homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Vídeo mostra homem tentando salvar golfinho encalhado na praia

Paul Gardiner, de 45 anos, avistou o animal se contorcendo em agonia enquanto corria perto de uma praia em Kleinemond, no Cabo Oriental da África do Sul.

homem tentando puxar o golfinho de volta para a água

Foto: Caters News Agency

Gardiner, que atualmente vive em Surrey e trabalha na Academia de Sobrevivência Bear Grylls, disse que só pensava no bem-estar do golfinho quando foi salvá-lo, embora a costa onde o animal estava encalhado fosse extremamente perigosa.

Após passar 90 minutos desesperadamente tentando levar o golfinho de volta para a água, os maiores esforços de Gardiner não foram suficientes visto que o animal infelizmente morreu de exaustão.

“Eu estava a cerca de seis quilômetros da minha corrida quando notei o golfinho encalhado na areia. O tempo estava muito tempestuoso, então presumi que foi o causou o infeliz acontecimento e achei que estava morto.”

“Mas quando subi e vi que ainda estava vivo, foi meu instinto natural ajudá-lo apesar dos perigos potenciais.

“Apenas 20% dos animais selvagens continuam a viver depois de encalhados na praia. Eu cresci em torno de animais, então fico facilmente ligado a eles. Eu fiquei muito emocionado quando não consegui, foi muito difícil ir embora.”

Rainer Schimpf, da AB Marine and Expert Tours, ouviu falar do caso infeliz e aplaudiu os esforços de Gardiner para salvar o golfinho.

Ele disse: “Paul fez o melhor que pôde, mas segurança para humanos é sempre o número um – ele teria colocado sua própria vida em perigo se tivesse nadado com o golfinho mais fundo na água.”

“Este vídeo mostra que existe uma conexão entre os golfinhos e os seres humanos e que podemos sempre tentar fazer o nosso melhor ajudando uns aos outros.”

Tartaruga-verde é encontrada morta na orla de Praia Grande (SP)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta em Praia Grande, no litoral do estado de São Paulo. O corpo do animal marinho foi localizado por banhistas no domingo (24) em avançado estado de decomposição. O Instituto Biopesca foi acionado e retirou o animal do local. Uma necrópsia será realizada.

Foto: Divulgação/Praia Grande Mil Grau

A tartaruga estava encalhada em uma faixa de areia da praia do bairro Vila Tupi quando foi encontrada. Ela pesava cerca de 16 quilos. As informações são do portal G1.

O Instituto Biopesca afirma que não é possível apontar uma única causa da morte devido ao estado de decomposição do corpo, mas que uma série de fatores podem ser considerados, como doenças, ingestão de lixo ou afogamento, caso o animal tenha ficado preso em redes de pesca.

Desde que o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) foi iniciado, o Biopesca já recolheu 2.048 tartarugas-verdes mortas nas praias da região.

Ao encontrar golfinhos, aves ou tartarugas-marinhas nas praias da região, o recomendado é acionar o Instituto através dos telefones 0800-6423341 ou (13) 99601-2570 – chamada a cobrar ou pelo WhatsApp.

Tartaruga ameaçada de extinção é encontrada morta em praia de SP

Uma tartaruga foi encontrada morta pela equipe da Operação Praia Limpa em Ilhabela, no litoral de São Paulo. No local havia também outra tartaruga, viva, porém debilitada.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A tartaruga que estava morta pertence à espécie “gigante”. Maior espécie de tartaruga marinha, ela utiliza a costa brasileira para se alimentar e reproduzir e vive em média de 200 a 300 anos. A tartaruga encontrada viva é da espécie “verde”.

As duas tartarugas foram levadas até a praia do Engenho D’Água e, em seguida, ao Instituto Argonauta. A entidade não informou o estado de saúde do animal resgatado com vida. As informações são do portal Nova Imprensa.

“A tartaruga gigante esta criticamente ameaçada de extinção devido à intensa coleta de seus ovos e a captura acidental, que acontece por conta de redes fantasmas, que são redes de pescas abandonadas ou perdidas no mar”, explica a bióloga marinha Roberta Gomes, que acompanha o projeto que tira lixo das praias.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A bióloga faz também um alerta sobre os problemas do período de chuvas e a responsabilidade da sociedade. “O projeto está em ação para retirar o máximo de lixo marinho possível do mar, porém cada indivíduo deve fazer a sua parte, levando em conta que a maioria do lixo encontrado no mar é lixo doméstico. Nesse período de chuva constante que estamos enfrentando no Litoral Norte, todo lixo que está nas ruas é levado pela força da água para córregos e param no mar, por isso pequenas ações podem colaborar com o nosso ambiente e ajudar na preservação dos animais”, ressalta.

A Operação Praia Limpa encontrou nas praias vasos sanitários, pneus, ventilador, lâmpada, cabos e fios, materiais de pesca, plástico, garrafas de vidro, garrafa térmica, latas, ferro, isopor, tampinhas de plástico e ferro, madeira e lixo orgânico. Ao todo, foram retirados 170 kg de lixo do mar.

Além do material retirado da praia, a equipe abordou embarcações para distribuir folders educacionais e sacolas retornáveis ecológicas. Também fez mergulho para retirada de resíduos submarinos e limpeza de costeiras e píers.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura de Ihabela, através da Secretaria de Meio Ambiente, e das empresas Chevrolet Veibras, Macboot, Radio Ilhabela FM, ABLM e Instituto Supereco.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em Pirangi (RN)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última semana na Praia de Pirangi, no Litoral Sul do Rio Grande do Norte. O animal de pouco mais de um metro de comprimento estava preso nas pedras da praia e foi encontrado por banhistas.

Foto: Projeto Cetáceos/Cedida

Uma equipe de biólogos do projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi até o local, fez uma análise do casco e recolheu amostra para apontar a causa da morte do animal. A tartaruga foi enterrada para evitar contaminação por decomposição de material biológico na área.

De acordo com o Projeto TAMAR, a Tartaruga-verde ou Aruanã pode chegar até 1 metro e 43 centímetros, e pesa em média 160 kg. A espécie é considerada ameaçada de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Fonte: OP9

Voluntários se reúnem para recolher o lixo da praia e encontram mais de 400 itens

Poluição em todas suas formas é uma catástrofe que devasta o planeta e a plástica está se espalhando para o meio dos oceanos. Em registros de 5.010 mergulhos diferentes, 3.425 itens de detritos feitos pelo homem foram contados. Mais de 33% dos detritos eram de plástico, seguidos de metais (26%), borracha (1,8%), utensílios de pesca (1,7%), vidro (1,4%), tecido / papel / madeira (1,3%) e “outros” itens antropogênicos (35%).

Empresas e pessoas ao redor do mundo lutam contra essa catástrofe e fazem sua parte na conservação do planeta.

Um grupo de voluntários se reuniu na costa da Grã-Bretanha para tentar limpar a sujeira humana na areia de praia. Em apenas uma hora, eles coletaram mais de 400 itens.

Cerca de 80 crianças locais – entre dois e oito anos de idade – e cerca de 20 adultos vasculharam a areia na praia de Mablethorpe, no dia 21 de janeiro.

Entre os resíduos recolhidos pela equipe de Lincolnshire estavam pedaços de balões, sacolas plásticas, cotonetes, pontas de cigarro, redes de plástico e até calcinhas.

Cerca de 13 peças foram encontradas, incluindo duas calcinhas femininas, várias sacolas com cocô de cachorro e uma fralda suja.

O grupo vasculhou um trecho de praia com cerca de 800 metros de comprimento e 33 metros de largura, enchendo 27 sacos com cerca de 15 quilos cada.

Alison Green, 63 anos, é voluntária de marketing da Mablethorpe in Bloom e organizou o mutirão.

“É chocante quando você olha para ela. Os sacos plásticos poderiam ter entrado na boca dos animais e eles morreriam”, disse a professora aposentada.

“Pegamos sacos cheios de cocô de cachorro. As pessoas recolheram as fezes mas as colocaram na sacola mas depois jogaram na praia. Fico muito frustrada com isso”.

Os voluntários também encontraram inúmeras garrafas de plástico, de vidro e latas de alumínio.

Green, que mora na cidade vizinha de Theddlethorpe desde 1994, acrescentou: “A quantidade de lixo na praia está piorando. As pessoas estão ficando mais preguiçosas para levarem seu lixo”.

“Quando cheguei aqui, costumava descer e a praia era bastante agradável e limpa.Mas agora, quando você vê pessoas saindo da praia, você as vê deixando o lixo em pilhas e isso é algo que você não via há 20 anos”.

“Estamos em uma luta muito difícil, mas chegaremos lá.”

Green disse que o grupo planeja limpar a praia a cada três meses.

“Vamos fazer outro depois do feriado bancário de maio para comparar o quanto de lixo os turistas nos deixaram”.

“Isso é importante porque mostrará a quantidade de lixo há na praia que não pertence a ela”.

As crianças da creche Smarty Pants, nas proximidades, e da Mablethorpe Primary Academy enfrentaram os ventos de 3°C no dia da limpeza da praia.

“Fiquei muito impressionada como quanto as crianças sabiam sobre lixo e reciclagem”, disse Green.

 

 

 

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em João Pessoa (PB)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última terça-feira (5) na praia do Bessa, em João Pessoa, na Paraíba. Segundo a bióloga e fundadora da ONG Guajiru, Rita Mascarenhas, o animal estava preso a uma corda que estava ligada a uma armadilha de pesca. A tartaruga estava em estado avançado de decomposição.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

A suspeita da bióloga é que a tartaruga tenha ficado presa à armadilha e não tenha conseguido voltar para o mar aberto mesmo após pescadores cortarem a corda – o que teria levado-a à morte. As informações são do portal G1.

A ONG, que atua na preservação das tartarugas marinhas, enviou uma equipe ao local para registrar a morte do animal, que foi enterrado pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A armadilha em que a outra ponta da corda estava presa foi encontrada perto da tartaruga morta. O animal pesava, segundo Rita, cerca de 100 quilos e tinha mais de um metro de casco. Devido a essas características, a bióloga acredita que o animal era adulto.

Tartarugas da espécie verde podem ter até 1,3 metros de casco e pesar 250 quilos.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

Cinco tartarugas marinhas são encontradas mortas em praia em Alagoas

Cinco tartarugas marinhas foram encontradas mortas na praia do Boqueirão, no município de Japaratinga, no litoral norte do estado de Alagoas, nesta quinta-feira (31).

Foto: Divulgação/Instituto Biota

Da espécie C.mydas, as tartarugas estavam em um trecho curto da areia da praia. O Instituto Biota da Conservação foi acionado e enviou biólogos ao local. As informações são do portal G1.

De acordo com o biólogo Bruno Stefanis, presidente do Instituto, dados biométricos dos animais foram coletados. Em seguida, as tartarugas foram enterradas.

 

“Não estamos mais realizando necropsias para diagnóstico de causa morte devido ao fim do projeto”, informou Stefanis.

golfinho morto

Golfinho é encontrado morto em praia com sinais de ingestão de plástico

Imagens chocantes mostram o corpo de um golfinho em decomposição em uma praia da Cornualha, na Grã-Bretanha. A repercussão das imagens causou um debate sobre a gravidade da poluição plástica.

golfinho morto

Foto: SWNS

O animal foi encontrado por Simon Heester, que disse que o golfinho estava enrolado em uma corda e mostrava sinais de ingestão de plástico.

Heester o encontrou na praia de Pentewan, perto de St. Austell, na Cornualha. Acredita-se que seja o 31º golfinho encontrado morto na região somente neste ano. Outros animais mortos foram encontrados em lugares como Par, Porthtowan e a Península de Rame.

Ruth Williams, gerente de conservação marinha da Marine Stranding Network, disse que os números são chocantes, mas não sem precedentes.

O comitê de auditoria ambiental do Parlamento do Reino Unido alerta sobre o lixo plástico, esgoto não tratado, fertilizantes e metais pesados ​​despejados nos oceanos. Ele disse que a Grã-Bretanha pode fazer muito mais para impedir que o plástico termine no oceano através de rios e esgotos. Cerca de 80% dos resíduos despejados no oceano vêm da terra.

No início deste mês, remadores encontraram um bezerro flutuando na água perto de Kingsand, na Cornualha, em 17 de janeiro. A Rame Peninsula Beach Care descreveu a descoberta como “devastadora”.

Outro golfinho foi encontrado na praia de Long Rock, em Penzance, na Cornualha, com uma gravata de plástico presa em sua cauda.

Dee Kellow, de Newlyn, fotografou o animal e disse: “Eu estava andando no caminho do litoral esta manhã, quando vi o coitadinho. É tão triste.”

Um golfinho também foi encontrado morto este mês em Jersey por Sandra Hilton, com um anel de plástico preso em seu focinho.

Tartaruga é encontrada morta na praia em Guaratuba (PR)

Fotos: Gustavo Aquino / Correio do Litoral

Tartaruga é encontrada na noite da última sexta-feira (25), na chamada Praia do Prosdócimo, em Guaratuba.

O animal, com cerca de 80 centímetros, estava morto, por volta das 23h15, quando a reportagem chegou ao local, em frente ao hotel Villa Real. Era possível ver ver marcas de sangue de sua boca e na areia.

Ainda havia uma marca no formato do casco onde ela havia estado anteriormente e de onde pode ter sido removida por alguém. Uma madeira, ao lado do corpo pode ter sido usada para isso.

Não há informações sobre o horário em que a tartaruga apareceu na praia, mas às 21h ainda havia visibilidade e muitas pessoas estavam na praia. O animal deve ter surgido na praia depois disso.

Fonte: Correio do Litoral

Tartaruga é encontrada morta por turistas em praia de Cabo Frio (RJ)

Uma tartaruga foi encontrada morta por turistas na orla da Praia de Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. O animal media cerca de 1 metro de comprimento.

Foto: Pedro Belfort/Arquivo Pessoal

O turista do Rio de Janeiro, Pedro Belfort, foi quem encontrou a tartaruga. Ele afirma que estava na praia com a família quando começaram a sentir um cheiro forte que parecia ser de um animal morto. Foi então que ele avistou a tartaruga na beira da água. Segundo ele, um vendedor de picolé entrou na água e retirou o animal do local com receio de que o corpo atraísse predadores. As informações são do portal G1.

Em seguida, Pedro acionou o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Campos. “Lembramos de uma placa no condomínio vizinho, com um telefone para o caso de encontrar animal morto ou encalhado na praia. Quando ligamos, era de um projeto de monitoramento de praias”, disse.

Poucos minutos depois, uma equipe chegou ao local para remover o corpo da tartaruga e levá-lo para análise em laboratório. “Pessoas que estavam na praia ajudaram na remoção do animal. […] tinham senso de coletividade”, comentou.

Ao encontrar animais mortos ou encalhados em praias da região, a pessoa deve acionar o projeto de monitoramento de praias através do telefone 0800 026 2828.