Campanha incentiva as pessoas a não comprar coelhos na Páscoa

De iniciativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo do Paraná, a campanha “Páscoa Alternativa” foi lançada na última terça-feira (9). O objetivo é incentivar as pessoas a buscar alternativas à compra de coelhos nesta época do ano.

Foto: Divulgação / SEDEST

Por serem associados à Pascoa, é comum que coelhos sejam comprados com a aproximação dessa data. Muitos deles são tratados como objetos adquiridos para presentear as pessoas, especialmente as crianças. No entanto, passada a euforia da época, o animal frequentemente é deixado de lado e, em muitos casos, devido aos gastos e trabalho que dão, os coelhos são abandonados.

Todos os anos, após a Páscoa, muitos desses animais são encontrados na rua em situação de completo abandono. Frágeis e indefesos, eles morrem atropelados, de frio, de fome ou até após serem mordidos por cachorros, que agem seguindo um instinto de defesa. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

A Secretaria reforça que abandonar animais é crime e recomenda que as pessoas optem por alternativas ao comércio de coelhos e comprem, por exemplo, chocolate ou até mesmo coelhos de pelúcia, que trazem consigo a representatividade da Páscoa, mas evitam abandono e maus-tratos.

Abril Laranja

Neste mês é comemorado o Abril Laranja, instituído pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais. A data é dedicada à prevenção aos maus-tratos a animais e tem o objetivo de fazer as pessoas refletirem sobre o tema.

A crueldade cometida contra os animais, que o Abril Laranja tem o intuito de combater, não se restringe, porém, à violência física. Também configuram maus-tratos ações de negligência e omissão que resultem em sofrimento, inclusive psicológico, ao animal, como abandonar ou manter o animal permanentemente preso a correntes, deixá-lo sem abrigo para proteção da chuva e do sol, não fornecer alimentação adequada e cuidados veterinários, privá-lo da ventilação ou luz solar, mantê-lo em locais pequenos e sem higiene, entre outros.

Denúncias de maus-tratos contra animais podem ser feitas, em Curitiba, através do número 156, da prefeitura. Nas demais localidades, a população deve se informar sobre o canal de denúncia de cada município, que geralmente são as secretarias de Meio Ambiente ou a própria prefeitura.

Exigência de caução para internamento de animais é proibida

Em caso de descumprimento da lei, além do pagamento de multa, a clínica ou hospital deve devolver ao depositante o valor em dobro (Foto: Pet Care)

Desde o ano passado é proibida no Paraná a exigência de caução (cheque, dinheiro ou cartão de crédito) para o internamento de animais em hospitais ou clínicas veterinárias. A proibição se aplica principalmente a casos de emergência, como atropelamentos, acidentes graves, lesões com risco de morte e outras situações que demandam atendimento urgente. Em caso de descumprimento da lei, além do pagamento de multa, a clínica ou hospital deve devolver ao depositante o valor em dobro. A lei é resultado do PL 758/2015, do ex-deputado Rasca Rodrigues (PV).

Governo do Paraná lança campanha contra a venda de coelhos como presentes de Páscoa

Há quem comercialize inclusive coelhos pintados nesta época do ano para chamar a atenção dos consumidores (Foto: Getty)

O Governo do Paraná lançou ontem, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo a campanha Páscoa Consciente!, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas a não darem coelhos como presentes no período que antecede a Páscoa.

O motivo é que muitos desses animais são abandonados em lixeiras, parques e praças, e acabam morrendo de frio e fome. Outros são atropelados ou atacados por cães.

“As pessoas podem encontrar outras opções em vez da compra de coelhos como animais de estimação, o que é comum nessa época por serem considerados dóceis e associados a um dos símbolos da Páscoa”, destaca a secretaria.

A campanha frisa ainda que nem sempre quem ganha um coelho de presente está disposto a arcar com os cuidados que o animal necessita – e que não são poucos. “Além disso, em geral, os coelhos são mantidos em gaiolas e encontram dificuldades para sobreviver sem cuidados humanos”, justifica.

Em vez de coelhos de verdade, a Páscoa Consciente! recomenda que as pessoas optem por coelhos de pelúcia ou de chocolate. “Além de trazer a mesma representatividade, essa atitude evita futuros abandonos”, argumenta.

Portos do Paraná monitoram golfinhos em Paranaguá e Antonina

A cada três meses, um especialista contratado pela Administração dos Portos do Paraná passa seis dias monitorando os botos-cinza e golfinhos que vivem na região. Na área interna, de Pontal a Antonina, são quase cem quilômetros percorridos para acompanhar os animais, que se deslocam e pescam em grupos no entorno dos portos de Paranaguá e Antonina.

(Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná)

Na campanha trimestral realizada nesta semana, foram avistados e fotografados 200 animais adultos e 25 filhotes, comprovando a qualidade do ecossistema, mesmo com a atividade portuária. “A intenção é monitorar os impactos e alterações no ambiente. A presença dos golfinhos está relacionada à abundância dos recursos naturais aqui do entorno”, explica Fernando Augusto Hardt, biólogo, doutor em Engenharia Ambiental.

O profissional conta que, na região, é possível avistar filhotes ao longo do ano todo e não apenas em períodos pontuais. “Costumamos dizer que os golfinhos, por serem animais topo de cadeia, são espécies guarda-chuva ou sentinelas, eles precisam de ambientes com um mínimo de recursos para que eles possam existir”, ressalta.

Entre os impactos aos quais os animais estão expostos, estão a poluição, o tráfego de embarcações de todos os portes e atividade pesqueira. “Esta exige bastante atenção. Os golfinhos são mamíferos marinhos e sem respirar eles podem morrer afogados. É o que acontece quando eles se emaranham nas redes de pesca”, alerta o especialista.

MONITORAMENTO – O monitoramento é feito através da foto identificação. “Os animais possuem marcas naturais na nadadeira dorsal e através dessa marca, que é como a nossa impressão digital, conseguimos identificar individualmente cada um deles”, afirma Fernando Augusto Hardt.

Segundo ele, cada vez que encontra um grupo de golfinhos, faz as fotos e marca as coordenadas no GPS. São, em média, duas mil fotos por saída. No laboratório, as imagens são analisadas e, com esses dados, além de informações sobre os grupos e indivíduos, é possível fazer uma estimativa de densidade da população. “Conseguimos calcular quantos indivíduos ocupam essa porção da amostra e acompanhar se aumentou ou diminuiu”, afirma. Atualmente, a população de golfinhos na área varia de 320 a 460 animais.

QUELÔNIOS – Como é muito difícil avistar os quelônios em campo, para complementar os dados para o Programa são realizadas entrevistas com a comunidade local. Os dados levantados também são base para os programas de comunicação e educação ambiental. “Só se cuida e preserva o que se conhece. Esse monitoramento contínuo nos permite gerar conhecimento e ter base de informações para que possamos agir em tempo”, afirma o biólogo.

(Foto: Claudio Neves/ Portos do Paraná)

NÚMEROS – Os Portos do Paraná realizam estes monitoramentos desde 2014. Em quatro anos, são 1.061 horas de atividade e mais de 421 horas de observação direta dos animais. Em quilômetros percorridos para o monitoramento, foram mais de 17,4 mil km. Nesse trajeto foram captados 271.600 registros fotográficos de 16.326 golfinhos adultos e 2.188 filhotes. Em cada dia de monitoramento é realizado cerca de cinco horas de esforço total, duas horas de observação direta.

Este ano, além do monitoramento na área interna, a equipe deu início ao monitoramento em área externa (para fora da baía). Nesta região mais afastada, além do boto-cinza, foram avistados o Golfinho Nariz de Garrafa e o Pintado do Atlântico.

O acompanhamento dos cetáceos e quelônios é um dos cinco sub-programas inseridos no Programa de Monitoramento da Biota Aquática e Biondicadores. Além desses animais, também são monitorados os plânctons, bentos, peixes (ictiofauna), camarões, siris e caranguejos (carcinofauna) e as aves (avifauna).

No total, a Diretoria de Meio Ambiente dos Portos do Paraná tem 17 Programas Ambientais, incluindo Comunicação e Educação Ambiental.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Cão comunitário morre após ser resgatado com perfurações na barriga

Um cachorro comunitário morreu após ser encontrado com perfurações na barriga no Conjunto Francisco Luiz de Assis, em Paranavaí, no Paraná. O animal foi socorrido, mas perdeu muito sangue e, por isso, não resistiu.

O cão não tinha tutor e era cuidado de maneira comunitária por moradores da região. Socorrido por uma das moradoras, ele foi levado para uma clínica veterinária no domingo (17). As informações são do Portal da Cidade Paranavaí.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Segundo a médica veterinária Daniele Atala, que socorreu o cachorro, ele chegou bastante debilitado na clínica. “Quando ele chegou já estava bastante anêmico com falta de ar e taquicardia. Eu tentei fazer o atendimento de emergência, anestesiei e vi que tinha três furos no abdômen dele”, contou.

A suspeita é que as lesões tenham sido causadas por um objeto pontiagudo. “A princípio eu até achei que fosse outro animal que tivesse mordido, porém, quando eu fiz a cirurgia vi que tinha três perfurações no intestino. Eu tentei socorrer do jeito que deu. Havia grande quantidade de sangue no abdômen dele, a hemorragia já tinha parado, mas não tinha mais como salvar, por causa da quantidade de sangue que perdeu. Ele até voltou bem da cirurgia, mas não aguentou”, disse.

Ninguém no bairro soube informar de que maneira o cachorro foi ferido. “O que eu posso afirmar é que foi uma perfuração profunda. Pode ter sido provocada por uma chave de fenda, um espeto, ou se foi outro animal que mordeu, só se for um animal de grande porte que tenha uma tração muito forte na boca, como um pit bull ou um rottweiler”, afirmou a veterinária.

Os gastos com o cachorro na clínica ficaram em R$ 340. Como ele não tinha tutor, o valor ficou sob a responsabilidade da moradora que o socorreu e que agora precisa de ajuda financeira para arcar com a dívida. Interessados em colaborar devem entrar em contato com a Clínica São Francisco através do telefone: (44) 3423-5478. O estabelecimento está localizado na rua Silvio Calda, 25, no Jardim Ouro Branco.

Cães explorados para venda são resgatados após maus-tratos em canil no PR

Vinte cachorros explorados para venda foram encontrados em situação de maus-tratos nos fundos de uma casa no bairro Três Lagoas, em Foz do Iguaçu, no Paraná, na terça-feira (28). Onze deles foram resgatados pela ONG Vida Animal e receberão cuidados veterinários.

Foto: Reprodução / Rádio Cultura Foz

O caso foi descoberto após uma denúncia. Ao chegar no local, a Polícia Ambiental, acompanhada de servidores do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Vigilância Sanitária e de membros da entidade de proteção animal, confirmou os maus-tratos. As informações são da Rádio Cultura Foz.

A responsável pelo canil estava no local e recebeu as equipes. De acordo com o policial Marcos Giordani, o canil é clandestino, já que não possui liberação para funcionamento.

 

Segundo a direção da ONG, os cachorros eram mantidos molhados e ração de péssima qualidade era oferecida para eles, jogada no chão, sem qualquer vasilha. Alguns deles estavam com carrapatos, sarna e fungos.

“Hoje fizemos o resgate de 11 animais. Após todos os procedimentos medico-veterinário e de banho e tosa, eles serão encaminhados a lares temporários, sob responsabilidade da ONG”, afirmou um representante da entidade.

Emendas que punem maus-tratos a animais são aprovadas em Maringá (PR)

Vereadores da Câmara Municipal de Maringá, no Paraná, aprovaram duas emendas que determinam que agressores de animais arquem com as despesas dos tratamentos médicos em clínicas veterinárias e cumpram pena socioeducativa realizando atividades estabelecidas pela Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema). As emendas alteram a chamada “Lei Lara”, que recebeu esse nome após uma cadela ser morta a pauladas. A lei aumentou a multa para maus-tratos a animais, em caso de morte, para até R$ 10 mil.

(Foto: Pixabay)

Com a emenda proposta pelos vereadores Alex Chaves (PHS) e Belino Bravin (PP), o município não terá mais que usar recursos para pagar o tratamento dos animais, já que esse gasto ficará por conta do agressor. “Essa é uma oportunidade para que os contribuintes percebam que os impostos não estão sendo gastos com o erro de outras pessoas”, disse Chaves. As informações são do Maringá Post.

Em relação a emenda sobre a pena socioeducativa, o autor da proposta, Alex Chaves, afirmou que a secretaria ficará responsável por decidir em quais casos a pena será aplicada. A sugestão é que o agressor trabalhe voluntariamente em campanhas ou resgates de animais.

“As pessoas que maltratam animais tem o coração muito mal e, em alguns casos, nunca mais vão fazer o bem, então a medida não é para essas pessoas. Em outros casos, a pessoa ter contato com animais em situação de vulnerabilidade pode fazer muito mais efeito do que a própria multa em dinheiro”, afirmou o vereador.

O autor da proposta que aumenta a multa para maus-tratos em caso de morte do animal, Flávio Mantovani (PPS), elogiou as emendas dos colegas parlamentares. “Temos uma cota no município para o atendimento [de animais]. Ela tem um limite e não consegue atender toda a demanda da cidade e é injusto que essa cota seja utilizada para fazer o atendimento veterinário daqueles animais que foram vítimas de maus-tratos”, concluiu Mantovani.

Criação e venda irregular de animais geram multa de R$ 2 mil em Maringá (PR)

A Diretoria de Bem-Estar Animal, da Secretaria de Meio Ambiente de Maringá (Sema), no Paraná, faz o alerta para criação e comercialização irregular de cães e gatos, conforme previsto na Lei Municipal de maus-tratos 10.712.

A reprodução, criação e venda sem alvará autorizado para exercício da atividade, pode resultar no resgate dos animais e em multa no valor de R$ 2 mil para cada cão ou gato.

(Foto: Reprodução / Portal RIC Mais)

Denúncia de venda de cães

No último domingo, 27, a diretoria recebeu denúncia anônima da venda de quatro cachorros da raça Spitz Alemão, no entorno do Parque do Ingá. Os animais foram resgatados e os tutores receberam a multa no valor total de R$ 8 mil, por não apresentarem a documentação regular da atividade.

“Os tutores confirmaram a atividade de venda, mas alegaram que não tinham conhecimento da lei. Os cachorros estão sob cuidado da diretoria do BEA até a conclusão do processo de recurso (prazo de 10 dias), aberto pelos tutores”, disse o diretor do Bem-Estar Animal, Marco Antônio de Azevedo.

Segundo a lei, o indivíduo deve comprovar a tutela de cada animal, possuir responsável técnico pelos animais, homologar junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/PR) a inscrição como criador, e obter alvará de licença autorizado para exercício da atividade no prazo de até 60 dias.

Denúncias podem ser feitas pelo 156

Durante a semana, equipe da Diretoria do Bem-Estar Animal fez o resgate de 11 gatos abandonados em terreno próximo a Estrada 200 e um cachorro filhote de cachorro abandonado no Parque Hortência I. Todos os animais foram encaminhados para clínica e castrados. Atualmente, o Centro de Controle de Zoonoses está com 52 cachorros e 34 gatos disponíveis para adoção. Interessados devem entrar em contato com a diretoria do BEA pelo telefone 44 3901-1885.

A diretoria orienta a comunidade para auxiliar a fiscalização com denúncias, ressaltando que o maior número de informações facilita o trabalho. As denúncias podem ser feitas pelo 156.

Multa por maus-tratos é de R$ 2 mil

A sede administrativa da diretoria do Bem-Estar Animal não recebe animais abandonados ou atropelados. O objetivo é promover ações de proteção aos animais domésticos e em situação de rua, inibindo os maus-tratos e estimulando a adoção responsável. Com a parceria de ONGs e protetores independentes, a prefeitura promove a conscientização da população em relação à guarda responsável de animais resgatados em vias públicas, por meio das feirinhas de adoção.

A multa por maus-tratos é de R$ 2 mil e pode ser aplicada em dobro na reincidência. Já a multa por condições impróprias é de R$ 500. Até a última semana, a Prefeitura de Maringá, por meio da diretoria, já aplicou 77 multas de maus-tratos, uma por condições impróprias e 60 advertências, num total de R$ 151,5 mil reais.

Nota da Redação: a ANDA reforça seu posicionamento contrário à venda de animais, inclusive quando ela é feita com alvará da prefeitura. Animais são seres sencientes, não objetos e, portanto, não devem ser tratados como mercadorias passíveis de comercialização. Além disso, maus-tratos são comuns entre os criadores de animais e só chegarão ao fim quando a venda de seres vivos for extinta.

Fonte: RIC MAIS

Lobos-marinhos e tartaruga são devolvidos ao mar no Paraná

Dois lobos-marinhos-do-sul e uma tartaruga-cabeçuda foram devolvidos ao mar nesta quarta-feira (30) em Pontal do Paraná, no estado do Paraná. Os animais estavam em tratamento no Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

A soltura, que ocorreu após autorização do Ibama, foi feita a cerca de 6 milhas náuticas além da costa – o que corresponde a mais de 10 quilômetros – por causa da temporada de verão. O critério impede que os animais, que foram microchipados, retornem à praia. As informações são do portal G1.

Os lobos-marinhos receberam, durante meses, monitoramento diário de saúde, medicação e alimentação específica. A tartaruga, que havia sido resgatada enroscada em um saco de estopa, em Guaratuba (PR), em dezembro do ano passado, foi encontrada debilitada, caquética e coberta por cracas. Ela tinha um espinho de peixe que a impedia de se alimentar e estava anêmica, mas respondeu bem ao tratamento veterinário.

Ao encontrar animais marinhos, vivos ou mortos, nas praias do Paraná, a população deve acionar o CEM através dos telefones 0800-642-3341 e (41) 3511-8671.

Macacos mortos levantam suspeita sobre febre amarela em Antonina (PR)

Três macacos foram encontrados mortos no município de Antonina, no litoral do Paraná. O caso preocupa a Secretaria de Estado de Saúde (SESA), que destinou uma equipe para investigar se a causa da morte dos animais foi a febre amarela. Um corpo de um macaco morto há mais tempo também foi localizado.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Material foi coletado do corpo dos macacos para realização de exames. As amostras foram enviadas para a Fiocruz. Devido a um pedido de urgência, os resultados devem sair em uma semana. As informações são do portal R7.

 

 

A médica veterinária Ivana Belmonte, do Centro de Vigilância Ambiental de Saúde, pede que a população não agrida ou mate os macacos. Ela lembra que os animais não transmitem a febre amarela.

A falta de informação da população já levou pessoas a matarem macacos em São Paulo e também no Rio de Janeiro. “Os macacos são tão vítimas da doença quanto os seres humanos”, disse Ivana.

A veterinária explica que em áreas de mata o vírus é transmitido pelos mosquitos haemagogus e sabethes. Os insetos vivem na copa das árvores e preferem o sangue dos macacos. No entanto, Ivana lembra que caso os macacos sejam mortos, as fêmeas dos mosquitos irão em busca de sangue humano.