‘Um milagre’, diz tutora após cão cair do telhado de um prédio e sobreviver

Um cachorro da raça buldogue francês caiu do telhado de um prédio de seis andares em Nova York, nos Estados Unidos. Winston, como é chamado, sobreviveu graças ao que sua tutora considera um milagre.

© REDDIT/U/HEINYANDWINST

Winston havia passeado com a tutora, Emma Heinrich, e subiu para o telhado após voltar para casa. Assim que eles chegaram ao andar em que moram, Emma retirou a coleira do cachorro, que saiu correndo, subindo a escada até o telhado, para onde ele foi após encontrar uma porta aberta. No local, ele se desequilibrou e caiu.

Já esperando encontrar seu cão morto, Emma desceu as escadas em desespero. Ela se surpreendeu, porém, ao perceber que Winston estava vivo. As informações são do portal Sputnik News.

Após se desequilibrar, o animal caiu no teto de um carro que estava parado no local. Foi o automóvel que amorteceu o impacto da queda, salvando sua vida.

Winston sofreu apenas pequenos cortes e contusões. “É um milagre absoluto que ele esteja vivo agora”, escreveu Emma Heinrich em um post no Reddit.

© REDDIT/U/MUST_BE_THE_MANGOES


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Cadela grávida perde filhotes e supera luto ao adotar um cão órfão

Uma cadela resgatada grávida da rua enfrentou um difícil processo de luto ao perder seus filhotes, que morreram devido a uma infecção generalizada. No entanto, o desfecho da história, que tinha tudo para ser triste, sofreu uma transformação quando um filhote órfão foi apresentado à cadela. O caso aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue

O resgate da cadela foi feito por fiscais do Controle de Animais de Nova York, que a levaram até o abrigo da Halfway There Rescue, uma ONG de proteção animal. No local, ela foi colocada em um quarto aconchegante e recebeu bastante comida. No entanto, nem todo o conforto e carinho que teve na entidade foram suficientes diante da dor de perceber que seus filhotes haviam morrido. As informações são do portal We Love Animals.

Sem conseguir lidar com a perda, Daya, como passou a ser chamada, começou a acolher brinquedos e meias como se esses objetos fossem seus filhos. Ao perceberem a gravidade da situação, voluntários do abrigo tiveram a ideia de levar até a cadela um filhote de cachorro órfão, que havia perdido a mãe recentemente.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue

A decisão dos membros da Halfway There Rescue não poderia ter sido mais acertada e Daya adotou Raisin imediatamente. Os dois adoraram a companhia um do outro e formaram um bonito laço de afeto.

Como não queria separá-los, a ONG doou os dois cães para uma mesma família. No entanto, após crescer, Raisin foi levado para outra casa. Daya, porém, soube lidar bem com a separação, provavelmente porque percebeu que Raisin já era adulto.

Atualmente, a cadela vive cercada de amor em uma família que, além de ter tutores que a amam, tem outro cachorro com o qual ela brinca e se diverte diariamente.

Foto: Reprodução/Halfway There Rescue


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Nova York proíbe procedimento de extração de unhas de gatos

O procedimento de extração de unhas de gatos foi proibido em Nova York. Trata-se do primeiro estado americano a aplicar a proibição, que já existe em várias cidades dos Estados Unidos e também em outros países, inclusive no Brasil.

Foto: Pixabay

Desde 1987, quando o convênio europeu para proteção dos animais domésticos foi aprovado pelo Conselho Europeu, a retirada de garras e dentes dos animais foi proibida em 24 países do velho continente.

Durante a cirurgia, a primeira falange dos dedos dos gatos é amputada para que as garras sejam retiradas. O procedimento costuma ser feito por tutores que, de maneira cruel, querem impedir que os gatos usem as unhas para, por exemplo, arranhar móveis. As informações são da agência AFP.

Em Nova York, a medida foi aprovada pelo Parlamento em junho e ratificada pelo governador do estado, Andrew Cuomo, nesta segunda-feira (22).

“É uma operação cruel e dolorosa, que pode provocar problemas físicos e de comportamento em animais indefesos”, afirmou o governador. “Ao proibir esta prática arcaica, nos asseguramos de que os animais não serão mais submetidos a estas intervenções desumanas e desnecessárias”, acrescentou.

A lei autoriza que as garras dos gatos sejam retiradas apenas por razões de saúde. A Sociedade Veterinária de Nova York, no entanto, se opôs à medida durante sua revisão sob o argumento de que extirpar as unhas desses animais é um procedimento justificado em determinadas condições.

A ONG internacional de defesa animal PETA comemorou a decisão do governador de ratificar a nova norma. “Vitória!”, escreveu a entidade no Twitter.

De acordo com dados da Associação Americana de Veterinária, colhidos entre 2017 e 2018, 25% dos lares têm um gato nos Estados Unidos, o que corresponderia a mais de 30 milhões de animais.


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Nova York se torna o segundo estado americano a proibir o uso de sacolas plásticas

Foto: WWF

Foto: WWF

Segundo a Associated Press, ativistas ambientais acreditam que os nova-iorquinos usem cerca de 23 bilhões de sacolas plásticas todos os anos.

Legisladores do estado de Nova York nos Estados Unidos proibiram a utilização da maioria de embalagens e sacolas plásticas de uso único nas vendas do varejo na intenção de diminuir o transtorno causado pelo material na poluição marinha.

A ideia foi implementada pelo governador Andrew M. Cuomo e pode ser a segunda proibição em todo o estado depois que a Califórnia baniu as sacolas em 2016.

O Havaí possui também uma proibição efetiva, a proibição de Nova York deve começar em março próximo. A lei proibirá o fornecimento de sacolas de uso único pelas lojas aos clientes, pois além dos itens não serem biodegradáveis eles têm efeitos terríveis na vida selvagem e no meio ambiente.

Essa proibição inclui exceções, como sacolas de comida usadas por restaurantes, sacolas usadas para embrulhar mercadorias e sacolas para vendas a granel, sacolas de roupas, sacolas de jornal e que se espera que façam parte do orçamento do estado.

Além disso, a regulação possui um componente adicional que permitirá que os municípios cobrem uma taxa de cinco centavos em sacolas de papel, receita que será oferecida ao Fundo de Proteção Ambiental e um fundo separado para receber sacolas reutilizáveis para os clientes.

O governador é explícito ao apontar que essas sacolas estragaram a paisagem local e entupiram os canais da região, ressaltando a importância de “defender nossos recursos naturais para as gerações futuras”.

O senador Todd Kaminsky disse acreditar que, de vez em quando, todos nós estaremos tentando voltar ao que era antes e as pessoas podem se mostrar surpresas porque isso não era uma coisa comum. No entanto, ele expressou que está feliz que Nova York esteja na liderança desse tipo de tomada de decisão sendo um dos primeiros estados a proibir as sacolas plásticas.

Além disso, muitos estados tomaram medidas alternativas para proibir outras mercadorias plásticas recentemente, e os legisladores havaianos projetaram uma combinação de leis que adotam linha dura contra a maioria dos itens plásticos dentro do comércio doméstico, enquanto uma proposta em Maryland pode transformar a região no principal estado dentro da nação a proibir completamente os recipientes de comida de embalagens de fenil etileno.

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Projeto que proíbe retirar garras de gatos é aprovado em Nova York

Um projeto de lei que proíbe a retirada das garras de gatos foi aprovado na terça-feira (4) por parlamentares no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A proposta segue agora para análise do governador Andrew Cuomo.

Foto: Ralchev Design / Getty Images/iStockphoto

Gatos têm suas garras retiradas por tutores que querem evitar arranhões nos móveis da casa onde vivem. No entanto, alerta a Humane Society, a retirada das garras é um procedimento doloroso, no qual o último osso de cada dedo do animal é tirado, e que não beneficia os gatos. A ONG defende o procedimento apenas em caso de saúde.

O projeto é de autoria da democrata Linda Rosenthal. Ao jornal The New York Times, ela afirmou que a proposta é para os tutores “que pensam que o móvel é mais importante que seus gatos”. “É desnecessário, é doloroso e causa problemas aos gatos. É apenas brutal”, disse. Rosenthal, que é autora de outras leis em prol dos animais, como a proibição deles em lojas e a criação de um registro de abusos cometidos contra animais.

Cidades norte-americanas, como Los Angeles e Denver, já possuem leis que proíbem a retirada das garras de gatos. Mas não há, ainda, nenhum estado que tenha sancionado uma legislação do tipo. Além de Nova York, outros estados, como Califórnia e New Jersey, cogitam a aprovação de um projeto de lei neste sentido, segundo a Humane Society.


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Fundador do Wu-Tang Clan apoia projeto que proíbe comércio de peles em Nova York

Por David Arioch

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano (Foto: Getty)

O fundador do icônico grupo de hip-hop Wu-Tang Clan, Robert Fitzgerald Diggs, mais conhecido como RZA, enviou esta semana um e-mail à Câmara Municipal de Nova York declarando o seu apoio ao projeto de lei do vereador Corey Johnson, do Partido Democrata, que prevê a proibição da fabricação e do comércio de peles na cidade.

“Estou escrevendo para pedir que apoiem a lei do vereador Johnson que proíbe a venda de peles em Nova York. Sou nascido no Brooklyn, mas tenho laços profundos com os cinco distritos desde os meus primeiros dias com o Wu-Tang Clan”, destaca.

A declaração de RZA surgiu como reação ao fato de haver membros da comunidade negra de Nova York contrários à proibição. Em sua justificativa, eles alegam que o “material é um símbolo do status da comunidade negra”.

“Embora haja quem argumente que peles são usadas para mostrar o status de elite em nossa comunidade em resposta à desigualdade que enfrentamos na sociedade, esses dias ficaram para trás. Isso se reflete em uma pesquisa que mostra que 77% dos eleitores da comunidade negra de Nova York apoiam o projeto”, rebate.

RZA começou a sua transição para o vegetarianismo na década de 1990 e mais tarde decidiu se tornar vegano. Em 2014, aproveitando o lançamento do álbum “A Better Tomorrow”, o sexto do Wu-Tang Clan, ele gravou um vídeo para a organização PETA relatando que não precisa consumir partes de animais mortos.

“Não há nada neste planeta que não queira viver. Eu tinha animais como amigos e eles estavam felizes em me ver à sua maneira. Tenho certeza de que não queriam estar no meu prato”, narra.

O músico faz um apelo para que as pessoas se conscientizem “que nós somos o que comemos” e declara que não há como esperar pelo melhor se alimentando de animais estressados e fadigados. “Quando penso em um amanhã melhor, penso no veganismo”, diz.

Em maio de 2018, RZA estrelou uma campanha pró-veganismo exibida nos cinemas dos Estados Unidos antes da exibição de “Han Solo – Uma História Star Wars”. No vídeo, ele aparece se transformando em diferentes homens, mulheres e animais enquanto fala que todos somos o mesmo.

RZA também é ator, produtor e proprietário da marca de vestuário 36 Chambers que, por razões éticas, não utiliza nem comercializa nada de origem animal.

Bode é resgatado pela Polícia de Nova York e enviado a santuário

Por David Arioch

Encantados com o animal, os policiais deram a ele o nome de Josh e revezaram para pegá-lo nos braços e agradá-lo (Imagens: NYPD)

Recentemente a Polícia de Nova York resgatou um bode pigmeu que vagueava pelas ruas do Queens. Encantados com o animal, os policiais deram a ele o nome de Josh e revezaram para pegá-lo nos braços e agradá-lo. Depois de ser alimentado no Centro de cuidados Animais, Josh foi enviado para viver no santuário de animais Skylands, em Nova Jersey.

O local é administrado pelo caminhoneiro Mike Stura, que há cinco anos decidiu transformar uma fazenda em um abrigo para animais resgatados dos matadouros, fazendas, feiras, sacrifícios religiosos e dos mais diversos tipos de situações de abusos ou abandono.

Histórias de fugas de animais têm se tornado cada vez mais comuns em Nova York, e inclusive de animais escapando dos matadouros. Em 2018, o Centro de Cuidados Animais da cidade registrou 11 casos de fuga.

Já este ano, só em um período de dez dias, foram encontrados quatro animais que escaparam de acabarem nos açougues. Segundo o Centro de Cuidados Animais, é difícil explicar o que está acontecendo, mas parece que os animais estão se antecipando ao triste destino planejado para eles.

O exemplo de vontade de viver desses animais tem destacado a urgência por mais respeito e empatia por criaturas de outras espécies. Brianna, uma vaca que saltou de um caminhão em movimento e foi resgatada grávida no final do ano passado a caminho do matadouro, inspirou este ano a criação de um projeto de lei na Assembleia Legislativa de Nova Jersey que prevê a proibição do abate de vacas grávidas.

Homem pula de ponte para salvar cadela que caiu em rio nos EUA

Uma cadela se assustou com um acidente de carro, correu descontrolada e acabou caindo no rio East, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O acidente aconteceu enquanto Harper, como é chamada a cadela, estava com um passeador de cães. Comovido com a situação do animal, um homem pulou no rio e salvou sua vida.

Adotada por Erin O’Donnell em 2017, Herper se assustou quando um táxi ultrapassou o sinal vermelho e atingiu o passeador de cães e ela. Eles não se feriram, mas a cadela pulou no rio, devido ao medo que sentia, e começou a nadar. No entanto, logo ela perdeu a velocidade e começou a afundar. As informações são do Canal do Pet.

Instagram/ Harper de Hound

“Eu estava em um restaurante comemorando meu aniversário quando vi um cão pulando da ponte para nadar”, escreveu Gabe Castellanos nas redes sociais. “O dia estava quente e nós pensamos que o tutor estava observando o cachorro enquanto ele estava nadando para se refrescar, até que percebemos que uma pessoa correu para a grade da ponte e começou a gritar em pânico”, completou.

Formado pela SUNY Maritime College e com um amplo conhecimento em técnicas de sobrevivência na água, Gabe decidiu ajudar. “Olhei onde eu estava e vi que tinha um colete salva-vidas, peguei, vesti e pulei na água”, disse Gabe, em entrevista ao The Dodo.

Cerca de 300 pessoas assistiram a cena. Quando percebeu que alguém estava atrás dela, Harper tentou fugir. Gabe, no entanto, conseguiu alcançá-la e salvou sua vida, levando-a à margem do rio.

Apesar do susto, Harper apenas machucou as patas e, por isso, terá que usar botas ortopédicas por algumas semanas. “Fiquei aliviada quando soube que ainda existem pessoas com atitudes positivas como a de Gabe”, revelou Erin.

Preocupado com o meio ambiente, prefeito de Nova York anuncia corte de 50% na compra de carne

Por David Arioch

Foto tirada ontem durante o lançamento do programa em Nova York (Foto: Michael Appleton)

Preocupado com o meio ambiente, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou ontem o corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa.

“São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais, da Universidade de Nova York.

“Quero estender meus sinceros agradecimentos ao prefeito de Blasio e a todos os outros do governo de Nova York por dar esse passo importante para enfrentar a mudança climática e a desigualdade econômica. Se quisermos evitar que o pior aconteça, então precisamos agir agora, e na ausência de liderança federal, precisamos que cidades como Nova York assumam a liderança”, declarou.

Quem também ficou muito feliz com a atitude foi o presidente do Brooklyn, Eric Adams, que deixou de se alimentar de animais em 2016 e ampliou recentemente a sua fama ao transformar o Brooklyn em uma referência para vegetarianos e veganos.

Vale lembrar também que no mês passado o prefeito Bill de Blasio anunciou que todas as escolas públicas da cidade de Nova York terão a “Segunda Sem Carne” no biênio 2019-2020. O projeto OneNYC 2050, que prevê corte na compra de carne, pode ser consultado online.

Evento leva comida vegana e discussões sobre direitos animais ao distrito mais pobre de Nova York

Iniciativa é do lutador, ativista e ex-morador do Bronx, Omowale Adewale (Foto: Divulgação)

No sábado, o Bronx, o distrito mais pobre de Nova York (EUA), vai receber o Black VegFest, que reúne palestras e discussões que vão abordar desde os aspectos éticos até os aspectos nutricionais do veganismo. O evento também oferece alimentos ao público por meio de parceria com restaurantes e empresas de serviço de catering.

A comissão organizadora do Black VegFest já confirmou a participação de pelo menos 25 fornecedores de alimentos sem ingredientes de origem animal, que levarão ao Bronx versões veganas de rabadas, macarrão com queijo (mac & cheese) e shawarma, além de tofu empanado, “asinhas” de couve-flor, etc.

Fundador do Black VegFest e ex-morador do Bronx, o lutador Omowale Adewale disse em entrevista à revista VegNews que muitas vezes pessoas pobres da classe trabalhadora são ignoradas em decorrência da falta de engajamento político.

Ele cita como referência na contramão dessa realidade o presidente do Brooklyn, Eric Adams, que é bastante engajado e tem feito o veganismo e o vegetarianismo se desenvolverem no Brooklyn. Adams é quem fará o discurso de abertura do Black VegFest no Bronx.

Segundo Adewale, o objetivo do evento é levar para a comunidade uma iniciativa que, ao mesmo tempo em que transmita uma mensagem favorável aos animais, também promova o bem-estar pessoal, a autodeterminação e o estímulo ao desenvolvimento de negócios e de ações comunitárias. O evento pretende chamar atenção para a importância de quem vive a realidade da opressão também se engajar na luta pelos direitos animais.

Em recente entrevista à Mercy for Animals, Omowale Adewale disse que um dia se perguntou se realmente era necessário consumir produtos de origem animal ou participar de alguma atividade esportiva que envolva animais, e ele reconheceu que não. Foi o suficiente para que se tornasse vegano.

Sobre a criação do Black VegFest, Adewale justificou que a falta de amor e respeito por outras espécies, e o interesse em aproximar mais a comunidade negra do veganismo, o levou a idealizar um evento que pudesse ajudar a mudar essa realidade. “Eu sabia que o Black VegFest seria fundamental para ajudar muitos a descobrirem o seu próprio ativismo. A comunidade negra tem correspondido maravilhosamente, me levando a acreditar que eles concordam com os objetivos do veganismo”, enfatizou.