Peixe raríssimo de 3,6 metros e 202 kg é encontrado morto no litoral de SP

Com 3,6 metros de comprimento e 202 kg, um agulhão-negro, peixe gigante e raríssimo, foi encontrado morto em Itanhaém, no litoral de São Paulo. O corpo do animal foi submetido à análise para que a causa da morte seja descoberta.

Foto: Divulgação/Instituto Biopesca

O peixe foi encontrado por equipes do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). O corpo dele foi levado à Unidade de Estabilização do Instituto Biopesca, em Praia Grande. As informações são do portal G1.

De acordo com o instituto, o professor e biólogo Teodoro Vaske Junior, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), considerou “rara” a aparição do peixe. De acordo com ele, esse é primeiro animal da espécie encontrado encalhado em uma praia da região.

“É uma espécie oceânica de águas quentes, e que tem um bico mais curto do que as demais espécies de agulhões”, explicou ao instituto. O animal se alimenta de outros peixes e lulas e pode passar dos 600 kg. Não se sabe o que o fez chegar à praia.

Foto: Divulgação/Instituto Biopesca

Cachorro se recusa a sair do lado de seu companheiro morto por atropelamento

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

Um cão tomado por luto e fidelidade se recusou a deixar seu companheiro morto depois dele ter ser sido atropelado por um carro no sudoeste da China.

O momento pungente foi capturado na terça-feira última (23) no condado de Daying, na província de Sichuan. As imagens mostram o corpo sem vida de um cão com pelagem de cor creme caído em um canteiro ao lado de uma estrada movimentada, com cão negro ao seu lado guardando-o.

Testemunhas disseram que o cachorro latia ferozmente e afastava qualquer um que chegasse perto ou tentasse se aproximar demais de seu amigo.



Não foi esclarecido se os cães estavam situação de rua.

“Eu estava passando pela junção das avenidas quando vi os dois cachorros ali”, disse uma mulher ao site de notícias e vídeos, Pear.

“O cachorro branco foi atropelado por um carro e o outro cão preto não saiu do seu lado desde então”, disse ela.

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

As imagens mostram o cachorro parecendo estar em alerta máximo e erguendo as orelhas sempre que um carro passava zunindo.

Também foi ouvido latindo alto para o cameraman quando ele se aproximou para dar um close mais próximo.

“Sempre que nos aproximamos, o cachorro preto ameaça nos morder”, disse a mulher.

“Pobre cãozinho. Eu me perguntei se alguém neste bairro teria perdido seus cães – acrescentou ela. “Ou talvez alguém possa vir e adotar o cachorro preto”

Os usuários da rede, muitos deles amantes dos animais, demonstraram tristeza com o incidente”

Foto: Pear Video/Reprodução

Foto: Pear Video/Reprodução

“Muitas vezes os animais mostram mais devoção e compromisso do que os humanos”, disse um usuário do site chinês de microblogs, Weibo.

“Isso realmente é amizade verdadeira”, disse outro usuário.

“Que atitude tocante”, dizia um comentário. “Espero que alguém possa adotá-lo e mantê-lo seguro”.

Animais são seres sencientes, capazes de amar, sentir, sofrer e compreender o mundo ao seu redor. Atitudes de fidelidade, respeito e amizade desse cão ilustram de forma inquestionável a capacidades desses seres especiais de oferecer amor incondicional e o quanto são injustiçados, feridos e maltratados pela humanidade aos seu redor.

No Brasil

Ano passado, em junho, tivemos um casos semelhantes no Brasil, um deles ocorrido no Paraná.

O momento de demonstração de lealdade e companheirismo foi registrado pelo policial militar Danilo Strugala, que encontrou os cães quando seguia para o trabalho.

“Estava indo para o serviço e encontrei os dois ali, um do lado do outro. Uma hora depois retornei e estavam no mesmo lugar. Tirei foto e postei no Facebook”, contou Strugala.

Foto: Colaboração / Marco Charneski

Foto: Colaboração / Marco Charneski

De acordo com o policial, após publicar a imagem, uma colega dele o avisou que o cachorro velava o corpo do amigo desde as 20 horas do dia anterior. As informações são do portal Tribuna PR.

Ao passar novamente pelo local, Strugala decidiu parar o carro para puxar o corpo do animal sem vida até o acostamento. A decisão se deu pela preocupação com a segurança do cachorro vivo, que de imediato seguiu o policial e se aproximou novamente do amigo morto.

Foto: Colaboração / Danilo Strugala

Foto: Colaboração / Danilo Strugala

Segundo a Polícia Militar, a concessionária que administra o trecho foi acionada e apenas as 12h30 o cachorro que morreu foi retirado do local, o que significa que o amigo fiel ficou ao lado dele por longas 16 horas.

Em relação ao cão que velou o corpo do companheiro, a última informação é de que ele não foi resgatado e, portanto, permaneceu na rodovia.

Cavalo é encontrado morto com corda amarrada ao pescoço

Um cavalo foi encontrado morto com uma corda amarrada ao pescoço neste domingo (14) em um terreno do bairro Cônego, de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio de Janeiro.

O pedreiro José Marcelo Amaral Rocha, que passava de bicicleta pelo local, foi quem encontrou o corpo do animal.

Foto: Divulgação/José Marcelo Rocha

“É um terreno íngreme, totalmente inapropriado para deixar um cavalo amarrado”, lamenta José Marcelo. As informações são do portal G1.

José conta que se aproximou do animal na esperança de ele ainda estar vivo, para poder cortar a corda e salvá-lo. O cavalo, no entanto, já havia morrido.

Com o corpo retorcido, o cavalo foi recolhido do local por uma equipe da Prefeitura de Nova Friburgo. O caso foi divulgado na internet por José Marcelo e gerou indignação entre os internautas.

A prefeitura afirmou, por meio de nota, que está em busca de informações que levem à identificação do tutor do cavalo, para que ele seja levado à delegacia para registro de ocorrência.

O corpo foi removido rapidamente do terreno, segundo a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em casos em que o animal é retirado com vida de vias públicas, a liberação passa por um processo rígido.

“Animais resgatados com sinais de maus-tratos não são devolvidos [aos tutores]”, pontua a nota.

Em 10 de fevereiro, outros dois animais foram encontrados mortos nas mesmas condições em um bairro vizinho.

Golfinho em luto carrega seu filho morto pelas águas

Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Mãe carrega o filhote morto | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Uma imagem comovente que mostra uma mãe carregando seu filhote golfinho morto pelas águas, surgiu nas redes sociais. Segundo as autoridades marinhas australianas o bebê teria ficado preso em uma armadilha em forma de rede para capturar caranguejo que não foi recolhida por pescadores.

A foto foi tirada em Perth, na Baia de Claremont, na Austrália e foi compartilhada no Facebook pela Departamento de Parques e Vida Selvagem da Austrália Ocidental na terça-feira.

“Uma morte tão triste para um filhote golfinho tão jovem e cheio de vida pela frente”, dizia o post.

A mãe, chamada de Moon, estava nadando e carregando o filhote morto com o bico quando os dois foram avistados pelo Serviço de Parques e Vida Selvagem na segunda-feira, depois do episódio ter sido denunciado por um residente local.

“O bebê golfinho morto foi então libertado da armadilha de caranguejo, mas os oficiais o deixaram na água com a mãe, enquanto ela passa pelo luto ocasionado pela perda recente”.

Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Oficiais da patrulha marinha libertam o filhote morto| Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

Os golfinhos são criaturas altamente inteligentes, com capacidade de percepção e resposta admiráveis, são frequentes os episódios documentados desses animais permanecendo com seus filhotes por um período de tempo após a morte.

Esses animais sencientes, são comprovadamente sensíveis e capazes de amar e sofrer, eles precisam do tempo do luto para superar a perda e voltar a responder normalmente à vida em sociedade.

“Vamos continuar a monitorar o par e remover o filhote quando for apropriado, revela o oficial responsável pelo monitoramento da situação. “Pedimos às pessoas que fiquem bem longe da mãe golfinho e de seu filhote morto durante este tempo”, esclarece ele.

Os usuários das mídias sociais ficaram sensibilizados pela imagem, sendo que algumas pessoas lutavam consigo mesmas para conseguir olhar para a foto, tamanho o seu impacto.

Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia's Parks and Wildlife/Facebook

Armadilha de caranguejo que matou o golfinho | Foto: Western Australia’s Parks and Wildlife/Facebook

“Terrível e tão triste. Devemos limpar nosso lixo sempre para que isso não aconteça”, disse uma pessoa em um comentário no post.

“Perda trágica deste bebê! Vergonha de que um ser humano tenha causado essa morte cruel porque eles estavam com preguiça de remover o equipamento do rio! Espero que algo seja feito para evitar outra tragédia”, dizia outro comentário.

“Não, eu não posso nem olhar – é de partir o coração – você pode sentir a dor da mãe só de olhar para a foto. Tão injusto e desnecessário”, concluiu outro usuário.

Mais uma morte causada pela irresponsabilidade humana, que inadvertidamente invade os oceanos para saquear e roubar a vida marinha. Não contentes em capturar os caranguejos indefesos, deixam a armadilha pra trás, causando com isso um rastro maior ainda de morte e dor, iniciado por sua insensatez assassina.

Caçador pisoteado por elefante é comido por leões na África do Sul

Um caçador de rinocerontes foi pisoteado por um elefante e, em seguida, comido por um grupo de leões no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.

Foto: BBC

O caso foi descoberto após outro caçadores avisarem à família do homem que ele havia morrido após ser pisoteado pelo elefante. Os familiares notificaram a guarda florestal que, após iniciar buscas, encontrou um crânio humano e um par de calças dois dias depois, na última quinta-feira (4).

“Entrar no Parque Nacional Kruger ilegalmente e a pé não é (uma decisão) inteligente”, afirmou um representante da direção do parque. “Há muitos perigos e esse incidente é prova disso”, completou. As informações são do portal UOL.

O parque tem sofrido com a presença de caçadores que matam rinocerontes para comercializar os chifres desses animais em países asiáticos, onde se acredita que esses itens tenham propriedades medicinais.

No último sábado (6), o maior chifre de rinoceronte dos últimos cinco anos foi apreendido por autoridades aeroportuárias de Hong Kong, na China. O chifre está avaliado em US$ 2,1 milhões (R$ 8,14 milhões).

Ativistas encontram corpo de boto vaquita no Golfo da Califórnia

Foto: Associated Press Photo

Foto: Associated Press Photo

O grupo ambientalista Sea Shepherd afirmou na quinta-feira ter encontrado o corpo do que parecia ser um um boto vaquita, uma espécie rara que talvez esteja entre as 10 que restam no mundo.

O grupo disse que os restos do animal estavam em decomposição avançada o que impossibilitou a identificação imediata da espécie. O corpo do animal foi entregues às autoridades para mais estudos.

Dois barcos de patrulha da Sea Shepherd encontraram o animal preso em uma rede de pesca na terça-feira no Golfo da Califórnia (México), o único lugar onde os pequenos botos, criticamente ameaçados de extinção vivem.

O grupo patrulha o golfo, também conhecido como Mar de Cortez, removendo redes de pesca ilegais. As vaquitas são apanhadas em redes colocadas para pegar totoabas, um peixe cuja bexiga é considerada uma iguaria na China.

Em um relatório divulgado no início desta semana, uma comissão internacional de especialistas estimou que apenas de seis a 22 vaquitas permanecem vivas.

O indíce mais baixo corresponde ao número de vaquitas realmente vistas na superfície da água durante uma viagem feita por pesquisadores no outono passado. A estimativa mais alta foi o número de animais que podem ter sido ouvidos em um sistema de monitoramento acústico flutuante, fazendo “cliques” característicos, como os golfinhos.

A comissão disse que o número mais provável de vaquitas remanescentes estaria em torno de 10.

Infelizmente as vaquitas estão concentradas em uma área cada vez menor, de cerca de 15 por 11 milhas, segundo o relatório.

“As poucas vaquitas remanescentes habitam uma área muito pequena, aproximadamente 24 por 12 quilômetros, a maioria dos quais fica dentro do Refúgio Vaquita. No entanto, os altos níveis de pesca de totoaba que ocorrem nesta área ameçam a espécie”, disse o relatório.

Defender as vaquitas nesta pequena área não deveria ser “uma tarefa impossível, já que a entensão a ser protegida não é grande”, acrescentou o relatório.

Mas os navios da Sea Shepherd estão sob crescente assédio e ataques no golfo nos últimos meses, e a temporada do totoaba – na qual o enorme peixe se reúne para se reproduzir – atingirá seu auge entre agora e maio.

A ousadia dos pescadores, o pequeno número de vaquitas remanescentes e a incapacidade da marinha e das autoridades mexicanas de impedir a caça, dispararam os alarmes entre os ambientalistas, que temem que o mamífero marinho possa ser extinto em breve.

“Relatórios da região sugerem que a pesca vem crescendo, e aconteceram vários episódios recentes de violência por parte de pescadores aos navios de proteção e remoção de redes e suas tripulações e até mesmo a marinha mexicana”, disse o relatório da comissão. “Esses eventos ilustram o fracasso repetido dos esforços de fiscalização e a falta de respeito pela lei mexicana por parte dos pescadores”.

Em uma proposta de última hora para salvar a vaquita, a comissão pediu ao governo mexicano para fornecer vigilância 24 horas e patrulhas mais frequentes da pequena área de habitat remanescente, além de “tomar todas as medidas necessárias para proteger as equipes envolvidas nas operações de remoção de redes”.

“Há pouca esperança para a vaquita”, disse Kate O’Connell, consultora de fauna marinha do Animal Welfare Institute. “O México deve agir de forma decisiva para garantir que toda a pesca que utiliza redes de pesca seja encerrada definitivamente em todo o golfo superior”.

Macaca se recusa a afastar-se do cadáver do filho morto

Foto: YouTube/Happy Channel

Foto: YouTube/Happy Channel

Uma macaca foi vista recusando-se a deixar o corpo sem vida de seu bebê em uma região deserta e selvagem no sudoeste da China.

O momento de luto e dor foi filmado na quinta-feira por vistantes na Montanha Emei, um destino turístico extremamente popular na província de Sichuan (China).

A mãe desesperada estava embalando o macaquinho morto em seus braços enquanto procurava comida perto da trilha dos visitantes na encosta da montanha.

O bebê morreu pouco depois de nascer, disse um funcionário do local ao Beijing News.

A macaca em luto foi filmada andando de um lado para o outro no frio, enquanto segurava cuidadosamente o bebê imóvel em seu braço, recusando-se afastar-se dele.

A demonstração de dor da mãe também foi capturada em outra foto, onde ela aparecia sentada, indefesa, no chão coberto de neve com o corpo de seu bebê ao lado.

O funcionário, de sobrenome Chen, disse que o bebê morreu de causas naturais loggo após o nascimento.

“Às vezes, os animais são vistos carregando seus filhos mortos, talvez para superar a perda”, acrescentou ele.

Há dias a macaca vem carregando seu bebê ao redor da montanha. Somente quando o corpo começar a se decompor, ela irá enterrá-lo”, disse Chen.

Em agosto passado, uma baleia orca foi flagrada carregando seu filhote morto por 17 dias ao largo da ilha de Vancouver, no Canadá, o período mais longo de luto registrado em qualquer orca.

Os usuários da rede social, muitos deles amantes dos animais, expressaram tristeza pelo incidente.

“Esse é o poder do amor de uma mãe”, dizia um comentário no site de microblogs chinês Weibo.

“Ela está esperando que seu bebê acorde? Isso é tão triste”, disse outro usuário.

“Às vezes os animais mostram mais devoção e compromisso do que os humanos”, acrescentou.

Localizado próximo a capital da província de Chengdu, o Monte Emei é considerado patrimônio mundial pela Unesco e é também uma das montanhas budistas sagradas da China.

Seu famoso Topo Dourado (Golden Summit) está localizado a uma altura de 3.077 metros acima do nível do mar e atrai centenas de milhares de visitantes todos os anos.

Adolescente é filmado mordendo e arrancando pedaços de gambá

Imagens mostram gambá sendo atacado pelo adolescente | Foto: RSPCA

Imagens mostram gambá sendo atacado pelo adolescente | Foto: RSPCA

As imagens mostram um adolescente mordendo e arrancando pedaços de pele e carne das costas de um gambá com a boca em um dos muitos ataques perturbadores contra esses animais que têm ocorrido em Queensland.

A RSPCA compartilhou as imagens de quatro ataques, todos envolvendo gambás, depois que algumas pessoas as encontraram nas redes sociais e preocupadas as enviaram para a ONG.

O mais perturbador deles mostra um adolescente sendo instigado e estimulado por companheiros, na cidade de Brisbane, enquanto morde e mastiga a carne arrancada do gambá indefeso com os dentes.

As pernas do pequeno mamífero estavam se movendo e ele parecia estar vivo, segundo o The Guardian.

Em outro incidente no extremo norte de Queensland, um gambá apanhado por uma rede é atirado a um grupo de cães que o despedaçam.

Nenhuma prisão foi feita ainda em relação aos incidentes, mas a polícia está investigando.

A espetacularização da morte e da crueldade a que nossa sociedade dá audiência traduz em imagens o triste ponto a que nossa falta de compaixão e especismo conveniente têm nos arrastado.

Animais são vidas, seres sencientes que são submetidos diariamente violências sem tamanho e indefesos padecem sem justiça.

Polícia procura responsável por matar cão esfaqueado em Ituiutaba (MG)

As autoridades de Ituiutaba, em Minas Gerais, estão investigando o caso de um cachorro morto a facada no bairro Platina. A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMA) está analisando imagens de câmeras de segurança para tentar identificar o responsável pelo crime.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

O médico veterinário Carlos Alves da Silva Filho examinou o corpo do cão. “Entraram em contato comigo relatando que o animal havia sido morto por perfuração de objeto cortante. O golpe atingiu o coração e havia um corte no pescoço muito profundo”, comentou. As informações são do portal G1.

O animal, no entanto, não foi o único a sofrer maus-tratos recentemente na cidade. Em menos de um mês, outros dois animais foram esfaqueados no bairro Independência. “Um morreu no momento em que eu achei. O outro morreu poucos dias depois”, acrescentou o veterinário.

O profissional lembrou que maus-tratos não se restringem a agressões. Deixar o animal sem alimentação adequada também é crime. Neste ano, o veterinário atendeu um cachorro muito magro no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade. No dia, outros dois cães que estavam junto ao animal também foram atendidos, mas não sobreviveram.

“Se o animal em alguma fase da vida o animal passou fome, sede, entre outros, isso vai acarretar no desenvolvido dele, com trauma, ou até infelizmente vai acabar morrendo”, disse o veterinário.

Em 2018, segundo a PMMA, 15 ocorrências de maus-tratos foram registrados e 131 cães resgatados. No abrigo da Sociedade Protetora dos Animais de Ituiutaba (SPAI) vivem mais de 200 cachorros, muitos deles com histórias tristes.

“Infelizmente a gente já venceu todo tipo de maus-tratos possíveis, desde mutilações a práticas horrendas de zoofilia, animais muito machucados, anêmicos, desidratados”, lamentou Mariana Santana, presidente da Associação Protetora dos Animais.

Há animais, no entanto, que conseguem ter um final feliz. Adotados, eles são tratados com amor e responsabilidade pelos tutores. É o caso dos cachorros e gatos que vivem na casa da operadora de caixa Scarlet O’Hara Borges.

“Tem muita gente que já tem consciência, mas infelizmente muitos ainda não têm sobre o cuidado e amor para com os animais”, disse Scarlet.

Elefante é morto por caçadores em reserva natural no Camboja

Um elefante foi morto por caçadores em uma reserva natural do Camboja. O animal estava com a cauda e as presas cortadas, segundo as autoridades do país, que é um dos maiores centros de tráfico de animais do mundo. O elefante asiático integra a lista de espécies em risco de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Autoridades examinam o cadáver de um elefante no leste do Camboja, em data não divulgada – Ministério do Meio Ambiente do Camboja/AFP

De acordo com Neth Pheaktra, porta-voz do Ministério do Meio Ambiente, o elefante, que era macho, tinha “um impacto de bala abaixo do olho direito”. As autoridades trabalham para identificar os caçadores.

O corpo do animal, morto há dez dias, foi encontrado no domingo (24) em uma reserva na província de Mondulkiri. As informações são da AFP.

Os elefantes são caçados na Ásia principalmente por causa das presas, mas também devido aos pelos da cauda, considerados amuletos e usados na fabricação de joias. Somado à caça, o desmatamento fez com que a população de elefantes caísse drasticamente no Camboja, onde vivem atualmente apenas 400 animais da espécie, de acordo com a ONG Mondulkiri Project.

Produtos fabricados a partir de escamas de pangolim e chifres de rinoceronte são muito procurados no Vietnã e na China, onde são usados na medicina tradicional. Pelo Camboja, esses produtos são transportados. A escolha pelo país se dá pela dificuldade que os traficantes encontram na vizinha Tailândia, que exerce uma repressão mais severa contra o tráfico.

Em dezembro de 2018, mais de mil presas de elefante foram encontradas por autoridades em um contêiner procedente de Moçambique.