Seis gatos são encontrados mortos em universidade em Cuiabá (MT)

Seis gatos foram encontrados mortos na última semana no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. O caso foi denunciado por protetores de animais ligados ao Projeto Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar), que cobrou um posicionamento da universidade.

(Foto: Reprodução / Olhar Direto)

A protetora Susielene Rodrigues Monteiro contou que não havia registros de envenenamento de animais na universidade desde o ano passado. “Isso já tinha parado de acontecer, mas só essa semana já encontramos seis gatos mortos lá no campus. As pessoas têm que saber que isso está acontecendo, são animais que estão sendo maltratados e mortos na UFMT. Gastamos em torno de R$ 2 mil por mês com ração e sabemos que tem gente lá dentro jogando as rações fora e olhando feio para os protetores que vão lá para ajudar os animais”, afirma.

Imagens feitas pelos protetores registraram corpos de gatos mortos no local. “No ano passado fizemos manifesto contra o envenenamento e inclusive pedimos uma ação da universidade em prol desses animais. Ação para tentar alimentar e castrar esses animais, ações em prol da adoção, contra o abandono e contra o envenenamento, mas não tivemos respostas, a reitora não quis se reunir conosco”, diz. As informações são do portal Olhar Direto.

Além dos casos de envenenamento e maus-tratos, muitos animais são abandonados na universidade, segundo a protetora. Na última semana, uma caixa com filhotes de gato foi deixada no local. “Diversos gatinhos recém-nascidos são abandonados lá, muitos morrem de fome por não terem a mãe para amamentar, é um desespero. Os que são abandonados junto com a mãe muitas vezes morrem atacados por gatos machos. Ficam na chuva, passam frio, é desesperador”, conta.

“Eles não fazem mal para ninguém, são abandonados lá, passam fome e sede, não merecem morrer. As pessoas precisam ter mais compaixão com os animais que não pediram para estar lá, essa gatinha preta que morreu envenenada era um amor, super dócil”, lamenta.

Além dos gatos mortos, a protetora lembrou que dois filhotes de capivara também foram encontrados sem vida na universidade. A suspeita é de que os animais tenham ingerido veneno. “É muito triste, olha essa mãe do lado do filhote morto. As pessoas precisam saber que isso está acontecendo e fazer alguma coisa, isso não pode continuar assim”, afirma.

A universidade se pronunciou sobre o caso e afirmou que as denúncias sobre crimes de maus-tratos contra animais dentro do campus serão apuradas. Confira a nota na íntegra:

“A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) repudia quaisquer atos de maus tratos aos animais, que se configuram crimes, com pena de detenção e multa previstas em lei, e devem ser denunciados às autoridades competentes. As denúncias recebidas pela UFMT são transformadas em processo e, a partir do empenho de suas unidades administrativas, apuradas.

A Universidade também discute a temática, visando a promover conscientização e reduzir as ocorrências de violência, de qualquer espécie, contra animais. Como foi o caso da realização da palestra “Manejo de animais abandonados em campi universitários: o que fazer?”, ministrada por especialista convidado pela UFMT, que teve por objetivo ampliar a discussão e envolver a sociedade em geral nessa luta que é de todos. O referido evento foi resultado de grande mobilização da comunidade universitária, incluindo a Administração, o Hospital Veterinário (Hovet) da Faculdade de Medicina Veterinária, entidades e militantes de defesa dos animais.

A UFMT segue aberta ao diálogo com todos os setores – poder público, comunidade acadêmica e entidades não-governamentais – para buscar soluções para o abandono de animais no Câmpus de Cuiabá, uma vez que, além de um problema de responsabilidade social, é de saúde pública. Além disso, a Instituição pede a colaboração de todos para denunciar os maus tratos.”

Cerca de 250 mil touros são mortos em touradas por ano

Tauromaquia, entretenimento para a plateia, “arte” para o toureiro e terror para o animal (Acervo: El País)

Considerada uma tradição na Espanha, em Portugal, no sul da França e em diversos países da América Latina, as touradas resultam na morte de 250 mil touros por ano, de acordo com informações da Humane Society International.

Na tauromaquia, entretenimento para a plateia, “arte” para o toureiro e terror para o animal, a vítima recebe inúmeros golpes de arpão antes de amargar uma morte lenta e dolorosa diante de uma plateia que inclui crianças. Naturalmente, aqueles que são mais compassivos e que racionalizam as consequências para o touro, podem se perguntar: “O que ensinamos quando endossamos ou aplaudimos a morte de um animal colocado em uma arena contra a sua própria vontade?”

Em nenhuma tourada o animal demonstra qualquer tipo de satisfação ou prazer em estar diante de uma plateia, por vezes barulhenta, e de uma pessoa que, usando um traje que mascara a brutalidade da realidade, qualifica como arte o ato de provocar um animal para que ele reaja, e assim possa dizer que o “venceu” ou o matou porque foi “melhor que o seu adversário”.

Não creio que o animal tenha o ardil de observar o ser humano como adversário ou rival. Essa racionalização é essencialmente humana. Ao animal, o interesse é apenas de se livrar da situação. É por isso que contra-ataca. A ele, a disputa é inexistente. Se demonstra fúria, acredito que não seja na realidade pelo homem por ser homem, mas pelo que o homem provoca e representa movido pela embófia, presunção.

Na tourada é muito comum o touro não reagir quando não há investidas do toureiro, e isto porque o touro não está na arena por opção, mas somente imposição. Os humanos, seja na arena ou na plateia, que são seus algozes, seja por um viés dissimulado ou não.

Como escreveu Dostoiévski em “Os Irmãos Karamázov”: “Homem, não se orgulhe de sua superioridade em relação aos animais. Eles não possuem pecados, enquanto você mancha a terra com tua grandeza, com tua aparição, deixando após ti um rasto de podridão.”

Mais de 50 mil galgos são mortos de forma cruel na Espanha após o fim da temporada de caça

Galgo resgatado de um poço | Foto: Guardia Civil Espanhola

Galgo resgatado de um poço | Foto: Guardia Civil Espanhola

Milhares de galgos estão enfrentando mortes terríveis após serem jogados em poços, amarrados aos trilhos de trens ou abandonados em estradas movimentadas com o fim da temporada de caça espanhola se aproximando.

Seres humanos egoístas descartam os cães para não terem que arcar com os gastos que o animal daria se continuasse vivo após o termino da temporada.

Ativistas pelos direitos animais estimam que a Espanha tenha em torno de 200 mil tutores de galgos registrados, cada um com até dez cães, e que até 50 mil galgos são abandonados ao final de cada temporada de caça.

ONGS lutam para absorver o afluxo de cães abandonados, muitos dos quais são deixados para se virarem sozinhos ou para serem enviados a abrigos que matam cães.

Outros são deixados para morrer em poços profundos, com donos cruéis fechando a entrada para que não haja chance de escapar.

Anna Clements que lidera a campanha para salvar os galgos, disse: “Este é o segredinho sujo da Espanha e algo que os turistas raramente veem”.

“Estamos esperando a chegada de milhões de cães abandonados mas, nem nós, nem outras ONGS podemos dar conta de tudo. Não podemos salvar a todos”, desabafa ela.

“Eles são descartados brutalmente quando deixam de ser úteis, das piores formas possíveis, um deles foi salvo de dentro de um poço quando uma pessoa que passava pelo local ouviu seus ganidos, a abertura do poço estava fechada com madeira”, conta ela.

Além de usados para caça, os galgos são colocados para fazer a “corrida da lebre”, em que dois cães competem para pegar uma lebre em campo aberto.

Cães com desempenho insatisfatório ou que não aderem a um código específico de caça são vistos como uma vergonha para os donos, o que os leva a serem descartados com selvageria.

Galgos são classificados como “animais de trabalho” e não entram na legislação que protege animais domésticos.

Geralmente eles são mantidos em porões escuros pela maior parte do dia e são muito mal alimentados para que quando saírem à caça eles estejam desesperados pela presa. Apesar de inglesa, Anna vive em Barcelona com seu marido, que é veterinário, e juntos eles dirigem uma ONG, a SOS Galgos.

“Os que tem sorte são encontrados e tem uma chance, os outros são deixados para morrer, na maioria das vezes sozinhos, sofrendo de dores excruciantes”, declara ela.

Os galgos são animais naturalmente calmos, amáveis e gentis mas são privados de todo amor e não sabem lidar com isso. Aqueles que sobrevivem ficam profundamente traumatizados e com problemas de confiança, mas Anna conta que a ONG, mesmo assim, consegue encontrar lares para eles, para que possam viver a vida que merecem.

Foto: Roger Allen

Foto: Roger Allen

“Os responsáveis pela caça costumavam pendurar os cachorros de pontes, mas isso acontece menos agora porque eles perceberam o quanto esse ato reflete mal neles próprios, mas eles ainda são abandonados regularmente em postos de gasolina, ao lado das estradas movimentadas e houve um caso no ano passado em que alguém amarrou 20 cães a um linha férrea e todos foram mortos quando o trem passou”, desabafa ela.

Anna explica que como essa é uma tradição antiga que persiste em áreas rurais, muitas pessoas tem medo de denunciar. Esta crueldade é escondida dos turistas mas o governo está demorando muito em tomar uma atitude porque o lobby da caça é muito poderoso.

O cão resgatado do poço perto de Toledo, a cerca de 100 quilômetros a sudoeste da capital Madri, vive agora com uma família em Barcelona.

Outro cão abandonado por um caçador, Naldo, foi adotado por Julie Marshall, de Birmingham.

“Turistas britânicos que descobriram a verdade sobre situação dos galgos tem sido muito gentis e generosos com a causa”, acrescenta Anna.

“Mas nós precisamos de mais fundos para salvar esses belos animais, movê-los para canis apropriados e então coloca-los para adoção para que encontrem famílias que os amem de verdade”.

Ana conta que nunca se acostumou, mesmo vendo o mesmo filme de horror todos os anos, com o nível de crueldade infligido a esses cães e sabe que sem a ajuda das ONGS, eles vão morrer.

O trabalho que Ana e as demais ONG fazem é apenas tratar as consequências do ato. A resposta correta seria a proibição completa de caçadas com galgos.

“Esses caçadores são a minoria da população espanhola e eles estão destruindo a reputação a reputação do país”, desabafa ela.

“Mais e mais pessoas estão ficando indignadas com essa prática brutal e as escolas estão começando a educar as próximas gerações sobre o bem estar animal. Mas nós estamos agora no final da temporada de caça que é exatamente o início da temporada de extermínio dos galgos e isso é trágico”, conclui ela.

Poluição e pesca ameaçam sobrevivência de golfinhos no Brasil

Duas espécies amazônicas de água doce são ameaçadas: o peixe-boi amazônico e o boto-rosa — Foto: Rudimar Narciso Cipriani/ TG

Quando o assunto é mamífero, o Brasil se destaca: casa para mais de 700 espécies reconhecidas cientificamente, o País possui uma das maiores riquezas de mamíferos do mundo. Dessas, 51 são marinhas, sendo 19 golfinhos, 24 baleias, sete espécies carnívoras e o peixe-boi-marinho.

Em águas brasileiras, os pintados-do-atlântico se destacam por ser a espécie mais comum no litoral norte paulista, onde também são observados nariz-de-garrafa, dentes-rugosos, golfinho-comum, boto-cinza e toninha.

Dentre as espécies listadas no Livro Vermelho do ICMBio, a toninha, também conhecida como boto-amarelo, é o Cetáceo mais ameaçado da América do Sul.

Tida como “Criticamente em Perigo”, categoria anterior a “Extinto na Natureza”, a espécie é vítima da pesca de emalhe – um tipo de rede -, diminuição do habitat e poluição.

De acordo com pesquisas realizadas em 2002, a espécie pode chegar a 10% do tamanho populacional em 23 anos no Sul do Brasil.

Endêmica do Atlântico Sul Ocidental, a toninha pode ser encontrada nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, no Uruguai e na Argentina. Comum em águas mais rasas, de até 30 metros, ocorre principalmente em ambientes marinhos e em alguns poucos estuários, como a Baía da Babitonga.

Atenção aos rios

De acordo com pesquisas do Livro Vermelho, os golfinhos fluviais são as espécies mais ameaçadas de extinção, resultado do conflito pelo uso dos recursos hídricos, captura direta por pescadores, captura acidental em redes de pesca e encalhes.

O desmatamento e a ocupação humana nas margens do rio também afetam a sobrevivência do boto-vermelho, o maior golfinho de rio, classificado como “Em Perigo” na categoria de risco de extinção.

De acordo com os especialistas, suspeita-se um declínio populacional da espécie de pelo menos 50% nas próximas três gerações, ou cerca de 30 anos.

No Brasil, o boto-vermelho ocorre em rios como o Negro, Solimões, Japurá, Purus, Juruá e Madeira, abrangendo a Amazônia, Acre, Roraima, Rondônia, Pará e Amapá, além da bacia dos rios Araguaia e Tocantins, podendo ser avistado em Goiás, Mato Grosso e Tocantins.

A poluição, mineração e a fragmentação do habitat, que resultam no assoreamento dos rios, são outras ameaças à espécie, que na última década foi muito usada como isca na pesca de bagre e piracatinga.

Fonte: G1

Projeto chinês de barragem na Guiné pode matar até 1.500 chimpanzés

As terras altas da Guiné abrigam a maior população remanescente de chimpanzés ocidentais da África. Foto: Anup Shah / Getty Images / The Guardian

Até 1.500 chimpanzés poderão ser mortos por uma nova represa chinesa que inundará um santuário crucial para os primatas ameaçados de extinção na Guiné, alertaram especialistas.

A barragem Koukoutamba, de 294MW, será construída pela Sinohydro, a maior empresa de construção de usinas hidrelétricas do mundo, no meio de uma recém-declarada área protegida, chamada Parque Nacional Moyen-Bafing.

A empresa chinesa já enfrenta críticas semelhantes por construir uma represa na Indonésia que ameaça o único habitat conhecido de uma espécie recém-descoberta de orangotango (veja mais aqui).

Seus executivos assinaram um contrato nesta semana com representantes locais ansiosos para garantir um projeto de energia que traga energia e fundos para um dos países mais pobres da África.

A inundação de áreas do parque deverá forçar o deslocamento de 8.700 pessoas. Também aumentará a pressão sobre os chimpanzés ocidentais, que declinaram em 80% nos últimos 20 anos, e agora são considerados criticamente ameaçados – o nível mais alto de risco – pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

As terras altas da Guiné abrigam a população remanescente mais saudável da África, com cerca de 16.500 chimpanzés ocidentais. Na maioria dos outros países, esta subespécie está extinta ou perigosamente ameaçada em populações de menos de 100 indivíduos.

A reserva Moyen-Bafing foi estabelecida em 2016 como uma “compensação de chimpanzés” e financiada por duas empresas de mineração – Compagnie des Bauxites de Guinée e Guinea Alumina Corporation – em troca de permissão para abrir locais de escavação mineral dentro de outros territórios do primata.

Rebecca Kormos, uma primatologista que vem pesquisando o animal há décadas, alertou que uma represa dentro do parque teria o maior impacto que um projeto de desenvolvimento já teve sobre os chimpanzés.

“Espero que Sinohydro reconsidere a realização de um projeto que possa levar o chimpanzé ocidental à extinção. Uma vez que uma espécie vai embora, ela se foi para sempre ”, disse ela.

Ela estima que 800 a 1.500 chimpanzés morrerão como resultado do projeto, seja por terem seus habitats inundados ou como resultado de conflitos territoriais, se tentarem se mudar.

O grande primata não é a única espécie em risco. Os cientistas descobriram recentemente uma erva aquática criticamente ameaçada perto das quedas de Koukoutamba.

O plano para a represa é popular na Guiné. Mas os conservacionistas dizem que a população local não sabe que a eletricidade não será gerada para eles. “Este não é um caso da comunidade internacional colocando chimpanzés diante das pessoas. Três quartos da energia serão vendidos para os países vizinhos e o restante para a indústria de mineração ”, disse Kormos.

Quase 150 mil pessoas assinaram petições pedindo que a Guiné suspenda a construção da barragem e adote energia solar, que o Banco Mundial ofereceu para facilitar. Se a represa for adiante, os conservacionistas dizem que a Sinohydro deve se contar com biólogos para mitigar o impacto.

A Sinohydro não respondeu aos pedidos de comentário.

Fonte: Projeto GAP

MP se reúne com Carrefour para discutir acordo sobre caso de cadela morta

Uma reunião entre o Ministério Público de São Paulo e o Carrefour está marcada para o próximo dia 14. O objetivo é negociar um acordo dentro do inquérito civil que apura o caso de agressão que levou uma cadela à morte em uma unidade do Carrefour. Manchinha foi brutalmente agredida por um segurança em Osasco (SP). A empresa já realizou outras reuniões com a Promotoria, mas acordos não foram fechados.

(Foto: Reprodução/Facebook)car

Além do inquérito civil, uma investigação criminal foi aberta na Polícia Civil, levando ao indiciamento, em dezembro de 2018, do segurança. O homem admitiu ter agredido a cadela com uma barra de metal, mas disse que não tinha a intenção de matá-la. As informações são do Extra.

Após o caso, o Carrefour emitiu uma nota por meio da qual afirmou que “repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais” e que está colaborando com a investigação. Disse ainda que colocaria em prática uma nova política de bem-estar animal após receber recomendações de ONGs.

Agredir e maltratar animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição detenção de até um ano, além de multa. Os agressores, porém, não são presos. Isso porque o crime é considerado de menor potencial ofensivo, o que faz com que a condenação seja frequentemente substituída por prestação de serviços comunitários ou pagamentos de cestas básicas.

Golfinho chora ao ser capturado para ser morto para consumo humano

Um golfinho da espécie Toninha, ameaçada de extinção, chorou ao ser capturado para ser morto para consumo humano na China. O animal foi capturado após ser confundido com um golfinho comum. Ele tinha uma feição triste e lágrimas nos olhos.

Foto: Reprodução / Hypeness

Testemunhas perceberam que o animal chorava e identificaram a espécie dele enquanto ele era arrastado preso à traseira de um carro na região de Xuwen. Duas pessoas, comovidas com a situação, decidiram intervir. As informações são do portal Hypeness.

Para salvar a vida do golfinho, Cheng Mingyue e Cheng Jianzhuang decidiram comprá-lo. A dupla pagou 720 reais pelo animal. “Ele chorou durante todo o caminho”, afirmaram.

Após comprar o animal, Mingyue e Jianzhuang levaram-o de volta para o local onde foi capturado e o libertaram no mar, onde ele pôde voltar a nadar e viver em paz.

Foto: Reprodução / Hypeness

Homem preso pela morte de 40 animais paga fiança e é liberado em PE

O homem que foi preso na terça-feira (27), em Fernando de Noronha (PE), pela morte de pelo menos 40 animais, entre cães e gatos, pagou a fiança estipulada em R$ 10 mil pela polícia e foi liberado, no mesmo dia. Fernando Ferreira da Silva Filho responderá ao inquérito em liberdade.

Segundo denúncia feita à polícia, cães e gatos encontrados em ruas eram mortos — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo

Testemunhas denunciaram Fernando pela morte dos animais. Ele foi autuado em flagrante, segundo o delegado Luiz Alberto Braga, pelo crime de maus-tratos. As informações são do portal G1.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que frascos com o veneno chumbinho e ração foram encontrados na casa do homem, que prestava serviço à administração da ilha, era agente de vigilância e saúde e responsável pelo canil público.

Ração e veneno foram encontrados na casa do homem — Foto: Luiz Alberto Braga/Divulgação

“Ele matava com pauladas e também com injeções. Temos testemunhas e também imagens”, disse o delegado.

O contrato de Fernando, com vigência em 2020, na administração pública de Fernando de Noronha foi rescindido na quarta-feira (27). A demissão foi anunciada através de nota oficial divulgada pelo administrador da ilha, Guilherme Rocha.

“Os fatos são notórios e nos deixaram numa situação insustentável, o que nos levou à demissão do funcionário. Ficamos tristes, pois é uma conduta veementemente combatida pela Administração de Noronha. Maus-tratos contra animais não são permitidos”, afirmou Guilherme Rocha.

Nota oficial — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo/Reprodução

Homem é preso pela morte de pelo menos 40 animais em Pernambuco

Um homem foi preso em flagrante na terça-feira (26) em Fernando de Noronha (PE) pela morte de pelo menos 40 animais, entre cachorros e gatos. Ele mora na ilha, é agente sanitário e trabalha no canil público. A prisão ocorreu após denúncias de envenenamento de cães.

Foto: Pixabay

“O procedimento inicial é pela morte de dois cães, mas temos informações que esse homem tenha assassinado pelo menos 40 animais. Ele fazia uma espécie de controle de cães e gatos, que eram abandonados. O acusado matava sem autorização, na rua e nas dependências do canil”, afirma o delegado Luiz Alberto Braga. As informações são do G1.

De acordo com as investigações, o homem variava a forma de matar os cachorros e gatos. “Ele matava com pauladas e também com injeções. Temos testemunhas e também imagens. Na casa do acusado, encontramos ração com veneno (chumbinho). Ele foi preso em flagrante pelos dois crimes do final de semana. Nós estipulamos uma fiança de R$ 10 mil, os familiares têm até quarta-feira (27) para fazer o pagamento para que ele seja liberado ”, diz o delegado.

Caso a fiança seja paga, explica o delegado, o homem irá responder ao processo em liberdade e deverá se apresentar ao juiz quando solicitado. Caso o pagamento não seja feito, ele será transferido para Recife, onde passará por audiência de custódia.

A assessoria de imprensa da administração da ilha afirmou que o governo está à disposição da Justiça para oferecer explicações, caso necessário, já que o canil é de responsabilidade do poder público.

Outro caso

Em outubro de 2018, o gato Back, conhecido por pegar objetos dos vizinhos e levar para casa, foi encontrado morto em Fernando de Noronha.

Tartaruga-verde é encontrada morta na orla de Praia Grande (SP)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta em Praia Grande, no litoral do estado de São Paulo. O corpo do animal marinho foi localizado por banhistas no domingo (24) em avançado estado de decomposição. O Instituto Biopesca foi acionado e retirou o animal do local. Uma necrópsia será realizada.

Foto: Divulgação/Praia Grande Mil Grau

A tartaruga estava encalhada em uma faixa de areia da praia do bairro Vila Tupi quando foi encontrada. Ela pesava cerca de 16 quilos. As informações são do portal G1.

O Instituto Biopesca afirma que não é possível apontar uma única causa da morte devido ao estado de decomposição do corpo, mas que uma série de fatores podem ser considerados, como doenças, ingestão de lixo ou afogamento, caso o animal tenha ficado preso em redes de pesca.

Desde que o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) foi iniciado, o Biopesca já recolheu 2.048 tartarugas-verdes mortas nas praias da região.

Ao encontrar golfinhos, aves ou tartarugas-marinhas nas praias da região, o recomendado é acionar o Instituto através dos telefones 0800-6423341 ou (13) 99601-2570 – chamada a cobrar ou pelo WhatsApp.