foca com frisbee rosa no pescoço

Duas focas são resgatadas após serem encontradas com um frisbee e uma rede no pescoço

Voluntários da Friends of Horsey Seals resgataram uma foca ferida com um frisbee de plástico preso em seu pescoço em Waxham Beach, na cidade de Norfolk, Inglaterra. Uma outra foca também foi resgatada com uma rede prendendo e ferindo seu pescoço na praia de Horsey Gap, também em Norfolk. Ambos os animais agora estão se recuperando graças aos socorristas.

foca com frisbee rosa no pescoço

Foto: Friends of Horsey Seals

A foca que estava com a rede de plástico presa em seu pescoço foi transferida da praia de Horsey Gap para a East Winch RSPCA em Norfolk, na sexta-feira (11), onde receberá um banho de sal e cuidados veterinários por vários meses, e depois será enviada de volta à natureza.

A supervisora Jo Mead disse: “Tiramos a rede, ele ficou muito assustado – mas, estando tudo bem, a ferida será limpa, então vamos deixá-lo se acomodar e começar a alimentá-lo com peixe”.

foca com rede presa no pescoço

Foto: Friends of Horsey Seals

Dan Goldsmith, presidente da Marine and Wildlife Rescue, disse ter visto um aumento na frequência, agora mensal, dos casos de focas resgatadas de situações de emaranhamento e estrangulamento.

“Isso é tão triste – embora suspeite que existam mais focas lá fora, e sempre houve um problema com a poluição”, disse ele.

O presidente da Friends of Horsey Seals, Peter Ansell, disse: “Se você tivesse visto o estado de seu pescoço, você teria visto que a rede ficou presa no pescoço por meses e meses.”

“A rede tinha se entranhado em sua pele cerca de uma polegada e meia de profundidade. Eu vi a veterinária enterrando seus dedos na ferida para tentar ficar debaixo da rede para que ela pudesse cortar as cordas enroladas no pescoço do animal.”

“Não foi um trabalho simples e ele não ficou muito feliz. Eu acho que levará alguns meses para que ele se recupere, provavelmente três.”

No ano passado, os voluntários da Friends of Horsey Seals também resgataram uma foca com um frisbee preso no pescoço. Acredita-se que o animal chamado Frisbee tenha nadado com o anel de plástico em seu pescoço por até seis meses.

Ela estava faminta e desnutrida, com uma ferida gravemente profunda e infectada. Frisbee passou por cinco meses de reabilitação em um centro da RSPCA. Sua ferida foi tratada, e, como parte de sua reabilitação, recebia banhos com até 25 kg de sal diariamente.

Praia tem áreas isoladas para proteger ovos de tartaruga em Bombinhas (SC)

A praia de Canto Grande, em Bombinhas, no Litoral Norte catarinense, teve duas áreas isoladas para proteger os ovos de tartaruga colocados no local. São cerca de 120 , da espécie Caretta carreta, também conhecida como Cabeçuda. O tempo estimado para a eclosão é de 50 a 60 dias.

Praia Canto Grande, em Bombinhas, teve áreas isoladas para proteção dos ovos de tartaruga — Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

O isolamento foi feita nesta quarta-feira (16), pela equipe da Fundação de Amparo ao Meio Ambiente de Bombinhas (Famab), órgão da prefeitura. Os biólogos do Projeto Tamar e voluntários do Projeto Tartabinhas estiveram no local para acompanhar o isolamento, a sinalização e o monitoramento da área.

A Famab faz o apelo para que a comunidade e os turistas respeitem a sinalização e não tentem encontrar os ninhos.

Segundo a Prefeitura, no Brasil, as áreas prioritárias de desova estão localizadas no Espírito Santo, Bahia, Sergipe e litoral Norte do Rio de Janeiro.

Espécie ameaçada

A tartaruga Caretta caretta é considerada ameaçada no Brasil. A espécie está distribuída em mares tropicais e subtropicais, além de águas temperadas.

Ovos deve eclodir de 50 a 60 dias. — Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

Os filhotes vivem em alto-mar e os adultos em áreas de alimentação em profundidades entre 25 e 50 metros. Uma tartaruga adulta atinge até 136 cm de comprimento curvilíneo de carapaça e pesa em média até 140 quilos.

As tartarugas Cabeçudas são carnívoras, se alimentam de caranguejos, moluscos, mexilhões e outros invertebrados triturados com ajuda dos músculos poderosos da mandíbula.

Tartaruga é encontrada descarnada em praia de Feliz Deserto (AL)

Uma tartaruga foi encontrada descarnada na praia de Feliz Deserto, no Litoral Sul de Alagoas, na manhã de ontem(19).

Tartaruga descarnada é encontrada na praia de Feliz Deserto, em AL — Foto: Instituto Biota/Divulgação

A tartaruga  era da espécie Verde e pode ter sido morta na sexta (18), segundo Bruno Stefanis, presidente do Instituto Biota de Conservação.

De acordo com ele, casos como esse têm sido recorrentes na região. “Nos últimos dias temos encontrado vários animais naquela região. Toda semana encontramos algum, eles podem estar sendo mortos para consumo. Nós vamos buscar as autoridades”, afirmou Stefanis.

Na sexta-feira (17) dois golfinhos foram encontrados mortos na mesma praia. Eles eram da espécie boto-cinza e mediam por volta de 120 cm cada.

Na semana passada, um outro golfinho foi achado esquartejado no mesmo local.

Fonte: G1

Golfinhos são encontrados mortos em praia de Feliz Deserto (AL)

Dois golfinhos foram encontrados mortos na praia do município de Feliz Deserto, Litoral Sul de Alagoas, no final da tarde da última sexta-feira (18).

Golfinhos foram encontrados por volta de 150 metros um do outro em praia de Feliz Deserto, AL — Foto: Divulgação/Biota

 

Animais encontrados na praia de Feliz Deserto, AL, são da espécie boto-cinza — Foto: Divulgação/Biota

Na semana passada, um outro golfinho foi achado esquartejado no mesmo local.

Segundo o Instituto Biota de Conservação, os animais eram da espécie boto-cinza e mediam por volta de 120 cm cada.

Eles foram encontrados há 150 metros de distância um do outro. Ainda não se sabe o motivo da morte dos golfinhos.

Marcas de rede de pesca foram encontradas nos golfinhos mortos em praia de Feliz Deserto, AL — Foto: Divulgação/Biota

O Instituto Biota disse ainda que marcas de rede de pesca foram encontradas nos animais.

Fonte: G1

Golfinho é encontrado morto em praia de Florianópolis (SC)

Golfinho foi encontrado morto na Praia Brava em Florianópolis — Foto: Alisson Zoleti/R3Anim

Um golfinho foi encontrado morto na Praia Brava, em Florianópolis. Conforme a Associação R3 Animal, do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), a causa da morte ainda será investigada.

Segundo pesquisadores, o animal era um macho, juvenil e da espécie golfinho-nariz-de-garrafa. Ele tem cerca de 2 metros e 150 quilos.

Ainda de acordo com a equipe da R3 Animal, o animal passa por necropsia no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM).

Neste ano, nenhum golfinho do tipo foi achado morto na orla da cidade. Segundo a R3 Animal, a espécie costuma nadar pela região.

Fonte: G1

Tartaruga é achada morta em praia de Ilhéus (BA)

Tartaruga foi encontrada morta em praia de Ilhéus — Foto: Juliana Viana/Arquivo Pessoal

Uma tartaruga foi encontrada morta perto de uma cabana na praia dos Milionários, no município de Ilhéus, sul da Bahia. Segundo o Projeto A-Mar, ONG que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos na região, foi o quinto animal da espécie achado morto na região, em 2019.

Conforme a ONG, mais de 150 tartarugas foram encontradas mortas na região em 2018. A causa da morte da maioria foi a ingestão de plásticos.

De acordo com o Projeto A-Mar, a tartaruga era da espécie verde e tinha 62 centímetros de casco, e foi achada por moradores da região. Ela estava bastante magra e desidratada. Representantes da ONG acreditam que a morte da tartaruga achada nesta quarta também tenha sido provocada por ingestão de plástico.

O Projeto A-Mar informou que um voluntário esteve no local para enterrar a tartaruga.

Fonte: G1

Tartaruga é encontrada morta em praia da Barra da Tijuca, no Rio

Foto: Lucas Strabko/TV Globo

Uma tartaruga-marinha de espécie ainda não identificada foi encontrada morta na altura do Posto 5, na praia da Barra, zona Oeste do Rio de Janeiro. O animal teria chegado à orla já sem vida e em estado de decomposição.

Segundo um banhista, o animal apresentava lesões da parte inferior do casco. Uma equipe do Ibama se prontificou a ir até o local recolher o cadáver da tartaruga.

Um salva-vidas que acompanhou a ocorrência informou que o mar está em período de ressaca, o que aumenta o número de animais mortos que chegam à orla.