Motorista é parado por policial que se surpreende ao encontrar um porco de 250 kg em seu colo


Chapéu: Explicação de peso

Título: Motorista é parado por policial se que surpreende ao encontrar um porco de 250 kg em seu colo

Olho: Para evitar que seu companheiro porco se resfriasse na viagem de mudança, o tutor resolveu trazê-lo bem pertinho de si, assim o animal se manteria protegido, seguro e tranquilo

Quando guardas de trânsito ou policiais param carros de motoristas distraídos, geralmente é porque eles estão tentando mandar mensagens no celular ou comendo atrás do volante.

Então, quando um oficial em Minnesota (EUA) recentemente ordenou que um carro estacionasse e encontrou um porco de 250 quilos no banco do motorista, mais especificamente no colo dele, ele com certeza tinha algumas perguntas a serem feitas.

O sargento Jason Foster estava patrulhando com sua viatura de polícia no condado de Chisago quando notou um motorista distraído. Quando o policial olhou pela janela, ficou chocado ao ver um porco no colo do motorista e outro porco menor ao lado no banco do carona, disse Foster à KMSP-TV.

Os dois porcos eram animais domésticos e pareciam estar posando para uma foto quando Foster pegou o celular para tirar uma foto da cena inusitada e engraçada.

“Esta entrou para o top 10 das coisas mais malucas que vemos nesta profissão”, disse Foster.

O porco menor é mostrado de pé ao lado do banco do motorista, enquanto o porco grande ocupa o centro do palco no colo do pai.

Como o proprietário explicou a Foster, ele estava no processo de se mudar para outra parte do estado e não queria que seus porcos domésticos passassem frio durante a viagem.

Embora os porcos tenham sido definitivamente uma surpresa adorável para Foster, ao viajar de carro com animais domésticos, recomenda-se colocá-los em caixas ou suportes seguros e bem ventilados dentro do carro.

No entanto, Foster deixou o tutor dos porcos ir mas com um aviso – lembrando-o de que carregar animais no carro por aí sem segurança apropriada pode se tornar muito perigoso, especialmente se esse animal é um porco de 250 quilos.

“Ver um porco no colo de alguém realmente foi a primeira vez- até mesmo para nós”, Foster brincou ao escrever sobre o episódio no Twitter depois.

Família se muda e deixa o porquinho doméstico para trás

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Quando a família foi despejada, os inquilinos do apartamento que foi executado legalmente, localizado no estado do Texas (EUA), deixaram quase tudo para trás.

Suas roupas estavam espalhadas pelos cômodos bagunçados e sujos e seus móveis foram deixados intocados. Mas entre os itens descartados havia alguém muito mais importante que tudo aquilo.

O porco de estimação da família.

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Quando as autoridades do condado de Harris entraram na casa condenada na semana passada, eles encontraram um curioso porco preto e branco, com os olhos arregalados, olhando para eles por trás do sofá.

A casa estava imunda e seus antigos tutores haviam abandonado o pequeno ali com pouca comida e quase nenhuma água.

Enquanto ninguém sabe por quanto tempo o porquinho esteve cuidando de si mesmo no apartamento bagunçado e abandonado, ele não parecia estar morrendo de fome – mas sim animado e ansioso por ver pessoas ali.

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Os oficiais bondosos conheciam o lugar certo para trazê-lo: o abrigo de porcos Houston Mini Pig Rescue. O pequeno porco solitário se sentiu imediatamente em casa, e agora está muito mais feliz com comida à vontade, espaço e carinho. Seus salvadores o chamaram de Maverick.

“Ele é um menino tão doce e parece um panda, com todas essas pintas pretas”, disse Meagan Se, a fundadora e presidente da ONG de resgate, ao The Dodo. “Tudo o que ele quer fazer é ser amado e que as pessoas digam como ele é adorável e maravilhoso”.

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Foto: Harris County Constable Precinct 5

No abrigo de resgates, Maverick se estabeleceu em um grupo de porcos machos e tem passado muito do seu tempo cochilando, descansando e ficando abraçado com eles.

Ele ama a companhia humana, e Se o considera um membro maravilhoso para uma família que prefira manter seu porquinho dentro de casa, considerando como social e receptivo, Maverick é com humanos.

“Ele está morando com alguns outros porquinhos e está se encaixando muito bem”, disse Se.

“Eles se abraçam todos juntos na hora de dormir sobre a pilha de feno. Ele se daria bem com uma família que o mantivesse como um porquinho dentro de casa, bem mimado ”.

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Foto: Harris County Constable Precinct 5

Maverick será castrado em breve, e então ele estará em busca de uma família. É importante pesquisar e verificar as leis de zoneamento da sua cidade em relação a manter porcos como animais de estimação, antes de adotar um porquinho.

Enquanto muitas pessoas podem aceitá-los e desejá-los, infelizmente, inúmeros porcos são negligenciados ou abandonados a cada ano devido ao cuidado especializado que eles exigem.

Em pouco tempo, Maverick terá uma família para chamar de sua – e ele nunca mais saberá o que é ser abandonado.

“Ele fará parte da família certa, e vai fazer toda a diferença para ela”, disse Se. “Ele é definitivamente uma alma especial”, conclui a presidente do abrigo.

Brasileiros consomem gelatina à base de pele de porco há mais de 20 anos

Por David Arioch

O que favorece a dissociação entre a origem do colágeno baseado em matéria-prima animal são os processos de tratamento | Foto: Pixabay

Introduzida no Brasil em 1998, a gelatina à base de pele de porco chegou ao país como uma novidade na década de 1990, quando foi apresentada na Food Ingredients South America (FiSA), considerado o maior evento de ingredientes alimentícios da América Latina.

Até então, a produção de gelatina nacional era baseada no colágeno extraído da pele, ossos e tendões de bovinos, e classificado como tipo B, não apenas pelo tipo de matéria-prima, mas também pela textura e características de gelificação, segundo a Leiner Davis Gelatin, a primeira fabricante de gelatina de origem suína do Brasil.

Antes utilizado principalmente no desenvolvimento de sobremesas de gelatina, margarinas, queijos, suspiros e merengues, o colágeno baseado em pele e osso bovino, recolhido em grande quantidade nos frigoríficos, passou a concorrer com o colágeno extraído dos suínos.

O novo produto passou a ser usado largamente também na preparação de balas, caramelos, marshmallows, iogurtes, pudins, mousses, embutidos e produtos farmacêuticos.

No entanto, como a legislação brasileira não prevê a obrigatoriedade de discriminação da origem do colágeno nos rótulos dos produtos, até hoje o consumidor brasileiro não tem como saber qual é a procedência, qual animal deu origem ao colágeno que ele consome involuntariamente ou não no cotidiano.

A disponibilidade de colágeno é considerada “abundante”, já que o Brasil matou só em 2018 mais de 40 milhões de suínos, segundo o IBGE. E no processo industrial, o que favorece a dissociação entre a origem do colágeno baseado em matéria-prima animal são os processos de tratamento com ácido, remoção de resíduos, esterilização, secagem e moagem – além da inclusão de corantes e aromatizantes nos produtos industrializados.

Hoje em dia, as empresas que se preocupam em destacar a origem do colágeno utilizado com as mais diversas finalidades são aquelas que o produzem a partir de fontes vegetais, até porque se voltam para um grupo de consumidores que cobra esse tipo de informação.

Porquinho e galinha se tornam amigos inseparáveis

Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Arnold tem apenas 7 anos de idade. Como como acontece com muitos porcos domésticos, ele passou por diversas mudanças e circunstancias difíceis em sua vida.

“Arnold teve três casas anteriores além da que ele mora atualmente”, disse Jenny Nichols, diretora executiva do Cottontail Cottage Animal Sanctuary, no Maine (EUA) ao The Dodo.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Porcos domésticos geralmente acabam desabrigados ou negligenciados quando as pessoas percebem que são animais muito inteligentes que exigem tempo, atenção e dedicação.

Felizmente, no caso de Arnold, houve algo em sua vida que se tornou uma fonte de conforto constante – pelo menos na memória recente.

Esta é Sammie, a galinha melhor amiga de Arnold.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Arnold e Sammie se conheceram e tornaram-se inseparáveis na casa atual ode vivem.

Como Arnold não consegue enxergar muito bem, Sammie ajuda a fazê-lo sentir-se calmo. Observar Sammie em pé sobre as costas de Arnold não é apenas adorável – é uma maneira de o casal de amigos se sentir conectado.

Mais uma vez, porém, Arnold está sendo abandonado por sua atual família. Foi assim que Nichols se envolveu com a dupla de amigos.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

“Fomos questionados por seus tutores se eles poderiam entregá-los aqui para nós”, explicou Nichols. “Nós dissemos sim, mas o celeiro tem que ser construído primeiro”.

A amizade entre espécies fez Nichols se apaixonar instantaneamente pelos futuros moradores do santuário.

Determinada a manter o par unido, Nichols começou uma campanha para construir o celeiro o mais rápido possível para que os dois amigos pudessem desfrutar de alguma estabilidade e tivessem a oportunidade de viver sua amizade sem medo de se separarem.

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

Foto: Cottontail Cottage Animal Sanctuary

É difícil saber se Arnold percebe que há algo novo chegando no horizonte para ele e sua amiga – mas ele certamente parece estar sorrindo de novo.

Em um verdadeiro trabalho de amor e dedicação, as pessoas no santuário estão correndo para levantar os fundos necessários para construir o celeiro em apenas dois meses.

“Arnold e Sammie precisam vir para”, disse Nichols. “Eles se amam”, completou ela.

Documentário retrata os 6 meses de vida e a agonia dos porcos explorados para consumo

Seis meses é a idade máxima que um porco alcança na criação industrial quando é morto para consumo. É também o título do curta-metragem que a holandesa Eline Helena Schellekens estreou com o apoio da organização espanhola Igualdad Animal. O filme relata a vida de um leitão desde o nascimento até ser levado para o matadouro. Assista ao trailer no final do texto.

Foto: Igualdad Animal

M6NTHS ganhou o Prêmio Panda, tido como a premiação mais importante atribuída a filmes sobre animais, também chamado de “Green Oscar”.

O que motivou Eline Helena a fazer esse vídeo foi a luta contra a criação de animais em jaulas. “Os nossos desejos, enquanto consumidores, de conseguirmos muito por pouco são os culpados dessa vida; você tomaria as mesmas decisões se pudesse olhar nos olhos do animal?”, questiona a cineasta.

Aproveitando a coincidência do projeto com o ano chinês do porco, Eline Helena decidiu conhecer melhor o animal e segui-lo com uma câmera durante os seis meses da sua vida, através do seu ponto de vista, sem acrescentar comentários nem locuções. O som que se ouve é o que o animal também ouve.

O filme traz sequências duras, como as de porcas sendo obrigadas a cuidar dos seus leitões em pequenas jaulas; o momento em que lhes são mutilados os genitais e administrados todo o tipo de antibióticos e remédios; bem como a agonia de habitarem um espaço reduzido à espera de serem mortos.

Com o objetivo de acabar com a criação enjaulada, a Igualdad Animal colocou em marcha essa iniciativa de âmbito europeu, com a qual pretende conscientizar os cidadãos para o enorme sofrimento dos animais quando lhes é vedado o desenvolvimento de quase todos os seus comportamentos naturais.

Com suas imagens, M6nths pretende dar visibilidade a uma realidade e convidar o espectador a refletir sobre a forma como tratamos os animais explorados para consumo. Com essa sensibilização, a Igualdad Animal quer que, enquanto consumidores, mudemos os nossos hábitos alimentares para acabar de uma vez por todas com estas ações tão cruéis.

Assista ao trailer:

Fonte: VICE

Família resgata porco de um matadouro e agora corre o risco de perder a própria casa

Tivemos que convencê-lo a nos deixar acariciá-lo” (Foto: Georgie Williams)

Uma família que resgatou um porco de um matadouro em Crowborough, na Inglaterra, tem um prazo de duas semanas para se desfazer do animal. Do contrário, pode perder a casa subsidiada onde vive. O risco surgiu após denúncia de um vizinho.

Em edição de hoje do jornal britânico Metro, Georgie Williams, uma ativista dos direitos animais, disse que encontrou Arlo em um lastimável chiqueiro onde porcos são vendidos como carne ou animais de estimação.

Ciente de que ele poderia ser abatido em breve, assim como tantos outros, Georgie preferiu pagar para garantir que o animal pudesse viver. Mas não imaginava que seria denunciada por dar um lar a um porco que já apresentava diversos traumas:

“Quando chegamos com Arlo em casa, não consegui me aproximar dele porque ele estava petrificado. Apenas olhava para a parede e, se você se aproximasse, ele fugia, gritava ou recuava como se estivesse se protegendo de ser agredido. Tivemos que convencê-lo a nos deixar acariciá-lo”, relatou Georgie ao Metro.

Mas a situação mudou, e hoje Arlo já se entrega a abraços e se sente confortável em dividir uma cama – pelo menos com a família de Georgie. “Passou por tantos traumas e ainda não está pronto para um santuário. Ele não é emocionalmente estável ainda, e vai gritar se você andar atrás dele”, alertou.

No dia do resgate de Arlo, Georgie Williams disse que no chiqueiro os animais eram levantados pelas patas traseiras e jogados de volta às gaiolas, e estavam todos muito assustados. Depois de comprá-lo, ela conseguiu uma licença para que pudesse levá-lo para a sua casa em Crowborough. No entanto, no conselho residencial onde vivem, não são permitidos animais como suínos.

Arlo já se acostumou com os cães que vivem na casa, e inclusive tenta imitar seus latidos. “Ele se tornou tão confortável e confiante. Ele acabou de descobrir como escavar e adora jogar futebol “, frisa Georgie que espera encontrar uma solução antes do fim do prazo de 14 dias.

Francesa é multada por adotar porco resgatado do matadouro e matá-lo para consumo

O tribunal ainda foi informado de que parte da carne seria destinada à venda (Foto: Daniel Acker/Reuters)

Uma mulher de 40 anos, de Vannes, na França, foi condenada a pagar 500 euros por adotar um porco resgatado do matadouro e matá-lo para consumo.

A francesa assinou um contrato de adoção do animal resgatado pela organização de direitos animais Le Paradis, assumindo a responsabilidade de zelar pela vida do suíno, segundo edição da semana passada do jornal francês Le Télégramme.

No entanto, o animal que se chamava Babe foi reduzido a 110 quilos de carne empilhada em caixas na casa da ré. O tribunal ainda foi informado de que parte da carne seria destinada à venda.

A mulher alegou que o “animal era grande demais, comia muito e havia escapado várias vezes de sua ‘gaiola’”, o que significa que o animal era mantido em um espaço similar ao de uma fazenda industrial enquanto estava vivo.

Em sua defesa, ela disse também que havia confiado o animal ao ex-marido que chamou um açougueiro para matá-lo com tiros de espingarda.

Porém, o homem desmentiu a versão dizendo que desde que o porco chegou em casa ela já tinha a intenção de matá-lo para consumo.

Também alegou que a mulher nunca mencionou a existência de um contrato de adoção que a condicionava a zelar pela vida do animal.

Impossible Foods está desenvolvendo ‘carne de porco e frango’ veganos

Imagem ilustrativa | Shitake Crocante (Bacon Vegetal).  Foto: vireivegetariano.blogspot.com

Até agora, a Impossible Foods concentrou a maior parte de sua atenção no desenvolvimento e comercialização da carne vegana “que sangra”. Seus esforços foram bem sucedidos; o Impossible Burger está disponível nos cardápios do restaurante nos EUA, Hong Kong, Cingapura e na Air New Zealand , onde é tão popular entre os viajantes quanto a carne bovina.

Recentemente, foi lançado o novo e melhorado Impossible Burger 2.0, que, de acordo com a marca, é ainda mais saboroso e delicioso do que seu antecessor. Mas ela não parou por aí.

De acordo com o diretor de expansão nacional da Impossible Foods, Jordan Sadowsky, novas carnes veganas – como frango e carne de porco – estão em desenvolvimento atualmente, embora não esteja confirmado quando novos produtos serão lançados. As informações são do Food Navigator.

“Quando se trata de alimentos à base de plantas, as pessoas procuram por uma razão para comê-las que não as comprometam como a carne bovina faz”, disse Sadowsky.

“Então, como podemos fornecer tudo o que eles gostam na carne, mas sem ter que envolver saúde ou questões ambientais, as pessoas estão muito ansiosas para experimentar isso”.

Além do frango e da carne de porco, o bife também está nos planos da empresa. O fundador Pat Brown revelou na Consumer Electronics Show (CES) de janeiro, em Las Vegas, que o lançamento de um ‘bife’ vegano é uma prioridade para a Impossible Foods, por causa de seu “enorme valor simbólico.”

Ele explicou: “Se pudermos fazer um incrível e delicioso bife de primeira classe … isso será muito perturbador não apenas para a indústria de carne bovina, mas para outros setores da indústria da carne”. Ele acrescentou que a indústria de alimentos precisa estar ligada com tecnologia , para evoluir.

“A comida é a tecnologia mais importante do nosso planeta. É literalmente exigido para a vida” , disse ele.

“Mas ela também está falhando em inovar por cerca de 10 mil anos – quando os humanos começaram a matar animais e a cozinhá-los como uma fonte barata de proteína.”

Empresas de produção de carne vegana atraem investidores na Ásia

Foto: South China Morning Post

Foto: South China Morning Post

O empresário de Hong Kong David Yeung está incentivando as pessoas a comer menos carne para ajudar a salvar o planeta. O problema é que muitas pessoas adoram carne, especialmente carne de porco.

Yeung acredita que há algo que possa convencê-los – um substituto de carne que, segundo ele, pareça, cheire e tenha o mesmo gosto da “coisa real”.

Os chefs começaram a usar o produto desenvolvido pelo empresário, o Omnipork, para preparar bolinhos de carne para sopa em Xangai, uma carne de porco alternativa com sabor agridoce, assim como macarrão, gyozas e almôndegas.

“De veganos a comedores de carne, profissionais a chefs caseiros, todos ficaram impressionados com a versatilidade, aplicabilidade e a facilidade de uso da Omnipork em todos os tipos de cozinha.

“Eles ressaltam o fato de que o produto lhes permite fazer alguns dos pratos caseiros mais comuns da Ásia”, diz Yeung, um dos investidores do empreendimento que levantou 2,5 milhões de dólares para desenvolver um substituto de carne de porco em 2016.

A carne de porco responde por quase 40% do consumo global de carne, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A China é atualmente o maior mercado de carne de porco do mundo, representando cerca de metade da demanda global, de acordo com um relatório de 2017 do DBS Bank.

A FAO projeta que países asiáticos como China, Filipinas, Tailândia e Vietnã continuarão a aumentar o consumo de carne de porco per capita.

O vegetarianismo já se estabeleceu há muito tempo na Ásia, e a “culinária do templo” apresenta carne vegana feita de glúten de trigo e preparada especialmente para se parecer com peixe, camarão e carne. Para muitos não-veganos ou não-vegetarianos que apreciam a carne de origem animal, no entanto, carne vegana é apenas carne falsa. Muitos nem tocam no prato.

Defensor do meio ambiente, Yeung, 42, co-fundador e CEO da empresa Green Monday (Segunda-feira Verde, na tradução livre), diz que seu produto substituto da carne de porco é feito com cogumelos shiitake, proteína de soja, proteína de ervilha e arroz, para obter uma textura e um sabor mais robustos.

Ele faz parte de uma nova onda de empreendedores e investidores da Ásia que estão em uma corrida de tecnologia X preço, para criar substitutos de carne capazes de convencer os consumidores a mudar para alternativas desenvolvidas com base em plantas.

Nos últimos seis anos, eles lançaram substitutos de carne, frango, porco e frutos do mar que podem ser transformados em tudo, de hambúrgueres a filé de peixe e arroz de frango Hainanese.

Seus esforços levam em conta as preocupações com segurança alimentar, meio ambiente, surtos de doenças em animais, como a gripe aviária e a peste suína africana, e questões sobre como alimentar a crescente população mundial.

Um relatório recente, publicado na revista médica The Lancet, diz que a adoção de uma alimentação com mais alimentos à base de vegetais e menos alimentos de origem animal “melhora a saúde e evitará danos potencialmente catastróficos ao planeta”.

Michelle Teodoro, analista de ciência alimentar e nutrição da empresa de pesquisa de mercado, Mintel, com sede em Londres, afirma que a tendência da carne à base de vegetais está acontecendo em um momento em que as pessoas também estão preocupadas com o impacto ambiental de criar e comer animais e com os maus-tratos aos animais criados na agricultura industrial.

“O mercado asiático, com sua imensa população e aumento crescente da classe média e por consequência do consumo de carne, tem investidores lambendo os lábios por antecipação ”, diz ela.

Para empresas que trabalham com os novos produtos de carne vegana, há muito dinheiro a ser feito.

O mercado global de substitutos de carne foi avaliado em 4,1 bilhões de dólares em 2017 e deve dobrar de valor para 7,5 bilhões até 2025, com a região da Ásia-Pacífico projetada para crescer à taxa mais alta em termos de valor (9,4%) de 2018 a 2025, de acordo com a Allied Market Research.

*Uma mãe vegetariana em Hong Kong*

A arquiteta paisagista Euphenia Wong iniciou sua página no Facebook “Hong Kong Vegetarian Mom” (Uma Mãe Vegetariana em Hong Kong, na tradução livre) com receitas vegetarianas e veganas e resenhas de restaurantes em 2013.

“Está moda se tornar vegetariano ou vegano”, diz ela. “As pessoas começaram a ter mais opções – elas se sentem extravagantes e modernas. Os restaurantes são tão bons também. É uma opção descolada”.

Wong era uma ávida consumidora de carne antes de dar à luz seu filho há seis anos. Ela conta que começou a comparar seu filho a filhotes de animais e que não suportava machucá-los, ela então parou de comer carne e mudou para uma dieta quase vegetariana.

“Tornei-me flexitariana não por religião, mas por saúde e compaixão pelos animais. Penso que tenho que protegê-los como protejo meu filho ”, diz ela.

Em sua opinião, os taiwaneses aperfeiçoaram a arte de produzir substitutos de carne a partir do tofu e do glúten de trigo, mas os americanos tiveram uma vantagem inicial na produção de substitutos de carne, pois eles são mais parecidos com carne real em sabor e aparência.

Impressionados pela atenção e aceitação que a proteína alternativa e a alimentação baseada em plantas têm recebido na Ásia, especialmente em Hong Kong e na China como um todo, especialistas e investidores atentos, enxergam a mudança o comportamento do consumidor como um fator consolidado e irreversível. O planeta e os animais agradecem.

Cantor que aparece em vídeo abusando sexualmente de porco é multado pelo Ibama

Foto: Divulgação

O cantor de forró e vocalista da Banda Na Pegada, Gabriel Tavares, também conhecido como Biel Loop, foi multado pelo Ibama. A valor da punição, segundo matéria publicada pelo portal amazonense A Crítica, é de apenas R$800,00.

Após aparecer em um vídeo supostamente abusando sexualmente de um porco indefeso, o cantor foi autuado por praticar abuso e molestar um animal doméstico. Em nota, o Ibama afirmou que “qualquer ato de abuso ou maus-tratos contra animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos é crime ambiental”.

O caso ganhou repercussão após ser denunciado pela deputada estadual Joana Darc (PR). As imagens do cantor encenando o ato sexual em um porco viralizaram rapidamente nas redes sociais. Ele foi notificado pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar e intimado a prestar depoimento na Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente.

Apesar de ser fortemente criticado, Gabriel gravou um vídeo ironizando e banalizando o abuso contra o animal. “Eu fui fazer vídeo, do nada fiquei famoso. Eu fui fazer vídeo, do nada fiquei famoso. Eu não tava comendo o porco. Eu não tava comendo o porco. Tava não, tava não, era só brincadeira”, diz a música.