Ativistas veganos se despedem de bois em frente a matadouro

A caminho da morte, os animais sentem medo, desespero, dor e solidão. Eles sabem que algo muito ruim está prestes a acontecer e podem apenas esperar.

Em uma tentativa de amenizar esse horror, um grupo de ativistas veganos se despedem dos animais com palavras de amor e carinho que, de mesma forma, entendem que alguém se importa com eles pelo menos por alguns pequenos instantes.

Desde que fundaram o grupo em 2015, 35 cerimônias já foram realizadas como também um contra o massacre, onde os ativistas seguram cartazes que dizem “seu gosto = a morte deles”.

A fundadora do Leicestershire Animal Save, Dina Aherne, disse que seu grupo tem um entendimento com chefes de matadouro que lhes permitem consolar os animais, mantidos dentro de trailers, por dois minutos antes de serem transportados para o matadouro.

Aherne, uma ex-advogada de 28 anos de Leicester, disse: “Queremos que eles se sintam à vontade todas as vezes, porque elas são seres vivos e sagrados”.

“Elas têm uma alma viva e consciência. Nós realmente queremos ajudar a confortá-los. Temos que providenciar e programar com duas semanas de antecedência de quando estaremos no local”.

“Quando chegamos normalmente por volta das oito da manhã, nos reunimos em frente ao matadouro nos dias em que ele fica opera por cerca de três horas. Nós então paramos cada um dos caminhões e temos dois minutos para dizer o último adeus antes de eles irem e colocarem uma arma na cabeça deles”.

“Sussurramos frases para eles como’ sentimos muito ‘,’ nos vemos ‘e’ eu te amo ”.

Aherne disse acreditar que os protestos pacíficos são a melhor maneira de espalhar uma mensagem positiva sobre o veganismo e o bem-estar animal. As informações são do Daily Mail.

Ela acrescentou: “Qualquer movimento social tem diferentes tipos de ação e muitos grupos vegetarianos recorrem à violência. Mas nós concordamos que essa é a melhor maneira é espalhar a mensagem pacificamente”.

“Estou seguindo meu coração e esses animais merecem compaixão e respeito como qualquer outro ser humano”.

O Dr. Toni Shepard, diretor do grupo de campanha de bem-estar animal Animal Equality UK, disse: “O movimento fez muito para atrair a atenção do público e é muito bom que diga às pessoas que os animais estão morrendo de fome por carne”.

“Pode ser certamente estressante para as pessoas, mas para os próprios animais, depende de como isso acontece, pois qualquer ruído alto pode assustá-los.”

O Foyle Food Group possui nove locais em todo o Reino Unido, onde matam e destroem mais de 7.500 bovinos por semana em suas unidades de processamento.

Outro grupo de veganos realizou uma vigília à luz de velas em frente a uma fazenda para lamentar nove perus que haviam sido abatidos para o jantar de Natal em Bristol.

O grupo ficou em silêncio aos portões da St. Werburghs City Farm, em Bristol, e ofereceu tortas veganas a quem passava por lá ao lado de uma placa que dizia: “Eles queriam viver”.

Animais são encontrados mortos em Cachoeiro de Itapemirim (ES)

Animais estão sendo encontrados mortos por moradores do bairro Paraíso, em Cachoeiro do Itapemirim, município do estado do Espírito Santo. A suspeita é de que as mortes estejam sendo causadas por envenenamento.

Andreia e o gato que foi encontrado morto (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma das vítimas é um gato que era tutelado pela design de unhas Andreia Barros. A tutora encontrou o animal morto dentro de casa. As informações são do jornal Gazeta Online.

“É uma revolta muito grande. Uma dor como se tivesse morrido alguém da família. Eu chorei dias. Meu filho chorou dias. É muito revoltante. Agora ficam as lembranças, porque foram quatro anos de muito cuidado, de muita dedicação. Era como se fosse um filho”, disse.

Além do animal morto, Andreia tutela outros dois gatos. Um deles foi arremessado com violência dentro do quintal da casa dela, por cima do portão. “Durante a noite eles jogaram de uma cerca que a gente tem aqui, porque eles sabem que a gente gosta de animal e, desde então, eu estou com ele. Só que como ele é muito pequenininho, eu fico com pena dele ser morto. Porque ele não tem defesa. Ele está todo torto e a gente fica com medo de perder ele também”, completou.

O gato de outra moradora do bairro, que preferiu não se identificar, também foi morto. “Eu tive um no final do ano passado, chegou passando mal em casa e tudo parecia ser envenenamento. E, em seguida, ele faleceu”, relatou.

Os casos, no entanto, não se restringem ao município de Cachoeiro do Itapemirim. Em Marataízes, ao sul do estado, e em Barra de Itapemirim, animais foram encontrados mortos. No caso da última cidade, moradores encontraram comida com veneno. Em Marataízes, as mortes foram causadas por chumbinho, veneno que tem venda proibida. O uso dele pode levar a três anos de prisão. A comercialização também é punida, com prisão e multa de até mil salários mínimos.

Caçadores matam elefante e causam revolta entre defensores dos animais

Dois caçadores mataram um elefante em um safari no Zimbábue, na África, e causaram revolta entre defensores dos animais. Após tirarem a vida do animal, os dois homens posaram para uma foto segurando armas ao lado do corpo do elefante. A imagem foi publicada na internet e viralizou, gerando inúmeras críticas à dupla.

(Foto: Reprodução / Diário do Nordeste)

Apesar de um dos caçadores, que é executivo de uma empresa de energia, ter afirmado que o elefante era adulto, há a suspeita de que o animal era filhote. O caçador afirmou que a morte foi um ato de defesa pessoal. As informações são do Diário do Nordeste.

Um dos caçadores, dono da empresa TopGen Energy Share, Mike Jines, enviou um e-mail ao canal de televisão WGCL, afiliado a rede de TV americana CBS, afirmando que recebeu ameaças de morte e que ele e Max Delezenne não infringiram leis do Zimbábue ao matar o elefante.

A legalidade da ação dos caçadores, porém, não é o foco dos críticos. Isso porque os protetores de animais defendem que o fato das leis permitirem a caça de animais em safaris não torna a prática menos cruel e repulsiva.

“Filhote de elefante morto. Caçadores brancos na África devem ser detidos”, escreveu um internauta. Apesar da foto do elefante morto ter sido publicada pelo guia Darrell Eisman no fim do mês de janeiro, a caçada ocorreu em outubro do ano passado.

A prática de caçar animais para usar seus corpos mortos como troféus, exibindo-os orgulhosamente, é alvo de críticas há bastante tempo. Em 2015, a morte do leão Cecil, que vivia em um santuário e foi atraído para uma emboscada por um caçador e um dentista americano, gerou revolta. O caso ganhou repercussão mundial.

Cadela morre após comer bolinhos de chocolate contendo adoçante

Muitas pessoas tratam seus animais domésticos como humanos, para o bem ou para o mal, e isso é perigoso. A saúde e as necessidades de cães, gatos e de outras espécies são bem diferentes das nossas, inclusive na forma como reagem a determinados alimentos e medicamentos.

Um triste exemplo disso é o caso da cadela Rubi, que morreu oito dias depois de comer dois brownies de chocolate adoçados com Xilitol. Sua tutora, Chacksfield, de Acton, no oeste de Londres, disse que usou a substância para diminuir o açúcar nos bolinhos.

Três dias após a ingestão, Rubi ficou gravemente doente e foi levada ao veterinário, onde foi diagnosticada com insuficiência hepática e internada imediatamente.

Apesar dos esforços de Chacksfield, que ter gastou 10 mil libras com o tratamento, e dos veterinários, Rubi faleceu aos sete anos de idade por insuficiência hepática e um suposto derrame cerebral.

Somente após a morte da cadela, a tutora percebeu que o adoçante a deixara doente – depois que os veterinários apontaram que ela é tóxica para os cães.

Agora, Chacksfield quer alertar outros tutores de cães sobre as consequências mortais dos adoçantes naturais.

“Eu só fiz brownies com xilitol para reduzir a quantidade de açúcar que eu estava comendo”.

“Enquanto eu estava fora, Ruby conseguiu entrar no cômodo ao lado da cozinha e comeu dois bolinhos”.

“Ela parecia bem no começo e só alguns dias depois ela começou a ficar doente e eu a levei ao veterinário. Eu não fazia ideia de quão sério era para os cães os adoçantes naturais. As fotos dela na internação ainda me fazem chorar”.

“Ela estava conosco desde quando era filhote e eu estou completamente perdida sem ela”. As informações são do Daily Mail.

Chacksfield afirma que Ruby já havia comido tinha brownies de chocolate no passado e que os veterinários lhe disseram que pequenas quantidades de chocolate não seriam muito prejudiciais para cães do tamanho dela, por isso, não imaginou que ela pudesse adoecer desta vez.

“Ruby começou a ficar muito doente, então eu a levei ao veterinário. Ela voltou para casa pois parecia estar bem. Logo depois ela entrou em colapso e nós a levamos de volta. Foi então que eles começaram a tratá-la por veneno de rato devido aos sintomas”.

“Pensamos que ela poderia ter comido algum por engano no parque ou algo assim – nunca me passou pela cabeça mencionar os brownies”.

“Eu realmente peço a outros tutores de cães que leiam sobre os perigos do xilitol em cães e que levem seus animais com urgência ao veterinário, se eles o consumirem acidentalmente”.

“Fizemos tudo que podíamos para salvar Ruby – ela era muito amada e todos sentimos muito sua falta”.

Conheça alguns medicamentos e alimentos humanos que são perigosos para os cães:

Paracetamol

O paracetamol pertence ao grupo farmacológico dos AINE’s (anti-inflamatórios não esteroides). Alguns fontes referem que nenhum AINE pode ser administrado aos cães, no entanto, este grupo engloba inúmeros princípios ativos e é possível que algum deles seja adequado para tratar alguma condição canina, sempre sob prescrição veterinária.

Em contrapartida, se existir um anti-inflamatório com estas caraterísticas que sob nenhuma circunstância possa ser administrado a um cachorro é o paracetamol, potencialmente perigoso pelo dano que pode causar no fígado.

Administrando paracetamol a um cachorro pode-se prejudicar gravemente o seu fígado, pode ocorrer uma falha hepática que leve à morte e também é possível a destruição de grande parte dos glóbulos vermelhos.

Ibuprofeno

Trata-se de um princípio ativo que também pertence ao grupo dos AINE’s, é mais anti-inflamatório que o paracetamol mas possui uma capacidade menor para diminuir a febre.

Ele é tóxico para os cães em doses que superem as 5 miligramas por quilo de peso corporal, isto significa que um comprimido de ibuprofeno para adultos (600 miligramas) seria mortal para um cão pequeno.

A intoxicação com ibuprofeno manifesta-se através de vômitos, diarreia, perda de apetite, falha renal, falha hepática e inclusive morte.

Benzodiazepinas

As benzodiazepinas formam por si só um grupo farmacológico onde podemos distinguir princípios ativos como o alprazolam, diazepam ou clorazepato dipotássico. Tratam-se de remédios que em humanos são utilizadas como fortes sedativos do sistema nervoso central, sendo prescritos no caso de ansiedade, nervosismo ou insônia, entre outras condições.

Algumas benzodiacepinas, por exemplo, o diazepam são utilizadas no tratamento da epilepsia ou ansiedade, no entanto, apenas um médico veterinário pode prescrever o uso deste fármaco.

As benzodiazepinas provocam nervosismo e ataques de pânico nos cachorros, além de ser muito perigosas para a sua saúde hepática.

Antidepressivos

Existem muitos tipos de antidepressivos embora os mais conhecidos sejam os Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS), um grupo dentro do qual podemos distinguir princípios ativos como a fluoxetina ou a paroxetina.

Não afetam apenas diretamente a saúde renal e hepática do cachorro, como também podem transtornar o adequado funcionamento do seu sistema nervoso.

As informações são do Perito Animal.

Alimentos:

Cebolas

A família da cebola, seja seca, crua ou cozida, é particularmente tóxica para os cães e pode causar irritação gastrointestinal e danos às células vermelhas do sangue. Sinais de doença nem sempre são imediatos e podem ocorrer até alguns dias depois.

Chocolate

Por mais atraente que seja o chocolate é para humanos e cães, o chocolate é um alimento venenoso para os cães.

O chocolate contém um estimulante chamado teobromina (o chocolate amargo tem o maior conteúdo), que é tóxico para os cães e pode causar insuficiência renal.

Macadâmia

As nozes de macadâmia contêm uma toxina que pode afetar os músculos e o sistema nervoso do seu cão, resultando em fraqueza, membros inchados e ofegantes.

Milho doce

Espiga de milho poderia ser fatal se comido pelo seu cão. Embora o milho seja digerido pelos cães, a espiga pode causar um bloqueio no intestino do seu cão.

Abacates

Abacates são outro alimento venenoso para cães. Abacate plantas contêm uma substância chamada Persin, que está em suas folhas, frutos e sementes e pode causar vômitos e diarréia em cães.

Adoçante

Se seu cão digerir alimentos açucarados e adoçantes à base de xilitol, pode entrar em hipoglicemia, que está ligada à insuficiência hepática e a problemas de coagulação do sangue.

Álcool

O álcool tem um enorme impacto nos cães, mesmo em pequenas doses. A bebida não só causa intoxicação como nos seres humanos, mas pode levar a doenças, diarréia e até mesmo danos ao sistema nervoso central.

 

Uvas

Passas são em muitos dos alimentos que nós gostamos de comer, como bolos, biscoitos e cereais, por isso não é apenas a forma de fruta que devemos nos preocupar.

O ingrediente ativo que causa a toxina é desconhecido, no entanto, tanto uvas como passas podem causar danos graves ao fígado e insuficiência renal.

 

 

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em João Pessoa (PB)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última terça-feira (5) na praia do Bessa, em João Pessoa, na Paraíba. Segundo a bióloga e fundadora da ONG Guajiru, Rita Mascarenhas, o animal estava preso a uma corda que estava ligada a uma armadilha de pesca. A tartaruga estava em estado avançado de decomposição.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

A suspeita da bióloga é que a tartaruga tenha ficado presa à armadilha e não tenha conseguido voltar para o mar aberto mesmo após pescadores cortarem a corda – o que teria levado-a à morte. As informações são do portal G1.

A ONG, que atua na preservação das tartarugas marinhas, enviou uma equipe ao local para registrar a morte do animal, que foi enterrado pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A armadilha em que a outra ponta da corda estava presa foi encontrada perto da tartaruga morta. O animal pesava, segundo Rita, cerca de 100 quilos e tinha mais de um metro de casco. Devido a essas características, a bióloga acredita que o animal era adulto.

Tartarugas da espécie verde podem ter até 1,3 metros de casco e pesar 250 quilos.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

Incêndio atinge santuário e mata 41 animais nos Estados Unidos

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Second Chance Wildlife Sanctuary, em Orlando, na Flórida (EUA), e matou 41 animais na madrugada de segunda-feira (4). Morreram cachorros, gatos, tartarugas, uma cobra e três iguanas.

(Foto: acheiusa)

O proprietário do local, Jim Bronzo, conta que foi acordado pelo barulho feito pelos pavões que vivem no santuário. Ele dormia no segundo andar da casa e conseguiu salvar alguns animais. O fogo teve início por volta das 1h30min da madrugada e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros cerca de uma hora e meia depois.

O santuário, fundado em 1985, abriga 350 animais, entre cachorros, gatos, patos, porcos, lhamas, iguanas, pássaros, tartarugas, cobras, entre outros. As informações são do portal Achei USA.

Uma página no site de financiamento coletivo GoFundMe foi criada por amigos de Bronzo, que há anos se dedica aos animais, para arrecadar fundos para a reconstrução do santuário, que foi destruído pelo incêndio.

“Jim Bronzo dedicou sua vida a salvar animais. Todos os animais, incluindo aqueles que ninguém quer cuidar… lhamas, pavões, porcos e muitos mais. Bem cedo esta manhã foram os pavões que Jim salvou que o salvaram. Ele é abençoado por ter saído vivo enquanto tentava salvar seus cães e gatos. Dezenas de animais morreram. Toda a estrutura desapareceu. Jim não tinha seguro sobre o conteúdo da propriedade e é uma perda total de 38 anos ou mais, o trabalho de sua vida. Por favor, ajude-o e a nossa comunidade a reconstruir este santuário incrível, acolhedor e seguro!”, diz a página.

Atropelado em frente à clínica veterinária, cão não é socorrido por viver na rua

Um cachorro morreu na segunda-feira (4) após ser atropelado em frente a clínica veterinária Companhia dos Bichos, que se negou a socorrê-lo, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A clínica está localizada na avenida Júlio de Castilho.

O animal foi encontrado debilitado e com dor pela estudante Lara Luana. Ela passou pelo local no momento em que ele foi atropelado, mas não percebeu o que havia acontecido. Uma hora depois, encontrou o cão caído na calçada.

(Divulgação/Redes sociais)

“Eu não recolhi o cãozinho porque fiquei com medo de machucar mais, ele não estava respirando direito e parecia sentir muita dor. É a mesma orientação para um humano quando sofre acidente, a gente não mexe na pessoa, por isso minha mãe foi pedir ajuda na clínica, para algum veterinário ou alguém vir ajudar”, contou ao G1.

De acordo com a estudante, a atendente da clínica disse que o cachorro não poderia ser atendido por viver em situação de rua e não ter um responsável. “Minha mãe disse que não precisaria fazer nada de graça, que íamos arcar com o custo, mas mesmo assim, disseram que ele não poderiam se responsabilizar por um animal de rua”, disse.

A clínica Companhia dos Bichos divulgou nota por meio da qual afirmou que para que o animal fosse socorrido, ele teria que ser levado até a clínica. A estudante rebate a alegação do estabelecimento. “O acidente aconteceu ali na frente, do outro lado da rua. Era uma vida, um cãozinho em sofrimento, se as pessoas de outros comércios saíram para ajudar, um profissional de uma clínica veterinária que saberia como lidar, não poderia fazer o mesmo?”, afirmou.

Segundo Lara, outras pessoas que acompanharam o sofrimento do cachorro haviam se oferecido para ajudar a arcar com os custos do tratamento dele. A estudante tinha decidido adotar o cão e, inclusive, deu para ele o nome de Jorel. “O cachorro havia sido atropelado há mais de uma hora. Se ele tivesse sido atendido, talvez estivesse vivo agora e pronto para ganhar uma família, mas infelizmente não deu tempo”, lamentou.

Jorel morreu na calçada, sem receber atendimento veterinária. Lara contou que se sentiu útil por não abandonar o animal. “Cuidei dele até o último suspiro. Não entendo como uma pessoa pode saber que há um cão em sofrimento e não fazer nada, por uma questão de burocracia”, disse.

A estudante divulgou o caso em rede social, o que gerou repercussão. A clínica afirmou, em nota, que vai acionar a Justiça “para investigar civil e criminalmente os responsáveis por essa campanha de difamação”.

Lobo-ibérico morto é encontrado preso à armadilha em Portugal

Um lobo-ibérico foi encontrado no último domingo (3) em Portugal. O corpo do animal estava preso a uma “armadilha de laço” na freguesia de Cunha, em Paredes de Coura, vila do Distrito de Viana do Castelo.

(Foto: Reprodução / Portal Público)

Além da patrulha da GNR de Paredes de Coura, foram até o local o Núcleo de Proteção Ambiental da Guarda e uma equipe de investigação criminal, segundo o portal Público.

Na cabeça do animal, havia um ferimento, mas “ainda não é certo que se trate de um disparo” de arma de fogo, segundo o comandante da Guarda Nacional Republicana (GNR), Gabriel Barbosa, em entrevista ao Jornal de Notícias.

“Existia uma armadilha no local, que, aliás, é crime. Será feito o auto de notícia e contatado o tribunal e o corpo será sujeito a uma necropsia”, explicou Barbosa.

As armadilhas de caça são geralmente utilizadas para matar javalis. Mas acabam matando também outros animais. Em 2012, o investigador do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO), Francisco Álvares, afirmou ao portal Público que esse é um problema “com uma incidência muito maior do que pensamos” e que “demonstra a necessidade de fiscalização”.

De acordo com censo nacional realizado em 2002 e 2003, existem 65 alcateias no país, totalizando 300 lobos-ibéricos. Os três núcleos mais estáveis estão situados ao norte do rio Douro, apesar de haver também animais ao sul. Os núcleos estão na Peneda-Gerês, em Bragança-Montesinho e em Vila Real-Alvão.

Cachorro morre após ser resgatado de córrego em Taboão da Serra (SP)

Um cachorro morreu após ser resgatado de um córrego na avenida Intercap, em Taboão da Serra (SP), no último domingo (3). O resgate foi feito pelo Corpo de Bombeiros.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Pessoas que passavam pelo local perceberam que o animal estava dentro do córrego e acionaram os bombeiros. Há relatos de que o cachorro teria sido jogado dentro do local, numa ação de maus-tratos. As informações são do Jornal na Net.

Após retirar o animal do córrego, os militares entregaram o cão para um rapaz que acompanhava o resgate. O cachorro, porém, não recebeu atendimento veterinário de emergência e morreu na calçada momentos depois.

De acordo com moradores que estavam no local, o animal estava com um ferimento na região da cabeça.

Jaguatirica morre após ser atropelada em rodovia no interior de São Paulo

Uma jaguatirica foi encontrada morta após ser atropelada na madrugada do último sábado (2) na rodovia Comendador Américo Emilio Romi (SP-306), que liga os municípios de Santa Bárbara e Capivari, no interior do estado de São Paulo.

(Foto: Reprodução / Jornal de Capivari)

O animal foi encontrado por um sitiante que mora nas proximidades da rodovia. A jaguatirica apresentava um ferimento grave no pescoço. As informações são do Jornal de Capivari.

As rodovias que cruzam a região são conhecidas pelos atropelamentos. Casos de animais encontrados mortos são comuns nestes locais.