Câmara dos Representantes da Colômbia aprova projeto que proíbe testes em animais na indústria cosmética

“Esperamos sinceramente que em breve a Colômbia se junte aos países que estão fechando as portas para essa prática cruel e desnecessária” (Foto: CFI)

A Câmara dos Representantes da Colômbia aprovou por unanimidade na semana passada o projeto de lei que proíbe testes em animais na indústria cosmética colombiana. De autoria do parlamentar Juan Carlos Lousada, a medida também proíbe a venda de cosméticos pré-testados, incluindo produtos importados, após um ano da implementação da lei.

Agora o projeto segue para o Senado, onde será debatido em comissão e no plenário da Câmara. A previsão é de que o projeto também não encontre nenhuma barreira no Senado e que seja aprovado em breve, segundo a organização Cruelty Free International, que se dedica a campanhas contra a realização de testes em animais.

“As pessoas do mundo todo agora estão cientes de que o uso de animais em testes de cosméticos deve chegar ao fim em todos os lugares. Esperamos sinceramente que em breve a Colômbia se junte aos países que estão fechando as portas para essa prática cruel e desnecessária”, declarou a diretora de Relações Públicas da CFI, Kerry Postlewhite.

Projeto que autoriza transporte de animais em ônibus é aprovado em Caruaru (PE)

Um projeto de lei que regulamenta o transporte de animais em ônibus coletivos de Caruaru, em Pernambuco, foi aprovado pelos vereadores da cidade.

Foto: Pixabay

A proposta facilita o transporte de animais, já que muitos tutores não possuem veículos, o que dificulta, por exemplo, uma ida ao veterinário. Por essa razão, o vereador Fagner Fernandes apresentou o projeto. As informações são do portal Te Amo Caruaru.

“Conheço tutores de animais que desistiram de passeios e até mesmo viagens por não poderem levar seu animal. Outra situação, simples, mas que fica complicada em função do transporte, é a ida ao veterinário ou posto de vacinação. A possibilidade do uso do transporte público para essas situações facilitará o transporte desses animais e proporcionará tranquilidade e segurança tanto para o animal como para seu tutor”, afirmou Fagner.

A proposta define regras para que os animais possam entrar nos ônibus. Eles devem ser levados dentro de caixas de transporte adequadas e resistentes, com tamanho adequado ao porte dos animais, o tutor deve estar com o cartão de vacinação em mãos e com as vacinas atualizadas, e em caso de animal silvestre é necessário também apresentar autorização emitida pelo IBAMA. O projeto autoriza apenas o transporte de animais de pequeno porte.

Com a aprovação da proposta na Câmara de Vereadores, o projeto segue agora para análise do prefeito, que deverá decidir pela sanção ou veto. Caso seja sancionado, ele se transformará em lei.

Argentina desenvolve projeto para recuperar populações de onças-pintadas

Onça-pintada, maior felino das Américas, bem como um dos mais icônicos do continente (Foto: Getty)

A onça-pintada é o maior felino das Américas, bem como um dos mais icônicos do continente. Mas a caça, a perda do habitat e outras ameaças deixaram a espécie em perigo de extinção na Argentina.

Com a perda de 95% de sua distribuição original, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), estimativas indicam que existem apenas cerca de 200 espécimes no país. Eles estão espalhados principalmente por extensões isoladas de selva na província de Missiones e nas florestas de encostas montanhosas, nas províncias de Salta e Jujuy.

No entanto, um programa pioneiro de conservação e reintrodução da onça-pintada foi iniciado em 2011. A equipe na Argentina — que inclui cientistas, veterinários, atores comunitários e gestores de políticas — tem colaborado com a meta de criar uma geração de onças que poderia ser solta em seu habitat e sobreviver de forma independente na natureza.

O programa surgiu da preocupação com o fato de que a vida silvestre no mundo entrou em colapso nos últimos cem anos, conforme a população humana e a atividade econômica — especialmente a agricultura comercial — se proliferam.

Mas existe agora uma crescente constatação de que a sobrevivência no planeta exige áreas protegidas bem gerenciadas, onde a flora e a fauna possam florescer. Afinal, a natureza fornece um leque de serviços ecossistêmicos que, em muitas partes do mundo, está sendo rapidamente degradado pela exploração humana dos habitats naturais.

Por isso, em dezembro de 2018, o Congresso da Argentina aprovou uma legislação que determinou a criação do Parque Nacional Iberá, com quase 160 mil hectares, a fim de garantir a proteção das onças-pintadas em longo prazo. Douglas e Kristine Tompkins, empreendedores dos Estados Unidos, compraram a terra por meio de duas fundações, a Conservation Land Trust e a Flora y Fauna Argentina.

Posteriormente, eles doaram a propriedade para que a área se tornasse o maior parque da Argentina, centrado em uma das maiores zonas úmidas de água doce de toda a América do Sul.

Projeto que proíbe golfinhos e baleias de serem mantidos em cativeiro a um passo de ser aprovado

Qila uma baleia beluga que vive no Quário de Vancouver | Foto: Jonathan Hayward/Canadian Press

Qila uma baleia beluga que vive no Quário de Vancouver | Foto: Jonathan Hayward/Canadian Press

Um projeto de lei que prevê a proibição do cativeiro de baleias e golfinhos no Canadá passou no Comitê de Pesca da Câmara do Comuns (Parlamento canadense) nesta terça-feira e está pronto para ir a um debate final e votação.

Quase quatro anos depois da legislação ter sido introduzida pela primeira vez no Parlamento, o Comitê de Pesca do parlamento passou adiante a lei proibindo o cativeiro de baleias e golfinhos no Canadá.

O projeto chamado de S-203, patrocinado inicialmente pelo senador liberal Wilfred Moore em 2015, proíbe manter e criar cetáceos em cativeiro por meio de emendas ao Código Penal – tudo menos o final de uma prática que já foi um marco na experiência com parques temáticos no país.

O projeto de lei foi aprovado pelo Comitê, sem alterações, na terça-feira, com o apoio dos parlamentares liberais e do NDP.

Uma emenda à legislação, por menor que seja, efetivamente teria afetado a movimentação do projeto de lei nos últimos dias do parlamento, já que uma lei modificada teria de ser enviada de volta ao Senado para outra votação final. O projeto de lei enfrentou uma resistência sem precedentes de alguns senadores conservadores na Câmara Vermelha e restam apenas oito semanas de espera nessa etapa.

O voto da comissão – e o contínuo apoio ao projeto pelo governo liberal – são uma vitória para os ativistas dos direitos animais responsáveis pela conscientização do dano que reapresenta para a espécie, manter essas criaturas altamente inteligentes em tanques de concreto, alertando que esta é uma forma cruel e perversa de entretenimento.

Foto: Darryl Dyck/Canadian Press

Foto: Darryl Dyck/Canadian Press

“O projeto de lei é simples e direto. Ele se apoia no argumento de que colocar essas belas criaturas nos tanques e cativeiros em que elas são mantidas é intrinsecamente cruel”, disse o senador independente Murray Sinclair, ex-juiz que ajudou a impulsionar o projeto de lei através do parlamento.

Se for aprovado pelo parlamento, o projeto permitirá a aplicação de multas de até 200 mil dólares em parques e aquários que violarem as definições de crueldade contra animais do Código Penal.

Camille Labchuk, diretora executiva da Animal Justice, um grupo de defesa dos direitos animais que há muito apoia o projeto, disse que embora a legislação ainda esteja enfrentando uma crise de tempo parlamentar (proximidade de eleições), ela está confiante de que tem votos suficientes para aprovar a lei quando ela chegar a votação final.

“Estou muito feliz que os liberais tenham resistido à pressão para acabar com a lei. Acho que a razão pela qual eles foram convencidos a salvar essa legislação foi o poder de ação dos canadenses que contataram esses políticos em massa”, disse ela em entrevista à CBC News.

“Provavelmente mais de 20 mil e-mails e telefonemas foram feitos nos dias que antecederam a votação. Essa proibição é algo que os canadenses em todo o país realmente desejam. Eles assistiram Blackfish e The Cove, e entenderam que baleias e golfinhos não devem mais ser mantidos em cativeiros – os que estão livres na natureza viajam longas distâncias, mergulham profundamente, vivem em estruturas familiares complexas e desfrutam de uma qualidade de vida muito melhor do que a miséria e a esterilidade de viver em um tanque”, disse Labchuk.

O parque Marineland em Niagara Falls, Ontário, tem sido um forte oponente ao projeto, usando como desculpa para manter os animais presos, a alegação de que caso a lei seja aprovada, ela ameaçaria os esforços de conservação nos parques temáticos onde esses animais estão em exibição. O parque também tentou usar o frágil argumento de que o projeto ameaçaria o emprego de centenas de moradores locais durante os meses de verão.

No entanto, os cetáceos existentes serão salvaguardados pelo projeto, o que significa que o parque pode manter todos os animais que possui atualmente.

Foto: John Raoux/Associated Press

Foto: John Raoux/Associated Press

De acordo com dados fornecidos pelo Departamento de Pesca e Oceanos, a Marineland possui cerca de 61 cetáceos: 55 baleias-beluga, cinco golfinhos-nariz-de-garrafa e uma orca. O Vancouver Aquarium tem apenas um desses mamíferos.

“Marineland tem baleias belugas suficientes para continuar por mais 30 anos, então nenhum trabalho será perdido como resultado disso no futuro imediato”, disse Sinclair.

“Essa lei é necessária porque, a longo prazo, nossa sociedade ficará muito melhor se começarmos a tratar outras criaturas da mesma forma que nós mesmos sentimos que devemos ser tratados”, concluiu o senador.

A esperança de muitos ativistas é que alguns ou todos os mamíferos atualmente em cativeiro sejam “aposentados” eventualmente e sejam transferidos para um santuário à beira-mar em Nova Escócia.

Andrew Burns, advogado de Marineland, argumentou que o projeto de lei é inconstitucional e sinalizou potenciais problemas legais que o parque pode enfrentar quando um cetáceo atualmente grávido der à luz depois que a lei – que proíbe o nascimento – for aprovada.

Ensaio fotográfico garante novos lares para cães acolhidos por ONG

Um ensaio fotográfico garantiu um final feliz para a vida de muitos cachorros de uma ONG nos Estados Unidos. A Humane Society of Utah (Sociedade Humana de Utah, em tradução livre), abrigo para animais nos Estados Unidos, decidiu tentar sensibilizar possíveis adotantes através de fotos encantadoras. E a tentativa funcionou.

Nero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

O abrigo trabalha especialmente com o resgate de cachorros e, por isso, precisa sempre encontrar novos tutores para os cães salvos de maus-tratos e do abandono. As informações são do Portal do Animal.

Como nova tática para encontrar lares para os animais, o abrigo decidiu apostar em um ensaio fotográfico. O trabalho resultou em belas fotos que chamaram a atenção dos internautas após serem divulgadas na internet.

O projeto contou com a ajuda do fotógrafo profissional Guinnevere Shuster. Foram feitas imagens fofas, curiosas e até mesmo engraçadas, que cativaram os possíveis novos tutores.

No entanto, apesar de dezenas de cães terem sido adotados graças às fotografias, outros ainda aguardam por adoção no abrigo.

Confira mais fotos abaixo:

Kenai: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Angel: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Spot: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Hero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Dug: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Fido: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Artimus: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Russo: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Roxy: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Droopie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Annie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Os irmãos, CJ e Badger: adotados (Foto: Guinnevere Shuster)

Chip: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Lacey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bit O’Honey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bandit: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Little Bear: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Jax: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Rhino: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Floyd: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

 

Projeto resgata mais de 150 cachorros e gatos em aldeia indígena

O projeto Animais das Aldeias resgatou mais de 150 animais, entre cachorros e gatos, na aldeia indígena Rio Silveira, em Boraceia, na cidade de São Sebastião, no litoral de São Paulo. Todos os animais foram vermifugados, castrados e vacinados.

Foto: Arquivo Pessoal

Entre as doenças diagnosticadas nos animais está o tumor venéreo transmissível, que precisa de tratamento quimioterápico. O indicado é, também, castrar os demais animais para que a doença não se alastre. Foram registrados também três casos de cinomose, que estão em tratamento, e muitos animais com subnutrição e bicheira.

Um dos animais encontrado extremamente subnutrido, em estado de caquexia, foi a cadela Kaila. O animal apresentava tumores e tinha parte dos ossos da parte traseira exposto. O tutor da cadela afirmou que uma aranha havia a picado, gerando a ferida, que ficou aberta e deu origem à bicheira, que são larvas de mosca que comem a carne do animal vivo. As informações são do portal O Vale.

Grávida, Kaila sentia muita dor e, assustada, escondia-se no mato, dificultando os cuidados necessários, o que agravou o quadro de saúde dela. Diante da situação, os filhotes nasceram fracos e apenas um sobreviveu. Ele e a mãe foram resgatados pelo projeto e internados em uma clínica veterinária para receber tratamento intensivo. Após o período de recuperação, eles serão disponibilizados para adoção.

Outros animais que estão saudáveis, entre cachorros e gatos, já estão à procura de novos lares. Interessados em adotá-los devem entrar em contato com os voluntários do projeto através da página no Facebook ou do perfil no Instagram. 

Grupo distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua

Um grupo de voluntários distribui marmitas veganas para pessoas em situação de rua no setor Central, na cidade de Goiânia, em Goiás. O projeto recebeu o nome “Servindo Amor”.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O objetivo do grupo, segundo os organizadores, é levar afeto pra as pessoas e incentivar o respeito aos animais a partir da distribuição de marmitas sem ingredientes de origem animal. As informações são do portal G1.

O projeto foi idealizado por Juliana Freire. Segundo ela, a ideia de fazer marmitas veganas beneficia a saúde dos moradores de rua e os animais. Elas são preparadas por um nutricionista voluntário que elabora um cardápio diferente a cada entrega.

“Na última entrega, o cardápio contou com arroz, feijão, macarrão bolonhesa, carne de soja, beterraba, chuchu e cenoura. Além de sustentável, a marmita vegana é saudável e traz saciedade para os moradores de rua”, conta Juliana.

Foto: Grupo Servindo Amor/Arquivo Pessoal

O projeto teve início em novembro de 2018, conta com dez voluntários e já distribuiu aproximadamente 150 marmitas. As ações são feitas de forma mensal, cada uma delas com um cardápio diferente, mas sempre sem produtos de origem animal.

“Além de diferente e gostosa, as marmitas também são sustentáveis, por serem veganas”, disse Juliana.

O cardápio pretendido para a próxima entrega é sempre publicado no início do mês nas redes sociais do grupo para que pessoas sensíveis à causa possam doar ingredientes.

Além das marmitas veganas, o grupo pretende começar a realizar ações com terapeutas voluntários para mulheres em situação de rua que sofreram abusos sexuais.

Crianças leem para cães maltratados para que eles voltem a confiar em humanos

Um abrigo para cães abandonados e vítimas de maus-tratos no Missouri, nos Estados Unidos, iniciou um projeto por meio do qual crianças leem para os cachorros. O objetivo é fazer com que os animais voltem a confiar nas pessoas e que as crianças aprendam a se relacionar de forma saudável com os cães.

(@hsmopets/Instagram)

O projeto, nomeado de “Shelter Buddies Reading Program” (Programa de leitura de amigos do abrigo, em tradução livre), trabalha com crianças de 6 a 15 anos. As informações são do portal M de Mulher.

Submetidas a um treinamento de 10 horas no Humane Society of Missouri, as crianças aprendem a se comportar corretamente diante dos animais, que estão fragilizados devido aos maus-tratos, e a interpretar a linguagem corporal dos animais para saber se eles estão estressados ou com medo.

Após o treinamento, as crianças sentam em frente aos cães, sob a supervisão de um adulto, e começam a ler histórias. Elas podem levar um livro que gostem ou escolher um dos mais de 100 livros disponíveis no abrigo.

O projeto tem ajudado na recuperação dos animais e funcionado como uma espécie de reabilitação. Com a leitura feita pelas crianças, os cachorros têm ficado menos estressados e, aos poucos, começam a confiar novamente nos seres humanos. Além disso, as crianças aprendem sobre a responsabilidade que elas têm com o bem-estar dos animais.

Projeto de produção de proteína vegana fica em 2º lugar em programa de pré-aceleração do Sebrae

Um projeto de produção de proteína vegana se destacou no mês passado no AGITA Pré-Aceleração, realizado pelo Sebrae em Minas Gerais. O objetivo do programa é apoiar jovens empreendedores na geração de projetos inovadores de negócios.

No Brasil, a estimativa é de que 1,7 milhão de toneladas de resíduos de malte são descartados por ano (Foto: Reprodução / Vegazeta)

A startup Cardoso & Lamarca ficou em segundo lugar pela idealização de um projeto de produção de proteína vegana a partir do bagaço do malte, matéria-prima que normalmente não é aproveitada pela indústria.

A inovação está em criar um produto de alto valor agregado a partir de uma fonte barata. No Brasil, as destinações mais comuns do bagaço do malte são para a agropecuária ou adubagem.

Já o projeto de Cardoso & Lamarca se destaca porque tem potencial para cumprir inclusive um papel social, de geração de uma nova alternativa nutricional proteica a custo acessível, baseada em uma matéria-prima ainda subaproveitada. No Brasil, a estimativa é de que 1,7 milhão de toneladas de resíduos de malte são descartados por ano.

É o tipo de projeto que pode seguir na esteira de outras alternativas com potencial de se tornar não apenas atrativas comercialmente, mas também ajudar a minimizar a fome em regiões assoladas pela miséria.

Governador veta projeto que prevê resgate de animais em estradas de Goiás

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), vetou o projeto de lei, de autoria do deputado Virmondes Cruvinel (PPS), que obrigava empresas concessionárias de rodovias a resgatar e prestar socorro a animais acidentados nas estradas administradas por elas.

(Foto: Reprodução/ Fernando Tatagiba)

A justificativa do governador para vetar o projeto é a elevação do custo correspondente aos serviços prestados pelas concessionárias, o que, segundo ele, afetaria o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos. As informações são do portal Mais Goiás.

De acordo com Caiado, haveria também jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) que teria decidido em desfavor de matérias de semelhante teor, apresentadas por outros estados do país.

A matéria volta, agora, ao parlamento em forma de veto. Os deputados terão 30 dias para apreciar a justificativa de veto do governador e, em seguida, irão analisar novamente a proposta. Para que o projeto seja rejeitado, é necessário maioria absoluta dos parlamentares – ou seja, 21 votos.