Cresce número de animais fugindo dos matadouros em Nova York

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina” (Foto: Centro de Cuidados Animais de Nova York)

Desde março, Nova York tem registrado crescimento do número de animais fugindo dos matadouros. Em 2018, o Centro de Cuidados Animais da cidade registrou 11 casos de fuga.

Já este ano, só em um período de dez dias do mês passado, foram encontrados quatro animais que escaparam de serem reduzidos a pedaços de carne. Segundo o Centro de Cuidados Animais, é difícil explicar o que está acontecendo, mas parece que os animais estão se antecipando ao triste destino planejado para eles.

Bois, vacas, bezerros, cabras, cordeiros, porcos estão entre os animais que tem ganhado às ruas de Nova York, na tentativa de encontrar abrigo seguro ou alguém que possa zelar por eles.

E as fugas continuam, superando facilmente em um trimestre o total registrado pelo Centro de Cuidados Animais ao longo de 2018. Outra observação feita pelo órgão é que os animais encontrados normalmente são jovens.

Uma das mais recentes resgatadas foi a bezerra Major Deegan, nome que recebeu do Departamento de Polícia de Nova York após ser retirada da via expressa Major Deegan. Com uma etiqueta plástica na orelha, ela conseguiu escapar do matadouro e foi encontrada ofegante, assustada e bastante estressada.

Após ser encaminhada para o santuário Skylands, em Wantage, no condado de Sussex, a bezerra recebeu o nome de Kristin, mas acabou não gozando da merecida liberdade.

Embora recebesse cuidados médicos diários, no final do mês passado, os funcionários do santuário estavam realizando algumas atividades agrícolas quando retornaram e a encontraram sem vida, em decorrência de falência de rins.

“Ela parecia ter se deitado, como se fosse dormir, e nunca mais acordou. Foi devastador, pobre menina”, lamentou o santuário em sua página.

Projeto prevê a proibição da produção e comércio de peles de animais no estado de Nova York

Linda argumentou que o comércio de peles é baseado em violência contra os animais e isso é antiético (Fotos: Getty)

Na semana passada, a ativista dos direitos animais e membro da Assembleia Legislativa de Nova York, Linda Rosenthal, apresentou um projeto de lei que prevê a proibição da produção e venda de peles de animais no estado de Nova York até 2021.

“Cada vez mais, os consumidores estão procurando fazer compras éticas e sustentáveis ​​- peles não são nada disso”, disse Rosenthal, segundo publicação do jornal New York Post de ontem.

Linda argumentou que o comércio de peles é baseado em violência contra os animais e isso é antiético, porque hoje a nossa perspectiva moderna nos permite ver os animais como companheiros e seres sencientes.

“As fazendas de peles nos Estados Unidos criam animais como guaxinins, raposas, martas e chinchilas para matar simplesmente por causa de suas peles, e muitas vezes usando métodos cruéis e desumanos”, criticou a parlamentar em memorando apresentado na Assembleia Legislativa.

Cidades como San Francisco e Los Angeles já baniram o uso de peles. Tudo indica que o PL tem grandes chances de aprovação, embora o Fur Information Council of America esteja mobilizando lobistas para intervir no processo, sob a alegação de que a indústria de peles gera 1,1 mil empregos na cidade de Nova York.

Por outro lado, a Humane Society International lembrou que mais de 100 milhões de animais são mortos por ano apenas para que os seres humanos extraiam e utilizem desnecessariamente a pele de outros animais.

Nova York quer proibir a venda de cães, gatos e coelhos em pet shops

Foto: Pixabay

Seguindo os passos da Califórnia, Nova York tenta proibir a venda de cães, gatos e coelhos em pet shops estaduais.

O senado Michael Gianaris ( D- Rainhas) e o membro da assembleia Linda B. Rosenthal ( D / WF-Manhattan) querem proteger os animais e os consumidores que os compram, bem como impedir que os estabelecimentos de varejo lucrem com animais criados em “fábricas de filhotes”.

“Esta nova legislação para proibir a venda de cães, gatos e coelhos nas lojas de animais estaduais finalmente terminará com o combustível das fábricas de filhotes. Animais como cachorros, gatinhos e coelhos que vivem nestas instalações, tem uma curta e cruel existência; seus filhotes são muitas vezes afetados por problemas congênitos como resultado das más condições e das práticas de reprodução empregadas”, disse Rosenthal em um comunicado.

“Clientes desavisados pagam centenas de dólares por um cachorrinho ou gatinho, apenas para descobrir que o animal está incuravelmente doente. Nossos abrigos de animais e organizações de resgate estão transbordando de animais que precisam de lares eternos; é hora de começarmos a conectar animais de resgate a lares amorosos por meio da adoção em lojas de animais.”

Legislação atual

Nova York item uma das maiores concentrações de pet shops no país.

Infelizmente, a falta de regulamentação das fábricas permite que abusos e maus-tratos sejam cometidos indiscriminadamente – um criador licenciado pelo USDA deve apenas obedecer a padrões de sobrevivência.

“Aplaudimos o senador Gianaris e o membro da Assembleia Rosenthal por apresentarem uma legislação destinada a acabar com as fábrica de filhotes de Nova York ”, disse Brian Shapiro , diretor para a Humane Society dos Estados Unidos .

“Como os órgãos reguladores federais não conseguem supervisionar adequadamente os criadores de animais em larga escala, os estados precisam intervir e aprovar leis eficazes que protejam os consumidores e os animais”.

No Brasil

Após a enorme repercussão do resgate de mais de 1.700 animais de um canil clandestino, em Piedade (SP), que fornecia filhotes para a rede de lojas Petz, o presidente da companhia, Sérgio Zimerman, anunciou que as 82 lojas da rede não venderão mais filhotes de cães e gatos. O local será aberto para feiras de adoção de animais resgatados.

Nova York implementa a Segunda Sem Carne em todas as escolas públicas

Foto: LiveKindly

Nova York não para de criar esforços para melhorar a vida da população e o futuro do planeta. Além disso, a cidade tem tomado importantes decisões pelo bem-estar animal ao longo dos anos.

Agora, todas as escolas públicas da cidade – o maior sistema de escolas públicas do mundo – oferecerão segundas-feiras sem carne durante o ano letivo de 2019 em uma tentativa de melhorar a saúde dos estudantes.

O programa foi anunciado pelo prefeito de Nova York Bill de Blasio, pelo chanceler Chard A. Carranza e pelo atual presidente do Brooklyn e ex-capitão de polícia Eric Adams, que vai concorrer ao cargo de prefeito de Nova York em 2021.

Opções vegetarianas de café da manhã e almoço serão servidas todas as segundas-feiras. A iniciativa segue um projeto piloto liderado por Adams em 15 escolas do Brooklyn na primavera de 2018, seguido por um teste realizado nas mais de 1.700 escolas públicas da cidade no ano passado.

“Cortar um pouco a carne vai melhorar a saúde dos nova-iorquinos e reduzir as emissões de gases de efeito estufa”, disse o prefeito Bill de Blasio. “Estamos expandindo as segundas-feiras sem carne para todas as escolas públicas para manter nosso almoço e o planeta verde para as próximas gerações”. As informações são do LiveKindly.

Recentemente, Nova York aprovou o projeto de lei que prevê refeições à base de vegetais também em todos os hospitais da cidade.

“Graças ao membro da Assembleia do Estado de Nova York, Richard N. Gottfried, Nova York está a um passo de garantir que os pacientes do hospital tenham acesso a refeições que os ajudarão a combater doenças cardíacas, diabetes e obesidade”, disse Susan Levin, diretora de educação nutricional do Physicians Committee.

Escolas vegetarianas

NYC não está sozinha em servir almoços mais saudáveis aos alunos. No mês passado, a Califórnia apresentou um projeto de lei que prevê refeições e leite à base de vegetais diariamente para os seis milhões de alunos das escolas públicas do estado.

No Reino Unido, o empresário Dale Vince também pretende levar almoços à base de plantas para alérgenos nas escolas através de sua fábrica de alimentos baseada em Gloucestershire.

Já no Brasil, em 2018, a primeira escola vegana começou a funcionar em João Pessoa (PB).
A escola, fundada por pessoas envolvidas diretamente com ONGs de proteção animal, respeita os preceitos do veganismo, apresentando às crianças uma visão de mundo na qual os animais não são tratados como objetos e que o respeito a eles é um dos pilares da educação. A Nativa Escola tem ainda musicalização, acompanhamento de fonoaudióloga e todo o cardápio é montado por uma nutricionista especializada em alimentação vegana.

Policial arrisca a própria vida para salvar cão em lago congelado

Policial Travis Gray

A polícia da cidade de Ogden, Nova York, compartilhou no Twitter a filmagem do momento do tenso resgate.

Gray andou cautelosamente pelo gelo, usando seu cassetete para testar a estabilidade. Ao chegar no lago, ele ligou sua lanterna e encontrou o cão dentro da água,  agarrado à borda do gelo.

Os gemidos do pobre cão podiam ser ouvidos ao fundo, enquanto Gray o tranquiliza dizendo: “Espera, amigo, eu sei”.

Gray então se ajoelhou e rastejou até ele.

“Vamos lá, vamos lá, vamos”, disse Gray quando se aproximou e puxou o cachorro para fora da água.

“Você é um grande menino, vamos lá”, Gray disse ele. “Temos que sair do vento.”

A polícia de Ogden twittou: “Com grande risco para si mesmo, o Sargento Gray resgatou o cão. O cachorro estava exausto e hipotérmico, mas se recuperou”.

Segundo a WHEC, o cão foi levado a um abrigo de animais local e depois se reencontrou com seu tutor.

O chefe da polícia de Ogden, Chris Mears, disse que Gray havia solicitado que o Corpo de Bombeiros resgatasse o cão, mas depois de testemunhar o sofrimento do animal e perceber que ele não sobreviveria por muito mais tempo, Gray decidiu salvar o cãozinho.

Segundo o Daily Mail, John Eeckhout, tutor do cachorro, disse que ele fugiu depois que ventos fortes derrubaram o portão do quintal. Um vizinho que mora perto do canal ouviu o choro do cachorro e acionou a polícia.

De acordo com AccuWeather, a temperatura em Ogden em 25 de fevereiro, dia do incidente, variou de -18 a -21 graus Celsius.

Atitudes como de Gray demonstram o respeito e compaixão de certas pessoas pelos animais. Enquanto tantas outras maltratam, negligenciam e exploram essas criaturas, algumas dão lições de amor e restauram a fé na humanidade.

“Uma Oração pela Compaixão” vai ser lançado em Nova York na terça

“Primeiro, viva uma vida compassiva e então você saberá” (Foto: Reprodução)

Na terça-feira, o documentário “A Prayer for Compassion” ou “Uma Oração pela Compaixão”, que defende uma relação mais compassiva com os animais não humanos, vai ser lançado em Nova York. A obra abre com uma citação de Buda: “Primeiro, viva uma vida compassiva e então você saberá.”

No filme, que deve ser disponibilizado online em breve, Thomas Jackson sai em missão cruzando a América do Norte e depois partindo para Marrakesh, no Marrocos, para participar da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), onde ele faz uma pergunta que é um desdobramento de um questionamento feito séculos antes da era cristã por Sidarta Gautama (Buda):

“A compaixão pode crescer até incluirmos todos os seres? As pessoas que se identificam como religiosas ou espirituais podem adotar o chamado de incluir todos os seres humanos e não humanos no nosso círculo de respeito, carinho e amor?”

Jackson faz a mesma pergunta em várias partes do subcontinente indiano. O objetivo é questionar inclusive lideranças espirituais e religiosas se elas ou as crenças que defendem, e principalmente da maneira como defendem, não estão sendo semiplenas e antropocêntricas e especistas no que diz respeito à relação com os animais.

Nesse percurso, o documentarista se depara com diferentes perspectivas, e muitas favoráveis à sua posição de instigar a reflexão sobre a objetificação animal. Com um caráter meditativo e filosófico, o objetivo de “Uma Oração pela Compaixão” é apresentar razões para estimular as pessoas a participarem ativamente da construção de um mundo compassivo, em que os animais não sejam simplesmente vistos como coisas, objetos e meios para um fim.

Nova York pode ganhar um prefeito defensor do vegetarianismo

Ex-capitão do Departamento de Polícia de Nova York, Adams é conhecido por suas campanhas contra a brutalidade policial e contra o racismo (Foto: Divulgação)

O atual presidente do Brooklyn e ex-capitão de polícia Eric Adams vai concorrer ao cargo de prefeito de Nova York em 2021. Adams tem recebido grande apoio, inclusive já conseguiu arrecadar 1,68 milhão de dólares para a sua campanha. Além de ser conhecido por seu trabalho contra a brutalidade policial e contra o racismo nos Estados Unidos, ele ampliou recentemente a sua fama ao transformar o bairro nova-iorquino em uma referência para vegetarianos e veganos.

Eric Adams adotou uma dieta livre de alimentos de origem animal depois de ser diagnosticado com diabetes tipo 2 em 2016. Segundo o New York Times, uma boa dieta vegetariana permitiu que Adams perdesse quase 14 quilos e revertesse a sua diabetes. Por isso, ele decidiu implementar no Brooklyn um programa médico de reversão de doenças por meio da dieta vegetariana.

Também criou uma página para divulgar mais a alimentação vegetariana. Até então, a promoção do vegetarianismo era feita por ele no “boca a boca”, dialogando com os moradores do bairro sobre a sua própria história com o vegetarianismo e o quanto pode ser positivo não se alimentar de animais.

Na página Plant-Based Nutrition, do site do Brooklyn, o leitor encontra links que oferecem guias com todas as informações para quem quer começar a seguir uma dieta vegetariana. Também disponibiliza o endereço de lojas e restaurantes vegetarianos e veganos no bairro, além de divulgar eventos veganos e sugerir aplicativos para quem quer conhecer as opções livres de exploração animal no Brooklyn.

crianças com vegetais

Mais de 60 escolas de Nova York participam de desafio vegano

Sessenta e dois distritos escolares estaduais em Nova York participarão de um programa de alimentação baseado em vegetais chamado Good Life Challenge. O desafio é que os alunos e funcionários da escola desfrutem de refeições veganas e vegetarianas e dos benefícios à saúde associados a uma dieta livre de carne.

crianças com vegetais

Foto: Flickr

Doug Schmidt, professor de 24 anos do Distrito Escolar de Victor Central, liderou um desafio de 10 dias para 35 escolas no ano passado, onde mais de 1.300 participantes se comprometeram a uma dieta sem carne. O desafio ajudou os participantes a reduzir o colesterol total, a pressão arterial e os níveis de glicose e também a controlar o peso. Também ajudou a aumentar sua energia e melhorar a qualidade do sono.

Agora, Schmidt fez uma parceria com a Smola Consulting e a Genesee Valley Educational Partnership para lançar o desafio novamente. Mas neste ano o programa expandiu seu alcance, incluindo agora mais de 3.200 pessoas de 62 distritos escolares e 13 empresas que seguirão um plano de refeições baseado em vegetais.

Schmidt foi levado a uma dieta vegana depois de sofrer um ataque cardíaco quase mortal, ao qual apenas 10% das pessoas sobrevivem, aos 49 anos de idade. Ele então começou uma dieta inteiramente baseada em vegetais, perdeu 60 quilos e conseguiu se ver livre dos remédios. Desde então, ele começou a correr e completou sua primeira maratona. Ele agora tem o papel de coordenador de saúde e bem-estar das Escolas Victor Central e espera ajudar o maior número possível de pessoas a recuperar e melhorar sua saúde.

Mais e mais escolas estão incentivando uma alimentação baseada em vegetais para o bem da saúde de seus funcionários e alunos. Após estudos descobrirem a ligação entre o consumo de carnes processadas ao risco de câncer, o Distrito Escolar Unificado de Santa Bárbara tornou-se o primeiro distrito escolar dos EUA a banir a carne processada de seus cardápios de almoço. Falando sobre a decisão, o diretor do serviço de alimentação do distrito disse que era “a coisa certa a fazer”, acrescentando: “Não há espaço para agentes cancerígenos na fila do almoço”.

A organização internacional sem fins lucrativos ProVeg International está trabalhando para combater a obesidade infantil e melhorar a saúde pública, levando refeições à base de vegetais para escolas, conselhos municipais e empresas de alimentação. A organização também pretende reduzir em 50% o consumo global de produtos derivados de animais até 2040.

refeição vegana do hospital

Hospitais de Nova York (EUA) aderem à campanha “Segunda Sem Carne”

Os onze hospitais públicos de Nova York acabaram de aderir à campanha que incentiva as pessoas a não comerem carne às segundas-feiras. A decisão foi tomada pela divisão de Saúde e Hospitais da cidade.

refeição vegana do hospital

New York City Health + Hospitals

“Queremos motivar nossos pacientes a levar uma vida mais saudável, introduzindo-os a uma dieta mais saudável e baseada em vegetais,” disse Mitchell Katz, presidente e CEO da Health + Hospitals, em um comunicado.

Os hospitais incluirão uma gama de opções veganas para todas as refeições às segundas-feiras, além dos itens regulares do cardápio. De acordo com o comunicado de imprensa, as opções iniciais incluem sopa de feijão preto, espaguete à bolonhesa vegano, entre outros pratos. Novas opções veganas continuarão sendo acrescentadas com o tempo.

O programa, que foi lançado no dia 07/01, já somou cerca de 1.500 pacientes nos onze hospitais da cidade que pediram opções veganas.

Grande parte da mudança de Nova York para a comida vegana foi defendida pelo presidente do bairro do Brooklyn, Eric Adams, que reverteu seu próprio diabetes tipo 2 com uma dieta baseada em vegetais. Adams foi fundamental no lançamento do programa de bem-estar da cidade no Bellevue Hospital no ano passado. O programa visa ajudar os pacientes com doenças crônicas relacionadas à alimentação a mudar para uma dieta baseada em vegetais. O programa, lançado no ano passado, recebeu 400 mil dólares de financiamento. O escritório de Adams também oferece oficinas de culinária vegana no Brooklyn Borough Hall.

“Nosso objetivo é criar uma Nova York mais saudável, onde nossas instituições governamentais apoiem ​​escolhas alimentares saudáveis”, disse Adams em um comunicado. “Os hospitais têm uma oportunidade única de influenciar pacientes e familiares a repensar a qualidade nutricional de suas refeições, e a decisão de aderir à ‘Segunda Sem Carne’ é um grande passo nessa direção.”

Alguns hospitais privados da cidade estão inserindo mais opões veganas em seus menus também. Quatro refeitórios hospitalares do New York Presbyterian oferecem refeições sem carne às segundas-feiras também. As escolas também estão mudando as dietas estudantis. No norte do estado de Nova York, 62 distritos escolares se comprometeram a um desafio vegano de duas semanas.

pinturas de cachorros dispostas na parede do museu

Nova York (EUA) abrirá um museu sobre cachorros em fevereiro

A instituição que expõe obras de arte sobre cães está pronta para reabrir em Nova York em 8 de fevereiro, depois de 32 anos longe da cidade norte-americana. Fundado em 1982, o AKC Museum of the Dog dedica-se à “coleta, preservação, exibição e interpretação da arte, artefatos e literatura sobre cães para fins de educação, perspectiva histórica, prazer estético, para aumentar a apreciação e conhecimento do significado do cão e do relacionamento entre humanos e cachorros”, de acordo com o AKC.

pinturas de cachorros dispostas na parede do museu

Foto: AKC

O museu foi inicialmente inaugurado no New York Life Building da cidade de Nova York, mas mudou-se para West St. Louis Country, Missouri, em 1987. Agora, o museu para os amantes de cães está voltando para casa.

Esta nova iteração do AKC Museum of the Dog estará localizada na 101 Park Avenue na cidade de Nova York. Como antes, o museu contará com salas cheias de peças artísticas raras e relacionada aos cães e uma biblioteca onde os visitantes podem ler sobre as raças que compõem seus próprios animais domésticos. Mas também haverá novos recursos.

O museu agora contará com exposições digitais mais interativas, incluindo o “Find Your Match”, um quiosque que tira sua foto e a coloca lado a lado com a raça de cachorro que mais se parece com você.