Após separação, Miley Cyrus e Liam Hemsworth disputam a guarda de animais

A cantora Miley Cyrus e o ator Liam Hemsworth estão disputando a guarda dos animais tutelados por eles após a separação, anunciada ao público no último sábado (10). O casamento durou oito meses.

Foto: Robin Eckenroth/Getty Images

Os artistas são responsáveis por, pelo menos, oito cachorros, quatro gatos e um porco. A informação de que o ex-casal disputa a guarda dos animais foi publicada pelo site Radar Online.

Uma fonte próxima afirmou ao portal que a cantora não quer separar os animais porque considera que é melhor para eles que continuem vivendo juntos.

“Miley acredita que esses animais são todos delas, mas Liam também adotou dois dos cachorros por conta própria. Miley quer criar todos eles juntos. Ela não acredita que seria ok separar os animais”, contou o informante.


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Ativista vegana resgata leitão que caiu de transporte a caminho do matadouro

Por Rafaela Damasceno

A vegana Lisa Buck avistou um caminhão de transporte cheio de porcos indo para o matadouro, em Norfolk, no estado americano da Virgínia. Sofrendo com a consciência de que aqueles animais iriam morrer, a mulher seguiu seu caminho sem saber que seus amigos, um tempo depois, a trariam um leitão.

A ativista segurando o leitão

Foto: PA Real Life

O pequeno porquinho caiu do caminhão e foi encontrado pelos amigos de Lisa, que sabiam que ela era a pessoa mais indicada para cuidar dele. Além de uma boa pessoa, ela é ativista e dona de uma empresa vegana (The Vegan Owl). O leitão ganhou o nome de Peggy e foi acolhido por Lisa e seu marido, que já possuíam vários outros animais resgatados.

“Eu acho que abriguei algo e torno de 200 aves ao longo dos anos”, contou Lisa, em entrevista ao Metro. “Duas delas nunca foram embora”, completou.

A ativista vegana legalizou sua permanência com o porquinho no Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais (Defra, na sigla em inglês), então pôde apresentar Peggy aos seus cachorros. “Eu trouxe alguns cobertores comigo, empacotei-a e ela dormiu em meus braços em segundos. Eu me apaixonei por ela nesse momento”, declarou.

Lisa trabalhou para que a casa fosse perfeitamente habitável para Peggy, mas garantiu que não quer torná-la um animal doméstico para sempre. “Eu quero que ela se sinta confortável, fazendo o que seus instintos naturais a dizem para fazer”, disse. A ativista vegana argumentou que forçar um animal de fazenda a ser um animal doméstico vai contra a sua ética.

“Sempre haverá um lar aqui para a Peggy. Nós só queremos que ela viva sua vida naturalmente, sem sentir medo, como ela deve ter sentido naquele dia terrível em que foi para o matadouro”, concluiu.


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Grupo ativista lança campanha sobre direitos animais em Londres

Por Rafaela Damasceno

Um grupo em defesa dos direitos animais, Surge, lançou uma campanha em Londres. A ação apresenta um cartaz com a foto de um porco em uma fazenda de criação do Reino Unido com a pergunta “podemos mesmo nos considerar uma nação amante dos animais?”.

O cartaz exposto no metrô

Foto: Surge

Os cartazes foram espalhados pelos metrôs mais movimentados de Londres. Estima-se que quase um milhão de pessoas terão visto os anúncios até o final da campanha.

A imagem e a pergunta fazem referência a um documentário da Surge, Land of Hope and Glory, de 2017, que mostra imagens secretas de criações de animais no Reino Unido. Esta é a segunda campanha de cartazes lançada pelo grupo ativista este ano.

A primeira campanha incluía perguntas como “o que tem mais valor, o gosto ou a vida?”. Também havia cartazes de um cachorro ao lado de um porco com a indagação “qual a diferença?”.

“No Reino Unido, nos orgulhamos de ser uma nação amante dos animais. Mas milhões de animais continuam sofrendo por escolhas que fazemos”, afirmou Ed Winters, um dos fundadores da Surge, a Plant Based News.

Ele disse que o objetivo do grupo com os anúncios é encorajar as pessoas a refletir e perceber as contradições em alegar que ama os animais, mas pagar para que eles sejam mortos.

“A imagem mostra a brutalidade da indústria e o medo que os animais de fazenda sentem em todos os dias de suas vidas. A emoção nos olhos do porco é inegável”, afirmou Winters.


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Empresa de tecnologia desenvolve linguiça a partir de células de porco cultivadas em laboratório

Salsichas feitas a partir de células de porco cultivadas em laboratório | Foto: New Age Meats

Salsichas feitas a partir de células de porco cultivadas em laboratório | Foto: New Age Meats

Empresa de tecnologia de alimentos New Age Meats desenvolve salsichas partir das células de um porco chamado Jessie.

Ao contrário de milhões de porcos que são mortos na indústria da carne a cada ano, Jessie – nomeada no site da New Age como Chief Sausage Officer – não é machucada ou prejudicada no processo de fazer as salsichas.

Os cientistas extraíram e depois multiplicaram as células de seu corpo. Estas células foram induzidas em músculo e gordura. O resultado final é um produto que parece, tem o mesmo sabor e textura que uma tradicional linguiça de porco, mas é livre de morte ou crueldade.

De acordo com o site This Is Money, a New Age Meats é a primeira empresa de carne limpa (termo usado para produção de carne que não envolve morte ou crueldade) a desenvolver linguiça.

Foto: StoryBlocks

Foto: StoryBlocks

A Agronomics – uma empresa de investimento em carnes limpas, presidida pelo fundador da Innocent Drinks, Richard Reed – investiu na empresa, avaliando-a em 10 milhões de dólares.

“A carne cultivada aborda simultaneamente três grandes questões: a saúde humana, o meio ambiente e o bem-estar animal”, disse o fundador da New Age, Brian Spears, em um comunicado, de acordo com o This Is Money. “Este é o primeiro pequeno passo que estamos dando para reverter a mudança climática, parar de criar animais em uma vida que não vale a pena viver e ajudar os seres humanos a se tornarem mais saudáveis”.

Espera-se que as linguiças da New Age Meats estejam comercialmente disponíveis até 2021. Mas elas já foram testadas com sucesso, com jornalistas e colegas cientistas concluindo que as linguiças à base das células de Jessie têm o mesmo sabor da carne tradicional.

O site da New Age Meats diz: “Cerca de 7,4 bilhões de humanos vivem na Terra. Nós mantemos cerca de 40 bilhões de animais para alimentação. Alguns deles vivem vidas felizes, mas a grande maioria não. Nossas primeiras linguiças de porco foram feitas a partir de algumas células de uma porca chamada Jessie. No futuro, não precisaremos de células ou carne de animais, permitindo que eles vivam suas próprias vidas, livres na natureza”.

A ascensão da carne limpa

A indústria de carne limpa está se expandindo, mais e mais empresas estão investindo no desenvolvimento do cultivo de carne animal sem matar ou ferir nenhum animal.

A Agronomics espera construir um portfólio de dez a 15 empresas de carne limpas A New Age é seu segundo investimento, o primeiro foi a BlueNalu, uma empresa de carnes limpas especializada em frutos do mar.

A BlueNalu espera atender este ano peixes silvestres e mahi-mahi cultivados em laboratório, e espera ser a primeira empresa a lançar produtos de frutos do mar limpos em escala industrial. Lagosta, caranguejo, peixe-relógio e robalo chileno são os próximos na agenda da empresa.

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Todos os anos, 121 milhões de porcos são mortos pela indústria da carne nos EUA

Por Rafaela Damasceno

Quanto mais os anos passam, mais a indústria da carne cresce, ampliando as fazendas e colocando cada vez mais porcos em lugares cada vez mais apertados. Pouca ou nenhuma consideração pelo bem-estar animal é demonstrada.

O olho de um porco parecendo assustado, triste e aflito

Foto: Andrew Skowron

Desde 1978, o número de porcos explorados pelas indústrias aumentou para 60 milhões. As fazendas industriais de porcos eram 20 vezes maiores em 2007 do que em 1978, de acordo com a Humane Society.

A demanda pelos produtos derivados dos porcos nunca foi tão alta, o que explica o aumento da prática cruel. Um americano costuma comer, em média, 31 porcos durante a vida. Estima-se que 121 milhões de porcos são mortos por comida todos os anos nos Estados Unidos. No mundo, o número chega a 1,5 bilhão.

Uma investigação recente da PETA encontrou mais de mil porcas vivendo em gaiolas de parto no Reino Unido. Lá, elas eram obrigadas a permanecer com seus filhotes, sem poder realizar funções básicas como se locomover, se virar ou cuidar de suas crias.

A criação nas fazendas industriais suprime toda a personalidade carinhosa, amigável e leal da espécie. Eles vivem em espaços superlotados, os leitões são separados das mães aos dez dias de idade, as porcas dão à luz sem descanso por quatro anos antes de serem assassinadas.

Uma porca desesperada e separada de seus filhotes

Foto: Andrew Skowron

Quando levados para os matadouros, a situação é ainda pior. Em uma instalação na Austrália, foi descoberto que os funcionários afogavam os animais em água fervente enquanto eles lutavam para escapar.

Os porcos são inteligentes, sociáveis e emocionais. E as indústrias apenas ignoram toda a senciência presente neles e os tratam como meros objetos, como mercadoria e unidades de produção.

A câmara de gás é considerada o método mais “gentil” de matar os animais. Alguns porcos são colocados nelas para entrar em um estado de inconsciência antes de serem mortos. Um ativista em defesa dos direitos animais, James Aspey, visitou um matadouro no Canadá para relatar como é a morte desses animais, e o que viu foi aterrador.

Os porcos nas câmaras de gás batem violentamente nas laterais, buscando uma saída. Assustados, eles gritam e colocam seus narizes através das barras, tentando escapar.

“Se esse é o método mais humano”, disse o ativista, “talvez não devêssemos tentar nenhum método”.

No Brasil, um porco morre a cada segundo.


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Protestantes que comeram carne de esquilo crua na frente de veganos são multados

Por Rafaela Damasceno

Os protestantes Deonisy Khlebnikov e Gatis Lagzdins, que comeram carne de esquilo crua na frente de veganos foram multados no valor de 600 libras (cerca de 2.800 reais). Eles foram presos em março deste ano após morderem os animais em frente ao Soho Vegan Food Market, um mercado vegano.

O protesto realizado por eles foi filmado por algumas pessoas. Em um dos vídeos, várias pessoas indignadas podem ser vista em volta da dupla. Um dos espectadores chegou a perguntar o porquê de eles estarem fazendo isso. “A mensagem é que veganismo é igual a desnutrição. A razão pela qual eu e outras pessoas comemos carne crua é pra lembrar vocês do que os seres humanos comem na natureza”, respondeu Lagzdins.

A dupla negou ter usado um comportamento perturbador que possa ter causado angústia, alarme ou assédio, no Tribunal da Cidade de Londres. Eles alegaram que eram contra o veganismo, e por isso resolveram conscientizar as pessoas sobre o perigo de não comer carne (enquanto publicamente mordiam esquilos crus). Eles foram considerados culpados.

Um dos homens segura o esquilo nas mãos no meio do protesto

Foto: Twitter / DioraBoros

O tribunal considerou que a escolha de protestar em frente a um mercado vegano e ter continuado a exibir um comportamento repugnante e desnecessário mostraram falta de respeito e o desejo de causar angústia ao público. Além dos adultos, algumas crianças também viram a cena, e ficaram perturbadas com o protesto. Khlebnikov foi multado em 200 libas (933 reais), além dos custos e sobretaxas. Lagzdins não compareceu à audiência, o que conferiu a ele uma multa ainda maior: 400 libras (1.866 reais), além de custos e sobretaxas. Ao todo, a dupla recebeu uma multa de 600 libras (2800 reais).

As alegações da dupla de que veganismo é igual a desnutrição são falsas. Inúmeros estudos comprovam que, além de seres humanos poderem sobreviver de maneira saudável seguindo uma dieta baseada em vegetais, eles ainda possuem menos riscos de desenvolver várias doenças, como diabetes e problemas cardíacos.

Um dos protestantes segura o esquilo morto em suas mãos

Foto: Twitter / DioraBoros

A própria Associação Dietética Britânica comprova que as dietas baseadas em vegetais são ideais para todas as pessoas, em qualquer idade e fase da vida.

Lagzdins é youtuber e já participou de outros protestos como esse antes. Em um festival de comida vegana, ele comeu uma cabeça de porco cru, e também um frango cru em outro mercado vegano.

Tim Barford, gerente da Vegfest no Reino Unido, afirmou que muitas vezes esse tipo de protesto tem o efeito contrário. Segundo ele, algumas pessoas que viram Lagzdins mordendo uma cabeça de porco iniciaram uma jornada de conhecimento pelo veganismo.


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Porquinho se despede da companheira que morreu forma mais comovente

Sientje e Spot ainda jovens | Foto: Rachel Vos

Sientje e Spot ainda jovens | Foto: Rachel Vos

Spot tinha apenas 8 meses de idade quando chegou em sua nova casa e conheceu o pequena porca Sientje. O porquinho era apenas um bebê – mas ele já havia encontrado sua alma gêmea.

Resgatado de uma família que o comprou como um animal doméstico por um capricho, o porquinho no início era assustado e arredio. Sua nova mãe, Rachel Vos de Aubel, que vive na Bélgica, viu a conexão entre os dois porquinhos imediatamente. O pequeno encontrou na outra porca o conforto e o apoio que tanto precisava.

Sientje e Spot comendo juntos | Foto: Rachel Vos

Sientje e Spot comendo juntos | Foto: Rachel Vos

Nos 13 anos seguintes, os porcos raramente saiam do lado um do outro. Quer pastando no campo ou deitados ao sol, onde quer que Sientje fosse, Spot seguia logo atrás da amiga e companheira.

E sua devoção permaneceu até o dia em que Sientje faleceu. Ela sofria de osteoartrite grave e a doença progrediu tanto que a porquinha precisou passar por morte induzida.

A decisão foi extremamente emocional – saber quanta dor Sientje estava sentindo, e que Spot logo estaria passando por muita dor também, quando se visse sem sua alma gêmea.

Spot e Sientje descansando juntos | Foto: Rachel Vos

Spot e Sientje descansando juntos | Foto: Rachel Vos

O dia finalmente chegou em outubro do ano passado. Depois que a família se despediu, Rachel envolveu Sientje em alguns cobertores e espalhou flores coloridas ao redor de seu corpo.

Quando Spot percebeu que ela tinha ido embora para sempre, ele não saia do lado dela.

Ele apenas ficou em cima de Sientje, descansando seu focinho em seu corpo e fechando os olhos como se sentisse a despedida. O porquinho começou a andar de um lado para o outro e acariciar o rosto da amiga falecida.

Spot e Sientje no quintal | Foto: Rachel Vos

Spot e Sientje no quintal | Foto: Rachel Vos

“No começo, ele não entendeu o que estava acontecendo”, disse Rachel. “Eu não conseguia parar de chorar. Eles estavam sempre juntos.

Nas semanas após a morte de Sientje, Spot ainda estava de luto.

“Quando ela não estava mais lá, demorou um pouco até que ele voltasse a ser o velho porquinho alegre de sempre”, disse a tutora. “Foi notavelmente difícil para ele.”

Spot se despedindo de sua amiga | Foto: Rachel Vos

Spot se despedindo de sua amiga | Foto: Rachel Vos

Esta é uma história muito comum entre os porcos. Sendo animais altamente emocionais, eles prosperam em interações sociais com outros – e formam laços profundos com a família, amigos e cuidadores humanos. E, como mostrado no caso de Spot, eles vão sentir falta de seus entes queridos por semanas e meses, se separados.

Spot em casa com dos cães da família | Foto: Rachel Vos

Spot em casa com dos cães da família | Foto: Rachel Vos

Devido à velhice de Spot e algumas condições médicas próprias, Rachel decidiu não introduzir um novo porco em sua vida agora – mas ele ainda ama ter a companhia dos cães e gatos da família.

Spot e sua mamãe Rachel | Foto: Rachel Vos

Spot e sua mamãe Rachel | Foto: Rachel Vos

“Ele esta muito idoso e frágil, por isso não queremos acrescentar nenhum estresse extra”, disse Rachel. “Os gatos vão direto para a cama dele e dormem lá em cima com o porquinho. Eles são certamente companheiros diferentes, mas ele está indo muito bem com a companhia dos novos amigos felinos”.

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Porquinha resgatada pede carinhos na barriga da forma mais doce

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Inúmeros vídeo tem mostrado porcos que, com seu temperamento doce, desafiam todos os estereótipos imerecidos que as pessoas tendem a ter sobre eles. Como sujos ou burros. Além de muito inteligentes (cientificamente mais que os cães, inclusive), os porquinhos adoram tomar banho e são muito limpos.

Qualquer um que se desejar levará apenas um momento para aprender de verdade como são os porcos, quando estão em um ambiente seguro e amoroso, verá que animais doces eles podem ser e quão errados são os equívocos divulgados sobre eles.

Basta olhar para a Irmã Mary Frances, a porquinha resgatada do vídeo, para perceber como esses animais são expressivos, carinhosos e dóceis, mas além de tudo isso Mary ganha de muitos animais quando se trata da quantidade de carinhos e “coçadas” que ela quer. E ela não se esquiva de exigir essa atenção tão necessária para sua felicidade. Ela tem muita sorte em ter um cuidador que esteja pronto para lhe dar todas as “coçadinhas” na barriga que ela precisa.

A porquinha simplesmente se joga no chão mostrando sua protuberante barriguinha para receber as “coçadinhas” tão preciosas e necessárias para sua felicidade. Irmã Mary Frances adora explorar pelo santuário e se divertir com seus demais amigos animais.

Esta adorável porquinha barriguda chegou ao Santuário pouco antes do Natal de 2014. Um apoiador de longa data resgatou a Irmã Mary Frances quando seus guardiões perderam a casa e não puderam levá-la consigo quando se mudaram.

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Irmã Mary Frances foi criada como um porco doméstico e viveu sempre dentro de casa. No auge da dificuldade de perder sua família, ela teve que fazer a transição para viver a vida lá fora.

A princípio, a irmã Mary Frances passava muito tempo dentro de casa, escondendo-se na cozinha enquanto a equipe do santuário se movimentava em torno dela. Jasmine, a primeira amiga da porquinha, ajudou-a a sair da sua concha e desfrutar do ar livre.

Ela agora é livre para correr por onde quiser, vive como quiser durante o dia e se aconchega sob cobertores no celeiro à noite.

A Irmã Mary Frances mora no santuário Catskill Animal Sanctuary – uma organização sediada em Nova York que resgata animais de fazenda e se esforça para inspirar a mudança social. Nem todo porco é tão sortudo quanto ela. Em todo o mundo, há numerosos animais de fazenda vivendo em condições terríveis e sofrendo abusos intermináveis.

Oito fatos curiosos sobre os porcos

Segundo a ONG de proteção animal, World Animal Protection, os porcos são vítimas de preconceito estereótipos equivocados e injustos, seguem os oitos fatos que desacredita essas ideias falsas:

1. Porcos são nossos parceiros de longa data

Os porcos são umas das espécies mais antigas de animais de fazenda. Eles foram domesticados pelo homem antes mesmo das vacas, há cerca de seis mil anos. Atualmente, existe um bilhão de porcos no mundo (aproximadamente) e eles podem ser encontrados em todos os continentes.

Embora a maior parte dos suínos esteja concentrada no campo, eles conquistam o coração de muita gente nas cidades, onde são criados como animais domésticos. Max, o porco de estimação do galã George Clooney, viveu por 18 anos com o ator em sua mansão em Hollywood.

2. Porcos são muito sociáveis

Eles são capazes de formar laços com pessoas e outros animais e de demonstram afeto. Gostam de viver em grupo e de dormir juntos, às vezes aninhando-se nariz com nariz.

Aliás, encostar um nariz no outro é seu jeito preferido de cumprimento!

3. Porcos são bons de garfo

Sua fama de comilão não é à toa. Por serem animais onívoros, os porcos comem praticamente qualquer coisa – até pequenos répteis! Mas isso não quer dizer que não saibam apreciar um bom prato. Eles comem devagar e saboreiam a comida. Seus alimentos preferidos são grama, raízes, frutas e sementes, mas podem se adaptar à dieta de acordo com a disponibilidade de alimento.

Descansar também é sua praia. Eles dormem 5 horas por dia, mas podem passar até 19 horas deitados.

4. Porcos são bastante eloquentes

Eles se comunicam entre si o tempo todo, e não é só para dizer “óinc”. São mais de 20 tipos de sons, usados em diferentes situações – um simples “olá, amigo” ou um “estou com fome”.

E eles sabem se fazer ouvir: o grunhido de um porco adulto pode chegar a 115 decibéis – quase tão alto como uma buzina de carro!

Os leitões podem reconhecer a voz de suas mães os chamando para o jantar, e, enquanto os amamenta, elas cantam para acalmar seus bebês.

5. Porcos são – sim! – muito limpinhos

Eles nunca utilizam o local em que comem e dormem como banheiro. Isso só acontece quando não há espaço suficiente. Os porcos também adoram tomar banho em água:

E por que ficam na lama, então? Os suínos usam a terra molhada por outra razão: como não conseguem transpirar, a lama os ajuda a se refrescar nos dias mais quentes e funciona como um protetor solar para suas peles delicadas. Quando ouvir a expressão “suando como um porco”, saiba que isso é impossível.

(Aliás, existe uma teoria de que a expressão ‘suando como um porco” não se refira ao animal, mas a um instrumento utilizado para fundição de ferro que também recebe esse nome).

6. Porcos são muito inteligentes

Eles são curiosos e perspicazes, e têm uma excelente memória. Estão em 4º lugar entre as espécies mais inteligentes do planeta, à frente até mesmo dos cães.

Seu nível de inteligência cognitiva (semelhante à de uma criança de três anos) permite que eles reconheçam seus nomes, obedeçam a comandos, sonhem e usem espelhos para localizar comida.

Estudos mostraram que os porcos são capazes de lembrar direções e encontrar o caminho de casa mesmo a longas distâncias, além de se recordar de pessoas e outros porcos.

7. Porcos adoram se divertir

Como as crianças, os porcos também amam brincar de jogar bola, pega-pega, corrida e outros jogos. Eles transformam em brinquedos caixas de pape

8. Porcos são heróis

Existem muitas histórias de porcos que salvaram a vida de pessoas. Eles já salvaram humanos e outros animais de incêndios, afogamentos e até assaltos.

Eles também têm um grande coração. Quando veem um outro animal ou uma pessoa em sofrimento, demonstram desconforto e tentam fazer com que se sintam melhor.

Por que você deve saber mais sobre porcos?

Atualmente, muitos porcos são criados em locais nos quais não podem expressar seus comportamentos naturais, como brincar, manter-se limpo ou socializar com outros animais. Conhecer as características de uma espécie nos ajuda a compreender suas necessidades físicas e mentais, e a proporcionar a ela melhores condições de vida.

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Porquinho é encontrado sufocando preso dentro de um carro fechado

Foto: @News4Jax

Foto: @News4Jax

Um casal da Flórida (EUA) está respondendo a acusações de crueldade contra animais depois de deixarem um porco sufocando em um carro fechado, sem ar condicionado, comida ou água do lado de fora de um shopping center.

Mark Gray, de vinte anos de idade, e Trinity Tavarez-Soto, de 19, foram presos na segunda-feira à tarde nos arredores do shopping Avenues Mall, em Southside Boulevard, Jacksonville, Flórida (EUA), onde estavam fazendo compras.

De acordo com um relatório da prisão, o porco, descrito como manchado, foi encontrado no banco de trás do carro, no chão.

As fotos mostram o assento coberto com vários itens, em uma “bagunça generalizada”.

Miranda Lamendola e seu colega de trabalho viram o porco sufocando no carro fechado e relataram o caso ao segurança do shopping, conforme relatado pela rede de televisão CBS News 4 Jax.

Como o segurança não estava autorizado a acessar o carro sem a permissão do proprietário, Lamendola ligou para a polícia.

“O porco não tinha água ou comida e estava em pânico”, disse ela ao News 4 Jax, acrescentando: “Estou enlouquecendo depois de 45 minutos de todo esse processo horrível”.

Lamendola disse que o ar condicionado do veículo não estava ligado e as janelas tinham cerca de uma polegada de abertura no topo delas.

O espaço era tão pequeno, segundo ela disse, que eles não conseguiam sequer passar o braço pela abertura para ajudar o animal apavorado e sufocante.

Lamendola filmou o porco, que tem pelos alaranjados e marcas marrons, quando ele começou a espumar pela boca, tremendo e passou a não responder mais aos chamados dela.

Foi relatado que as temperaturas na área do shopping excederam 100 F (cerca de 38ºC) no feriado do Memorial Day (data celebrativa americana) mais quente desde 1989.

@News4Jax

@News4Jax

Lamendola disse à rede de televisão que o carro havia atingido 120 F ( cerca de 48ºC) na sombra.

Quando a polícia chegou ao local, um dos policiais quebrou uma janela.

O porco foi retirado do veículo e recebeu imediatamente água para beber e se refrescar, começando a se recuperar.

Uma foto mostra um oficial da polícia embalando o porco nos braços após o resgate.

Acredita-se que o porco esteve preso no carro quente por mais de uma hora.

Ele foi levado pela Animal Care and Protective Services.

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Ativistas revelam o que aconteceu ao porquinho que tremia em vídeo viral

Foto: Natura Umana

Foto: Natura Umana

Ativistas veganos revelaram ao site Plant Based News o que aconteceu com o porquinho trêmulo filmado em um vídeo feito por uma ONG de direitos animais que se tornou viral nas redes sociais.

O vídeo – cujo impacto levou várias pessoas a tornarem veganas, segundo elas mesmas assumiram – mostrava o pequeno animal, chamado Jasmin, convulsionando de tanto medo dentro de uma fazenda de criação. Suas orelhas haviam sido mastigadas pelos outros porcos que estavam tão estressados e assustados que estavam se voltando ao canibalismo.

Ativistas presentes em um evento da “Meat the Victims” (um trocadinho com a palavra carne ‘meat’ e o verbo conhecer: Conheça as Vítimas e Vítimas da Carne) na Holanda entraram na instalação e passaram algum tempo confortando Jasmin, descrita como “tendo espasmos violentos decorrentes de meningite”.

Eles então passaram nove horas negociando sua libertação com a polícia. Infelizmente, as autoridades insistiram que Jasmin fosse deixada na instalação para morrer.

A história de Jasmin

Em declarações à PBN, ativistas disseram: “A sala estava imersa na escuridão e ouvia-se sons de grunhidos combinados com ruídos de centenas de pés batendo no chão de plástico. Apenas um ponto de luz no final do corredor revelava os responsáveis pelo barulho.

“Apesar de apertados e sufocados presos em gaiolas superlotadas, os porquinhos estavam todos curiosos e se movimentavam ansiosos. Este foi o momento em que a vimos – deitada no chão, incapaz de se mover enquanto os outros a comiam viva, ela estava tendo espasmos violentos por causa da meningite. Jasmin olhava aterrorizada a sua volta com seu único olho visível, fraca demais para sequer gritar”.

“Impulsionados por seu desamparo total, nós a pegamos no colo tentando minimizar o sofrimento dela e, naquele momento, decidimos negociar para salvar a vida de Jasmin. Por nove horas, eu segurei seu corpo frágil em meus braços. Depois de um tempo, ela começou a se acalmar e relaxou, enchendo-me de gratidão por poder dar-lhe algum conforto pela primeira vez em sua curta e miserável vida. Ela adormeceu no meu colo e se enrolou no calor do meu corpo”.

Negociações

Eles afirmaram que as negociações continuaram “por horas” – e por algum tempo parecia que eles seriam bem sucedidos e estavam prestes a resgatar Jasmin da fazenda, descrita por eles como um “buraco do inferno”. Mas não foi assim que aconteceu.

“Sem nenhuma razão real, a polícia decidiu no último momento negar isso a ela, então eu tive que deixar Jasmin para trás. No momento em que a coloquei no chão, parte do meu coração morreu. Nunca mais vou me esquecer de como ela me olhou nos olhos confusa e assustada. Doente e mutilada, ela agora estava sozinha novamente, sozinha em um chão de concreto frio. O cheiro do sangue em suas orelhas ainda está fresco em minha memória”.

“Jasmin nasceu para ser morta, ela morreu em agonia como muitas de suas irmãs e irmãos que vimos. Matar um animal desnecessariamente é cruel e violento. Prometo a Jasmin, não vamos parar. Até que toda gaiola e cela esteja vazia”.