Cadela é salva após ser amarrada em trilho de trem para morrer atropelada

Uma cadela foi abandonada presa ao trilho de um trem em Recife (PE) e teve sua vida salva graças a ação de um maquinista. O profissional conduzia um trem no sentido oposto ao dos trilhos nos quais o animal estava amarrado e, ao perceber o que estava acontecendo acionou a central de controle.

Foto: Reprodução / NETV

De acordo com o assessor de comunicação da CBTU, Salvino Gomes, a cadela teve sorte. “O trem saía de Cosme e Damião para Camaragibe. Chegando lá, ele voltaria para Cosme e Damião. Se ele não tivesse visto a cadelinha, ele provavelmente a teria atropelado na volta”, disse Salvino ao portal Curta Mais.

Em Camaragibe, dois seguranças entraram no trem e, ao chegar no local onde a cadela estava presa, desceram e ajudaram a soltá-la. Assustada, ela fugiu.

A ação dos funcionários durou cerca de 10 minutos. Não se sabe quem foi o responsável por amarrar a cadela no trilho, tampouco se ela tem tutor.

“A cachorra estava velhinha, é possível que o tutor quisesse se livrar dela. Se foi isso, a gente espera que não faça essa maldade de novo, é uma covardia”, concluiu Salvino.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Ativistas protestam contra exploração de animais em evento de shopping

Ativistas realizaram uma manifestação, no último domingo (28), em frente ao Plaza Shopping, em Recife (PE), devido ao evento Fazendinha no Plaza, que leva animais para o local e os expõe como se fossem objetos para entreter o público. Fantasiados de animais, os manifestantes pediram o fim da “exploração e objetificação dos animais”. Aproximadamente 30 pessoas participaram do protesto, segundo o shopping.

Foto: Thais Toledo/TV Globo

Um dos ativistas usava uma fantasia de vaca e outro estava com uma máscara de cavalo no rosto. Através das redes sociais, eles afirmaram que a exploração dos animais no evento contraria “todos os comportamentos naturais de sua espécie” e que “todos os animais possuem necessidades muito específicas e complexas.” As informações são do G1.

O objetivo do ato, segundo os manifestantes, é conscientizar a população “de que os animais não devem ser utilizados durante eventos de entretenimento, pois esta prática é considerada exploratória e opressora”.

O shopping se manifestou por meio de nota e disse que reafirma “o respeito à opinião e ao direito de manifestação do grupo” e que segue, “com rigor, as regras estabelecidas pelos órgãos competentes para a realização do evento.” O Plaza se ateve aos cuidados veterinários, que o estabelecimento alega ofertar aos animais, para defender a manutenção da Fazendinha no local, ignorando o apelo dos ativistas, que lutam contra qualquer tipo de exploração, inclusive aquela feita sem a prática de violência, mas que reduz os animais a objetos a serem levados de um lugar a outro, sendo submetidos ao estresse do transporte, para ficar num ambiente inadequado com o intuito de gerar lucro ao entreter o público.

Foto: Thais Toledo/TV Globo


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


Guia turístico afunda filhote de elefante no mar para turistas tirarem fotos

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

A exploração dos elefantes pela indústria de turismo nos países em que a espécie habita é notória e vergonhosa. Abusos de toda espécie são noticiados diariamente com animais tendo que fazer truques para plateias, pintar quadros com a tromba, dançar e até dirigir quadrículos.

O último ato de violência contra os elefantes, movido pela indústria do turismo, foi protagonizado por um guia turístico foi filmado afundando um bebê elefante no mar para que uma turista que também estava na praia pudesse tirar fotos do animal.

O mahout (nome dado aos manipuladores de elefante) arrastou o filhote para o oceano em Phuket, no sul da Tailândia, em 14 de maio, após os dois turistas pagarem por passeios ao lado dos animais, elefantes são explorados.

Um homem é visto no vídeo, tirando selfies enquanto estava sentado em cima de um elefante adulto que estava ao fundo com água até os joelhos no mar.

Uma mulher usando um biquíni branco – que provavelmente estava de férias – tirou fotos do bebê elefante preso pelo guia no mar.

O elefante bebê parecia nervoso e desconfortável na água, mas o mahout colocou as mãos no pescoço do elefante e o empurrou de volta para o mar, prendendo-o.

Quando o filhote acenou com a tromba em aparente desconforto, o mahout colocou a mão na cabeça do animal enquanto continuava a prendê-lo na água.

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

O comportamento cruel praticado conta o filhote era uma tentativa de manter o elefante imóvel para que o turista pudesse tirar uma foto dele no mar, segundo informações do Daily Mail.

Ela bate a foto do elefante bebê e em seguida, vira a câmera em direção ao seu parceiro, que está montando o outro elefante, porém adulto.

A cena provocou revolta dos defensores dos direitos animais que afirmaram que além de ser uma violência levar os elefantes contra a vontade para o mar também danificou os recifes de corais na área.

Thammarat Suwannaposri do Spotlight Phuket disse: “Os elefantes eram parte da atração turística organizada por um restaurante próximo e eles não pediram permissão para fazê-lo”.

“A praia é muito rochosa, mas está cheia de antigos recifes de coral, cuja retirada não foi autorizada de acordo com a lei. Mas eles trouxeram um profissional para escavar e limpar a área, para que esses elefantes pudessem entrar na água e posar para fotos com os turistas”.

“O que eles fizeram foi considerado ilegal e deveriam ser punidos por destruir o meio ambiente e abusar dos animais”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA


 

Ativistas dos direitos animais realizam intervenção no Centro do Recife (PE)

Na última semana, ativistas dos movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste aproveitaram a manifestação contra os cortes na Educação para realizar uma intervenção pelos direitos animais no Centro do Recife (PE).

A intervenção dos ativistas começou na Rua da Aurora, em Boa Vista, seguindo pela Avenida Conde da Boa Vista até a Avenida Guararapes, no centro do Recife (Foto: 269life Nordeste/Vozes em Luto Nordeste)

Além de distribuição de panfletos, os ativistas conversaram com os manifestantes e passantes sobre liberação da caça, desmatamento, rodeios e vaquejadas, e também a respeito da alimentação baseada na exploração e morte de animais.

“A intervenção não teve cunho político partidário, mas sim o objetivo de conscientizar as pessoas a respeito da situação dos animais no Brasil. Foi uma ação muito proveitosa, gerou curiosidade e estimulou a adesão de participantes da manifestação”, informa Hapha, do 269Life Nordeste.

A intervenção dos ativistas começou na Rua da Aurora, em Boa Vista, seguindo pela Avenida Conde da Boa Vista até a Avenida Guararapes, no Centro do Recife.

Fonte: Vegazeta


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. Doe agora.


 

Documentário vegano é exibido em praça pública no Recife

Por David Arioch

“Muitas lágrimas, e muitas promessas de mudança em relação à alimentação” (Foto: 269life Nordeste/Vozes em Luto Nordeste)

No sábado, o documentário vegano “Dominion”, do australiano Chris Delforce, foi exibido na Praça José Sales, no bairro da Torre, no Recife (PE). A exibição, que fez parte da programação do 1º PunkVeg Fest, organizado pela banda punk vegana Guerra Urbana, contou com iniciativa dos movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste.

“Foi incrível presenciar cada reação de empatia e reflexão dos presentes. Muitas lágrimas, e muitas promessas de mudança em relação à alimentação. Essa é a real intenção dos movimentos 296life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste, levar o veganismo abolicionista a todos aqueles que não têm a oportunidade de conhecê-lo”, informam.

Além da exibição do filme, os movimentos também levaram alimentos veganos para o público experimentar. “Para que entendam que podemos nos alimentar bem sem causar danos aos animais, a nós mesmos e ao planeta”, justificam.

Com duas horas de duração, o documentário “Dominion”, que completou um ano no mês passado, explora seis facetas primárias da relação humana com os animais – animais de companhia, vida selvagem, pesquisa científica, entretenimento, vestuário e alimentos. A partir daí, se propõe a questionar a moralidade e a validade do nosso domínio sobre o reino animal.

Ativistas fazem protesto contra morte de mais de 30 gatos no Recife (PE)

Divulgação

Ativistas e protetores da causa animal realizarão neste sábado (27), às 14h, na Avenida Beira Rio, na Torre, em Recife (PE), um protesto em repúdio à recente morte de mais de 30 gatos que vivem no local. O ato, que está sendo organizado pelo movimento Vozes em Luto Nordeste, pedirá justiça para o caso.

Durante o movimento, os protetores irão solicitar penas mais rigorosas contra os maus-tratos aos animais, além da segurança da praça. De acordo com a Lei Nº 9.605/98 maltratar animais é crime com pena prevista de um até quatro anos de detenção, além de multa.

Divulgação

Essa não é a primeira chacina que ocorre no local. De acordo com a vereadora do Recife e ativista da causa animal, Goretti Queiroz (PSC), em 2011 foi realizado um grande ato mundial no mesmo local onde ocorreu a chacina. “A avenida virou um verdadeiro local de desova de animais. Em 2011, foi realizado um ato mundial contra a crueldade animal ali mesmo na praça e, neste sábado, faremos outro grande movimento repudiando esse crime”, disse.

Goretti pede ainda que os protetores compareçam ao local vestindo roupas pretas e com velas brancas para simbolizar o luto pela morte dos animais.

Divulgação

A vereadora informou que já foi solicitado à Prefeitura do Recife câmeras de segurança no local com o objetivo de inibir o abandono de animais, bem como dar mais segurança aos moradores dos prédios vizinhos, além da manutenção das lâmpadas da praça. Rondas fixas e ostensivas da Guarda Municipal também foram solicitadas pela vereadora, através de requerimentos à prefeitura.

“O pedido por câmeras de segurança na Beira Rio vem sendo realizado há anos pelos protetores, mas até o momento não obtivemos nenhum retorno do município. Então, por iniciativa própria, eu estou cotando junto a empresas de segurança a instalação de câmeras ao redor do local. O sistema de monitoramento será pago do meu próprio bolso”, finalizou.

Cadela abandonada com bilhete em frente a clínica veterinária é adotada

A cadela que foi abandonada em frente a uma clínica veterinária em Recife (PE), com um bilhete justificando o abandono, foi adotada pelo professor de química Luiz Carlos Pereira, de 31 anos, e pela esposa dele. Ela foi morar com outros dois cães, também adotados.

Foto: Luiz Carlos Pereira/Arquivo pessoal

Abandonada no dia 8 de abril, a cadela foi deixada em frente a uma clínica veterinária, acorrentada, com um bilhete que dizia que a tutora não tinha condições de cuidar do animal devido a um problema de pele da cadela.

Adotada, ela está se adaptando bem ao novo lar, segundo Luiz Carlos. “Depois do abandono, os funcionários da clínica começaram a chamá-la de Branquinha. Eu e minha mulher gostamos de uma série de TV chamada ‘Suits’ e colocamos nela o nome de uma das personagens, Donna Paulsen”, contou o professor ao G1.

Ele disse que decidiu adotar a cadela após ver a notícia sobre o abandono. “Um dia depois de a notícia do abandono ser publicada, minha esposa mandou a informação sobre o abandono e eu entrei em contato com a clínica para me colocar à disposição para adotar”, afirmou.

Luiz soube, então, que uma outra pessoa já tinha demonstrado interesse em adotar a cadela. Como desejava ficar com o animal, ele foi até a clínica veterinária e conversou com os donos e funcionários do local.

“O pessoal disse que tinha uma pessoa na minha frente, mas que ligaria se esse candidato não aparecesse. Foi o que aconteceu. No dia seguinte, informaram que eu poderia ficar com ela. Bastava esperar a finalização dos exames de saúde para Donna ser liberada”, lembrou.

Na última sexta-feira (12), Donna foi levada para a casa de Luiz. “Ela tem muito espaço para brincar. Também se mostrou muito dengosa e esperta”, afirmou o professor.

Os outros dois cachorros de Luiz também foram resgatados de abandono e maus-tratos e, assim como Donna, não têm raça definida. Um deles, inclusive, tem uma deficiência. “Há dez anos, adotei um cãozinho que havia sido atropelado e só tem três patinhas. Agora, todos estão se dando muito bem”, disse.

Sobre a doença de pele da cadela, alegada pela antiga tutora, o professor explicou que se tratava apenas de um problema causado por pulgas. “Para evitar isso, basta manter o ambiente limpo e garantir a higiene do animal. E também dar muito carinho”, declarou.

Cadela é deixada em clínica veterinária com bilhete justificando abandono

Uma cadela foi abandonada em frente a uma clínica veterinária, na segunda-feira (8), no bairro da Torre, em Recife (PE). Uma mulher deixou o animal preso a uma coleira com um bilhete justificando o abandono.

O proprietário da clínica, o médico veterinário Gustavo Campos, contou que a cadela foi abandonada por volta das 5 horas, conforme registraram as imagens de câmeras de segurança, e tomou chuva até que ele chegasse ao local.

Foto: Reprodução/WhatsApp/G1

“Ela estava amarrada em uma corrente. No bilhete, a pessoa dizia que ela tinha problemas de pele e que não tinha condições de cuidar”, afirma. As informações são do portal G1.

O veterinário afirmou que a cadela aparenta ter quatro anos de idade. “Ainda não fizemos exames, mas vamos observar a cadela e denunciar o caso à Polícia. Queremos encontrar quem fez isso”, diz.

De acordo com a delegada Maria Elizabete Patriota, da Delegacia do Meio Ambiente (Depoma), casos semelhantes a este podem ser denunciados na delegacia, na rua Barão de Melgaço, 130, na Galeria São Dimas, em Água Fria, na Zona Norte do Recife.

Denúncias de abandono e maus-tratos contra animais também podem ser registradas através do Disque Denúncia, no telefone (81) 3421-9595.

A cadela está disponível para adoção. Os interessados em dar um novo lar para ela devem ligar para o número (81) 3184-7900.

Cão que apanhava de tutor é resgatado da casa onde vivia

Divulgação

Após inúmeras denúncias de maus-tratos a um cachorro, em Campo Grande, Recife-PE, a vereadora da causa animal, Goretti Queiroz (PSC), enviou sua equipe para resgatar o cão da residência onde ele vinha sendo maltratado.

O caso veio à tona, após vizinhos enviarem vídeos do cão apanhando na cara, amarrado a uma pequena coleira, exposto ao sol e a chuva durante dias. Com a divulgação dos vídeos, a população pediu ajuda a vereadora para auxiliar com o resgate do animal.

Divulgação

O primeiro procedimento realizado na casa onde vivia o cachorro foi uma conversa da equipe Patrulha Animal com os tutores para explicar como eles deviam proceder para que não virasse caso de polícia e para que o animal não sofresse mais maus-tratos.

Porém, mesmo após a primeira abordagem, o cachorro continuou preso a uma corrente pequena e sob forte sol, o que levou a equipe de Goretti Queiroz a retornar a casa e pegar o animal.

“Fizemos todos os procedimentos necessários, conversamos com os tutores e mostramos a eles o que significava maus tratos, como vimos que a situação não iria mudar e que o animal iria continuar vivendo acorrentado nós entramos em acordo e eles, amigavelmente, nos deram a guarda do animal”, explicou Goretti Queiroz.

Após dois dias do episódio, Marley (nome do cachorro) foi adotado por uma nova família e agora estará sob supervisão e cuidados necessários para que não volte a sofrer.

Goretti Queiroz lembra que sua equipe não tem poder de polícia e foi criada para dar suporte em casos de maus tratos. “Nós mostramos aos tutores que eles estão infringindo as leis e denunciamos os infratores. É necessária deixar claro que não temos o poder de prender e muito menos de invadir residências”, disse.

Divulgação

Em casos de maus-tratos e abandono a denúncia deve ser feita na delegacia mais próxima, baseada na Lei Federal n. 9.605, de 12.02.1998. (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Tartaruga-cabeçuda é resgatada debilitada na Praia de Piedade (PE)

Foto: Divulgação

Uma tartaruga do tipo cabeçuda foi resgatada bastante debilitada, na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, na última sexta-feira (22). O resgate foi feito nas proximidades da igrejinha de Piedade, por volta das 14h.

O animal que é um macho adulto de 65kg e quase um metro encalhou duas vezes antes de ser resgatado. “Não é comum o macho estar em terra. Tentamos colocar ele de volta no mar, mas não conseguia nadar, estava muito mal”, contou Adriano Artoni, chefe de Núcleo de Monitoramento de Animais Silvestres da Secretária de Meio Ambiente e Gestão Urbana do Jaboatão dos Guararapes.

Foto: Divulgação

De acordo com o ambientalista, a tartaruga tinha engolido muita água e não estava respirando direito. O animal foi encaminhado para a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), onde está em observação e sendo medicado pelo núcleo veterinário da instituição.

Fonte: OP9