Grupo de mais de 500 golfinhos é visto em Copacabana, no Rio de Janeiro

Imagens feitas por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) na sexta-feira (12) mostram mais de 500 golfinhos pintados do Atlântico nadando na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/ TV Globo

De acordo com o professor José Lailson, essa espécie de golfinho é comum no mar da cidade, mas os pesquisadores nunca tinham visto um grupo tão grande nadando junto.

Os animais acompanharam o barco dos pesquisadores e, durante o passeio, ainda encontraram uma baleia Jubarte e brincaram com ela em alto mar.

Ainda segundo o professor, a baleia tem cerca de três anos de idade e mede 11 metros. A espécie costuma passar pelo litoral fluminense nessa época do ano rumo ao Nordeste, onde vai se reproduzir. Apenas na sexta, os pesquisadores encontraram dez baleias.

Foto: Reprodução/ TV Globo

Foto: Reprodução/ TV Globo

Fonte: G1


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Vídeo flagra banhistas montados em tartaruga gigante ameaçada de extinção

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Imagens perturbadoras mostram habitantes locais em uma praia da Indonésia montados nas costas de uma tartaruga gigante que tinha ido a praia para colocar seus ovos.

O vídeo foi filmado na sexta-feira depois da tartaruga ter sido “atacada” pelos banhistas enquanto lutava para se locomover com dificuldade em função dos peso em suas costas.

As autoridades locais ainda não fizeram qualquer declaração sobre o incidente.

Primeiro, um homem mais velho senta-se nas costas da tartaruga-de-couro (Dermochelys coriácea), enquanto outro parece empurrar o animal e um terceiro fica atrás segurando um pesado galho de árvore como se fosse um bastão.

Então, um homem mais jovem sobe nas costas da tartaruga, comendo indiferentemente um lanche enquanto monta o réptil em extinção.

Outro homem carregando uma criança chega e se junta a ele nas costas da tartaruga, enquanto o animal se esforça para rastejar em direção ao mar.

Um jovem toma o lugar do segundo, equilibrando-se nas costas do animal a apoiando os pés na cabeça da tartaruga.

O vídeo corta para outro homem idoso e corpulento que monta a tartaruga.

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Outro homem ainda, de shorts amarelos, joga punhados de areia na cauda do animal em uma aparente tentativa de incitá-lo a andar, depois dá um empurrão na tartaruga antes de pegar uma de suas nadadeiras traseiras para segurar e impedir o movimento do réptil.

O homem então se apoia em ambas as nadadeiras traseiras do réptil marinho enquanto a tartaruga desce os últimos metros até a beira da água.

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Foto: Newsflare/Andrew Chanpapua

Os homens ficam nas costas da tartaruga enquanto ela se arrasta para as ondas, seus companheiros se juntam ao redor da cena para encorajá-los.

A tartaruga-de-couro ou tartaruga-marinha é a maior de todas as tartarugas e a quarta maior réptil, com mais de meia tonelada de peso.

Seu nome vem da falta de uma concha óssea, única entre as tartarugas marinhas. Em vez disso, sua carapaça é coberta por pele e carne oleosa.

Foto: AFP/Getty Images

Foto: AFP/Getty Images

Tartarugas marinhas são encontradas nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico. Eles estão listados como em perigo em todos, menos no Atlântico noroeste.

Tartarugas-de-couro adultas têm poucos predadores naturais e não são pescados por sua carne.

Mas a espécie enfrenta ameaças causadas pelo homem na forma de redes de pesca e lagostins, além de comer por engano balões e sacolas plásticas que lembram a água-viva que é parte natural de sua alimentação.

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Focas e leões marinhos ganham uma segunda chance na vida em hospital de mamíferos marinhos

Foto: jervisbaywild

Foto: jervisbaywild

Na cidade litorânea de San Pedro, no estado de Los Angeles (EUA) existe um porto seguro para dezenas de focas e leões marinhos no Marine Mammal Care Center.

Desde 1992, o hospital de resgate e reabilitação vem tratando mamíferos marinhos doentes e feridos que acabam ficando presos no litoral de 70 milhas (mais de 100 km) do condado de Los Angeles.

O hospital sem fins lucrativos trata principalmente elefantes marinhos, leões marinhos e focas.

“As vezes eles estão desnutridos, outras eles apresentam mordidas de tubarão ou uma lesão causada por linhas de pesca ou ainda podem estar presos em redes de pesca”, disse Jeff Cozad, diretor-executivo do Marine Mammal Care Center de Los Angeles.

Os mamíferos marinhos ficam, em média, cerca de três meses de reabilitação na instalação antes de serem devolvidos à natureza.

“A liberação de um animal saudável é o ápice do nosso trabalho. É o destaque”, disse Cozad. “Isso acontece quando o animal está livre de problemas médicos, tem o peso corporal adequado e se exercita o suficiente”.

O MMCCLA libera focas e leões marinhos saudáveis no White Point Royal Palms Beach, em San Pedro. Com a ajuda de 150 voluntários, o hospital trata cerca de 300 mamíferos marinhos todos os anos.

As pessoas são encorajadas a visitar o hospital e ver as focas e leões marinhos. Para mais informações, visite o site do hospital.

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Câmara de Santos (SP) debate projeto que prevê liberar parte da praia a cachorros

Um projeto de lei que prevê a liberação de cães em uma faixa de areia da praia divide especialistas no assunto e já é motivo de polêmica. Na última sexta-feira (28), teve audiência pública na Câmara de Santos (SP) para discutir o assunto.

Entre as regras para utilização do espaço, que deverá ser demarcado pela prefeitura, estão a identificação dos animais com nome e telefone de seus tutores em coleira. Os cães também não poderão estar no cio e seus tutores devem portar carteira de vacinação e atestado de vermifugação fornecido por veterinário devidamente registrado.

(Carlos Nogueira-AT/Arquivo)

Segundo a proposta, os animais poderão usar os chuveiros disponíveis dentro da faixa delimitada.

Quem não cumprir as regras responderá pelas perdas e danos que o animal poderá causar a terceiros. O tutor ainda fica obrigado a recolher as fezes de seu cão imediatamente descartando-as no local apropriado sob pena de multa.

Segundo o veterinário Laerte Carvalho, da Seção de Vigilância e Controle de Zoonoses (Sevicoz), é preciso ter atenção no controle sanitário. “A Secretaria não se opõe, mas queremos acompanhar. Algo que parece bom pode deixar de ser caso não tenha regras e conscientização”.

Para o infectologista do Hospital Albert Einstein, Jacyr Pasternak, a principal preocupação seria o bicho geográfico, infecção causada por larvas e que causa vermelhidão e coceira na pele. “Para mim, cão vacinado na praia não tem problema. O cachorro em situação de rua já tem acesso à praia e esse sim preocupa. A raiva (infecção viral mortal transmitida para seres humanos a partir da saliva de animais infectados) é muito mais perigosa”.

A dermatologista Cristina Santana diz que uma preocupação deve ser o controle da frequência do local. “Temos de lembrar que, na temporada, haverá quatro vezes mais gente na praia. E de que forma a Guarda Municipal fiscalizará essa situação? Realmente será o ponto principal para se focar?”

Debate

Segundo o veterinário especialista em saúde pública Alexandre Biondo, o usuário deverá ser o primeiro a cuidar do cerco para que ninguém fure as determinações estipuladas.

“Não podemos cometer a loucura de perder esse momento histórico”. Para a veterinária Sueli Toledo, especialista em zoonoses, é preciso cautela nesse tipo de decisão. “Eu mesma não levaria meus filhos em um espaço como esse. Cada um deve pensar dentro da sua realidade e se deve confiar que essa situação não terá furos”.

Já o infectologista Evaldo Stanislau acredita que esse ambiente trará mais benefícios do que problemas. “Precisamos cuidar da saúde do animal, ter um bom regramento e educar as pessoas. Do ponto de vista psicológico, de bem-estar e de interação, é algo muito bom”.

O vereador Benedito Furtado (PSB) lembra que os cães nunca foram tão reconhecidos como membros das famílias. “Não tenho a menor dúvida de que vamos aprovar essa lei. Inúmeras pessoas têm o animal como única referência afetiva. Precisamos atualizar as nossas leis para as novas realidades”.

Proibição desde 1968

Desde 1968, segundo lei municipal, é proibida a permanência de cachorros na praia.

Segundo dados da Secretaria de Saúde de São Paulo, Santos tem hoje mais de 33 mil cães devidamente vacinados. A iniciativa partiu da radialista e defensora da causa animal Patrícia Camargo, em conjunto com moradores da cidade que apoiam a causa. O vereador Adilson Júnior (PTB), foi o responsável em elaborar o projeto de lei junto com advogados, veterinários e biomédicos.

Fonte: A Tribuna


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Quase 300 golfinhos apareceram mortos este ano na costa do Golfo do México

Quase 300 golfinhos nariz de garrafa apareceram mortos – três vezes mais do que o normal – trazidos pela maré até as praias da Costa do Golfo este ano. Os cientistas não conseguem explicar o súbito aumento de mortes na espécie, mas alguns pelo menos têm teorias.

Desde fevereiro, 282 corpos de golfinhos foram encontrados em quatro estados em diferentes graus de decomposição, segundo Erin Fougeres, cientista especialista em mamíferos marinhos da NOAA – Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

O estado do Mississippi (EUA) tem visto o maior número de golfinhos mortos, acompanhado de perto pelos estados de Louisiana, Flórida e Alabama.

A NOAA declarou o fenômeno como um “Evento de Mortalidade Incomum”, ou UME, o que significa que o número de golfinhos mortos é alarmante o suficiente para garantir uma resposta oficial.

Uma UME foi declarada pela última vez na área após o derramamento de óleo da plataforma da Deepwater Horizon em 2010; a declaração durou até julho de 2014.

Especialistas externos que trabalham com a NOAA apontaram fatores como a quantidade anormalmente grande de chuva e neve despejada no Sul neste inverno e os efeitos remanescentes do vazamento da Deepwater Horizon como causas potenciais.

“Nós sabemos que este é o inverno mais chuvoso no vale do Mississippi em 124 anos”, diz Fougeres à Time. A precipitação pesada pode diminuir os níveis de sal no Golfo, causando problemas para os golfinhos de água salgada (os golfinhos-nariz-de-garrafa são uma espécie de água salgada).

De acordo com Fougeres, apenas um quarto dos golfinhos mortos tinha “lesões na pele que são consistentes com a exposição de água doce”. Embora não seja incomum encontrar essas lesões em golfinhos nesta época do ano,o grande número descoberto tem deixado Fougeres e seus colegas preocupados, segundo ela.

Fougeres também está considerando outros fatores ambientais que podem contribuir para as altas taxas de mortalidade de golfinhos no Golfo do México, incluindo uma “zona hipóxica” do tamanho de Massachusetts que a NOAA previu no Golfo no início deste mês. Essas zonas são criadas quando o excesso de nutrientes das atividades agrícolas e humanas contamina os corpos de água e reduz os níveis de oxigênio – os cientistas os chamam de “zonas mortas” porque sufocam e matam a vida marinha.

A NOAA acredita que a zona morta do Golfo deste ano será de 7.829 milhas quadradas. Isso é mais de 2.000 milhas acima da média de cinco anos e está próximo do tamanho recorde de 2017, de 8.776 milhas quadradas.

Enquanto Fougeres não sabe se essas “zonas mortas” afetam diretamente os golfinhos, ela acha que isso poderia afetar a disponibilidade de seus alimentos.

O trecho do Golfo, onde os golfinhos foram encontrados, é também a área mais diretamente afetada pelo vazamento da Deepwater Horizon. Na época, quatro milhões de barris de petróleo contaminaram o Golfo por mais de 87 dias antes que o vazamento fosse contido, e Fougeres sugere que a população de golfinhos da região ainda experimenta “algumas condições de saúde adversas contínuas e prolongadas”, o que poderia torná-las mais vulneráveis ao estressores e doenças do meio ambiente, como doença pulmonar e adrenal. O estado de decomposição de muitos dos golfinhos tornou os diagnósticos desafiadores; a NOAA está esperando por relatórios completos de necropsia para confirmar do que os golfinhos estão morrendo.

Esses mamíferos extremamente inteligentes tiveram um ano difícil em outras partes do mundo também. Em março passado, mais de mil golfinhos mutilados foram levados para a costa da França. Acredita-se que eles foram mortos por atividades de pesca comercial.

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Burro é encontrado sem comida e água em ilha desabitada no Mar Adriático

Foto: CEN

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Um burro do sexo feminino abandonado em uma ilha desabitada foi resgatado depois de ser visto na costa da Croácia no mar adriático.

A jumentinha foi vista na pequena ilha de Ravan, perto de Kaprije, no arquipélago de Sibenik, na Croácia, totalmente sozinha, sem comida ou água.

Foto: CEN

Foto: CEN

Quando ela foi trazida de volta à praia em um barco e o animal morto de sede teria tomado cerca de 10 litros de água, afirmam relatos dos locais.

O homem que viu o burro, que não foi identificado, estava em um barco e partiu em direção à ilha para ajudar o animal assim que o viu o viu.

Ele disse aos repórteres: “Quando desembarcamos na praia, ela se aproximou de nós e lhe demos algo para beber.

“Ela bebeu mais de 10 litros de água e, devido a isso, concluímos que ninguém a havia visitado há tempo”.

Foto: CEN

Foto: CEN

“A ilha de Ravan é uma ilha muito pequena e desabitada, sem água e com pouca vegetação”.

Bernard Roca Kunjka, dono de uma taverna na ilha de Kaprije, decidiu dar abrigo ao burro.

Ele organizou o transporte e se dirigiu para a ilha de Ravan com um barco.

Kunjka disse: ‘Quando chegamos para ela, ela ficou aterrorizada. Ela bebeu e comeu tudo o que lhe demos – água, feno, cenoura.

Foto: CEN

Foto: CEN

Ele deu a ela o nome Mija, porque seu amigo Mijo ajudou com o esforço requerido na operação de resgate da burrinha.

O dono da taverna acrescentou: “Ela passará o verão inteiro conosco, nós cuidaremos dela enquanto estivermos em Kaprije e, no outono, a associação ‘Tribunjski tovar’ vai assumir o caso.”

Foto: CEN

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O vídeo mostra o burro resgatado já no barco antes de ser levado para terra firme.

Não foi esclarecido se uma investigação foi aberta para identificar os responsáveis pelo abandono do animal, segundo informações do Daily Mail.

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Gatinho que adora água se diverte na praia e até aprende a surfar

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip era um gatinho minúsculo e doente que procurava por comida quando apareceu na casa de uma família em Berlim, Maryland (EUA). Ele apareceu logo em seguida de uma tempestade, talvez isso fosse um prenuncio de seu destemor quando se trata de água – algo que os gatos são famosos por não gostar.

Em Berlim, Pip encontrara uma senhora idosa que era avó da família e ficava tomando conta da casa, ela começou a alimentar o pequeno gatinho. Infelizmente, sua família não pôde aceitá-lo quando eles voltaram e a mulher idosa estava se mudando, então Laura Meadows – uma aluna do ensino médio e amiga da família – se ofereceu para levá-lo com ela, apesar dela não ter discutido isso com sua família antes.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Quando a família de Meadows recusou-se a deixá-la ficar com Pip, a irmã mais velha de Laura, Emily Meadows, e seu marido ofereceram-se para levá-lo por um tempo.

“Minha irmã me implorou para levá-lo e estávamos apenas observando-o, pensando sbre o que deveríamos fazer”, disse Emily Meadows ao The Dodo. “Tentamos o abrigo local mas eles estavam lotados e nós tivemos que ficar com ele, e foi assim que tudo começou”.

Não demorou muito para Meadows ver o quão único e especial Pip era, mas sua primeira tarefa foi deixá-lo saudável. Seus olhos estavam inchados e ele estava muito sujo por andar pelas ruas.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

O gatinhos foi até considerado surdo porque nunca olhava para Meadows ou seu marido quando faziam barulho ou chamavam seu nome. Uma boa limpeza do ouvido do filhote feita pelo veterinário provou que isso não era verdade e agora ele ouve tudo, segundo Meadows.

Uma vez que Pip estava bem mais saudável do que quando chegou, ele acabou por se mostrar um pequeno encrenqueiro muito enérgico. Ele passava seus dias subindo nas telas das janelas, derrubando copos de água e qualquer outra coisa que não estivesse pregada ou presa, espalhando comida por todo o chão e aterrorizando seus novos irmãos gatos, Natty e Mowgli. Ele gostava especialmente de acordá-los pulando de cabeça sobre eles.

“Era o mundo do Pip”, disse Meadows. “Nós estávamos apenas vivendo nele”.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

A preferência de Pip em usar as plantas de casa como sua caixa de areia (necessidades) deixava Meadows e seu marido pouco a vontade, então eles decidiram tentar algo não convencional. “A casa precisava de uma pausa”, disse Meadows. “Natty e Mowgli definitivamente precisavam de uma pausa. E foi aí que surgiu a ideia: por que não levar Pip para passear um pouco?”

Meadows e seu marido moram em Ocean City, Maryland, então eles decidiram colocar Pip em uma coleira e levá-lo para a praia para ver se voltar para suas raízes ao ar livre ajudaria a dispersar um pouco de sua energia. Ambos se surpreenderam com o resultado!

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip mostrou rapidamente uma afinidade imensa em cavar na areia, correr pela praia, perseguir penas de gaivotas, brincar com brinquedos e conchas, se esconder em cadeiras de praia e, uma vez cansado, cochilar ao sol com seus humanos. Parecia que ele estava realmente em seu ambiente natural e assim foi que ele se tornou um freqüentador regular da praia com Meadows e seu marido.

Um dia, quando a maré estava baixa e as ondas estavam calmas, Meadows permitiu que Pip explorasse a água. “E isso não o incomodou em nada, ao contrário”, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Pip ficou tão fascinado pela água que Meadows tentou colocá-lo em uma prancha de boogie (prancha menos de surf). “Ele pegou uma pequena onda e ficou em cima dela”, disse Meadows. “Quando a prancha bateu na praia, ele pulou e apenas caminhou ao longo da praia como se tudo estivesse normal. Foi quando tivemos certeza que Pip era um gato muito especial”.

Ele até se revelou um exímio nadador que gostava de se divertir nas águas rasas.

As artimanhas de Pip atraíram uma enorme atenção de um número crescente de fãs. “Após várias viagens à praia, Pip foi filmado e fotografado por [turistas] e residentes”, disse Meadows. Alguém mostrou um vídeo para a estação de notícias local e Meadows foi contatada para contar a uma história de Pip.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Infelizmente, toda essa atenção destacou o fato de que as leis de Ocean City proíbem animais domésticos na praia durante os períodos de pico, então Pip precisava brincar sem ser notado pela patrulha da praia. Ele sempre se saia muito bem em se esconder na areia se eles passassem, no entanto.

Por sorte, a praia não era o único lugar na cidade natal de Pip para ele explorar. Havia o calçadão, o arcade, bares e restaurantes que aceitam animais domésticos, atrações locais e até eventos especiais.

Meadows encontrou várias praias e áreas para animais domésticos que permitiam que Pip continuasse a explorar os ambientes, coisa que eles gostava muito, sempre respeitando as leis. O gatinho continua ativo mesmo nas atividades fora da temporada, como paddleboarding e passeios de bicicleta em sua mochila favorita.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Ele até fez algumas viagens a lugares mais distantes como Savannah, Georgia e Nova York.

De fato, Pip recentemente “escreveu” e publicou um livro dele próprio sobre todos os lugares que ele gosta de explorar em sua cidade natal e as aventuras que ele participa com seus pais.

“Quando alguém filmava [Pip] na praia e a enviava para o noticiário, é quando pensamos:” É ótimo ter um gato famoso, disse Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows criou “Little Pips” – um bicho de pelúcia que se parece com Pip – para que os fãs pudessem desfrutar de seu próprio Pip sempre que quisessem. “Nós damos um bichinho de pelúcia Little Pip para alguém que precisa para cada um que é comprado”, disse Meadows.

Little Pips tem sido especialmente popular entre a comunidade de lar de idosos, onde alguns moradores viveram toda a sua vida com gatos, mas não viram um real em anos devido às suas condições de vida, de acordo com Meadows.

O impacto de Pip se espalhou muito além da comunidade local graças às mídias sociais, e Meadows recebeu cartas e e-mails de pessoas ao redor do mundo descrevendo como Pip os ajudou em um momento difícil.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Um casal que esteve em um acidente de carro horrível escreveu Meadows para dizer a ela que assistir as aventuras de Pip a cada dia tirava suas mentes das coisas terríveis que eles estavam experimentando, de acordo com Meadows.

Talvez o mais importante, Pip ajudou Meadows a superar algumas de suas próprias dificuldades – particularmente fobias de hospitais, lares de idosos, sangue e IVs relacionados a um trauma de infância que ela experimentou. “Eu nunca em um milhão de anos pensei que eu iria superar essa fobia”, disse Meadows.

“Ter Pip comigo [enquanto voluntariado nesses lugares] realmente ajudou, e agora posso dar um passo para trás e ver como os animais são seriamente prestativos quando se trata de apoio emocional. No final do dia, Pip mudou minha vida e me ajudou emocionalmente tanto quanto mudou o de todo mundo – nunca me senti mais estável do ponto de vista de saúde mental do que desde então trabalhando com Pip ao meu lado diariamente e levando ele comigo em todos os lugares “, acrescentou Meadows.

Foto: Emily Meadows

Foto: Emily Meadows

Meadows e seu marido recentemente começaram a dar lar temporário a filhotes através da ONG Town Cats of Ocean City, e você pode ter certeza de que Pip os mantém entretidos e mostrando a eles oa brinquedos.

Embora toda essa atividade possa parecer muito para apenas um gato, na verdade é a quantidade perfeita para Pip, que precisa manter-se ativo para evitar problemas. “Ele só queria tentar coisas novas e isso o ajudou a se acalmar muito em casa”, disse Meadows.

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Tubarão da espécie mais rápida do mundo aparece morto em praia de SC

Um tubarão da espécie anequim (Isurus oxyrinchus), conhecida por ser a mais rápida do mundo e por ter uma das mordidas mais fortes que existe, foi encontrado morto, nesta quarta-feira (6), em uma praia no município de Itapema, em Santa Catarina.

Foto: Reprodução / NSC Total

A aparição do anequim na costa catarinense é rara e, quando é registrada, segundo o professor Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Univali, é relacionada a animais juvenis. Na fase adulta, os anequins podem medir mais de três metros de comprimento. As informações são do portal NSC Total.

“São muito grandes e poderosos, muito fortes. É o tubarão mais rápido que existe e um dos que possui maior força na mordida, é da família do tubarão-branco”, diz Soto.

O professor explicou que esses animais costumam ser vítimas da pesca de espinhel de fundo, realizada longe da costa para captura de animais marinhos como atuns, meças e tubarões-azuis. A pesca somada ao fato de que o anequim tem poucos filhotes – dois, no máximo, a cada ninhada -, a espécie passou a ser considerada vulnerável.

O anequim seria observado por funcionários do Museu Oceanográfico, mas o corpo dele desapareceu. Não há informações sobre quem retirou o tubarão da praia.

Na terça-feira (4), um tubarão semelhante foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em Itapema enquanto se debatia na arrebentação. Ele foi devolvido ao mar. Não se sabe, no entanto, se é o mesmo animal encontrado morto no dia seguinte.

O museu orienta a população a entrar em contato com a própria fundação ao encontrar animais marinhos, mortos ou vivos, nas praias, pelo telefone (47) 992455218. Nesses casos, é possível também acionar a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) através do número 08006433341.


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Retorno de tatuís à praia no RJ é sinal de esperança em relação à poluição

O retorno dos tatuís no trecho da Praia do Flamengo que fica atrás da Marina da Glória, em um local conhecido como Prainha, é um sinal de esperança em relação à poluição de outras áreas da Baía de Guanabara, já que a presença do crustáceo indica melhora na qualidade da água naquele trecho.

“Existem vários animais que são chamados de bioindicadores, entre eles o cavalo-marinho e o tatuí. A presença ou a ausência deles nos dá informações de como está o ecossistema na região. Se os tatuís aparecem por lá, é um bom sinal. A água pode estar boa”, disse ao O Globo o biólogo Marcelo Szpilman.

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

No entanto, segundo boletins de balneabilidade do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Praia do Flamengo esteve própria para banho por apenas 11 semanas em 2018 e foi considerada imprópria de janeiro até o último dia 27 de maio de 2019. Isso, de acordo com Szpilman, deve-se ao fato da biologia não ser uma ciência exata.

“Se a água não estiver boa por alguma razão, pode haver uma população de tatuís naquela região que desenvolveu uma resistência maior à poluição”, explicou. Szpilman  disse ainda que o crustáceo melhora a qualidade da areia ao cavar pequenos túneis que permitem a entrada de ar.

Carlos Ribeiro, conhecido como Chinês, que trabalha como professor de canoa va’a (polinésia), rema diariamente na área da Prainha e lembra que a qualidade da água varia conforme a maré.

“Dependendo do dia, temos muito óleo, lixo, garrafas de plástico ou água transparente, com tartarugas e até golfinhos”, disse Chinês.

Apesar da presença dos tatuís ser um indicador de água limpa, o doutor em Oceanografia Química e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Julio Cesar Wasserman, lembrou que eles podem desaparecer novamente.

“A verdade é que não fizemos muita coisa nos últimos anos para melhorar de fato a qualidade da água na Baía de Guanabara. Não existe milagre. A presença desses tatuís demonstra, no entanto, que há esperança. Quando ocorre alguma melhora, recuperamos o ecossistema”, concluiu o especialista.


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Dezenas de pinguins aparecem mortos em praia do Rio Grande do Sul

Dezenas de pinguins foram encontrados mortos na praia do Mar Grosso, em São José do Norte, no Rio Grande do Sul. O caso, que chamou atenção no município, ocorreu no último final de semana.

Foto: Tiago Amaral

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) investigam o caso. Segundo eles, é comum que animais apareçam nesta época do ano no Litoral Sul devido ao período de migração, quando eles deixam a Patagônia em direção ao Brasil para fugir do inverno rigoroso e buscar águas mais quentes e alimento. Isso, no entanto, leva alguns animais à morte, além de fazer com que outros se percam do grupo devido às tempestades que eles enfrentam durante o percurso.

O estado não tem registrado, no entanto, apenas casos de morte de pinguins. Na última semana, três animais da espécie foram encontrados com vida no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, em Tavares. As informações é do portal GaúchaZH.

Encaminhados para o Centro de Recuperação de Animais Marinhos da Furg, os pinguins estão sendo submetidos a um processo de recuperação. Dentro de um mês, eles devem retornar ao habitat. Além deles, outros quatro animais da espécie já estavam sendo tratados no Centro.


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