Casal de turistas salva tartaruga gigante presa entre as rochas em praia

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

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Dois turistas britânicos tiveram que suspender suas férias no mês passado para resgatar uma tartaruga gigante em apuros.

Charlotte Young, 27, bióloga marinha natural de Bristol (Inglaterra), estava de férias com o namorado George Chislett, caminhando ao longo da costa da praia de Ras Al Jinz, quando se depararam com o animal preso.

Tendo conseguido ficar preso entre as rochas de um penhasco, a criatura marinha pode ser vista agitando-se desesperadamente, tentando sair das rochas.

A bióloga marinha, Charlotte ficou desesperada para ir ao auxílio do réptil.

A dupla fez uma tentativa infrutífera de resgate de 30 minutos, mas a tartaruga, cuja espécie pode pesar até 130 kg quando totalmente crescida, não se mexeu.

Depois de pensar rápido e contar também com a sorte, Charlotte retorna com um pedaço de madeira que estava flutuando e começa a tentar tirar a tartaruga das rochas enquanto o namorado George usa sua força e tenta levantar a tartaruga, lutando para segurar a concha lisa do animal.

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

Com grunhidos causados pelo esforço e um pouco de gritos, o animal desliza livre, as nadadeiras girando, desesperadas para fugir. O resgate heroico aconteceu em 1 de julho.

No post onde publica o vídeo no Instagram, Charlotte disse: “Nunca senti uma sensação de pura alegria e desejo irresistível de chorar ao mesmo tempo em um momento”.

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

“Nós a vimos desaparecer de volta ao mar e observamos o nascer do sol enquanto respirávamos e digeríamos o que havíamos acabado de realizar.”

Foto: Newsflare/Charlotte_Young_@Ocean_magpie

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Tartarugas marinhas verdes passam a maior parte de suas vidas na água, mas são conhecidas por nidificarem em praias colocando seus ovos em mais de 80 praias ao redor do mundo.

A tartaruga estava retornando ao mar depois de colocar ovos como época de acasalamento para a espécie é de junho a setembro.

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Golfinho com feridas nas nadadeiras é encontrado morto em Macaé (RJ)

Um golfinho foi encontrado morto em Macaé, no interior do Rio de Janeiro. O corpo foi localizado no domingo (4) na Praia da Barra.

Foto: Yasmin Manhães/arquivo pessoal

Pessoas que passavam pelo local encontraram o animal marinho e entraram em contato com o CTA – Serviço de Meio Ambiente. A empresa encaminhou o corpo para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos de Araruama. O animal será submetido à necrópsia.

Yasmin Manhães foi uma das pessoas que encontrou o animal. Segundo ela, o golfinho tinha ferimentos nas nadadeiras. As informações são do portal G1.

A empresa afirmou que, após a necrópsia, será possível determinar se os ferimentos foram ocasionados antes ou depois da morte e descobrir se eles são resultados de predação e decomposição do corpo.

A causa da morte do animal ainda não foi divulgada pelo CTA.


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Ativistas denunciam escravidão e tortura de burros no País de Gales

Por Rafaela Damasceno

A exploração dos burros para passeios são passatempos tradicionais do verão em muitos países. Isso não significa que são menos exploratórios ou cruéis. Milhares de pessoas estão pedindo pelo fim da prática em Coney Beach, no País de Gales.

Dois burros andando de burro na praia

Foto: Wales Online

Até agora, 36.000 pessoas assinaram uma petição pelo banimento da exploração dos burros. Aqueles que lucram com os passeios afirmam que os burros são bem tratados, com cuidados frequentes, muita água e abrigo. Já os defensores dos direitos animais afirmam que eles são deixados o dia todo na praia, sob o sol forte, com pouca água e quase nenhum descanso.

Em 2017, os passeios de burro foram suspensos nessa mesma praia temporariamente, após questões de bem-estar animal serem levantadas pelo público. Em 2018, funcionários do Animal Welfare (Bem-Estar Animal) inspecionaram o local e afirmaram que continuarão monitorando continuamente.

“Passeios de burros são cruéis. Eles não deveriam ter crianças em suas costas, isso é horrível”, disse uma porta-voz da ONG Cardiff Animal Rights, que está incentivando as pessoas a assinarem a petição.

“Não é preciso ter de animais naquela praia, ela tem um parque de diversões. Os burros não deveriam ser usados como objetos por dinheiro”, acrescentou.

Em um comunicado, os guardiões dos burros afirmaram que cuidam muito bem dos animais. Em resposta, a ONG garantiu que continuaria sendo contra, mesmo que eles tivessem água em abundância e abrigo. “Os burros não devem ser explorados assim”, declarou.

A petição foi criada depois que a temperatura chegou a 30° C no País de Gales. A ONG Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) afirmou que os burros domesticados podem sofrer muito com as temperaturas elevadas, considerando que não são adaptados ao calor e muitas vezes são dotados de pelos grossos.

Nota da redação: Independentemente da justificativa, os passeios de burros são exploratórios e cruéis. A prática é condenável por si só: os animais não possuem liberdade e são forçados a carregar pessoas sob o sol escaldante e temperaturas elevadas. Assim como nós, os animais merecem ser livres e respeitados.


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Filhote de baleia é encontrado morto em praia em Santa Catarina

Um filhote de baleia-franca-austral foi encontrado morto na sexta-feira (2) na Praia do Sul, em Laguna (SC). Uma necrópsia irá investigar as causas da morte.

Foto: PMP-BS/ Udesc

O corpo foi avaliado por uma equipe técnica e veterinária. A avaliação obedeceu aos protocolos da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca (APA) da baleia franca. As informações são do G1.

De acordo com o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), trata-se do primeiro registro de encalhe na região de uma baleia-franca-austral em 2019. O animal era uma fêmea.

Ao encontrar um animal marinho nas praias da região, morto ou vivo, a pessoa deve ligar para o número 0800 642 3341.

Quando o animal é encontrado morto, estudos são feitos para identificar as causas da morte e também para propor ações de proteção ao restante da fauna marinha da região. Se o animal estiver vivo e debilitado, ele recebe tratamento veterinário e, após se recuperar, é devolvido à natureza.


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Centenas de voluntários ajudam a salvar baleias encalhadas na Flórida

Por Rafaela Damasceno

Cinco baleias-piloto encalharam em uma praia da Flórida e foram resgatadas graças ao esforço de especialistas, da guarda costeira e de centenas de banhistas que se ofereceram para ajudar.

As autoridades foram avisadas na manhã de segunda-feira (29) através de um telefonema de um banhista preocupado, que avistou as baleias se debatendo nas águas rasas e respirando com certa dificuldade.

Foi então que biólogos marinhos, veterinários e a guarda costeira entraram em ação para proteger os mamíferos dos possíveis danos causados pelo sol.

Com a maré se afastando e o sol cada vez mais alto no céu, o resgate precisava ser feito rapidamente. Os biólogos determinaram que as baleias eram fortes e saudáveis para resistir ao encalhe e conseguir voltar ao mar, então os voluntários se uniram na difícil tarefa de levantá-las e colocá-las em cima de lonas, para que pudessem transportá-las.

Várias baleias nadando juntas

Imagem ilustrativa | Foto: BBC

“Foi um trabalho pesado”, disse Thomas Nuhfer, um estudante que ajudou a carregar uma das baleias. “Mas foi muito bom ver pessoas que nem ao menos se conheciam trabalhando juntas para ajudar”.

No meio da tarde, todas as cinco baleias foram levadas com sucesso para fora da água, para que fossem transportadas em barcos até a parte mais funda do mar. Mas duas delas, as menores, foram levadas até especialistas para receber tratamento médico.

Um “encalhe em massa”, como é chamado o fenômeno do encalhe de mais de um grupo inteiro de baleias de uma vez, é muito raro e só aconteceu na região cerca de dez vezes desde 1990, segundo o Aquário Marinho de Cleawater. Os cientistas ainda não sabem ao certo o que levou as baleias a nadarem até as águas mais rasas.

Mike Walsh, professor de biologia marinha da Universidade da Flórida, explicou ao Tampa Bay Times que normalmente os grupos de baleias são liderados por um indivíduo que escolhe para onde migrar. As baleias-piloto costumam nadar em águas profundas, em grupos, e dificilmente seguem em direção à costa.

Mike acredita que algo está errado com as baleias menores, que passarão por alguns exames antes de retornarem ao mar. Apesar de tudo, elas se mostraram fortes em todo o momento do resgate. “O encalhe é novo para elas, que não sabem que isso é ruim. Mas o processo pode ser estressante”, esclareceu.

Jess Powell, bióloga que passou todo o tempo do resgate com as baleias, disse que os cientistas irão monitorar o movimento dos mamíferos nos próximos dias para impedir que eles retornem à praia.

“Tudo aconteceu conforme o planejado hoje. Agora só esperamos que elas encontrem o caminho para casa”, concluiu ela.


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Tartarugas são encontradas presas em linhas de pesca em Arraial do Cabo (RJ)

Duas tartarugas foram encontradas com linhas de pesca presas aos seus corpos na orla da Praia do Pontal, na cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro.

Foto: Renatinho Vianna / Arquivo Pessoal

O prefeito do município, Renatinho Vianna, passava pelo local na companhia do coordenador de esportes da cidade, Luciano Ralf, quando encontrou os animais. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (26).

Com a ajuda de Ralf, o prefeito usou uma faca e pedaços de caco de vidro encontrados no local para retirar as linhas que prendiam as tartarugas. Após o resgate, os animais foram soltos na praia.

Em um vídeo divulgado por Renatinho, ele alega ter ficado feliz com o resgate, mas triste por saber que as tartarugas poderiam ter morrido se não tivessem recebido ajuda.

“Foi um momento de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Tristeza por encontrar as tartarugas ali abandonadas a própria sorte e a alegria de termos encontrado esses animais a tempo de poder salva-los, então ficamos com a sensação de alívio e dever cumprido”, disse ao G1.

Renatinho afirmou que é crucial que a população tenha consciência sobre a importância da vida marinha e de sua preservação. O prefeito disse ainda que as pessoas precisam ter responsabilidade pelos seus atos.

O caso está sendo investigado pela Secretaria do Meio Ambiente de Arraial do Cabo.


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Copo e sacola de plástico são encontrados no intestino de uma tartaruga

Por Rafaela Damasceno

Em 2012, Robson Guimarães dos Santos fez uma necropsia de uma tartaruga-verde que morreu em uma costa brasileira. Ele gravou a necropsia para usar em sua pesquisa de doutorado, e hoje as imagens são usadas pelo biólogo para conscientizar as pessoas sobre o impacto do plástico na natureza.

Uma tartaruga morta na praia ao lado de muito lixo

Foto: Foto: Robson Santos / Arquivo Pessoal

A divulgação do vídeo é uma das formas que ele encontrou para chamar a atenção das pessoas para as ameaças ambientais do descarte indevido do plástico. Se não receber o destino correto, este material afetará a natureza de alguma forma, podendo até mesmo causar a morte de animais.

“A ingestão de plástico é hoje um dos principais problemas para a conservação das espécies de tartarugas marinhas tanto pela mortalidade direta como por todos os problemas crônicos decorrentes de sua ingestão, como contaminação por poluentes, por exemplo”, disse o biólogo em entrevista ao G1.

As tartarugas não precisam ingerir muito plástico para serem afetadas pelas consequências: meio grama de plástico já é o suficiente para causar a morte de uma tartaruga-verde jovem. Como o material não é digerido, permanece em seu corpo e normalmente obstrui o trato gastrointestinal. Dessa forma, funções fisiológicas básicas não são mais possíveis de serem realizadas, o que leva o animal a uma morte lenta e dolorosa.

Uma pesquisa realizada pelo biólogo, feita na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), descobriu que em média 70% das tartarugas que morrem no Brasil ingeriram plástico. Segundo Robson, há cerca de 5 trilhões de fragmentos de plástico nos oceanos do mundo atualmente, o que torna a ingestão do material pelos animais marinhos ainda mais difícil de combater.


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Baleia de sete metros é encontrada morta em praia no litoral de São Paulo

Uma baleia de sete metros de comprimento foi encontrada morta, já em estágio avançado de decomposição, na praia de Guaratuba, em Bertioga, no litoral do estado de São Paulo. O estado do corpo impediu que a espécie fosse determinada. O animal foi encontrado na terça-feira (23) e examinado por uma equipe do Instituto Gremar.

Foto: Divulgação/Gremar

Pesquisadores do Instituto, que monitora a costa da região, explicaram que a baleia era uma fêmea adulta. Eles suspeitam que o animal era uma jubarte, mas não conseguiram definir de maneira certeira a espécie.

Com o apoio do Departamento de Operações Ambientais (DOE) da Prefeitura de Bertioga, que fez a remoção do corpo, os pesquisadores do Gremar coletaram amostras de gordura, músculo e pele da baleia para realização de um exame genético. As informações são do G1.

A presença de baleias-jubarte no litoral de São Paulo é comum entre julho e novembro. Isso porque, segundo o Gremar, esse é o período em que esses animais migram da Antártida para águas tropicais do litoral brasileiro. A migração ocorre para que as baleias possam se reproduzir. Elas se concentram principalmente na Bahia.

O trabalho do Instituto, que engloba o Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) da Bacia de Santos, é realizado na orla da região por determinação da autoridade ambiental federal como condição para exploração de petróleo do pré-sal.

Foto: Divulgação/Gremar


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Animais são encontrados mortos em Porto Belo (SC)

Por Rafaela Damasceno

Na praia da Vieira, em Porto Belo, um golfinho, uma tartaruga e um pinguim foram encontrados mortos. O golfinho estava sem a cauda e todos os animais possuíam ferimentos que parecem ter sido causados por uma rede de pesca.

Golfinho morto na praia, ferido e sem cauda

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O Grupo de Operações e Resgate (GOR) os encontrou após ser acionado pelo Corpo de Bombeiros, para verificar apenas o golfinho. Depois de chegar ao local, foi abordado por pessoas que informaram a presença do pinguim e da tartaruga.

Tartaruga morta na praia

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

“A gente suspeita que a tartaruga e o golfinho tenham ficado presos na mesma rede. O pinguim está morto há mais tempo e provavelmente ficou preso em uma rede também, porque aqui tem várias redes ilegais”, explicou o presidente do grupo, Pedro Henrique da Silva, em entrevista ao G1.

Pinguim morto sobre a grama

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O GOR informou que outro golfinho foi encontrado morto na mesma praia apenas uma semana antes. A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Belo anunciou que ações estão sendo realizadas para recolher melhor as redes de pesca e educar os pescadores sobre as consequências delas.

A equipe de resgate sugere às pessoas que, se encontrarem animais mortos nas praias, devem ligar para o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar ou o Projeto de Monitoramento de Praias (0800 642 3341).


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Dezenas de baleias são encontradas mortas na Islândia

Por Rafaela Damasceno

Mais de 60 baleias-piloto foram encontradas mortas e encalhadas nas praias de Longufjorur, no oeste da Islândia. Elas foram fotografadas pelo comandante do helicóptero, David Schwarzhans, em uma região deserta e praticamente inacessível, pouco visitada pelas pessoas.

Várias baleias encalhadas e praticamente enterradas na areia

Foto: David Schwarzhans

Não se sabe ao certo o porquê de tantos mamíferos terem encalhado, nem quando aconteceu exatamente.

“Estávamos voando para o norte sobre a praia quando vimos. Nós não tínhamos certeza se eram baleias, focas ou golfinhos. Contamos cerca de 60, mas deviam ter mais porque havia barbatanas saindo da areia”, contou à BBC. “Foi trágico e chocante. Eram muitas”.

Algumas baleias acabaram enterradas, provavelmente por causa do vento forte, que deve ter empurrado a areia até cobrí-las.

Edda Elisabeth Magnusdottir, bióloga marinha especialista em baleias, disse à Iceland Monitor que as baleias-piloto tendem a ficar desorientadas quando entram em águas mais rasas. Ela também explicou que essa espécie normalmente nada em grupos compactos, e por isso muitas acabam encalhando de uma vez só.

Casos semelhantes aconteceram anteriormente. Em novembro de 2018, cerca de 145 baleias-piloto encalharam em uma ilha na Nova Zelândia. Foi impossível salvá-las e todas morreram.