Foca tem a cabeça decepada ao ficar presa em redes de pesca descartadas no oceano

Imagens fortes e tristes revelam o sofrimento de uma foca que ficou presa em mais de 35 kg de lixo marinho. A situação crítica e fatal ocorreu na costa da Cornualha foi descrita como “um dos piores casos de enredamento já visto em qualquer parte do mundo”.

O mamífero foi encontrado com plástico e redes de pesca ao redor do pescoço. O grupo Resgate de Vida Marinha de Mergulhadores Britânicos (BDMLR) foi inicialmente acionado em 11 de maio, após a foca cinzenta ser avistada no mar perto de Boscastle, presa em uma enorme massa de lixo marinho e material descartado não biodegradável.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Apesar de uma busca realizada por toda região, o animal ferido e preso não foi encontrado. Mas na segunda-feira última (27) a mesma foca foi encontrada em terra ao longo da costa de Trebarwith Strand provavelmente trazida pela maré, tendo infelizmente morrido em consequência dos ferimentos.

Voluntários da BDMLR e da Associação contra Enredamentos Marinhos da Cornwall Wildlife Trust (CWTMSN) compareceram ao local para registrar e fotografar o corpo do animal em detalhes e remover o material de enredamento ao redor dele.

Foto: SWNS

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No entanto, a equipe de resgate confessou que nada os havia preparado para a visão “angustiante” escondida sob a poluição marinha. O BDMLR afirmou que, quando o material em volta do pescoço foi gradualmente cortado e retirado, a escala de sofrimento que o animal passou foi precisamente revelada.

A coordenadora assistente do BDMLR na Cornualha do Norte, Michelle Robinson-Clement, disse: “Este animal sofreu uma morte lenta e torturante, não há dúvidas sobre isso.

“Este é um dos piores casos de enredamento que já vimos em qualquer parte do mundo devido à natureza extrema de seus ferimentos. “O material que foi retirado dele pesava 35 kg. “A foca não teria conseguido nadar ou mergulhar”.

Foto: SWNS

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Seu corpo foi recuperado pelos voluntários da CWTMSN no dia seguinte e levado para um exame post-mortem no Campus Cornwall da Universidade de Exeter em Penryn.

No exame, descobriu-se que a carga pesada causada pela rede presa ao animal havia criado uma ferida enorme que envolvia toda a região entre a cabeça e os ombros da foca. Isso causou tanto dano aos músculos do pescoço do pinípede que as vértebras e a traqueia estavam a mostra e fazendo com que ela não fosse capaz nem de levantar a própria cabeça.

No mínimo, a foca passara três semanas nesse sofrimento, o que a deixou faminta, fraca e exausta.

James Barnett, patologista do Cetacean Strandings Investigation Program que examinou a foca, disse: “Este é provavelmente o ferimento mais grave que vi em 27 anos de trabalho com focas e o nível de sofrimento que este animal deve ter passado é verdadeiramente espantoso”.

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Imagem meramente ilustrativa | Pinterest

Niki Clear, Oficial de Conservação Marinha da Cornwall Wildlife Trust, disse: “Infelizmente, este é apenas uma das centenas de milhares de mamíferos marinhos que são mortos como resultado do emaranhamento em lixo no oceano a cada ano em todo o mundo. E este caso mostra quão impactante é uma visão dessas para aqueles de nós que lidam com isso regularmente”.

“No entanto, incidentes como este nos dão a oportunidade de chamar a atenção do público para a necessidade de ações urgentes sobre o estado de nossos oceanos e as atitudes que qualquer um pode tomar para ajudar a reduzir ou impedir que a poluição chegue ao meio ambiente e mate mais de nossa vida selvagem”.

“Embora seja um caso incrivelmente perturbador, precisamos contar a história desse animal para garantir que ele não tenha sofrido e morrido por nada, e que algo seja feito a respeito disso para salvar outros animais marinhos”.

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Pássaro morre estrangulado por corda de balão

Foto: News4/Reprodução

Foto: News4/Reprodução

A praia de Sandbridge Beach no estado de Virginia (EUA) é onde Liz Romero Kibiloski caminha duas milhas todos os dias ao nascer do sol.

“Este é o meu presente, esta é a minha maneira de retribuir”, afirmou.

Seus passeios não são apenas de caminhadas relaxantes e imersão no ar salgado do oceano; cada passo serve a um propósito mais profundo.

“Eu costumo pegar alguns sacos de lixo pelo caminho, os turistas deixam muito para trás”, disse ela.

Plástico é geralmente o que Romero-Kibiloski procura no chão e coleta todos os dias.

“Eu acho plástico, tecido, tudo – até pequenos pedaços de micro plásticos que as aves podem comer”, explicou ela.

Mas no dia seguinte ao Dia das Mães e também um fim de semana cheio de formaturas, ela encontrou muito mais do que apenas plástico.

“A primeira coisa que vi foram três balões enormes”, disse ela. “Então logo depois eu encontrei um ganso-patola do norte (Morus bassanus). Ele tinha uma fita de balão enrolada em seu pescoço e estava morto”.

Essa ave marinha é a maior entre as espécies da família de gansos e é nativa da costa do Oceano Atlântico. Elas se reproduzem na Europa ocidental e na América do Norte. A espécie é listada na Red List da IUCN em um status antes do vulnerável: least concern (menor preocupação).

Um membro da vida selvagem que morreu estrangulado pelos restos esfarrapados de um balão que alguém na intenção de celebrar uma data especial soltou como forma de recordação.

“Fiquei triste ao pensar que alguém soltou o balão imaginando que de alguma forma ele estava indo para o céu, como homenagem ao dia das mães, mas sem sonhar que algo tão belo poderia prejudicar e matar a vida selvagem”, afirmou Lisa.

“É realmente fácil para animais selvagens e animais domésticos confundir balões com comida, é algo que pode ficar preso em suas gargantas”, disse Mike Lawson, da Virginia Beach SPCA.

Ambientalistas afirmam que os balões podem levar anos para se decompor, viajando centenas ou milhares de quilômetros, depois voltando para a terra e causando estragos na vida selvagem.

“Todos somos presenteados com este belo planeta. Não há outro planeta e nem um plano b, e há outras maneiras de lembrar uma data especial, torna-la inesquecível ou homenagear alguém. Experimente criar um cata-vento, plantar um jardim ou dedicar um banco a esta pessoa ou data”, disse Romero.

Lisa encontrou 11 balões na segunda-feira de manhã e espera que eles sejam os últimos que ela venha a encontrar.

As aves, junto com outras espécies, muitas delas marinhas, já são altamente ameaçadas pelos resíduos e lixo plástico que termina no oceano todos os anos. Iludidas pelas cores fortes, elas acabam comendo esses resíduos ou usando para fazer ninhos e alimentar seus filhotes.

Muitas morrem de fome, por não conseguirem se alimentar uma vez que o plástico preenche totalmente seu estômago e não é digerível. Outras morrem envenenadas ou intoxicadas.

Não são raros os casos de baleias, tartarugas e golfinhos que chegam mortos às praias por conta de material plástico em seu estômago.

Não bastasse isso ainda há a ameaça dos balões soltos aos milhares em comemorações e festas que representam uma fonte de perigo constante aos pássaros e fazem novas vítimas cotidianamente.

Mais de 140 tartarugas marinhas nascem na Praia do Janga, em Paulista (PE)

A areia da Praia do Janga, em Paulista, no Grande Recife, foi o local de nascimento de 146 tartarugas-de-pente, na tarde do sábado (18).

Foto: Jorge Macrino/Prefeitura do Paulista/Divulgação

A eclosão dos ovos e o primeiro contato dos animais com a água atraíram a atenção de moradores e banhistas e foram monitorados pelo Núcleo de Sustentabilidade do município.

Segundo a Secretaria Executiva de Meio Ambiente de Paulista, esse foi o maior nascimento de tartarugas-de-pente da temporada. Contribuíram fatores como o ninho estar localizado em uma área sem rescaldo de água e com temperatura favorável, de acordo com a prefeitura.

Mais nascimentos

Também no Grande Recife, mas na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, nasceram mais de 120 tartarugas-de-pente em 24 de abril de 2018. Os animais foram monitorados pela Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão Urbana do município até serem levados pelas ondas.

Em 5 de abril de 2018, mais de 130 ovos de tartarugas-de-pente eclodiram na mesma praia. A área do nascimento foi isolada por uma equipe da prefeitura para evitar que banhistas interferissem no trajeto dos animais até o mar.

Fonte: G1

Nona baleia aparece morta em menos de dois meses na baía de São Francisco

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

Especialistas em mamíferos marinhos estão preocupados com a morte de mais uma baleia cinza cujo corpo apareceu na baía em San Francisco (EUA) trazido pela maré.

A baleia encontrada segunda-feira última em Ocean Beach foi o nono cetáceo descoberto na área desde março.

Uma necropsia conduzida pelo Centro de Mamíferos Marinhos indica que ela pode ter sido atingida por um navio.

Acidentes como este, infelizmente, não são incomuns; o centro diz que três baleias que apareceram mortas anteriormente também foram atingidas por navios, enquanto outras quatro morreram de desnutrição. A causa da morte da outra baleia não foi determinada.

Mas o centro afirma que biólogos localizaram baleias cinzentas em condições precárias durante sua migração anual deste ano do México para o Alasca.

Eles suspeitam que alguns estão tendo dificuldade em encontrar comida suficiente para se alimentar, já que o aquecimento das águas alterou as condições oceânicas causando mudanças em seus suprimentos alimentares, que podem variar de krill a pequenos animais semelhantes a camarões até pequenos peixes.

O cadáver mais recente foi encontrado virado de bruços, sobre o estômago, o que segundo os pesquisadores, dificulta a realização dos testes.

“Normalmente, quando uma baleia flutua, ela fica sobre as costas”, disse o Dr. Padraig Duignan, principal patologista do Marine Mammal Center, ao ABC7.

“Isso nos dá acesso fácil à cavidade abdominal.”

“Ferimentos na parte de trás da cabeça, parte de trás do tórax, consistentes com trauma contuso de algo grande como um navio ”, acrescentou o pesquisador.

Foto: Associated Press

Foto: Associated Press

O Centro de Mamíferos Marinhos confirmou a triste descoberta depois que os avistamentos foram relatados na manhã de segunda-feira e ao completar a necropsia da baleia na terça-feira.

Enquanto uma média de cinco a 10 baleias cinzentas geralmente morrem e são trazidas para a terra pelo mar ao longo de um ano inteiro, esse número já foi alcançado em questão de semanas.

“Temos o compromisso de realizar essas investigações com nossos parceiros para encontrar soluções de longo prazo para evitar esses incidentes no futuro”, disse a entidade no Twitter, observando que já realizou 8 necropsias com baleias cinzentas este ano.

Tartaruga é encontrada morta no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió (AL)

Uma tartaruga foi encontrada morta na manhã deste sábado (4) no calçadão da Praia de Jatiúca, em Maceió, no estado de Alagoas.

Foto: Arquivo Pessoal/Carlos Eduardo Costa

O animal é da espécie Verde e estava em avançado estado de decomposição.

Técnicos do Instituto Biota de Conservação foram ao local para recolher o animal e fazer a perícia para identificar a causa da morte.

Fonte: G1

Dez pinguins são devolvidos à natureza após tratamento em SC

Dez pinguins-de-Magalhães foram soltos na Praia de Moçambique, em Florianópolis (SC), na última terça-feira (1), após receberem tratamento veterinário no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (Cepram). Os animais estavam sob os cuidados da Associação R3 Animal, através do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) e são remanescentes da temporada de 2018.

(Foto: Nilson Coelho, R3 Animal/Divulgação)

Os pinguins não haviam sido devolvidos à natureza antes porque estavam em período de muda de penas, segundo a presidente da R3 Animal e Coordenadora do PMP-BS em Florianópolis, a médica veterinária Cristiane Kolesnikovas.

“Durante a muda o pinguim perde a impermeabilização das penas, o que impossibilita a soltura”, explica Cristiane ao portal NSC Total.

O esperado agora é que os pinguins fiquem por um período em alto mar, depois, nadem até a Patagônia. De todos os animais soltos na praia, o que havia sido resgatado há mais tempo foi acolhido pelo programa em setembro do ano passado.

(Foto: Nilson Coelho, R3 Animal/Divulgação)

O projeto realiza ações de Laguna a Paraty, no Rio de Janeiro, e se divide em 15 trechos. Desde que os pinguins-de-magalhães começaram a chegar, em meados do outono e início do inverno de 2018, 64 deles foram resgatados, reabilitados e soltos pela R3 Animal.

Essa espécie visita o litoral de Santa Catarina anualmente. Quando o inverno se aproxima no Hemisfério Sul, eles migram da Patagônia, na Argentina, rumo ao norte, em busca de alimento. Mortes de pinguins que não conseguem retornar às colônias de origem são comuns, por isso corpos são encontrados na costa brasileira. Há casos também de animais que chegam cansados e debilitados no Brasil, precisando de cuidados. A maior parte desses pinguins é jovem e encara a primeira viagem migratória.

Tartaruga é encontrada morta em praia de Florianópolis (SC)

Uma tartaruga-cabeçuda foi encontrada morta em Florianópolis (SC) na manhã desta sexta-feira (19) na Praia do Morro das Pedras, informou a Associação R3 Animal. O réptil, um adulto, não apresentava lesões aparentes.

Foto: Associação R3 Animal/Divulgação

O animal, da espécie Caretta caretta, era um macho adulto com 94 centímetros de casco. A tartaruga foi recolhida para necropsia, mas o procedimento não pôde ser feito por causa do avançado estado de decomposição.

Conforme a associação, o corpo será recolhido por uma empresa especializada para que o descarte correto seja feito.

A associação orienta que quem encontre um animal marinho morto ou debilitado, ligue para o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, no telefone 0800 642 3341.

Fonte: G1

Baleia é encontrada morta com feto e 22 kg de plástico no estômago

Uma baleia foi encontrada morta com um feto em estado avançado de decomposição e 22 kg de plástico no estômago em uma praia na Sardenha, na Itália, na última semana. O animal pertencia à espécie cachalote, era fêmea e tinha aproximadamente 8 metros de comprimento. Ela foi encontrada em Porto Cervo, uma região turística e bastante populosa.

Foto: SeaMe Sardenha

Entre os lixos encontrados no estômago da baleia, estava um recipiente que ainda tinha código de barras visível. Havia também rede de pesca, saco de lixo e até uma cápsula de colocar líquido em máquinas de lavar roupas. As informações são do Portal R7.

A causa da morte do animal ainda é desconhecida, mas uma autópsia já foi realizada. Exames toxicológicos, conforme disse à CNN a equipe do SeaMe Sardenha (Associação Educacional Ambiental), ainda serão feitos e devem indicar o motivo da morte.

O presidente da equipe SeaMe, Luca Bittau, suspeita que “a cachalote abortou antes mesmo de encalhar morta, devido ao estado de composição do feto, que já estava em nível avançado”. O tempo de gestação, no entanto, não foi revelado. Nesta espécie, a gravidez pode durar de 14 a 16 meses.

Outro caso

No início de março, uma baleia foi encontrada morta com 40 kg de plástico no organismo. O caso aconteceu nas Filipinas.

Há uma semana, o governo europeu sancionou uma legislação que vai proibir o uso de plástico descartável a partir do ano de 2021.

Mais de 140 filhotes de tartaruga nascem em praia em Pernambuco

Cento e quarenta e quatro filhotes de tartaruga nasceram na terça-feira (19) na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco.

Foto: Reprodução / Diário de Pernambuco

Da espécie tartaruga-de-pente, os animais estavam sendo monitorados por técnicos da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão (Semag). As informações são do Diário de Pernambuco.

Estudantes do município estiveram presentes no momento do nascimento dos filhotes, tendo a oportunidade de conhecê-los de perto para que sejam conscientizados sobre a necessidade de respeitá-los e protegê-los.

Uma palestra sobre educação ambiental foi ministrada aos alunos pelo chefe de Núcleo de Monitoramento de Animais Marinhos e Silvestres da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão, Adriano Artoni.

“Realizamos o monitoramento dos ninhos das tartarugas durante o dia e à noite, com o objetivo de proporcionar uma maior segurança aos ovos e aos animais. É importante ressaltar que matar, perseguir ou capturar tartarugas marinhas configura crime ambiental, sujeito a pagamento de multa no valor de R$ 5 mil por ovo”, ressaltou Artoni.

A tartaruga-de-pente é uma espécie marinha que está ameaçada de extinção.

PL que permite cães na praia é aprovado em 1ª votação

Foto: Pixabay

O projeto de lei 1705/2018 que permite a circulação de cães em praias de Florianópolis (SC) foi aprovado de forma unânime na Câmara de Vereadores da cidade. Os 19 vereadores que estava no local foram favoráveis a proposta.

O PL é de autoria da vereadora Maria da Graça (MDB) e tem como objetivo delimitar locais nas praias onde cães possam circular livremente e desfrutarem da companhia de outros animais. A ideia é que seja implantado em uma praia especifica ainda não definida como um projeto piloto e se der certo expandir para outros pontos do litoral.

No entanto, o uso não é livre e as recomendações são rigorosas. O trecho da praia demarcado para os cachorrinhos será fiscalizado por órgãos públicos e o tutor dos animais precisam apresentar carteira de vacinação, além de atestado de saúde e vermifugação.

O projeto ainda passará por uma segunda votação e redação final. Se aprovado, será encaminhado para aprovação ou veto do prefeito Gean Loureiro (MDB). A autorização para levar cães às praias era uma demanda antiga da população.

Mas a proposta não foi vista com bons olhos por todos, o Conselho de Medicina Veterinária de Santa Catarina se manifestou contrário à proposta e afirmou que praias não são locais higiênicos para levar animais, que ficam expostos à poluição e à presença de microrganismos nocivos. O órgão ressaltou também que é irresponsável expor cães a altas temperaturas e situações de estresse, como a grande circulação de pessoas.