Polícia investiga motorista que matou cão ao atropelá-lo em Fortaleza (CE)

A Polícia Civil está investigando o motorista que atropelou e matou o cão Jacó, da raça border collie, no sábado (23), nas areias da Praia de Porto das Dunas, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. O tutor do animal, Vladinir Maciel, afirma que um carro atropelou o cachorro de propósito e “fugiu sem prestar socorro”. Um boletim de ocorrência foi registrado na segunda-feira (25).

Foto: Divulgação/Cão Gentil

O caso de atropelamento é investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). “A Polícia Civil trabalha com o objetivo de identificar e localizar o condutor do veículo”, explicou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, que disse ainda que a fiscalização de circulação nas praias é de responsabilidade do município, conforme estabelecido pelo art. 24 inciso VI e VII do Código de Trânsito Brasileiro. As ações contam com o apoio do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran), segundo o portal O Povo.

Denúncias

Informações que possam contribuir com as investigações sobre o caso do cão Jacó podem ser repassadas à polícia através dos telefones da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente: (85) 3247.2630 / 3247.2637, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). As denúncias são sigilosas e anônimas.

Campanha contra carros na praia

Após a morte de Jacó, Vladinir Maciel iniciou uma campanha contra a circulação de veículos na areia da praia. “A praia não é rua para ter carro. É um local para sair com a sua família, com seu cachorro”, disse em entrevista ao Diário do Nordeste. “Hoje foi meu cachorro, amanhã pode ser você, o seu filho, a sua esposa. Então, carro na praia, não. Praia não é local para ter carro. Essa é minha bandeira agora”, acrescentou.

Maciel conta que o atropelamento aconteceu enquanto Jacó passeava com a família na praia, onde costumavam ir três vezes na semana. “De repente, quando eu olho, veio uma picape Amarok cinza em alta velocidade. Só que ele não alcançava a minha pessoa ou o Jacó. Mas, ele mudou a direção do carro e foi em direção ao Jacó. Atropelou o Jacó e foi correndo em alta velocidade”, afirmou. “Na hora, você fica sem saber o que fazer. Você fica meio que em pânico”, completou.

Após o cão ser atropelado, o tutor o pegou no colo, ligou para o veterinário que o acompanhava e o levou para a clínica 24 horas mais próxima do local. “Eu acho que ele chegou lá já sem vida. Dr. Daniel e Dr. Gustavo, do qual sou muito grato, fizeram de tudo para tentar reanimá-lo, para tentar salvar ele, mas não deu”, contou.

“Vou tentar ficar com as boas lembranças, foi um cachorro incrível, um cachorro magnífico”, lamentou.

Morte de cão atropelado de propósito gera protesto em Fortaleza (CE)

O cachorro Jacó foi morto no sábado (23) após ser atropelado nas areias da Praia de Porto das Dunas, localizada em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. O tutor do animal, Vladinir Maciel, disse que “um carro 4×4 propositalmente o atropelou e fugiu sem prestar socorro”. O crime brutal gerou um protesto em memória do cão na avenida Beira Mar, na Praia de Iracema, no domingo (24).

Foto: Reprodução/TerraZoo

De acordo com a organização do evento, 200 pessoas participaram do ato. Matheus de Oliveira Cavalcante, um dos organizadores, afirmou que o objetivo da manifestação é conscientizar a população sobre o uso de automóveis na praia. “Assim como aconteceu com o Jacó, poderiam ter sido outras vítimas”, disse. As informações são do jornal Diário do Nordeste.

O tutor de Jacó, outros tutores de animais, membros de entidades de proteção animal e cachorros participaram do protesto. Vestidos de preto, os manifestantes caminharam pela orla. Alguns deles exibiam faixas com o nome do cachorro.

Maciel contou que um boletim de ocorrência será registrado nesta segunda-feira (25) em uma delegacia para que o caso seja investigado e punido.

Foto: Mateus Oliveira

Motorista dirige em alta velocidade e mata 29 ovelhas atropeladas no Piauí

Um motorista que dirigia em alta velocidade pela PI-446 atropelou 34 ovelhas, matando 29 delas, na segunda-feira (18). As mortes ocorreram em um trecho da rodovia próximo ao município de Paulistana, no Piauí. Cinco ovelhas sobreviveram, sendo que uma delas sofreu ferimentos leves e as outras tiveram diversas fraturas.

(Foto: Reprodução / TV Clube)

De acordo com a Polícia Militar (PM), o condutor dirigia uma caminhonete e, em um trecho de baixo relevo da rodovia, atropelou as ovelhas. As informações são do portal G1.

“Ele vinha na mesma direção dos animais, em alta velocidade. Nessa descida, ele freou por aproximadamente 20 metros, mas ainda assim atropelou o rebanho, matando 29 ovelhas, deixando quatro incapacitadas, com diversos membros fraturados e uma ficou levemente ferida”, contou o major Major Estanislau Felipe, comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar.

Os corpos das ovelhas ficaram espalhados pela rodovia e pelo acostamento. No local, não há sinalização que indique a presença de animais na pista.

No momento do atropelamento, o tutor das ovelhas estava próximo ao local. Ele e o motorista foram levados para o 12º Distrito Regional da Polícia Civil para prestar depoimentos sobre o caso e realizar os procedimentos legais necessários.

Cadela de Emiliano Sala se nega a sair de velório do jogador

A cadela Nala, que foi adotada pelo jogador Emiliano Sala, participou do velório dele no sábado (16) em Progreso, na Argentina. Fiel ao tutor, ela se negou a sair da porta da capela durante toda a cerimônia fúnebre.

(Foto: Reuters)

Nala já havia emocionado internautas de todo o mundo após a irmã de Emiliano, Romina Sala, publicar uma foto da cadela sentada em frente a uma porta, olhando para o horizonte. Segundo Romina, Nala esperava pelo retorno do jogador, que havia desaparecido após a queda de um avião e, dias depois da publicação da foto, teve a morte confirmada. As informações são do CM Jornal.

Com a morte do jogador, a família dele decidiu ficar responsável por Nala, que continuará recebendo os cuidados necessários. “Nala, sua fiel companheira, agora é nossa. Nunca pensamos em mandá-la para a adoção”, escreveu Romina no Instagram.

Emiliano Sala desapareceu em 21 de janeiro. O avião que o argentino viajava desapareceu dos radares. O corpo dele foi encontrado apenas no dia 7 de fevereiro, próximo da aeronave, no Canal da Mancha.

(Foto: Reprodução / Twitter / @Juezcentral)

Polícia procura responsável por matar cão de forma brutal em MG

Um cachorro de pequeno porte foi morto de forma brutal no bairro Platina, em Ituiutaba, no estado de Minas Gerais. A Polícia Militar de Meio Ambiente tenta identificar o responsável pelo crime.

Foto: PM Meio Ambiente/Divulgação

O animal foi encontrado com vários ferimentos pelo corpo feitos com objeto cortante. A polícia acredita que o cão foi esfaqueado. As informações são do portal G1.

Segundo informações do 3º Grupamento de Polícia Militar de Meio Ambiente, o corpo do cachorro foi encaminhado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município para que exames possam ser realizados com o intuito de atestar a causa real da morte.

Depois que o resultado dos exames estiverem prontos e um laudo sobre a causa da morte for emitido, um Boletim de Ocorrência será redigido para que a Polícia Civil passe a investigar o caso.

A Polícia Militar de Meio Ambiente pede que quem tiver informações sobre o paradeiro do agressor do animal faça uma denúncia através do Disque Denúncia 181. A ligação não tem custos e é anônima.

Campanha pede ao zoo a liberdade de elefanta que perdeu seu companheiro de 17 anos

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Sozinha em cativeiro a seis meses a elefanta perdeu o apetite e a vontade de caminhar pelo seu ambiente de residência | Foto: Humane Society Internacional

Lammie é uma elefanta de 39 anos, ela é o último elefante africano no zoológico de Joanesburgo (África do Sul). Em setembro último seu companheiro a 17 anos, Kinkel, faleceu deixando-a sozinha. Desde então Lammie perdeu a vontade de viver. Ela parou de comer, de andar pelo cativeiro e de interagir com seus alimentadores. É com muita dificuldade que seus cuidadores conseguem fazê-la se alimentar o mínimo que seja.

Os dois se tornaram inseparáveis desde que ele foi resgatado e trazido ao zoológico em 2000. O elefante teve sua tromba presa a uma armadilha na selva africana foi socorrido e levado a Joanesburgo. Um dia antes de Kinkel morrer, quando ele já estava doente, Lammie foi vista tentando ajudá-lo a se levantar.

Desde então, a seis meses que ativistas têm pedido insistentemente ao zoológico de Joanesburgo que transfira a elefanta solitária para um santuário onde ela possa conviver com outros animais da sua espécie e não tenha que passar seus últimos anos sozinha.

Além da vida no cativeiro e da morte do companheiro, a elefanta ainda sofreu a perda de seu filhote de uma semana, a morte de seus pais, a transferência de um dos irmãos para um zoológico francês e o outro para um cativeiro em Johanesburgo.

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Sem a presença do companheiro a elefanta começou a apresentar comportamentos depressivos e apatia constante | Foto: Humane Society Internacional

Elefantes desenvolvem fortes laços sociais e de grupo, assim sendo, a perda de membros da família e companheiros de convivência podem resultar em luto e trauma significativos, afirmam grupos de proteção animal.

A elefanta agora passa seus dias sozinha em sua clausura, sem a companhia de nenhum outro elefante ou qualquer distração, denunciam os ativistas.

Eles dizem ainda que ela não tem quase nenhuma interação, dispõe de pouca sombra, água insuficiente para tomar banho e chega a ficar horas parada e apática no portão de seu cativeiro, sem falar que ela está acima do peso.

Especialistas em elefantes da Humane Society International/Africa, da EMS Foundation e do Elephant Reintegration Trust estão preocupados com o seu estado mental e têm feito coro aos pedidos de providências urgentes ao zoológico.

Um santuário está disposto a oferecer a Lammie um novo lar com outros elefantes que se tornariam sua nova família, porém, o zoológico tem resistido aos pedidos para liberar Lammie e, em vez disso, sugeriram trazer outro elefante para lhe fazer companhia.

Ativistas estão preparando uma petição com aproximadamente 300 mil assinaturas para enviar ao zoológico, pedindo urência na transferência de Lammie ao santuário.

Uma carta de apoio assinada pelos 13 mais renomados especialistas em elefantes do mundo também foi enviada ao irredutível zoológico.

A atriz de Harry Potter, Evanna Lynch, também está apoiando a campanha junto com as crianças de uma escola, que enviaram um cartão de Dia dos Namorados (Valentine´s day) ao zoológico, com um desenho da elefanta, um pedido pela liberdade de Lammie e a assinatura de todas elas.

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Carta das crianças da escola pela liberdade de Lammie | Foto: Humane Society Internacional

Evanna Lynch disse: “Os elefantes são criaturas tão incríveis e inteligentes que é simplesmente de partir o coração vê-los reduzidos a circunstâncias tão lamentáveis”.

“Eu realmente espero que o pessoal do zoológico de Joanesburgo encontre em seus corações a misericórdia necessária para permitir que Lammie viva com outros elefantes em um santuário, é o mínimo que ela merece depois de anos de cativeiro”, completou a atriz tocada pela situação da elefanta.

Mesmo se outro elefante for adquirido, o mínimo de elefantes recomendado, por diversas associações de zoológico pelo mundo, é de pelo menos quatro elefantes em um grupo de convivência.

Especialistas em elefantes da HSI/África dizem que apenas dois elefantes em um grupo de conviência, não atendem às complexas necessidades desses animais, e é por isso que quase 40 zoológicos ao redor do mundo estão fechando suas exposições de elefantes.

Audrey Delsink, diretora do Depto. de Vida Selvagem da Humane Society International/África, esclareceu: “Os elefantes são seres inteligentes, extremamente sociais e sencientes, com estruturas familiares complexas e vínculos que duram a vida inteira”.

“Agora que Lammie perdeu seu companheiro, ela precisa desesperadamente de uma existência mais feliz e da chance de viver seus últimos anos com outros elefantes”, enfatiza ela.

A diretora ratifica ainda informação de que há um santuário pronto e esperando para oferecer a Lammie “um lar onde ela possa expressar comportamentos normais de elefantes e evoluir emocional e fisicamente com um grupo de elefantes que se tornaria sua nova família”.

Segundo Audrey, o fato de adquirir outro elefante seria apenas “outra repetição do ciclo de sofrimento, além do que, ver elefantes em um ambiente estéril, um cativeiro, presos, não fornece nenhum valor educacional”.

“Há muitos zoológicos em todo o mundo reconhecendo os desafios de bem estar em se manter elefantes, então neste Valentine´s Day estamos pedindo ao zoológico de Joanesburgo para curar o coração partido de Lammie e deixá-la ir para um santuário onde possa passar o resto de seus dias com outros elefantes”, conclui ela.

A NSPCA da África do Sul, um grupo dedicado ao bem-estar animal, apelou para o fim do “ciclo infinito e redundante de se condenar continuamente os elefantes ao cativeiro por tantos anos”.

O zoológico de Joanesburgo afirma que desempenha um papel educacional acima de tudo e hospeda visitantes de comunidades de baixa renda que não têm meios para visitar parques de vida selvagem.

O caso de Lammie, que nasceu no zoológico, é o mesmo do Happy, um elefante asiático que vive no zoológico do Bronx em Nova York desde 1977, estando a mais de uma década sem outro elefante no mesmo cativeiro.

Alguns ativistas também lutam para que Happy seja transferida para um santuário na intenção de conviver com outros elefantes, mas o zoológico declarou em 2016, que ela está “saudável e confortável”, e criou laços com as pessoas que cuidam dela, além de ter “contato tátil e auditivo” com os outros dois elefantes do zoológico.

Zoológicos nada mais são do que cadeias para animais, onde privados de suas necessidades naturais básicas de convivência e dos demais membros de sua espécie – fundamentais para seu desenvolvimento e plenitude – eles enlouquecem, adoecem e morrem lentamente, pagando por um crime que nunca cometeram.

Após morte de garça, campanha alerta para maus-tratos a animais no Acre

A Secretaria de Meio Ambiente de Rio Branco (AC) iniciou uma campanha para falar sobre maus-tratos a animais. A ação ocorre após um grupo de crianças matar uma garça, na última terça-feira (12), no Horto Florestal.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

A secretária municipal de meio ambiente, Paola Daniel, explicou em entrevista do Jornal do Acre 1ª edição que existe a criação de um conselho de defesa e proteção dos animais.

“Iniciamos essa semana com a campanha vinculada aos maus-tratos de animais. A lei que prevê os maus-tratos é de 2002 e é fiscalizada pela Semeia, mas acho que não tem muita publicidade. Acaba que as pessoas não sabem como proceder. A campanha é justamente nesse sentido: maus-tratos, como proceder”, ressaltou.

Paola diz que as tratativas para a campanha eram trabalhadas há duas semanas. Infelizmente, segundo ela, o início culminou com a morte da ave que vivia no lago do Horto.

“Estamos formando esse conselho para atuar de forma mais forte no combate aos maus-tratos. Acabou que culminou nesse acidente que tivemos no Horto Florestal. Nossa garça, que virou meio que um símbolo aqui no Horto, foi morta por crianças com estilingue”, lamentou.

Morte

A secretária afirmou que a ave aparecia no Horto sempre no inverno. A ave apareceu por conta própria, era mansa e interagia com os visitantes do espaço. Na terça, uma criança apareceu na porta da administração com a garça nas mãos tentando reanimá-la.

“Não é a simples morte da garça, é a representatividade que isso tem dentro da nossa sociedade hoje. Primeiramente porque foi feito por crianças. A educação ambiental precisa ser fortalecida nas escolas, comunidades e em casa. Os pais precisam tratar isso com as crianças”, criticou a secretária.

Fonte: G1

Síndrome de Pandora: doença afeta sistema urinário dos gatos e pode levar à morte

Os gatos, assim como os cachorros, necessitam de todo cuidado do tutor para que tenham uma vida saudável e duradoura. Fugindo do ditado das sete vidas, os gatos podem apresentar diversas complicações que as vezes estão relacionadas a outras doenças. É o caso da Síndrome de Pandora, que tem muita semelhança com problemas urinários comuns, mas precisa de uma atenção redobrada do tutor para identificá-la.

Síndrome de Pandora pode atingir gatos de 1 a 10 anos — Foto: Mayara Fernandes/Divulgação

A doença é bem parecida com a cistite humana (infecção bacteriana na bexiga), como explica a veterinária Natália Dos Santos. “São várias anormalidades que acontecem que levam o animal a desenvolver a cistite. Normalmente essa cistite é idiopática, multi-fatorial e os pesquisadores falam que ela é psico neuro imuno mediada. Ou seja, tem fatores imunológicos e neurológicos envolvidos nessa síndrome, que é a inflamação do trato urinário inferior”, afirmou a médica.

Apesar de ter nomenclatura nova, a doença já vem sendo estudada desde o início dos anos 70 e, ao longo desses anos, recebeu diversos nomes pelos pesquisadores. De acordo com a veterinária, o maior empecilho da Síndrome de Pandora é a identificação. “Como a doença é multifatorial – ou seja, não há uma causa primária -, desconhecida e apresenta sinais clínicos muito comuns a doenças inflamatórias do trato inferior, se o clínico não tiver um olhar bom, ele acaba confundindo”, explicou.

Para acompanhar uma vida saudável do gato, é necessário que o animalzinho tenha sempre água por perto, uma alimentação rica em proteínas, além de diversão e higiene adequada para evitar o estresse, que causa a inflamação na vesícula urinária. A veterinária explica que a síndrome pode atingir gatos de 1 a 10 anos e é necessário o tutor estar atento às mudanças de comportamento. “O gato muda o hábito. Ele começa a urinar fora da caixa em locais não habituais, ter dor ao urinar, vai várias vezes à caixa de areia fazer xixi e não sai a quantidade habitual de urina, esse animal também pode apresentar sangue na urina” disse.

Foi assim com o gatinho Frajola, de 5 anos. A tutora Singred Soares percebeu a mudança de hábitos e descobriu que ele estava com a doença. “Acordei um dia e vi que ele estava fazendo xixi fora da caixa, fez no tapete da cozinha, achei estranho mas na hora não pensei que fosse sério e fui trabalhar. Quando cheguei do trabalho, meu esposo e eu vimos ele fazer xixi novamente fora da caixa e ele viu que o xixi saiu vermelho, com gotinhas de sangue”, contou a tutora.

Gatinho Frajola foi diagnósticado com Síndrome de Pandora — Foto: Singred Soares/Arquivo Pessoal

Singred diz que levou o gato imediatamente ao veterinário que o internou para exames e foi diagnóstico com Síndrome de Pandora. Ela conta que nunca tinha ouvido falar na doença e o Frajola está fazendo o tratamento.

Segundo a veterinária, a taxa de incidência dessa síndrome nos gatos é alta. “Cerca de 65% da população felina ou apresentou ou vai apresentar essa doença, que tem alto teor de reaparecimento. Então, os animais que precisam passar por um tratamento que não é convencional, tem que ter enriquecimento ambiental para gastar a energia dele, sair do status de ‘estresse’ porque a reincidência chega a ser de 30 a 50%”.

Ela explica que o gato que não for tratado pode acabar morrendo porque a bexiga vai inflamando e pode levar a obstrução por cálculo ureteral. Esse cálculo impedirá que a urina do gato saía, fazendo com que ele absorva metabólicos tóxicos, resultando em morte.

Fonte: G1

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em Pirangi (RN)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última semana na Praia de Pirangi, no Litoral Sul do Rio Grande do Norte. O animal de pouco mais de um metro de comprimento estava preso nas pedras da praia e foi encontrado por banhistas.

Foto: Projeto Cetáceos/Cedida

Uma equipe de biólogos do projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi até o local, fez uma análise do casco e recolheu amostra para apontar a causa da morte do animal. A tartaruga foi enterrada para evitar contaminação por decomposição de material biológico na área.

De acordo com o Projeto TAMAR, a Tartaruga-verde ou Aruanã pode chegar até 1 metro e 43 centímetros, e pesa em média 160 kg. A espécie é considerada ameaçada de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Fonte: OP9

‘Descanse em paz, filho peludo’, diz Luciano Camargo após morte de cão

O cantor Luciano Camargo, da dupla Zezé de Camargo e Luciano, usou as redes sociais para fazer uma homenagem para um cachorro da família que morreu. Crush, como era chamado, foi resgatado da rua há 19 anos.

(FOTO: Leo Franco / AGNews)

“Ele chegou em nossa família há 19 anos. Lembro quando o encontrei na rua. Era um filhotinho. Cheguei em casa e o Nathan estava lá e, quando o viu, gritou: “Crush”! E assim foi como o batizamos”, escreveu o cantor.

Luciano contou que o cachorro viveu com ele por um ano, até que em uma viagem para a fazenda onde mora o pai do cantor, Crush mudou de lar. “Ele conheceu o meu pai e os dois ficavam juntos o tempo todo”, disse. Segundo Luciano, quando o pai dele entrava no carro, o cachorro pulava dentro do automóvel, assim como o acompanhava quando ele em um rio.

(Foto: Reprodução / Instagram / Luciano Camargo)

“As férias acabaram e meu pai pediu para ficar uns dias com ele…. Esses dias duraram até ontem… Crush, eu agradeço a você por ter sido o companheiro ideal para o meu pai, por ter dado tanto amor… Descanse em paz, meu filho peludo!”, afirmou.

Luciano disse ainda que decidiu publicar uma foto do cachorro ao lado do pai dele porque é assim que quer lembrar de Crush: “com esse amor incondicional, juntos, como eu sempre os encontrava”.