multa. A pena pode ser agravada devido à morte do animal.

A deputada estadual Regina Becker Fortunati foi a responsável por ingressar com uma representação contra a servidora no Ministério Público. Moradora do bairro Ipanema, a tutora de Gordo foi vista por uma vizinha pegando o animal, enrolando-o em um lençol e colocando-o no porta-malas do carro dela. Minutos depois, a mulher foi flagrada por câmeras de segurança de um condomínio no bairro Hípica abandonando o cachorro em um gramado.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre

“O vigilante viu e avisou a uma moradora. O cachorro chorava, gemia de dor. Foi uma situação muito desgastante. Fiz a representação no MP na certeza de que tomarão providências legais para que ela seja citada e responda pelo crime”, afirmou Regina.

Um exame de necrópsia deve apontar as causas da morte do animal.

Empresário e ONG oferecem R$ 3,2 mil por informação sobre autor de matança de animais

Um empresário e uma ONG de proteção animal se uniram e estão oferecendo uma recompensa de R$ 3,2 mil a quem fornecer informações que levem à identificação do responsável por matar animais em Alta Floresta, no Mato Grosso. Desde o dia 10 de janeiro, 29 cachorros e um gato foram mortos. O caso é investigado pela polícia.

Foto: Arquivo pessoal

A entidade arrecadou, através de uma campanha na internet, 1,2 mil para destinar o dinheiro para a recompensa. O valor, no entanto, aumentou quando o empresário Rodolfo Hoffmann, de 53 anos, decidiu contribuir com R$ 2 mil.

“A única voz que os animais têm somos nós. Devemos mobilizar a sociedade para conseguir tirar essa pessoa do nosso meio”, disse o empresário. As informações são do portal G1.

As mortes ocorreram nos bairros Jardim das Flores, Jardim Guaraná, Setor industrial, Setor D, Jardim das Araras e nas proximidades do Cidade Alta.

O empresário conta que ficou comovido com a situação e, por isso, decidiu contribuir. “Tenho animais em casa e vejo o quanto a minha filha os ama e o quanto ela fica triste e preocupada quando eles saem para rua. Depois dessas tragédias, fiquei imaginando a quantidade de crianças sofrendo pela perda dos seus animais. Isso me comoveu”, concluiu.

Quantos animais morreram em Brumadinho?

As pessoas estão acostumadas a não ver importância no que não é humano, e a Vale deveria agradecer por isso (Foto: Flávio Tavares/Hoje em Dia/Futura Press)

Talvez para a Vale um alívio seja o fato de que jamais saberemos realmente quantas vidas foram ceifadas em consequência do rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho, Minas Gerais, na sexta-feira. Só a área atingida pela lama equivale a 300 campos de futebol. As estimativas de mortes de pessoas estão sendo atualizadas diariamente, mas as de animais jamais serão. Não há qualquer possibilidade de nos aproximarmos de um número real de vítimas. Vertebrados, invertebrados, animais que vivem na terra, na água.

Talvez a Vale, que já comprometeu a mata atlântica da região e impactou na vida selvagem, tenha contribuído para aproximar alguma ou algumas pequenas espécies do risco de extinção, espécies que normalmente passam despercebidas pela desatenção humana. Mas é apenas uma reflexão. Afinal, nunca saberemos. E isso é benéfico para a mineradora, principalmente porque vivemos em uma sociedade em que a vida não humana é subvalorizada.

As pessoas estão acostumadas a não ver importância no que não é humano, e a Vale deveria agradecer por isso. O retrato desse crime ambiental, e suas consequências para os animais, e que chega à população, é baseado em imagens de alguns cães e gatos enlameados sendo resgatados; de alguns bovinos atolados. E quando alguém diz que naquela situação não há muito a ser feito, muita gente não vê problema em sacrificar “alguns animais”. Estão tão anestesiados por considerarem bois e vacas como fontes de alimentos que executá-los não parece algo a se lamentar.

Honestamente, se eu estivesse atolado, impossibilitado de sair de um local por minhas próprias forças, e de repente alguém dissesse que, porque quebrei algumas costelas ou as pernas, talvez o melhor a se fazer seja me matar, eu seria tomado por desespero inenarrável. Dizem que alguns animais são pesados demais e nessa situação o “melhor é sacrificar”. Isso me preocupa, porque fico imaginando se fosse eu naquela situação e de repente alguém dissesse que dependendo do meu peso pode ser que eu deva ser abatido, “porque o resgate seria impossível” ou “não haveria recursos o suficiente” para tal tarefa.

Não consigo ignorar que a objetificação dos animais é vantajosa para a Vale porque reduz responsabilidades; até porque sua reação é baseada na comoção. Não creio que a mineradora será cobrada legalmente pela morte de tantos animais que jamais quantificaremos. Milhares? Não saberemos. No Brasil é provável que a Vale não seja responsabilizada nem mesmo por crime ambiental. E daqui a algum tempo, quando as pessoas começarem a esquecer das vítimas humanas, menos ainda se lembrarão das não humanas.

Prefeitura de Boa Vista (RR) sacrifica mais de 400 animais e vira alvo da Justiça

A Prefeitura de Boa Vista, em Roraima, através da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses, sacrificou 443 animais, entre cachorros e gatos. Os animais foram resgatados de situações de abandono e maus-tratos. São 344 cães e 99 gatos.

Em 2015, 109 cachorros e 44 gatos foram mortos. No ano seguinte, foram 57 cães e 25 gatos. Já em 2017, 95 cachorros e 16 gatos foram submetidos ao procedimento de morte induzida. No ano passado, foram 83 cachorros e 14 gatos, segundo informações do Diário Oficial do Município de Boa Vista. As informações são do portal Roraima 1.

Foto: Tiago Vianna

O Ministério Público Estadual, através da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, afirmou que o relatório com o número de mortes não é suficiente, diante das obrigações que a prefeitura precisa cumprir após o MP ingressar na Justiça com ação civil pública contra o município em 2013.

A ação judicial foi impetrada após investigação, segundo o promotor de justiça de defesa do Meio Ambiente, Zedequias de Oliveira Júnior. “A investigação foi feita mediante uma denúncia que tratava sobre possível realização de eutanásia em animais sadios no Centro de Zoonoses, procedimento esse que estaria ocorrendo sem o aval do Conselho Regional de Medicina Veterinária”, disse.

A denúncia, segundo o promotor, indicava também que os procedimentos adotados para tirar a vida dos animais não eram adequados. “Além da ocorrência de maus-tratos, dentre outras situações que estavam ocorrendo lá [no Centro de Zoonoses], ficou configurado irregularidades no que diz respeito aos cuidados com os animais”, ressaltou.

“A investigação teve todo um trâmite, e depois chamei o Município de Boa Vista para resolver de maneira amigável, por meio de um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta], mas não teve interesse”, completou.

A investigação realizada pela 2ª Titularidade da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente concluiu que o Centro de Zoonoses não tinha estrutura física adequada para separação de animais sadios, aptos para adoção, dos que estavam doentes e que a unidade não possui nenhum controle formal acerca da entrada e saída dos animais ou registros quanto aos critérios adotados para sacrifício de animais – como laudos, prontuários ou pareceres que justifiquem o procedimento de morte induzida.

Dentre outras irregularidades encontradas, está a ausência de profissionais qualificados para realizar o sacrifício de animais.

Diante do resultado da investigação e da recusa da administração municipal em resolver o problema por meio de um TAC, o Ministério Público ajuizou a ação civil pública. “A 2ª Vara de Fazenda Pública julgou improcedente a ação civil pública. Então entramos com uma apelação cível no Tribunal de Justiça contra essa sentença e o TJ recentemente reformulou a decisão do juiz da 2ª Vara e determinou a condenação integral da prefeitura, com base no que pedimos na ação”, informou o promotor.

“Estamos entrando com ação de execução para fazer valer exatamente aquilo que o TJ condenou. Ou seja, a Prefeitura de Boa Vista terá que cumprir com várias obrigações que foram determinadas pelo Tribunal de Justiça. A ação foi agora chancelada pelo TJ, ou seja, os desembargadores concordaram com a nossa tese”, frisou.

Ficou determinado, com o resultado da ação civil pública, que a Prefeitura de Boa Vista deve designar, em um prazo de 30 dias, contados a partir de 23 de janeiro de 2019, ao menos um médico veterinário, qualificado e cadastrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), concursado ou contratado, para responder às intervenções sanitárias e ficar responsável pela unidade durante o expediente regular do CCZ.

Além disso, a decisão judicial determinou também que deve ser providenciado, em 120 dias, o condicionamento adequado dos animais resgatados, separando os que devem ficar em observação, os que serão submetidos a eventual sacrifício tecnicamente aprovado, os que podem estar saudáveis, em tratamento, os adultos dos filhotes, os de raça diversa e os que podem ser disponibilizados à adoção. A medida poderá ser atestada por certidão ou declaração do CRMV.

Calor escaldante da Austrália continua mantando milhares de morcegos

A ANDA noticiou recentemente que, apenas dois dias, uma onda de calor no norte da Austrália dizimou quase um terço dos morcegos da espécie raposa-voadora-de-óculos (Pteropus conspicillatus) do país. Os animais não conseguiram sobreviver às temperaturas, que passaram de 42°C.

Agora, mais de 2.000 “raposas voadoras” morreram em Victoria, pela onda de calor extremo e o governo do estado declarou uma emergência natural.

Na terça-feira, o Departamento de Meio Ambiente, Terra, Água e Planejamento (DEWLP) confirmou que cerca de 1.400 das espécies nativas morreram perto de Bairnsdale, na costa sudeste do estado. Outros 900 animais foram encontrados mortos em uma colônia de Gippsland perto de Maffra, leste de Melbourne. As informações são do Daily Mail.

Os animais morreram quando, na maior parte de Victoria, quando a temperatura ultrapassou os 40°C, na última sexta-feira(25).

Alguns morcegos que sobreviveram ao calor foram levados para um centro de reabilitação animais selvagens.

Cavalos selvagens também são afetados

Não são apenas os morcegos gigantes que estão morrendo devido às temperaturas escaldantes na Austrália.

Semana passada, dezenas de cavalos selvagens foram encontrados mortos dentro de um poço seco, no Território do Norte. Acredita-se que eles foram até lá em busca de água, mas como não a encontraram, não tiveram pra onde ir e morreram no local.

 

 

golfinho morto

Golfinho é encontrado morto em praia com sinais de ingestão de plástico

Imagens chocantes mostram o corpo de um golfinho em decomposição em uma praia da Cornualha, na Grã-Bretanha. A repercussão das imagens causou um debate sobre a gravidade da poluição plástica.

golfinho morto

Foto: SWNS

O animal foi encontrado por Simon Heester, que disse que o golfinho estava enrolado em uma corda e mostrava sinais de ingestão de plástico.

Heester o encontrou na praia de Pentewan, perto de St. Austell, na Cornualha. Acredita-se que seja o 31º golfinho encontrado morto na região somente neste ano. Outros animais mortos foram encontrados em lugares como Par, Porthtowan e a Península de Rame.

Ruth Williams, gerente de conservação marinha da Marine Stranding Network, disse que os números são chocantes, mas não sem precedentes.

O comitê de auditoria ambiental do Parlamento do Reino Unido alerta sobre o lixo plástico, esgoto não tratado, fertilizantes e metais pesados ​​despejados nos oceanos. Ele disse que a Grã-Bretanha pode fazer muito mais para impedir que o plástico termine no oceano através de rios e esgotos. Cerca de 80% dos resíduos despejados no oceano vêm da terra.

No início deste mês, remadores encontraram um bezerro flutuando na água perto de Kingsand, na Cornualha, em 17 de janeiro. A Rame Peninsula Beach Care descreveu a descoberta como “devastadora”.

Outro golfinho foi encontrado na praia de Long Rock, em Penzance, na Cornualha, com uma gravata de plástico presa em sua cauda.

Dee Kellow, de Newlyn, fotografou o animal e disse: “Eu estava andando no caminho do litoral esta manhã, quando vi o coitadinho. É tão triste.”

Um golfinho também foi encontrado morto este mês em Jersey por Sandra Hilton, com um anel de plástico preso em seu focinho.

Morre Kayla, mais uma orca em cativeiro do SeaWorld

Os escândalos envolvendo o SeaWorld são comuns ao longo dos anos. Mortes dos animais e de treinadores, denúncias de maus-tratos e protestos fizeram a popularidade do parque despencar e, em 2016, eles afirmaram que encerrariam o programa de orcas em cativeiros, mantendo apenas aquelas já existentes.

Morte misteriosa: a orca Kayla adoeceu no sábado (26) e morreu ontem (28).

Mortes prematuras têm ocorrido com frequência e forma suspeita. Tilikum, Kasatka e Kyara, neta de Tilikum, morreram supostamente de infecções pulmonares e os registros para o NMFS (obrigatórios quando as orcas morrem) não foram emitidos.

Infelizmente, ontem mais uma orca morreu no SeaWorld da Flórida, dois dias depois de adoecer. Kayla tinha apenas 30 anos e nasceu em cativeiro.

Kayla, na foto, morreu durante a madrugada, por volta das 12h15.

A morte dela continua sendo um mistério, já que as autoridades do SeaWorld dizem que a causa não será conhecida até que uma autópsia seja realizada.

Segundo eles, Kayla começou a mostrar sinais de desconforto no sábado, e os veterinários começaram a tratá-la com base no que encontraram em um exame físico.

Funcionários do parque dizem que sua condição piorou no domingo e ela não resistiu, morrendo por volta das 12h15 da madrugada de ontem (28).

Hipocritamente, o parque escreveu sobre a morte da orca: “Toda a família do SeaWorld está profundamente entristecida com a perda. Embora hoje seja um dia difícil para todos nós no SeaWorld, Kayla inspirou gerações de convidados e funcionários a se preocuparem e aprenderem mais sobre essa incrível espécie.”

Não existe preocupação com estes animais uma vez que, cruelmente, eles são retirados da natureza ou reproduzidos em cativeiros. Pela ganância humana eles são explorados por toda a vida em tanques minúsculos, forçados a realizar truques com privação de comida e estressados por multidões gritando e aplaudindo os terríveis espetáculos.

Especialistas disseram que morrer aos 30 anos é “não normal”, já que as orcas vivem na natureza em média 50 anos mas podem atingir 80 ou 90.

“É possível que as outras orcas possam ser afetadas socialmente por sua morte “, disse o SeaWorld em comunicado. “No entanto, não prevemos nenhum problema de saúde física entre as outras orcas.”

Kayla foi a segunda orca mais velha nascida em cativeiro, a Dra. Naomi Rose, uma cientista de mamíferos marinhos do Animal Welfare Institute, disse ao Orlando Sentinel.

Para uma orca, “30 é primordial da vida”, disse Rose. “É como ser uma mulher de 30 anos de idade. Morrer aos 30 anos não é normal”. As informações são do Daily Mail.

A idade média orcas na natureza é de 50 anos depois de sobreviverem aos primeiros seis meses de vida, quando estão mais vulneráveis. No entanto, sabe-se que as orcas vivem até 80 ou 90 anos de idade.

Kayla estava entre as últimas orcas no parque SeaWorld, em Orlando, bem como nos parques na Califórnia e no Texas.

Ainda existem tem 20 orcas em seus parques. Agora, são cinco em Orlando, cinco em San Antonio e dez em San Diego.

 

 

Filhote de boto é encontrado morto em Laguna (SC)

Divulgação

Um filhote recém-nascido de boto-pescador da espécie Tursiops truncatus, foi encontrado morto na última sexta-feira (25). O animal foi resgatado pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), na praia de Itapirubá Sul.

A necrópsia deve ser iniciada em breve pelos veterinários do programa, bem como uma investigação para saber se esse boto pertencia à população de Laguna. Segundo o PMP-BS, o animal estava em avançado estado de decomposição.

Esse é o segundo boto que aparece morto na cidade. No ano passado, 16 indivíduos foram encontrados sem vida em Laguna.

Fonte: NotiSul