Jovem é suspeita de matar cachorro em petshop de Assis Chateaubriand (PR)

Uma funcionária de uma pet shop é suspeita de matar um cachorro da raça Yorkshire em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, na quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, a jovem, de 19 anos, disse que teve uma crise nervosa.

“Ela alegou que ficou nervosa quando dava banho no animal porque teria sido mordida. Ela pegou o cachorro e bateu a cabeça dele em um balcão”, contou o delegado André Mendes.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A jovem suspeita do crime, a proprietária do pet shop e a tutora do animal prestaram depoimento à Polícia Civil ainda na quinta-feira. Os nomes das três mulheres não foram divulgados pela polícia.

Depois de prestar depoimento, a jovem assinou um Termo Circunstanciado por maus-tratos contra animais com agravante de morte, e foi liberada. Ela deve participar de uma audiência no fórum criminal de Assis Chateaubriand.

A Polícia Civil solicitou imagens de câmeras de segurança da petshop para poder concluir o inquérito.

Esse foi o segundo caso de crime de maus-tratos investigado pela Polícia Civil em um período de 15 dias. Há duas semanas, um homem matou um cachorro para se vingar da ex-mulher. Ele alegou que estava drogado quando decidiu enforcar o animal dentro de casa. O caso foi encaminhado à Justiça.

Fonte: G1


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Prefeito de Londrina (PR) sanciona lei que institui “Dia do Protetor de Animais”

O prefeito Marcelo Belinati sancionou duas leis importantes, na manhã dessa quinta-feira (30), em defesa e proteção dos animais. A Lei nº 12.865/2019, que institui, no calendário de Comemorações Oficiais do Município, o Dia do Protetor de Animais, e a Lei nº 12.867/2019, que altera a estrutura organizacional da SEMA (Secretaria Municipal do Ambiente), para criar um setor de proteção animal.

O Dia do Protetor de Animais será comemorado anualmente no dia 10 de agosto, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção animal para a saúde pública e para a preservação e promoção dos direitos animais. O projeto de lei é de autoria da vereadora Daniele Ziober. A data já era comemorada nacionalmente.

Foto: Pixabayto-

Por meio da lei nº 12.867/2019, acrescenta-se, na estrutura da SEMA, a Diretoria de Bem Estar Animal, a Gerência de Proteção Animal e a Gerência de Fauna. No primeiro momento, a estrutura contará com um diretor e dois gerentes, além de alguns fiscais, que deverão ser remanejados para o setor.

O prefeito Marcelo Belinati disse que Londrina nunca teve um política pública voltada especificamente para os animais e que esta administração está criando e construindo políticas públicas nesta área. “Isso é uma questão de saúde pública e de amor aos animais. Com uma diretoria específica, voltada para os cuidados dos animais da cidade, tenho certeza de que vamos conseguir muitos avanços para área”, disse.

O prefeito lembrou as diversas conquistas alcançadas até agora, entre elas a ampliação da castração dos animais, a criação do COMUPDA (Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais); a instituição do Centro de Zoonoses, que já está com o projeto estrutural pronto; a criação do Banco de Ração; e a proibição uso de fogos de artifício com efeitos sonoros, que causam desconforto para os animais e crianças com autismo. “Ainda precisamos avançar, pois temos diversas demandas para resolver nesta área, como a circulação de animais de grande porte em vias da cidade e a questão dos protetores dos animais e ONGs, que precisam do apoio do poder público. O que posso dizer é que estamos caminhando e construindo políticas públicas voltada para os animais”, enfatizou.

A gerente de Fiscalização da SEMA, Graziella Santana, representando o secretário municipal do Ambiente, José Roberto Behrend, destacou que, com a sanção da Lei nº 12.867/2019, está se criando um espaço voltado especificamente para pensar na causa animal de Londrina, buscando desenvolver políticas públicas mais efetivas para a área. “Também melhorar a qualidade da fiscalização, que já era feita pela Fiscalização Ambiental, e pensar na questão da guarda responsável e adoção de animais”, afirmou. Segundo Graziela, a SEMA recebe cerca de 20 denúncias de maus-tratos a animais por dia, representando a maior demanda da Fiscalização Ambiental.

A população pode continuar fazendo denúncias de maus-tratos a animais entrando em contato com a SEMA, pelo telefone (43) 3372-4771 ou pelo whatsapp (43) 99994-8677. A multa, para quem pratica maus-tratos a animais, pode variar de R$ 50,00 a R$ 100 milhões, estipulado pelo Código Ambiental Municipal.

A vereadora Daniele Ziober, autora do projeto de Lei que instituiu o Dia do Protetor de Animais, destacou que além as ONGs de proteção animal, os protetores independentes fazem um trabalho fundamental em Londrina. “É uma data para se comemorar e olhar para estes protetores, vendo como eles estão vivendo e de que forma o poder público pode auxiliar estas pessoas”, disse. Com relação a instituição da Diretoria de Bem Estar Animal e as gerências, Daniele contou que é uma grande conquista, pois a secretaria passa a ter pessoas para cuidar especificamente da proteção animal.

Também estiveram presentes na solenidade de sanção das leis, a presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, Bruna Ontivero; os vereadores João Martins, Emanuel Gomes, Jamil Janene e Pastor Gerson Araújo; além de representantes de ONGs de proteção animal e protetores.

Fonte: BONDE


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Morador faz banners contra envenenamento após morte de animais

Moradores da cidade de Maringá, no Paraná, estão revoltados com casos de animais que estão aparecendo mortos no município. Na tentativa de coibir o crime, um deles fez banners contra o envenenamento de animais. “Você está fazendo com que crianças entrem em depressão pela perda de seu animalzinho”, alerta um dos avisos colocado pelo florista Edivaldo Ramos em frente a casa onde mora.

Foto: Reprodução / Massa News

Outra faixa colocada na residência por Ramos lembra que envenenar animais é crime. Segundo a lei, é crime praticar “ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A punição varia de três meses a um ano de detenção, além de multa.

A Secretaria de Meio Ambiente da cidade afirmou que investiga os casos. As informações são do portal Massa News.

Um dos últimos casos registrados foi o de uma gata tutelada por Sara, de 11 anos. A criança procurou pelo animal e não o encontrou em casa. De acordo com a mãe da menina, Sara não brinca mais e só chora por sentir falta da gata.

A Prefeitura de Maringá orienta os moradores a denunciar os casos pelo telefone 156. Até o momento, nenhum suspeito pela prática do crime foi identificado.

Moradores denunciam morte de 16 gatos por envenenamento no Paraná

Moradores da Vila Americana, que fica no bairro Sítio Cercado, em Curitiba (PR), denunciaram a morte de pelo menos 16 gatos. Os casos teriam ocorrido no intervalo de um mês. Segundo as testemunhas, os animais estão sendo envenenados.

Indignados com a crueldade cometida contra os gatos, os moradores fizeram cartazes de protesto. “Se você não gosta de gatos, o problema é seu. Agora se você mata gatos, aí o problema é nosso”,  diz um deles ao G1.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Em alguns cartazes os moradores afirmam que há um assassino cruel na rua e pedem que o restante da vizinhança fique atenta e que, caso descubra quem é o responsável pelas mortes, denunciem, já que envenenamento de animais configura maus-tratos, o que é crime.

Um dos gatos mortos foi levado até uma clínica veterinária e a causa da morte, por envenenamento, foi confirmada. Segundo a tutora do animal, a médica veterinária que o socorreu informou que ele morreu intoxicado por chumbinho.

Para tentar evitar a saída dos gatos, no intuito de protegê-los, tutores começaram a colar telas nos portões. Eles pedem que a polícia investigue o caso.

Central 156

A Prefeitura de Curitiba informou que registra cerca de 30 denúncias de maus-tratos a animais por dia. A Polícia Civil orienta a denunciar os casos para o Disque Denúncia, através do telefone 181. O crime é passível de detenção de três meses a um ano.

“A denúncia pode ser anônima, o que a gente precisa mesmo é a maior quantidade de informação possível, com foto, vídeo. Quanto maior a quantidade de informações, mais fácil para a polícia conseguir identificar a autoria e responsabilizar quem está praticando esses crimes”, explicou o delegado Matheus Laiola.

Trezentos animais explorados para venda foram resgatados este ano no PR

Cerca de 300 animais foram resgatados de 11 canis clandestinos que os exploravam para reprodução e venda apenas este ano em Curitiba e na Região Metropolitana, no Paraná. Os resgates foram iniciados no final de janeiro e realizados pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) da Polícia Civil do Paraná.

Foto: Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente

Nos últimos meses, 14 cachorros foram encontrados doentes e feridos em um canil em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Outros 43 cães foram encontrados na região norte de Curitiba e, nesta semana, 17 yorkshires que eram explorados para venda, sendo comercializados pela internet de forma irregular, foram resgatados de um canil na capital. As informações são da Gazeta do Povo.

O Código de Saúde do Estado do Paraná proíbe, desde 2001, que animais sejam criados para venda em área urbana. Em Curitiba, cidade que não tem área rural, a proibição foi reforçada pela Lei Municipal 13.914, de 2011. Denúncias anônimas de canis que reproduzem animais para venda, feitas pela Central 156 ou através da Rede de Proteção Animal, ambas ligadas à Prefeitura de Curitiba, são comuns.

“Se tiver um canil comercial em Curitiba, ele está ilegal. Mas não é necessariamente crime: só vai ser crime se o estabelecimento estiver praticando maus-tratos”, explica o delegado de Proteção ao Meio Ambiente da PCPR Matheus Laiola.

“Toda a questão que envolve animais e sofrimento animal tem tido mais atenção da sociedade, as pessoas estão denunciando mais situações de sofrimento animal”, diz a presidente da Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC), Soraya Simon, que acredita que a visibilidade dada às ações de fiscalização motiva as pessoas a denunciar.

“Curitiba é um município que ainda precisa de muito mais apoio e estrutura, mas que tem conseguido trabalhar bastante, com boas condições de fazer muita coisa, o que não acontece em outros lugares onde até existe boa vontade, mas os órgãos não conseguem agir”, aponta.

A Rede de Defesa e Proteção Animal da Cidade de Curitiba promove não só a fiscalização, como também a prevenção ao abandono e a conscientização sobre o tema, além de ser responsável por realizar intervenções conjuntas para coibir irregularidades e crimes.

Segundo a chefe da rede, Vivien Morikawa, as denúncias recebidas pelo órgão aumentaram a ponto de quase dobrar. “Ter mais denúncias não é uma coisa ruim, embora gere mais trabalho e a gente precise de mais estrutura. As denúncias querem dizer que eu tenho uma sociedade mais atenta e que não quer colaborar com situações de maus-tratos”, afirma.

De acordo com a professora Rita Garcia, do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que é pesquisadora do bem-estar animal e do controle populacional de cães e gatos, existem diversos níveis maus-tratos. “Eles vão de negligência aos cuidados com os pelos e falta de banho até casos bem graves, que interferem na liberdade nutricional, ambiental, comportamental e sanitária do animal”, lista.

Alimentação inadequada das fêmeas que estão grávidas ou amamentando e doenças relacionadas a isso, como desnutrição, configura maus-tratos, segundo a pesquisadora. Sobre a questão ambiental, é preciso que os animais tenham camas confortáveis e estejam em um ambiente seguro e que os proteja de frio, calor e chuva.

Condições como superlotação do local onde o animal é mantido ou privar os filhotes do convívio com os irmãos e com a mãe também caracteriza maus-tratos por ferir a liberdade comportamental do animal, levando-o a ficar estressado. “Estudos mostram que animais retirados desse convívio antes dos 60 dias de vida têm mais predisposição a ter distúrbios comportamentais”, afirma a veterinária.

Falta de banhos e de higiene nos canis e ausência de vacinação são casos de maus-tratos que prejudicam a liberdade sanitária do animal. “Como pode ter um maior risco de doenças, o protocolo de vacinas nessas situações é mais intensificado. Mas esses criadores de fundo de quintal fazem protocolos que não têm uma orientação veterinária, aplicando eles mesmos as vacinas. No entanto, ter um veterinário responsável é obrigatório para todos os estabelecimentos que mantêm animais”, pontua Rita.

Adoção

A opção pela adoção é sempre melhor do que pela compra, é o que defendem os protetores de animais e as ONGs. Além do alto número de animais abandonados, que precisa encontrar um lar, os maus-tratos frequentes no comércio de animais são mais um motivo para que os ativistas defendam a adoção.

Ainda há, no entanto, preconceito com determinados animais. Sem raça, pretos, idosos, com alguma deficiência, todos sofrem na busca por uma nova casa. Até mesmo os de raça, resgatados de canis, encontram dificuldades quando não são mais animais novos, ativos e saudáveis. “Precisa existir uma forma de acelerar, de responsabilizar essa pessoa [dona do canil clandestino] por tudo até que os animais sejam adotados”, opina Soraya.

“A maioria [dos criadores irregulares] ‘não está nem aí’ e trata os animais de qualquer jeito, sem acompanhamento veterinário. É dinheiro fácil para eles e isso tem que acabar. A fiscalização tem que ser muito forte para impedir que esse tipo de coisa aconteça”, ressalta a presidente da SPAC.

Em todo o país, milhões de animais esperam por um novo lar. Especificamente em Curitiba, protetores e ONGs, além do Centro de Referência para Animais em Risco (Crar), da prefeitura, tem dezenas cães e gatos prontos para serem adotados, à espera de alguém que os queira. São eles: Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC), Associação Vida Animal (AVAN), Tomba Latas, Adote Com Consciência Curitiba, Beco da Esperança, Associação Ajude Focinhos Curitiba, Grupo Força Animal, Animalia Curitiba e Animais Sem Teto. Quem não puder adotar, mas tiver interesse em ajudar de alguma forma, pode doar ração, medicamentos veterinários, cobertores, jornal, entre outros itens.

Curitiba (PR) terá ambulância para socorrer animais em situação de emergência

A cidade de Curitiba, no Paraná, terá uma ambulância para socorrer animais em situação de emergência. O anúncio foi feito pelo prefeito Rafael Greca (DEM) através do Facebook. Segundo ele, a ambulância deve estar disponível em três meses e vai ampliar os serviços prestados pelo Centro de Atendimento de Animais em Situação de Risco (Crar).

Foto: Pixabay

“Estamos com licitação em andamento para contratar serviços de apoio veterinário e suporte às atividades do Crar, que incluirá veículo de resgate para as situações mais graves. A expectativa de prazo para que mais esse serviço entre em operação é para os próximos três meses”, escreveu Greca. As informações são da Gazeta do Povo.

O edital prevê ainda a contratação de serviços de apoio veterinário para permitir o funcionamento de um centro de atendimento para situações emergenciais, para onde os animais resgatados pela ambulância serão levados.

“A intenção é de que com o suporte, animais atropelados ou em situação de rua sejam resgatados e encaminhados a um local que tenham os serviços necessário para o atendimento emergencial”, explicou o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna da prefeitura de Curitiba, Edson Evaristo.

O prefeito disse também que, em casos mais graves, os animais serão encaminhados aos hospitais veterinários das universidades. Evaristo, no entanto, afirmou que a intenção é que seja possível, com a licitação, contratar um serviço próprio de atendimento nesses casos.

Centro de atendimento

O Centro de Atendimento de Animais em Situação de Risco de Curitiba trabalha, atualmente, com a fiscalização de casos de animais que vivem em situação de risco. O órgão multa tutores que praticam maus-tratos a animais e também faz o resgate daqueles que não têm como permanecer sob a tutela do responsável.

“A demanda que chega para nós hoje é de animais que precisam de cuidados não emergenciais, como vacinação, castração e uso de vermífugos”, contou Evaristo.

Os animais resgatados são, depois, disponibilizados para adoção. Com a licitação, que ainda está sendo elaborada, a intenção é promover uma rotatividade de adoção. “Nós esperamos dinamizar a rotatividade de adoção. Temos vagas para 30 cães e 20 gatos, mas a intenção é que eles ganhem um lar muito mais rápido”, disse o diretor.

Interessados em conhecer ou adotar animais resgatados pelo Crar devem ir até a unidade, na rua Lodovico Kaminski, 1381, na Cidade Industrial de Curitiba. O atendimento ocorre todos os dias da semana, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 17h30.

Cão é salvo após cair em buraco com cerca de 8 metros de profundidade

Um cachorro caiu em um buraco de aproximadamente oito metros de profundidade em Londrina, no Paraná. O acidente aconteceu no bairro Neyma Sayon, na tarde de terça-feira (14).

Foto: Reprodução / YouTube / Massa News

O animal foi salvo após moradores acionarem o Corpo de Bombeiro, que foi até o local e realizou o resgate. As informações são do portal Massa News.

Os moradores acionaram os militares após notarem que o cachorro estava preso dentro da erosão. Segundo eles, não é a primeira vez que um cachorro cai nesse buraco.

Quando os militares iniciaram os trabalhos, o cachorro estava deitado dentro do buraco, aparentemente debilitado. Para fazer o resgate, a corporação utilizou uma escada e uma espécie de rede, na qual o cachorro foi colocado.

No momento em que um dos bombeiros entrou dentro da erosão e se aproximou do cão, o animal não teve qualquer reação. Depois de ser colocado na rede, ele foi içado. Não há informações sobre o estado de saúde dele.

A Prefeitura de Londrina foi procurada para falar sobre o caso, mas, até o fechamento da notícia, não se posicionou.

Secretaria registra 15 denúncias de maus-tratos a animais por dia em Paranaguá (PR)

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) de Paranaguá, no Paraná, recebe 15 denúncias de maus-tratos a animais por dia.

Foto: Secom

“Na segunda-feira, 15, recebemos a denúncia informando que uma égua estaria doente na região do Jardim Guaraituba. De imediato fomos ao local para atendimento do animal e estávamos prontos para levá-lo para a Semma. Infelizmente a tutora estava presente e não permitiu a retirada da égua”, informa a veterinária Elen Soares, diretora do departamento.

Na terça-feira, a equipe foi novamente informada de que a égua estava em via pública. Desta vez, a tutora não estava no local. Ela já tinha sido notificada e multada por maus-tratos.

“Após essa primeira notificação, não tínhamos recebido novas denúncias sobre a situação desse animal até esta situação. A égua foi socorrida e encaminhada para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente”, conta, através da assessoria de imprensa da prefeitura.

Elen lembra que os tutores têm responsabilidade sob os animais. “Precisamos frisar que a responsabilidade dos animais é de seus tutores. Estes precisam zelar pela saúde, fornecer alimento, água e demais cuidados necessários para que o animal tenha uma vida saudável”, destaca.

Denúncias

O Departamento Veterinário da Secretaria recebe denúncias de maus-tratos a animais de segunda à sexta-feira das 8h às 11h e das 13h às 18h.

“Recebemos diariamente cerca de 15 denúncias de maus-tratos. Estamos prontos a atender e sempre com seriedade a pessoa que nos informa a situação. Fazemos o possível para dar um resultado positivo a todos os casos que recebemos”, afirma Elen.

As denúncias devem ser feitas através do telefone (41) 3420-6058.

Cerca de 200 animais vítimas de maus-tratos são resgatados em 3 meses em Curitiba (PR)

Aproximadamente 200 animais foram resgatados em situação de maus-tratos em três meses na cidade de Curitiba, no Paraná, segundo a prefeitura. As aves nativas ameaçadas de extinção e os animais domésticos estão entre os animais maltratados. Os resgates foram feitos pela Rede de Proteção Animal, que é da administração municipal, e pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMM) da Polícia Civil, que passaram a trabalhar em conjunto em 2019.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

De acordo com a prefeitura, ocorreram, em média, duas operações de resgate por semana. Os animais começaram a ser resgatados em fevereiro. Ao todo, 27 autos de infração foram registrados e as multas aplicadas ultrapassam os R$ 250 mil. As informações são do G1.

Levados para ONGs e protetores independentes, os animais domésticos foram tratados para, depois, serem encaminhados para adoção. Os silvestres foram encaminhados para o Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS).

Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Denúncias

Para denunciar casos de maus-tratos a animais em Curitiba, ou cativeiro de silvestres, basta ligar para a Central da Prefeitura de Curitiba, pelo telefone 156.

Cerca de 30 denúncias referentes a esse tipo de crime são recebidas por dia pela Rede de Proteção Animal, segundo a administração municipal.

Cavalo é encontrado agonizando após ser abandonado em lamaçal no PR

Um cavalo foi encontrado agonizando após ser abandonado pelo tutor em um lamaçal em Campo Mourão, no Paraná. O animal foi resgatado no domingo (21) pela Associação dos Protetores de Animais Independentes (PAIS). O tutor foi indiciado por maus-tratos a animais.

Reprodução / Tribuna do Interior

Segundo a ONG, o cavalo teria morrido no local se não fosse socorrido. A entidade foi acionada por pessoas que passaram pelo local e se comoveram com o sofrimento do animal. As informações são da Tribuna do Interior.

Para o resgate, a entidade contou com a ajuda da Polícia Militar. O cavalo foi transportado em uma caminhonete boiadeira para receber atendimento veterinário na propriedade de uma veterinária voluntária.

O tutor do animal foi identificado pela polícia e encaminhado à delegacia para prestar depoimento.

Outros casos

O abandono de cavalos se tornou frequente no município. Apenas neste ano, três casos foram registrados.

Em janeiro, uma égua com cerca de oito anos de idade foi encontrada agonizando em via pública no Jardim Lar Paraná após ser abandonada pelo tutor. Apesar da PAIS ter prestado socorro ao animal, ele não resistiu e morreu. O tutor mantinha mais de oito animais e já havia sido denunciado por abandono de cavalos.

Na última semana, outro cavalo morreu por desnutrição após ser abandonado no Jardim Botânico. A ONG também prestou assistência ao animal, mas ele não sobreviveu.